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sábado, 31 de março de 2012

O advento da ditadura secreta

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 28 MARÇO 2012
ARTIGOS - GLOBALISMO

Obama deu a si mesmo poderes ditatoriais em momentos calculados para desviar as atenções e frustrar a divulgação. A precaução acabou por se revelar desnecessária: jornais e canais de TV, levando a solicitude até o último limite, não publicaram praticamente nada a respeito.

Escolados pelo precedente do Foro de São Paulo, cuja existência lhes foi ocultada durante dezesseis anos pela mídia soi disant respeitável, alguns leitores brasileiros talvez não se sintam tão espantados ao ver que o New York Times, o Washington Post, a CNN e demais organizações jornalísticas de maior prestígio nos EUA, mesmo depois do pito que levaram do Pravda, continuam sonegando ao público qualquer notícia sobre os documentos forjados de Barack Hussein Obama.

Nos dois casos, a recusa de cumprir a mais primária obrigação do jornalismo pode se explicar, de início, pela reação automática de ceticismo ante condutas que, de tão perversas, maliciosas e abjetas, parecem inverossímeis. 

Quem poderia acreditar, assim sem mais nem menos, que a esquerda, desmoralizada e aparentemente moribunda após a queda da URSS, estava preparando um retorno triunfal na América Latina por meio de um acordo secreto entre organizações legais e criminosas, planejado para controlar, pelas costas do eleitorado, a política de todo um continente? Quem poderia engolir, na primeira colherada, a hipótese de que um bandidinho com identidade falsa, subsidiado por bandidões, ludibriou a espécie humana praticamente inteira e, da noite para o dia, saiu do nada para se tornar presidente da nação mais poderosa do mundo? 

É mesmo difícil. Mas quando nem mesmo o acúmulo incessante de provas inquestionáveis demove do seu silêncio os profissionais que são pagos para falar, então é impossível evitar a suspeita de que o engodo não foi tramado só por políticos, mas também pelos donos de jornais, revistas e canais de TV, secundados pelo proletariado intelectual das redações.         

No entanto, como qualquer pessoa com mais de quinze anos tem a obrigação de saber, não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar. Após ocultar a maior fraude política de todos os tempos, a mídia americana passou a esconder até decretos oficiais do governo Obama, que assim são impostos a uma população desprovida do elementar direito de saber que eles existem. 

Os leitores mais velhos devem se lembrar de que a nossa ditadura militar inventou, um belo dia, um treco chamado "decreto secreto", que entraria em vigor sem precisar ser publicado. Inventou-o mas, que eu saiba, não teve a cara-de-pau de chegar a usá-lo. Pois bem, graças às empresas de comunicações de Nova York e também de  Washington, essa deformidade jurídica inigualável está em pleno uso na mais velha e – até recentemente – mais estável democracia do mundo.        

Quando o amor fanático da classe jornalística a um político se coloca acima da Constituição, das leis, da segurança nacional e de todas as regras básicas da moralidade, não há como explicar isso pela mera preferência espontânea dos profissionais de imprensa, por mais obamistas que eles comprovadamente sejam. 

Alguns jornalistas chegaram a queixar-se ao chefe da Comissão Arpaio, Michael Zullo, de que haviam recebido ameaças diretas do governo para que nada publicassem das investigações. Artigos a respeito foram misteriosamente retirados até de sites conservadores como www.townhall.com, e uma entrevista marcada com Jerome Corsi, o incansável investigador da fraude documental, foi suspensa na Fox News por ordem explícita da diretoria. Com toda a evidência, o bloqueio vem de muito alto, envolvendo tanto funcionários do governo quanto potentados da mídia.         

Quando se conhece, porém, o conteúdo dos decretos ocultados, vê-se que a coisa é infinitamente mais grave do que o simples boicote organizado do direito à informação. 

Em 31 de dezembro, quando o povo estava distraído festejando o Ano Novo, Obama assinou o Defense Authorization Act, que lhe dava, simplesmente, o direito de mandar matar ou de prender por tempo indefinido, sem processo nem habeas corpus, qualquer cidadão americano. 

No crepúsculo da sexta-feira, 16 de março, veio uma ordem executiva (o equivalente da nossa "medida provisória", com a diferença de que não é provisória) que confere ao presidente os poderes necessários para estatizar, a qualquer momento e sem indenização, todos os recursos energéticos do país, incluindo as empresas de petróleo, mais a indústria de alimentos, e ainda para instituir quando bem deseje, sem autorização do Congresso, o recrutamento militar obrigatório. 

Em suma: o homem deu a si mesmo poderes ditatoriais, e nas duas ocasiões fez isso em momentos calculados para desviar as atenções e frustrar a divulgação. A precaução acabou por se revelar desnecessária: jornais e canais de TV, levando a solicitude até o último limite, não publicaram praticamente nada a respeito, de modo que, com exceção daqueles que já voltaram as costas à mídia elegante e preferem informar-se pela internet, os americanos, tendo adormecido numa democracia, acordaram numa ditadura sem ter ideia do que havia acontecido (v. os comentários de Dick Morris em http://www.dickmorris.com/obama-assumes-dictatorial-powers/). 

Não que esta seja a primeira ditadura a ocultar sua própria existência. O segredo, ensinava René Guénon, é da essência mesma do poder. As diferenças são duas: 1– Pela primeira vez na história do mundo a ditadura secreta é implantada por um ilustre desconhecido cuja identidade permanece secreta, bloqueada a todas as investigações. 2– O episódio evidencia com clareza obscena o fenômeno mundial, a que já aludi muitas vezes, do giro de 180 graus na função da grande mídia, que de veículo de informação se transmutou maciçamente, nas últimas décadas, em órgão de censura e controle governamental da opinião pública. 

Publicado no Diário do Comércio.

Cuspir na cara de pessoas de idade? Será pouco, comparado com o que ocorrerá se o esquerdista Felipe Garcez não for processado

 

LUCIANO AYAN

 

Fonte: Reinaldo Azevedo

Maria do Rosário, a ministra dos Direitos Humanos, e Dilma Rousseff, a presidente que a nomeou para a pasta, estão começando a colher os frutos, quem sabe esperados, de suas ações.

O Brasil passou os últimos 33 anos — desde a Lei da Anistia, em 1979 — construindo a democracia e o estado de direito. Agora, há grupos firmemente empenhados em fazer o país marchar para trás. Ou para o lado: aquele da revanche, do pega pra capar, da violência. Questões que haviam sido superadas, ou que estavam justamente adormecidas, são reavivadas com paixão cruenta.

O incentivo à revanche está em toda parte. Se Dilma acha que está no bom caminho, que continue a dar corda a seus radicais. Leiam o que informam Wilson Tosta e Heloísa Aruth Sturm, no Estadão. [...]

Dezenas de militares da reserva que assistiram ao debate “1964 – A Verdade” ficaram sitiados no prédio do Clube Militar, na Cinelândia, no centro do Rio, na tarde desta quinta-feira, 29. O prédio foi cercado por manifestantes que impediram o trânsito pelas duas entradas do imóvel.

O evento marcou o aniversário do golpe militar de 1964 e reuniu militares contrários à Comissão da Verdade. Ao fim do evento, eles tentaram sair, mas foram impedidos por militantes do PC do B, do PT, do PDT e de outros movimentos organizados que protestavam contra o evento.

“Tortura, assassinato, não esquecemos 64″, gritavam os manifestantes. “Milico, covarde, queremos a verdade”, diziam outros. Velas foram acesas na frente da entrada lateral do centenário do Clube Militar, na Avenida Rio Branco, representando mortos e desaparecidos durante a ditadura militar. Homens que saíam do prédio foram hostilizados com gritos de “assassino”. Tinta vermelha e ovos foram jogados na calçada, sem atingir ninguém.

Homens do Batalhão de Choque foram ao local e lançaram spray de pimenta e bombas de efeito moral contra o grupo, que revidou com ovos. Um dos manifestantes foi imobilizado por policiais e liberado em seguida após ser atingido supostamente por uma pistola de choque, e outro foi detido e algemado.

