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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Comunistas, fascistas e pervertidos. Meu Deus do céu!

DEXTRA
SEXTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO DE 2010


O agitador homófilo Kevin Jennings,
agora em sua nova encarnação
como secretário do OSDFS 
O artigo abaixo é de um ano atrás, mas mereceu uma tradução porque dá uma excelente idéia do que é de fato a administração sinistra do impostor Barack Obama, venerado como santo pela imprensa esquerdista e bocó do Brasil. Ainda mais que o verme a que o texto é dedicado, o ativista homófilo e depravado Kevin Jennings, continua firme no cargo.

J. Matt BarberRenew America, 6 de novembro de 2009
Tradução, fotos e links (exceto por*): Dextra


    O círculo mais próximo de Obama está tomando a forma daquela cena do bar em 'Guerra nas Estrelas'. É um tropel imenso de czares e conselheiros políticos que não dão satisfação a ninguém, constituído de alguns dos mais grotescos elementos da extrema-esquerda que se possam imaginar. Como mamãe dizia, você é conhecido pelas companhias que tem e Obama tem companhias realmente espantosas.
    Eis aqui uma amostragem: Primeiro, fizemos cair em desgraça o ex-czar dos empregos ecológicos, Van "bi-bi-fon-fon" Jones. Jones, um auto-declarado comunista, e que acredita que o onze de setembro foi obra do governo americano,foi forçado a se demitir, depois que notícias de seu extremismo vieram a público.

    E é claro, a administração tem o seu próprio Dr. Dolitte: o czar regulatório Cass Sustien, que defende o direito dos animais processarem as pessoas.  

    Mas talvez o mais espantoso dos conselheiros de Obama seja o responsável pelas "escolas seguras", Kevin Jennings[secretário da agência nacional para "escolas seguras e livres de drogas"]. Jennings - um assumido ativista homossexual - é ex-diretor da GLSEN ( Rede de Educação Gay, Lésbica e Hétero), um grupo altamente polêmico de ativistas homossexuais adultos que defendem a anarquia sexual e trabalham silenciosamente para normalizar a prática criminosa da pederastia*. 

    O objetivo fundamental da GLSEN é impor, em nossas escolas públicas, perigosos e até mortíferos comportamentos homossexuais e travestistas para crianças de até cinco anos. Tão ousado é Jennings em sua promoção do comportamento homossexual entre as crianças que ele até redigiu o prefácio de um livro entitulado "Queering Elementary Education" [Enveadando a Educação Elementar"] (Você, eu não sei, mas Jennings e os de sua laia só vão "enveadar" a educação de meus filhos em idade de educação elementar por cima do meu cadáver.)

    Muitas das atividades anteriores de Jennings o desqualificam para ocupar qualquer cargo relacionado com crianças; mas um escândalo surgido recentemente, envolvendo uma conversa dele com um ex-aluno do ensino médio, não deixa dúvidas de que ele não tem condições de atuar em sua presente função. Jennings admitiu que, quando era professor, um garoto - que, segundo ele, devia ter uns 15 anos - comentou com ele que tinha sido sodomizado por um "homem mais velho", que o tinha atraído a sua casa a partir de um banheiro de parada de ônibus. 

    É claro que qualquer professor racional teria ligado imediatamente para a polícia e notificado os pais do aluno. Mas Kevin Jennings — um fanático anti-cristão que certa vez disse sobre os cristãos: "F...dam-se eles!...Morram todos!" — é tudo, menos racional. Ao invés disto, ele ratificou o contato homossexual homem-garoto, dizendo-lhe frivolamente: "Espero que você já soubesse usar camisinha." (Jennings recentemente admitiu que "deveria ter lidado com esta situação de forma diferente," mas, no entanto, recusou-se arrogantemente a se demitir ou mesmo se desculpar).

       O agitador comunista, 
homófilo e simpatizante da NAMBLA
   
  Mesmo assim, a atitude altaneira de Jennings em relação ao sexo adulto-infantil não é nenhuam surpresa. Em um discurso feito em 1997, ele expressou sua admiração por Harry Ray, um defensor de longa data do grupo homossexual/pedófilo NAMBLA (a Associação do Amor Homem-Garoto da América do Norte)[Veja foto ao lado]

    De acordo com o site da NAMBLA, Hay fez a seguinte declaração durante uma palestra, em 1983: "Eu também gostaria de dizer, neste momento, que me parece que, na comunidade gay, as pessoas que deveriam estar intercededendo pela NAMBLA são os pais e os amigos dos gays. Porque se os pais e amigos dosgays fossem realmente amigos dos gays, eles saberiam que o relacionamento com um homem mais velho é exatamente aquilo de que os garotos de treze, quatorze e quinze anos precisam mais do que qualquer outra coisa no mundo. E eles deveriam ficar felizes com isto, e ficar felizes com a oportunidade de os garotos gays terem o tipo de experiência de que eles precisam."

