Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Os pais precisam se unir para proteger o futuro moral de seus filhos – veja mais um caso de escola que aceita apologia da promiscuidade sexual

IPCO
28, abril, 2011



Este livro está promovendo a degradação moral dos alunos do Colégio Portinari. E o leitor, conhece algum outro caso semelhante? Clique na imagem e denuncie, para que possamos dar a conhecer a todos os pais preocupados com o futuro moral de seus filhos.
Daniel F. S. Martins
Não fui discutir na escola para não constranger minha filha perante os colegas e os
professores. Mas no texto a seguir mostro o que penso a respeito do livro escolhido para as crianças da 7° série que, em sua maioria, ainda têm 12 anos de idade.

F
oi assim que me escreveu um pai, indignado pelo que estão fazendo com sua filha e demais alunos no Colégio Portinari.
No texto que me enviou, explica alguns detalhes do livro “Depois daquela viagem”(de Valéria Piassa Polizzi, Ed. Ática), que supostamente serve de subsídio para aulas de “educação” sexual.
O livro faz apologia do palavrão, da promiscuidade sexual mais debandada, do vício solitário e do linguajar de baixíssimo calão.
Se isso já não bastasse, é de molde a tirar a fé dos alunos que a tenham. Peço licença para reproduzir o trecho abaixo:
- Você acredita em Deus? – era o Lucas me fazendo uma pergunta.
- Às vezes – respondi.
Ele fez uma cara de reprovação. Era uma daquelas pessoas que têm uma fé inabalável. Muitas vezes eu o invejava nisso. Continuei, irônica:
- Acho que Ele é um gordo, seminu, sentado lá em cima, com as pernas cruzadas, comendo pipoca, olhando aqui pra baixo e dando risada da cara da gente.
- Minha nossa!
- Tô só brincando – eu disse. Mas, na verdade, não estava. Muitas vezes acho isso mesmo. Noutras, nem sequer acredito que Ele existe. Acho que foi tudo uma invenção do homem devido à sua fraqueza e incapacidade de admitir que é o único responsável por sua própria vida. E o único a ocupar o espaço, muitas vezes vazio, de si mesmo.

Pois bem, esse pai que me escreveu pensou no início que era o único indignado. Alguns dias depois de me dar essa notícia, disse que a filha ficou sabendo que alguns pais de colegas estavam também descontentes. A filha, entretanto, com medo dos possíveis debiques, não quer falar muito com os colegas sobre o assunto. Mas tenho certeza de que há muitos outros contrários. E não só no Colégio Portinari!
Tenho recebido vários e-mails nesse mesmo sentido, e estou pedindo sugestões aos amigos sobre o que poderíamos fazer para reagir contra essa lama de imoralidade, que invade justamente os lugares de ensino. Pois o que está em jogo é o futuro próximo de nossos filhos e do Brasil!
E o leitor, o que pensa? Deixe seu comentário.

World Intel Says Obama 'Birth Certificate' A Rank Forgery

RENSE
By Wayne Madsen 4-28-11


World intelligence agencies: Obama's long form birth certificate a rank forgery

 

From intelligence agencies around the world, the verdict on President Obama's newly-released certificate of live birth from Hawaii is in: the certificate is a rank forgery on the same level as the Niger "yellow cake" uranium and Iraq Oil Ministry forged documents. Intelligence and law enforcement services are experts on fake documents since they have to deal with large numbers of counterfeit documents, such as birth certificates, passports, identity cards and driver's licenses, as well as currency. Intelligence agencies are also experts at forging their own documents for their clandestine agents.

 

Within 24-hours of the release of the long form Certificate of Live Birth on April 27, intelligence agencies from Britain and China to Germany and Russia examined the document and concluded it was a forgery based on the fact that Barack H. Obama Sr.'s race, listed as "African," was a monumental error, considering that not only the United States, but other English-speaking nations described Africans and those of African descent as either "Negroes" or "blacks" in 1961.

 

 

 



 

Intelligence experts point out that "African" is a major clue indicating a forgery.

 

In 1961, the U.S. Department of Health, Education, and Welfare classified non-Whites, who were not Asian, Eskimo, Aleut, Hawaiian, part-Hawaiian, or other "non-White," as "Negro." The U.S. Census Bureau also used the term "Asian and other Pacific Islander" in 1961, which included Filipino, Hawaiian, and part-Hawaiian. The Census Bureau, like HEW, used the term "Negro" to describe blacks and those of black descent. The term "mulatto," used to describe those of mixed white and black ancestry, ceased being used by the U.S. Census Bureau in 1918.

 

1961 Vital Statistics of the United States;

U. S. Dept. of Health Education, and Welfare;

Public Health Service;

National Center for Health Statistics;

National Vital Statistics Division;

 

Race and color

 

Births in the United States in 1961 are classified for vital statistics into white, Negro, American Indian, Chinese, Japanese, Aleut, Eskimo, Hawaiian and Part-Hawaiian (combined), and "other nonwhite."

 

The category "white" includes, in addition to persons reported as "white," those reported as Mexican or Puerto Rican. With one exception, a reported mixture of Negro with any other race is included in the Negro group; other mixed parentage is classified according to the race of the nonwhite parent and mixtures of nonwhite races to the race of the father. The exception refers to a mixture of Hawaiian and any other race, which is classified as Part-Hawaiian. In most tables a less detailed classification of "white" and "nonwhite" is used.

 

In the United Kingdom, the terms "black" and "Asian" were used in the 1961 census to describe those who were "non-white British" nationals. Barack Obama, Sr., as a citizen of the British Colony of Kenya, would have known that his British racial designation was "black" in 1961. The term "African" was not used as a racial designation in either the colony of Kenya or on the British mainland. In South Africa and other British colonies in Africa, "Coloured" was used to describe those of mixed white-black descent.

 

The consensus among intelligence agency experts is that the Obama long form Certificate of Live Birth was hastily manufactured by an amateur who never thought of using the standard race designation of Negro in Barack Obama, Sr.'s racial designation block on the form either due to ignorance or an attempt to be politically correct in 2011 by refusing to use an accepted term from 1961.

 

The past decade has seen the use of crude forgeries to propel the United States into a war in Iraq (the bogus Niger "yellow cake" uranium documents) and to try to indict various U.S. and foreign politicians and businessmen (the fake Iraq Oil Ministry "Oil-for-Food" documents). The Obama forged Certificate of Live Birth represents yet another attempt to perpetuate a fraud on a grand scale.

