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Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Vereador em São Paulo: Cel PAES de LIRA - 25045

 

PAES

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Justiça Eleitoral da Bahia decide atuar como Departamento de Censura da candidatura de ACM Neto


 

REINALDO AZEVEDO

02/10/2012 às 16:54

Leiam este absurdo. Volto em seguida:

Na Folha Online:
A Justiça Eleitoral da Bahia proibiu os candidatos a vereador da coligação de ACM Neto (DEM), candidato à Prefeitura de Salvador, de fazer referências ao mensalão e ao ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, em seus programas no rádio e na TV. A decisão atendeu pedido da campanha de Nelson Pelegrino (PT), que está em empate técnico com ACM Neto segundo pesquisa Ibope da última quinta-feira (27). O petista tem 34% das intenções de voto, contra 31% do democrata.

A coligação do petista ainda conseguiu um direito de resposta de seis minutos, que deverá ser cumprido no próximo programa eleitoral dos vereadores da coligação de ACM Neto. “Tenho 22 anos no parlamento, fui secretário da Justiça da Bahia e sou ficha limpa. Liderei o PT na Câmara no início do governo Lula e jamais o meu nome foi citado, nem relacionado a qualquer irregularidade, ou mensalão. Por isso o processei quando, levianamente, ele fez essa ilação”, disse Pelegrino.O departamento jurídico do DEM disse que vai recorrer.

Voltei
É inaceitável que a Justiça Eleitoral seja o último reduto da censura no Brasil. E, se querem saber, ela é ainda mais perversa do que aquela outra, do Regime Militar, porque exercida em nome da… democracia!

Há dias, e confesso que não acompanhei o desdobramento, essa Justiça determinou direito de resposta à campanha de Fernando Haddad (PT) em São Paulo, contra a coligação liderada por José Serra (PSDB), porque considerou que não era verdade que a Prefeitura tivesse disponíveis em caixa apenas R$ 16 mil quando Serra assumiu o cargo em 2005. Era! Esse era o total de dinheiro no qual se podia mexer. Os R$ 200 e tantos milhões alegados pelo PT eram dinheiro imobilizado, carimbado, com destinação certa. Não era caixa propriamente. A Prefeitura estava quebrada. Ponto!

De todo modo, ainda que impreciso fosse, o PT dispõe de seu horário para dar a sua versão dos fatos. Pergunto: a Justiça Eleitoral se ocupou de censurar, por acaso, todas as mentiras que foram ditas sobre a gestão Kassab? Cabe a ela decidir o que um candidato pode ou não falar na sua propaganda? Exceção feita aos casos de calúnia, injúria e difamação, qualquer outra interferência é absurda.

Notem bem: eu sou contra a existência do horário eleitoral gratuito — que, de resto, gratuito não é; nós pagamos por ele, já que as emissoras têm direito à renúncia fiscal. Havendo o horário, no entanto, juiz eleitoral não tem de se meter no que é dito, exceção feita nos casos de eventuais crimes contra a honra.

Agora o caso baiano
Então o senhor Nelson Pelegrino não quer seu nome ligado ao mensalão? Deveria sair do PT, ora essa! Que eu saiba, a campanha de ACM Neto (DEM) não o acusou de ter recebido dinheiro no Banco Rural. O que fez foi ligar seu nome ao partido que protagonizou o escândalo. Isso é falso?

Quando o senhor Rui Falcão, presidente do partido de Pelegrino, emite uma nota oficial, EM NOME DE TODA A LEGENDA, para negar a existência daqueles crimes e para atacar o STF, está ou não se comprometendo com aqueles fatos e com o julgamento em curso? Falcão, no que concerne à legenda, é ou não presidente de Nelson Pelegrino também?

Mais: o PT, inclusive o baiano, usou ou não o mensalão do Distrito Federal contra a oposição, especialmente contra o DEM, em 2010? Ora, por tudo o que se sabe do caso, tratava-se um esquema local, que era, inclusive, suprapartidário. Mas o Democratas pagou o preço político. E não que eu esteja comparando os dois escândalos. O mensalão do DF era pistolagem regional, coisa de bandidos com abrangência limitada. O mensalão do PT era federal e tinha como objetivo tornar irrelevante um dos Poderes da República.

O que a Justiça Eleitoral da Bahia está a fazer tem nome: CENSURA! E beneficia um partido: O PT!

Por Reinaldo Azevedo

MENSALÃO: Os brasileiros de bem e a imprensa livre estão com a alma lavada. O Supremo, com maioria de ministros designados por governos petistas, acaba com a farsa e mostra que, SIM, houve compra de votos para apoiar Lula

 

RICARDO SETTI

28/09/2012 às 14:03 \ Política & Cia

 

Metáfora: um arco-íris envolve o edifício do Supremo Tribunal, em Brasília, na foto feliz de Carlos Humberto (Foto: STF)

Amigas e amigos do blog, acabou a festa.

Acabou a palhaçada.

Acabou a farsa.

O Supremo Tribunal Federal ontem viveu um dia histórico quando, pelo voto de ministros ou por apartes e comentários a votos de colegas, e ainda sem que todos os ministros hajam terminado seus votos, deixou claro, por maioria de 6 dos 11 ministros, que, SIM, existiu o mensalão, que o mensalão foi alimentado por dinheiro público e, principalmente, que se tratava de um ESQUEMA DE COMPRA DE VOTOS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.

Na sessão de ontem, coube ao ministro Luiz Fux, um dos dois integrantes do Supremo indicados pela presidente Dilma, reiterar pelo menos dez vezes, com todas as letras, que foi disso que se tratou.

As pessoas de bem “deztepaiz” estão de alma lavada por verem ser revelado à plena luz do dia — e, felizmente, se esboroar de vez — um esquema corrupto e totalitário cujo intento sinistro era fazer o Executivo, por meios escusos, ilegais e sórdidos, ser dono do Legislativo, acabando com o equilíbrio entre os poderes e instituindo uma espécie de “bolivarianismo” enviezado no Brasil.

A imprensa livre, objeto de insultos, ofensas, injúrias, mentiras — como a de ser supostamente “golpista” – e todo tipo de lama arremessada por adeptos do lulo-petismo, até por setores minoritários da própria mídia, aí incluídos os que publicam opinião em troca de soldo, está de alma lavada — por ter, desde o começo, baseada em fatos concretíssimos, apontado que o mensalão era exatamente isso que o Supremo acaba de deixar claro que era.

Colunistas livres e sem amarras com o poder ou com quem quer que seja, como tenho o orgulho de me considerar, estão de alma lavada, depois de serem criticados, insultados, enxovalhados e xingados por fanáticos ou malandros, inconformados com o primado da lei e com a reafirmação da independência e da correção de instituições como o Ministério Público e a mais importante corte de Justiça.

Ministro Luiz Fux: em pelo menos dez passagens de suas intervenções de ontem, a inequívoca constatação de que o mensalão foi um esquema de compra de apoio parlamentar (Foto: José Cruz / Agência Brasil)

A decisão, cujo pleno desfecho ainda está por ocorrer, espalhará seus efeitos benéficos, reavivando a crença, até agora enormemente fragilizada, dos brasileiros nos mecanismos criados pela Constituição.

Aquele que seria o grande beneficiário da bandalheira toda — o “deus” de Marta Suplicy e do lulalato –, aquele que prometera destruir a “farsa” do mensalão, e que enfiou a viola no saco, agora esbraveja, reclamando que a suposta “compra de votos” durante o governo FHC não foi investigada.

Cala, descaradamente, sobre a condenação frontal e inequívoca que seu pessoal — os companheiros de sempre, e os companheiros que passaram a sê-lo mediante gorda e suja mesada — recebe da mais alta corte de Justiça.

Ignora, descaradamente, a Constituição, ao reclamar do procurador-geral da República durante a maior parte do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Brindeiro, chamando-o de ”procurador-geral da República no tempo deles” e classificando-o de “engavetador” — com isso ofendendo gravemente a todo o Ministério Público, por considerar, implicitamente, que o governo FHC “mandava” no MP, instituição independente.

É a gritaria do desespero, é a gritaria dos sem-razão, é a gritaria de quem pediu desculpas ao país sem nunca explicar os motivos, é a gritaria espalhafatosa de quem se disse “traído” sem jamais identificar os traidores.

Lula esbravejando em ato em favor de Fernando Haddad em São Paulo: é a gritaria do desespero (Foto: J. F. Diorio / AE)

Lula esbravejando em ato em favor de Fernando Haddad em São Paulo: é a gritaria do desespero (Foto: J. F. Diorio / AE)

O comportamento de Lula indica o que já está ocorrendo, e já está sendo captado pelos governos estrangeiros e pela imprensa internacional: seu inexorável e inevitável declínio.

MAS ATENÇÃO: há ainda muito a fazer, tanto no julgamento do mensalão quanto na recuperação moral da vida pública do país.

Não acho que o Brasil já tenha sido “passado a limpo”, nem nada parecido.

Mas celebro o fim de uma farsa — a farsa segundo a qual o mensalão era uma farsa.

Já está definitivamente inscrito na História: houve um esquema para COMPRAR, com DINHEIRO PÚBLICO, apoio para o governo Lula dominar completamente o Congresso.

PLC 122: Medo das eleições faz PT adiar escolha do relator

 

JULIO SEVERO

2 de outubro de 2012

PT dá preferência para evangélico progressista

Julio Severo

O novo relator do PLC 122 já estava quase certo como sendo o senador Magno Malta, que logo que Marta Suplicy saiu não perdeu tempo em pedir a relatoria.

