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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Repassando - sobre as FFAA brasileiras

Um amigo me manda este por e-mail, ele que faz o primeiro comentário (cor azul):

A carta abaixo é de um amigo militar, um dos poucos que espontaneamente me oferecem informes, ensinamentos e comentários esclarecedores.

É singularmente inteligente, culto, ponderado, ético e em especial, profundo conhecedor do Exército - de seu tempo e de agora.

Por favor, leia e com particular atenção seus últimos comentários.

Confirma o que tem repetido um outro militar da reserva, conhecido como estrela máxima da Inteligência Militar em seu tempo, e agora um historiador: "Há muito que o Gen. Enzo vem sendo vítima de injustiças. Quem o critica não tem noção da brilhante integridade de seu caráter."

M.

_______________


Prezado Mano:


Estou para comentar algumas situações já há alguns dias. Como tenho corrido atrás de uns trocados, o tempo tem andado curto.

Inicialmente afirmar que não sou dono da verdade e não expresso a maneira de pensar e de agir do Alto-Comando. Por ter servido dez anos no Alto-Comando e por ter 11 companheiros de turma no posto de General de Divisão, conversar com todos eles de forma aberta, penso ter formado uma imagem da maneira de pensar da cúpula.

Outra colocação importante é a de que é uma perda de tempo armar discussões entre pessoas que, de uma maneira ou de outra, buscam fins comuns, ou seja: não gostam dos petistas e não estão satisfeitas com o atual governo. Caso não entendamos essa realidade, acabaremos imitando a esquerda, criando a atomização dos descontentes com o Lula (veja que não falei em atomização da direita, pois ideologicamente falando direita e esquerda são farinhas do mesmo saco...).

Em 2.000 fui aluno da ESG (meu último curso como milico). Na turma havia um civil com uns 150 kg de peso que se auto proclamava analista militar. Sabia muito pouco. Cometia erros elementares, mas dava pitacos em tudo. Conduzindo uma palestra do meu grupo de trabalho e argüido de forma grosseira por essa pessoa, respondi-lhe que: quem não era, nem ao menos, reservista de 2ª categoria (deduzi em função do seu excesso de peso que provavelmente não teria servido as FFAA) não poderia, jamais, se auto intitular estrategista militar. Fui aplaudido pelo auditório da ESG em peso.

Da mesma maneira, há que se tomar cuidado com opiniões, de militares ou não, veiculadas pela internet. Quem são esses militares ou pessoas? Que conhecimentos e experiências possuem? Pertencem ao grupo dos que ficaram pendurados na broxa ou se beneficiaram exercendo cargos durante os governos militares? Possuem a vivência que só o desempenho de altos cargos proporciona? Veja bem: pessoas como eu (Coronéis) nos governos militares eram ministros ou funcionários de alto nível e não andavam, como eu, correndo de um lado para o outro, ganhando uns trocados, fazendo palestras aqui e ali... Muitos militares de pijama nem ao menos se deram conta que os governos militares acabaram em 1985. A solução deles continua a mesma: dê um soco na mesa. Absolutamente ridículo!

Bem o final dos governos militares foi melancólico. Figueiredo saiu pela porta dos fundos sem passar a faixa. A campanha das diretas já não deixou dúvidas. Os que lutaram, da minha geração, ficaram pendurados na broxa. Um só Oficial do DOI/IIEx foi promovido ao Generalato, e assim mesmo, foi preterido como General de Brigada.

Os pendurados na broxa serviram de exemplo aos demais: não se metam a fogueteiros (sem apoio do povão vocês acabarão na merda...). Essa é a verdade que impera. Só tem o direito de opinar e dar pitaco quem ficou pendurado na broxa, irmão. Na verdade é isso! Aonde estavam todos os que julgam militares como cagões e, em 1985, não foram para as ruas afirmarem que queriam a permanência dos milicos? Veja o caso da Venezuela: há passeatas a favor de Chaves, mas também existem as passeatas contra o Chávez. Em 1985 a população a favor dos milicos não lotava uma Kombi!

Os milicos erraram. Todos os seres que fazem e são produtivos erram. A única maneira de não errar é nada fazer. Até Cristo, ser perfeito errou (chicoteou os vendilhões do templo, perdendo a paciência com eles...), logo os milicos erraram também. Eu digo que erramos muito, só que o muito que erramos perto do que acertamos, transforma-se em quase nada de erros. Agora, os civis conscientes também têm que entender que erraram e foram omissos.

Essa é a única maneira de começarmos a fazer algo. Acusações não ajudam e tampouco criam algo palpável e desejável.

Quanto ao General Enzo, ele é o único Comandante de Força que não tem quaisquer tipos de diálogos com o Lula e muito pouco diálogo com o Jobim.

