Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mensalão será julgado em agosto

 

Publicado em 07/06/2012 por nivaldocordeiro

O STF marcou para primeiro de agosto o julgamento do mensalão. Agora vai ter o desfecho. A data praticamente é sincrônica com as eleições municipais, o que significa que o mensalão terá sobre elas forte impacto. Inevitáveis as manchetes da grande imprensa sobre o caso, além de o julgamento ter transmissão direta. Será o grande acontecimento político do segundo semestre.

Justiça da Holanda proíbe maconha para turistas estrangeiros

 

FOLHA DE SÃO PAULO

27/04/2012 - 18h44

DA ASSOCIATED PRESS, EM AMSTERDÃ

A Justiça da Holanda confirmou nesta sexta-feira o plano do governo do país que proíbe a compra de maconha por turistas estrangeiros em cafés.

A partir da nova medida, que entra em vigor na próxima terça (1º), apenas holandeses e residentes permanentes cadastrados poderão comprar a droga.

O reforço nas políticas contra drogas acontece devido a uma rede de tráfico que comprava a droga na Holanda para revender na fronteira com a Alemanha e a Bélgica. As vendas causaram aumento da criminalidade nas regiões limítrofes e problemas diplomáticos com os vizinhos.

Peter Dejong/Associated Press

Manifestante protesta contra proibição de maconha para turistas estrangeiros

Manifestante protesta contra proibição de maconha para turistas estrangeiros

A nova lei limita em 2.000 o número de frequentadores dos cerca de 650 cafés autorizados a vender a droga no país, que serão cadastrados pelos proprietários, e forçará as prefeituras a reforçarem o controle de entrada e saída dos estabelecimentos.

Antes da lei, os cafés eram proibidos de vender bebidas alcoólicas e não permitiam a entrada de menores de 18 anos. O governo do país afirmou que não haverá exceção, incluída a cidade de Amsterdã, principal destino turístico do país.

"Amsterdã terá que reforçar esta política", afirmou Job van de Sande, porta-voz do Ministro de Segurança e Justiça.

O advogado dos donos dos cafés autorizados a vender a droga, Maurice Veldman, afirmou que vai entrar com um recurso na corte nacional de Haia contra a proibição.

CRÍTICAS

Apesar do apoio à medida em boa parte do país, os moradores de Amsterdã não concordam com a proibição. A porta-voz da prefeitura, Tahira Limon, afirma que a lei não resolve o problema da tráfico e cria novos, como a venda de maconha por traficantes de drogas pesadas, como cocaína e heroína.

A representante afirma que 23% dos cerca de 5 milhões de turistas que visitam o país vão a um café que vende a droga durante sua estadia.

A medida ainda pode ser revista, já que o governo conservador, que enviou a proibição, foi dissolvido no último sábado (21).

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Entenda a repercussão do Caso COC sobre o futuro da liberdade de expressão no Brasil

 

ESCOLA SEM PARTIDO

Por Miguel Nagib

Mesmo sem ter sido julgada em primeira instância, a ação movida pelo Sistema COC de Ensino contra o coordenador do ESP, o advogado Miguel Nagib, e a jornalista Mírian Macedo já chegou ao Supremo Tribunal Federal (clique aqui para saber detalhes do processo).

O STF vai decidir, pela primeira vez, se uma ação de reparação de danos alegadamente causados por matéria informativa ou crítica veiculada pela internet deve ser ajuizada no foro do domicílio da pessoa que se diz ofendida – como se tem considerado até hoje – ou no do responsável pelos danos alegados (no caso, a ação foi ajuizada em Ribeirão Preto, onde fica a sede do COC, apesar de Nagib e Mírian terem domicílio em Brasília e São Paulo, respectivamente).

A questão é relevantíssima e interessa diretamente a todos os indivíduos que exercem, de forma regular ou esporádica, a liberdade de expressão por meio da internet. A tese sustentada no recurso que será julgado pelo STF é a de que a orientação atualmente seguida pelos tribunais expõe a pessoa que exerce a liberdade de informação jornalística por meio da internet ao risco de ser processada em qualquer lugar do país, dependendo do domicílio de quem vier a se sentir ofendido pela matéria publicada; e, nesse sentido, representa um grave embaraço àquela liberdade, o que ofende o art. 220, § 1º da Constituição Federal, segundo o qual "nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social".

Em outubro de 2009, o STF reconheceu a repercussão geral da controvérsia. Com a aposentadoria do ministro Eros Grau, o caso será relatado pelo novo ministro Luiz Fux.

A causa de Nagib está sendo patrocinada pelo ex-Ministro do STF José Paulo Sepúlveda Pertence.

Leia, a seguir, artigo de autoria de Miguel Nagib, publicado no jornal "O Globo" (31.03.2010), sob o título "Outra ameaça à liberdade".

