Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sábado, 7 de agosto de 2010

Análise e debate dos dados dos computadores de Raúl Reyes

Este primeiro vídeo sumiu da internet. Eu tinha no meu canal, foi removido. Mas como eu o tinha baixado, êi-lo de volta. É um programa de analise e debate sobre o conteúdo dos computadores de Raúl Reyes, o amigo do lula que disse que o conheceu em encontro do FORO DE SÃO PAULO, encontro este presidido pelos dois.

RAÚL REYES ERA O NÚMERO 2 DAS FARC. FOI GLORIOSAMENTE MORTO PELO GRANDE EXÉRCITO DA COLÔMBIA.

Nos micros do sociopata aparecem provas incontestáveis do relacionamento da vermelhada latina com as FARC. Tem Chávez, Correa, Evo e, claro LULA. Mas para este aí não presisávamos do conteúdo dos equipamentos.

Na época faltava a INTERPOL analisar os equipamentos e seus conteúdos para se saber se eram falsos ou verdadeiros.

No segundo vídeo, a INTERPOL diz: OS DADOS NÃO SOFRERAM QUALQUER ALTERAÇÃO.

Portanto,como eu disse, provas incontestáveis.

Lá vai:



A desmoralização do Enem

REINALDO AZEVEDO
07/08/2010 às 5:43


Leiam editorial do Estadão. Ufa! Mais alguém percebeu: Fernando Haddad, o cut-cut do petismo, é incompetente!

*

Os fatos não confirmam as repetidas declarações do presidente Lula de que o ministro da Educação, Fernando Haddad, é um dos mais competentes membros de sua equipe. O vazamento dos dados pessoais de 12 milhões de alunos que se submeteram às três últimas edições do Enem é mais uma confirmação de que pouca coisa funciona bem na área de educação. Informações que deveriam ser mantidas em sigilo foram expostas no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) com acesso livre.
Trata-se de falha grave. Em primeiro lugar, porque resultou no desrespeito ao direito à inviolabilidade de informações pessoais previsto pela Constituição, no capítulo das garantias fundamentais, e em uma violação das leis que disciplinam a segurança no processamento de dados pessoais em órgãos públicos. E, em segundo lugar, porque o episódio expõe os alunos a investidas de criminosos, uma vez que os dados vazados constituem um verdadeiro maná de informações para estelionatários e até sequestradores. Com o CPF, o RG e os nomes dos pais de uma pessoa é possível a prática de uma série de delitos - da confecção de documentos falsos à abertura de empresas fictícias e contas bancárias. “O criminoso comete os crimes, mas consegue ficar com o nome limpo, enquanto o estudante que prestou o Enem pode ficar com o nome sujo”, diz o delegado Eduardo Gobetti, do Deic.
Como o regulamento do Enem é taxativo, comprometendo-se a resguardar o sigilo das informações sobre os candidatos, o vazamento é a pá de cal na desmoralização daquele que já foi um dos mais respeitados mecanismos de avaliação escolar do País. Decorrentes da inépcia do MEC, os primeiros problemas do Enem começaram em 2009, com as dificuldades enfrentadas pelos candidatos para se inscrever pela internet no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que permite usar as notas do exame no vestibular das universidades federais.
Em seguida, houve o vazamento da prova dois dias antes de sua realização, que obrigou o MEC a elaborar um novo teste, a um custo de R$ 30 milhões, e desorganizou o calendário das universidades. Quando o teste foi finalmente realizado, o MEC divulgou o gabarito errado. Na fase de matrículas, o Sisu falhou mais uma vez e o MEC não conseguiu distribuir as vagas das universidades federais com transparência, a ponto de ter matriculado quem não tinha média. O Sisu também não publicou a nota de vários alunos que fizeram o teste. Para usá-la no vestibular, eles tiveram de recorrer à Justiça. Por fim, foram identificadas falhas na correção das provas, a ponto de um estudante que fez uma redação de somente quatro linhas ter tirado uma nota boa.
Por causa da série de confusões provocadas pela incompetência do MEC, o Enem de 2009 teve uma abstenção de 40% dos inscritos - a maior já registrada desde sua criação, em 1998. Com o vazamento dos dados pessoais dos candidatos dos três últimos exames, o Enem perdeu a pouca credibilidade que ainda lhe restava. Acuado, Haddad, que já devia ter investido há muito tempo na modernização do sistema de informática do MEC, anunciou uma auditoria no Inep. A atual diretoria do órgão está no cargo há alguns meses, pois a anterior foi demitida depois do fiasco do Enem de 2009.
A desorganização do Enem é apenas um dos aspectos do fracasso do governo Lula no campo da educação. Esse governo teve oito anos para tentar melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio e fracassou. O MEC também perdeu tempo com a demagogia da democratização do ensino superior e expandiu as universidade federais com base em critérios mais políticos do que técnicos.
Recentemente, sob a justificativa de estimular os programas de serviços à comunidade e evitar que o próximo governo “acabe” (sic) com o Programa de Educação Tutorial (PET), que tem por objetivo qualificar os melhores alunos da graduação, o MEC baixou duas portarias que o desfiguram inteiramente. Interpelado duramente por professores e alunos durante a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, Haddad prometeu rediscutir as mudanças e revogar as portarias.
Por Reinaldo Azevedo

Velho safado. S-A-F-A-D-O!!! Os outros três também!!!

COTURNO NOTURNO
SEXTA-FEIRA, AGOSTO 06, 2010

Cavaleiro: IMPORTANTE: o artigo aplica-se não só a este sujeitinho, mas a todos os outros. Leia antes este aqui.


Hoje, no Jornal Nacional, o velho safado falou na sua maior proposta de governo: a distribuição de renda.  Plínio disse que o país precisa de redistribuição drástica de renda. Atrás dele, sorrindo, aquele deputado Ivan Valente. Acima está o patrimônio do velho safado. Em aplicações, em dinheiro vivo, ele tem R$ 1,7 milhões. O patrimônio é de R$ 2,1 milhões, isto com vários imóveis declarados muito abaixo do valor de mercado.  Está lá declarado no TSE. Velho sa-fa-do! Assistam ao vídeo dele no Jornal Nacional.