Contudo, o PT não quer arriscar a perda de um projeto homossexualista que surgiu de suas próprias entranhas.

Paulo Paim, senador petista e presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, disse que só depois que as eleições passarem ele irá escolher o novo relator do projeto de lei que pune a oposição à homossexualidade. Nem ele nem o PT querem correr risco algum com a reação dos eleitores, cujos sentimentos foram comprovados por um instituto de pesquisa ligado ao PT que apurou que 99 por cento dos brasileiros são “homofóbicos”, isto é, não concordam com as práticas homossexuais.

O senador Paim está propenso a entregar a relatoria do PLC 122 ao líder do PT no Senado, Walter Pinheiro (BA), que é ligado à ala progressista da Igreja Batista.

Evangélicos progressistas: a nova arma do PT para avançar o PLC 122

Quando o assunto é criminalizar opiniões contrárias ao homossexualismo, Paim sabe exatamente o que está fazendo. Ele é autor do PLS 309/2004, cuja proposta de criminalização das opiniões contrárias ao homossexualismo é muito semelhante ao PLC 122.

Com o PLC 122 nas mãos de um evangélico progressista diretamente ligado ao PT, dificilmente o PT e os supremacistas gays vão ficar desapontados com as decisões e trabalhos de Pinheiro. Além disso, Paim espera que o rótulo de evangélico de seu potencial novo relator acalme os evangélicos que estão de prontidão para fazer oposição ao projeto petista de ameaça cristã.

Os cristãos não têm dificuldade de ver que o PLC 122 ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, mas os evangélicos progressistas tratam essa ameaça como mero delírio. Um conhecido tabloide evangélico progressista declarou sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda em geral e o PT em particular — sem mencionar os supremacistas gays — tratam a mobilização cristã contra o PLC 122 como escarcéu. Por que os evangélicos progressistas tratariam de modo diferente?

Os evangélicos progressistas darão louvores e glórias ao PT pela escolha de Walter Pinheiro.

Entretanto, mesmo que o projeto que castiga críticos do homossexualismo não estivesse sob o controle de petistas e evangélicos progressistas, Paim fez uma revelação importante: ele disse que o novo Código Civil impõe punições à “homofobia” — isto é, quem fizer ou dizer qualquer coisa negativa a um homem que pratica perversão homossexual vai ser tratado, em termos de sentença de cadeia, como se tivesse assassinado uma pessoa inocente ou estuprado uma criança.

Portanto, com ou sem PLC 122, o PT quer garantir que os cristãos não progressistas do Brasil sejam punidos.

Com informações do site homossexual A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

PLC 122: Sai Marta Suplicy, entra Magno Malta

Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

PLC 122: Senado faz público de palhaço

Blogagem profética, testemunho de Julio Severo na sua luta contra o PLC 122

Medo de perder eleições leva PT a evitar debate sobre aborto

Pastor batista progressista afirma que casaria gays

Pastor gay elogia Genizah

Calvinistas conservadores silenciam enquanto calvinistas progressistas fazem a farra

Um dos maiores evangélicos progressistas do Brasil é pego enganando e tentando se passar por conservador

Sensacionalismo gospel vermelho: tabloide progressista canoniza protestantes que sofreram consequências por sua colaboração com o comunismo no Brasil

De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia: como um evangélico progressista ajudou nessa “conversão”

Pastor assembleiano mantém seu nome em tabloide evangélico progressista custe o que custar

Evangélicos progressistas, evangelicais ou encaPeTados?

Evangélicos progressistas que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

O voto conservador

 

Published on Oct 2, 2012 by nivaldocordeiro

A vinda de Dilma Rousseff a São Paulo, para servir de cabo eleitoral a Fernando Haddad, é gesto inócuo, incapaz de agregar votos ao candidato do PT. Sua vinda serve unicamente para que se lhe credite a derrota inexorável do candidato. O voto conservador é majoritário em São Paulo e escolheu Celso Russomanno como seu representante. Uma lição para os que comandam a propaganda política dos partidos.

Três vídeos: um com Silas Malafaia e dois que Fernando Haddad queria apresentar às crianças nas escolas

 


REINALDO AZEVEDO

02/10/2012 às 6:51

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, gravou um vídeo em apoio à candidatura do tucano José Serra à Prefeitura de São Paulo. Setores da imprensa “isentamente pró-Haddad” — vocês conhecem o tipo — estão tentando dar ao vídeo um conteúdo que ele não tem: de demonização dos gays. É mentira! O vídeo segue abaixo. O que diz Malafaia?

1) Religiosos, como filósofos, professores, operários etc. têm o direito e até o dever de declarar seu voto;
2) apoios são dados por indivíduos, não por instituições;
3) ele repudia, sim, o kit gay preparado pela gestão Haddad para ser ministrado nas escolas. Aliás, qualquer pessoa de bom senso repudiaria. Até Dilma os proibiu;
4) Malafaia defendeu um kit contra a intolerância, contra qualquer intolerância: gays, negros, altos, baixos, gordos, magros,  narigudos, de nariz arrebitado…;
5) irresponsável é tentar doutrinar, como a gestão Haddad tentou fazer.

Segundo o pastor, é quase certo que o adversário de Russomanno num eventual segundo turno seja eleito, especialmente depois que ficou evidenciada a ligação do candidato com a Igreja Universal. E ele declara que votará em Serra, um candidato de passado limpo, porque repudia os métodos de Haddad. Que mal intrínseco há nisso? 

Seu pronunciamento é, na verdade, impecável. Deixa claro que cada um tem o direito de votar em quem quiser. Ele se limita a dizer o que vai fazer e por quê. Segue o vídeo. Volto depois.

 

Voltei
Muito bem! Os setores militantes da imprensa referem-se a “kit gay”, sempre entre aspas, para deixar claro que não endossam a denominação, como se, afinal, aquilo não fosse aquilo. Ora… Pergunta-se: o kit gay de Haddad educava ou fazia a apologia de determinadas práticas sexuais? Então vamos ver. Escrevi a respeito no dia 25 de maio de 2011. Haddad era só ministro da Educação. Dava-se como praticamente certo que a candidata do PT à Prefeitura seria Marta Suplicy. Relembrem um dos filmes do kit. Comento em seguida.

 

Comento
Muito bem! Como viram, a personagem Leonardo é um garoto heterossexual que muda de cidade. Sofre porque deixa para trás A NAMORADA, Carla. Na nova escola, conhece Mateus. Ficam amigos e acabam alvos da chacota dos colegas. O outro revela ser  gay. Numa festa, Leonardo conhece Rafael, primo de Mateus. E, vejam só, o hétero Leonardo, o ex-namorado de Carla, se apaixona e sente atração sexual pelo rapaz. Fica confuso. “Será que ele era gay?”. Mal conseguia prestar atenção à aula de matemática… Mas, diz o filme, na “aula de probabilidade”, ele aprendeu que não precisava escolher. Poderia ficar com meninas e meninos.

Huuummm…

E aí se dá a maravilha matemática. Segundo o filme, “foi copiando a lição de probabilidade, que Leonardo teve um estalo: por que precisaria decidir ficar só com garotas ou só com garotos se ele se interessava pelos dois? E ele não era de ficar com qualquer um. Mas, quando ele gostava, não importava se era garoto ou garota. E, gostando dos dois, a probabilidade de encontrar alguém por quem sentisse atração era quase 50% maior. Tinha duas vezes mais chance de encontrar alguém (…)!”

Fraude também matemática
Bem, vocês entenderam o, digamos assim, sentido moral do filme. A mensagem é a seguinte: qualquer um que assiste ao filme, qualquer daqueles estudantes presentes, pode, a exemplo de Leonardo, ser gay e não saber — ou, no caso, bissexual. Implicitamente, incita-se a experimentação. Se não tentar, como sabê-lo, não é mesmo? A tese é, obviamente furada, basta vocês procurarem qualquer pessoa que estude o assunto a sério.

Agora a matemática. Não! Se Leonardo, antes, colhia os seus namoros em apenas 50% do público namorável — as meninas — e poderia, descoberta a sua bissexualidade, fazer a coleta também nos outros 50%, então a probabilidade de encontrar alguém por quem sentisse atração “era 100% maior”, não 50%. Erro de matemática. Bando de ignorantes! O professor que ensinou probabilidade para o Leonardo deveria ser um craque em homoafetividade, mas um estúpido na sua disciplina.

Há outro erro, este de matemática e de língua. Se eu tenho uma laranja e você tem duas laranjas, você não tem “duas vezes mais laranja do que eu”, mas apenas uma. Quando a chance de alguém dobra, ela aumentou uma vez, não duas. Por que setores da imprensa ficaram cegos para essa questão? Em primeiro lugar, por ignorância. Boa parte dos jornalistas jovens aprendeu “cidadania” na escola, não matemática. De resto, que importância tem essa disciplina quando é preciso provar que todo mundo, no fundo, bem lá no fundo, é gay e não sabe? Assinam essa porcaria as entidades estrangeiras Pathfinder (EUA) e Gale (Holanda) e as ONGs Reprolatina, Comunicação em Sexualidade e ABGLT. Não foi um material preparado por educadores. Não acreditam em mim? O filme segue abaixo.

