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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Folha recorre para ter acesso a processo de Dilma no STM

CORREIO FORENSE
03-09-2010 08:30


A Folha protocolou ontem no STM (Superior Tribunal Militar) um mandado de segurança em que pede acesso ao processo que levou a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, à prisão durante a ditadura militar (1964-1985).


O processo está num cofre na presidência da corte por decisão do presidente do STM, Carlos Alberto Marques Soares, que diz querer evitar o uso político do material.


Soares também alegou que o processo encontra-se em "estado de fragilidade, de difícil manuseio".

O mandado de segurança foi protocolado pela Folha depois que o próprio Soares negou acesso ao processo requerido na semana passada, pelo jornal, em petição.


Segundo Taís Gasparian, advogada do jornal, o mandado de segurança tem o objetivo de combater arbitrariedades cometidas por agentes públicos.



Agora, todo o plenário da corte militar vai se posicionar sobre o assunto. O relator será o ministro Marcos Torres.



O processo de Dilma, arquivado há 40 anos e não sigiloso, foi retirado do arquivo e levado ao cofre em março. Parte do material que consta no processo disponível em arquivos públicos.



Fonte: Congresso em Foco e Folha de São Paulo

CRIME DA QUEBRA DE SIGILO DA RECEITA FEDERAL: EDITORIAL DO ESTADÃO RESPONSABILIZA LULA PELA BANDIDAGEM

ALUIZIO AMORIM
Sexta-feira, Setembro 03, 2010

Editorial do jornal O Estado de São Paulo desta sexta-feira, sobre o ato criminoso do governo de Lula e seus sequazes com a quebra do sigilo fiscal de líderes da oposição e inclusive da filha do candidato José Serra. O título do editorial é "O responsável pela bandidagem". Não deixem de ler:
O procedimento dos interessados em ter acesso a declarações de renda da empresária Verônica Serra, filha do candidato tucano ao Planalto, destoa do que, tudo indica, tenha sido o padrão seguido nas violações do sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e de três outras pessoas ligadas ao ex-governador. Nesses episódios, para obter o que queriam, os predadores da intimidade alheia contavam com afinidades políticas ou a ganância de servidores da agência da Receita em Mauá, na Grande São Paulo - uma verdadeira casa da mãe joana, com senhas individuais expostas e documentos eletrônicos ao alcance das vistas de qualquer um.

No caso de Verônica Serra, que antecedeu os dos demais em cerca de uma semana (de 30 de setembro a 8 de outubro do ano passado), o método seguido foi mais complicado na urdidura e mais simples no trâmite final. Alguém falsificou a assinatura da contribuinte - e o seu reconhecimento num cartório onde ela nem sequer tinha ficha - numa solicitação de cópia de documentos e incumbiu um tipo que habita as cercanias do Código Penal, devidamente identificado no formulário, de apresentá-la à Delegacia da Receita de Santo André. Ali, burocraticamente, a servidora Lúcia de Fátima Gonçalves Milan fez o que lhe era pedido, repassando ao titular da procuração as declarações de Verônica relativas aos exercícios de 2007 a 2009.

Por enquanto, pode-se apenas especular sobre os porquês das diferenças de estratagema. Mas o intuito era claramente o mesmo: recolher material que pudesse ser usado contra Serra na sua futura disputa com a escolhida do presidente Lula, Dilma Rousseff. Àquela altura, no último trimestre de 2009, embora o governador paulista ainda se negasse a assumir a pretensão e o mineiro Aécio Neves ainda não tivesse largado mão da esperança de ser ele o candidato, já não havia dúvidas sobre quais seriam os principais contendores da sucessão. E não passa pela cabeça de ninguém que a turma da pesada do PT fosse esperar a formalização das candidaturas para só então juntar papelório que pudesse comprometer o tucano e seus aliados.