*  *  *

De acordo com a orientação que vem sendo seguida pelos tribunais brasileiros, as ações de reparação de danos (materiais ou morais) alegadamente causados por matéria publicada na internet devem ser ajuizadas no foro do domicílio do suposto ofendido.

Em razão desse entendimento, que se baseia no art. 100 do Código de Processo Civil, incontáveis indivíduos que exercem, habitual ou esporadicamente, a liberdade de expressão e de informação jornalística por meio da internet encontram-se permanentemente expostos ao risco de ser processados em qualquer lugar do país, dependendo do domicílio de quem venha a se sentir ofendido ou lesado pela informação ou opinião divulgada.

Além disso, nada impede que, sendo vários os supostos ofendidos e diversos os seus respectivos domicílios, o autor seja processado simultaneamente em mais de uma localidade, como aconteceu, em 2008, num dos casos mais notórios de abuso do direito de ação já registrados em nosso país: por causa de uma reportagem, a jornalista Elvira Lobato e a "Folha de S.Paulo" tiveram de responder a mais de 90 ações de indenização ajuizadas por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus em todo o país, de Santana, no Amapá, até Jaguarão, no Rio Grande do Sul. Não é difícil imaginar as dificuldades enfrentadas pela defesa do jornal e da jornalista.

Em 2008, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, incomodado com o conteúdo de reportagens publicadas nos jornais O GLOBO e "Folha de S.Paulo", anunciou que sindicalistas ligados à entidade por ele presidida entrariam com mais de 20 ações contra esses jornais, em 20 estados do país. Segundo reportagem da "Folha Online", o deputado teria dito que sua intenção não era ganhar as ações, mas dar trabalho aos jornais:"Pode perder, não tem problema. Vou dar um trabalho desgraçado para eles. Meu negócio é dar trabalho para eles. Não é nem ganhar. É só para eles aprenderem a respeitar as pessoas. Eu estou fazendo apenas 20. Se não parar, vou fazer de 1.000 a 2.000 ações contra eles no Brasil inteiro."Arrematou: "A Igreja Universal vai ser fichinha."

Paulinho realmente sabe das coisas. Ganhar essas ações é, de fato, o que menos importa para quem se dispõe a ajuizá-las. O objetivo é punir e intimidar o responsável pelas supostas ofensas. Para punir, não é preciso vencer: basta obrigar a parte contrária a litigar fora do seu domicílio - de preferência, em mais de uma comarca - num país de dimensões continentais. Para intimidar, basta acenar com possível processo.

Tudo isso graças ao artigo 100 do Código de Processo Civil.

Eis que entra em cena o Supremo Tribunal Federal. Em outubro do ano passado, o STF decidiu se pronunciar a respeito da compatibilidade desse dispositivo com o artigo 220, § 1º da Constituição Federal, segundo o qual "nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social". No jargão processual, o STF reconheceu a "repercussão geral" da questão. O caso -- clique AQUI para ver o andamento do processo no STF -- está pronto para ser julgado.

Se o STF decidir que a aplicação do art. 100 do CPC ao gênero de demandas judiciais ora examinado pode constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística, o foro competente para o julgamento dessas ações passará a ser o do domicílio do réu. Do contrário, fica tudo como está.

Miguel Nagib é advogado, coordenador do ESP e réu na ação movida pelo Sistema COC de Ensino, objetivando a reparação do dano alegadamente causado pela publicação do artigo Luta sem Classe, de autoria da jornalista Mírian Macedo

Deputada carioca publica dados DA MÃE de blogueiro paulista no Twitter… Isto pode?

 

Antes conheçam a história, que começou com outro blogueiro, o Ricardo Gama (RJ) e agora “migra” para São Paulo, com os dados da mãe do blogueiro paulista Dâniel Fraga divulgados no Twitter pela deputada carioca Cidinha Campos clicando na lista de vídeos abaixo:

http://www.youtube.com/playlist?list=PL71351D0F80B6DC72

Links do Twitter da deputada:

. https://twitter.com/#!/cidinhacampos

e

. https://twitter.com/cidinhacampos/status/210428295890731009 (com a publicação dos referidos dados pessoais)

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Seria Colombo um judeu secreto? Historiadores afirmam que a épica viagem do explorador teria sido para instituir uma nova pátria para seu povo, que fugia da Inquisição espanhola

 

JULIO SEVERO

6 de junho de 2012

Estudiosos acreditam que Colombo era um “marrano”, um cristão-novo que professava secretamente o judaísmo


Historiadores afirmam que cinco indícios da verdadeira fé do explorador podem ser encontrados em seu último testamento


Uma nova teoria sugere que Colombo estaria procurando um refúgio para os judeus perseguidos e exilados da Espanha


Colombo era descrito como um homem “profundamente religioso” e comprometido com a causa da libertação da Terra Santa de Israel

Kerry Mcqueeney

Ele era um explorador destemido, liderando heroicamente a sua tripulação ao desconhecido, zarpando para o Novo Mundo em uma viagem de descobertas.