Presidente Lula preocupado com eventual prejuízo eleitoral, e o Sérgio Cabral xingando menino de 17 anos (a época) de otário e sacana

BLOG DO RICARDO GAMA
sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Clique e veja o vídeo onde o Presidente Lula está muito preocupado com eventual prejuízo eleitoral, e Sérgio Cabral xingando um menino de 17 anos a época (hoje ele tem 18 anos), e que Cabral prometeu um notebook ao jovem e não deu.

Cavaleiro: veja ainda a boca imunda do preiMente, cheia de po**a. Além da sua natureza esquerdopata, "tênis é de burguês".



Vídeo do rapaz que foi ofendido por Sérgio Cabral conversando com Ricardo Gama, falando de sua decepção por ter sido ofendido, e enganado por Cabral.



Clique e veja o vídeo onde a Benedita da Silva confirma que Sérgio Cabral prometeu o notebook para o menino Leandro e não cumpriu, quando compareceu no Shoping Leblon no dia 05/08/2010.



Ontem eu estive presente no Shopping Leblon onde Sérgio Cabral deveria estar presente para cumprir uma agenda eleitoral, lançamento de um livro da Secretária do Município do Rio Claudia Costin.

Mas como a segurança do desgovernador verificou a minha presença, com um grupo de quase 50 pessoas, dentre eles, motoristas de Vans, concursados do SEAP 2003, e da Polícia Civil, o desgovernador se borrou de medo e não compareceu no ato.

Mas o interessante, é que eu conheci um menino de 18 anos, morador de uma comunidade carente, muito inteligente, na verdade, um pequeno gênio.

Ele possui uma câmera digital igual a minha, e a usa com muita habilidade.

O menino jura que o desgovernador Sérgio Cabral lhe prometeu um notebook, mas até hoje não entregou, motivo pelo qual em todos os eventos que Cabral vai, ele está lá cobrando a promessa que o desgovernador lhe fez.

Em todos os atos de Sérgio Cabral o menino filma tudo com a sua câmera.

Ele registrou em vídeo a inauguração do complexo esportivo da sua comunidade com a presença do Presidente Lula, Dilma, e Sérgio Cabral.

Em tese são três vídeos que retratam o lado verdadeiro de Sérgio Cabral, e a sujeira da política.

1- O menino reclama para Lula e Sérgio Cabral que a piscina do Complexo Esportivo não funciona nos finais de semana, o Lula fica muito nervoso, e dá um esporro no Sérgio Cabral, e manda a "porra" funcionar, por que se a "imprensa vem aqui dá o maior prejuízo eleitoral".

2- Outro vídeo o menino abraçado com Lula reclama para ele que todo dia acorda com o barulho do Caveirão, Sérgio Cabral que estava ao lado, briga com o menino e diz que ele "é otário", "que está fazendo discuso de otário".

3- Em outro momento, Sérgio Cabral chama o menino de "sacana", "sacana", e o menino fala que tem nome, e diz o seu nome.

Sinceramente, ontem ao ver estes vídeos fiquei muito puto, revoltado, e triste, pela forma que o desgovernador Sérgio Cabral ofende e xinga um menino de apenas 17 anos a éopca (hoje ele tem 18 anos), e pela tristeza em seu olhar, de até hoje não ter recebido um presente que foi prometido pelo Cabral, ou seja, o notebook.

Pedi os vídeos ao menino para divulgar, e ele me entregou, e o farei.

Mas juro para vocês, se eu pudesse tinha dado um notebook na hora de presente para o menino, que mais uma vez eu digo, parece ser muito inteligente, um pequeno gênio, e merece ter um computador.

Hoje a tarde conversarei com o menino junto com um assessor de um deputado amigo meu, ele nos contará mais detalhes sobre algumas coisas erradas em sua comunidade, e quem sabe não lançamos uma campanha aqui no blog para dar um notebook ao menino, já que Sérgio Cabral, como sempre ilude as pessoas, e não cumpre as suas promessas.

Até um menino de 17 anos a época (hoje ele tem 18 anos) Sérgio Cabral foi capaz de xingar, ofender, e enganar.

Sérgio Cabral até a Benedita da Silva confirmou que o Sr. prometeu um notebook para o menino Leandro, cumpra a sua promessa, tenha caráter e dignisdade, ao menos uma vez na vida !!!

Mande entrarem em contato comigo, que terei o maior prazer de fornecer o telefone do menino, ele sonha com este notebook para usá-lo no auxílio dos seus estudos, desde que "V.Exa." prometeu.

Se algum benfeitor quiser ajudar o Leandro dando a ele o notebook que Sérgio Cabral prometeu e não cumpriu, entre em contato comigo, que passo o contato do Leandro.

Vamos ajudar gente !!!

Uribe processa Chávez e Venezuela em instâncias internacionais - APLAUSOS EFUSIVOS!!!

UOL NOTÍCIAS
06/08/2010 - 23h22  


Bogotá, 6 ago (EFE).- O advogado do presidente em fim de mandato da Colômbia, Álvaro Uribe, apresentou nesta sexta-feira uma denúncia contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, perante o Tribunal Penal Internacional (TPI) e um processo contra a República Bolivariana da Venezuela perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), confirmou o advogado Jaime Granados.

Em declarações à emissora televisiva "RCN", Granados, que atua como representante legal de Uribe, explicou que
a denúncia e o requerimento perante esses organismos internacionais respondem a uma violação dos direitos humanos por parte de Chávez, como pessoa, e da Venezuela, como Estado.

"Efetivamente, no dia de hoje remeti à sede de Haia do Tribunal Penal Internacional, ao escritório do procurador-geral dessa instituição, o doutor Luis Moreno Ocampo, a denúncia correspondente e esperamos que ele aja", disse Granados.

Acrescentou que
enviou também "a Washington, à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, um processo para efeitos de conseguir a reparação frente às gravíssimas situações de direitos humanos" por parte da Venezuela.

Trata-se de uma "
denúncia contra o chefe do Estado, pessoa natural, Hugo Chávez, perante o TPI, com fundamento no Tratado de Roma, e a outra é um requerimento perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos perante a República Bolivariana da Venezuela", esclareceu.

O advogado disse que essas violações dos direitos humanos também têm a ver com a suposta presença de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) em território venezuelano.

Tanto o processo quanto a denúncia responderiam ao suposto fato de os
guerrilheiros prepararem ações terroristas em solo venezuelano para executá-las na Colômbia contra a população.