Seria, no mínimo, subestimar a capacidade de iniciativa do "setor de inteligência" petista, como viria a ser conhecido. Principalmente porque os responsáveis pelo trabalho sujo não precisariam gastar tempo e energia para preparar o terreno por excelência de onde escavariam a matéria-prima desejada. O campo da Receita Federal começou a ser aplainado para servir aos interesses do partido quando, em 31 de julho de 2008, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, demitiu o então secretário do órgão, Jorge Rachid, há 5 anos e meio no cargo. Desde então, a isenção e o profissionalismo deram lugar ao aparelhamento e à politização das decisões do Fisco. É o que atesta o escândalo das quebras de sigilo para fins eleitorais.

A contar da denúncia, a Receita levou praticamente duas semanas até anunciar a abertura de inquérito administrativo sobre o vazamento de declarações de renda de Eduardo Jorge, cópias das quais apareceram em mãos de membros do comitê nacional de Dilma Rousseff. Depois, quando vieram a público as demais violações, depois que a Justiça autorizou o vice-presidente do PSDB a ter acesso aos autos da investigação, os hierarcas da Receita, acionados pelo governo, correram a desvincular da campanha eleitoral os ilícitos revelados. Afinal, disseram sem enrubescer, o que havia na agência de Mauá era um "balcão de compra e venda de dados sigilosos", movido a "propina". 

Não que não fosse - outros 140 registros também foram vasculhados ali. Se tivesse uma gota de vergonha, aliás, o secretário Otacílio Cartaxo já teria se demitido. Eis, em suma, o que o governo Lula e a cultura petista fizeram do Fisco: uma repartição em que o livre tráfico de informações presumivelmente seguras sobre os contribuintes brasileiros se entrelaça com o uso da máquina, literalmente, para intuitos eleitorais torpes. O crime comum e o crime político se complementam. Agora, destampada a devassa nas declarações de Verônica Serra, vem o presidente Lula falar em "bandidagem". Se quiser saber quem é o responsável último por essa degenerescência, basta se olhar no espelho. Do portal do Estadão


Dilma, o clipe (Sátira do Jingle)




raoninery | 2 de setembro de 2010
Sátira da marchinha eleitoral tosca da Dilma Guerrilheira, feita com uma letra um pouco mais coerente com a realidade.

Nem tudo está perdido




pibcuritiba | 31 de agosto de 2010
Posicionamento do Pr. Paschoal Piragine Jr sobre as eleições 2010.

Pr. Paschoal Piragina Jr
Presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba

As três grandes mentiras de Hollywood

SOU CONSERVADOR, E DAÍ?
Salvador, quinta-feira, 2 de setembro de 2010 17:19


Encontrei no site Ética na TV um interessante artigo, traduzido por Edda Frost, de um critico de cinema do New York Post, Michael Medved, intitulado “As três grandes mentiras de Hollywood”.

Ele nos conta algo que qualquer um que conhece um pouco os EUA é capaz de perceber: o divórcio do cinema americano com o estilo de vida da nação. Os filmes dão uma idéia falsa do que é os EUA profundo e fazem com que seus espectadores do mundo todo confundam Nova Iorque com o resto do país ou mesmo em pensar que qualquer moça do Kansas se comporta como uma Britney Spears.

Esse fenômeno hollywoodinano é o que faz imaginar aqui no Brasil, mais especialmente nos ambientes de superficialidade intelectual dos centros acadêmicos, que o Partido Republicano seja representante de uma minoria nos EUA e que só ganha eleições comprando votos ou sabotando as urnas eleitorais (vide charge esquerdista ao lado). Se os filmes espelham a realidade norte-americana, então realmente não há outra explicação para o fato dos Democratas não se tornarem o partido único do país.

Como escreveu Medved:
Os produtores de filmes parecem ter prazer em assaltar os valores básicos da família e da decência pelos quais a maioria das pessoas continuam ter muito apreço. Não é surpresa que pesquisas recentes revelam que a esmagadora maioria dos americanos sente que Hollywood não tem idéia do que são seus valores pessoais.
Quando a indústria de entretenimento é coloca contra a parede, sua justificativa se baseia em três grandes mentiras que o critico norte-americano refuta com conhecimento de causa.