Travesti em banheiro feminino???
Num outro filme, a gestão Haddad queria defender nas escolas que as “transgêneras” — salvo engano, são os travestis — passassem a usar o banheiro feminino. Pergunta-se às mulheres: “Vocês concordam?” Pergunta-se aos homens: “É o que vocês querem para suas filhas, mulheres, namoradas, mães?”. Eis o vídeo.

 

Concluo
Dilma vetou os filmes. Ela foi nesta segunda a São Paulo pedir votos para Haddad e participar de um evento da revista petista “Carta Capital”, fartamente financiada por estatais — sem o dinheiro destas, não existiria. A agenda do PT e a da publicação, como se vê, estão casadas. Para todos os efeitos, a presidente se deslocou de Brasília para a capital paulista para “cumprir sua agenda”. Assim, o dinheiro público que financia a sua ida ao comício acabou escamoteado.

É assim que tentam construir uma República como nunca antes na históriadestepaiz… 

Texto publicado originalmente às 23h02 desta segunda

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Criação de Gênero Neutro: papel sexual e social sendo ameaçado

 

GNOTÍCIAS

Por Marisa Lobo em 19 de setembro de 2012



Criação de Gênero Neutro: papel sexual e social sendo ameaçado

Peço humildemente a todos que lerem este texto, que o republiquem em seus sites, blogs e redes sociais como forma de alerta e conhecimento do que está por vir, ou melhor, do que já está acontecendo em nossa nação, para que mais pessoas preocupem-se e resolvam sair da zona de conforto para uma ação definitiva de apoio à família tradicional Brasileira.

Como psicóloga profissional de saúde mental estou muito preocupada com o rumo que a nação vem tomando nos últimos anos, com relação à sexualidade da família, modelos, papéis sociais e sexuais, e com a forma como a mídia tem divulgado ações contra a família e pouco sobre a favor da mesma. Estou muito apavorada com o quanto pessoas estão sendo engolidas por ideologias mentirosas, maquiavelicamente engendradas, para desconstruir a família brasileira. Essas ideologias tem conseguido seu intento por falta de conhecimento, de entendimento, e por omissão do nosso povo, que é uma maioria calada e/ou uma maioria que sofre, mas, por medo, por não saber o que fazer e como lutar, se esconde em sua omissão, sem perceber acaba sendo conivente com esse golpe fatal contra a Família Biológica, Natural e Tradicional.

A observação faz parte de minha vida, até mesmo pela minha profissão, e posso dar um diagnóstico ao que observo: a família biológica, logo natural, tradicional, está sendo severamente ameaçada, por movimentos militantes do homossexualismo (partidário) com o apoio de uma psicologia (partidária) da sociologia (partidária) entre outras profissões que se mostram em sua militância (por gênero, política e ateísmo) uma faceta altamente antiética que tem não só envergonhado nossa nação, mas sendo péssima influência social e internacional, sem ideologia objetiva alguma. Apenas egoisticamente lutam por prazeres.

Mas falo aqui da minha profissão, que acho a pior de todas, que tem em sua diretriz claramente, e cobra dos profissionais com rigor, a não “indução” de conceitos. Hoje, age como uma “tirana” que tem como objetivo principal a “desconstrução da família”, “desconstrução de Deus”, “desconstrução da sexualidade humana”, apenas com um propósito: construir um império do desejo sem leis, regras, moral ou princípios, tentando criar uma nação sem identidade, somente para defender um gênero sexual, apenas a homossexualidade.

Esses movimentos surgem respaldados não pela psicologia puramente, aquela saudosa, que no seu início se preocupava sim com o sofrimento psíquico e bem estar de todos em igualdade, com a família como medida protetiva da saúde mental do sujeito, aquela psicologia, que nos ensinava a importância do modelo, pai, mãe, papel sexual, etc.

Hoje venho lamentar a perda da ideologia da psicologia. Hoje, esta se preocupa mais com a política partidária do contra, e está contaminada por militantes que nos últimos anos detém o poder, e que militam usando as minorias com a desculpa de construir uma sociedade justa com direitos igualitários, defendendo os aflitos, menores abandonados, os que sofrem etc. , quando apenas usam essas bandeiras sociais para na verdade, subir a escada para se chegar ao império de direito indiscriminado sexual, pois esse, segundo ele é o verdadeiro DEUS da humanidade , e é claro que quem reinará neste império SEXUAL, são os atuais césares (poderosos imperadores romanos de antes e depois de Cristo) que se julgam os mais sábios e os mais inteligentes. Entre os antigos césares, cerca de 90% eram homossexuais.

A hipocrisia e a mentira operam nessas causas, porque sabemos nós que eles somente usam os homossexuais, as prostitutas, as crianças sem famílias, como bandeira ideológica para conseguirem instituir seu império, se acham mais inteligentes que toda a nação, e quem ousa a reclamar, a não aceitar é imediatamente taxado de fanático, preconceituoso, politicamente incorreto, persona não grata. Logo se unirão em força de mídia, em todas as redes sociais e tentarão destruir a imagem dessa pessoa exatamente como fazem comigo, ou com o pastor Silas Malafaia, deputado João Campos, senador Magno Malta, e o pastor e deputado Marco Feliciano, ou ainda como fazem com muitos pastores , padres e profissionais que apenas se opõem, não concordam. Tentam nos desestabilizar pelo psicológico e pela imagem para nos ridicularizar perante a opinião pública, nos deixando assim desacreditados, e eles como vitimas e heróis e a sociedade… Bem esta gosta de heróis e fama.

Peço à nação brasileira independentemente da religião, da igreja, de sua posição política, e principalmente, a quem acredita em DEUS, que esteja alerta a esses movimentos, que não tenham medo de ser contrários, de questionar e não aceitar, pois estamos em um pais livre, de direitos à liberdade de expressão. Não aceitem de forma alguma essa mentira de que não podemos nos manifestar sobre o pretexto de nos fazerem homofóbicos e ou preconceituosos, pois é assim que se destrói os ideais de uma nação: colocando sobre ela um julgo, que ela não podendo carregar, se encolhe com o peso, a vergonha o medo. Assim nos impedem de falar e de agir, e os que agem assim, aceitam o peso, caminham com lentidão, enquanto esses militantes “livres” sem o peso que jogaram nas costas da sociedade, caminham a passos largos para destruir nossas famílias.

Família, senhoras e senhores, não é um ajuntamento de pessoas sem identidade, sem papel social, e/ou sexual. A definição de papeis faz parte da construção familiar e é importante não apenas para a proteção social, mas para a proteção da saúde mental do cidadão e da infância.

Estão roubando a infância de nossas crianças, querendo transformar nossos filhos em seres assexuados, apenas para colocar seu gênero sexual como parte do império e em conflito psicológico. Uma nação sem referência fica nas mãos de qualquer “Nero” (césar romano enlouquecido que incendiou Roma).

Já está em todas as redes sociais e se fortalecendo no mundo um movimento chamado “Gender Neutral Parenting” (criação de gênero neutro). É um movimento contrário aos padrões de gênero sexual, e que ganha espaço no mundo todo.  Com o slogan “Fuga dos padrões de gênero ‘convencionais’”, esse movimento pode formar uma nova sociedade no futuro.

A proposta é não mais fazer distinção entre meninos e meninas (sexo biológico), enxergando apenas uma criança que seria “de gênero neutro”. Ou seja independente do sexo biológico de seu filho, ele será criado sem referência que favoreça e que incentive seu sexo biológico,  incutindo assim na cabeça dessa família e dessa criança, que a criança deva ser criada de forma “assexuada”, pois isso a supostamente a tornaria mais inteligente e mais saudável. Seu sexo e o papel masculino e feminino está sendo descartado, e sendo assim, um menino pode usar roupas de meninas, e vice e versa, pois são uma coisa só, iguais. Ou seja: a criança pode fazer sexo com menino, com menina, casar a três, não importa. Essa seria a noção de família.

A ideia de que o ser social é influenciado pela sociedade é, em partes, uma grande verdade. A certeza de que o modelo familiar que constrói o sujeito é uma grande verdade. Sendo assim, querem enfiar goela abaixo na população mundial, através de alienação, indução, sugestão psicológica e inscrição cerebral este novo jeito de ser, que é o sonho daqueles que não acreditam em DEUS, e que fazem do sexo o grande DEUS do mundo.

Psicologicamente posso declarar que não podemos aceitar, pois o modelo familiar é necessário para segurança, para a construção da personalidade, dos afetos, autoestima, e a definição do papel social e sexual é a forma mais segura de garantir a saúde mental desse sujeito.

Especialistas sérios em todo mundo e mesmo psicólogos, médicos, psiquiatras e pediatras estão apavorados e criticando severamente essa tendência que está ganhando força, pois não somente fere a família tradicional, mas cria conflitos de geração de identidade muito maiores.   A falta de modelos definidos causa uma grande confusão e conflitos psicológicos nas crianças e vai ter efeitos maléficos mais tarde, inclusive em sua sexualidade, que é o principal objetivo desse movimento.