Os militares foram orientados a sair em pequenos grupos por uma porta lateral, na rua Santa Luzia, mas tiveram que recuar por conta do forte cheiro de gás de pimenta que tomou o térreo do clube. A Polícia Militar tenta conter os manifestantes e chegou a liberar a saída de algumas pessoas pela porta principal, mas por medida de segurança voltou a impedir a saída.

Um grupo que saiu sob proteção do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi alvo de xingamentos. Os manifestantes também chamaram os militares de “assassinos” e “porcos”. Mais tarde, a saída dos militares da reserva foi liberada por meio de um corredor criado por PMs entre o prédio até a entrada do metrô, na estação Cinelândia, a poucos metros do Clube Militar.

Meus comentários

Essa é a grande diferença entre um esquerdista e uma pessoa normal. Uma pessoa normal não tem a noção de que está acima do bem e do mal. O esquerdista, pelo contrário, considera que todos os seus atos são válidos à priori, desde que “em nome da causa”.

Será que exagerei?

Então, vejam a totalidade dos comentários dos amigos do meliante agressor da foto:

Hmm… agora não dá mais para eles afirmarem que o ocorrido foi uma “exceção”. Não, é a regra.

Obviamente, nem todos os esquerdistas saem cuspindo na cara dos outros ou matando seus inimigos. A maioria deles não o faz, pois se encaixa em situações como aquelas abaixo:

  • não ter coragem suficiente
  • não está diante de pessoas de idade ou indefesas
  • não está acompanhado de uma multidão que lhe garante a segurança caso um inimigo seja agredido

Mas a ideologia deles, focada no remoer de ódio a todo momento contra os “opressores”, é feita exatamente para ações totalitárias.

Agora, não podemos deixar de questionar o que vai ocorrer daqui por diante nesse caso. Os articuladores da passeata serão processados? Os partidos que financiaram a passeata de ódio serão processados? Ou, é claro que não posso deixar de mencionar, o esquerdista Felipe Garcez será processado?

Se não, a direita está realmente pedindo para que os esquerdistas aumentem o grau de ataques. É assim que a Dinâmica Social funciona. Se há uma agressão, e uma resposta não acontece (e o processo seria a melhor ação, assim como um boletim de ocorrência) então é o mesmo que pedir para que eles aumentem suas ofensas e ataques.

E, no que depender de figuras como Felipe Garcez, quanto mais violência forem cometidas contra quem é de direita, melhor para eles.

Não é a toa que essa turma é responsável por 150 milhões de mortes na China, Rússia e Alemanha Nazista.

E não é que o TJ-RS, que baniu os crucifixos, resolveu ampliar o seu feriado da Semana Santa? Como diria aquela apresentadora de TV, “que deselegante!”

 

REINALDO AZEVEDO

30/03/2012 às 5:25

Como vocês se lembram, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, atendendo a uma representação de uma entidade de lésbicas, resolveu banir os crucifixos dos tribunais gaúchos. Em nome do laicismo! Escrevi muito a respeito da estupidez dessa decisão. Pois bem! Enviam-me o seguinte comunicado emitido por aquele tribunal. Volto em seguida.

Justiça Estadual terá expediente diferenciado na próxima quinta-feira
No próximo dia 5/4, quinta-feira, a Justiça Estadual irá funcionar em horário diferenciado.
O expediente será das 9h às 13h no Tribunal de Justiça e no 1º Grau de jurisdição, de forma ininterrupta, mantendo-se os respectivos serviços jurisdicionais sob regime de plantão. Ficará a critério dos magistrados definição com relação à realização das audiências já designadas.
A determinação é do Presidente do TJRS, Desembargador Marcelo Bandeira Pereira, e consta na Ordem de Serviço nº 003/2012-P.

Na sexta-feira (6/4), feriado nacional, haverá regime de plantão para atendimento das medidas urgentes.

EXPEDIENTE

Texto: Ana Cristina Rosa
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend

Voltei
Vocês devem se lembrar que sou contra esse negócio de laicismo pela metade. Quem se sente oprimido por um crucifixo não pode, evidentemente, folgar com um num feriado cristão. Ampliá-lo, então, nem se diga!

A chamada “Quinta-feira Santa” não é mais feriado há muito tempo. Como sabem todos os advogados gaúchos, o expediente sempre foi das 9h às 18h nesse dia. Não desta vez. O desembargador Marcelo Bandeira Pereira, que presidente o TJ-RS, resolveu dar um meio dia a mais para a moçada. Vai ver é para estimular as orações! Em tempo: foi ele quem presidiu o Conselho da Magistratura na sessão que decidiu caçar e cassar os crucifixos.

O cristianismo parece bem-vindo na hora de ficar de pernas por ar. Em vez de o doutor defender a extinção do feriado cristão em nome do laicismo e da coerência, ele decidiu antecipar a sua vigência.

Como diria uma apresentdora de TV, “que deselegante!”

Por Reinaldo Azevedo

Estado confisca recém-nascido por causa de vacinas Você não vai acreditar no que uma assistente social fez horas após o nascimento do bebê

 

JULIO SEVERO

30 de março de 2012

Bob Unruh

Uma organização que rotineiramente lida com casos de educação domiciliar nos EUA e pelo mundo resolveu pegar um caso de direitos dos pais porque as circunstâncias (uma assistente social chamando a polícia por causa de umas vacinas da criança recém-nascida) são simplesmente chocantes demais para deixar passar.

O anúncio foi feito na terça-feira por Michael P. Farris, presidente da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (HSLDA).

“Pegamos esse caso porque estamos cansados de ver a erosão dos direitos dos pais em virtualmente todas as áreas das nossas vidas. Os direitos dos pais nos casos médicos possuem um impacto nos direitos mais amplos, incluindo as decisões educacionais”, afirma. “E o fato é: Se não lutarmos pelos direitos dos pais, é provável que nossos direitos sejam corroídos pouco a pouco, até que não sobre nada”.

Ele afirma que a organização não está tirando da receita normal paga pelas famílias associadas para financiar essa nova luta, e que os apoiadores estão sendo direcionados a um fundo independente no site da Associação.

Dentre os problemas do caso, Farris destaca o seguinte: assistentes sociais que chamaram a polícia quando a nova mãe pediu testes antes de autorizar vacinas para seu filho, um hospital que removeu a mãe da propriedade em razão da questão, uma “investigação” do nascimento por parte do serviço social, entre outros.

A associação de Farris relatou a situação envolvendo o casal Scott e Jodi Ferris.

Jodi havia entrado em trabalho de parto de manhã cedo, e a parteira que eles esperavam que fosse ajudar os aconselhou a procurar um hospital. Eles assim o fizeram.

“O bebê, que vou chamar de ‘Annie’, nasceu dentro da ambulância no estacionamento do Centro Médico de Hershey (um hospital estatal da Pensilvânia). Funcionários do hospital chegaram rapidamente e assumiram os cuidados da mãe e do bebê”, relatou.

Mas quando Jodi perguntou às enfermeiras sobre seu bebê, “a equipe do hospital foi completamente indiferente”. Quando começaram a dar injeções a Jodi, ela perguntou para que elas serviam. Deram-lhe respostas vagas, do tipo: “Só para ajudar”.

Farris conta que mais tarde um médico disse a Jodi que seu bebê havia tirado 9 na escala de APGAR, um teste aplicado a recém nascidos, em que a nota 8 para cima era considerada saudável.

Mas depois outro médico disse que o bebê estava “muito doente”, e que precisaria ficar no hospital.

Continuando o vai-e-vem, outro funcionário do hospital disse que o bebê estava bem, mas horas depois outro funcionário disse ao casal que seu bebê deveria ficar no hospital de 48 a 72 horas.

“’A lei nos obriga a reter a criança por 48 horas’”, disseram a eles, de acordo com a HSLDA, que observou que tal lei não existe na Pensilvânia.

O WND não conseguiu entrar em contato com a direção do hospital na noite desta edição.