Mentira número 1: “É só entretenimento e não influência ninguém”

Aqui Medved conta que participou de um fórum de discussão com representantes dos três maiores estúdios de Hollywood onde se passou a seguinte cena:
Quando eu critiquei o comportamento irresponsável da indústria cinematográfica, um dos participantes respondeu furioso que Hollywood é sempre acusada pelo mal que faz, mas nunca lhe é dado credito por seu impacto positivo. “Você tem de concordar que o filme “Lethal Weapon” salvou milhares de vidas.

Eu não consegui lembrar de alguma mensagem salvadora naquele sangrento “thriller”, então perguntei o que ele queria dizer.

“Bem” ele respondeu: “Naquele filme, pouco antes da cena da grande perseguição, houve um intenso “close-up” de três segundos mostrando Mel Gibson e Danny Glover atando o cinto de segurança.”
É dos tais argumentos que até um simples silêncio refuta. Michael Medved aponta com precisão a contradição desse raciocínio:
Ele estava sugerindo que as pessoas imediatamente imitariam o que viram por três segundos, mas os restantes super violentos 118 minutos do filme, não teriam qualquer influência. Não é esta uma contradição ilógica e absurda?
Jack Valenti, presidente da “Motion Picture Association of America”, afirmou, então, que seus filhos, quando jovens, viram muitas cenas de violência na TV e conseguiram preservar seus valores.
Nós todos já ouvimos alguma versão deste argumento, mas o alvo está errado. Só por que a mídia não influência todos, não significa que não influencie ninguém. Quando um anúncio ou comercial aparece na TV ninguém espera que o produto vá ser vendido para todos. Se um comercial influenciar uma pessoa em 1000 é considerado um sucesso. Do mesmo modo, se a TV e o cinema influenciarem uma pessoa em 1000 a se comportar do modo irresponsável e destrutivo que é freqüentemente glorificado pela media, então essas imagens terão profundo impacto na sociedade.
Michael Medved se refere ainda que há mais de 60 estudos organizados por grandes universidades provando que longas exposições a imagens violentas na TV são capazes de alterar o comportamento das pessoas, tornando-as mais agressivas. O mesmo, digo eu, pode-se aplicar à cenas de imoralidade sexual.

Mentira número 2: “Nós só refletimos a realidade. Não nos culpe; culpe a sociedade”

Com a palavra, Michael Medved:
Se isto fosse verdade, então por que tão poucas pessoas testemunham assassinatos na vida real, mas todos nós os vemos na TV e nos filmes? O mais violento gueto não está em South Central Los Angeles, nem em Southeast Washington D.C.; está na TV.

Quando se trata de mostrar comportamento sexual há uma descontinuidade semelhante. Uma pesquisa da “Planned Parenthood” (Paternidade Planejada, [organização abortista]) mostra que todos os anos, no horário nobre da TV há 65.000 referências sexuais. No entanto, um estudo do “Center for Media and Public Affairs”, mostrou que 7 em 8 encontros sexuais na TV envolvem relações extra maritais.

(...) O sociólogo da UCLA James Q. Wilson apontou um fato curioso: em ruas de cidades com vidros quebrados e não repostos, a criminalidade aumenta muito. A janela quebrada anuncia ao público: “Aqui não há autoridade, os valores estão quebrados, não há conseqüência. Hoje, televisão e cinema se tornaram gigantescas janelas quebradas para o mundo. Um retrato da vida sem padrões, sem disciplina, sem conseqüência, mandando a mensagem de que reina o caos.
Mentira número 3: Nós damos ao público o que ele quer. Se as pessoas não gostam, podem desligar.

(...) A última parte da mentira que diz: “Se você não gosta, desligue” tem a mesma lógica que “Se você não gosta da poluição pare de respirar”. Você pode não ouvir a cantora Madona. Você nunca escolheu colocar Madonna na sua mente, mas certamente você sabe quem ela é, e por que razão ela é famosa. Cultura popular esta por toda parte, é como o ar que respiramos. Por isso é que a mensagem da cultura pop é uma questão de meio ambiente.

