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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Artigo sobre a entrevista com Demétrio Magnoli no Roda Viva

Postei a entrevista com Demétrio Magonli no Roda Viva e recebio este comentário fantástico, por e-mail:


O programa Roda Viva, da TV estatal paulista, apresentou em sua ultima edição o discurso do acadêmico Demétrio, escorregadio e na linha do "determinismo histórico". Uma Marilia Gabriela que parecia confusa substituindo gestos por palavras e um Augusto Nunes da revista Veja, como entrevistador quase ausente.


A pauta anunciava a análise dos ultimos acontecimentos envolvendo o crime organizado no poder. Surpreendentemente derivou para racismo e teorias sociológicas inacabadas. O entrevistado foi tratado a pão de ló. E os assuntos periféricos encobriram, silenciaram o ponto central da pauta: o comando ideológico do Foro de São Paulo, a estrada aberta para o comunismo no Brasil e na América Latina.


O sociologo falou de linguística, de partidos, de ditadura militar, de sua filiação ao trotsquismo contrário a stalin, de marqueteiros obedientes à política traçada pelo iluminado ex metalúrgico, da coerencia dos petistas e da confusão opositora (está é prá rir mesmo!!!) do psdb. Meteu o pau no dem e no pmdb. E apenas citou a inexistência de um partido conservador, de direita, com um programa alternativo para o Brasil.


O grande tema da ideologia que é ignorada pelos brasileiros mal informados, ficou envolvido na embalagem colorida da "distribuição de renda" do bolsa família e "aumento real do salário mínimo" para que mais brasileiros comprem e paguem impostos. O endividamento com os bancos foi esquecido de cabo a rabo.


E é este endividamento, mais a pretensa distribuição de renda que vai carrear votos contra o candidato da "oposição", cuja campanha marqueteira está equivocada e deveria centrar-se, segundo o entrevistado, na pessoa do outro sociólogo ex presidente, promotor da eleição do atual presidente contra o candidato do seu proprio partido, o psdb.


Nem entrevistados, nem entrevistadores – um deles declarou que não gostava do Brasil – trocaram em miúdos o papel dos acadêmicos e da imprensa na desinformação e despolitização dos brasileiros, a partir dos bancos escolares, nos últimos 20 anos. Em nenhum momento as referências à "esquerda" e partidos de "esquerda" foram citadas com seu proprio nome: comunismo.


Em nenhum momento a estratégia comunista foi denunciada como motor dos atuais governantes, nem se pontuou que os crimes do dia, perpretados no seio deste governo, são parte doutrinária da ação comunista para a tomada do poder. Uma ação que se repete há séculos, calada por sociólogos, jornalistas, cientistas e filósofos venais.


A pergunta inicial do programa, que deveria escarafunchar o significado do desprezo às leis na ação criminosa e impune deste governo, foi respondida com a propaganda subliminar do sucesso do "tudo pelo social" e das virtudes da esquerda. Ou seja, os ilustres como que concordaram que o projeto de socializaçao vai ser aprofundado. Estamos prestes a conhecer as agruras de Cuba e da Venezuela, em nossa propria carne.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".