Por último, um funcionário técnico da “administração de risco” do hospital admitiu que o risco sendo administrado não era a saúde do bebê, mas o risco de que o hospital pudesse ser processado se algo saísse errado depois que o bebê fosse liberado.

Então, de acordo com a HSLDA, “uma assistente social do governo chamada Angelica Lopez-Heagy entrou no quarto de Jodi anunciando que ela estava lá para conduzir uma investigação. Jodi pediu para saber as alegações. A assistente social lhe respondeu que era contra a lei que ela soubesse das alegações.

Jodi respondeu que ela não ficaria à vontade para responder às perguntas se não soubesse das alegações. Imediatamente a assistente social anunciou: ‘Já que você não vai cooperar, então eu vou chamar a polícia e nós vamos tomar a guarda da criança'".

A confusão não acabava. Quando Jodi disse que estava cooperando, a assistente social insinuou que o problema era a recusa de Jodi em consentir com uma vacina de vitamina K para o bebê.

“Jodi respondeu que ninguém havia lhe perguntado a respeito da vacina. Além do mais, ela havia escutado a equipe do hospital dizer que já haviam dado a Annie a tal vacina”, afirma o relatório.

Mais tarde, quando Scott deixou o hospital para cuidas dos outros filhos do casal, a direção do hospital pediu permissão para dar a Annie uma vacina contra hepatite B.

“Jodi respondeu que iria concordar apenas se eles fizessem um teste nela ou em Annie para ver se uma das duas era positivo. Se fosse o caso, ela estaria bastante disposta a dar a vacina a Annie. O hospital alegou que eles haviam se esquecido disso mais cedo, quando ainda era possível realizar o teste naquele dia, mas que eles precisavam dar a vacina mesmo assim, sem o teste”, conforme relato da HSLDA.

Jodi perguntou se a decisão poderia esperar até que seu marido retornasse.

“Coloque-se no lugar de Jodi nesse momento”, escreveu Farris. “Você deu à luz de manhã em uma ambulância. O hospital fez alegações desordenadas e contraditórias sobre a saúde do bebê o dia inteiro. Você está exausto. Está sentindo dores. Seu marido sai para ver se as outras crianças estão bem. Chega uma assistente social que ameaçou tomar seu bebê sob custódia policial, e está no seu quarto de hospital exigindo que você tome uma decisão imediata”.

Ele relata, então: “a situação fica feia”.

“A assistente social deixou o quarto e chamou a polícia. Sem uma ordem judicial, eles tomaram a guarda de Annie, alegando imediatamente que ela estava sofrendo de doença ou ferimento (alegação patentemente falsa). A assistente social consentiu com a administração da vacina contra hepatite B, mesmo não tendo sido realizado exame de sangue”, relata.

“A polícia fez Jodi Ferris se levantar do seu leito de hospital e a escoltou até a entrada; eles a expulsaram do hospital porque ela não havia assinado o ‘plano de segurança’”.

Ela foi escoltada para fora.

Mas lhe disseram que ela poderia retornar ao hospital a cada três horas para amamentar o bebê, e o casal foi obrigado a passar a noite em um carro no estacionamento de um Wal-Mart perto do hospital.

“Foi isso mesmo que você leu. Eles expulsaram a mãe do hospital, e para ficar perto da criança e amamentá-la, ela teve que dormir no carro”, relata Farris.

Uma audiência no dia seguinte devolveu a criança a seus pais imediatamente.

“Não é crime fazer perguntas a respeito da saúde do seu bebê. Não é crime exigir testes para se certificar de que o procedimento é necessário antes que seja feito. Não é crime ser uma mãe protetora”, relata Farris.

“Mas a equipe de médicos e a assistente social se comportaram de maneira ultrajante com relação a essa família. E acreditamos que eles violaram seus direitos com base na Constituição dos Estados Unidos. E iremos à justiça para provar isso”, concluiu Farris.

“A prioridade da assistente social não era o bem-estar de Annie, mas sua própria conveniência e sua própria percepção de poder. Ela queria dar uma lição a essa mãe que pratica a educação domiciliar. E o hospital claramente não estava preocupado se Annie tinha algum problema clínico, mas só estavam tentando evitar um processo por negligência médica.

Quando funcionários do governo atropelam os pais em casos como esse, a lição que precisa ser ensinada é ao governo”, afirma.

Foi apenas um dia antes que a Suprema Corte dos EUA se recusou a intervir em outro caso envolvendo direitos dos pais aberto pela HSLDA.

Nesse caso, xerifes do Arizona ameaçaram os pais com a retirada da guarda dos seus cinco filhos a não ser que permitissem que assistentes sociais, que não tinham mandado ou suspeita, fizessem uma busca em sua casa.

O chocante desfecho saiu em um processo aberto em favor de John e Tiffany Loudermilk, que processaram os xerifes após um confronto em 2005 em sua casa, no condado de Maricopa.

Um juiz estadual decidiu que uma pessoa razoável entenderia que a decisão dos Loudermilks de permitir que assistentes sociais fizessem uma busca em sua casa era coagida, violando a Quarta Emenda. Mas o Tribunal Regional Federal da 9ª Região disse que a busca era devida.

O caso pode não ter sido encerrado, uma vez que a opinião da 9ª região não foi publicada, o que quer dizer que não é vinculante para casos futuros. Além disso, quando os xerifes apelaram à 9ª Região por imunidade, os assistentes sociais que também foram processados não o fizeram, e parte do caso continua na espera em nível regional.

James Mason, advogado-chefe da HSLDA, que abriu o caso em nome da família, disse ao WND que o grupo irá consultar a família, e em breve irá decidir sobre o próximo passo.

Mas ele afirma que o resultado é desanimador, pois não importando o status da apelação, a situação avançou, e as ameaças foram feitas para dar aos assistentes sociais o que eles queriam.

O caso ocorreu depois que um informante anônimo disse às autoridades que havia um perigo para as crianças na nova casa. Dois meses depois, as assistentes sociais Rhonda Cash e Jenna Cramer chegaram à casa sem avisar e explicaram que era uma emergência, pois elas haviam decidido que era uma emergência naquele momento.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “State confiscates newborn over vaccinations

Fonte: www.juliosevero.com

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Gabeira diz a verdade sobre a guerrilha: pegar em ditadura do proletariado!



Enviado por  em 30/03/2012
Enviado por canalalertatotal em 18/05/2011

Nesse vídeo Fernando Gabeira fala, honestamente, sua a atuação da guerrilha. Deixa claro, que tanto ele quanto os outros que pegaram em armas contra a ditadura militar, não podem dizer que lutavam pela democracia. Gabeira diz que muitas pessoas estavam fazendo resistencia pela democracia no Brasil, mas eles do movimento armado não.

Che Guevara: A Verdadeira História. Por Glenn Beck e Humberto Fontova



Enviado por  em 20/04/2011
Exclusividade em português do blog "O Verdadeiro Che Guevara: A Real Face do Monstro". Tradução: João Victor Pacífico. Legenda: Ernane Garcia.

Glenn Beck da Fox News e Humberto Fontova contam a verdadeira história de Ernesto Guevara de la Serna.

Quem foi Che Guevara? Assassino de sangue frio. Torturador sádico. Materialista com sede de poder. Terrorista que espalhou destruição e carnificina pela América Latina.

"Cuspiu na cara do coroa?" FELIPE GARCEZ responde: "Aham, na CARA dos torturadores."



Enviado por  em 30/03/2012
O Coronel-Aviador Juarez Gomes, presidente do Ternuma-Rio e OCTOGENÁRIO!

LINK DA MATÉRIA NO ESTADÃO, VEJAM A FOTO NO FINAL: http://goo.gl/yGHi8

ou aqui

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,militares-da-reserva-sao-cercados...

IMAGENS E INFORMAÇÕES PÚBLICAS DO CIDADÃO QUE ASSUMIU PUBLICAMENTE A "AÇÃO VALENTE": CUSPIR EM UM OCTOGENÁRIO:http://www.4shared.com/folder/gc13qjsr/FELIPE_GARCEZ_CUSPIU_NO_VELHIN.html

sexta-feira, 30 de março de 2012

Direitos sexuais para crianças de 10 anos?!