(...) O acumulo desse material tem tremendo impacto em nossas vidas. Por isto é que nestes tempos em que demandamos que as empresas sejam responsabilizadas por poluir o ar e as águas, em que banimos fumar em lugares públicos e temos tido resultados, é apropriado pedir que as empresas de entretenimento mostrem responsabilidade por poluir a atmosfera cultural que todos respiramos.

“NÃO MATAR” — um artigo que o leitor não encontrará na grande mídia

INSTITUTO PLINIO CORRÊA DE OLIVEIRA
2, setembro, 2010


Paulo Roberto Campos
É tão pouco frequente encontrar declarações enérgicas (sem blablablás) de dignitários eclesiásticos, que, quando raramente encontro, faço questão de ajudar na divulgação — sobretudo porque eles não têm voz nem vez na mídia, geralmente abortista.
Da pequena, mas muito simpática, cidade de Oliveira (no Oeste de Minas Gerais), encontrei no site da Diocese um artigo do bispo, Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro [foto], que já pelo título atraiu-me: “NÃO MATAR”(*). Certamente, o leitor não encontrará tal artigo na grande imprensa. Assim, aqui o transcrevo.
Eleições: NÃO MATAR
São quatro os direitos fundamentais da pessoa humana: direito à vida; direito à propriedade; direito à liberdade e direito à honra. “Quando se denota a ausência de um deles, a pessoa desaparece: sem vida não existe, sem propriedade não subsiste, sem liberdade, principalmente a religiosa, não se desenvolve, e sem honra não se relaciona”. (Dom Dadeus Grings, Arcebispo de Porto Alegre: Os sem. Comunicador, junho 2010, p 1). Entre os quatro direitos, o primeiro é o mais importante porque é a base de todos os outros.
Os Dez Mandamentos da Lei de Deus expressam em sua totalidade esses direitos fundamentais e seus desdobramentos. O direito à vida ocupa um lugar especial no quinto mandamento: Não matar; que nos obriga à defesa da vida humana desde a sua concepção no ventre materno até sua natural consumação na morte.
Aborto e eutanásia, assim como tudo que fere a vida humana, são pois, condenados por Deus. A Didaché, catecismo cristão do século II, afirma: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém nascido”.
Por ser gravíssima desordem moral, a Igreja penaliza com a excomunhão não somente aqueles que provocam o aborto mas quem colabora de algum modo com a sua execução. “Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sentenciae”, isto é automática, afirma o Canon 1314, do Código de Direito Canônico. A excomunhão significa o estado objetivo de pecado grave e a separação da Igreja, corpo místico de Cristo, com a consequente chamada do pecador à penitência e reconciliação.
Estamos em ano eleitoral no qual vamos eleger o Presidente da República e seu vice, senadores e deputados federais e estaduais.
Entre os candidatos não são poucos, de diversos partidos, que defendem o aborto, como já declararam em entrevistas à imprensa ou reduzem sua aprovação a um eventual plebiscito como se a objetividade do bem se definisse pela opinião da maioria ou pela estatística e não pela objetividade da Lei de Deus e da lei natural impressa no coração de todos os homens.
Entre os partidos, o Partido dos Trabalhadores inclui o aborto em seu programa partidário. O PT em seu 3º Congresso ocorrido em setembro de 2007 afirma-se “por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais” que inclui “a defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público” (Resoluções do Congresso do PT, p. 80 in site do PT).
A Igreja Católica, afirma a Constituição Pastoral Lumen Gentium do Concílio Vaticano II “não se confunde de modo algum com a comunidade política (GS no 76)” e respeita os cidadãos em suas “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal (GS no 75)”.
Mas também afirma que “faz parte da missão da Igreja emitir um juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política,quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas (Catecismo, no 2246 citando GS, 76)”.
Diante da grave situação em que estamos, cada eleitor católico tem a gravíssima obrigação de ao escolher seuscandidatos, observar também seus compromissos com a defesa da vida e com aqueles pontos “que não admitem abdicações, exceções ou compromissos de qualquer espécie” como o caso das leis civis do aborto; da eutanásia; de proteção do embrião humano; da tutela da família como consórcio natural e monogâmico de um homem e uma mulher, portanto contra o reconhecimento da união civil de homossexuais e a adoção de crianças pelos mesmos; da liberdade de educação dos filhos pelos pais; da liberdade religiosa e de uma economia a serviço da vida.
Cada um examine diante de Deus e de sua consciência para bem escolher nossos governantes de modo a escolher o melhor pelo Brasil. Não podemos nos furtar diante da verdade e da justa defesa da vida e da Lei de Deus.
Dom Miguel Angelo Freitas Ribeiro,
Bispo Diocesano de Oliveira
(*) http://www.dioceseoliveira.org.br/index.php?id=13&item=exibePastor