O que me constrange é que sabemos todos nós profissionais que estudamos saúde mental, que a elaboração do conflito de Édipo (Freud) de forma positiva com seu sexo oposto depende exatamente dessa definição de papéis. Como pode, profissionais aceitarem tal aberração, e de forma tão radical, sabendo que tal movimento é um engano, fere a própria ciência e o estado mental saudável de um ser humano? Não estamos falando aqui de cores, igualdade de direitos civis, e coisas comuns que tanto homens quanto mulheres podem fazer, e sim de uma maldade cometida por grupos que aproveitando do conhecimento de como o modelo, papel social e sexual, sendo importante na formação da masculinidade e feminilidade, por exemplo, pode ser útil para sua causa se forem “desconstruídos”. De forma perversa, esse modelo afronta a sociedade tradicional, pelo mais maléfico dos sentimentos, a “inveja” (Freud explica – e o diabo também).

Para a psicopedagoga Irene Maluf, mesmo de modo inconsciente, as crianças tendem a formular suas distinções de gênero observando o pai e a mãe: “É quase impossível, portanto, que uma criança seja criada completamente assexuada. Diferenciar gêneros é uma das bases do desenvolvimento”, afirma.

O psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade, de Gênero e Orientação Sexual do Hospital das Clínicas, em São Paulo, defende que dar opções à criança é válido, mas o exagero não é saudável. Forçar 100% uma situação de gênero neutro é irreal: “Isso pode causar o efeito completamente contrário e gerar um adolescente e um adulto muito confuso, que culpa os pais por isso”, ressalta.

Nossa nação está prestes a ser incendiada por loucos que acreditam que a infância deva ser formada sem referência, sem modelo, sem signos e ou símbolos que a definam. Essa posição, esse movimento não é só uma engenharia maquiavélica para transformar a sociedade e nossos filhos em bissexuais por cultura, como uma doentia forma de dominar a nação pelos grupos que se opõem a família tradicional, mas, e principalmente se opor aqueles como nós cristãos que acreditamos em DEUS e na fé como forma transformação social do bem comum.

@marisa_lobo

Provas são 'torrenciais' em relação a Dirceu, diz procurador-geral

 

FOLHA

01/10/2012 - 12h54

VENCESLAU BORLINA FILHO
DO RIO

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou na manhã desta segunda-feira (1º) no Rio que continua convencido da atuação do ex-ministro José Dirceu na operação do caso de corrupção mais conhecido como mensalão.

STF deve encerrar polêmica sobre compra de votos nesta segunda
Condenado, ex-diretor do BB está na Europa

"Continuo absolutamente convencido da participação dele [José Dirceu]. A prova é mais que abundante, a prova é torrencial em relação ao ministro José Dirceu", disse, após ser indagado pela imprensa das versões que serão apresentadas pela defesa do réu.

"A posição da defesa é legítima, mas será difícil convencer os ministros porque as provas são suficientes", completou Gurgel.

O procurador-geral disse ainda acreditar que o STF (Supremo Tribunal Federal) afirmará a existência de formação de quadrilha apontada por ele nos autos do processo e que nesta semana espera ver o início da análise dos ministros sobre os denunciados por corrupção ativa.

Gurgel disse ainda que a condenação dos réus representará um marco contra as práticas políticas denunciadas e que acredita " firmemente" na prisão de diversos envolvidos.

Curso Princípios e Métodos da Auto-educação, com Olavo de Carvalho, online

 

OLAVO DE CARVALHO


Tendo tido excelentes professores, como Stanislavs Ladusãns, s.j., em filosofia, Juan Alfredo César Müller em psicologia, Martin Lings em religiões comparadas, não posso me gabar de ser propriamente um autodidata, embora alguns de meus detratores mais enfezados usem essa palavra, em sentido pejorativo, para aludir ao fato de que a maior parte do meu aprendizado se deu fora de qualquer programa oficial e sem onihil obstat dos semi-analfabetos que os diplomaram.

Qualquer que seja o caso, fui adquirindo, ao longo de méio século de estudos, algumas técnicas, preceitos e truques que aos poucos se organizaram, quase que espontaneamente, numa espécie de arte ou quase ciência. É o homeschooling para adultos – a última saída que resta para os estudantes sérios num país onde 38 por cento dos alunos das universidades não sabem ler nem escrever e ninguém vê nisso nada de escandaloso.

Meio século atrás, a educação brasileira já dava sinais do descalabro em que iria se transformar. Esse fenômeno acabou por me atingir pessoalmente, quando o colégio em que estudava, instituição então muito respeitada, se fundiu com outra escola, uma péssima escola, entrando rapidamente num estado de confusão degradante. Foi isso que me despertou para o fato de que, se quisesse aprender alguma coisa, teria de fazê-lo por meu próprio esforço.

Por uma feliz coincidência, quando isso aconteceu eu já tinha um certo hábito de ler livros sobre educação, no mínimo para poder aferir, mediante comparações, a profundidade da miséria pedagógica em que íamos naufragando. Essas leituras impediram que eu caísse no erro número um do autodidata usual, que é o de mergulhar em leituras desordenadas, na vã esperança de suprir, pela quantidade de informações, a ordenação intelectual faltante (ordenação que, é claro, as universidades brasileiras também jamais lhe fornecem). Por volta dos dezessete anos, eu já havia concebido um plano de estudos ao qual, malgrado inúmeras alterações e acréscimos posteriores, me mantive regularmente fiel até hoje. Esse plano baseava-se nos exemplos de educadores bem sucedidos e em programas de ensino vigentes nas melhores escolas secundárias – e algumas universitárias – desde o começo do século XIX.

A realização do plano caminhou, ao longo dos anos, pari passucom a constituição e organização da minha biblioteca pessoal, concebida desde aquela época segundo um plano bem definido, que hoje se encontra praticamente realizado.

Revendo minha experiência, acreditei que podia condensá-la num conjunto de preceitos e sugestões para uso da multidão de estudantes famintos de conhecimento, que o sistema de ensino brasileiro deixa no total desamparo. Anos atrás, cheguei a sugerir à Fundação Odebrecht, para a qual fazia alguns trabalhos na ocasião, a publicação de um “manual do autodidata”, que seria, para a marginalizada e desprezada comunidade dos estudantes sinceros no nosso país, algo como uma caixa de primeiros socorros intelectuais.

Este curso constitui-se, em parte, de idéias concebidas para aquele manual, que acabou jamais sendo publicado. Acrescento-lhes, é claro, muita coisa que aprendi depois, sobretudo desde a minha mudança para os EUA, país que é o paraíso do comprador de livros. Tenho a certeza de que o pacote de técnicas e sugestões que vou lhes apresentar aqui dará um formidável impulso ao esforço de aprendizado dos que vierem a assistir a estas aulas, constituindo mesmo para alguns – espero – a descoberta de um potencial intelectual muito maior do que jamais imaginaram possuir.

Programa:

Aula 1 – Educação e auto-educação

Aula 2 – Pesquisa bibliográfica e auto-educação

Aula 3 – Leitura, assimilação e meditação

Aula 4 – Conhecimento e autoconsciência

Aula 5 – Plano de estudos e plano de vida

Aula 6 – A sobrevivência do estudante sério num ambiente intelectualmente hostil

Perguntas sobre SEXO para crianças choca pais e alunos

 

Published on Sep 27, 2012 by RaFaeLCaRVaLHoX1

Professora choca alunos de 10 anos com questionário sobre SEXO.

(Veja abaixo a lista com as perguntas)

O QUE É BOQUETE?
COMO SE FAZ SEXO?
COMO UMA CRIANÇA ENGRAVIDA?
O QUE É SEXO ANAL?
COMO SE TRANSA?
O QUE É TRANSEXUAL?
COMO DOIS HOMENS FAZEM SEXO?
COMO SE USA CAMISINHA?
PARA QUE SERVE O SEXO?
QUE GRAÇA TEM O SEXO?
FAZER SEXO DÓI?

SE O HOMEM FIZER SEXO COM OUTRO HOMEM ELE PODE ENGRAVIDAR?
SE A MULHER FIZER SEXO COM OUTRA MULHER ELA PODE ENGRAVIDAR?
É POSSÍVEL MAIS DE DUAS PESSOAS FAZEREM SEXO?

publicado em 26/09/2012

Mães de crianças de 10 anos de uma escola municipal de Contagem, na região metropolitana de BH, ficaram chocadas ao descobrir o conteúdo de um trabalho passado pela professora.

Os alunos da 4ª série do ensino fundamental tiveram de responder perguntas sobre posições sexuais, como sexo grupal e anal, e homossexualismo.

Questionário sobre sexo choca alunos de dez anos

Professora choca alunos de 10 anos com questionário sobre posições sexuais.

 

A solidão que o feminismo causa. Ou O feminismo enganou e continua a enganar as mulheres.

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR BLOG O MARXISMO CULTURAL | 01 OUTUBRO 2012
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

Pois bem; ela agora está pronta, mas o corpo dela  já não está.


Há alguns anos atrás, quando ela tinha 44 anos, e ainda era solteira, Bibi disse:Bibi

Estou a olhar para dentro do longo barril dum futuro solitário sem marido, abandonada, sozinha e sem filhos. Como é que eu me meti nesta posição tão delicada? Um dos motivos é o fato dos homens gostarem das mulheres mais novas. Sim, eu também já fui jovem e tudo o mais. Quando estava na casa dos 20 e dos 30, eu não era propriamente uma super-modelo, mas estava constantemente rodeada de homens. O problema é que na altura eu não queria "assentar".

Ela agora teve que aceitar que é demasiado velha para ter filhos, e isto deixou-a desolada:

Não consigo verbalizar o quão doloroso é não ter filhos. Sinto dores físicas precisamente onde o bebê haveria de crescer [útero].