Questão de honra: quando o dinheiro é mais prezado do que a soberania nacional, é que todo mundo já jogou o país no lixo.

DIÁRIO DO COMÉRCIO

Olavo de Carvalho - 27/4/2011 - 19h42

A imagem oficial dos combates travados entre os anos 60 e 70 no Brasil opõe, de maneira reiterada e obsessiva, os "jovens" guerrilheiros aos "velhos" generais. Adolescentes românticos e entusiastas contra setentões endurecidos e carrancudos. O estereótipo, instituído pela minissérie "Anos Rebeldes" (Globo, 1992), tornou-se obrigatório em todos os filmes, romances, contos, novelas de TV e reportagens, ao ponto de arraigar-se no imaginário popular como uma cláusula pétrea da verdade histórica, a base infalível de tudo que se pensa, acredita e sente daquele período histórico.

O simbolismo aí embutido é auto-evidente: a juventude representa a inocência, o idealismo, a esperança, a visão rósea de um mundo melhor; a velhice personifica o realismo cínico, a acomodação ao mal, o apego tacanho a uma ordem social injusta e caquética.

No entanto, é claro que nada disso corresponde aos fatos. Vejam os comandantes da guerrilha. Carlos Marighela era jovem? Joaquim Câmara Ferreira era jovem? Jacob Gorender era jovem? E os soldadinhos das Forças Armadas que trocavam tiros com os terroristas nas ruas e nos campos eram anciãos? Como em todas as guerras, os comandantes dos dois lados eram homens velhos ou maduros, os combatentes em campo eram jovens. Sob esse aspecto, nada se inventou no mundo desde os tempos homéricos.

A deformação cronológica já basta para mostrar que a visão daqueles tempos disseminada por empresas de mídia, artistas, escritores, editores, jornalistas e professores é pura obra de propaganda. Propaganda tanto mais maliciosa e perversa quanto mais adornada do rótulo autolisonjeiro de "pesquisa histórica". Por mais documentos que se revirem, por mais entrevistas que se ouçam, não há pesquisa histórica quando as perguntas são sempre as mesmas e os aspectos antagônicos são sistematicamente evitados.

Desde logo, as guerrilhas são sempre mostradas como fruto de reação ao golpe de 1964. Isso é absolutamente falso. As guerrilhas começaram em 1962, em pleno regime democrático, orientadas e subsidiadas pela ditadura cubana e ajudadas pelo presidente da República, de modo a articular, segundo a estratégia comunista clássica, a "pressão de baixo" com a "pressão de cima", a agressão armada no subterrâneo da sociedade com a agitação política vinda das altas esferas do poder. Não foram concebidas para derrubar uma ditadura, mas destruir qualquer governo, democrático ou ditatorial, que se opusesse ao plano de Fidel Castro de instituir um regime comunista no continente.

Investiguem um a um os guerrilheiros, desde os líderes e planejadores até o último tarefeiro encarregado de vigiar os sequestrados. Não poucos dentre eles eram maoístas, discípulos de um monstro genocida, pedófilo e estuprador. E entre os demais não se encontrará um só que não fosse comunista, marxista-leninista, acima de tudo devoto da Revolução Cubana, que àquela altura já havia matado pelo menos 17 mil civis, quarenta vezes mais que o total de "vítimas", quase todas combatentes, que, num país de população bem maior que a de Cuba, o nosso regime militar viria a fazer ao longo de vinte anos.

Em plena contradição com o culto paralelo do "Che", as guerrilhas também surgem como um fenômeno isoladamente nacional, sem as conexões internacionais que a criaram, sustentaram e orientaram durante todo o tempo da sua existência.

Vasculhem novelas, reportagens, o diabo: raramente encontrarão referência à OLAS, a Organização Latino-Americana de Solidariedade, ancestral do Foro de São Paulo, criada nos anos 60 pela KGB e por Fidel Castro para disseminar na América Latina "um, dois, muitos Vietnãs", segundo a fórmula consagrada pelo teórico Régis Débray num livrinho idiota, A Revolução na Revolução, que os nossos guerrilheiros liam como se fosse a Bíblia.

Tudo, absolutamente tudo o que a guerrilha fez foi planejado, determinado e subsidiado desde a OLAS – o que é o mesmo que dizer: desde a Lubianka, a sede da KGB em Moscou --, o Brasil só entrando na história como o cenário inerme, um dos muitos, onde deveriam realizar-se os planos de ocupação continental concebidos pelos mentores do regime mais assassino e cruel que o mundo já conheceu.

Se a expressão “OLAS” prima pela ausência, mais inaudíveis, ilegíveis e invisíveis ainda são as iniciais K, G, B. Decorrido meio século dos acontecimentos, os esforçados "pesquisadores" da Globo, do SBT, da Folha e das universidades ainda não se lembraram de examinar os Arquivos de Moscou, onde centenas de autênticos pesquisadores, nos EUA e na Europa, têm certificado, acima de qualquer possibilidade de dúvida, a presença dominante do governo soviético na coordenação de todos os movimentos guerrilheiros no Terceiro Mundo.

O único que se interessou por esse material explosivo foi o repórter da Globo, William Waack, e só pesquisou ali acontecimentos dos anos 40, nada do tempo das guerrilhas. Mesmo assim, sua breve passagem pelos Arquivos de Moscou abriu uma ferida profunda no orgulho esquerdista, mostrando que Olga Benário Prestes não foi uma inocente militante perseguida pela ditadura getulista, e sim uma agente do serviço secreto militar soviético.

Um exemplo escandaloso do desinteresse em saber a verdade é o caso José Dirceu. O criador do Mensalão sempre se descreveu como um "ex" agente do serviço secreto militar cubano. Que história é essa de "ex"? Nenhum militar sai do serviço sem dar baixa oficialmente. Cadê o certificado de dispensa? Respeitosos, cabisbaixos, cientes de seus deveres de lealdade para com o segredo tenebroso das esquerdas, nossos repórteres sempre se abstiveram de fazer ao ex-deputado essa pergunta irrespondível. Resultado: com grande probabilidade, um agente estrangeiro, em pleno serviço ativo, presidiu um partido, brilhou na Câmara dos Deputados, berrou, denunciou, acusou e roubou o quanto quis.