Coligação recorre ao TSE e acusa Dilma de abuso de poder político e uso da máquina

REINALDO AZEVEDO
01/09/2010 às 19:53


Leiam o que vai no Estadão Online. Volto em seguida:
Por Carol Pires, no Estadão Online:
Ao entender que a campanha de Dilma Rousseff pode estar por trás da quebra de sigilo fiscal de cinco pessoas ligadas ao presidenciável José Serra, entre elas da filha dele, Verônica Serra, a coligação “O Brasil Pode Mais” entrou com ação, nesta quarta-feira, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acusando a petista de uso da máquina pública e abuso de poder político.
A coligação de Serra pede a investigação do caso e a punição dos culpados com base na lei complementar 64 de 1990, que trata dos casos de inelegibilidade. Desta forma, se as acusações forem confirmadas pela investigação da Justiça Eleitoral, Dilma poderia perder o registro de candidatura e - caso seja eleita - ter o mandato de presidente cassado.
A campanha tucana também pede ao TSE investigação contra o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, candidato ao Senado pelo PT, contra os jornalistas Amaury Junior e Luiz Lanzeta, e ainda contra o secretário-geral da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, e o corregedor-geral do órgão, Antônio Carlos Costa D’Avila.
Na representação foram anexadas reportagens que revelaram a existência de um grupo de inteligência montado pela campanha de Dilma para fabricar dossiês contra adversários políticos. Fernando Pimentel seria o responsável pela contratação do grupo, do qual faziam parte Amaury e Lanzeta. A coligação acusa ainda o secretário e o corregedor da Receita de não darem transparência necessária às investigações sobre a quebra de sigilo dos tucanos.
Para a campanha tucana, a violação dos sigilos fiscais de Verônica Serra, filha do presidenciável tucano, além de outros quatro tucanos ligados ao alto escalão do partido, o PT se valeu de informações sigilosas da Receita Federal para atingir interesses políticos.
“A filha de Serra não teria o seu sigilo violado não fosse ele candidato a presidência da República. As pessoas ligadas ao PSDB vinculadas à campanha Serra não teriam seus sigilos quebrados. Aliás, dessa espionagem se deu para abastecer uma central de dossiês, recentemente desmontada, com o objetivo de intimidar os adversários”, disse o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que acompanhou os advogados da coligação na entrega da representação ao TSE. Na avaliação do senador, a Receita Federal foi aparelhada para fins eleitorais.
Críticas
Senadores da oposição aproveitaram o funcionamento do Congresso, nesta quarta-feira, que trabalha essa semana em esforço concentrado, para condenar o episódio. Vice-presidente do PSDB, a senadora Marisa Serrano (MS) disse não ter dúvidas de que a quebra dos sigilos são “uma ação político-eleitoral”. “Ficou claro que há coisas estranhas acontecendo no submundo do governo”, disse. “Fica a impressão de que o PT estava preparando dossiê para intimidar e chantagear pessoas que não estão de acordo com o seu processo político”.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) comparou o caso com a quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Pereira, que culminou com a demissão do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci: “Até há pouco tempo o cidadão tinha muita confiança nos bancos e na Receita Federal. Com esses episódios recentes, ambos não podem ser mais confiáveis no País”.
Vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias criticou o uso da máquina pública no caso. “Os criminosos estão usando a máquina pública para atingir adversários. É uma ignomínia inominável avançar sobre a filha do candidato da oposição”, afirmou.
Violações
Além da violação dos dados fiscais de Verônica Serra numa agência em Santo André, datado de 30 de setembro do ano passado, também foram descobertos acessos ilegais às declarações de Imposto de Renda de quatro pessoas: do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge; do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros; do empresário Gregório Marin Preciado, casado com uma prima de Serra; e de Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique Cardoso.
Sem citar nomes nem maiores detalhes sobre a investigação, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, também admitiu na tarde desta quarta-feira, que a Polícia Federal inclui, entra as várias linhas de apuração sobre as quebras de sigilo, a ocorrência de crime eleitoral.
A Receita Federal também chegou a anunciar a descoberta de indícios de “pagamento de propina” na delegacia de Mauá, onde ocorreram alguns dos acessos às informações sigilosas dos tucanos, mas em relatório entregue ao Ministério Público, esta versão foi excluída. Quatro servidoras estão sendo investigadas por envolvimento no caso.
Comento
Dado o andar da carruagem, é evidente que a coligação não tem esperanças de que a candidata venha a ser condenada por esses crimes — o que levaria  à cassação do registro da candidatura. Se condenada, mesmo que venha a ser eleita, poderia perder o mandato, como já ocorreu com governadores de estado. Mas, como já escrevi aqui, o TSE tem-se mostrado menos valente com o Executivo federal do que com os outros…
A ação vem nos lembrar, o que é bom, que existem leis no país, que existe o estado de direito,  ainda que, momentaneamente (e num momento que já se conta em anos), isso pareça não ser mais tão relevante.
Por Reinaldo Azevedo