Veja o resultado: cite-me um único caso, veja bem, um único caso, de algum TO resolvido em cima dos poderes marítimos ou aeroespaciais. Para facilitar a resposta, eu mesmo vou responder: não existe! As campanhas são perdidas por exércitos ou ganhas por exércitos devidamente apoiados por marinha e aeronáutica. Eu disse apoiados! Os únicos “burreras” (serão burreras ou estão apoiando futuros “cumpanheros”?) que não sabem disso são os estrategistas do Lula! Jobim está na França comprando 425 helicópteros e 36 aviões para a aeronáutica e 4 submarinos Scorpene e mais um casco para submarino nuclear para a marinha; enquanto o Exército não tem dinheiro para alimentar a tropa em Agosto!

Desculpe o linguajar que se segue: quem não come não peida! Ou seja, o Exército brasileiro não come há década e meia, portanto nem a peidos teria condições de atacar alguém.

Fico por aqui, para poupar o amigo de mais aborrecimentos.

Abraços

A verdadeira direita (a Democracia Liberal - de e para a LIBERDADE)

Fonte: OLAVO DE CARVALHO
O Globo, 5 de novembro de 2000


O socialismo é totalitário não apenas na prática, mas na teoria: é a teoria do poder sintético, do poder total, da total escravização do homem pelo homem.


Se nas coisas que escrevo há algo que irrita os comunas até à demência, é o contraste entre o vigor das críticas que faço à sua ideologia e a brandura das propostas que lhe oponho: as da boa e velha democracia liberal. Eles se sentiriam reconfortados se em vez disso eu advogasse um autoritarismo de direita, a monarquia absoluta ou, melhor ainda, um totalitarismo nazifascista. Isso confirmaria a mentira sobre a qual construíram suas vidas: a mentira de que o contrário do socialismo é ditadura, é tirania, é nazifascismo.

Um socialista não apenas vive dessa mentira: vive de forçar os outros a desempenhar os papéis que a confirmam no teatrinho mental que, na cabeça dele, faz as vezes de realidade. Quando encontra um oponente, ele quer porque quer que seja um nazista. Se o cidadão responde: "Não, obrigado, prefiro a democracia liberal", ele entra em surto e grita: "Não pode! Não pode! Tem de ser nazista! Confesse! Confesse! Você é nazista! É!" Se, não desejando confessar um crime que não cometeu, muito menos fazê-lo só para agradar a um acusador, o sujeito insiste: "Lamento, amigo, não posso ser nazista. No mínimo, não posso sê-lo porque nazismo é socialismo", aí o socialista treme, range os dentes, baba, pula e exclama: "Estão vendo? Eis a prova! É nazista! É nazista!"

Recentemente, cem professores universitários, subsidiados por verbas públicas, edificaram toda uma empulhação dicionarizada só para impingir ao público a lorota de que quem não gosta do socialismo deles é nazista. Não se trata, porém, de pura vigarice intelectual. A coisa tem um sentido prático formidável. Ajuda a preparar futuras perseguições. Consagrado no linguajar corrente o falso conceito geral, bastará aplicá-lo a um caso singular para produzir um arremedo de prova judicial. Para condenar um acusado de nazismo, será preciso apenas demonstrar que ele era contra o socialismo. Hoje esse raciocínio já vale entre os esquerdistas. Quando dominarem o Estado, valerá nos tribunais. Valerá nos daqui como valeu nos de todos os regimes socialistas do mundo.

Intimidados por essa chantagem, muitos liberais sentem-se compelidos a moderar suas críticas ao socialismo. Mas isso é atirar-se na armadilha por medo de cair nela. Já digo por que.

Socialismo é a eliminação da dualidade de poder econômico e poder político que, nos países capitalistas, possibilita - embora não produza por si -- a subsistência da democracia e da liberdade. Se no capitalismo há desigualdade social, ela se torna incomparavelmente maior no socialismo, onde o grupo que detém o controle das riquezas é, sem mediações, o mesmo que comanda a polícia, o exército, a educação, a saúde pública e tudo o mais. No capitalismo pode-se lutar contra o poder econômico por meio do poder político e vice-versa (a oposição socialista não faz outra coisa). No socialismo, isso é inviável: não há fortuna, própria ou alheia, na qual o cidadão possa apoiar-se contra o governo, nem poder político ao qual recorrer contra o detentor de toda riqueza. O socialismo é totalitário não apenas na prática, mas na teoria: é a teoria do poder sintético, do poder total, da total escravização do homem pelo homem.

A formação de uma "nomenklatura" onipotente, com padrão de vida nababesco, montada em cima de multidões reduzidas ao trabalho escravo, não foi portanto um desvio ou deturpação da idéia socialista, mas o simples desenrolar lógico e inevitável das premissas que a definem. É preciso ser visceralmente desonesto para negar que há uma ligação essencial e indissolúvel entre elitismo ditatorial e estatização dos meios de produção.

O socialismo não é mau apenas historicamente, por seus crimes imensuráveis. É mau desde a raiz, é mau já no pretenso ideal de justiça em que diz inspirar-se, o qual, tão logo retirado da sua névoa verbal e expresso conceitualmente, revela ser a fórmula mesma da injustiça: tudo para uns, nada para os outros.