    Doentio, não é? Chocante, não? bem, não para Kevin Jennings. Sua opinião? Disse ele, efusivo: "Uma das pessoas que sempre me inspirou foi Harry Hay." [Transcrição da fala dele AQUI]
    Mas, novamente, isto não é nenhuma surpresa. Grupos homossexuais/pedófilos como a NAMBLA e grupos ativistas homossexuais há muito tempo são companheiros de luta. Em muitos casos, os membros de ambos os grupos são os mesmos. De acordo com a organização apartidária de monitoramento do ativismo homossexual Americanos pela Verdade Sobre a Homossexualidade*, a NAMBLA marchou ao lado de grupos ativistas gays em paradas do "orgulho gay" durante anos, até que se tornou politicamente inconveniente para os ativistas homossexuais continuar permitindo que eles o fizessem.
    Da mesma forma que o ativista gay pioneiro Harry Hay, a legalização do sexo adulto-infantil há muito tempo é um dos objetivos dos ativistas homossexuais (durante antos, abertamente; hoje, de forma velada). Meninos e adolescentes sendo usados para o homosexo são chamados de "frangos" [chickens] no léxico gay.
    Na verdade, parte da "Plataforma dos Direitos Gays" proposta pelos ativistas gaysde 1972  pedia a "anulação de todas as leis relativas à idade do consentimento sexual." Isto aí deveria fazer gelar a espinha de qualquer pai ou mãe. Tal anulação daria permissão legal para os homossexuais e pedófilos terem acesso aos seus filhos crianças e adolescentes, leitor, para sua própria gratificação sexual predatória - contanto que as crianças "consentissem" em fazer sexo (como o garoto que confidenciou com Jennings). 
    Escândalos, é claro, não são uma novidade para Jennings. Em um evento de 2000, promovido pela  GLSEN, ativistas homossexuais adultos foram pegos em uma arrumação ao estilo da ACORN, ensinando garotos de apenas 13 anos a prática horrível do "fisting". (Para ver a definição, clique aqui* - não é adequado para a publicação). A resposta de Jennings? Ele defendeu o evento e até entrou com um processo, na tentativa de abafar o escândalo.
    Mas "acobertar" é o núcleo mesmo da estratégia de Jennings. Em 1995, ao resumir seu modus operandi de manipulação e doutrinação, ele alertou seus companheiros ativistas homossexuais a esconderem seus verdadeiros motivos e evitarem usar um linguagem de "promoção da homossexualidade". Ao invés disto, ele observou astutamente que "a reformulação deste tema" através do uso velhaco de eufemismos propagandísticos como "segurança" e "violência" era "a chave para... o sucesso."
    E funcionou feito mágica.
    Mas ao invés de estarem sendo nomeados para uma posição de tamanho poder e prestígio, tanto Kevin Jennings quanto a GLSEN devem ser considerados responsáveis por prática de malfeirorias educacionais irresponsáveis.
    Diversos estudos provaram, por exemplo, que a prática homossexual, especialmente entre os homens jovens, é considarada mais arriscada para a saúde do que uma vida inteira fumando excessivamente.

    Um destes estudos — realizado por pesquisadores pro-gays no Canadá  — foi publicado no  International Journal of Epidemiology (IJE) em 1997. (veja aqui o estudo: http://ije.oxfordjournals.org/cgi/reprint/26/3/657.pdf *)
    Embora o consenso médico seja de que fumar abate de dois a 10 anos da expectativa de vida de um indivíduo, o estudo do IJE descobriu que a prática homossexual reduz a expectativa de vida dos gays em inacreditáveis "8 a 20 anos"  — mais de duas vezes mais do que o hábito de fumar.

    "Mesmo sob os mais liberais pressupostos," concluiram os pesquisadores, "os homens gays e bissexuais deste centro urbano estão agora usufruindo de uma expectativa de vida semelhante à de que desfrutavam todos os homens do Canadá no ano de 1871. ... A expectativa de vida aos vinte anos de idade para os homensgays e  bissexuais é de 8 a 20 anos menor do que para todos os homens."
    Os riscos associados com a prática homossexual são tão sérios que, na verdade, os regulamentos de saúde americanos proíbem homens que fazem sexo com homens (MSM) de algum dia doarem sangue. (E Jennings e o GLSEN ainda encorajam as crianças a adotarem os mesmos comportamentos que - por razões quantificáveis relacionadas à saúde — os impediriam de doarem sangue... para sempre.)
    Considere que, de acordo com a Food and Drug Administration, HSH "têm uma incidência de HIV 60 vezes mais alta do que a população em geral, 800 vezes mais alta do que os que dôam sangue pela primeira vez e 8 000 vezes mais alta do que doadores de sangue regulares."
    As crianças e adultos que se envolvem em práticas  homossexuais — sobretudo os homens — também são suscetíveis — em uma taxa astronômica — a quase todas as outras formas de doenças sexualmente transmisíveis (DST). Por exemplo, o vírus da Hepatite B é cerca de cinco a seis vezes mais comum entre gays e a hepatite C é duas vezes mais comum.
    Além do mais, um estudo realizado em 2007 pelos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças descobriu que, embora os homossexuais constituam apenas uma fração da população (de um a dois por cento), eles respondem por epidêmicos 64% de todos os casos de sífilis.
   Portanto, tudo isto faz com que perguntemos: Por que raios um maluco como este Kevin Jennings  — cuja vida vida inteira de trabalho colocou as crianças irrefutavelmente em risco — está responsável por tornar as "escolas seguras"? Ele até se gabou em suas memórias pessoais sobre seu próprio abuso de álcool e drogas.
    Na verdade, a nomeação de Jennings por Obama foi uma medalha de ouro na categoria "rata", em meio a uma série de tropeços de proporções olímpicas. Se sua administração quiser preservar um mínimo de uma credibilidade em rápido desaparecimento, o presidente deve forçar Jennings a renunciar ao cargo e denunciar seu comportamento irresponsável.
    Cada dia que Jennings continua no cargo é um dia a mais que ele prejudica Obama; pior ainda, é mais um dia que ele prejudica as crianças.
    O verdadeiro escândalo é Jennings ter sido nomeado, em primeiro lugar. Ele tem que sair e sair agora.