Esta decisão de Uribe, tomada a poucas horas de deixar o Governo colombiano, ameaça complicar ainda mais as relações com o Governo de Chávez, que rompeu os laços diplomáticos em 22 de julho depois que a Colômbia denunciou perante a Organização dos Estados Americanos (OEA) a presença de guerrilheiros na Venezuela.

Apesar da ruptura, o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, deve assistir à posse de Juan Manuel Santos, que tomará o lugar de Uribe na Presidência colombiana neste sábado.

Esta presença representava um passo para encerrar a crise entre os países vizinhos, mas o processo e a denúncia apresentados nesta sexta pelo advogado de Uribe podem afetar o processo.

Em suas chegadas a Bogotá, a maioria dos presidentes latino-americanos convidados à cerimônia de posse de Santos fez votos e ofereceu seus ofícios para resolver a crise, que afeta toda a região.

Durante o Governo de Uribe, o Equador também rompeu suas relações com a Colômbia depois que o Exército colombiano atacou um acampamento das Farc no país vizinho.

EL SECUESTRO DE UN VENEZOLANO

UNOAMERICA
Viernes, 06 de Agosto de 2010


Politica El diario "EL Espectador", publicó en su edición de hoy un comunicado de la Federación de Organizaciones No Gubernamentales Verdad Colombia, exigiendo la inmediata liberación del preso político Alejandro Peña Esclusa, quien es victima de los atropellos y montajes de la dictadura del Presidente de Venezuela; Hugo Chávez Frías.



El comunicado fue publicado en la página 30 del diario colombiano


El diario "EL Espectador", publicó en su edición de hoy un comunicado de la Federación de Organizaciones No Gubernamentales Verdad Colombia, exigiendo la inmediata liberación del preso político Alejandro Peña Esclusa, quien es victima de los atropellos y montajes de la dictadura del Presidente de Venezuela; Hugo Chávez Frías.

El comunicado, publicado en la página 30 del periódico colombiano, se titula: "El secuestro de un venezolano" y dice que la detención ilegal de Peña Esclusa se debe a su lucha por desenmascarar el proyecto expansionista de Hugo Chávez a través del socialismo del siglo XXI.

EL SECUESTRO DE UN VENEZOLANO

El 12 de julio fue secuestrado Alejandro Peña Esclusa por parte del régimen de Hugo Chávez Frías.

Peña es ciudadano venezolano, escritor y político, opositor a Chávez. Dirige la organización Fuerza Solidaria, la cual ha denunciado los atropellos cometidos por el actual mandatario de Venezuela. Además es presidente de la Unión de Organizaciones Democráticas de América, UNOAMÉRICA.

Como investigador, Peña ha desenmascarado las intenciones del Foro de Sao Paulo, desde donde Chávez ha desarrollado su proyecto expansionista: el Socialismo del Siglo XXI.

Para justificar su retención, miembros de la policía política de Chávez (Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional, SEBIN) sembraron unos artefactos explosivos en un cajón del escritorio de una de las hijas de Peña, de ocho años de edad. También lo acusaron de tener vínculos con el presunto terrorista salvadoreño Francisco Chávez Abarca. Antes de su secuestro, Peña había denunciado las intenciones de Chávez con relación al montaje que se preparó en su contra.

Alejandro Peña tenía previsto realizar una denuncia contra Chávez en la Corte Penal Internacional por su apoyo a los grupos terroristas colombianos (denuncia que fue presentada ante la OEA por el gobierno colombiano, en fecha posterior a la retención de Peña).

El pasado siete de febrero, en este mismo diario, Peña publicó una carta abierta en la cual pide la renuncia de Hugo Chávez, por haber llevado a Venezuela a la situación de colapso actual.

Para acallar sus denuncias, Alejandro Peña Esclusa fue secuestrado por el régimen de Hugo Chávez. Exigimos su inmediata liberación.

FEDERACIÓN VERDAD COLOMBIA


A Caravana acabou. Mas será que acabou mesmo?

INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA
6, agosto, 2010

IDEOLOGIA E VIOLÊNCIA

VIVERDENOVO
SÁBADO, 7 DE AGOSTO DE 2010

Por Arlindo Montenegro

No dia 1 de Julho, o Conselho Nacional do Ministério Público divulgou as metas formuladas para o sistema judiciário. Uma delas é eliminar a subnotificação dos crimes de homicídio até Julho de 2011. Isto porque os registros da violência são falhos, distorcidos, insuficientes e distanciados da realidade. Dos dados obtidos pelo Instituto Sangari e divulgados no "Mapa da Violência 2010", cobrindo registros até o ano de 2004 a 2007, a baixa anual ascenderia a 50 mil vidas por ano.

Os pesquisadores e as mesmas Secretarias de Segurança Pública, somente nos últimos anos e ainda de modo deficiente, registram as ocorrências de modo sistemático. Ou seja, somente parte dos homicídios são registrados e os processos encaminhados. Outra parte, nem é sabida. Tomando os dados divulgados até Julho, de 4 regiões metropolitanas – Rio, São Paulo, Recife e Porto Alegre, mais os dados de todo o Estado da Bahia, onde estariam os municípios mais violentos, a projeção nua e crua revela um possível total médio de 99.110 homicídios por ano.

Fora o que deixa de ser registrado nos cafundós, onde nem existem delegacias, morrem por dia, na bala ou na peixeira, machado ou punhal, mais de 270 pessoas por dia. Fora envenenamento e outras formas "suaves" de matar, como estrangulamento, afogamento, atirar a vítima pela janela do sexto andar, porrada feroz, pura e simples. Assim podemos dizer que a informação desta contagem está pela metade.

As causas, são veladamente expostas na fala do diretor do Instituto Sangari, que divulgou recentemente o "Mapa da Violência 2010", com dados recolhidos até 2007, dourando a pílula para as projeções atuais. Isto para justificar a necessidade de desarmamento da população. Louve-se a conclusão que atribui a violência que leva ao homicídio à baixa qualidade da educação no Brasil.



A propósito, outro perigo está às nossas portas e é indicado por uma publicação da Venezuela, onde os militantes dos bandos bolivarianos estão armados e treinados pelos cubanos, para sustentar a revolução de Chávez, rumo ao Socialismo do Século XXI. O Portal da da web, analítica.com, em editorial de 4 de Agosto, sob o título "Os malandros sim, são socialistas", mostra para onde nos conduzem as políticas do Foro de São Paulo:

"No dia 20 de Julho passado, morreram 12 pessoas no Iraque, oito delas em atentados e as demais por arma de fogo. No Afeganistão, o número de soldados mortos em combate chegou a 100, no mes de Junho deste ano, sendo a pior cifra em oito anos de guerra ... No decorrer deste ano, foram assassinadas 350 pessoas em Juárez, a cidade mais violenta do México, onde os narcotraficantes desenvolvem uma guerra sem quartel."