É... O cara tem coragem!!! Manda ver, Índio!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O tumor descoberto na Receita Federal ameaça a sobrevivência do estado de direito

AUGUSTO NUNES
01/09/2010 às 19:01 \ Direto ao Ponto


Introduzo na poesia a palavra diárreia, não pela palavra fria, mas pelo que ela semeia, avisa Ferreira Gullar nos primeiros versos de A Bomba Suja. Reintroduza-se na política brasileira a palavra honestidade, antes que morra de vez o conjunto de valores que a palavra enfeixa. A honestidade parece tão incompatível com o mundo recriado pela Era Lula quanto parecia dissonante do universo da poesia a palavra evocada por Ferreira Gullar. Aparentemente deslocadas, perdidas, desconfortáveis, devem ser introduzidas bruscamente no ambiente hostil para torná-lo menos cafajeste.
A falsificação da assinatura de Verônica Serra na procuração entregue à Receita Federal é mais que outra agressão ultrajante ao Brasil honrado. É também a prova definitiva de que o vale-tudo eleitoreiro prolongou o degredo da honestidade e expandiu perturbadoramente a fronteira do atrevimento. Se os donos do poder debocham até da filha de um candidato à Presidência da República, é evidente que as instituições estão em frangalhos.
Ou o país reage agora ou a Constituição será substituída pelo manual do banditismo. O governo que se gaba de ter inventado a justiça social vai revogando os códigos que balizam a justiça sem adjetivos. O amor à verdade virou coisa de otário. Pode acabar reduzido a crime. Lula e Dilma Rousseff se declaram indignados não com a delinquência espantosa ou com o crime sem precedentes, o que deixa a dupla à beira de um ataque de nervos é o possível prejuízo eleitoral decorrente das queixas dos adversários.
A Secretaria da Receita Federal não é uma empresa privada, muito menos uma entidade autônoma. É um órgão da administração federal, subordinado ao Ministério da Fazenda. Ninguém é nomeado para o comando do Fisco sem o aval do chefe de governo. Conduzida por especialistas no assunto até a nomeação de Lina Vieira, a Receita foi primeiro aparelhada pelo PT e depois reduzida a  acampamento de gatunos, achacadores, ladrões e extorsionários.
O escândalo não se limita ao mafuá de Mauá. O tumor localizado na Receita Federal cresce nos intestinos do Executivo e ameaça a sobrevivência do estado de direito. Antes que venha a metástase, os brasileiros decentes têm de reagir às ações criminosas com a indignação enfim exibida por José Serra. O chefe de família manifestou-se com a veemência que tem faltado ao chefe da oposição. A OAB, a ABI e outras siglas que viviam com a Bic na mão, sempre dispostas a engrossar até um abaixo-assinado contra o guarda da esquina, precisam recuperar a altivez e a voz.
É preciso silenciar imediatamente a conversa fiada do presidente da República, represar as infâmias despejadas pelo presidente do PT, rebater as mentiras desfiadas pela candidata a presidente. O histórico do caso de estupro fiscal informa que, a cada descoberta da imprensa, outro crime é cometido para ocultar os anteriores. O Ministério Público e o Poder Judiciário têm de provar que existem. Se não domarem os selvagens, por eles serão engolidos também.
O combate à corrupção ainda não conseguiu espaço na campanha eleitoral. A roubalheira já foi caso de polícia. Pode acabar promovida a case político. É hora de resgatar expressões que o cinismo endêmico baniu da linguagem dos palanques. A primeira da lista é a palavra honestidade. 