Intelectuais e o Estado: uma estranha simbiose

MÍDIA SEM MÁSCARA

inteligentsia brasileira, em geral, é formada dentro dos braços amigáveis do ogro filantrópico governamental, ou seja, do Estado. Forjada nos quadros e na mentalidade do funcionalismo público, é raro em nossa tradição ver algum erudito que tenha vida independente na área da iniciativa privada.
Na campanha eleitoral que elegeu Dilma Roussef presidente do Brasil, cerca de cinco mil professores universitários de todo o país assinaram um manifesto de apoio à sua candidatura a despeito de toda má fama da presidenciável e de seu governo. Para os medalhões da USP e de outras faculdades, a corrupção endêmica do governo federal, a quebra ilegal de sigilos bancários contra a oposição, as alianças petistas com o narcotráfico e o terrorismo internacional, nada disso contou no voto docente "esclarecido". O voto docente, por assim dizer, foi bem indecente.
Como dizia uma dessas criaturas pernósticas, nada menos do que a dublê de filósofa Marilena Chauí, o mensalão nunca existiu. Tal como o presidente Lula, ela não sabia de nada. E quando as provas do crime se revelaram gritantes, a mesma mudou de discurso. Dizia que aquilo era uma conspiração da mídia. Marilena Chauí foi ainda mais longe: com a eleição levada ao segundo turno, por conta da virada de José Serra, a mesma começou a criar mais factóides. Espalhou que o candidato tucano era um perigo para a democracia, porque uma companheira sua, a dublê de psicóloga e militante petista Maria Rita Kehl foi demitida do jornal O Estado de São Paulo. Nas palavras dos petistas, foi"delito de opinião". Os petistas podem criar legislações totalitárias de censura e "controle social" da imprensa pelo Estado, como o tal Conselho Federal de Jornalismo e a Ancinav, sem o menor alarde, e acusarem nos outros o que praticam.

Claro que Marilena Chauí e sua amiguinha psicanalítica fecham os olhos às propostas estaduais de amordaçamento da imprensa apregoadas pela Confecom (conferência nacional de comunicações). No entanto, na visão petista, um jornal não pode ser livre para escolher seus quadros ou decidir que linha editorial deve seguir. Pior se essa linha editorial não seguir diretrizes petistas. Dentro da lógica da dublê de filósofa uspiana, posso exigir espaço para escrever à Carta Capital, Carta Maior ou aos Caros Amigos do reizinho populista Lula, sob pena de acusar a imprensa esquerdista de censura! É deprimente como alguém, que tem obrigações de integridade intelectual aos seus alunos e leitores, se rebaixa de tal forma, comprometida a uma campanha eleitoral tão suja. É essa criatura que"convida" os estudantes a estudarem filosofia!Se bem que muitos de seus leitores não devem ser grande coisa.
Em suma, a eleição presidencial de 2010 demonstrou uma completa corrupção moral das elites intelectuais das universidades. Ao assinarem o manifesto, colaboraram com o projeto totalitário do PT, com a destruição da democracia, com a falta de qualquer princípio moral e ético na política, este, sacrificado ao altar da ideologia socialista.
Alguém poderia se escandalizar com a traição dos "clercs", dos intelectuais, na feliz expressão de Julien Benda. Intelectual seria sinônimo de criatura pensante, questionadora, independente, que age conforme a razão, a honestidade, ao bom senso e a inteligência. O homem comum pode se dar ao luxo de pecar, por licenciosidade ou ignorância. O "clerc"não.
No entanto, ledo engano para quem acredita que a vida universitária encarna algum tipo de elevação ética ou moral. Se há algo que a intelectualidade no século XX fez em grande escala foi desvirtuar a inteligência, corrompê-la, ou mesmo destruí-la. Comunismo, nazismo e fascismo são criações intelectuais antes de serem políticas. Surgiram como ideais novos nas universidades e escolas, vendidos como o elixir da modernidade contra a decadente sociedade burguesa e liberal. Ademais, raramente as pessoas casam esses conceitos políticos num contexto de unidade histórica e filosófica. O comunismo e o nazi-fascismo são frutos comuns do positivismo, darwinismo e do marxismo, pensamentos e projetos que dominaram as academias e universidades no final do século XIX. Não me assustaria se os intelectuais brasileiros não fossem excluídos dessa mesma doença espiritual. Ademais, positivismo, darwinismo e marxismo foram modismos que mais vingaram aqui, sem contar suas sucursais e suas versões mais esdrúxulas.