Porém, no próprio capitalismo, qualquer fusão parcial e temporária dos dois poderes já se torna um impedimento à democracia e ameaça desembocar no fascismo. Não há fascismo ou nazismo sem controle estatal da economia, portanto sem algo de intrinsecamente socialista. Não foi à toa que o regime de Hitler se denominou "socialismo nacional". Stalin chamava-o, com razão, "o navio quebra-gelo da revolução". Por isso os socialistas, sempre alardeando hostilidade, tiveram intensos namoros com fascistas e nazistas, como nos acordos secretos entre Hitler e Stalin de 1933 a 1941, na célebre aliança Prestes-Vargas etc. Já com o liberalismo nunca aceitaram acordo, o que prova que sabem muito bem distinguir entre o meio-amigo e o autêntico inimigo.

Por isso mesmo, é uma farsa monstruosa situar nazismo e fascismo na extrema-direita, subentendendo que a democracia liberal está no centro, mais próxima do socialismo. Ao contrário:

o que há de mais radicalmente oposto ao socialismo é a democracia liberal. Esta é a única verdadeira direita. É mesmo a extrema direita: a única que assume o compromisso sagrado de jamais se acumpliciar com o socialismo.

Nazismo e fascismo não são extrema-direita, pela simples razão de que não são direita nenhuma: são o maldito centro, são o meio-caminho andado, são o abre-alas do sangrento carnaval socialista. Os judeus, perseguidos em épocas anteriores, podiam usar do poder econômico para defender-se ou fugir: o socialismo alemão, estatizando seus bens, expulsou-os desse último abrigo. Isso seria totalmente impossível no liberal-capitalismo. Só o socialismo cria os meios da opressão perfeita.

Não, a crítica radical ao socialismo não nos aproxima do nazifascismo. O que nos aproxima dele é uma crítica tímida, debilitada por atenuações e concessões. E essa, meus amigos, eu não farei nunca.

Bate-papo entre o Cavaleiro e um amigo, o Frederico Lamberti Pissarra, grande blogueiro.

Talvez interesse a alguém este bate-papo entre eu e um grande amigo, o proprietário do LOST IN THE E-JUNGLE, onde comecei a blogar, inclusive. É o Fred, grande amigo e irmão em armas contra a sociopatia geral.

O artigo que gerou a conversa é este:

Mobilização urgente: educação escolar em casa



Anônimo Frederico Lamberti Pissarra disse...

Uma das coisas que me preocupam, amigo Cavaleiro, é o cunho fundamentalista que é empregado neste tipo de campanha.

Em minha opinião, escola é lugar de ciências, igrejas são lugares de religião. Não é possível levar a ciência às igrejas, por que deveria ser possível levar a religião às escolas?

17 de Julho de 2009 11:18


Blogger Cavaleiro do Templo disse...

Mano, vejo este problema específico pelo prisma do mal menor x mal maior. Acredito que mesmo um fundamentalista religioso (e olha que não podemos afirmar isto dos alunos formados nesta proposta) é muito menos perigoso que um fundamentalista esquerdopata. E das escolas brasileiras só saem este segundo tipo, sem chance alguma do aluno sair sequer sabendo que existem outras visões do mundo diferentes da marxista/comunista/socialista, portanto, sociopata.

Cá para nós, não sou o maior fã de religiosos, nem em igrejas eu vou, sabes disto.

Abraço mano velho

Cavaleiro do Templo

17 de Julho de 2009 11:23


Anônimo Frederico Lamberti Pissarra disse...

Eu entendo o ponto-de-vista de que este parece ser o meio de evitar a contaminação esquerdista/comunista na educação de crianças. Mas, ao mesmo tempo, não acredito que home schooling seja uma solução viável.

É a mesma história do sistema de cotas... Já que "não dá" para fazer algo direito, então cria-se uma solução que piora ainda mais as coisas... Lembre-se que ao deixar a supervisão da edução básica sob a responsabilidade dos pais (e isso está escrito na proposta), como garantir que o conteúdo mínimo será aprendido? Não estou falando de famílias esclarescidas com educação suficiente para introduzir disciplina filosófica... estou falando do cidadão mediano (mediocre, até).

Se com escolas a educação está do jeito que está, sem uma - por melhor que seja a intenção - a coisa só piora.

Além do que, essa redoma superprotetora, acho eu, só contribui para o surgimento de uma nação de ainda mais idiotas.

Falei de fundamentalismo religioso porque home schooling é defendido basicamente por religiosos... especialmente os fanáticos religiosos (veja a briga "criacionismo" versus "evolução" nas escolas, nos EUA e na Europa!). Você acha mesmo que isso tá longe de acontecer por aqui?

Querem combater a esquerda e o comunismo? Criem militancias... Veja que, mesmo com toda a empulhação que é martelada em nossas cabeças o tempo todo, conseguimos (você e eu) ter um pouco mais de bom senso e estamos espalhando esse bom senso por ai. Não é uma lei que vai fazer essa mágica.

Agora, querem jogar o jogo do inimigo? Comecem a sequestrar, assassinar, roubar e subverter... daqui a uns 30 anos pode até ser que tenhamos um presidente... :)

17 de Julho de 2009 15:12


Blogger Cavaleiro do Templo disse...