As pessoas se escandalizam com o roubo, mas não com a intromissão cubana. Quando o dinheiro é mais prezado que a soberania nacional, é que todo mundo já jogou o país no lixo. A moral nacional hoje em dia resume-se no versinho humorístico que andou circulando pelo youtube: "Zé Dirceu, eu quero o meu."

Do desprezo geral pela busca da verdade resulta a ausência completa da ação soviética na imagem popular das décadas de 60-70. No entanto, em 1964, a KGB tinha na sua folha de pagamentos, entre milhares de profissionais de várias áreas, pelo menos uma centena de jornalistas brasileiros. Algum "pesquisador" tentou descobrir seus nomes, saber se ainda estão por aí, perguntar quanto embolsaram em dinheiro extorquido de uma população escrava? Nada. Silêncio total.

Com igual silêncio foi recebida minha sugestão de que algum dos (des)interessados entrevistasse Ladislav Bittman, o espião tcheco que confessou ter falsificado documentos para dar a impressão (até hoje aceita como pura verdade histórica) de que os EUA planejaram e comandaram o golpe de 1964.

Em compensação, a CIA é onipresente. No imaginário popular, funcionários dessa agência americana pululavam no Brasil, espionando, comprando consciências, tramando a morte de inocentes comunistas. É por isso que ninguém quer entrevistar Ladislav Bittman. O chefe da espionagem soviética no Brasil lhes contaria que na ocasião do golpe a KGB, o maior serviço secreto do mundo, não conseguiu localizar um só agente da CIA lotado no país, apenas um solitário homem do FBI, o único nome que sobrou para ser usado naqueles documentos forjados.

De um só lance, rolariam por terras bibliotecas inteiras de teoria esquerdista da conspiração, ração diária servida aos cérebros inermes de milhões de estudantes brasileiros. É vexame demais. Ocultar essa parte da história é uma questão de honra.

Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

Atirador de Realengo lê carta suicida e o perdão depois da morte no ISLAM



Fonte: http://goo.gl/tFmo7

Ter, 12 de Abril de 2011 02:42

Queridos Leitores:

Agora os teólogos evangélicos estão saindo a luz e dizendo que NÃO HA NADA nas escrituras cristas que afirma que a pessoa pode ser perdoada após a morte. EXATO.

Mas no ISLAM?

Sera que o PERDÃO apos a morte pode ser conseguido?

SIM! No Islam, existe a possibilidade de ser perdoado após a morte.

Como eu provo isso? Muito facil. Visite esta Website Islamica de Portugal (eu percebi que a maioria dos meu leitores nunca visitam uma website em INGLES) e voce vera que o tema ali é ser PERDOADO APOS A MORTE:

http://islam.com.pt/as-ultimas-noites-de-ramadhan/

Vou extrair um ou dois exemplos para voces verem:

"(1) Realize 4 ciclos de orações, 2+2 nafils, com 2 salams (2+2 rakats). Em cada ciclo, após a récita de Surah Al-Fatiha, recite Surah Qadr (Alcorão c.97) 1 vez e Surah Ikhlas (Alcorão cap.112) 1 vez igualmente. Depois de cada salam, reze Darood Shareef 70 vezes (70+70). InshaAllah, lendo este Darood, os anjos rezarão para essa pessoa depois da morte, pedindo perdão dos seus pecados.

(2) Realize 2 ciclos de orações, 2 nafil. Depois da leitura do Surah Al-Fatiha, leia o Surah Qadr 1 vez e o Surah Ikhlass 3 vezes. Depois do salam, faça Astaghfar (p.e. recite astaghfirullah) 70 vezes. InshaAllah com o poder desta oração e do Shab-e-Qadr, Allah, O Todo Poderoso providenciará perdão depois da morte (bakhshish)."

Preciso de explicar mais?

Esta claro que o Wellington estava se referindo a uma CERIMONIA ISLAMICA quando pediu perdão apos a morte?

Rafik

A (falta de) Moral Comunista/Socialista.

BLOG DO EMANUEL Jr.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Pesquisando por ai, e não é preciso uma ampla pesquisa, descobre-se que a moral é algo abominável ao comunista/socialista assim como o inferno o é para o cristão.

Incrível como quem não quer ver simplesmente fura os olhos para que seus delírios comunistas/socialistas continuem se esguerando pelos becos a fim de atacar os mais desavisados.

Incrível como não percebem o quanto Lula/Dilma e seus partidos de esquerda seguem a risca os preceitos dessa máquina de destruir com a moral.

Vejamos algumas pérolas de grandes comunistas/socialistas:

"É necessário saber adaptar-se a tudo, a todos os sacrifícios e até, se necessário for, usar vários estratagemas, enganos, procedimentos ilegais, usar o silêncio, a dissimulação da verdade para penetrar nos sindicatos, permanecer neles, desenvolver neles a qualquer custo o embrião comunista."
(LÊNIN apud Trotski, Moral e Revolução, 1936)

“Justo é o que favorece a Revolução e injusto é o que dificulta”
(Lênin apud Alceu Amoroso Lima, Introdução ao direito moderno, ed. Agir, p. 15)

"Subordinamos nossa ética à tarefa da luta de classes”.
(Lênin, Staat und Revolution, zit. n. Ausgewälte Werke, Bd, II, Moskau, 1947, 225).

...

“A lei, a moral, a religião são preconceitos burgueses, atrás dos quais se ocultam outros tantos interesses burgueses.” 
(MARX, Karl. Manifesto comunista, p. 36)

“O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moral”
(MARX, Karl. Manifesto comunista. p. 44)

“A moral, é a impotência colocada em ação” 
(Marx, in “A Sagrada Família”)

“O fim (a democracia ou o socialismo) justifica, em certas circunstâncias, meios como a violência e o homicídio.” 
(LEON TROTSKI, Moral e Revolução, 1936)

“Do ponto de vista das "verdades eternas" a revolução é, naturalmente, "imoral". Mas isso significa apenas que a moral idealista é contra-revolucionária, isto é, encontra-se a serviço dos exploradores.” 
(LEON TROTSKI, Moral e Revolução, 1936)

Agora lance essas frases em um debate com um desses comunistinhas de plantão e veja o que acontece. É uma experiência horripilante.

Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida será instalada nesta quarta-feira

AGÊNCIA SENADO
26/04/2011 - 15h34

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida - Contra o Aborto será instalada nesta quarta-feira (27) em solenidade marcada para as 9h no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados. A frente conta, até o momento, com 205 adesões, sendo 14 senadores.O grupo será presidido pelo deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP).