“Casamento” Gay

DEXTRA

Thomas Sowell
Quinta-feira, 15 de agosto de 2006


Agora que várias cortes de justiça estaduais se recusaram a redefinir o casamento para incluir uniões do mesmo sexo, ouvem-se gritos de “discriminação”.

A “proteção igual da lei” estipulada pela constituição aplica-se a pessoas, não ações. As leis existem precisamente a fim de discriminar entre diferentes tipos de ações.

Quando a lei permite que os automóveis rodem nas estradas mas proíbe as bicicletas de fazerem o mesmo, isto não é discriminação contra pessoas. Um ciclista que desça de sua bicicleta e entre em um carro pode dirigir em uma estrada como qualquer outra pessoa.

Os homossexuais tinham mais razão quando diziam que a lei não tinha nada que interferir em relações consentidas entre adultos. Agora eles querem que a lei ponha um selo de aprovação em seu comportamento. Mas ninguém tem a prerrogativa da aprovação de ninguém. 

Por que se considera que o casamento seja da conta da lei, em primeiro lugar? Porque o estado declara um interesse no resultado de certas uniões, separado e independente dos interesses das partes mesmas.

Na ausência da instituição do casamento, os indivíduos poderiam arranjar seu relacionamento de qualquer modo que quisessem, tornando-o temporário ou permanente e dividindo seus bens materiais de qualquer forma que escolhessem.

O casamento significa que o governo entra em cena, limitando ou mesmo prescrevendo vários aspectos de suas relações um com o outro – e ainda mais de suas relações com quaisquer crianças que possam resultar de sua união.

Em outras palavras, o casamento impõe restrições legais, retirando direitos que os indivíduos poderiam ter, se não fosse por ele. Só que os defensores do “casamento gay” pintam o casamento como uma expansão dos direitos aos quais eles têm direito.

Eles argumentam contra uma “proibição do casamento gay”, mas o casamento há séculos significa uma união entre um homem e uma mulher. Não há casamento gay nenhum a proibir.

As analogias com proibições a casamentos inter-raciais são uma tapeação. Raça não é parte da definição de casamento. Uma proibição ao casamento inter-racial é uma proibição contra as mesmas ações que seriam permitidas, se não fosse pela raça das pessoas envolvidas em particular. É uma discriminação contra pessoas, não ações.