Entendo, estamos realmente entre a cruz e a espada. Cara, de nossos papos uma coisa que volta e meia reaparece na minha cabeça é a nosso concordância com a estupidez atual da turma das "ciências humanas".

Abre parênteses: Eu e Fred somos amigos faz décadas e concordamos em mais uma montanha de outras coisas, galera. Fecha parênteses (rsrs).

Quando um grupo se levanta acima dos outros o começa a gritar mentiras, idiotices e/ou barbaridades os outros grupos começam a fazer o mesmo para se defender ou mesmo atacar os primeiros gritões. Daí caímos no obscurantismo das crendices de todos os tipos. Desta vez o mundo começa a brigar através das crendices políticas, por assim dizer mas é sempre uma desculpa para a tomada do poder, se possível total.

O homem está voltando, mais uma vez, para as cavernas...

Abraços

Cavaleiro do Templo

17 de Julho de 2009 16:03

Criação de empregos cai 78% até junho

Fonte: GAZETA DO POVO
Publicado em 17/07/2009 | FOLHAPRESS


Foram criadas apenas 300 mil novas vagas no primeiro semestre deste ano, contra 1,3 milhão em 2008. Queda foi puxada pela indústria


Brasília - O número de empregos criados no país no primeiro semestre deste ano ficou 1,06 milhão abaixo do que foi registrado no mesmo período do ano passado. Entre janeiro e junho, foram gerados 300 mil postos de trabalho com carteira assinada, contra 1,36 milhão nos primeiros seis meses de 2008.

A queda, de 78%, foi puxada pela piora no desempenho da indústria e fez com que o saldo apurado na primeira metade deste ano fosse o mais baixo desde 1999, quando começam as estatísticas apuradas pelo Ministério do Trabalho. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistema pelo qual as empresas informam o governo sobre o número de pessoas demitidas e admitidas a cada mês. Em junho, o total de admissões superou as demissões em 119,5 mil.

Embora tenha sido o quinto mês seguido de saldo positivo, o desempenho do mercado de trabalho formal ficou abaixo do observado em maio, quando foram criadas 131,6 mil vagas. A queda ocorrida no mês passado surpreendeu o governo, que esperava uma expansão. Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o recuo foi consequência de um resultado mais fraco da indústria.

“O setor industrial é o que mais demora a se recuperar porque tem um foco muito forte no mercado externo”, diz, numa referência aos resultados melhores nas empresas focadas no mercado doméstico.

No mês passado foram abertas 2 mil vagas com carteira assinada na indústria. Com isso, o saldo acumulado no semestre ficou negativo em 144,5 mil. Em compensação, no setor de serviços a criação de empregos ficou em 235,4 mil nos primeiros seis meses do ano.

Para o economista Fábio Romão, da LCA Consultores, o resultado da indústria em junho decepcionou, ficando bem abaixo da média observada nesta década, de 25,5 mil novas vagas abertas no mês. Isso mostra, diz, que a recuperação do mercado de trabalho será mais lenta do que o esperado.

Romão ressalta que os segmentos industriais que mais têm tido dificuldade em voltar a empregar – como nas áreas de metalurgia, mecânica e transportes – são os mais ligados à produção de bens de consumo duráveis. “São setores que dependem muito de crédito e do nível de confiança dos consumidores, que ainda não se restabeleceram completamente”, afirma.

Governo interino de Honduras denuncia Chávez na ONU

Fonte: FOLHA ONLINE
17/07/2009 - 00h39

da France Presse, em Tegucigalpa
da Folha Online



O governo interino de Honduras denunciou o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), por ameaçar a segurança nacional do país com o envio de tropas venezuelanas. O motivo é que Chávez alertou, nesta quinta-feira, que a crise política de Honduras poderá levar o país a uma guerra civil de alcance regional.

Em carta enviada a Ruhakana Rugunda, atual presidente do Conselho, o chanceler hondurenho, Carlos López, denuncia "os atos de provocação realizados pelo presidente da Venezuela, por ocasião da recente sucessão presidencial [em Honduras], realizada conforme o ordenamento jurídico interno".

Ontem, o presidente venezuelano advertiu que a situação de Honduras "tende a se complicar, está ficando mais tensa" quase três semanas depois da deposição do presidente Manuel Zelaya e da instauração de um governo presidido por Roberto Micheletti, que ainda não conseguiu consolidar-se no poder e enfrenta uma ampla rejeição internacional.

Carlos López destaca as "ameaças" de envio de forças militares venezuelanas a Honduras com o "propósito de realizar uma intromissão nos assuntos internos" hondurenhos e "violar nossa integridade e soberania".

O chanceler denuncia ainda a "violação do espaço aéreo de Honduras por parte de um avião de matrícula venezuelana, na tarde do dia 5, tripulado por pilotos militares, desobedecendo proibição expressa da Direção Geral de Aeronáutica Civil, na tentativa de pousar no Aeroporto Internacional da capital".

O avião transportava o presidente deposto, Manuel Zelaya, e foi impedido de pousar pelo Exército hondurenho.