A frente se opõe à legalização do aborto e pretende trabalhar para evitar a aprovação de projetos que ampliem os casos de aborto legal. Além disso, ela defende a implantação de políticas públicas de atenção à gestação e à maternidade e de políticas de adoção de crianças nascidas de mães vítimas de estupro.

Juntamente com o relançamento da frente, ocorrerá o 4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida, cujo objetivo é reunir prefeitos, governadores e parlamentares na luta pelo respeito à vida a partir da concepção.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi convidado para participar da cerimônia e apresentar o programa Rede Cegonha, lançado recentemente pelo governo federal com o objetivo de proteger e garantir melhores condições de saúde à gestante e ao nascituro.

Haverá ainda um debate sobre o projeto de Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), que tramita na Câmara e estabelece direitos para a criança ainda não nascida.

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

A Recriação do PRONA!!!

Via FACEBOOK, por Alexandre da Luz

As últimas eleições mostraram que não há uma verdadeira oposição ao governo e nem ao PT!!! O novo PRONA vem para preencher esta lacuna!!! O novo PRONA terá dez questõe que defenderá radicalmente!!! Abaixo segue dez questões que o novo PRONA não abrirá mão e defenderá radicalmente:-

1º) A Questão do Aborto:- O novo PRONA será um partido Pró-Vida, que lutará para que a Constituição Brasileira garanta o Direito à Vida desde a Concepção!!! Portanto será um partido contra o aborto em todos os casos, mesmos os que não são punidos no artigo 128 do Código Penal Brasileiro (este artigo não pune o aborto em dois casos, mas são significa que os permita)!!! Também seremos contra a “Pílula do Dia Seguinte”!!!

2º) A Defesa da Heteronormatividade:- Isto é, a defesa da Família, como união estável entre um homem e uma mulher, para gerarem filhos!!! Não desejamos perseguir os gays e lésbicas, mas não iremos permitir que se reconheça como casamento uma união de pessoas do mesmo sexo!!! A Lei brasileira já pune que agride outra pessoa moral e/ou fisicamente, por isso não é necessária mais uma lei de proteção aos gays e lésbicas!!! Também não aceitaremos a adoção de crianças por gays e/ou lésbicas!!!

3º) As Experiências com Células-Tronco Embrionárias:- O PRONA será totalmente contra este tipo de experiências, pois como foi visto no primeiro ponto, o PRONA irá defender a Vida desde a Concepção!!! Este tipo de experiência já demonstrou ser um fracasso!!! As experiências que dão certo são com Células-Tronco Adultas!!!

4º) A Questão da Eutanásia:- O PRONA será totalmente contra a Eutanásia, pois irá defender a Vida desde a Concepção até seu término natural!!!

5º) A Questão do Estado Laico:- O PRONA será totalmente contra o modelo de Estado Laico que querem impor ao Brasil, isto é, na verdade eles querem impor ao Brasil um estado Ateu e/ou Agnóstico!!! o PRONA será totalmente a favor de um modelo de Estado Laico que respeite, defenda e aceite Valores Religiosos!!! O PRONA defenderá os valores morais e éticos cristãos!!!

6º) Contra a legalização ou descriminalização da Maconha!!!

7º) Pela defesa intransigente da Soberania Nacional, principalmente da Amazônia!!!

8º) Contra a Corrupção na Política!!!

9º) Denúncia e Rejeição de todas ideologias marxistas, materialistas e fomentadoras do ódio de classes!!! O novo PRONA será afavor da integração de classes!!!

10º) Dar vida e voz à ALMA NACIONAL, nascida na Primeira Missa, em 1500, o único meio de recolocar nossa Nação nos rumos originais, corrigindo desvios, imprimindo a marca da Alma Nacional à todo o Estado brasileiro, cuja corrupção e ineficácia devem-se justamente ao mesmo ter se tornado destituído daquela Alma forjadora da Pátria, gradualmente abandonada e enfraquecida, origem de todos os males nacionais!!!"

E mais o novo PRONA, defenderá a propiedade privada com o seguinte lema:- “Propiedade Privada é Propiedade Sagrada!!” e também não será mais favorável à Bomba Atômica!!!

What is it about twin girls born day after Obama?

WND

Posted: April 27, 2011
9:58 pm Eastern
© 2011 WorldNetDaily

Today, Barack Obama blinked – releasing birth records he has hired lawyers to prevent the public from seeing, even at the expense of allowing U.S. Army Lt. Col. Terrence Lakin to be court-martialed and sent to prison for having dared ask questions the White House until now has resolutely dismissed with ridicule and disdain.
A key problem for Obama is that birth certificates issued to twin girls born one day later at Kapi'olani hospital, the Nordykes, are the Rosetta Stone of deciphering both Obama's previously released short-form Certification of Live Birth and the newly released purported copy of his long-form birth certificate.

The problem since the short-form certificate was released during the 2008 presidential campaign has always been this:
  • As WND reported, the long-form birth certificates issued by Kapi'olani to the Nordyke twins have certificate numbers lower than the number given Obama, even though the president purportedly was born at the samehospitala day earlier than the Nordykes.
  • Note, Susan Nordyke, the first twin, was born at 2:12 p.m. Hawaii time Aug. 5, 1961, and was given certificate No. 151 – 61 – 10637, which was filed with the Hawaii registrar Aug. 11, 1961.
  • Gretchen Nordyke, the second twin, was born at 2:17 p.m. Hawaii time Aug. 5, 1961, and was given certificate No. 151 – 61 – 10638, which was also filed with the Hawaii registrar Aug. 11, 1961.
  • Yet, according to the Certification of Live Birth displayed by FactCheck.org during the 2008 presidential campaign – and now according to the long-form birth certificate the White House released today –BarackObama was given a higher certificate number than the Nordykes.
  • Note, Obama was given certificate No. 151 – 1961 – 10641, even though he was born Aug. 4, 1961, the day before the Nordyke twins, and his birth was registered with the Hawaii Department of Health registrar three days earlier, Aug. 8, 1961.
In 1961, the birth certificate numbers were not assigned by the hospitals.
Instead, the numbers were stamped to the birth record by the Hawaii Department of Health at the main office in Honolulu.

This is the only place birth certificate numbers were assigned.

At the last step of the process, the documents were accepted by the registrar general, with the date of registration inserted in box No. 22 on the lower right hand corner of the long-form birth certificate.