Escondendo sua fé? Estudiosos apresentaram uma fascinante teoria sobre a verdadeira religião de Cristóvão Colombo

Sua lenda pode ter sido consolidada na história como o homem que descobriu a América, mas surgiu recentemente uma incrível teoria sobre Cristóvão Colombo e os motivos de ele ter embarcado nessa grandiosa viagem de 1492.

Em 20 de maio, dia que marca o 508º aniversário da morte do explorador, estudiosos afirmaram que existem provas convincentes de que Cristóvão Colombo era um cristão-novo que escondia sua verdadeira fé judaica para sobreviver à Inquisição espanhola.

Em busca de refúgio? Uma ilustração de Cristóvão Colombo pisando em solo americano pela primeira vez... mas estaria ele em busca de uma pátria judaica?

Em uma revelação posterior, os historiadores acreditam que o real motivo por trás dessa expedição histórica era a de encontrar uma nova pátria para os judeus que estavam sendo perseguidos e expulsos da Espanha.

Além do seu lendário status de explorador, Colombo era descrito como um homem profundamente religioso e comprometido com a causa da libertação de Jerusalém dos muçulmanos.

Questão de fé: A Inquisição espanhola torturou dezenas de milhares de Marranos, que eram obrigados a denunciar outros nomes, incluindo amigos e parentes.

Os judeus eram vítimas de uma limpeza étnica brutal e sistemática durante a vida de Colombo.

Como parte de uma perseguição religiosa fanática, foi proclamado pela Rainha Isabel e pelo Rei Fernando em março de 1492 que todos os judeus fossem expulsos da Espanha.

A medida visava principalmente os 800.000 judeus que se recusaram a se converter ao catolicismo e receberam um prazo de apenas quatro meses para sair do país.

O restante dos judeus da Espanha se dividia em dois grupos: Os “conversos”, convertidos que abraçaram o catolicismo e renunciaram ao judaísmo, e os “marranos” (que significava “porcos”), que fingiram a conversão e continuavam com as suas antigas práticas religiosas.

Mapa mostrando as viagens de Cristóvão Colombo e seu companheiro de exploração Giovanni Caboto: Acredita-se que a expedição não teria sido financiada pela Rainha Isabel da Espanha, mas por três judeus influentes.

A Inquisição espanhola torturou dezenas de milhares de marranos, que eram obrigados a denunciar outros nomes, incluindo amigos e parentes.

Os marranos que tinham suas vidas secretas expostas eram exibidos ao público, amarrados em estacas e queimados vivos enquanto a Coroa e a Igreja Católica repartiam entre si suas terras e posses.

Acredita-se que Colombo era um marrano, e que manter em segredo a sua herança judaica era crucial para sua sobrevivência.

Os estudiosos acreditam que ele deixou indícios curiosos da sua real procedência religiosa ao morrer, de acordo com reportagem da CNN.

Cinco disposições descobertas no último testamento de Colombo, assinado pelo explorador em 19 de maio de 1506, de acordo com os estudiosos, apontam que ele era judeu.

A Terra Santa: Colombo foi descrito como um homem profundamente religioso e comprometido com a libertação de Jerusalém em Israel.

Primeiro, ele deixou um décimo da sua renda aos pobres e manifestou o desejo de fornecer dotes a meninas pobres em caráter anônimo, ambas as disposições sendo parte da tradição judaica.

Ele também deixou uma quantia não revelada para ajudar na cruzada para libertar a Terra Santa, além de deixar fundos para um judeu que morava à entrada do bairro judeu em Lisboa.

Talvez a pista mais fascinante esteja na própria assinatura de Colombo, afirmam os estudiosos.

O explorador utilizava uma série de letras e pontos que formavam um triângulo, que se parecia com inscrições encontradas nas lápides de cemitérios judaicos na Espanha, que ele ordenou que seus herdeiros utilizassem.

Cecil Roth, historiador inglês que escreveu o livro História dos Marranos, acredita que a assinatura reproduzia ocultamente uma oração judaica, o kadish (Oração dos Mortos), que costuma ser recitado em uma sinagoga por pessoas em luto pela morte de um membro próximo da família.

Acredita-se que isso teria permitido aos filhos de Colombo que recitassem o kadish para o pai após sua morte.

Outro historiador, Simon Weisenthat, afirma em seu livro Velas da Esperança que o motivo por trás da viagem de Colombo era encontrar uma pátria e um refúgio para os judeus após seu exílio forçado da Espanha.

Os estudiosos afirmam que, ao contrário da crença popular, a expedição não foi financiada pela Rainha Isabel, mas por três judeus influentes, que juntos lhe deram 17.000 ducados, de acordo com reportagem da CNN.