Não se pode, entretanto, ignorar um elemento que é peculiar e relacionado ao Brasil. A inteligentsia brasileira, em geral, é formada dentro dos braços amigáveis do ogro filantrópico governamental, ou seja, do Estado. Forjada nos quadros e na mentalidade do funcionalismo público, é raro em nossa tradição ver algum erudito que tenha vida independente na área da iniciativa privada. Na verdade, nem mesmo a iniciativa privada tem a tradição de investir em cultura. As universidades e escolas privadas, na prática, são meras extensões do Estado e obedecem bovinamente suas imposições.
Sob pena de não ter muito retorno ou sustento por conta própria, o homem de estudos vira funcionário público. Porém, tal caminho cobra um preço. A eterna dependência do intelectual com o Estado alarga o governo em todas as esferas da cultura e compromete o próprio desenvolvimento autônomo da liberdade intelectual. Na pior das hipóteses, ocorre o que se viu na campanha eleitoral de Dilma Rousseff: uma classe corporativista, amesquinhada de seus privilégios governamentais, apegada aos cargos públicos como se fossem propriedades particulares ou concessões mercantilistas do Antigo Regime. E pior, uma classe de pessoas altamente improdutiva intelectualmente, já que há uma promiscuidade entre a inteligência e a política. No final das contas, quem poderá confiar nesses indivíduos, se eles mesmos comprometem a honestidade e liberdade intelectual em troca de cargos, dinheiro e favores estatais?
É claro que esse compromisso entre funcionários públicos intelectuais e ativistas e o Estado é muito mais antigo do que se imagina. Provém das raízes patrimonialistas da nossa cultura política e social, na incapacidade de se delimitar a divisão entre o público e o privado. Torna-se mais patético e grosseiro eles venderem a idéia de que são "progressistas", "agentes de transformação social", paladinos da modernidade. Pelo contrário, são os arautos mais completos do atraso político do país. Não se pode falar nem mesmo que sua linguagem é "moderna". O socialismo, que fracassou em todo o mundo, com um preço incalculável de centenas de milhões de mortes, só parece realmente "progressista" a uma parte do globo que finge ignorar a queda do Muro de Berlim, isolada pela sua mais completa insignificância cultural. Mas, convém dizer, esses mesmos "progressistas" pensam tal qual uma nomenclatura soviética: sonham com uma humanidade ao modo de Cuba, Vietnã, China e Coréia do Norte, todavia, possuem carros importados, viajam para as praias do nordeste ou fazem compras em Berlim e Paris. Na verdade, defendem o terceiro mundo no conforto do seu mundinho fechado de burgueses estatais, nas ilhas da Avenida Paulista ou do Higienópolis. Ou será que alguém vai encontrar professor da USP pegando o metrô de São Paulo na hora do "rush" ou morando em alguma baixada dominada pelo PCC? Algum alto comissário da USP vai trocar os bairros caros de São Paulo ou a Europa pelo Zimbábue? Ou mesmo por Cuba?
Há de se lembrar que todos esses confortos, mordomias, luxos e prazeres mundanos são pagos pelo contribuinte, esse novo servo do Estado democrático. Quem financia os eventos, os encontros, as conferências, os prêmios e a viagens luxuosas dessa casta inútil? O cidadão brasileiro, ou seja, eu, você, quase todo mundo! É um capitalismo parasitário em que uma camarilha de pessoas é capitalista com o dinheiro dos outros! Enfim, um verdadeiro capitalismo de Estado!
A elite intelectual brasileira, com raras e honrosas exceções, é uma classe supérflua de pessoas, tal como foi a aristocracia na França pré-revolucionária. Custa caro e a produção cultural é pobre, ínfima. Por muito menos, Aristóteles e São Tomás de Aquino produziram bem mais à humanidade. Seria mais correto dizer que uma boa parte da ruína moral, cultural e educacional do país se deveu gloriosamente a esses cinco mil professores que apóiam Dona Dilma, junto com seus apaniguados, que compartilham das mesmas crenças corporativistas e totalitárias. Tal como no filme de Klaus Maria Brandauer, Mephisto, onde um ator vende sua alma ao nazismo, os professores venderam sua alma ao diabo petista e prostituíram vergonhosamente sua moral e seu intelecto. Tremo na minha espinha quando ouço as palavras do Evangelho: de que adianta ganhar o mundo, se você perde sua alma? Pena que as Boas Novas já foram há muito tempo banidas das universidades...