É aterrador saber que o meu legado começa e acaba comigo. Portanto, não haverá fotografias de reuniões familiares minhas e dos meus irmãos; não haverá momentos onde observarei, orgulhosa, os filhos a crescer; não há lugar natural no ciclo da vida.

Vocês, mães, criaram a próxima geração. Uma nova linhagem - filhos e provavelmente netos. que são vossos e vocês são deles. Se vocês pensam que estas são palavras duma mulher amargurada que destruiu a sua própria vida e que agora está com inveja... então estão 100% corretas. Fico morta por dentro em saber que vocês [as mães] têm o bebê e eu não. Por que é que não aconteceu comigo? Sempre quis crianças, sempre assumi que teria crianças e que só não as tinha tido ainda porque só estive num relacionamento suficientemente sério para as ter.

Com 40 anos, e ainda sozinha, descobri que era demasiado velha para a NHS IVF [National Health Service, In Vitro Fertilization]; não tinha dinheiro e como tal enterrei a minha cabeça na areia do "leio com frequência histórias de mulheres que engravidam na casa dos 40!"

Foi então que o meu pai morreu. A dor reavaliou a minha a voltei a centrar-me em mim. (As pessoas querem sempre criar algo quando alguém morre. Um livro, uma pintura, uma criança.) Enchi-me de coragem e fiz os meus testes de fertilidade. Os mesmos revelaram que, com 46 anos, as minhas probabilidades de ter um filho eram virtualmente nulas.

Foi então que me apercebi o quanto eu queria um bebê, e que nada do que eu tinha àquela altura significava alguma coisa, porque esse amor é o amor, e eu não o tenho e nem vou tê-lo, e como tal, não tenho nada.

Esse amor é a chave de tudo, não é? Esse é o motivo que me leva a estar tão frustrada e o motivo pelo qual as mães devem estar agradecidas. Foi-nos dito que o amor entre uma mãe e o seu filho é a emoção mas linda e mais realizadora que existe no mundo - o sentimento que finalmente dá sentido à nossa existência. Eu pessoalmente não sei porque nunca o experimentei. No entanto, se a agonia de saber que nunca vou sentir esse amor serve de forma de medição, então eu alteraria todas as decisões que alguma vez tomei que me levaram a este lugar horrível.

Já amei pessoas que morreram à minha frente, mas mesmo esse horror não se compara. A dor que eu sinto rasga-te por dentro (e ao teu futuro) porque, como me disse uma amiga que passou por esta situação e a quem, chorosa, contei toda a minha historia. "Nunca vais sarar, porque isto está bem dentro de ti. Isto era o que se supunha que você faria. Foi para isto que tu nasceste, mas tu não o fizeste."

Nunca vou ficar grávida, nunca vou ser protegida pelo pai do meu filho, nunca serei amada por ele como a mãe do seu filho, nunca amarei como vocês (as mães com filhos) amam, nunca serei amada como vocês são amadas. Eu nunca significarei para alguém aquilo que vocês significam.

Esta história ressalva um dos problemas da maternidade adiada. As mulheres da classe média têm apenas uma pequena janela de oportunidade (30 a 35 anos) onde é suposto elas tornarem-se sérias na sua busca dum parceiro, e ter filhos no momento em que a sua fertilidade começa a decair. É inevitável que muitas mulheres, e sem necessidade alguma, deixem passar esse breve período - especialmente aquelas que vagueiam durante essa pequena janela de oportunidade.

Atualmente, nos EUA, 25% das mulheres com educação universitária com idades compreendidas entre os 40 e 44 estão sem filhos. Isto é uma variação enorme, se considerarmos que no período pós-guerra, essa índice centrava-se em 10%.

Crê-se que os 30 anos sejam o momento crítico para as mulheres da classe média, mas será mais sensato recuar ligeiramente esse número como forma de dar tempo de encontrar alguém. Conhecerem-se, passar pelo noivado, casar e começar a ter filhos.

Isto faz muito mais sentido que entrar em correrias nos momentos finais, quando as mulheres e os homens provavelmente já se habituaram ao estilo de vida de solteiros, quando as mulheres têm que competir com mulheres mais jovens, e quando não foi dado aos homens qualquer sinal para se prepararem para o papel de marido e pai.

* * *

Nunca é demais relatar histórias em torno da forma como as mulheres foram, e estão, a ser enganadas pela forma de pensar feminista: carreira primeiro, filhos depois. Embora isto possa parecer cruel, a verdade é que estes relatos devem ser amplamente divulgados e mostrados às mulheres atuais que ainda pensam que "podem ter tudo". 

A lógica e a razão não entram na mente feminista e como tal, pode ser  que os relatos de outras mulheres façam aquilo que a lógica e a razão não conseguem.

Bibi tem razão quando diz que não é atualmente uma super-modelo, mas olhando para a sua foto, e extrapolando alguns anos para trás, não é difícil construir um cenário no qual ela está rodeada por homens. A tragédia da história é que muito provavelmente qualquer um desses homens  estaria disposto em ser seu marido. 

Mas ela decidiu que "não estava pronta"; primeiro era preciso investir na carreira e em si própria ao mesmo tempo que esbanjava os seus melhores anos com homens não-voltados para o casamento.

Pois bem; ela agora está pronta, mas o corpo dela  já não está

Como disse o autor do texto, as mulheres têm uma janela de oportunidade relativamente reduzida para encontrar o futuro pai dos filhos, travar conhecimento, casar e gerar as crianças.

Se, pelo contrário, a mulher moderna resolve "esperar" durante os anos de beleza máxima (18-27), quando ela decidir que "está pronta", o tempo pode não jogar a seu favor. Por essa altura, não só ela tem contra si a idade (os homens estão programados para dar preferências às mulheres mais jovens), como tem também a biologia.

O feminismo enganou e continua a enganar as mulheres.

(Modificado a partir do original.)

Do blog O Marxismo Cultural.

Univision report connects Operation Fast and Furious scandal to murders of Mexican teenagers


 

THE DAILY CALLER

Published: 1:36 AM 10/01/2012

By Matthew Boyle

This still from a September 30, 2012 Univision broadcast shows a dead body on a street in the Mexican town of Villas De Salvarcar after a massacre allegedly committed by criminals using guns trafficked through Operation Fast And Furious. (Image: Univision)

The Spanish language television news network Univision unleashed a bombshell investigative report on Operation Fast and Furious Sunday evening, finding that in January 2010 drug cartel hit men slaughtered students with weapons the United States government allowed to flow to them across the Mexican border.

“On January 30, 2010, a commando of at least 20 hit men parked themselves outside a birthday party of high school and college students in Villas de Salvarcar, Ciudad Juarez,” according to a version of the Univision report in English, on the ABC News website.

“Near midnight, the assassins, later identified as hired guns for the Mexican cartel La Linea, broke into a one-story house and opened fire on a gathering of nearly 60 teenagers. Outside, lookouts gunned down a screaming neighbor and several students who had managed to escape. Fourteen young men and women were killed, and 12 more were wounded before the hit men finally fled.”

Read more: http://dailycaller.com/2012/10/01/univision-report-connects-operation-fast-and-furious-scandal-to-murders-of-mexican-teenagers/#ixzz284W8MvEC

Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortes

 

IMPLICANTE

1 DE OUTUBRO DE 2012


Por Flávio Morgenstern

hobsbawm Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortes

Sempre prestamos nossa homenagem aos falecidos e não tripudiamos sobre a morte alheia (a não ser em estrito cumprimento ao dever). Morreu nesse 1.º de outubro o historiador comunista Eric Hobsbawm. Considerado por muitos como o maior historiador do século – sobretudo por aqueles que desconhecem qualquer outro historiador.

Eric Hobsbawm é conhecido por sua obra A Era dos Extremos, que alega ser uma síntese do séc. XX. Faz parte de uma série de livros cujos títulos parecem espremer tudo o que é preciso ler sobre a realidade histórica em suas páginas (para alegria dos preguiçosos bibliofóbicos das universidades de Humanas brasileiras): Era das Revoluções, Era do Capital, Era dos Impérios, Era dos Extremos.

Estes cartapácios foram responsáveis pelo erro fundamental de análise do capitalismo do séc. XX como “imperialismo” – o termo originalmente designa a sanha de poder de um Estado usando a força militar para sua expansão territorial, e foi justamente o capitalismo que acabou com as eras (em sentido etimológico, i. e., dois mil anos) de imperialismo, em que todas as guerras eram disputas territoriais. Com o advento de um mercado de massas, passou a ser muito mais interessante trocar mercadorias com o seu vizinho e ambos enriquecerem no processo de trocas livres (mostrando o erro do jogo de soma zero do marxismo) do que disputar militarmente pelo controle territorial de uma região pelo Estado, quando o mercado permite o livre trânsito em paz.

Foi a ascensão triunfal do capitalismo que trouxe a paz à Europa. É difícil perguntar a um historiador quantas guerras afligiram apenas os maiores países da Europa Ocidental entre os últimos 3 séculos antes do século XX e ele responder de cabeça (perdemos a oportunidade de aplicar o teste a Hobsbawm). A partir do séc. XX, as únicas guerras que atingiram inimigos mortais como Inglaterra e França, foram deflagradas contra totalitarismos contrários ao mercado livre do Estado, unindo ambas contra o expansionismo alemão anti-liberal, aliado a outros estatismos ferozes e centralizadores como o fascismo italiano e o franquismo.