A teoria é apoiada, afirmam, pela descoberta das duas primeiras cartas escritas por Colombo, que foram enviadas aos seus “patrocinadores” em vez do casal real, revelando o que havia descoberto e agradecendo-lhes pelo apoio.

INDÍCIOS DE UM JUDAISMO SECRETO?

Historiadores afirmam que há pistas fascinantes que apontam que Colombo seria judeu.

Duas disposições feitas no seu testamento eram costumes judaicos: Deixar um décimo da sua renda aos pobres e fornecer um dote anônimo para jovens que não tinham condições de pagá-lo.

Ele deixou uma quantia não divulgada para financiar a Cruzada para libertar a Terra Santa.

Ele também enviou fundos a um judeu que vivia à entrada do bairro judeu de Lisboa.

Ele instruiu seus herdeiros a utilizarem uma assinatura de pontos e letras em formato triangular, que imitava uma oração judaica.

Sua famosa viagem foi financiada, não pela rainha da Espanha, mas por três judeus influentes, e foi a eles que Colombo enviou as primeiras notícias sobre o progresso da expedição.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do Daily Mail: “Was Columbus secretly Jewish? Historians argue explorer's epic voyage was to establish new homeland for his people as they escaped the Spanish Inquisition

Fonte: www.juliosevero.com

O que todo cristão precisa saber sobre Israel

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

PT e o Governo querem impedir a pregação do evangelho no Rádio e TV

 

VERDADE GOSPEL

05/06/12 - 05:53

O governo federal prepara um pacote de medidas relacionadas à legislação de rádio e TV. De acordo com o portal da Folha de S.Paulo, que afirma ter tido acesso à última versão da minuta do decreto, o pacote foi batizado de “novo marco regulatório da radiodifusão”, tendo como principal polêmica a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV.

As igrejas evangélicas se beneficiam da atual legislação de telecomunicações, que assegura a liberdade de expressão e não proíbe o aluguel de horários nas grades de programação das emissoras de TV.

Leia na íntegra o manifesto enviado pelo Pastor Silas Malafaia aos principais meios de comunicação

O GOVERNO E O PT QUEREM CONTROLAR A MÍDIA

Por ocasião das eleições em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua opinião sobre o controle da imprensa. Naquela ocasião, exatamente no dia 24/09/10, lançamos um Manifesto à Nação Brasileira, editado nos principais jornais do País sob o título: “Os evangélicos e a Liberdade de Imprensa”.

Destaco aqui o texto principal desse manifesto: “A imprensa livre é fundamental para a manutenção do Estado Democrático de Direito. Só aqueles que querem sustentar ideologias ultrapassadas e antidemocráticas desejam exercer patrulhamento ideológico, cercear garantias individuais da cidadania e tentar colocar mordaça na imprensa”.

Em fevereiro deste ano, o Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ao falar da dificuldade do Governo em comunicar-se com a nova classe média, afirmou: “O ESTADO TEM DE FAZER UMA DISPUTA IDEOLÓGICA POR ESSA FATIA DA POPULAÇÃO QUE ESTARIA SOB A HEGEMONIA DE ALAS CONSERVADORAS, COMO OS PASTORES EVANGÉLICOS”. Nunca vi uma declaração tão idiota, medíocre, que só pode vir de gente que, por meio da sua ideologia, quer controlar o povo, a imprensa e a mídia em geral pelo poder do Estado.

Nós, evangélicos, não estamos disputando classe social com ninguém. Mas, sim, pregando a mensagem que acreditamos transformar a vida das pessoas para melhor. Isso é fato, e contra fatos não há argumentos. Gilberto de Carvalho, com a repercussão contrária de suas palavras, de maneira hipócrita, pediu desculpas aos pastores.

Agora, estamos vendo a história do novo marco regulatório para as concessões de rádio e televisão, pensado por ideólogos do PT — tais como, José Dirceu, Gilberto de Carvalho e outros — para impedir a compra de espaços em rádio e TV, que, em sua maioria, são comprados por evangélicos. Assim, as emissoras ficam mais dependentes das verbas de Governo, podendo este controlar a informação e a notícia.

Imagine, então, se as linhas de ônibus interestaduais, que são concessão do Governo Federal, somente pudessem vender passagem, e não alugar os ônibus. Da mesma forma, as companhias aéreas, que são concessão, só pudessem vender passagens e não fretar as suas aeronaves. Eu poderia citar tantas outras concessões públicas, mas o fato é que a imprensa precisa estar em alerta. O que corre nas veias dos que defendem o controle da imprensa e o marco regulatório para concessões de rádio e TV é a ideologia comunista da vertente Trotskista, que tem como marca PATRULHAMENTO IDEOLÓGICO, CONTROLE SOCIAL E PROPAGANDA DE ESTADO.