 

VIDA SIM, ABORTO NÃO

março 30, 2012 por Wagner Moura

O mundo pode até não acabar em 2012, mas pouca coisa de aproveitável vai sobrar se tanta notícia ruim se concretizar. Olha só o que eu acabo de ler no Friday Fax, o informativo dos pró-vida que atuam diretamente na ONU (o pessoal do C-Fam): ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos.

Assim diz o texto de Friday Fax: A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos. Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.

Taí: quando se acaba com o direito à vida, se acaba com todos os demais! Se a criança não tem nem o direito de nascer, quanto mais o direito à proteção contra toda perversão sexual. É muito triste e, no entanto, a ONU está propondo essa coisa terrível.

Octogenários sendo cuspidos no Brasil. Alguém aí lembra dos tais Direitos Humanos e do Estatuto do Idoso?

 

ESTADÃO

PM usou gás de pimenta e bombas de efeito moral; evento marca o aniversário do golpe de 64

29 de março de 2012 | 17h 46

Wilson Tosta e Heloísa Aruth Sturm, de O Estado de S. Paulo - Texto atualizado às 19h35

RIO - Dezenas de militares da reserva que assistiram ao debate "1964 - A Verdade" ficaram sitiados no prédio do Clube Militar, na Cinelândia, no centro do Rio, na tarde desta quinta-feira, 29. O prédio foi cercado por manifestantes que impediram o trânsito pelas duas entradas do imóvel.

O evento marcou o aniversário do golpe militar de 1964 e reuniu militares contrários à Comissão da Verdade. Ao fim do evento, eles tentaram sair, mas foram impedidos por militantes do PC do B, do PT, do PDT e de outros movimentos organizados que protestavam contra o evento.

"Tortura, assassinato, não esquecemos 64", gritavam os manifestantes. "Milico, covarde, queremos a verdade", diziam outros. Velas foram acesas na frente da entrada lateral do centenário do Clube Militar, na Avenida Rio Branco, representando mortos e desaparecidos durante a ditadura militar. Homens que saíam do prédio foram hostilizados com gritos de "assassino". Tinta vermelha e ovos foram jogados na calçada e nos militares.

Homens do Batalhão de Choque foram ao local e lançaram spray de pimenta e bombas de efeito moral contra o grupo, que revidou com ovos. Um dos manifestantes foi imobilizado por policiais e liberado em seguida após ser atingido supostamente por uma pistola de choque, e outro foi detido e algemado.

Os militares foram inicialmente orientados a sair em pequenos grupos por uma porta lateral, na rua Santa Luzia, mas tiveram que recuar por conta do forte cheiro de gás de pimenta que tomou o térreo do clube. A Polícia Militar tentou conter os manifestantes e chegou a liberar a saída de algumas pessoas pela porta principal, mas por medida de segurança voltou a impedir a saída.

Um grupo que saiu sob proteção do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi alvo de xingamentos. Os manifestantes chamaram os militares de "assassinos" e "porcos". Mais tarde, a saída dos militares da reserva foi liberada por meio de um corredor aberto por PMs entre o prédio e a entrada da estação Cinelândia do metrô, a poucos metros do Clube Militar.

Por volta das 18 horas, saiu do prédio o general Nilton Cerqueira, ex-secretário de Segurança do Rio, que comandou a operação que culminou na morte do ex-capitão Carlos Lamarca, que aderiu à luta armada e foi morto no interior da Bahia em 1971.

Às 18h20, o ambiente continuava tenso, com manifestantes cercando as duas saídas, e um dos militares foi empurrado. O trânsito na Rua Santa Luzia entre a México e a Avenida Rio Branco foi interrompido e há engarrafamento na Rio Branco.

2KBÇAS - Fala Vitoria 156, blogueiro Ricardo Gama, redes sociais, mídia e governo



















Enviado por  em 29/03/2012
Os dois caras do Duas Cabeças (2KBÇAS)

"Eu, Ateu" e sua mentalidade TOTALITARISTA atéia e anticristã: já vimos esta história antes. Ou VALOR BÍBLICO É DESTRUIR O MAL OBJETIVO



Enviado por  em 30/03/2012
Vocês ainda não entenderam? Este tipo de criatura precisa ser identificada no meio da rua como pertencente à ESCÓRIA da humanidade. E esta corja está aí, utilizando papéis "pega-mosca" para aprisionar os jovens a esta demência psicopatológica.

Dentre os idiotas-úteis que batem palmas para a Tropa dos Lanternas Verdes, ops, Tropa da "PARALLAX" Cognitiva, pode estar sendo gerado o novo Stálin, o novo HItler, o novo Fidel.

Vocês, cristãos que não estavam vendo mal neste turminha de analfabetos morais, mentais, sociais e espirituais, não vão ajudar a destruí-los completa e integralmente?

É UM VALOR BÍBLICO DESTRUIR O MAL OBJETIVO.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Obama's Ineligibility: All The Rage In Russia

 

AMERICA´S CONSERVATIVE NEWS

WEDNESDAY, MARCH 28, 2012

(WND.com) While many U.S. mainstream media outlets spike news about the Obama eligibility investigation, Russia’s government radio is keeping the world abreast of the scandal that has caused “the biggest censorship and blackout in the history of journalism.”

The Voice of Russia – successor of Radio Moscow, the official station of the Soviet Union – published an exclusive interview with Sheriff Joe Arpaio March 26 titled, “Obama’s birth certificate may be forgery.” As WND reported, Arpaio and his Cold Case Posse announced there is probable cause indicating the documents released by the White House last April purported to be Obama’s original, long-form birth certificate and Selective Service registration card are actually forgeries.

“Wherever I go, people commend me for doing this,” Arpaio told The Voice of Russia. “So, naturally this has been probably the biggest censorship and blackout in the history of journalism when no one from the national level will cover the story.”


Read The Full Story

Posted by ACN Staff

Por que será que a mídia não colocou mais este assassinato, como sempre faz, no rol dos "crimes homofóbicos"? Nem mesmo o blog TRANSREVOLUÇÃO, Travestis e Transexuais em Ação, fez esta referência. O G1 nem mesmo publicou os nomes do acusado e da vítima. Ou tem algo de podre no reino da Dinamarca?

Matéria no Gazeta Online: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/03/noticias/gazeta_online_norte/noticias_norte/1167484-biologo-preso-acusado-de-matar-restaurador-da-ufes-no-noroeste.html

Trecho:

"Segundo o delegado, o acusado afirmou que, ao se encontrarem, Renato teria tentado forçar um relacionamento com ele, porém ele negou e revidou com uma facada no peito da vítima..." 

Matéria no G1. DETALHE: não coloca nem os nomes:
http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2012/03/biologo-e-preso-e-confessa-que-matou-professor-no-es-diz-policia.html

Matéria no blog TRANSREVOLUÇÃO (Travestis e Transexuais em Ação)Título da matéria: "ELE FOI PRESO":
http://transrevolucao.blogspot.com.br/2012/03/ele-foi-preso.html


para ler melhor o comentário no site:

Sexo com menores: basta não ser o primeiro. Mas não precisamos ser assim tão rígidos, sabe “cumé”?

Um amigo me manda:
Lembra que o Olavo de Carvalho alertava para a possibilidade de ativismo pró-pedofilia graças às decisões sobre "união estável" de homossexuais?
Olhem essa: O STJ acha que sexo com menores de 14 anos pode não ser crime se os menores em questão já praticam sexo!
http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/55569/para+anpr+decisao+do+stj+sobre+estupro+de+menores+e+uma+afronta+a+constituicao.shtml
Junte isso ao fato de que, desde 2005, os artigos correspondentes no código penal foram REVOGADOS, restando apenas o "ECA" (Estatuto da Criança e Adolescente)...
A sacanagem está quase oficializada... falta pouco...