The date the birth document was accepted by the registrar general was the date the birth certificate number was stamped on the birth record.

The birth certificate number was stamped on the form by a rubber stamp that automatically increased by one each time a birth certificate was stamped.
The question, therefore, is how was it possible that the Nordyke twins had their birth certificates accepted by the registrar general in Hawaii three days later than the registrar general accepted Obama's birth certificate, when the twins' numbers are lower than Obama's number?
Here are the Nordyke twins birth certificates:


Eleanor Nordyke has speculated that her twins received an earlier birth certificate number because, although she gave birth later than Ann Dunham, she entered Kapi'olani earlier.
Yet, in 1961, birth certificate numbers were not assigned by thehospital, and the date the mother checked into the medical facility was irrelevant to how birth certificate numbers were assigned.
Moreover, no records for Dunham having been a patient at Kapi'olani in 1961, or of Obama having been born at thehospitalon Aug. 4, 1961, have been released by thehospital.

Now that President Obama has personally vouched for the authenticity of the birth certificate the White House released today, he can reasonably be asked to authorize Kapi'olaniMedicalCenter to release any and all medical records the hospital may hold for his mother andBarackObama Sr., his listed father.
The debate over Obama's eligibility to be president has truly only just begun, with Obama's status having changed overnight from a bemused observer to a full-contact participant.

Two weeks before the publication of my book "Where's the Birth Certificate?" the effort to document Obama's past has begun in earnest.

Fundamentally, the world changed for Barack Obama this morning, not just in increasing pressure for the release of the many hidden documents about his past, but in the inescapable reality that the White House must defend this newly released birth certificate as authentic.

Before today, Obama may have attempted to explain away problems with the short-form Certification of Live Birth as the work of his supporters.

Before today, the president largely remained above the fray. Now, he has fully engaged in the presentation and defense of his birth records and his status as a "natural born citizen" under Article 2, Section 1 of the Constitution.
Obama's presidency now depends upon the White House being able to support the veracity of all the information contained in the birth document released yesterday morning.
In the final analysis, proof that the document is an authentic Obama birth record will await forensic examination.





Jerome R. Corsi, a Harvard Ph.D., has authored many books, including No. 1 N.Y. Times best-sellers "The Obama Nation" and "Unfit for Command." Along with serving as WND's senior staff reporter, Corsi is a senior managing director at Gilford Securities.

Gilford Securities, founded in 1979, is a full-service boutique investment firm headquartered in NYC providing financial services to institutional and retail clients, from investment banking and equity research to retirement planning and wealth management. The views, opinions, positions or strategies of the author are his alone, and do not necessarily reflect those of Gilford Securities. Gilford Securities makes no representations as to accuracy, completeness, currentness, suitability or validity of any information herein and will not be liable for any errors, omissions, or delays in this information or any losses, injuries, or damages arising from its display or use.


Read more: What is it about twin girls born day after Obama?http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=292457#ixzz1Kvsdl9X8

O CONSERVADORISMO, HOJE.

Via FACEBOOK
31/01/2011

Alexandre Otávio Cavalcanti de Carvalho

Num mundo onde o debate político é dominado por duas grandes narrativas antagônicas, mesmo que quase primas-irmãs, filhas da mesma raiz revolucionária, o entendimento geral é de que a palavra conservador possui um significado pejorativo. Geralmente, vem acompanhada no dicionário dos termos reacionário e retrógrado, considerados pela maioria como noções ainda mais desagradáveis. A coisa somente melhora quando ingressamos no terreno da biologia ou da medicina. Nessas áreas de estudo, o termo conservador vem intimamente ligado a outra palavra muito importante para a vida: a auto-preservação. A sociedade é encarada pelo conservadorismo como possuidora de propriedades tão orgânicas quanto o corpo biológico. O conservador é aquele que procura resguardar o corpo social tanto dos excessos do liberalismo quanto do igualitarismo. Na ânsia de evidenciar suas peculiaridades mais significativas, liberais e socialistas esquecem que tanto o corpo político quanto um organismo vivo necessitam de proteção. O conservador sabe, mais do que ninguém, que determinados tratamentos podem chegar até a matar o paciente.

Um primeiro aspecto a ser discutido sobre o conservadorismo é a sua falta de filiação ideológica. O conservador é aquele que se baseia na dúvida, no ceticismo e na prudência. Sabe que qualquer idealização tanto da mão invisível ou do equilíbrio de Nash – sua versão mais atualizada – quanto do materialismo dialético é insuficiente. Condena inclusive aquelas visões, também idealistas, que procuram transplantar para uma sociedade onde a ruptura, a tragédia e a decadência revolucionária já aconteceram, modelos ou valores sociais extintos, produtos de uma análise histórica tendenciosa e romântica. O conservador trabalha com o mundo que existe, porém com a plena consciência de que quebrar é muito mais fácil do que construir. Qualquer idealização é capaz de provocar tentativas de engenharia social que certamente produzirão novas relações de poder. O conservador é aquele que justamente desconfia daquelas ambições que se propõem a inverter o fluxo natural dos acontecimentos em nome de uma análise conceptual em etapas ou marcos. Revela que estas ambições não são tão somente um produto da ingenuidade e da presunção do discurso ideológico, mas surgem da mais visceral disputa pelo poder. A proposta conservadora é desconfiar, desacreditar e renunciar a essas ambições provenientes da imposição ideológica.

O conservadorismo se caracteriza também pela sua denúncia da atomização da sociedade através das polarizações Estado/cidadão e Corporações/consumidores. As sementes do totalitarismo, da alienação e do populismo estão incrustadas nessas dicotomias. A valorização dos grupos, sociedades e comunidades representativas de permeio ou paralelas a atuação do Estado dentro da sociedade civil é o caminho para se evitar as armadilhas da concentração de poder de um lado e da individualização massificadora do outro. O reconhecimento explícito da utilidade pública das religiões, cooperativas, associações culturais, entidades classistas, movimentos sociais, dentro daquilo a que se propõem e dos limites legais, deve vir acompanhado pela prática do princípio da subsidiariedade. O Estado assumiria, portanto, um papel supletivo. De modo algum, ele seria um ente diretor, incorporador ou aliciador. Os corpos sociais civis deveriam estar capacitados a cumprirem efetivamente o seu papel com plena autonomia perante o Estado. Na ausência ou incapacidade destes, o Estado interviria, mas a ênfase seria colocada em incentivar que esses entes civis se multiplicassem, se auto-organizassem e se auto-administrassem.