Eu tenho programas em emissoras dos EUA. Mesmo eu sendo um estrangeiro para eles, posso comprar espaços em emissoras de TV da Inglaterra, Alemanha e de outras nações poderosamente democráticas.

Enfim, o povo brasileiro tem de estar atento. Não podemos abrir mão de um ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO. É inconcebível o nosso país não ter uma imprensa e mídia livres.

Presidenta Dilma Roussef, não manche o seu Governo com atitudes tão antidemocráticas como essas.

Silas Lima Malafaia

Presidente da Associação Vitória em Cristo e

Vice-Presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil

Assista o vídeo clicando aqui - http://www.youtube.com/watch?v=hPhgd8mB1gA - ou abaixo:

terça-feira, 5 de junho de 2012

Instrução do Pentágono para a remoção do "gene de Deus"

 

Publicado em 15/04/2012 por TheyLiveWeToo

Vídeo gravado dentro do Pentágono que demostra o objetivo do governo no desenvolvimento de uma "vacina" para a religião.

Joey Lambardi recebeu este vídeo enquanto estava na unidade "Câmera de Combate" no exército.

Mais informações aqui:
http://funvax.wordpress.com/2011/04/25/interview-with-joey-lambardi-about-the...

Visite também:
http://www.brasilindomavel.com.br/
http://www.infowars.com/

Movimento Brasil Eficiente: de olho no Imposto

 

MOVIMENTO BRASIL EFICIENTE

IMPORTANTE: ASSINE O ABAIXO-ASSINADO.

 

A diferença de preços no Brasil e no exterior devido a impostos. Você também ficou indignado? Clique aqui e envie seu depoimento.

ENTENDENDO O ESPÍRITO DO CONCÍLIO VATICANO II - PADRE PAULO RICARDO

 

Publicado em 05/06/2012 por sacrapaxgmailcom

ACESSE E CONFIRA AS NOVIDADES DO SITE :http://apologeticadafecatolica.blogspot.com.br/

Cidinha Campos quer Ricardo Gama na cadeia!!! Ajudem a divulgar mais esta contra um dos mais importantes e influentes blogueiros desta país.

 

DARCIO BRACARENSE no Facebook:

Hoje não aguentei, diante de tanta sacanagem, tive que fazer esse .jpg. Cidinha Campos, a empregadiha de Cabral agora quer prender Ricardo Gama. Onde está sua alma mulher? Vendeu?

RG DARCIO

DIVULGUEM AO EXTREMO: Deputada Cidinha Campos (PDT) ofende e censura, agora quer Blogueiro Ricardo Gama PRESO!!!

 

Publicado em 05/06/2012 por 99239721rg

Deputada Cidinha Campos (PDT) ofende, e censura, agora quer Blogueiro Ricardo Gama preso

O dr. William Lane Craig fala sobre o Neo-ateísmo

 

Publicado em 04/06/2012 por Logosapologetica

O Dr. William Lane Craig, renomado erudito e filósofo, ajuda-nos a entender a intriga por trás do Neo-ateísmo e Richard Dawkins.
Facebook: http://www.facebook.com/emeoliv

Segue aê: http://twitter.com/emeoliv

Dica de livro: "Apologética contemporânea", 2a. edição: http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=620

Artigos: http://michaelgaeta.blogspot.com.br/2010/06/new-atheists.html
http://teismo.net/?p=268

Artigo do Bule Voador criticando o ateísmo militante: http://bulevoador.com.br/2012/05/35361/

Artigo do ConsciênciaBlog denunciando imagens antireligiosas em redes sociais: http://consciencia.blog.br/tag/desmentindo-imagens-antirreligiosas-preconceituosas

Vídeo do Júnior explicando os termos: http://www.youtube.com/watch?v=qtGzuvtNcbs

Vídeo: a impressionante máquina ecológica que transforma lixo plástico em petróleo

 

VEJA

04/06/2012 às 18:30 \ Tema Livre

 

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Akinori Ito, um inventor ecológico (Foto: Divulgação)

“Mesmo nos países desenvolvidos, o lixo é desperdiçado por pessoas desleixadas”.

A sincera objetividade do cientista, professor universitário e inventor japonês Akinori Ito é ao mesmo tempo desabafo crítico e mote que justifica a sua maior criação: um sistema que gera petróleo a partir de sacolas e embalagens plásticas, objetos que, produzidos às centenas de bilhões por ano e com demora de até 100 anos para se decomporem, são uma verdadeira praga ambiental.