OBSERVAÇÃO POSTERIOR FEITA PELO MEU AMIGO NOS COMENTÁRIOS:

Só uma pequena correção, depois que escrevi esse comentário... Em 2005 o artigo 217 do código penal (e outros) foi revogado. Só em 2009 novos artigos, revisados, foram colocados de volta...

Repare no "gap" de 4 anos onde, em teoria, era possível comer criancinhas sem ir pra cana... Vide o caso, no sul do país, onde um sujeito de 20 e poucos anos NÃO foi criminalizado por "viver" com uma menina de 12...

Rev. Peterson: Obama “agindo estupidamente” no caso Trayvon Martin

 

JULIO SEVERO

28 de março de 2012

LOS ANGELES, Califórnia, EUA, 27 de março de 2012 (Christian Newswire) — Enquanto os líderes negros nos EUA estão demonstrando indignação com relação à morte do adolescente de 17 anos Trayvon Martin, o presidente Barack Obama também se pronunciou sobre a caso, chamando-o de tragédia, pedindo a cooperação entre as polícias e declarando que é necessário que o país faça um “exame de consciência”. Obama afirmou também: “se eu tivesse um filho, ele se pareceria com Trayvon”. O Rev. Jesse Lee Peterson, fundador e presidente da organização BOND Action, declarou que o presidente “agiu estupidamente” em suas declarações.

Rev. Jesse Lee Peterson: Obama “agiu estupidamente”

“O presidente Obama está agindo estupidamente ao fazer declarações precocemente, sem saber os fatos” disse o Rev. Peterson. “Os comentários de Obama sustentam o que os líderes racistas negros vêm alegando, que Trayvon Martin foi baleado em razão de sua raça, mas novas provas contradizem essa teoria. E ao dizer que os americanos precisam de um ”exame de consciência”, Barack Obama está insinuando que somos uma nação de racistas. O presidente ainda faz comentários insistentes sobre raça e sobre a polícia, mesmo após o embaraçoso incidente de 2009, quando alegou falsamente que a ‘polícia de Cambridge havia agido estupidamente’ na prisão de seu amigo, o professor de Harvard Henry Louis Gates Jr.", afirma o Rev. Peterson.

De acordo com os jornais Orlando Sentinel e The Miami Herald, Trayvon Martin parece ter sido o agressor e presumidamente atacou George Zimmerman, quebrando seu nariz e espancando sua cabeça repetidamente. Martin também havia sido suspenso da escola várias vezes, recentemente após ter sido pego com um pequeno pacote de maconha vazio. As escolas de Miami possuem uma política de tolerância zero com relação à posse de drogas.

O Rev. Peterson disse ainda: “Esse presidente está reforçando novamente a mentira de que a polícia e a maioria dos brancos são racistas”. E acrescentou: “Considerando sua história com o Rev. Jeremiah Wright, Jr. e o professor racista Derrick Bell, não é surpresa que Obama enxergue tudo sob o prisma da raça. Os americanos precisam de um presidente que nos una com base da verdade, em vez de nos dividir com mentiras”.

A BOND Action é uma organização cultural dos EUA que existe para educar, motivar e reunir os americanos em torno de um maior envolvimento nos assuntos morais e políticos que ameaçam os EUA: www.bondaction.org

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Christian Newswire: “Rev. Peterson: Obama 'Acting Stupidly' in Trayvon Martin Case

Fonte: www.juliosevero.com

Racismo nas igrejas evangélicas negras dos EUA

Estado controlador: governo inglês junta base de dados de crianças de 3 anos de idade que são “homofóbicas” e “racistas”

Pastor que incentivou criminoso arrependido a se entregar para a polícia cai na teia das leis anti-discriminação

Duas igrejas evangélicas bastante diferentes

Pregadores negros estão adorando o messias errado

Charlatanismo racista

A hipocrisia esquerdista do Congresso Nacional Africano

Entre o crime e a mentira

Evangélico Walter Williams é entrevistado pela revista Veja

O racismo de Karl Marx

O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram…

Lei russa de São Petersburgo questiona se direitos gays são direitos humanos?

 

JULIO SEVERO

29 de março de 2012

É certo o governo americano pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?

Bryana Johnson

DALLAS, Texas, EUA, 18 de março de 2012 — São Petersburgo, na Rússia, adotou uma nova política pública designada a proteger jovens de exposição à propaganda de grupos homossexuais. A política tem criado polêmica entre grupos gays.

Em 7 de março de 2012, o governador Georgy Poltavchenko assinou a lei que multará indivíduos em até 170 dólares e empresas em até 17.000 por violarem a medida que proíbe “ações públicas com o objetivo de fazer propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo e transgenerismo entre menores de idade”.

A lei de São Petersburgo também inclui emendas que introduzem punições mais rigorosas para a pedofilia.

Aplaudindo a recente legislação, a Igreja Ortodoxa Russa está pedindo uma proibição semelhante na Rússia inteira. Dmitry Pershin, diretor do conselho juvenil da Igreja Ortodoxa Russa, diz: “temos de ajudar a proteger as crianças de manipulações de informações de minorias que promovem a sodomia”.

Foto: Policial russo detem um homem vestido de noiva durante protesto gay em Moscou. Crédito: AP Images

Respondendo à intenção do ativista homossexual Nikolay Alexeyev de organizar comícios de protestos perto de estabelecimentos infantis, Pershin diz que “a persistência das minorias sexuais e sua intenção de fazer comícios perto de estabelecimentos de crianças indica que essa lei regional é muito necessária e tem de receber status federal com urgência”.

Os grupos gays estão descontentes e gritando por indenizações contra o governo de São Petersburgo. Em 2011 a organização militante LGBT AllOut conseguiu pressionar o site de serviços financeiros PayPal a fechar a conta do blogueiro cristão anti-agenda gay Julio Severo, suspendendo acesso aos fundos.

Agora, essa organização está protestando e chamando essa lei de “lei do silêncio” que “amordaça artistas, escritores, músicos, cidadãos e visitantes”, e eles dizem que não vão lá, ameaçando boicotar viagens à cidade russa.

Por estranho que pareça, outra instituição se uniu a eles expressando condenação: o Departamento de Estado dos EUA. “Direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays”, declara o site oficial do Departamento de Estado, citando a secretária Hillary Clinton.

“Estamos exortando as autoridades russas para protegerem essas liberdades, e para fomentarem um ambiente que promova respeito pelos direitos de todos os cidadãos. Temos também consultado nossos parceiros da União Europeia sobre essa questão. Eles têm as mesmas preocupações que temos e também estão abordando as autoridades russas nessa questão. Os Estados Unidos dão grande importância ao combate à discriminação contra a comunidade LGBT e todos os grupos minoritários”.  

A Rússia não gostou da interferência do governo dos EUA. “Vemos com espanto as tentativas dos EUA de interferir, e ainda por cima publicamente, no processo legislativo”, Konstantin Dolgov, representante de direitos humanos do ministério das relações exteriores, disse para a agência noticiosa Interfax, acrescentando que não há “absolutamente nenhuma discriminação na lei russa na aplicação de direitos humanos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais, inclusive na base da orientação sexual”.

Dolgov explicou que “as iniciativas legislativas dos órgãos regionais de autoridade… têm o proposito de proteger os menores de idade da propaganda correspondente… Evidentemente, a decisão levou em consideração os valores culturais e morais tradicionais que prevalecem na sociedade russa, considerações da proteção da saúde e moralidade pública, e a inadmissibilidade da discriminação por meio do incentivo dos direitos e interesses de um grupo social sem a devida consideração pelos direitos e interesses dos outros”.

No final das contas, Dolgov estava muito bem informado. Por mais que possa parecer chocante para a secretária Clinton, os russos, em geral, não gostam de exibições públicas da homossexualidade e muitos acreditam que os atos homossexuais são imorais e prejudiciais à saúde.

Uma pesquisa de opinião pública do Centro Levada em Moscou revelou que 74 por cento dos russos consideram a homossexualidade como resultado de más escolhas morais. É certo o governo dos EUA pressionar o governo russo a ir contra a vontade de seu povo?