1ª EDIÇÃO MG FORUM DA LIBERDADE - IVES GANDRA MARTINS




institutomillenium | 7 de dezembro de 2010 | 
1ª EDIÇÃO MG FORUM DA LIBERDADE
dia 22 de novembro de 2010
Hotel Mercure Lourdes - BH/MG

PARA QUE SERVE O ESTADO?
Palestrante: Ives Gandra Martins

O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

CONTRA IMPUGNANTES
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


Piercings, tatuagens e operações cirúrgicas feitas com o objetivo de deformar o corpo são estimulados pela Church of Body Modification.

Fãs de Marilyn Manson* — que se diz “cidadão do inferno” — renunciando publicamente ao Céu e se consagrando a Lúcifer, durante um show do roqueiro.


Sidney Silveira
O demônio luta para apartar de Deus o maior número possível de almas. Com as suas tentações, obsessões ou possessões, o Maligno age em todos os âmbitos da vida humana com o sistemático propósito de deformar as almas conformando-as a si — e, por conseguinte, apartando-as da religião fundada por Cristo em pessoa, hoje tão combalida pelo modernismo que corrompe a sua doutrina em nível até então inimaginável. Esta é, a propósito, a grande luta que serve como sombrio pano de fundo de absolutamente toda a história humana, desde o paraíso edênico até o Juízo Final. Sendo assim, por trás de todas as filosofias errôneas, por trás de toda deformação do bem comum político, por trás de todo esfriamento da fé que as almas tíbias experimentam, por trás de todas as distrações pecaminosas que o mundo oferece, por trás de toda maldade, direta ou indiretamente, está o inimigo da nossa salvação.
Como não poderia deixar de ser, a deformidade de uma alma que se deixa seduzir pelo mal sempre acarreta reflexos para o corpo: seja o indolente abatido pela acídia; seja o descontrolado que não teve a fortaleza para reprimir os impulsos da ira má; seja o lúbrico cujaluxúria se deixa entrever no olhar e, também, na tensão de certos movimentos corporais; seja o murmurador que destila a sua invejacontra aqueles cuja excelência, espititual ou material, odeia; seja o comilão que chafurda porcinamente na gula; seja o ganancioso deprimido pela própria avareza, que o torna tão infeliz; seja o pretensioso que por sua vaidade faz malabarismos para colocar-se acima das demais pessoas; em suma, em todos esses casos, o corpo (ao qual a alma está indissociavelmente ligada como princípio superior) dá sempre algum sinal das patologias anímicas.
Mas diga-se que deformar o espírito é o propósito maior do demônio, sendo as deformidades corporais um acidente, em sentido metafísico. A sua meta é tornar o espírito humano canhestro, mesquinho, desmedidamente autoconfiante, soberbo, ganancioso, invejoso, distraído dos valores espirituais, avaro, vanglorioso, fantasmagoricamente sensual, refém de uma eriçada escrupulosidade, pusilânime no cumprimento dos deveres morais mais elementares, etc. Por essas e outras, ensina Santo Tomás na Suma Teológica que não pode haver amizade entre homens e demônios, pelo seguinte: em sentido próprio, a amizade é a comunicação objetiva de bens espirituais, e uma criatura cuja inteligência seja obcecada pela soberba e a vontade esteja obstinada no mal não pode comunicar esse tipo de bens de ordem superior.
Ora, toda vez que comunicamos a alguém um conteúdo inteligível qualquer, antes desconhecido por aquela pessoa — uma notitia veritatis—, diz-se por analogia que a estamos ‘iluminando’. Iluminar, pois, é manifestar a verdade e, manifestando-a, mostrar a fundamental relação dela com o fundamento de todas as verdades: Deus. Mas não podem os demônios fazer isto justamente por causa de sua perversidade supina, que adere ao mal sem paixões e com plena ciência, razão pela qual o Doutor Angélico afirma que o objetivo do demônio é diametralmente oposto a essa iluminação que culmina em Deus: é subtrair as pessoas da ordem divina, manipulando o pior tipo de mentiras — aquelas que usam de verdades isoladas para levar os homens ao erro com relação aos bens espirituais. Daí ser ele propriamente o ‘pai da mentira’, o pater mendacii.
Pois bem: começou-se dizendo que o mal da alma afeta o corpo. Ora, num mundo em que a Igreja depõe, a olhos vistos, o Magistério que custodia as verdades ensinadas por Cristo, nada mais conseqüente e lógico do que a multiplicação das deformidades espirituais e, também, das corporais. Hoje assistimos a uma satanização em massa, algo sem precedentes na história humana — por intermédio daquilo a que os idiotas chamam ‘cultura’ —, sob a omissão sumamente culpável das autoridades eclesiásticas, que, não raro a pretexto de defender a ‘liberdade’ de expressão, deixam de condenar publicamente os erros e as barbaridades mais gritantes que afastam o homem de Deus. Assim, vemos grandes hordas de pessoas moral e fisicamente deformadas caminhar loucamente para o Inferno, muitas vezes sem o saber, amputando em si não apenas a semelhança divina, mas também deformando o corpo de forma impressionante.
Na música, no cinema, no teatro, na literatura, na política, e, enfim, na filosofia, vemos claros sinais de práticas e idéias que literalmente fecham o homem ao influxo da graça. Ora, em qual época poderíamos conceber a existência de uma Church of Satan, como a que foi fundada nos EUA? Nem mesmo entre os pagãos! Em qual época poderíamos conceber ‘artistas’ que são claramente adoradores do Maligno, como por exemplo o roqueiro Marilyn Manson, que rasga bíblias em seus shows e pede aos centenas de milhares de jovens que o assistem que renunciem publicamente a Cristo e aceitem a Lúcifer como seu ‘mestre’ (cfme. foto acima)? Em qual época poderíamos conceber uma Igreja da Modificação do Corpo (Church of Body Modification), na qual os adeptos materializam no próprio corpo — consciente ou inconscientemente — os sinais mais gritantes de ódio a Deus?
Por isso digo, amigos: nunca a omissão da Igreja foi tão culpável, pois hoje, com a Internet, com um sistema de informações quase instantâneo em nível global, seria muito fácil não apenas evangelizar ex cathedra, como condenar solenemente essa cultura dos infernos. Ao escrever isto acabo de me lembrar de um padre neoconservador aqui do Rio de Janeiro — um desses afogados no superficialismo formalista — que me disse, para assombro meu, que a Igreja não pode anatematizar nada no plano da cultura, para não fazer publicidade das coisas más... Ao que respondi dizendo que a causa final do anátema não é haver ou não publicidade no mundo de determinada obra ou mentira, mas trabalhar para salvar as almas da perdição por meio de uma clara e magisterial defesa da verdade cristã e conseqüente condenação dos erros. A continuar nesse compasso, periga acabar bispo esse padre!
O fato é que a Igreja prefere hoje dizer que não canoniza nenhuma filosofia em detrimento das demais (como na mencionada Fides et ratio); prefere pregar o ecumenismo, em detrimento do discurso apostólico de conversão a Cristo e ataque aos falsos cultos e às falsas religiões. Alguém porventura imagina São Paulo, o Apóstolo dos Gentios, dizendo aos romanos que gostaria de manter com eles um frutuoso diálogo inter-religioso e crescer em comunhão na verdade e no aprendizado com os seus deuses pagãos? Porventura Cristo pode aprender algo com Nicodemos ou, o que é pior, com os mitólogos gregos ou romanos? Ora, pensemos nos mártires que cristianizaram o mundo dando o seu sangue, e teremos noção do tamanho da absurdidade do ecumenismo, em qualquer das suas sofísticas formulações...
Encerro este breve texto observando que, de todas as maldadescoordenadas pelo Maligno e por seus malditos servidores humanos, as mais sutis são as que se infiltram na filosofia e, também, na teologia, pois impedem a formação de uma elite espiritual sem a qual nenhuma sociedade pode tonar-se sã. Invertem a ordem das verdades e inoculam entre elas um conjunto de erros tão metodicamente perpetrados, que a sua ação impressiona a quem se colocou em situação capaz de testemunhá-la. Noutro texto, falaremos de algumas dessas idéias difundidas no mercado ínfero-brasileiro das pseudofilosofias liberais.
* Onde estava escrito o nome de outro satanista, Charles Manson, leia-se Marilyn Manson. Na hora de escrever troquei os nomes, por distração... De toda forma, seja um ou outro, o que importa é que são odiosas tais criaturas, assim como todas as que lhes prestam um diabólico culto idolátrico — e ter contato voluntário com elas, procurando saber amiúde ou com riqueza de detalhes o que fazem e como fazem, implica por si só um enormíssimo pecado que clama aos céus. Basta saber que são publicamente contra Cristo e a favor do demônio para que as odiemos com todas as nossas forças e nos apartemos delas.