Sacolas plásticas, que demoram mais de 5o anos para se decompor, descartadas, vão parar em aterros, rios, mares, causando grandes danos ao meio ambiente e destruindo cadeias alimentares, um verdadeiro desastre ecológico

As sacolas plásticas, que demoram entre 50 e 100 anos para se decompor, ao serem descartadas entopem bueiros, vão parar em aterros sanitários, poluem rios e mares, destroem cadeias alimentares de animais e constituem um colossal problema ambiental

A invenção, que Ito já vendeu – em diferentes modelos – pelo site de sua empresa Blest Corporation a compradores de 80 países, apoia-se em uma motivação fortemente ecológica. Afinal, propõe a inversão da “clássica” transformação de petróleo em plástico. E ainda o faz gastando pouca energia (1 kilowatt para a produção de um litro de combustível, a partir de 1 quilo de restos plásticos).

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A impressionante máquina de Ito, que transforma plástico em combustível, usando procedimento inverso à "clássica" transformação de petróleo em plástico

Mais barato e mais “limpo”

Ao passo que mais pessoas e empresas tenham acesso a mecanismos como o de Ito – que ainda é caro, com preços a partir de US$ 10 mil -, o cientista acredita que o nosso dia-a-dia pode tornar-se bem mais “em conta”. Ele usa um exemplo macroeconômico para ilustrar sua teoria, citando o fato do Japão comprar combustível de países como Iraque, Irã e Arábia Saudita, emitindo assim toneladas de CO2 com os veículos que transportam a mercadoria.

Para Ito, ainda, as máquinas transformadoras de plástico em petróleo constituem uma modalidade de geração de combustível e energia não apenas mais barata, como também mais “limpa” do que o de simplesmente queimar sacos e embalagens. A combustão de 1 quilo de plástico produz 3 quilos de gás carbônico poluidor (de CO2), enquanto o sistema do japonês, ao produzir novamente o óleo, reduz a emissão de carbono na atmosfera em até 80%, sem emitir poluentes tóxicos.

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"Lixo? Isto aqui é um tesouro!", diz Ito sobre os restos plásticos.

Cadeia de reciclagem

O produto final pode ser refinado de diferentes maneiras – convertendo-o em querosene, gasolina e diesel – e empregado em gerador, fogão, carro, moto, entre outros dispositivos. Sim, ainda se trata de combustível que fatalmente será queimado, gerando CO2, mas que passa a integrar uma inteligente cadeia de reciclagem.

No vídeo abaixo, Akinori Ito demonstra como funciona o módulo mais básico de sua invenção (há pelo menos quatro outros disponíveis no site): os itens de plástico são depositados na parte superior – não há necessidade de triturá-los – e depois aquecidos. Retém-se os vapores gerados, que posteriormente vão sendo distribuídos por um complexo arranjo de tubos e recipientes de água. Em seguida, resfria-se os gases, convertendo-os em petróleo.

Se le agota la vida a Hugo Chávez

 

EL ARSENAL

Publicado el Sábado 2 de Junio de 2012

MADRID, 2 de junio.- El presidente venezolano, Hugo Chávez, toma un opiáceo que es cien veces más fuerte que la morfina para aliviar los fuertes dolores que le causa el persistente avance del cáncer en los huesos, revela hoy el diario español ABC, que cita un informe de inteligencia.

Además de ese medicamento, denominado fentanilo, los médicos también le suministran bisfosfonato para combatir la progresión de la metástasis y corticosteroides para aliviar los efectos secundarios de la radiación y la quimioterapia, indica el medio.

El periódico asegura haber tenido acceso al último informe de inteligencia elaborado a partir de los dictámenes médicos del equipo de facultativos que atiende al mandatario de Venezuela.

Las mismas fuentes confirman que Chávez padece un rabdomiosarcoma, un tumor cancerígeno de los músculos que van adheridos a los huesos, con metástasis.

Llegaría a elecciones

Sobre el pronóstico, al menos parte del equipo médico estima, de acuerdo con el informe de inteligencia, que si no sucede una inesperada caída, el presidente Chávez podría llegar a las elecciones presidenciales del 7 de octubre.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ódio ateísta… mas não seria melhor “Ódio neo ateísta”?

 

LUCIANO AYAN


O blog Diário Ateísta teve um post de auto-crítica de um de seus fundadores, Ricardo Pinho. Veja abaixo:

O Diário Ateísta é poluição intelectual; um desperdício de energia eléctrica; uma tasca de asco e cuspo.

Num dos seus melhores dias, pode-se ler uma resenha ao Religion for Atheists por alguém que não leu o livro, nem faz ideia sobre o que se trata. Eu repito: uma resenha escrita por alguém que não leu o livro. Claramente, alguém que leu o título na forma Religião→Ateus, e assumiu que o autor poderia dalguma forma mais remota defender a religião orientando o seu discurso para ateus, e, nessa aflita halucinação, escreveu um artigo inteiro. Mas, claro, isto é o Diário Ateísta no seu menos pior.