"Nesta Segunda Feira, (2 de Agosto) a notícia no café da manhã nos diz que, somente no mês de Julho, ingressaram à morte de Monte Belo, (em Caracas), 469 cadáveres.O problema é tremendo e indica a descomposição maiúscula da sociedade venezuelana, onde o Governo faz muito pouco para controlar e reduzir o problema..."

"Somente neste fim de semana, foram 54 pessoas mortas por disparos de armas de fogo em Caracas. Isto é, mais de 1 pessoa assassinada por hora. Se somados os sequestros, violações, furtos e roubos denunciados, aí a situação piora muitíssimo. Estamos ou não vivendo uma verdadeira guerra? O governo enrolado numa suposta guerra com a Colômbia, não dá a mínima atenção para a batalha campal, que a cada dia mata mais venezuelanos de todas as classes sociais."

"(...) Tudo é propagandístico, espasmódico, reativo. A contagem é divulgada pela metade ou é ocultada dos meios de comunicação, (...) o tema é escassamente referido no programa "Alô Presidente". Além do discurso flamante, praticado e promovido pela cúpula da nomenclatura, que atiça a violência e só vê delinquentes nos "inimigos" políticos, o problema é que existem armas em demasia nas ruas."

Os malandros não perguntam se as vítimas têm a carteirinha do PSVU (Partido do Chávez). Simplesmente atacam e matam sem distinção. (...) É ilusório pensar que, logo agora, o Governo vai abandonar sua verborragia ideológica para enfrentar o problema da violência homicida. (...) Porque estamos vendo que para isto não existe planejamento socialista. Afinal, os socialistas são os delinquentes que atacam igualmente toda a população."

56.000 por mês, somente em Caracas. No Brasil inteiro, são somente 8.820 por ano, em média projetada. Ainda temos muito chão, mas não sabemos durante quanto tempo.

Desabafos e devaneios econômicos

MÍDIA SEM MÁSCARA

Estou sozinho ou tem algum leitor que se enraivece ao ver políticos, economistas, leigos e afins debatendo e opinando sobre qual deva ser a taxa de juros da economia?
O artigo a seguir não tem um tema específico, mas sim um propósito, desabafar alguns pensamentos e análises do nosso cotidiano midiático.
É lamentável o rumo que a ciência econômica tomou no século XX.
Após um início de século promissor, partindo das bases sólidas de Carl Menger, Böhm-Bawerk e especialmente Ludwig von Mises, proeminentes economistas da época eram influentes personalidades no mundo político e econômico de seus países e continente.
Um fato que escapa a iniciantes (e céticos) da Escola Austríaca é que seus principais autores tiveram extrema influência e presença no cenário político.
Carl Menger era o tutor do arquiduque Rudolf von Habsburg, príncipe herdeiro do império austro-húngaro.
Eugen von Böhm-Bawerk foi ministro de finanças da Áustria. Sim, você leu corretamente, ministro. Inclusive extremamente preocupado com a solvência do estado. Sem querer desmerecê-lo, mas com um padrão-ouro, essa tarefa é bem mais fácil.
Seu aluno mais importante, Ludwig von Mises foi conselheiro econômico do chanceler austríaco Engelbert Dollfuss e de Otto von Habsburg, além de ser amigo influente de Wilhelm Röpke, o qual foi conselheiro econômico de Ludwig Erhard, que apesar de não ser um austríaco foi capaz de aplicar reformas agressivas de livre mercado levando a Alemanha a recuperar-se com uma velocidade impressionante após a Segunda Guerra Mundial.
Porém, e infelizmente, o furacão keynesiano levou a ciência econômica a um rumo catastrófico e hoje vivemos as consequências deste episódio.
Não é difícil entender a desilusão e a falta de interesse pela ciência econômica na atualidade. Como um cidadão comum pode confiar em um economista, se em um dia ele abre o jornal e lê "temos que atear fogo para sair da crise", e no dia seguinte está lá escrito que "é preciso jogar água para sair da crise".
A falta de credibilidade dos economistas da atualidade é desconcertante, fato comprovado pela carta enviada por economistas britânicos à rainha da Inglaterra, desculpando-se pela incapacidade de prever uma crise inevitável e inerente ao atual sistema monetário.
Confesso que me é extremamente difícil aceitar que uma pessoa sensata e inteligente possa pensar que a simples impressão de dinheiro possa trazer prosperidade. Tarefa mais árdua ainda, quando tal pessoa é detentora de um prêmio Nobel.
Ben Bernanke ainda acredita que conseguirá evitar uma recessão ainda mais profunda nos EUA. Jean-Claude Trichet parece ter se rendido as leis econômicas (ou da natureza, como preferir).
Robert Skidelsky acredita firmemente ser um erro crasso reduzir déficits em meio a uma recessão. Diversos economistas austríacos defendem ser impossível evitar uma recessão após uma expansão creditícia. Prolongá-la sim, é possível. Por quanto tempo? Complicadíssimo prever. Entretanto, ao se prolongar a recessão, na ingênua tentativa de evitá-la, acaba-se por potencializá-la. E quando não for mais possível prorrogar o inevitável, a queda será ainda mais acentuada.
Com o conhecimento da ciência econômica que possuímos atualmente, podemos dizer que Adam Smith cometeu erros gravíssimos em sua obra prima A Riqueza das Nações. Não obstante, há uma frase sua que capta perfeitamente a essência da sensatez em matéria de economia: "What is prudence in the conduct of every private family, can scarce be folly in that of a great kingdom" (Aquilo que é prudente na condução de qualquer família dificilmente poderia ser insensato na condução de um grande reino).
Se um trabalhador está endividado, com possibilidade de perder o emprego, seria prudente endividar-se ainda mais para tirar férias no Caribe? Por que então, ao aplicar o mesmo conceito às finanças de um país, economistas abdicam da sensatez?
Se um padeiro produz pães muito além de sua demanda diária usual, os preços unitários tendem a cair. Por que então devemos evitar a qualquer custo que os preços dos imóveis americanos caiam? Ah, porque os cidadãos dos EUA têm sua riqueza medida pelos preços de suas casas. Entendi. Opa, mas e como ficam os que estão desempregados ou em situação financeira complicada? Não seria benéfico que os preços caíssem a níveis que os consumidores voltassem a comprar? Quantos imóveis um cidadão comum precisa? Não interessa, diria Paul Krugman, temos que continuar construindo casas e comprando, num círculo vicioso sem fim, até que cada família tenha pelo menos 3 ou 4 casas! E por que parar em 4? Podemos mais, sem fim, o céu é o limite! Ou melhor, o crédito é o limite. E de onde vem o crédito? Aos leitores do Instituto Mises Brasil (IMB) que já captaram a mensagem, sim, a poupança precede o crédito.
Talvez a dicotomia entre macro e microeconomia ofusque as mentes dos economistas keynesianos e domainstream, incapazes de entender que "dividir" a ciência econômica de tal maneira impossibilita entender as repercussões que políticas públicas têm na sociedade, seja em uma grande corporação, em uma banca de jornal ou em um governo.
Por fim, e pouparei os leitores de mais desabafos e devaneios econômicos, faço uma pergunta: estou sozinho ou tem algum leitor que se enraivece ao ver políticos, economistas, leigos e afins debatendo e opinando sobre qual deva ser a taxa de juros da economia?
Às vezes tento estimar a enorme perda de tempo e esforços de milhares de pessoas dedicadas a estudar e debulhar estatísticas[1] infindáveis com a finalidade de justificar suas ações. Sem contar todos os membros da equipe econômica do governo e Banco Central e os jornalistas e repórteres cobrindo os eventos desta trupe. Quanta improdutividade!
Imaginem um órgão chamado COPPOF (Comitê de Política do Pão Francês). Agora, imaginem que seus membros, extremamente qualificados, doutores e com vasta experiência, se reúnam quinzenalmente com o intuito de decidir qual será o preço justo do pão francês, afinal de contas, este é um item de elevada importância nutricional na vida de um cidadão, e nada mais sensato que um órgão governamental para decidir sobre seu preço.
No entanto, o preço do pão francês não pode ser definido por nenhuma autoridade ou grupo de pessoas, por mais sábias que elas sejam, pois ele depende das valorações subjetivas de cada indivíduo. Da mesma forma com a taxa de juros, que é a taxa de preferência temporal de cada indivíduo, ou quanto cada um decide poupar para consumir no futuro, reduzir o consumo presente para poder consumir mais no futuro.
Como já foi habilmente explicado pelo editor do IMB, Leandro Roque, o Banco Central não pode estabelecer a taxa de juros, ele pode manipulá-la para que se aproxime de seu alvo. Curiosamente, este procedimento não era possível na época em que o mundo ainda utilizava aquele "chato e restritivo" padrão-ouro. Nada que impedisse a criatividade dos políticos. Na Inglaterra do século XVII os governantes tentavam diminuir a taxa de juros via decreto.[2]
Que eu não seja mal interpretado, não estou afirmando que as ações do Banco Central não têm efeito. O BC não pode estabelecer a taxa de preferência temporal de cada pessoa, assim como nenhum órgão pode definir o quanto um cidadão deseja consumir de cerveja ou de sanduíche. Entretanto, a sua atuação de manipular as taxas de juros tem um impacto extremamente prejudicial à economia, pois influencia o preço mais importante do mercado, o preço do dinheiro no tempo.
Se alguém é contra subsídios de qualquer espécie, deveria entender que uma taxa de juros artificialmente baixa, ou seja, abaixo da poupança real da economia, funciona como o subsídio último. É um subsídio universal, pois atua em toda a economia simultaneamente.
Com uma taxa de juros artificialmente baixa, inúmeros projetos que antes não eram viáveis, se tornam atraentes da noite para o dia.
Subsidiar é sustentar uma operação economicamente inviável.
Pronto. Creio ter articulado a minha mensagem.