1ª EDIÇÃO MG FORUM DA LIBERDADE - KÁTIA ABREU




institutomillenium | 7 de dezembro de 2010 | 
1ª EDIÇÃO MG FORUM DA LIBERDADE
dia 22 de novembro de 2010
Hotel Mercure Lourdes - BH/MG

Palestra Reforma Agrária: progresso ou retrocesso?
Palestrante: Kátia Abreu

A Alemanha se torna a primeira nação ocidental a reprimir os jihadistas sob a acusação de sedição

DEXTRA
SEXTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO DE 2010


Pamela Geller: Atlas Shrugs, 16 de dezembro de 2010

Tradução: Dextra

    Eles podem ter sido os primeiros, mas não vão ser os últimos. Isto acontecerá nos Estados Unidos. Vai ter que ser, mesmo que depois da saída do ocupante sedicioso da Casa Branca. Todos os grupos da Irmandade Muçulmana (CAIR, ISNA, ICNA, etc.) estarão na lista.

    The Local: Batida em grupos islamicos em três cidades alemãs (Obrigado, Sicily - via IBA)
Publicado em 14 de dezembro.
    O governo alemão realizou nesta terça-feira batidas contra dois grupos islâmicos suspeitos de procurarem derrubar o governo e estabelecer um estado religioso, disse o ministro do Interior.

    As buscas visaram casas e escolas religiosas ligadas ao grupo jihadista Convite ao Paraíso (EZP), nas cidades de Braunschweig e Mönchengladbach, no noroeste da Alemanha, e o Centro Cultural Islâmico Bremen (IKZB), na cidade portuária do norte da Alemanha.

    "O EZP e o IKZB são acusados de se oporem à ordem constitucional com o objetivo de substituí-la por um estado religioso islâmico na Alemanha," disse o ministro em um pronunciamento.

    As batidas foram parte de uma investigação há muito tempo em curso sobre os grupos e não teve ligação com os alertas de possíveis ataques terroristas iminentes, emitidos no mês passado pelo ministro do interior Thomas de Maizière, acrescentou ele.

    Os grupos rejeitam a democracia parlamentar e acreditam que a lei islâmica deveria substituir a constituição, disse o ministro.

    "Em uma democracia bem fortalecida, é aconselhável e necessário não esperar pela jihad na forma de luta armada antes de se realizarem ações contra grupos anti-constitucionais," disse o ministro.

    As batidas vão mostrar se as suspeitas do governo a respeito dos grupos se confirmam ou não, acrescentou o pronunciamento.

    Uma autoridade de segurança disse à agência de notícias Associated Press que as autoridades fizeram buscas em dezenas de casas particulares, escolas religiosas, uma pequena editora e uma loja de propriedade do EZP que vende cafetãs e véus.

    Enquanto isto, um líder do EZP em Mönchengladbach condenou a batida, disse a agência de notícias.

    "Estamos tristes com esta batida, não fizemos nada de ilegal," disse Sven Lau.

    Mas o líder da iniciativa anti-salafista "Cidadãos por Mönchengladbach” disse à AP que as buscas eram bem-vindas.

    "Estamos felizes que o ministro do Interior tenha agido tão rápido contra eles e esperamos que não levará muito tempo até que o grupo seja proibido de vez," disse Wilfried Schultz.

    Os moradores de Mönchengladbach frequentemente têm feito protestos contra as tentativas do grupo salafista construir uma escola religiosa lá, cuja severa ideologia islâmica está ligada a várias ações terroristas.

    Sua mensagem é particularmente atraente para muçulmanos imigrantes jovens e convertidos, informa a agência de notícias.

Reforma Agrária ou a desgraça do Brasil sem comida




institutomillenium | 7 de dezembro de 2010 | 
1ª EDIÇÃO MG FORUM DA LIBERDADE
dia 22 de novembro de 2010
Hotel Mercure Lourdes - BH/MG

Palestra Reforma Agrária: progresso ou retrocesso?

Palestrante: Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Principe imperial do Brasil

Por que os suecos complicam coisas tão simples?

JULIO SEVERO
17 de dezembro de 2010

Marianna Trzeciak
14 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A pobre Suécia está nos noticiários e parecendo ridícula — de novo. Não está nem mesmo conseguindo seguir seu próprio lema, que diz que a Suécia anda sempre no ritmo dos tempos, pois se a Suécia estivesse se adaptando aos tempos, saberia que a educação escolar em casa é o que há de mais moderno, recente e importante. Aliás, a população de crianças que recebem educação escolar em casa nos EUA ultrapassará a população étnica sueca na próxima geração. (Mas, pensando bem, até mesmo a minoria muçulmana na Suécia poderá ultrapassar a população étnica sueca da Suécia na próxima geração também.)
Em contraste, a Suécia tem por tanto tempo cometido tragédias contra as famílias que dão educação escolar em casa a seus filhos que nos vem à mente um ditado de Woody Allen: “A soma da tragédia com o tempo dá em comédia”. O que está muito claro é que a Suécia se aprofundou nas próprias entranhas do ridículo ao sequestrar Domenic Johansson de seus pais, Christer e Annie, e ao manter o menino Domenic em cativeiro desde junho de 2009.