Governo de união

Apesar da retórica de Chávez e do próprio Zelaya, que nesta quarta-feira chamou os hondurenhos à insurreição, o presidente da Costa Rica, Óscar Arias, que atua como mediador no conflito político em Honduras, disse nesta quinta-feira que entre suas propostas para a solução da crise estão a formação de um governo de reconciliação presidido pelo presidente deposto e a aplicação de anistias.

Em uma entrevista à rádio Monumental, Arias foi contundente ao afirmar que "há um mandato de 34 governos para a restauração da ordem constitucional em Honduras com a restituição do presidente José Manuel Zelaya", que foi destituído no dia 28 de junho.

O líder costarriquenho acrescentou que se o presidente em exercício "diz estar disposto a renunciar para entregar o poder a alguém mais [que não seja Zelaya], essa não é uma solução".

No dia 28 de junho, Zelaya tinha previsto realizar uma consulta popular, declarada ilegal por várias instituições do Estado, para saber se a população estava de acordo em instalar uma quarta urna nas eleições. A urna perguntaria aos hondurenhos sobre a possibilidade de convocar uma Assembleia Nacional Constituinte para reformar a Carta Magna, o que a oposição afirmou ser uma tentativa para estabelecer a reeleição e manter-se no poder.

Liberty and Economics - Ludwig von Mises





misesmedia


What kind of man was Ludwig von Mises? As this unique film shows, Mises (1881-1973) was a man who never stopped fighting for freedom: not when the Nazis burned his books, not when the Left blackballed him at universities, not when it seemed as if statism had won. With courage and genius, he fought big government until the day he died ... in 25 books, hundreds of articles, and more than 60 years of teaching.

Mises's battles against Communists, Nazis, and other socialists, are featured in this film, as are his ideas of Liberty. There is also the old Vienna he loved, the Bolshevik prime minister he dissuaded from Communism, and a cast of villains from Lenin to Hitler, as well as such supporters and students as Murray Rothbard, Ron Paul, Bettina Greaves, M. Stanton Evans, Mary Peterson, Joseph Sobran, and Yuri Maltsev.

Among his many accomplishments, Mises showed that socialism had to fail, that central banking causes recessions and depressions, that the gold standard is honest money, and that only laissez-faire capitalism is fully compatible with Western civilization.

Mises was the twentieth century's foremost economist, and one of its most important champions of Liberty. Here is a film that does justice to this extraordinary man, and to his equally extraordinary ideas.

JORNAL DENUNCIA PLANO DE CHÁVEZ PARA LEVAR O CAOS A HONDURAS E REINSTALAR ZELAYA NO PODER

Fonte: BLOG DO REINALDO AZEVEDO
quinta-feira, 16 de julho de 2009 | 7:19

O jornal hondurenho El Heraldo.hn publicou ontem à noite um texto em que denuncia um plano de Hugo Chávez para levar o caos a Honduras e reinstalar Manuel Zelaya no poder. Segundo o jornal, “a conspiração pretende desestabilizar o país por meio de ações armadas de grupos paramilitares, ligados ao narcotráfico, provenientes da Nicarágua”.

Escreve ainda o jornal: “No plano chavista, estão a tomada do aeroporto de Toncontín, o bloqueio das principais estradas, a paralisação das instituições públicas e hospitais e um massacre de manifestantes, induzidos a enfrentar a polícia e os militares”. Prossegue o jornal: ”A ordem dada por militares chavistas e sandinistas infiltrados no país é praticar atentados contra empresas, destruir meios de comunicação, queimar veículos e cometer atos de vandalismo, obrigando, assim, o uso da força militar e policial”.

Segundo o jornal, na coordenação dessas possíveis ações está um capitão venezuelano da Marinha chamado Rodriguez. A operação seria desfechada na sexta e se estenderia até o sábado, quando Zelaya diz que pretende voltar ao país.

As manifestações, de acordo com o plano de Chávez, devem ser lideradas por membro de quadrilhas, aos quais se pagaram entre 300 e 500 lempiras (moeda local). Sua missão é enfrentar a polícia e os militares até que haja disparos. Se houver, os próprios bandoleiros estariam encarregados de atirar contra manifestantes para fazer o maior número possível de vítimas e caracterizar um massacre.

No interior, diz o jornal, já vários grupos armados de apoio a Zelaya. Este voltaria no sábado e entraria no país por La Mosquitia, uma área inóspita, com pouco controle policial e dominada pelos cartéis da droga. Uma quadrilha que controla o mercado de drogas em Colón e de outros setores do litoral estaria colaborando com a operação. Agentes ligados à área de inteligência afirmam que o plano é que Zelaya entre no país protegido por grupos paramilitares. Há, informa El Heraldo.hn, pelo menos 100 homens armados na região.

Zelaya, como vocês sabem, já havia incitado a insurreição no país. Seria parte desse plano Chávez.