Notas:
[1] Segundo Huerta de Soto, "estatística" é algo ruim por definição, pois etimologicamente vem da palavra estado. Ver http://www.youtube.com/user/josemanuelgonzalezg#p/u/218/xvRX33m0axI
[2] Murray Rothbard, Economic Thought Before Adam Smith, (Alabama, Mises Institute, 2006), p. 320
Fernando Ulrich formado em administração de empresas pela PUC-RS, concluiu em julho de 2010 o programa de mestrado em economia austríaca comandado por Jesus Huerta de Soto em Madri, Espanha. Atualmente trabalha no mercado financeiro.
Publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil.

Político corrupto: o mal que vem do povo

MÍDIA SEM MÁSCARA

Julio Severo destaca que a classe política é a cara do povo que a elege. E Nivaldo Cordeiro comenta a miséria intelectual e a monotonia do primeiro debate entre os candidatos à presidência.
O povo reclama dos políticos corruptos, que são homens e mulheres que tiram proveito da elevada riqueza que o governo usurpa a força do povo mediante impostos.
Mas de onde vem todo o dinheiro que os políticos roubam para comprar mansões e viver no luxo? Do povo.
De onde vêm os políticos? Do povo.
O povo vota no político que mais dá "presentes" e "benefícios". Do meio desse povo sairá o político que igualmente, quando chegar ao poder, vai querer continuar recebendo "presentes" e "benefícios", mas maiores.
O político, na verdade, é a cara do seu povo.
Do povo vem o dinheiro que sustenta a ganância política. Do povo vem o político ganancioso.
Os políticos precisam mudar? Sem dúvida. Mas antes, o povo precisa mudar.
Quando o povo mudar, querer tudo com trabalho e recusar "presentes" e "benefícios" do Estado sugador de impostos e suor, aí ele terá políticos que recusarão "presentes" e "benefícios". Aí ele terá políticos que trabalharão.


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Como todo socialista/comunista de renome entre a laia, cheio de dinheiro. Alguém esperava alguma coisa diferente?

Dica do Coturno Noturno:

OLHA QUANTO O PLÍNIO SOARES DE ARRUDA SAMPAIO DECLAROU:

R$ 2.147.104,06

Quem não estaria com esta cara sendo milionário, não é mesmo?