Se o governo russo estivesse, de fato, violando direitos humanos, a resposta certamente seria sim. Contudo, o ponto principal é que embora a liberdade de expressão, os direitos de propriedade, o direito a um julgamento justo, liberdade de violência injustificada, liberdade de servidão involuntária, etc., sejam direitos humanos, liberdade de expressão sexual em vias públicas e na presença de crianças não é, e categorizá-la como tal banaliza os reais abusos e injustiças de direitos humanos cometidos todos os dias no mundo inteiro.

“Mantenha o governo fora de seu quarto de dormir!” se tornou um lema de ativistas gays e abortistas, que se irritam com o que veem como excessiva legislação da atividade sexual. O governo russo tem se retirado do quarto de dormir.

Agora, porém, esses ativistas não mais estão satisfeitos em confinar suas polêmicas ao quarto de dormir, mas continuam insistindo em arrastá-las para fora, para exibição pública. A questão é que grande parte do que eles desejam ostentar não é nada apropriado para exibição pública em primeiro lugar.

Os direitos gays são direitos humanos? Apenas na medida em que esses direitos são os mesmos direitos concedidos a todas as outras pessoas. Portanto, embora os direitos dos gays de ter igual proteção da lei sejam direitos humanos, os “direitos” deles a paradas que simulam sexo explícito em lugares públicos ou de doutrinar crianças contra os desejos de seus pais não são absolutamente direito algum.

Traduzido por Julio Severo do artigo do jornal The Washington Times: St. Petersburg Russia law questions if gay rights are human rights?

Fonte: www.juliosevero.com

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Resolução de São Petersburgo sobre as tendências antifamília da Organização das Nações Unidas

Igreja Ortodoxa Russa quer proibição nacional de propaganda gayzista visando menores de idade

Segunda maior cidade da Rússia proíbe propaganda de homossexualidade e pedofilia

Grupo gay dos EUA por trás do fechamento da conta de PayPal de Julio Severo quer derrotar lei russa que proíbe propaganda homossexual

Rússia e Ocidente: entre a manipulação e a perseguição

Líderes Políticos Querem Proteger Casamento e Crianças das Exigências Homossexuais/Transexuais

Segunda maior cidade da Rússia determinada a criminalizar a promoção da homossexualidade

Prefeito de Moscou chama parada do “orgulho gay” de “satânica”

Tribunal Europeu de Direitos Humanos obriga Moscou a permitir paradas gays

Rússia dá um fim em adoções para gays e solteiros

Cidade de Moscou proíbe paradas do “orgulho gay” apesar de ordem judicial permitindo-as

Dupla gay americana faz sexo à vista de habitantes de país estrangeiro e vai para a cadeia

Dupla gay estupra menino de 5 anos e recebe proteção especial do governo do Estado de São Paulo

Madonna poderá ser multada se promover a agenda homossexual em show na Rússia

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 28 de março de 2012

O que a consultoria em processos tem a nos dizer sobre os projetos esquerdistas

 

LUCIANO AYAN


Há algum tempo atrás eu fiz o post “O que a gestão de projetos nos ensina sobre  o perigo dos projetos esquerdistas?”.

Agora, quero falar da consultoria em processos, ao invés da gestão de projetos.

Um consultor é aquele profissional que realiza diagnóstico e formula soluções com base em alguma especialidade. Em alguns casos existe também um papel chamado Gerente Consultor, no qual alguém pode ser um gerente de uma área ou projeto, e também ser consultor em alguma especialidade.

Empresas de consultoria costumam gostar muito desse tipo de profissional, que possui ao mesmo tempo habilidades em gestão e especialidades conforme necessárias para a empresa, geralmente para serem utilizadas como venda de serviços de consultoria aos clientes.

Existem várias formas de atuação de um consultor, podendo ser de forma autônoma, como também através de uma empresa de consultoria (que vende os serviços de grupos de consultores). Há também o perfil de consultor interno, aquele profissional especialista que presta esse tipo de serviço dentro da sua própria organização.

Não quero entrar em muitos detalhes a respeito da profissão “consultor”. Caso se interesse, recomendo o Google.

Quero falar sobre uma das principais características de um consultor no dia a dia profissional, pois tenho bastante carinho por esta forma de atuação. Já realizei várias consultorias em meu histórico profissional.

Como também já liderei times de consultores, creio que hoje tenho uma certa experiência para dizer se um consultor “presta” ou “não presta”. E já vi vários consultores que “não prestam”. Podem até serem bons analistas, mas jamais bons consultores.

Certa vez, eu designei um consultor para atuar em um projeto de melhoria de processos de atendimento para uma grande empresa de Telecom. Ele realmente tinha muita experiência e várias certificações profissionais, mas seu problema mais grave era a incapacidade de ouvir o que o cliente tinha a dizer. Ele também não prestava muita atenção ao ambiente da organização alvo. Basicamente, tinha soluções prontas.

Ele chegou a propor a remodelação do escritório de projetos da organização. Para vocês terem uma idéia, isso envolveria mudar TODA A ESTRUTURA da organização. E não era a área com problemas. Ele simplesmente veio com a “solução na cabeça” e começou a propor maravilhas.

Eu dei o primeiro feedback mais ou menos dessa forma: “Olha, meu amigo, por favor, não faça propostas. Pelo menos no início. Quero que você apenas faça entrevistas e me passe uma visão geral do cenário atual. Sem isso, não proponha mais nada. Pode ser?”. Ele concordou.

Mas, em um estilo quase psicótico, lá estava de novo na semana seguinte a figurinha propondo implementar a Gestão de Serviços de TI e um portfolio de TI. Curiosamente, ele se esqueceu de que a organização já tinha um programa de gerenciamento de serviços de TI…

Novamente, dei um feedback. E na semana seguinte outro, já impaciente. Dias depois o cliente me contatou e pediu para trocar de consultor. Motivo: o consultor em questão “não ouvia as reais necessidades” da organização.

Imediatamente, troquei de consultor e daí para frente o projeto foi muito bem. A carreira do consultor desalocado da Telecom também não foi adiante…

Hoje em dia, com mais experiência, eu não demoraria tanto para trocar de consultor. Naquele caso, eu dei 3 chances. Hoje em dia, o segundo erro já é motivo para realocação de profissional.

O consultor hoje em dia não pode ser cobrado apenas por sua habilidade técnica e especialidades, mas especialmente quando à capacidade de ENTENDER as reais necessidades do cliente. Há um termo para isso: escuta ativa. De 10 consultores que avalio, 1 ou 2 possuem essa habilidade.

E o que tudo isso tem a ver com o debate esquerda X direita? Simples. Todo bom consultor é um conservador. Ele passa a maior parte do tempo ENTENDENDO o seu ambiente, a organização alvo e ouvindo o cliente, para aí, somente aí, propor soluções. Ou até mesmo avaliar que não é um momento de mudança.

Se o consultor é um conservador no ambiente profissional, ele deve sê-lo na avaliação das propostas de “mudança de mundo”? Com certeza, pois aí os impactos são bem maiores.

Ou você conhece alguma mudança organizacional que levou várias pessoas para a guilhotina? Ou mesmo alguma mudança de algum sistema ERP que causou um genocídio?

No cenário político, no entanto, os “projetos de melhoria” de esquerdista já causaram mais de 150 milhões de mortes, quando contabilizamos as mortes da Revolução Francesa, do Nazismo e do Marxismo.

Isso acontece por um aspecto principal.

Nos tempos da religião tradicional, ao que parece, a principal iniciativa, mesmo que a partir da crença em deuses, era tentar ENTENDER o mundo. Há vários ensinamentos sábios em várias religiões, do islamismo ao cristianismo, do hinduísmo ao judaísmo.