Mobilização urgente: educação escolar em casa

Fonte: ESCOLA EM CASA
06 Julho, 2009

Estimados amigos

Sua mobilização é muito importante. Dias atrás, falei-lhes sobre o PL-3518/2008, projeto de lei que dá amparo legal para a educação escolar em casa no Brasil. Para quem não conhece esse método internacionalmente reconhecido, é só acessar meu blog Escola Em Casa: http://www.escolaemcasa.blogspot.com/

O PL-3518/2008 está na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. A maioria esmagadora dos membros dessa comissão é do PT, PSB e outros partidos socialistas.

A relatora do projeto, a Dep. Bel Mesquita, deu parecer rejeitando a educação em casa. Com esse parecer negativo, ela já quer mandar o projeto para votação, o que seria um desastre. O único modo de evitar a votação prematura é mandar o projeto para debates.

Se não houver uma mobilização, a votação será feita e o projeto morrerá. Para que não morra, o Dep. Lobbe Netto apresentou Requerimento 250/2009 CEC (que se encontra no final deste email) a fim de que o projeto passe por debates, em vez de ser engavetado e exterminado.

Contudo, o requerimento, que poderá salvar o projeto de uma votação exterminadora, depende da aprovação dos outros deputados da Comissão de Educação e Cultura, cuja presidência está nas mãos da Dep. Maria do Rosário, do PT. Rosário é a mesma deputada autora de um projeto de lei que proíbe os pais de disciplinar os filhos. Para ver mais informações sobre as ataques de Rosário contra os direitos de os pais disciplinarem os filhos, siga este link:http://juliosevero.blogspot.com/search?q=Ros%C3%A1rio

O que você deve fazer?

Escrever a todos os deputados da Comissão de Educação e Cultura pedindo que aprovem o requerimento do Dep. Lobbe Netto. Os emails e telefones de todos os deputados membros dessa comissão estão no final deste email.

O que você deve dizer aos deputados?

Peça-lhes que aprovem o Requerimento 250/2009 CEC, do Dep. Lobbe Netto. Explique-lhes a importância de debater a educação em casa na Câmara dos Deputados e do PL-3518/2008. Peça-lhes que não votem pelo projeto sem que haja primeiro uma ampla discussão.

O que mais você pode fazer?

Orar a Deus. A maioria dos membros da Comissão de Educação e Cultura são socialistas, prontos para “atirar primeiro e fazer perguntas depois”.

Para entender o projeto de educação em casa e sua importância, veja matéria abaixo.

Conto com sua ação e mbobilização.

Julio Severo

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URGENTE! Projeto de educação em casa em perigo no Congresso Nacional

Deputada da base do governo Lula quer a rejeição da educação escolar em casa no Brasil

Julio Severo

A Dep. Bel Mesquita, relatora do projeto PL-3518/2008, apresentou parecer rejeitando a educação escolar em casa no Brasil. Sem uma mobilização urgente da população católica e evangélica, famílias perderão um importante direito natural.

O PL-3518/2008, que havia sido originalmente introduzido pelo deputado evangélico Henrique Afonso e pelo deputado católico Miguel Martini, tem como objetivo devolver às famílias brasileiras seu direito natural de atuar diretamente na educação dos próprios filhos.

O direito de educar os filhos em casa não é estranho à cultura brasileira, tendo sido presente nas Constituições do Brasil até 1988, quando constituintes socialistas, na elaboração da Constituição de 1988, conseguiram exterminar da realidade brasileira a liberdade educacional que sempre existiu. No lugar, impuseram na Constituição de 1988 freqüência obrigatória ao estabelecimento escolar, como se a mera presença do aluno em instituição de ensino fosse sinônimo de educação. Se fosse assim, a mera presença de uma pessoa numa garagem a tornaria automaticamente um carro!

Contudo, a atual realidade brasileira, com uma educação estatal decadente e precária, prova o que a falta de liberdade educacional e a burocracia estatal provocam.

Mesmo assim, a mentalidade socialista impõe a burocracia e rejeita a liberdade. É dentro dessa mentalidade que a Dep. Bel Mesquita, do PMDB aliado do governo Lula, apresentou parecer rejeitando o projeto de lei que procura devolver aos pais o controle sobre a educação de seus filhos.

Enquanto o governo, que está fracassando na educação das crianças, está empenhado em derrotar o único esforço parlamentar em defesa de pais aptos que querem educar os próprios filhos, famílias sofrem o peso da injustiça estatal.

Em Minas Gerais, o casal Cleber e Bernadeth Nunes, que educam os filhos em casa, foi submetido à perseguição legal envolvendo o Ministério Público e o Conselho Tutelar. Posteriormente, o juiz exigiu uma avaliação educacional dos filhos dos Nunes. Quando a avaliação, feita por meio de provas rigorosas preparadas por professores do governo, resultou na aprovação dos meninos, a resposta estatal, em vez de reconhecer a competência da educação em casa e cessar toda hostilidade governamental contra uma família inocente, foi endurecer-se contra ela.