Era assim que a Europa era descrita por Bocage (1765-1805), em seu Soneto do Membro Monstruoso (sic)  – recomenda-se a leitura ao som dos fortes acordes de Kenny G:

Esse disforme, e rígido porraz
Do semblante me faz perder a cor;
E assombrado d’espanto, e de terror
Dar mais de cinco passos para trás;

A espada do membrudo Ferrabraz
Decerto não metia mais horror:
Esse membro é capaz até de pôr
A amotinada Europa toda em paz

Foi chegar a “Era dos Extremos”, que Eric Hobsbawm critica, e vemos, exatamente ao contráriode suas previsões, o surgimento de blocos econômicos comuns buscando o livre comércio e a integração cultural e comercial. A “amotinada Europa” viu-se unida não por um porraz hirto e veiudo, mas pelo comércio livre entre povos – a liberdade econômica que é nêmesis horrivelmente horrorosa dos comunistas e demais planejadores centralizantes.

A isso historiadores stalinistas capitaneados por Hobsbawm, que posteriormente passaram um Photoshop em sua própria história para se considerarem apenas marxistas, deram o nome de “imperialismo”, invertendo e imiscuindo conceitos sem rigor científico uns nos outros. Perguntando-se a qualquer universitário doutrinado na falsificação da realidade da historiografia marxista e de obras como “Era dos Impérios” sobre um exemplo de país imperialista, a resposta, em  102% dos casos, virá de pronto: os Estados Unidos da América.

hobsbawm eric 253x338 Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortesCuriosamente, se mostrarmos um mapa-mundi de 1917 para uma criança ou um alienígena, com EUA em seu canto e a Rússia beirando a Revolução no outro, e depois um mapa-mundi de 1968, ano da Primavera de Praga, em que apenas o marechal Josip Tito havia saído do bloco soviético e rompido com Stalin, mostrando novamente o tamanho dos EUA e o da agora União Soviética após duas guerras mundiais, e perguntássemos qual país no mundo é imperialista, a resposta seria óbvia. Nem se poderia notar um centímetro de avanço territorial americano, contra uma enxurrada de invasões, repatriações e até criação de países ad hoc como a Tchecoslováquia.

Entretanto, essa realidade óbvia passa a se tornar invisível, numa negação fulminante e raivosa da realidade, pelo revisionismo esquerdista de Hobsbawm e seus asseclas, que nunca se preocuparam em chamar de “imperialista” o país que mais invadiu, matou e tentou criar um império global através do Comintern no séc. XX. Hobsbawm, judeu de ascendência austríaca, vê em Israel uma nação “imperialista”, e por isso negou-se certa vez a tomar um vôo que fazia escala em Tel Aviv. Para ele, o melhor é jogar uma bomba atômica em Israel. Em sua simples questão aritmética, é melhor matar cinco milhões de judeus do que “ver uma superpotência nuclear matar duzentos milhões de pessoas”. Um Goebbels de esquerda é sempre aceito na Academia cum lauda.

Também é colocando o marxismo como verdade fundamental e escolhendo aspectos da realidade que merecem comentários (apenas aqueles que confirmem a fé socialista, jogando os outros dados da realidade na “lata de lixo da História”, como o bordão de Trotsky) que Eric Hobsbawm usa de um vasto arcabouço cultural para afirmar bobagens sobre, por exemplo, a fome na África e nos próprios países asiáticos assolados por um passado comunista como culpa do… capitalismo, que causou a primeira riqueza de massas (não só para o Estado) na História, ao contrário do brutal totalitarismo que defende (uma das teses risíveis de Era do Capital).

eric hobsbawm 271x300 Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortesA linguagem se torna assim uma “arena de ações políticas”, em que “aqueles que definem, criam”, trocando-se a análise histórica por um jogo de invenções de cacoetes simbólicos, como a “burguesia” e o “proletariado” – que, como Donald Sassoon explica, foram classes inventadas pelos primeiros socialistas, tornando-se conceitos tratados como verdades absolutas e óbvias até hoje. Entretanto, mesmo o historiador marxista E. P. Thompson constatou ser impossível distinguir proletário e burguesia por critérios econômicos – ora, se burgos são cidades comerciais em rotas de viajantes, como é possível chamar de “burguesia” a classe média brasileira (aquela que o PT definiu que é “classe média alta” se a família ganha a partir de R$ 1021,00 por mês), confundindo também a burguesia com a elite, sendo que aqueles que trabalham com comércio no país têm ganhos irrisórios, comparados àqueles que trabalham para o Estado? O que garante o futuro e a ascensão econômica no Brasil: abrir uma barraquinha de pastel ou prestar concurso público?  É outra realidade que os fãs de Hobsbawm passam a negar espavoridamente estudando o mestre.

Sem nenhum rigor lógico, e apenas escolhendo o que da História confirma suas teses utópicas, confundindo conceitos que é incapaz de definir impermeavelmente até nos títulos de seus livros, não é estranho que Hobsbawm seja autor de frases absolutamente bizarras como ”guerras são apenas instrumentos capitalistas”, “concordo que só existe socialismo ou barbárie e o séc. XXI será o século decisivo nesta luta” e que Lula “ajudou a mudar o equilíbrio do mundo”. Hobsbawm acreditava que Lula era o mais importante representante do marxismo no mundo hoje, e dizia ter uma “admiração ilimitada” por ele.

Coincidentemente a essa data, a última revista Dicta & Contradicta (leitura obrigatória para quem gosta de cultura, literatura, filosofia, política ou… qualquer coisa) traz um artigo do autor britânico David Pryce-Jones desmascarando mais algumas farsas do falsificador histórico stalinista.

Entre vertiginosas análises da vida de Hobsbawm, seu método é explicado:

Hobsbawm é sem dúvida inteligente e engenhoso; é capaz de manusear com facilidade as ferramentas de trabalho do historiador: pesquisar arquivos e fontes primárias e ser o mais objetivo possível no tema que tem às mãos. Um historiador marxista, porém, não pode seguir tais princípios; deve propor perguntas a respostas já dadas. Seu estudo orienta-se pela obrigação de provas que os dogmas, teorias, especulações, gostos e repulsas de Karl Marx são confirmados em todas as sociedades em todas as épocas. A historiografia marxista nada mais é que um longo juízo de valores a priori que elimina necessariamente tudo o que não lhe dê sustentação.

Pryce-Jones não poderia mostrar os erros de A Era dos Extremos sem escrever outro livro de 627 páginas. Mas destaca alguns pontos curiosos, que aparentemente nunca foram questionados por seus ídolos, que também costumam propor perguntas a respostas já dadas em seus livros. O livro:

- Não menciona o armamento secreto da Alemanha promovido pelos soviéticos durante o entreguerra;

- “Esquece” o quanto Hitler aprendeu com Lenin e Stalin a estratégia da violência (confirmado nos próprios escritos políticos do ditador austríaco). Parece ter uma noção inconsciente disso, por sumir com menções a Treblinka ou Auschwitz, além de outros campos de concentração posteriormente usados pela própria Alemanha Oriental. “P leitor deve ser poupado de qualquer coisa que possa conduzi-lo à equação bastante aceita dos sistemas totalitários semelhantes”.

eric hobsbawm 220x300 Os erros de Eric Hobsbawm: uma contabilidade de mortes- Não traz nenhuma menção a Beria (vide sua história violenta e sua majestosa e cinematográfica queda em Ascensão e Queda do Comunismo, de Archie Brown), à polícia secreta NKVD (e o medo que ela provoca em Sussurros, de Orlando Figes), nenhuma análise do trabalho escravo nem da grande fome projetada na Ucrânia para roubar e matar camponeses infelizes. A única vítima do gulag a se rnomeada é Nikolai Vavilov. Sobre  Alexander Solzhenitsyn, autor de Arquipélago Gulag, considerado por qualquer um de seus leitores como o mais importante livro de não-ficção do século, Hobsbawm diz com um desdém particularmente hediondo que sua carreira de escritor foi “firmada pelo sistema” (Solzhenitsyn recusou-se a receber o Prêmio Nobel em Estocolmo por saber que não conseguiria voltar à União Soviética e criticar o sistema de dentro, e só emigrou para os EUA quando percebeu que, apesar da fama internacional, iria ser assassinado a qualquer momento).

- Defende Stalin, até mesmo seu Pacto com Hitler, que marcou “a recusa da URSS em continuar opondo-se a Hitler” (sic). A invasão dos países bálticos é apresentada por Hobsbawm sob o típico desdém marxista por pequenas nações. A Finlândia também sofreria com a URSS alguns meses depois.

- Também afirma que Stalin “modernizou” a Rússia (sem  citar quanto trabalho escravo foi necessário para a construção de obras como o Canal do Mar Branco, cantado em canções e poesias como um canal de concreto sobre o cemitério dos que morreram de inanição, frio e trabalho até a morte na sua construção, ou mesmo construindo as próprias cidades do gulagcomo Kolyma ou Norilsk. Mesmo um escritor stalinista ortodoxo como Alexandr Tvadorvsky, que reiteradamente renunciou à família em nome do Partido, quando o próprio irmão morreu sem se saber exatamente onde na construção do canal (elogiado por Gorki em um livro escrito às pressas), lamentou com peso na consciência:

O que é você, irmão?
Como está você, irmão?
Onde está você, irmão?
Em qual Belomorkanal?