Nos outros, são fotomontagens de péssima qualidade, que nem méritos estéticos têm, feitos na pressa de ofender crentes, justapondo símbolos religiosos a elementos escatológicos, ou recortes de notícias em que se demonstra cabalmente que a fé é apanágio dos estúpidos e dos deficientes morais.

Embaraça-me ver o meu nome no whois dum domínio de internet que, fundamentalmente — e fundamentalisticamente, se isto for uma palavra — é a voz histérica da parolice ateísta.

Afinal de contas, isto serve para quê? Os ateus já sabem que Deus não existe (estes, daqui, parecem que não, para precisarem de repetir tanto esta ideia), e os crentes, quê?, irão ser subitamente Iluminados com uma ofensa à sua crença, levando-os subitamente a ver que estão errados os seus caminhos? Qual é a estratégia, qual é o objectivo disto tudo?

Fundei o ateismo.net quando cheguei a Portugal e sentia que o ateísmo era, no final dos anos 1990, ainda discriminado. O objectivo principal era, e o conjunto dos seus objectivos foram pelo menos em texto transpostos para os estatutos da Associação Ateísta Portuguesa, «a despreconceitualização do ateísmo». Passados estes anos todos, é ele próprio um antro de preconceito.

A norma aqui é ser-se um «ateu verdadeiro»: tem de ter uma posição hostil contra tudo o que é religioso — nem sequer ouvir as missas de Mozart, Bach, nada (porque um bom fundamentalista é um bom ignorante).

E, claro, rir-se dos crentes. Isso é importante.

Não creio em Deus, nem tenho religião, mas pelos vistos não sou um ateu verdadeiro eu próprio.

Já não me identifico com esta página que abandonei há muitos anos atrás — porque pessoas muito mais inteligentes que eu me disseram que não poderia ter dúvidas sobre a IVG, que a minha fé ateísta não era suficientemente forte — mas que continua a ter o meu nome nos registos de Internet.

Ainda pensei que se poderia salvar esta página mudando-lhe o nome para Tasca Ateísta, mas até numa tasca há coisas boas. Mais acertado seria chamar-lhe Ódio Ateísta.

Num meio destes, é natural que os moderados e os bem intencionados tenham fugido daqui, e da AAP, e que, inversamente, tenha havido uma densificação da massa vil: e os odiosos acabaram por gravitar para onde há outros odiosos. Ganharam. Agora espero pela implosão, para que fiquem presos no buraco negro.

Por mim, continuarei ateu-ateu-mesmo-ateu, mas só que noutros lados, fora deste meio. Não sou suficientemente inteligente e erudito, aparentemente, para tais notáveis filósofos desta freguesia.

Quanto ao que ele escreveu, nada a declarar, pois, assim como ele, sou ateu. Somente faço a retificação, sugerindo um melhor tratamento à escória ateísta (os seguidores de Dawkins) qualificando-os por neo ateus, para distingui-los dos ateus normais.

Mas é claro que os neo ateus não iriam deixar de responder de forma irracional ao post de Pinho, pois o fanatismo requer “recargas” constantes.

José Moreira, um dos mais fanáticos, responde com os seguinte texto, “Ódio ateu”, que obviamente vai passar pelo meu crivo investigativo.

No fim de contas, é o texto do Ricardo Pinho que mostra “ódio ateu”; não aos crentes ou à crença – o que já seria reprovável – mas aos seus pares ateus. Porque não pensam como ele. O que é sinal de défice democrático. Aliás, consubstanciado na interdição de comentar.

Moreira mente três vezes neste parágrafo. Primeiro, por dizer que Pinho odeia os “pares ateus”, quando na verdade fez uma crítica aos ateus militantes, ou, como são mais conhecidos atualmente, neo ateus. Logo no começo, portanto, vemos uma tentativa não de contra-argumentar, mas de tentar covardemente jogar Pinho contra todos os ateus. Segundo, por dizer que a crítica em relação ao comportamento neo ateu seria apenas por que “não pensam como ele”. Pinho criticou os neo ateus de uma forma objetiva, mostrando que estes atuam não para eliminar o preconceito contra ateus, mas para gerar um preconceito contra religiosos. Isso não é uma crítica somente por “pensamento diferente”, mas por uma característica facilmente identificável de forma objetiva. Terceiro, criticar um grupo por uma ideologia diferente não é sinal de deficit democrático. Tentar proibir a expressão dos neo ateus é que seria. Aliás, a tentativa de calar a voz dos religiosos, por meio de censura, é uma característica neo ateísta. Assim como é uma característica de toda a esquerda.