Em 2001, no famoso caso da família Vilhena, que lutou muito para recuperar seu direito de educar os filhos em casa, o STJ chegou estupidamente a declarar que “os filhos não pertencem aos pais”. Não muito diferente do nazismo e do comunismo, que igualmente reconheciam que “os filhos não pertencem aos pais”. Daí, nem o nazismo nem o comunismo permitiam “interferência” dos pais no “direito exclusivo” de o Estado determinar e controlar a educação das crianças. Por pura coincidência, a mentalidade marxista é dominante na educação pública brasileira.

Se não conseguirmos resgatar para as famílias brasileiras a liberdade de educar os próprios filhos, restará apenas o “direito exclusivo” de o Estado determinar e controlar a educação das crianças. O resultado? Olhe para a história e veja a sociedade nazista e comunista, ideologicamente controladas desde as escolas, onde a educação das crianças era prerrogativa exclusivamente estatal. Precisamos repetir os erros deles?

Criam-se no Brasil direitos que não deveriam existir, com inúmeros projetos de lei para garantir permissões e privilégios à sodomia e ao aborto, porém tira-se das famílias naturais seus direitos naturais. O único projeto de lei de educação em casa no Congresso Nacional está sob ameaça de morrer, por oposição dos aliados do governo Lula.

Enquanto a bancada evangélica anda ocupadíssima tentando aprovar o ridículo e desnecessário Dia do Evangélico, um projeto necessário e fundamental para as famílias precisa urgentemente de apoio e envolvimento. Sem uma ação imediata da sociedade, inclusive fazendo pressão sobre os deputados, prevalecerá um parecer arrogante contra a liberdade dos pais.

Tudo o que é necessário para que o mal avance é os bons cruzarem os braços. Por isso, convoco você a descruzar os braços.

Convoco todos a escreverem ou telefonarem imediatamente ao Congresso pedindo a aprovação do PL-3518/2008, que está na Comissão de Educação e Cultura.

Escreva e telefone para eles pedindo envolvimento e ações para que o PL-3518/2008 não seja rejeitado. Encoraje-os a aprovar o projeto.

Repasse esta mensagem a todos os seus amigos.

Fonte: www.juliosevero.com

Leia mais sobre o PL-3518/2008, siga este link:http://escolaemcasa.blogspot.com/search?q=Afonso

Educação escolar em casa no Congresso Nacional

http://escolaemcasa.blogspot.com/2008/06/educao-escolar-em-casa-no-congresso.html

Homeschooling: uma alternativa constitucional à falência da Educação no Brasil

http://escolaemcasa.blogspot.com/2008/08/homeschooling-uma-alternativa.html

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

http://juliosevero.blogspot.com/2007/04/volta-do-profeta-elias-o-que-uno-de.html

Nomes, telefones e emails dos deputados membros da Comissão de Educação e Cultura:

ALEX CANZIANI PTB/PR

Gabinete: 842 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5842 - Fax:(61) 3215-2842

dep.alexcanziani@camara.gov.br

ANGELO VANHONI PT/PR

Gabinete: 672 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5672 - Fax:(61) 3215-2672

dep.angelovanhoni@camara.gov.br

ANTÔNIO CARLOS BIFFI PT/MS

Gabinete: 260 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5260 - Fax:(61) 3215-2260

dep.antoniocarlosbiffi@camara.gov.br

CARLOS ABICALIL PT/MT

Gabinete: 623 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5623 - Fax:(61) 3215-2623

dep.carlosabicalil@camara.gov.br

FÁTIMA BEZERRA PT/RN

Gabinete: 236 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5236 - Fax:(61) 3215-2236

dep.fatimabezerra@camara.gov.br

IRAN BARBOSA PT/SE

Gabinete: 737 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5737 - Fax:(61) 3215-2737

dep.iranbarbosa@camara.gov.br

JOÃO MATOS PMDB/SC

Gabinete: 720 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5720 - Fax:(61) 3215-2720

dep.joaomatos@camara.gov.br

JOAQUIM BELTRÃO PMDB/AL

Gabinete: 717 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5717 - Fax:(61) 3215-2717

dep.joaquimbeltrao@camara.gov.br

JOSEPH BANDEIRA PT/BA

Gabinete: 274 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5274 - Fax:(61) 3215-2274

dep.josephbandeira@camara.gov.br

LELO COIMBRA PMDB/ES

Gabinete: 801 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5801 - Fax:(61) 3215-2801

dep.lelocoimbra@camara.gov.br

MARIA DO ROSÁRIO PT/RS

Gabinete: 312 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5312 - Fax:(61) 3215-2312

dep.mariadorosario@camara.gov.br

NEILTON MULIM PR/RJ

Gabinete: 639 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5639 - Fax:(61) 3215-2639

dep.neiltonmulim@camara.gov.br

OSVALDO BIOLCHI PMDB/RS

Gabinete: 927 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5927 - Fax:(61) 3215-2927

dep.osvaldobiolchi@camara.gov.br

PROFESSOR SETIMO PMDB/MA

Gabinete: 379 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5379 - Fax:(61) 3215-2379

dep.professorsetimo@camara.gov.br

RAUL HENRY PMDB/PE

Gabinete: 707 - Anexo: IV - Telefone:(61) 32155707 - Fax:(61) 3215-2707

dep.raulhenry@camara.gov.br

REGINALDO LOPES PT/MG

Gabinete: 426 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5426 - Fax:(61) 3215-2426