John Gray, em “Missa Negra: Religião Apocalíptica e o Fim das Utopias”, escreve o seguinte:

[...] a humanidade tem outros mitos, que podem ajudá-la a enxergar com mais clareza. Na estória do Gênesis, o homem foi expulso do paraíso depois de provar da Árvore do Conhecimento, sendo obrigado a prover para sempre o seu sustento com o próprio trabalho. Não há, aqui, qualquer promessa de volta a um estado de inocência primordial. Uma vez comido o fruto, não há como voltar atrás. A mesma verdade está contida na estória grega de Prometeu e em muitas outras tradições. Essas lendas antigas constituem bússolas mais claras do presente que os modernos mitos de progresso e Utopia.

O que entendo dessa análise é que os mitos antigos focavam em estudos sobre a natureza humana e sobre o mundo, tentando olhar como ele realmente é. E, se há mudanças que o homem pode ambicionar, estas mudanças devem ser pensadas considerando essas características.

É mais ou menos como um consultor pensaria, tentando observar a sua organização alvo e, antes de pensar em solucionar problemas, ao menos entender de fato quais são os problemas e os impactos que a possível solução traria para a organização.

Em oposição à religião tradicional, o aspecto mais grotesco de toda a iniciativa dos religiosos políticos é surgirem com soluções prontas, mas sem jamais observarem o mundo como ele é.

Se o marxismo pôde exterminar milhões, isso só ocorreu pelo fato de um sistema ter sido implementando e, na ditadura do proletariado, algumas pessoas tiveram a possibilidade de exterminar os demais. A pergunta é: por que o “consultores” da esquerda não previram essa consequência?

No mundo corporativo, um consultor que tenha feito um projeto de melhoria com resultados tão catastróficos seria taxado de desqualificado, tendo a pior das características de um consultor fraco: “a incapacidade de ouvir e portanto de entender o mundo que o rodeia”.

Outro exemplo: as feministas prometeram que, ao trazer emancipação para as mulheres, estas seriam realizadas e felizes. Mas um estudo publicado há tempos, mostrou que as mulheres nunca estiveram tão infelizes, enquanto os homens nunca estiveram tão felizes.

Mas as feministas não teviam ter ouvido as REAIS NECESSIDADES das mulheres quando fizeram sua campanha? Se ouviram, por que, após as mudanças implementadas de acordo com o feminismo (na Suécia, os homens estão até mijando sentados), as mulheres ficaram menos felizes?

Na verdade, o que ocorre com os esquerdistas é que eles vivem querendo “mudar o mundo”. Eles não precisam entendê-lo, pois já sabem “o problema” e já definiram “os culpados”. E, é claro, “tem a solução”.

Obviamente, jamais procurarão entender a natureza humana, o aspecto biológico humano, os instintos humanos, e as consequências de mudanças feitas somente para atender a manias e demandas artificiais. Os esquerdistas possuem todas as características, em seus projetos de “mudar o mundo”, que fariam com que eles, caso estivessem na posição de consultores corporativos, fossem considerados DESQUALIFICADOS para a função, pois a função primordial de um consultor (entender o cenário foco da mudança) eles jamais executaram.

No mundo político, os bons consultores vão na direção oposta à esquerda. E, bizarramente, são os consultores políticos de quinta categoria, os esquerdistas, os que mais dão sugestões de “melhoria”.

É um filme que já vi antes…

Biólogo preso acusado de matar restaurador da Ufes no Noroeste Mikael Mansur Martinelli foi preso no museu onde trabalha, na cidade de Santa Teresa. O acusado confessou o crime

 

GAZETA ONLINE

27/03/2012 - 16h27 - Atualizado em 27/03/2012 - 16h27
DA REDAÇÃO MULTIMÍDIA

Atualizada às 17h50

foto: Arquivo pessoal

Mikael Mansur Martinelli

Mikael Mansur Martinelli foi preso dentro do museu onde trabalhava, em Santa Teresa

O biólogo Mikael Mansur Martinelli, 26 anos, foi preso nesta manhã dentro do museu onde ele trabalha na cidade de Santa Teresa. Ele confessou ter matado o restaurador da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Renato Marianno Junior. Ele foi capturado em cumprimento de mandado de prisão por volta das 9h30 desta terça-feira (27).

De acordo com o titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) de Colatina, delegado Fabrício Bragatto, o acusado, em depoimento, confessou o assassinato de Renato Marianno Junior. O suspeito afirmou que conhecia a vítima, que teria ido de Vitória ao interior de Colatina para que eles conversassem. Eles se encontraram na propriedade rural do pai de Mikael,  na localidade de Barra de São João Pequeno, município de Colatina.

Segundo o delegado, o acusado afirmou que, ao se encontrarem, Renato teria tentado forçar um relacionamento com ele, porém ele negou e revidou com uma facada no peito da vítima. Eles continuaram a discutir e Mikael desferiu outro golpe com a arma na face de Renato, que caiu. Mikael teria saído do local e, ao retornar, percebeu que Renato estava morto e arrastou o corpo para dentro da lagoa.

Conforme Bragatto, Mikael teve prisão temporária decretada. Ele será transferido para um Centro de Detenção Provisória (CDP), onde permanecerá detido por 30 dias, até a conclusão do inquérito policial.

foto: Arquivo Pessoal

Renato Junior

Renato Marianno Junior foi encontrado morto dentro de uma lagoa, na zona rural de Colatina

O crime
O corpo do restaurador da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Renato Marianno Junior,  foi encontrado na manhã de 14 de março, boiando em uma lagoa. O manancial situa-se em uma propriedade particular na localidade de Barra de São João Pequeno, município de Colatina.
O desaparecimento de Renato foi percebido no dia 12 de março, já que ele tinha por hábito avisar via redes sociais tudo o que costumava fazer. Os familiares contaram ter ligado para os dois celulares do restaurador, mas nenhuma ligação tinha sido atendida.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Uma aula de sabedoria em 3 minutos com Olavo de Carvalho

Suzanne Venker: "O feminismo é a pior coisa que já aconteceu às mulheres"

 

MARXISMO CULTURAL

Quarta-feira, 28 de Março de 2012

 

O livro de Suzanne Venker com o título de "The Flipside of Feminism" enumera alguns dados que demonstram o quão prejudicial o feminismo é para as mulheres.

PONTOS PRINCIPAIS:

  • 1) O feminismo não emancipou a mulher. Na verdade, o feminismo prejudicou a mulher ao colocá-lo numa prisão de pensamento negativo e ao promover um beco sem saída de promiscuidade.

  • 3) As mulheres não devem tudo às feministas. O feminismo não conferiu às mulheres o direito de votar ou de ir para a universidade. Estes direitos já existiam ANTES da "Segunda Vaga Feminista" dos anos 60.
  • 6) As mulheres deveriam ignorar as prescrições feministas institucionalizadas que desvalorizam a maternidade e o casamento. Elas deveriam organizar as suas vidas de modo a que coloquem a família como a experiência mais importante e significativa das suas vidas.
  • 7) O feminismo é um movimento acabado nos EUA.

Doris Lessing foi a primeira a identificar a praga politicamente correta nas cinzas do comunismo

 

BLOG DO ORLANDO TAMBOSI

SEGUNDA-FEIRA, 26 DE MARÇO DE 2012

 

A escritora Doris Lessing (1919), que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura  em 2007, foi certamente a primeira pessoa a identificar as origens da nefasta doutrina politicamente correta, com seu igualmente nefasto relativismo. Foi também difícil encontrar o texto original - publicado logo depois da implosão da União Soviética -, agora gentilmente traduzido por um amigo (referência no final do texto).

Perguntas que Você Nunca Deve Fazer a Escritores

Por DORIS LESSING

New York Times, Editorial em 26 de Junho de 1992


EMBORA tenhamos visto a aparente morte do comunismo, modos de pensar que nasceram no comunismo ou foram fortalecidos pelo comunismo ainda governam nossas vidas. Mas nem todos eles são imediatamente perceptíveis como sendo um legado do comunismo. O exemplo mais evidente é o politicamente correto.