Mas não estranhem. Plínio é do PSOL. Isto significa que o que é dele é dele, o que é dos outros é de quem o Plínio, se ganhar a eleição, determinará. Como disse anteriormente, pelo menos ele não escondeu a sua "natureza". Os milhões, junto com sua "vizão di mundu", deixam bem claro. É de fato um "bom" vermelho

O Argueiro e a Trave

BLOG DO JHEITOR


Recentemente recebi de meu sempre vigilante amigo Cavaleiro do Templo, por email, uma entrevista veiculada no blog do ex-deputado José Carlos Gratz e extraída do jornal virtual Maceió Agora (http://www.maceioagora.com.br/noticias/noticias.asp?cod=28766) que tratava da inconstitucionalidade da lei chamada Ficha Limpa. Segundo o ex-ministro do STF Eros Roberto Grau, a lei coloca em risco o Estado de Direito.

"Como é que vedes um argueiro no olho de vosso irmão, quando não vedes uma trave no vosso olho”? (Mateus, cap VII, vv. 3 a 5)

Quem, algum dia na vida, teve paciência de ouvir a perora de qualquer um dos ministros do STF coando um mosquito e engolindo um camelo saberá muito bem do que estou falando. Com essa prática de se gastar horas discutindo um detalhe insignificante, o Supremo absolve um Antônio Palocci e torna réu um Francenildo Pereira, humilde caseiro que teve seu sigilo bancário devassado. E por processo semelhante, Eros Grau quer fazer um tratado quilométrico sobre a lei da Ficha Limpa enquanto outros assuntos de muito maior importância passam em brancas nuvens.

Já que o ex-ministro tem o nome de um dos deuses gregos deveria também saber que para 99% dos brasileiros o etéreo “Estado de Direito” é algo assim distante como o Olimpo da mitologia grega e que essa lei, que não vai impedir ninguém de nada, em tempo algum e em lugar nenhum, não tem a mais mínima importância.

O jurista Miguel Reale nos dá o conceito de Estado de Direito:

“Por Estado de Direito entende-se aquele que, constituído livremente com base na lei, regula por esta todas as suas decisões”.

Sendo assim, o ex-ministro, diga-se de passagem indicado por Lula, se põe a esbravejar contra uma lei inócua e nem cogita perguntar-se: O que fere mais o Estado de Direito, uma lei mambembe ou um presidente que não cumpre e não respeita as leis? E se ele se preocupa tanto em não legislar, como admitiu que o Supremo mandasse ao congresso projetos de lei para serem aprovados às pressas, na calada da noite? Se não votou a favor, por que não se manifestou publicamente?

É admirável o horror dos homens públicos à publicidade, o que se nota claramente quando o ex-ministro se refere à transmissão das sessões pela TV. O público que paga impostos não pode saber, ainda que com atraso, das sagradas atividades dos deuses.

Pois muito bem; se o judiciário não pode legislar mas o faz, e se quando julga, o que é de sua competência, o faz com parcialidade, cometendo erros abissais, para que serve o poder judiciário brasileiro além de discutir o sexo dos anjos e fazer tratados sobre a constitucionalidade da lei da gravitação universal?

Por fim, o Sr. Eros Grau, depois de profetizar o retorno da censura e a queima de livros como na ficção Fahrenheit 451, sem se dar conta que a queima de cérebros já se faz há muito tempo via escola pública, se estende em explicações ambíguas, servindo-se para isso da mastigada tática socialista da relativização de valores absolutos quando fala sobre a moralidade.

Quantas vezes ouvimos os pseudo intelectuais socialistas, notadamente os psicólogos, repetirem termos e expressões como: “minha verdade”, “sua verdade”, a “verdade de Pedro ou de Joaquim”, cinicamente, às vezes inconscientemente, relativizando um valor absoluto como a verdade? Assim, o Sr. Eros diz: “a sua moralidade ou a minha”, e “há diversas moralidades”, como se moralidade fosse um valor relativo; e conclui reclamando do fato de em Brasília ele ser um cargo e não uma pessoa. Mas como ministro do STF, e ainda avesso a uma câmera de TV, quereria ele ser a estrela principal do espetáculo?

Lula disse que esta eleição seria moleza, que A lula já estava na cadeira de presidente. Fácil entender. Urna eletrônica, pesquisa de votos, tudo está armado.

Chávez confirma: as FARC são guerrilha sim!




videoscanalverdades | 6 de agosto de 2010
Ouçam e vejam. Hugo Chávez confirma o que todos já sabiam. As FARC não são "insurgentes" coisas nenhuma, são GUERRILHA, sim senhor!!!

Quatro imagens contra o keynesianismo

MÍDIA SEM MÁSCARA

Gary North ensina como reduzir a pó os sofismas do keynesianismo, a teoria econômica idolatrada pelos sociais-democratas, nazistas e socialistas, responsável pelo crescimento da opressão estatal e de grandes colapsos econômicos nas últimas décadas.
Quatro imagens fornecem as ferramentas conceituais necessárias para refutar a teoria econômica keynesiana: a arma, a carteira, o título da dívida e a impressora de dinheiro. Lembre-se delas todas as vezes que você ler uma propaganda keynesiana exaltando os últimos planos de gastos do governo. Explico.
Pense que você está em um debate público. Se você quiser arruinar um oponente intelectual em um debate, descubra qual o seu principal ponto fraco e atenha-se a ele. Nunca o deixe escapar. Garanta que a platéia sairá do debate tendo em mente todas as refutações que você apresentou.
Ao se preparar para um debate, lembre-se sempre desse princípio da comunicação eficaz: "É mais fácil esquecer uma formula do que uma imagem mental".
Economistas acadêmicos amam fórmulas. E essa é justamente sua maior vulnerabilidade. Ao contrário das fórmulas da física, as fórmulas dos economistas escondem profundos erros conceituais; erros que simples imagens mentais mostram ser um absurdo total. O indivíduo comum pode prontamente perceber e entender esses erros por meio do uso de simples imagens mentais. Já os economistas acadêmicos, por outro lado, são deliberadamente treinados em sua pós-graduação para ignorar essas imagens. Eles são facilmente cegados por fórmulas. Isso os coloca em desvantagem nos debates públicos, especialmente quando têm de debater membros de uma escola de pensamento econômico que não utiliza fórmulas: a escola austríaca de economia. Irei agora dar uma demonstração de como esse princípio funciona num debate.
A FÓRMULA CENTRAL DO KEYNESIANISMO
A descrição da economia keynesiana na Wikipédia é um bom lugar para se começar. Aqui, temos a fórmula keynesiana presente em todos os livros-texto:
Em representação científica, a Fórmula Keynesiana consiste da seguinte composição:

C + I + G + X - M = Y(PIB)
que significa:

Consumo + Investimento + Gastos Governamentais + Exportações - Importações = Produto Interno Bruto
Isso é coisa padrão. Começa aqui:
Os gastos são o núcleo da economia keynesiana - que formam o gasto agregado. Consumo (C) é uma série de decisões individuais de alocação de recursos por toda a sociedade. Investimento (I) é uma série de decisões individuais de alocação de recursos por toda a sociedade. Exportações (X) são uma série de decisões individuais de alocação de recursos por toda a sociedade. O mesmo se aplica às importações.
Já os gastos governamentais representam um tipo diferente de decisão de alocação. "Está vendo essa arma? Está vendo para onde ele está apontada? Passe a carteira!"
O estudante pode ver que o gasto total se baseia em todas as quatro letras da fórmula. C, I, X e M se originam das ações dos proprietários originais dos recursos. Já o G não se origina das ações dos proprietários originais dos recursos. G se origina da ação do seu novo proprietário, após múltiplas transações feitas sob a mira da arma.
G não cria nada. G confisca. G não pode gastar nada que não tenha antes extraído à força dos consumidores ou investidores.
C, I, X e M são baseados na produção. Eles representam forças criativas. G é baseada no confisco. Não é uma força criativa. Tudo o que é gasto por G é feito à custa de C, I, X ou M. Quando G gasta, ele o faz à custa de todos os outros.
Um estudante perspicaz é esperto o bastante para imaginar o que a maioria das pessoas faz quando constantemente ameaçadas por ladrões com armas, mesmo quando os ladrões carregam distintivos. Elas não irão colocar todo o seu dinheiro em suas carteiras. Elas irão esconder parte do seu dinheiro. Elas não irão gastá-lo. Pessoas que carregam distintivos e armas chamam esse ato de entesouramento da moeda. Trata-se de Algo Muito Ruim, eles nos asseguram.
PEGANDO EMPRESTADO DE PEDRO PARA SUBSIDIAR PAULO
É aqui que Keynes vem ao socorro dos governos de todos os lugares. Para evitar que as pessoas entesourem seu dinheiro - mantendo-o assim a salvo da sanha tributária, mas consequentemente levando a uma redução do gasto agregado -, Keynes aconselhou aos governos oferecerem títulos de dívida que paguem juros. Dessa forma, os governos poderiam obter empréstimos, gastar e, com isso, manter o nível do gasto agregado. "Escondam as armas. Ofereçam títulos."
Apenas estudantes muito espertos irão fazer essas duas perguntas óbvias:
De onde o governo irá tirar dinheiro para pagar esse empréstimo e seus juros?
De onde as pessoas irão tirar dinheiro para emprestar ao governo?
As respostas dos políticos para a primeira pergunta é fácil: (1) nós iremos contratar mais homens com distintivos e armas; (2) nós iremos oferecer mais títulos de dívida. Porém, essas não são respostas elucidativas; são apenas embromação, pois a pergunta continua sem resposta.
Então Keynes acrescentou isso: "Imprimam mais dinheiro". Ele especificamente ensinou que os salários reais iriam cair junto com o poder de compra em tempos de inflação de preços. Membros dos sindicatos iriam aceitar esses menores salários reais, Keynes ensinou. Isso iria levar a um maior emprego: salários menores significam mais demanda por mão-de-obra. Ele implicitamente supôs que os sindicalistas eram tolos, assim como os economistas que eles contratariam para fazer negociações.
E quanto à segunda pergunta? De onde os emprestadores tirarão dinheiro para emprestar para o governo? A resposta de Keynes fazia aparente sentido naquela época, quando as pessoas guardavam ouro (nos EUA) ou moeda corrente (em todo o resto do mundo) em casa. Porém, após 1934 nos EUA, quando Seguro Federal para Depósitos Bancários foi criado (seguro esse que hoje existe em todo o mundo), o argumento de Keynes perdeu o sentido. As pessoas passaram a depositar seu dinheiro nos bancos. Os bancos então passaram a emprestar esse dinheiro. Dali em diante, o governo poderia emitir vários títulos e incorrer em grandes déficits orçamentários, que os bancos iriam utilizar o dinheiro de seus correntistas para comprar esses títulos do governo. O problema é que os empreendedores agora não teriam mais a mesma facilidade de antes para conseguir empréstimos junto a esses bancos, que passaram a canalizar o dinheiro para os títulos do governo.
Keynes imaginou que, sob esse arranjo, o gasto agregado não iria se alterar. É aí que sua teoria desmorona.
Mesmo no primeiro caso - entesouramento da moeda -, o argumento já não fazia sentido em 1933. Quando a moeda é entesourada, os preços têm de cair. Quando os preços caem em consequência do entesouramento - que representa um aumento da demanda por moeda -, a moeda volta a ser gasta. Os vendedores tornam-se sedutores: "Tenho uma grande promoção para você!" Com isso, as pessoas deixam de entesourar e passam a gastar. Se os preços são livres e flexíveis - e em um livre mercado eles são -, então o governo não precisaria emitir títulos para fazer com que as pessoas voltassem a gastar. Bastaria apenas remover todas as restrições legais que impedem esse rearranjo de preços: tarifas, quotas e políticas de preços mínimos.
Tão logo o estudante entenda isso, o professor poderá ir adiante e passar da lógica para a retórica: persuasão por meio da imagística.
SUBSTITUA IMAGENS POR FÓRMULAS
Eis o verbete da Wikipédia para gastos do governo.
Gastos governamentais ou despesas governamentais consistem em compras do governo, as quais podem ser financiadas por senhoriagem [inflação], impostos ou empréstimos contraídos pelo governo. Os gastos governamentais são considerados um dos principais componentes do produto interno bruto.