dep.reginaldolopes@camara.gov.br

CLÓVIS FECURY DEM/MA

Gabinete: 205 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5205 - Fax:(61) 3215-2205

dep.clovisfecury@camara.gov.br

JORGINHO MALULY DEM/SP

Gabinete: 225 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5225 - Fax:(61) 3215-2225

dep.jorginhomaluly@camara.gov.br

LOBBE NETO PSDB/SP

Gabinete: 718 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5718 - Fax:(61) 3215-2718

dep.lobbeneto@camara.gov.br

NILMAR RUIZ DEM/TO

Gabinete: 303 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5303 - Fax:(61) 3215-2303

dep.nilmarruiz@camara.gov.br


PINTO ITAMARATY PSDB/MA

Gabinete: 933 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5933 - Fax:(61) 3215-2933

dep.pintoitamaraty@camara.gov.br

ROGÉRIO MARINHO PSDB/RN

Gabinete: 285 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5285 - Fax:(61) 3215-2285

dep.rogeriomarinho@camara.gov.br

ALICE PORTUGAL PCdoB/BA

Gabinete: 420 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5420 - Fax:(61) 3215-2420

dep.aliceportugal@camara.gov.br

ARIOSTO HOLANDA PSB/CE

Gabinete: 575 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5575 - Fax:(61) 3215-2575

dep.ariostoholanda@camara.gov.br

ÁTILA LIRA PSB/PI

Gabinete: 640 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5640 - Fax:(61) 3215-2640

dep.atilalira@camara.gov.br

PAULO RUBEM SANTIAGO PDT/PE

Gabinete: 229 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5229 - Fax:(61) 3215-2229

dep.paulorubemsantiago@camara.gov.br

WILSON PICLER PDT/PR

Gabinete: 576 - Anexo: III - Telefone:(61) 3215-5576 - Fax:(61) 3215-2576

dep.wilsonpicler@camara.gov.br

MARCOS ANTONIO PRB/PE

Gabinete: 305 - Anexo: IV - Telefone:(61) 3215-5305 - Fax:(61) 3215-2305

dep.marcosantonio@camara.gov.br

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA

REQUERIMENTO Nº 250 DE 2009

(Do Sr. LOBBE NETO)

Requer a realização de Audiência Pública para discutir o Projeto de Lei 3518/2008 que dispõe sobre o ensino domiciliar

Senhor Presidente,

Requeiro a Vossa Excelência, nos termos regimentais, a realização de Audiência Pública destinada a discutir a matéria objeto do Projeto de Lei 3518/2008, de autoria dos Deputados Henrique Afonso e Miguel Martini, que acrescenta parágrafo único ao artigo 81 da Lei nº 9.394, de 1996, que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e dispõe sobre o ensino domiciliar.

JUSTIFICATIVA

Desde o início de sua tramitação, o Projeto de Lei 3518/2008 despertou o interesse da sociedade, o que pode ser refletido nas diversas correspondências eletrônicas que os gabinetes parlamentares recebem diariamente enviadas por pais, educadores, instituições de ensino, pesquisadores, entre outros.

A matéria é polêmica e os debates na internet, em sites especializados em educação, são calorosos provocando a manifestação dos favoráveis e dos contrários.

Na Câmara dos Deputados, o tema não é novidade. Em legislaturas passadas Projetos de Lei semelhantes já tramitaram e foram encerrados sem debates e sem a devida análise.

O tema não é prerrogativa apenas do Legislativo. O Poder Judiciário, em suas diversas instâncias, também tem sido provocado para se manifestar por meio de ações movidas por pais ou por representantes do Ministério Público, ora requerendo a autorização para aplicar a modalidade do ensino domiciliar, ora questionando a legalidade de sua aplicação.

Recentemente a mídia deu destaque aos casos dos alunos cujos pais brigam na Justiça pelo direito de educá-los em casa. Também são publicadas diariamente notícias do sucesso e do retrocesso deste método de ensino que já é aplicado em diversos países.

Deste modo, entendemos que a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados não pode ficar alheia aos debates sobre este importante tema, razão que requeiro a realização de uma Audiência Pública com este objetivo.

Sugiro que sejam convidados como expositores:

- Um representante do Ministério da Educação;

- Dr. Peri Mesquita – Pós-doctor em educação pela Universidade de Genebra e Professor titular da PUC do Paraná;

- Professor Cláudio Oliver – Escritor e Mestre em educação;

- Cleber de Andrade Nunes – Autor de ação judicial pelo direito de educar os filhos em casa

- Luiz Carlos Farias da Silva – Doutor em Educação, Professor da Universidade Estadual de Maringá

Desta forma, em face da importância da questão, solicito o apoio dos nobres pares para a realização desta Audiência Pública

Sala da Comissão, em de julho de 2009.

Deputado LOBBE NETO

PSDB/SP

Fonte: http://escolaemcasa.blogspot.com

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".