Por que os suecos complicam coisas tão simples?

Então, falando em termos de comédia, quantos suecos são necessários para resolver um problema muito simples? A resposta é cem: um para resolver o problema, e os outros 99 suecos para garantir que o primeiro sueco tenha sido vacinado.
Sim, os suecos complicam as coisas. No exato momento em que a família Johansson, que educava seu menino em casa, embarcou num avião para o país natal de Annie, a Índia, um monte de policiais suecos caiu em cima deles e os agarrou, arrastando-os para longe da liberdade e integridade de sua família, e basearam toda essa ação no motivo de que Domenic não havia recebido algumas vacinas e não tinha tido enchimento de uma ou duas cavidades dentárias. O que impera na Suécia é a ideia de que os pais não podem ousar achar que têm autoridade sobre os próprios filhos e de que os suecos têm de se orgulhar de um governo que intervém de modo supremo nas famílias.
Enquanto estava na delegacia, a mãe Annie desmaiou de choque ao ver seu único filho sendo-lhe tomado, mas ninguém na delegacia fez nada pela mulher angustiada enquanto ela estava desmaiada no chão. Domenic foi colocado num orfanato e só vê seus pais uma hora a cada cinco semanas. (Apenas dê uma olhada nas fotos de antes e depois [do sequestro estatal] de Domenic para julgar se o governo da Suécia tem alguma possibilidade de cuidar de Domenic tão bem quanto seus pais cuidavam.) E agora, o pai, Christer, foi preso sob novas e ridículas acusações depois que ele levou seu filho para visitar seus avós e para passar uma noite com a família sem a permissão do governo.

Dá para rir do que está acontecendo?

E agora ficamos sabendo que um casal sueco, cuja identidade não foi revelada, foi sentenciado a 9 meses de prisão cada um e a uma multa de 10 mil dólares por disciplinarem fisicamente seus filhos! Essa minúscula monarquia constitucional parece ter decidido que crianças se saem pior com seus próprios pais do que sob a tutela do rei.
Ôpa! Talvez os suecos queiram reconsiderar isso. Afinal, a pobre Suécia está cambaleando com as denúncias reveladoras de que Carl Gustaf, seu monarca aparentemente enfadonho, vem realmente tendo casos com mulheres de strip-tease e criminosos da máfia há anos. (Talvez o bondoso e velho rei Carl esteja apenas levando o menino Domenic para uma festinha de aniversário para ele! Essa experiência fará dele um homem!… Você acha que o menino Domenic é jovem demais para essas coisas? Que nada! Esta é a Suécia, [onde meninos fazem coisas de adulto]!) e que seu sogro era um nazista vigoroso que, de acordo com as alegações, fez sua fortuna fabricando armas numa fábrica que ele havia roubado de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Mas não satisfeito em manter uma fortuna roubada ou em ter um monte de encontros sexuais em banheiras de hidromassagem, o rei Carl Gustaf também exige todos os filhos de seus súditos. Mas, para nosso grande alívio, o governo da Suécia exibe um pouco de respeito à moralidade! Parece que, no caso do ciber-terrorista Julian Assange, a Suécia decidiu o que é aceitável ou não. Aliás, a Suécia exigiu que os ingleses extraditassem Assange para a Suécia de modo que esse estupendo país que “anda ao ritmo dos tempos” possa processar Assange por ter tido sexo sem uma camisinha que funcionasse. Pergunta: na Suécia, se for feito com camisinha, não é estupro?

Se tão somente pudéssemos boicotá-los!

Se tão somente pudéssemos organizar um boicote contra a Suécia, talvez pudéssemos pressioná-los a soltar e devolver o menino à sua família! Se tão somente fosse fácil. Contudo, a Suécia mal consegue sair de sua obscuridade após o sucesso da banda sueca ABBA [da década de 1970] para provocar indignação na América do Norte (ou mesmo na América do Sul). Olha, os franceses aparentemente deram certa vez um minuto de sua atenção à Suécia. A palavra suede* é uma referência à Suécia.
Vamos imaginar um boicote à Suécia. Poderíamos nos abster de nossos sofás de suede, microsuede e faux-suede, jogar fora todas as nossas bolachas de centeio e mandar os arenques para o porto mais próximo, e parar de comprar automóveis da marca sueca Volvo — os quais, de qualquer forma, são caros demais para comprarmos! Ou será que a melhor manifestação seria realmente ficarmos sentados em nossos sofás de suede, microsuede e faux-suede num gesto de resistência insultante? Qual tal a música “Waterloo” do ABBA tocando em pano de fundo?