John Maynard Keynes foi um dos primeiros economistas a defender déficits governamentais como parte de uma política fiscal para curar uma contração econômica. Na economia keynesiana, acredita-se que um maior gasto governamental eleva a demanda agregada e aumenta o consumo.
Aqui, eu sugiro o seguinte. Faça a pergunta novamente: "Como o governo irá fazer para pegar o dinheiro da carteira ou da conta bancária dos emprestadores sem que isso reduza os gastos deles?"
Continue mencionando 'carteira'. As pessoas conhecem e entendem de carteiras. Elas não entendem muito é de fórmulas. Continue mencionando 'impressoras'. Elas sabem o que é falsificação.
O estudante deverá sempre ter a imagem mental de uma arma, de uma carteira, de um título de dívida e de uma impressora. Uma fórmula não transmite conhecimento eficazmente. Uma imagem mental, sim. As pessoas esquecem fórmulas mais rapidamente do que esquecem imagens mentais.
O núcleo da economia keynesiana é este: atribuir uma produtividade econômica autônoma à agência em posse da arma. De alguma forma, o governo pode elevar o gasto agregado da economia (1) sem estar produzindo nada de novo e (2) sem que isso reduza os gastos em outros lugares da economia. Keynes nunca explicou como isso seria possível. Nem seus discípulos.
Eis o núcleo do erro keynesiano: "G pode aumentar sem subtrair de C, I, X e M". É fácil mostrar isso pela fórmula. Mas ainda é apenas uma fórmula. Tente transformar a fórmula em uma imagem mental.
Diga ao estudante, "Quando você vir G, pense numa arma" [em inglês é mais fácil: G = Gun]. Essa imagem mental destroi a autoridade da fórmula.
E o estudante vai retrucar: "Toda a economia keynesiana não pode ser resumida apenas nisso". Mas pode. Com efeito, toda a economia keynesiana é apenas isso. E ele prossegue: "Alguém teria apontado isso ainda em 1936 se isso fosse tudo o que há nela." Poucos, além de Mises e Hayek, fizeram isso. E esses poucos passaram a ser ignorados após 1948, o ano em que Paul Samuelson publicou seu livro texto de economia.
Como assim? Por que toda essa platitude foi aceita? Por causa daquilo que George Orwell observou em 1946, o mesmo ano em que Keynes morreu. "Enxergar o que está na frente do nariz exige um esforço constante".
Seja a criança na parada que grita: "O imperador está nu!" Comece com a explicação mais simples - a visual - sobre o núcleo do colossal erro de Keynes. Não deixe passar batido.
Comece com a arma, a carteira, o título da dívida e a impressora. A fórmula do PIB é simplesmente uma fachada para agradar economistas.
A quem interessar possa, estou desenvolvendo um projeto de análise crítica da teoria keynesiana sob a perspectiva da escola austríaca. Para mais informações, venha aqui.

Gary North , ex-membro adjunto do Mises Institute, é autor de vários livros sobre economia, ética e história. Visite seu website.

Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil com o título: Quatro imagens mentais para imunizar pessoas sensatas contra o keynesianismo
Tradução: Leandro Augusto Gomes Roque

Exijo ser tratado como bandido, por Gilberto de Oliveira Kloeckner*

ZERO HORA
06 de agosto de 2010 | N° 16419 ARTIGOS


"Sábado passado (à noite) foi a gota d´água que motivou o artigo. Minha casa foi invadida por 4 bandidos bem armados que fizeram meu filho de refém, levando boa parte de eletrodomésticos e automóvel. Ainda bem que foram só bens materiais que eles levaram." 

Assim nos conta o professor Gilberto  por e-mail



Nos últimos meses, a minha família tem se dedicado a cumprir a profecia do Paulo Sant’Ana: aquela de que você ainda será assaltado. Entre um boletim de ocorrência e outro, corridas a bancos para cancelar os cartões de crédito, esperas em antessalas de delegacias e seguradoras, tenho tido algumas ideias como, por exemplo, distribuir senhas para os meus assaltantes ou instalar uma porta giratória lá em casa para facilitar a entrada e saída dos meliantes. Talvez estes procedimentos tragam um pouco de ordem e conseguirei algum progresso para sair deste caos. Ordem e progresso... já li isso em algum lugar? Bem, mas não vem ao caso. Vamos ao que interessa.

O que eu realmente quero é ser tratado como bandido neste país. Exijo os mesmos direitos constitucionais. Não deixo por menos. Quero isonomia de tratamento. Explico. Primeiramente, quero ter o direito de ir e vir livremente, a qualquer hora do dia ou da noite, caminhar pelas ruas e parques, sem preocupações, e não viver mais com medo, atrás de grades e barras de ferro. Igualzinho aos bandidos.

Exijo, também, ter o direito de defender a minha família e o meu patrimônio com armas apropriadas. Atualmente a legislação só permite que eu utilize em minha defesa uma faca de pão (com lâmina inferior a 10 centímetros) e um cabo de vassoura. Usados com muita moderação. Ai de mim se eu machucar o meliante! Aí sim eu vou sentir na pele o que é o rigor da lei brasileira. Quero ter uma arma de verdade, adquirida livremente no comércio local, sem necessidade de porte, exame de tiro, psicotécnico e pagamento de taxas. Quero também poder usá-la e não precisar estar ferido pelo arrombador, dentro da minha própria residência, para começar a defesa da minha vida. Enfim, tudo aquilo que não se aplica aos bandidos não deve ser aplicado a mim.

Tem mais. Não quero mais pagar imposto sobre o produto do meu trabalho (aquilo que os meus ex-alunos, hoje na Receita Federal, teimam em chamar de “renda”). Bandido não é tributado, não paga imposto sindical nem conselho regional. Exijo o mesmo tratamento fiscal. E, se por acaso eu ficar impedido de trabalhar, gostaria que meus filhos e esposa recebessem uma pensão do Estado, todo o santo mês, igualzinho aos filhos e esposas dos bandidos. Afinal, minha família também merece um tratamento assim, justo e diferenciado. E digo mais: cairia muito bem um acompanhamento de alguma ONG de direitos humanos para fiscalizar o processo e cuidar do nosso bem-estar.

E, se um dia eu vier a dar entrada no Pronto Socorro com algum ferimento grave, gostaria de ter a mesma prioridade no atendimento que os criminosos. Afinal, eu ainda pago imposto (o que eu espero seja extinto em breve) e faço, como professor, a minha contribuição para o desenvolvimento desta florescente economia. Mas, se algum dia, por um infortúnio eu vier a cometer algum ato ilícito e for preso, espero ter um apoio jurídico gratuito imediato e que a área judiciária tenha a mesma consideração comigo, liberando-me rapidamente. Afinal, eu tenho coisas mais importantes a fazer na vida como esta, a de buscar igualdade de tratamento perante a lei com os meus compatriotas contraventores. Afinal, é meu direito constitucional.

* PROFESSOR DA UFRGS

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".