O conservadorismo valoriza o local. É na localidade que as políticas públicas são de fato aplicadas. Em princípio, numa situação ideal, o nível local deveria estar apto a resolver a totalidade dos problemas do cidadão. Pois é o ponto mais próximo da população. Porém, não é isso o que, de fato, ocorre na maioria das ocasiões. A solução seria transferir para os níveis dos Estados e da União somente aquilo que não poderia ser resolvido no plano da localidade, seguindo o princípio da subsidiariedade. O Município passaria assim a ser reconhecido no ordenamento jurídico como o principal e mais capaz agente do desenvolvimento social, seria o ente federativo primordial, limitado somente por circunstâncias que exigissem, temporária ou permanentemente, o aporte de recursos ou a gestão das entidades superiores. Por conseguinte, haveria uma inversão da arrecadação em favor dos Municípios e Estados, instituindo o autêntico federalismo. É também no âmbito local onde os dispositivos de democracia direta poderiam ser devidamente aplicados sem oferecerem riscos ao sistema representativo.

O conservadorismo é um defensor intransigente da relevância da propriedade privada como um direito tão importante quanto à vida, a segurança pessoal e as liberdades de consciência, de movimento e de associação. O conceito de propriedade utilizado aqui não se restringe somente à propriedade fundiária. É correto entender como propriedade particular toda e qualquer capacidade de capitalização que possa ficar congelada em um bem que não se destine somente ao consumo próprio. Ser proprietário de um ativo desses é uma circunstância que traz maior segurança e estabilidade, garantindo assim certa autonomia diante do restante dos particulares e do próprio Estado. Para a mentalidade conservadora, essa liberdade derivada da condição de proprietário é tão fundamental que não existe preconceito algum contra qualquer tipo de propriedade. Inclusive, aquelas que estão em débito perante os requisitos de sua função social. A questão central nesse aspecto é que não deveríamos valorizar um tipo de propriedade em detrimento de outro. Todo e qualquer tipo de propriedade particular é tida como importante para o progresso social. A disseminação da propriedade privada, outro ponto defendido pela plataforma conservadora como um dos fatores impulsionadores da genuína evolução do corpo social porque não se baseia somente no simples consumismo, não deveria acontecer através da privação arbitrária do mesmo direito de outrem.

O conservadorismo promove a igualdade econômica através da igualdade de oportunidades. O ponto central aqui é não somente dar o peixe, mas ensinar o sujeito a pescar. A sociedade deve se empenhar na formação de indivíduos produtivos, na valorização do trabalho e do mérito, na criação de condições para que as pessoas se eduquem e se profissionalizem. A educação deve nos libertar do autoritarismo, da obediência cega, da subordinação e do comodismo. É uma visão contrária ao populismo econômico. Onde o Estado passa a distribuir benesses sem contrapartida, pagando rendimentos crescentes a legiões de dependentes, na forma de salários aos funcionários públicos, aos aposentados, aos recebedores de bolsas e aos rentistas de uma forma geral. Mérito significa que os indivíduos devem ser bem pagos somente com base em suas próprias capacidades e não levando em conta as vantagens de classe social, do nepotismo, do corporativismo e de políticas afirmativas. A meritocracia é, sem sombra de dúvida, essencial para garantir a eficiência econômica necessária para gerar a elevação dos padrões de vida.

O conservadorismo fomenta uma desconfiança salutar contra qualquer forma de poder. Essa desconfiança é baseada no princípio da imperfectibilidade. Tal princípio preconiza que a natureza humana sofre irremediavelmente de determinadas falhas graves. Dessa forma, todo e qualquer poder deve ser prudentemente limitado, pois sempre é o poder de um ou de alguns sobre os outros. Todo poder supostamente coletivo sempre é desviado pela necessidade de representação e de deliberação. Devido a isso, todo e qualquer governo ou corporação deve ser levada na rédea curta, deve ser vigiada e fiscalizada. É a chamada visão pessimista do poder. Onde a preocupação maior daquele que detém o poder é, em primeiro lugar, preservá-lo. O discurso político, dessa forma, não se prestaria a promoção do bem comum e da liberação, mas seria usado somente como um sofisma ideológico destinado a preservação do poder, que possuiria, através de uma ética hipócrita, o efeito colateral de proporcionar benefícios.

O conservadorismo prioriza o prático sobre o teórico. O conservador é aquele que opta por aquelas soluções que produzem bons resultados via processos de experimentação e sedimentação. Soluções boas são aquelas constantemente ajustadas ao passarem pelo crivo da experiência. Dessa maneira, um período de maturação é necessário. A questão central nesse tópico é a da experiência através da continuidade. A mentalidade moderna trabalha somente com a experiência através da análise ou de uma simulação. Esquece de um fator muito importante: o tempo. O tempo descrito aqui não é aquele de um cronograma com prazos fixos e estipulados, mas o tempo real. Não é o tempo da razão de um diretor, de um dirigente, de um cliente, de um competidor, mas o tempo do surgimento e da estabilização. É aquele tempo durante o qual se permite que as coisas despontem a partir de si mesmas e se ajustem.

O conservadorismo sustenta a prevalência do cultural sobre o econômico. Diferente de liberais e marxistas, o conservador é aquele que destaca a cultura como fonte primeira do processo civilizacional. A construção cultural é sempre bem mais lenta que a transformação econômica, pois envolve a decantação penosa de mentalidades através da solidificação de tradições. Não se assenta em teorizações mirabolantes. Mesmo as categorias econômicas são um produto de valorações apuradas a partir de um longo processo histórico de idas e vindas às vezes bastante sofridas. A idéia de um devir econômico baseado em leis próprias apartadas de qualquer mentalidade cultural é uma quimera. As grandes narrativas modernas sempre procuraram destacar um determinado conjunto de elementos do restante da cultura dando-lhes vida ou lógica própria. Desse modo, acabaram por criar visões totalizantes da história que prescreviam regras de funcionamento da sociedade para toda a humanidade.