(Irmãos, 1933)

Enquanto intelectuais abastados como Hobsbawm rendiam loas à União Soviética stalinista, havia canções rimadas (chastushki) em que os russos falavam sobre o trabalho escravo soviético:

O Plano Quinquenal, o Plano Quinquenal
O Plano Quinquenal em dez.
Não vou para a kholkhoz;
Na kholkhoz não há pão!

(kholkhoz eram as fazendas coletivas, modelo de socialismo mundial até hoje, que obrigaram a União Soviética a viver com 4 kg de salsichas e 2 pedaços de sabão por mês – para funcionários do Partido)

Eric Hobsbawm, como exemplo da maravilhosa explicação de Alain Besançon sobre a memória lembrar do nazismo, mas esquecer completamente as atrocidades do comunismo, acreditava que, sob Mao Zedong, “o povo chinês ia bem”, já que havia mais matrículas na escola. Como demonstra bem Pryce-Jones, o pensamento de Hobsbawm é o de que “a desumanidade nunca é desumana quando serve ao comunismo, mesmo que a realidade o estivesse destruindo”.

Mas seu grande momento se deu em 1994 (relatado pelo historiador Robert Conquest), quando  Michael Ignatieff – então jornalista político, mas depois presidente do Partido Liberal do Canadã – entrevistou Hobsbawm para a BBC:

Segundo o historiador, o Grande Terror de Stalin [mais de 20 milhões de mortos apenas na principal de três ondas, fora outros milhões de mortes fora dos Expurgos] teria valido a pena caso tivesse resultado na revolução mundial. Ignatieff replicou essa afirmação com a seguinte pergunta: “Então a morte de 15, 20 milhões de pessoas estaria justificada caso fizesse nascer o amanhã radiante?” Hobsbawm respondeu com uma só palavra: “Sim”.

Essa é a pessoa que dominou a visão histórica a partir da segunda metade do século passado. É o “pensador crítico” dos últimos tempos. Uma análise do expansionismo alemão desde Bismark até o Terceiro Reich lendo-se apenas historiadores neonazistas seria considerada pura falsificação e eombromação falseadora. Ainda hoje lemos sobre “A era dos extremos”, “dos Impérios” e “do Capital” apenas pela visão de um stalinista, que perdeu a coragem de dizer o quanto defende um totalitarismo quando precisa usar mais do que três letras.

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 26 de setembro de 2012

 

Published on Sep 26, 2012 by CanalMSM

Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 26 de setembro de 2012.
http://www.midiasemmascara.org/true-outspeak.html.

 

A conferência indicada:


Published on Sep 22, 2012 by nivaldocordeiro

Palestra proferida em São Paulo em 22/09/2012.

O atual jogo midiático das FARC

 


MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR CEL. LUIS ALBERTO VILLAMARÍN PULIDO | 01 OUTUBRO 2012
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO

Para as FARC, as conversações de paz são mais um ato guerra pela tomada do poder político; para o governo Santos, são a garantia de sua sobrevivência política e ambições pessoais.


Ainda não se oficializou o início das conversações de paz do governo Santos com as FARC, porém os terroristas já tiraram vantagens político-estratégicas iniciais, que talvez pelo fervor de boa-fé dos colombianos ansiosos para não sofrer mais violência e oportunismo politiqueiro do Congresso e do presidente, passaram desapercebidas aos meios de comunicação.

Os fatos falam por si:

1. Os contatos exploratórios se iniciaram em Cuba com a intromissão de Chávez e as bênçãos da ditadura castrista. A exclusividade da notícia foi para Telesur, que por sua estrutura e orientação ideológica deveria se chamar Telefarc.

2. Ao mesmo tempo, com a libertação dos militares e policiais seqüestrados e do jornalista francês, produziu-se o aparecimento público do Movimento Bolivariano das FARC apresentado com outro nome ribombante e enganoso.

3. Coletiva de imprensa dos terroristas em Havana, carregada de epítetos, frases desafiantes e a farsa de que a bandeira da paz na Colômbia é patrimônio do narco-terrorismo e de seus cúmplices nacionais e internacionais.

4. As FARC são santas pombinhas, enquanto que o Estado colombiano e a “oligarquia” são responsáveis por todos os males causados contra o país por parte dos terroristas.

5. Com a anuência de Santos as FARC não são seqüestradoras e, além disso, diz que devem ajudar a combater o narco-tráfico.

6. O terrorista Simón Trinidad, preso nos Estados Unidos, é membro do comitê negociador.

7. O camarada Carlos Lozano se escudou em seu ofício de jornalista para publicitar uma entrevista com Timochenko, na qual as FARC reafirmam que querem a paz comunista e que a Colômbia inteira lhes deve, por todos os crimes que os terroristas cometeram.

8. As conversações anteriores foram rompidas pela teimosia dos governantes que querem a desmobilização dos terroristas, sem lhes permitir que imponham todas as condições. Sob esta premissa sua luta é justa, não são terroristas e a Colômbia inteira está em dívida com as FARC. Uma vez mais o Estado inicia conversações com complexo de inferioridade.

9. Os terroristas chegam à mesa de conversações para desenvolver um programa preconcebido em um plano estratégico, como um salto qualitativo ao objetivo geral da tomada do poder. A equipe negociadora do governo, nomeada de última hora, chega sem um plano coerente, além de estar integrada por alguns personagens que em conversações anteriores demonstraram sua incompetência, mas, claro, desta vez têm a tarefa de preservar a imagem re-eleitoreira do presidente Santos.

10. Enquanto os terroristas apontam para legitimar seu movimento político dentro da Colômbia e a buscar reconhecimento como Estado em gestação com embaixadas na Venezuela, Equador, Bolívia, Brasil, Nicarágua, Cuba, Uruguai, Noruega e Argentina, a equipe negociadora do governo é uma ferramenta útil para a jogada egocentrista de Santos em três lados: ou é re-eleito, ou é prêmio Nobel da Paz, ou é Secretário Geral da ONU. Finalmente, quando os diálogos falharem, Santos justificará a necessidade de re-elegê-lo, pois como ele se auto-denominou, é o “verdugo dos terroristas” e, modéstia a parte, não há outro colombiano capaz de fazê-lo melhor que ele.

11. Para as FARC, as conversações de paz são mais um ato guerra pela tomada do poder político; para o governo Santos, são a garantia de sua sobrevivência política e ambições pessoais. Como sempre ocorre com as atuações de nossa questionada classe dirigente, a única perdedora é a Colômbia.

12. Não há compromisso das FARC em reparar as vítimas de suas atrocidades. Não se sabe nada dos seqüestrados desaparecidos pelo grupo terrorista, não se menciona nunca a enorme responsabilidade política e penal do Partido Comunista no narcoterrorismo contra a Colômbia, ninguém fala da devolução de terras roubadas pelas FARC aos camponeses, nem se menciona o terrorismo interno contra seus próprios integrantes que, a julgar pelos documentos apreendidos das FARC, supera mais de 1.500 assassinatos de guerrilheiros por “delitos” contra o marxismo-leninismo ao longo de cinco décadas.

Em síntese, devido à politicagem e à falta de foco estratégico do governo e sua equipe negociadora, as FARC já conseguiram uma importante vantagem político-estratégica, com a circunstância agravante de que chegarão a Oslo e Havana impondo condições e manipulando as conversações... como sempre fizeram.

Tradução: Graça Salgueiro

Eleições 2012 RJ: Candidato Ricardo gama verador 22500 pede e agradece o apoio de todos

 

Published on Oct 1, 2012 by Ricardo Gama

Vejam o vídeo, um resumo dos meus vídeos e o atentado que sofri.
http://www.youtube.com/watch?v=d2T0pQPmkko

Por ordem da Justiça Eleitoral, Facebook retirou do ar página relativa a disputa em Campo Grande

 

VEJA

01/10/2012 - 10:40

Justiça

A exemplo do que ocorreu com o Google, juiz entendeu que conteúdo na rede social era ofensivo a candidato a prefeito da cidade de Mato Grosso do Sul

Rafael Sbarai

Emocionado, Mark Zuckerberg anuncia, na Califórnia, estreia do Facebook na Nasdaq <br />

  Emocionado, Mark Zuckerberg anuncia, na Califórnia, estreia do Facebook na Nasdaq - Reuters

Assim como o Google, o Facebook também recebeu ordem judicial para tirar do ar conteúdos considerados ofensivos a Alcides Bernal, candidato à Prefeitura de Campo Grande (MS) pelo PP. Ao contrário do Google, porém, a rede social retirou o conteúdo do ar assim que recebeu a ordem, segundo consta do processo sobre o caso (no caso do Google, a remoção ocorreria depois). A reportagem do site de VEJA apurou que o Facebook concluiu que a página violava termos de uso do serviço. A rede, contudo, não informa quais termos teriam sido violados. O Yahoo também retirou conteúdo considerado ofensino a Bernal do site de fotos Flickr, de sua propriedade.

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De acordo com o processo, o juiz Flávio Saad Perón, da 35ª Zona Eleitoral de Campo Grande, concendeu liminar a Bernal no dia 30 de agosto, determinando a retirada do ar de uma página na rede social com os ataques ao candidato. A alegação é que a página continha "calúnias, injúrias e difamações contra o representante".

Em despacho do dia 16, o magistrado afirma que a rede já havia cumprido sua ordem. "A empresa Facebook comunicou, às f. 62/63, haver cumprido a determinação judicial, excluindo o perfil ‘http://facebook.com/pages/overdadeiro-alcides-bernal/37557728544853’ do site de sua responsabilidade."