O enigma ridículo pode conter sua própria solução

A Suécia está numa catástrofe de relações públicas de proporções gigantescas (a partir da perspectiva dela, não nossa). Mas os ataques crescentes do governo contra a família Johannson poderão apontar para a solução da Suécia. O governo sueco poderia seguir uma variação do modo como a Alemanha escapou de uma investigação detalhada depois que o governo alemão assumiu a tutela de uma menina que recebia educação escolar em casa; no final, a Alemanha “deixou” a menina fugir do orfanato e voltar para seus pais. E esse foi o fim do grande boicote contra a Alemanha. (Caramba! Então você nunca ficou sabendo que o governo da Alemanha deixou a menina escapar devido à pressão do boicote?)
O cenário sueco poderia se desenrolar desta forma: O governo da Suécia mantendo Christer na prisão por mais uma semana. Enquanto isso, as autoridades suecas fazendo a determinação de que foi tudo culpa de Christer que Domenic não havia recebido suas vacinações e tratamento dentário. Sem nenhuma demora, as autoridades suecas levando Annie e Domenic para o próximo voo para a Índia. Na semana seguinte, a polícia soltando Christer alegando como motivo falta de provas e fazendo-o partir rapidamente também para a Índia.
Permitir que esse fiasco seja levado para o ano novo alertará todos aqueles que se consideram civilizados de que “a Suécia não é um de nós”.
Nota do tradutor: Suede tem referência a sueco e, de acordo com o dicionário Aurélio, é uma palavra que vem do francês e significa “Couro fino e acamurçado, destinado ao fabrico de artigos indumentários”.
Marianna Trzeciak é uma mãe que dá educação escolar em casa para seus três filhos. Ela contribuiu com ações legais para derrubar as decisões judiciais Roe versus Wade e Doe versus Bolton, as quais legalizaram o aborto nos EUA. Ela iniciou a campanha antiaborto 40 Dias pela Vida em Burlington, Vermont. Agora residindo no Texas, a Sra. Trzeciak fala com relação ao feminismo pró-vida em universidades, faculdades de direito e outros fóruns.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Império do fingimento. Sobre os irmãos siameses PT-PSDB.

OLAVO DE CARVALHO



Império do fingimento

Olavo de Carvalho
Jornal da Tarde, 20 de junho de 2002

A visão que o público tem da realidade do mundo depende do que lhe chega pela mídia. Conforme a seleção das notícias, tal será o critério popular para distinguir o real do ilusório, o provável do improvável, o verossímil do inverossímil.

Goethe foi um dos primeiros a assinalar um dos efeitos mais característicos da ascensão da mídia moderna. Dizia ele: "Assim como em Roma, além dos romanos, há uma outra população de estátuas, assim também existe, ao lado do mundo real, um outro mundo feito de alucinações, quase mais poderoso, no qual está vivendo a maioria das pessoas."

Não há dúvida de que o próprio progresso da mídia, estimulando a variedade de pontos de vista, neutraliza em parte esse efeito, mas volta e meia ele aparece de novo, nas periódicas retomadas dos meios de comunicação por grupos ideologicamente orientados, que impõem sua própria fantasia gremial como a única realidade publicamente admitida.

O controle da mídia por uma classe ideologicamente homogênea leva inevitavelmente a opinião popular a viver num mundo falso e a rejeitar como loucura qualquer informação que não combine com o estreito padrão de verossimilhança aprovado pelos detentores do microfone.

Quem são esses detentores? Os jornalistas de esquerda continuam se fazendo de coitadinhos oprimidos pelas empresas jornalísticas. Mas o fato é que hoje nenhuma empresa jornalística, do Brasil, dos EUA ou da Europa, se aventura a tentar controlar o esquerdismo desvairado que impera nas redações. A "ocupação de espaços" pela militância esquerdista cresceu junto com o poder da própria classe jornalística, e hoje ambas, fundidas numa unidade indissolúvel, exercem sobre a opinião pública uma tirania mental que só meia dúzia de inconformados ousa desafiar. Quando esse estado de coisas dura por tempo suficiente, mesmo aqueles que o criaram já não se lembram mais de que é um produto artificial: vivem no mundo ficcional que criaram e adaptam para as dimensões dele todas as distinções entre realidade e fantasia, tornadas por sua vez pura fantasia.
Assim, pois, todos já se esqueceram de que o PT e o PSDB foram essencialmente criações de um mesmo grupo de intelectuais esquerdistas empenhados em aplicar no Brasil o que Lênin chamava "estratégia das tesouras": a partilha do espaço político entre dois partidos de esquerda, um moderado, outro radical, de modo a eliminar toda resistência conservadora ao avanço da hegemonia esquerdista e a desviar para a esquerda o quadro inteiro das possibilidades em disputa. Tendo-se esquecido disso, interpretam o predomínio temporário da esquerda moderada, que eles próprios instauraram para fins de transição, como um efetivo império do "conservadorismo", e então se sentem -- sinceramente -- oprimidos e jogados para escanteio no momento mesmo em que sua estratégia triunfa por completo.

Ora, chamar de direitista um governo que dissemina a pregação marxista nas escolas, que premia como heróis nacionais os terroristas pró-Cuba da década de 70 e que respalda com
verbas milionárias a agitação armada do MST é, evidentemente, alucinação, mas essa alucinação tornou-se o único critério vigente de realidade, impossibilitando a percepção de tudo o mais. A única coisa que poderia efetivamente distinguir entre a esquerda moderada no governo e a esquerda radical na oposição seria, teoricamente, sua leve diferença no que concerne à política econômica. Mas mesmo essa diferença já está virtualmente anulada pela promessa do candidato Lula de cumprir os compromissos da nação para com os credores estrangeiros. A negação obstinada da identidade essencial entre governo tucano e oposição petista só tem portanto um fundamento: o desejo de ampliar mais ainda a hegemonia esquerdista, desejo que determinou, na origem, a criação de um e da outra. O crescimento global da esquerda alimenta-se assim da sua própria negação histérica pela ala radical, complementada dialeticamente pela sua camuflagem "neoliberal" tucana momentaneamente no poder.

Daí a farsa grotesca da presente eleição, na qual todos os concorrentes são de esquerda e todos discursam contra um inexistente conservadorismo que, não tendo forças sequer para lançar um candidato, deve, por outro lado, representar nominalmente o papel de poderoso "establishment" dominante, a ser destruído por qualquer dos quatro heróisque venha a ser eleito. Que sanidade, que instinto da realidade pode sobreviver a um tão completo e perfeito império do fingimento? Na sua corrida para o poder ilimitado, a voracidade esquerdista não se inibe de destruir, de passagem, a alma e a consciência de todo um povo.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".