No Brasil, hoje, não existe um grande partido de direita. Desde os Democratas até o PT, todos são liberais, social-democratas ou socialistas. O país precisa urgentemente de um, pois agora virou moda ser progressista. Rotular alguém de direitista tornou-se praticamente uma ofensa. Precisamos de um partido que resgate o termo, “direita”, dos seus mal-entendidos históricos. É necessário definir as bases programáticas para um novo conservadorismo que não se limite, por um lado, somente a defender a moralidade familiar e os bons costumes, enquanto que, do outro, adere, sem hesitar, ao mais descarado fisiologismo, pois fisiológica atualmente é a esquerda. Precisamos de um partido que proteja os interesses daqueles que produzem, trabalham, pagam impostos, por sinal, escorchantes, e que não são devidamente recompensados com um comportamento mais republicano da parte de seus governantes. Mais de um terço do eleitorado aguarda por isso.

_________

Cavaleiro: e ainda este trecho de um comentário excelente do autor da publicação.

...Hoje, existe uma hegemonia da esquerda que começou, lá atrás, durante a ditadura militar com a teoria da panela de pressão de Golbery. A partir daquela época a sinistra começou a dominar os meios literários e acadêmicos porque justamente o regime militar deixou esses espaços abertos como uma válvula de escape da coação que a ditadura exercia.

Hoje, estamos numa época bem diferente: o consenso a esquerda é um fenômeno mundial, pois o capital descobriu que a esquerda é mais eficiente no gerenciamento do crescimento econômico, já que ela é pretensamente a dona do discurso da igualdade e da justiça social que não passa de um sofisma com o objetivo de se manter no poder.

A China é o cenário modelo de um vigoroso crescimento econômico com a exploração abusiva da população através de uma ditadura de esquerda. A desconfiança de que o PT possuí um projeto de supremacia política gramsciniana faz com que a possibilidade de sua permanência no palácio do planalto a partir de 2014 acenda o alerta amarelo de todos aqueles que têm um mínimo de preocupação com a democracia. Essas pessoas são justamente aquelas que acordaram ou migraram do centro ou da centro-esquerda para a direita, mas não possuem um canal de expressão política que seria um partido de viés liberal-conservador...

Fight of the Century: Keynes vs. Hayek Round Two

Entrevista do Principe do Brasil. D. Bertrand de Orleans e Bragança.

The Alex Jones Show 4/28/11: New Obama Birth Certificate is a Forgery!



Kurt Nimmo
April 28, 2011
http://www.infowars.com/
http://www.prisonplanet.tv/
http://www.infowars.net/
http://www.prisonplanet.com/

Our investigation of the purported Obama birth certificate released by Hawaiian authorities today reveals the document is a shoddily contrived hoax. Infowars.com computer specialists dismissed the document as a fraud soon after examining it.

Check out the document released by WhiteHouse.gov for yourself.
http://www.whitehouse.gov/sites/default/files/rss_viewer/birth-certificate-lo...
Upon first inspection, the document appears to be a photocopy taken from state records and printed on official green paper. However, when the government released PDF is taken into the image editing program Adobe Illustrator, we discover a number of separate elements that reveal the document is not a single scan on paper, as one might surmise. Elements are placed in layers or editing boxes over the scan and green textured paper, which is to say the least unusual.

When sections of the document are enlarged significantly, we discover glaring inconsistencies. For instance, it appears the date stamped on the document has been altered. Moreover, the document contains text, numbers, and lines with suspicious white borders indicating these items were pasted from the original scan and dropped over a background image of green paper.

VIDEO: Alex Jones gives proof that Obama's purported birth certificate is fraud.
http://www.youtube.com/watch?v=3g30VCl_cgk

Let's assume the state of Hawaii scanned the original document and placed it on the green textured background. This does not explain the broken out or separate elements. There is no logical reason for this to be done unless the government planned to modify the document and make it appear to be something other than it is.

There are two elements of interest, as shown in the image to the above -- both entries for the date accepted by the local registry. This appears to have been modified in an image editing program.

The media was quick to dispel the fact the document was modified. "Our analysis of the latest controversy: The original birth certificate was probably in a 'negative' form, and someone at the White House took it upon themselves to doctor it up so the form can be readable," writesJoe Brooks for Wireupdate.

Nathan Goulding, writing for the National Review, tells us anybody can open the White House released PDF in Illustrator and it will break out into layers. "I've confirmed that scanning an image, converting it to a PDF, optimizing that PDF, and then opening it up in Illustrator, does in fact create layers similar to what is seen in the birth certificate PDF. You can try it yourself at home," he writes.

Indeed, but this does not answer the question why in the Obama birth certificate PDF the layers or elements contain dates -- which appear to be modified -- and the signature of the state registrar. If the document was acquired from state records in whole, why was it necessary to add elements? Goulding and Brooks do not address this issue.

These layers are also revealed by the White House issued PDF's hex file in freeware hex editor. Within its code are listed 8 image masks, which if changed from value "true" to "false" turn off and on to reveal the layers as demonstrated in the video and in Illustrator. Whether these represent compression artifacts or other digitizing processes, or whether these masks represent deliberate manipulation remains to be conclusively shown.

http://www.infowars.com/new-obama-birth-certificate-is-a-forgery/

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Mais uma análise do novo documento obâmico falso. Pleonasmo, não é mesmo? Se é do Obama, é falso.

Por e-mail. Refere-se a este e este artigos:


Pessoal,

Acabei de fazer o download do arquivo e o abri no Adobe Illustrator. Eu fiz o teste e coloco aqui minhas conclusões. É um pouco longo, mas acho que vale a pena.

No Photoshop, que o blog cita, é impossível ver as camadas. Mas o AI, como edita PDFs, reconhece uma camada, mas dividida em dezenas de sublayers ("subcamadas"), cada uma com um ou um punhado de objetos. Isso já é mais do que o suficiente para provar que não é uma imagem única, digitalizada.

Mas vamos supor que, na geração do PDF, a imagem tenha sido "fatiada", o que é possível acontecer. Esse seria um argumento dos crentes. Bom, caso fosse uma imagem digitalizada e fatiada na saída, os diversos "pedaços" (fatias) da imagem não teriam profundidade alguma. Seriam diversos objetos em um mesmo nível, lado a lado. Nesse PDF, há imagens sobre imagens: há profundidade e não existe o "fatiamento". Ponto.

Aprofundando um pouco mais, e ignorando as provas acima (a profundidade e as diversas sublayers não são evidências, mas provas), esse PDF poderia ser feito de duas maneiras, caso fosse real:

  1. A certidão oficial foi fotocopiada no formulário verde, e depois digitalizada. Neste caso, a fotocopiadora transmitiria ao papel timbrado a impressão da certidão, usando o tonner. Abram o PDF e aproximem bem ao redor dos textos. Notaram algo diferente? Há brilho ao redor de todos os objetos em preto. Como não há tonner branco e não existe fotocopiadora com borracha, esse brilho é uma impossibilidade completa.