Ao site de VEJA, a empresa afirmou que a exclusão de conteúdo não é prática recorrente. "O Facebook está comprometido em ajudar as pessoas a compartilhar conteúdo e tornar o mundo mais aberto e conectado. Recebemos ocasionalmente pedidos oficiais para remover conteúdo ilegal. Revisamos vigorosamente e ativamente todas as solicitações de autoridades, tendo em mente os direitos e a privacidade do usuário. Se necessário, restringiremos o conteúdo, mas da forma mais limitada possível", informou a empresa.

Em ano eleitoral, o Facebook já esperava receber mais pedidos e ordens judiciais de remoção de conteúdos. Segundo fontes ouvidas por VEJA.com, desde janeiro, a rede mantém um comitê com mais de 30 advogados, dedicados a tratar das demandas surgidas no período que antecede as eleições municipais do próximo domingo.

Na última quarta, o diretor geral do Google no Brasil, Fabio Coelho, foi detido pela Polícia Federal, em São Paulo, depois que a empresa se recusou a retirar do YouTube um vídeo em que Bernal é acusado de práticas criminosas. O executivo foi liberado em seguida.

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Revelações de Marcos Valério afetam imagem do ex-presidente no exterior

 

AUGUSTO NUNES

28/09/2012 às 21:29 \ O País quer Saber


Divulgadas por VEJA, as revelações de Marcos Valério que empurraram o ex-presidente Lula para o pântano do mensalão foram noticiadas com destaque em vários países. Confira oito exemplos:

Espanha: "O principal acusado do 'julgamento do século' acusa Lula de ser 'chefe' da trama de compra de votos"

Chile: "Réu afirma que Lula 'era o chefe' da rede de corrupção julgada no Brasil"

Panamá: "Lula 'era o chefe' da quadrilha julgada no Brasil"

França: "No Brasil, o operador do escândalo dos anos Lula afirma que o chefe de Estado sabia de tudo"

Argentina: "Lula é acusado de ter liderado uma enorme rede de corrupção"

Honduras: "Lula é acusado de chefiar rede de corrupção"

México: "Empresário acusado por corrupção envolve Lula na fraude"

Venezuela: "Lula é acusado de ser 'o chefe' da corrupção no Brasil"

ELEIÇÕES 2012: Malafaia e Serra

 

LAURO JARDIM

segunda-feira, 1 de outubro de 2012 12:39 \ Religião

 

Malafaia: em campanha

O pastor Silas Malafaia mudou de ideia e vai anunciar ainda hoje o apoio a José Serra nas eleições para a prefeitura de São Paulo. Malafaia fora convidado por Walter Feldman em agosto para integrar a coligação do PSDB, mas recusou a proposta (Mais detalhes em Em Busca do apoio do pastor).

No segundo turno, Silas teria dificuldades em apoiar tanto Fernando Haddad por causa do kit gay quanto Celso Russomano devido à ligação com a Igreja Universal. Hoje, Malafaia gravará um vídeo em que vai descer a borduna em Haddad e Lula.

Por Lauro Jardim

American Crossroads: "World"

 

Uploaded by AmericanCrossroads on Sep 28, 2012

It's about leadership

Da inversão de valores, o duplipensar e a defesa dos ideais

 

MÍDIA A MAIS

08 | 09 | 2012

Locke: liberdade

 

Por: Maria Júlia Ferraz

Certo dia, cuidando da correspondência eletrônica do site, deparei-me com um leitor que comentava quão monstruosas eram as coisas que publicávamos.

Sempre soube que algumas ideias defendidas por perspectivas não esquerdistas nem sempre eram bem-vindas. Mas a expressão chamou-me a atenção.

Padeço do mal da reflexão. Não exatamente como sugeria Descartes e sua dúvida metódica, mas próxima disso. Dessa forma, o cogito ergo sum (Penso, logo existo) tem a função de  me deixar espantada diante da vida, dos fatos e me impedir de ser escrava de ideologias, frases, crenças só por serem referências de grandes intelectuais.

Assim, fui em busca das monstruosidades que publicamos. E não estou sendo irônica. Fui tentar ver com outros olhos o que se publica aqui, afinal, acostumamos a perspectivas, ângulos, ideias... mas, acima de tudo, alteridade é um exercício de sabedoria.

De forma geral, é possível perceber que os clippings têm a marca dos redatores, os artigos assinados as peculiaridades de seus autores, mas os assuntos tratados não sugerem genocídio, nem obediência cega e servil, muito menos pedofilia, tortura, nenhum tipo de perseguição religiosa ou sexismo.

Pelo contrário, partilham da ideia elaborada por Locke ainda no século XVII, que atribuía ao homem o direito à vida, à liberdade e à propriedade.

Se o que publicamos não incentiva nenhuma prática negativa, ter pessoas que confundem posturas anti-esquerdistas com monstruosidades revela que estamos em um momento em que a inversão de valores ou (pior ainda!) o duplipensar é tão arraigado que defender valores ocidentais é passível de crítica!

Para que outras pessoas possam refletir sobre isso, elaborei uma breve e modesta lista de exemplos de valores monstruosos que defendemos:

- Direito à vida: Sim. Somos contra o aborto. A ideia de que a mulher é dona de seu corpo e deve ter o direito a interromper uma gravidez é magnânima demais para nós. Cometemos a monstruosidade de acreditar que o direito de nascer é superior aos argumentos feministas.

- Responsabilidade Penal para marginais, independente da idade: Não acreditamos que a idade torne o marginal menos cruel. Aliás, isso não é crença. É só pegar crimes cometidos por “menores infratores”. Há uma lista interminável de fatos que comprovam o quanto a impunidade faz com que esses psicopatas tornem-se cruéis e debochados. O argumento de que é a desigualdade social que gera tais monstros só aprisiona o cidadão de bem. Quem disse que todo cidadão de bem teve infância feliz com papai noel, coelhinho da páscoa e família de comercial de margarina? É importante diferenciar oportunidades de mero oportunismo. A visão romântica propagada por Jorge Amado em seu livro “Capitães de Areia” devia ser criticada e não saudada como exemplo de retrato dos marginais com menos de 18 anos. Por isso, somos contra a proteção exacerbada do ECA.

- Direito à segurança pública de qualidade: com a história dos Direitos Humanos, escrever que as pessoas que cometem crimes merecem punições severas é quase confessar falta de humanidade. Isso faz parte da ideia de que todo criminoso é fruto da desigualdade social. Mesmo argumento do coitadismo que cerca os “menores infratores”. A grande questão é que fica incoerente falar em melhores condições da segurança pública sem existirem leis punitivas eficientes e presídios que tenham como função manter o preso fora de circulação. No entanto, atualmente pensar em melhorias jurídicas é pedir para, dependendo da proposta, apanhar de estudantes e professores de direito, que querem ser os paladinos de uma nova ordem social, teoricamente mais justa. Justa com o delinquente e injusta com o trabalhador.

Esses são alguns dos aspectos.

Há outras inversões. A marcha das vadias é uma temeridade para aquelas que acreditam no valor feminino. Por mais que o nome contenha uma pretensa ironia, a proposta desse tipo de manifestação apenas reforça a visão da mulher como objeto. Acho merecido que nós mulheres ocupemos o mesmo lugar dos homens, ganhemos igual sem precisar ser quase um homem.

Ser mulher é diferente de ser homem. Aliás, que bom! Essa é a ideia!!

Então, não estamos defendendo uma masculinização das mulheres. Nem tampouco o retorno ao tempo em que as mulheres eram vistas como parte do lar (como as gregas “condenadas” ao gineceu). O que contestamos é qual a melhoria em expor os corpos para poder chamar atenção para nossos cérebros e sermos vistas com mais seriedade...

OK, OK. Eu sei que o objetivo inicial era fazer com que não houvesse a culpabilização da vítima em caso de estupro, com aquela velha justificativa: “Eu a violentei porque ela estava com roupa curta.” No entanto, a impressão que fica é que a intenção foi desvirtuada e é o incentivo à alienação de si mesma que está sendo imposta às mulheres.

É interessante até pensarmos que a origem do feminismo como luta para a busca da igualdade é consequência do próprio liberalismo. A esquerda mais ortodoxa nunca colocou a luta da mulher como prioridade, pois a questão para ela era outra. Aliás, tanto para Marx, como para Engels.
Não é a intenção desse texto entrar em um estudo mais aprofundado, mas fica aqui esse detalhe que muitas vezes é desconhecido.

Por todos os argumentos mencionados fica evidente que o duplipensar, a distorção de valores, amarrou o cidadão de bem a visões que, se ele pensar mais detalhadamente, vai perceber que nem sempre seriam as melhores alternativas para melhorias práticas no mundo real.

Como há pouco espaço para que essa reflexão seja feita longe da doutrinação esquerdista, é preciso que todos divulguem as contradições existentes nesses discursos. Por isso, mais que artigos de opinião, livros com teoria são sempre bem-vindos.

As resenhas que aqui publicamos têm essa função, além de incentivar a cultura, claro.

Entre o parecer bom (como já propunha Maquiavel) e o ser bom verdadeiramente há um grande abismo. Talvez isso valha para as aparentes monstruosidades que cometemos. Entre aparentarmos e sermos de fato monstruosos há uma realidade prática que mostra nossa verdadeira face. Que ela possa ser vislumbrada.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".