Primeira questão: a linguagem. Não é novidade a ideia de que o comunismo degradou a linguagem, e, com a linguagem, o pensamento. Há um jargão comunista reconhecível em cada frase. Pouca gente na Europa não fez piadas, em seu tempo, sobre “passos concretos”, “contradições”, “a interpenetração de opostos”, e o resto.


A primeira vez em que eu vi que slogans destruidores de mentes tinham a capacidade de criar asas e voarem para longe de suas origens foi nos anos 50, quando li um artigo no Times de Londres e constatei que estavam sendo utilizados. “A manifestação no Sábado passado foi prova irrefutável de que a situação concreta...” Palavras confinadas à esquerda como se fossem animais encurralados passaram para o uso geral. Junto com elas, vieram as ideias. Pode-se ler artigos inteiros na imprensa conservadora e liberal que foram marxistas sem que os escritores soubessem. Mas há um aspecto dessa herança que é muito mais difícil de perceber.

Até mesmo há cinco ou seis anos, o Izvestia, o Pravda e vários outros jornais comunistas eram escritos em uma linguagem que parecia planejada para ocupar o maior espaço possível sem, no entanto, dizer qualquer coisa. Porque, claro, era perigoso tomar posições que precisassem ser defendidas. Agora todos esses jornais redescobriram o uso da língua. Mas a herança de uma língua morta e vazia pode ser encontrada, atualmente, nos meios acadêmicos, particularmente em algumas áreas da sociologia e da psicologia.

Um jovem amigo meu, do Iêmen do Norte, economizou todo o dinheiro que tinha para viajar à Grã-Bretanha para estudar na área da sociologia que ensina a difundir os conhecimentos ocidentais a nativos sem conhecimento. Pedi para ver seu material de estudo e ele me mostrou uma verdadeira bíblia, tão mal escrita e com um jargão tão feio e vazio que era difícil de entender. Havia centenas de páginas, mas ideias expostas podiam ser facilmente resumidas a dez.

Sim, eu sei que o ofuscamento do meio acadêmico não começou com o comunismo – como Swift, por exemplo, nos informa – mas o pedantismo e o excesso de palavras do comunismo têm suas raízes no meio acadêmico alemão. E agora isso se tornou uma epidemia que contamina o mundo inteiro.

É um dos paradoxos de nosso tempo o fato de que ideias capazes de transformar nossas sociedades, cheias de visões sobre como o animal humano, de fato, se comporta e pensa, são frequentemente apresentadas num linguajar ilegível.

O segundo ponto é ligado ao primeiro. Ideias poderosas que afetam nosso comportamento podem ser visíveis até em poucas frases, ou até mesmo em uma frase ou um chavão. Todos os escritores ouvem essas perguntas de quem os entrevista: “Você acha que um escritor deveria...?” “Escritores deviam...?” A pergunta sempre tem a ver com uma posição política, e observe que a suposição por trás das palavras é de que todos os escritores devem fazer a mesma coisa, seja o que for. As frases “Um escritor deveria...?” “Escritores deviam...?” têm uma longa história que parece desconhecida para as pessoas que as utilizam tão arbitrariamente. Outra frase é “engajamento”, tão em voga em nossos dias. Fulano de tal é um escritor engajado?

Um sucessor de “engajamento” é “conscientizar.” Trata-se de uma faca de dois gumes. As pessoas a serem conscientizadas podem receber informações de que desesperadamente careçam e precisem, e podem receber o apoio moral que necessitem. Mas o processo quase sempre significa que o pupilo receberá somente a propaganda que o instrutor aprove. “Conscientizar”, como “comprometimento” e “politicamente correto”, é uma continuação da velha cantilena das diretrizes partidárias.

Um modo de pensar bastante comum na crítica literária não é visto como consequência do comunismo, embora o seja. Todos os escritores têm a experiência de ouvir que um conto ou história é “sobre” alguma coisa qualquer. Escrevi uma história, “O Quinto Filho,” que foi, ao mesmo tempo, definido como sendo sobre o problema palestino, pesquisas genéticas, feminismo, antissemitismo e por aí vai.

Uma jornalista da França entrou na minha sala e, antes mesmo de se sentar, disse: “Claro que "O Quinto Filho” é sobre a AIDS.”

É o tipo de coisa que interrompe qualquer conversa, eu lhe garanto. Mas o que é interessante é o hábito mental que leva a analisar um trabalho literário desse modo. Se você disser: “Se eu quisesse escrever sobre a AIDS ou o problema palestino, eu teria escrito um panfleto”, você normalmente recebe olhares embasbacados. A noção de que um trabalho imaginativo tenha de, “na verdade”, ser sobre algum problema é, novamente, herança do realismo socialista. Escrever uma história pela história é frívolo, sem falar em reacionário.

A exigência de que histórias devam ser “sobre” algo é típica do pensamento comunista e, mais longinquamente, do pensamento religioso, com sua vocação para livros de autoaprimoramento tão simplórios quanto suas mensagens.

A expressão “politicamente correto” nasceu quando o comunismo entrava em colapso. Não acho que foi por acaso. Eu não estou sugerindo que a tocha do comunismo tenha sido passada para os politicamente corretos. Estou sugerindo que os hábitos mentais foram absorvidos, frequentemente sem que fosse percebidos.

Obviamente há algo bastante atraente sobre dizer aos outros o que fazer: Estou colocando isso dessa forma infantil ao invés de numa linguagem mais intelectual porque vejo isso como um comportamento infantil. As artes em geral são sempre imprevisíveis, rebeldes e tendem a ser, em sua melhor forma, desconfortáveis. A literatura, em particular, sempre inspirou os comitês de Congressos, os Zhdanovs da vida, os arroubos moralizantes, e, na pior hipótese, a persecução. É perturbador que o politicamente correto não pareça saber quais são seus exemplos e predecessores; é mais perturbador ainda que ele possa saber e não se importar.

O politicamente correto tem um lado bom? Tem, sim, pois nos faz reexaminar atitudes, e isso sempre é útil. O problema é que, em todos os movimentos populares, os radicais lunáticos rapidamente saem da margem e vão para o centro; a cauda começa a balançar o cão. Para cada mulher ou homem que utiliza a ideia de maneira sensata para examinar nossas crenças, há vinte arruaceiros cujo motivo real é o desejo de poder sobre os outros, não menos arruaceiros por crerem que são antirracistas ou feministas ou o que quer que seja.

Um amigo meu que é professor de universidade descreve como, quando estudantes saíam de aulas de genética e boicotavam palestrantes visitantes cujos pontos de vista não coincidissem com sua ideologia, ele os convidou a seu estúdio para uma discussão e para assistir a um vídeo sobre os fatos reais. Meia dúzia de jovens em seu uniforme de jeans e camiseta entraram, se sentaram, ficaram em silêncio enquanto ele argumentava, mantiveram os olhos baixos enquanto ele exibia o vídeo e, como se fossem um bando, saíram do estúdio. Uma demonstração – e eles poderiam muito bem ter ficado chocados se tivessem ouvido isso – que espelhava o comportamento comunista, um “desabafo” que é uma representação visual das mentes fechadas de jovens ativistas comunistas.

Vemos o tempo todo na Grã-Bretanha, em câmaras municipais ou em conselhos diretores, diretoras ou professores sendo perseguidos por grupos e facções de caçadores de bruxas, usando as táticas mais sujas e cruéis. Eles afirmam que suas vítimas são racistas ou, de alguma maneira, reacionárias. Um apelo a autoridades maiores tem provado o tempo todo que cada uma dessas campanhas foi injusta.

Tenho certeza de que milhões de pessoas, depois de puxado o tapete do comunismo, procuram desesperadamente, e talvez sem perceber, por outro dogma. (Tradução de João Lucas G. Fraga: joao_lucas_g_f@yahoo.com.br)

MARISA LOBO FALA DO PROCESSO ÉTICO, CFP, PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA e PRECONCEITO



Enviado por  em 27/03/2012

Vídeo do desabafo da psicologa Marisa Lobo, sobre preconceito e perseguição religiosa. Processo ético contra a profissional por não retirar de suas redes sociais, Deus.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".