  2. A certidão oficial foi digitalizada, e sobreposta ao fundo, que seria uma folha timbrada também digitalizada, eletronicamente. Nesse caso, tanto o fundo quanto a certidão seriam importadas em um editor, e após isso, exportadas como um PDF. Mas há um problema aí. A certidão, se digitalizada, teria o fundo em branco. Quando importada e posta em cima do papel timbrado, veríamos seu fundo. Mas esse fundo não aparece. Aí, há duas possibilidades:
    1. Definir a opacidade da certidão como "multiply". Com as cores multiplicadas, tudo que é branco some, inclusive o brilho. Impossível então. Isso leva à segunda possibilidade.
    2. Editar a imagem, removendo o fundo branco (ou apagá-lo, ou vetorizá-la ou salvar como um PNG ou GIF com fundo transparente). Isso explicaria a possibilidade de colocar o brilho ("outglow"). Só que, aí, temos comprovada a edição da imagem.
Eis, ponto por ponto, o porquê do documento ser falso.

Att.
Daniel, que é arte-finalista.

New Obama Birth Certificate is a Forgery

INFOWARS

Infowars.com

April 28, 2011
Our investigation of the purported Obama birth certificate released by Hawaiian authorities today reveals the document is a shoddily contrived hoax. Infowars.com computer specialists dismissed the document as a fraud soon after examining it.
Check out the document released by WhiteHouse.gov for yourself.
New Obama Birth Certificate is a Forgery  obamabreakout
Upon first inspection, the document appears to be a photocopy taken from state records and printed on official green paper. However, when the government released PDF is taken into the image editing program Adobe Illustrator, we discover a number of separate elements that reveal the document is not a single scan on paper, as one might surmise. Elements are placed in layers or editing boxes over the scan and green textured paper, which is to say the least unusual.
When sections of the document are enlarged significantly, we discover glaring inconsistencies. For instance, it appears the date stamped on the document has been altered. Moreover, the document contains text, numbers, and lines with suspicious white borders indicating these items were pasted from the original scan and dropped over a background image of green paper.
VIDEO: Alex Jones gives proof that Obama’s purported birth certificate is fraud.


Let’s assume the state of Hawaii scanned the original document and placed it on the green textured background. This does not explain the broken out or separate elements. There is no logical reason for this to be done unless the government planned to modify the document and make it appear to be something other than it is.
There are two elements of interest, as shown in the image to the above – both entries for the date accepted by the local registry. This appears to have been modified in an image editing program.
The media was quick to dispel the fact the document was modified. “Our analysis of the latest controversy: The original birth certificate was probably in a ‘negative’ form, and someone at the White House took it upon themselves to doctor it up so the form can be readable,” writesJoe Brooks for Wireupdate.
Nathan Goulding, writing for the National Review, tells us anybody can open the White House released PDF in Illustrator and it will break out into layers. “I’ve confirmed that scanning an image, converting it to a PDF, optimizing that PDF, and then opening it up in Illustrator, does in fact create layers similar to what is seen in the birth certificate PDF. You can try it yourself at home,” he writes.
Indeed, but this does not answer the question why in the Obama birth certificate PDF the layers or elements contain dates – which appear to be modified – and the signature of the state registrar. If the document was acquired from state records in whole, why was it necessary to add elements? Goulding and Brooks do not address this issue.
These layers are also revealed by the White House issued PDF’s hex file in freeware hex editor. Within its code are listed 8 image masks, which if changed from value “true” to “false” turn off and on to reveal the layers as demonstrated in the video and in Illustrator. Whether these represent compression artifacts or other digitizing processes, or whether these masks represent deliberate manipulation remains to be conclusively shown.
<< /Length 17 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 123 /Height 228 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >> 
<< /Length 13 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 199 /Height 778 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
<< /Length 19 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 47 /Height 216 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
<< /Length 15 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 42 /Height 274 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
<< /Length 10 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 1454 /Height 1819
/ImageMask true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
<< /Length 25 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 132 /Height 142 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
<< /Length 23 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 243 /Height 217 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
<< /Length 21 0 R /Type /XObject /Subtype /Image /Width 34 /Height 70 /ImageMask
true /BitsPerComponent 1 /Filter /FlateDecode >>
New Obama Birth Certificate is a Forgery  161008pptv3
As Market-Ticker.org points out, it may prove to be significant that two of the boxes appear over both of the “date accepted” boxes, as well as the “Mother’s occupation box.” Was there a need to tamper with the dates on the document or other areas? The recent stamp date and issuing signature of the state registrar also contain an edited layer.
Questions have also been raised about the number at the top of the document issued by the Department of Health, number 61 10641, as one part of the number is in a separate layer when viewed in Illustrator, as demonstrated in the video above. This may prove to be significant. A long form birth certificate obtained by the Honolulu Star in 2009 from a female born one day after Obama and whose form was accepted three days after Obama’s document contains a Dept. of Health number that is lower, 61 10637. There are other subtle differences, such as the use of “Aug.” for the date rather than “August,” and the use of “Honolulu, Oahu” rather than “Honolulu, Hawaii” (seen also in the 1962 certificate below) which may or may not be significant.
More to the point, this certificate and others, like the one posted below it, have visible seals. No issuing seal can be seen on the document released today by Obama.

Negative of long form birth certificate for Aug. 5, 1961 birth in Honolulu, released in 1966 with seal and dated signatures.Published by Honolulu Star and World Net Daily in 2009.
New Obama Birth Certificate is a Forgery  090728birthcert
Photo of physical copy of long form birth certificate for June 15, 1962 birth in Honolulu, also with visible seal.
New Obama Birth Certificate is a Forgery  13
Infowars will continue to analyze this issue as more information comes in. It is significant that the Obama Administration was pressured into responding to this controversy, whatever the final analysis of this document. However, the administration still needs to release his other records which have been sealed at great expense. Is there an issue with his being naturalized in Indonesia? Why are his college records at Columbia and Occidental sealed, and what do they contain? Did Obama travel to Pakistan on a foreign passport? These questions and many others have not been properly answered.
Aaron Dykes contributed to this report.

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".