O jurista Oliver Wendell Holmes disse que a vida da lei não era lógica, mas experiência. Um grande número de leis se acumularam e desenvolveram ao longo dos séculos baseadas na experiência de uniões entre homens e mulheres.

Não há nenhuma razão pela qual estas leis deveriam ser transferidas por bem ou por mal a uma união diferente, uma união sem nenhuma tendência inerente a gerar filhos nem as assimetrias inerentes aos relacionamentos entre pessoas de sexos diferentes.

Apesar das tentativas de se esquivar destas assimetrias com frases da moda, tais como “um casal grávido”, ou referências aos “esposos” ao invés de maridos e mulheres, estas assimetrias tomam muitas formas e têm muitas repercussões, com as quais as leis tentam lidar com base na experiência, ao invés de teorias ou retórica.

As esposas, por exemplo, tipicamente investem na família ao restringirem sua própria participação na força de trabalho, nem que seja apenas por tempo bastante para cuidar das crianças pequenas. Estudos mostram que tais diferenças ainda persistem nesta era liberal e mesmo entre mulheres e homens com pós-graduações em Harvard e Yale.

Na ausência de leis matrimoniais, um marido poderia descartar a esposa à vontade e ela poderia perder décadas de investimento em seu relacionamento. As leis matrimoniais buscam reaver parte daquele investimento para ela através da pensão alimentícia quando ocorre um divórcio.

Os que pensam nas mulheres e homens de forma abstrata consideram correto que ex-maridos deveriam ter tanto direito a pensão alimentícia quanto ex-esposas. Mas estes ex-maridos estão sendo compensados em função do quê?

E por que esta experiência deveria se aplicar a uniões do mesmo sexo, quando não há as mesmas assimetrias inerentes nem a mesma tendência a gerar filhos?


Tradução de Larry Martins

http://townhall.com/columnists/ThomasSowell/2006/08/15/gay_marriage?page=full&comments=true

Dilma entrega de bandeija a eleição: eu e o lula sabemos que as FARC são narcotraficantes. Portanto, o PT é cúmplice-associado a narcotraficantes.




videoscanalverdades | 2 de setembro de 2010
Tirado do site do Jornal da Globo em http://g1.globo.com/jornal-da-globo/n...

O que diz a ogra:

Christiane Pelajo: Candidata, é notório que as Farc, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, estão relacionadas ao tráfico de drogas e também ao crime organizado aqui no Brasil. Por que a senhora hesita em chamar as Farc de narcoguerrilha?

Dilma Rousseff: Eu jamais hesitei em chamar, falar que as Farc tem relações com o tráfico. É público e notório.

Christiane Pelajo: Então a senhora está declarando aqui que as Farc são uma narcoguerrilha?

Dilma Rousseff: Não estou declarando, não. O governo do presidente Lula acha as Farc ligadas ao crime, ao crime organizado e ao crime do tráfico de drogas. Nunca escondemos esse fato.


Portanto, o PT é uma entidade criminosa, cúmplice das FARC no FORO DE SÃO PAULO, para dizer o mínimo.

As provas?

- Análise dos dados dos computadores de Raúl Reyes (NÚMERO 2 DAS FARC) feita pela INTERPOL. Resumo: os dados são absolutamente autênticos, não foram adulterados, alterados, subtraídos ou acrescidos:
http://www.youtube.com/view_play_list?p=BF525EB7A37B9E15

- Dossiê Brasileiro, com os e-mails enviados destes computadores (repetindo: DESTES COMPUTADORES) de Raúl Reyes para agentes do alto escalão do desgoverno Lula
http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2010/07/o-dossie-brasileiro-o-midia-sem-mascara.html

- Hugo Chávez dizendo que conheceu Lula e Raúl Reyes no FORO DE SÃO PAULO (se bem que com o Dossiê e a análise da Interpol este vídeo do Chávez "perde" alguma importância e passa a ser só mais uma confirmação da relação PT-FARC): 
http://www.youtube.com/watch?v=dO_Lqqm9pXA

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".