Toda a gente sabe que Deus não existe. Até o Papa. Mas se os ateus se ficassem por aí, isso equivaleria a voltarem para o armário onde foram obrigados a ficar durante a longa noite católico-fascista – passe a redundância.O “25 de Abril” trouxe, além de outras coisas boas, a liberdade de expressão. Muitas dessas coisas boas estão a ser retiradas diariamente, e só quem não olha à sua volta é que pode ignorar esse facto. A liberdade de expressão não tardará a seguir o caminho dessas “coisas boas” que todos os dias se transformam em sonho desfeito. Aproveitemos, pois, enquanto podemos. Mais: não sejamos nós a contribuir para a destruição dessa liberdade, através da auto censura. Ricardo Pinho: pela parte que me diz respeito, calar-me-ei quando a isso for obrigado. Até lá, direi o que me apetecer – dentro dos limites que eu achar convenientes.

Ele começa dizendo que “toda a gente sabe que Deus não existe, até o Papa”, o que seria o mesmo que se os religiosos tradicionais falassem “toda a gente sabe que Deus existe, até Dawkins”. Quando se começa um parágrafo que deveria ser argumentativo com um estratagema tão infantil, é sinal de que Pinho acertou na mosca.

No restante do parágrafo, Moreira tenta iludir a platéia fingindo que Pinho foi contra a liberdade de expressão. Nada disso. Por exemplo, se um dia eu vir um blog conservador pedindo para apedrejar os esquerdistas, eu serei o primeiro a combatê-los. Em termos argumentativos, como Pinho fez. Isso não é pedir a volta da censura, mas expor de forma pública e argumentativa os equívocos intelectuais do outro lado.

Moreira diz o seguinte “não sejamos nós a contribuir para a destruição dessa liberdade, através da auto censura”. Auto censura não tem absolutamente nada a ver com ausência de liberdade de expressão. O fim da liberdade de expressão só seria proposto se Ricardo Pinheiro solicitasse uma indertição estatal ao blog Diário Ateísta, não a solicitação de uma auto crítica.

Neste blog já me criticaram por meu posicionamento a favor do aborto. Isso não ataca a liberdade de expressão, e poderia ser qualificado como uma forma de solicitar a auto censura por minha parte.

Eu não aceitei tal auto censura, e contra-argumentei. Essa é uma forma pela qual exerço minha liberdade de expressão.

Portanto, toda a tentativa de Moreira tentar iludir a platéia fingindo que Pinho era contra a liberdade de expressão dos neo ateus é uma farsa grotesca (facilmente desmascarável).

Poder-se-á objectar que a liberdade tem limites, que “a tua liberdade acaba quando começa a minha” e outras bestialidades do género. Pois bem: os limites à minha liberdade estão plenamente referidos nas leis e convenções sociais. Não preciso que nenhum crente – ateu ou agnóstico que seja – venha dar-me lições a esse respeito; quanto a uma liberdade acabar quando outra começa, é a maior besteira que conheço: as liberdades não se confrontam, complementam-se. Não aceito lições de um alegado ateu que chama, ao espaço que lhe é oferecido de bandeja, “tasca ateísta”.

Agora vejamos. Ricardo Pinho critica os neo ateus. José Moreira critica o Ricardo Pinho por este ter criticado os neo ateus. Moreira diz que as críticas do Pinho não podem ser aceitas pois isso implicaria no fim da liberdade de expressão. Mas quando Moreira diz que “não aceita lições” do Pinho, criticando a manifestação dele, não estaria indo contra a liberdade de expressão que alega?

Notem que estou usando os critérios de Moreira. Fazer uma crítica a um grupo, de forma pública, criticando sandices intelectuais praticadas por este grupo, segundo Moreira, é “pedir o fim da liberdade de expressão”.

É como eu digo, é só deixar os neo ateus escreverem e assistir eles se embretarem.

Os ateus conquistaram , entre outros, o direito à blasfémia. Se alguém tem o direito de impor divindades cuja existência nunca foi provada, eu tenho o direito de ridicularizar essas imposições. Peçam-me que respeite o cidadão Joseph Ratzinger, e eu não terei o menor problema; mas não me peçam para respeitar o Papa. Ou o Rabino. Ou o Aytatollah. O Ódio ateísta” só existe na imaginação doentia do Ricardo Pinho. Porque ele não vê, porque não quer, que o ódio é destilado, diariamente, por tudo o que cheira a água-benta e crucifixo, aqui no Diário Ateísta. O Ricardo Pinho não vê, porque não quer, que os crentes não aparecem aqui para contraditar, mas para insultar. E se há excepções, elas só servem para confirmar a regra.

Vamos avaliar o tipo de postura adotada pelos neo ateus, em alguns posts: “Enfim, a sociopatia humanista aflora na MTV” e “A teoria das janelas quebradas não perdoa: Igreja Católica é alvo de pichações e blasfêmias”.

Como se nota o ódio neo ateu, que se materializa em ações como invasões à igrejas, incêndio de igrejas e atentados contra religiosos, não existe “apenas na imaginação doentia do Ricardo Pinho”. Pelo contrário, existe na mente doentia dos neo ateus, que lutam dia e noite para criar um sentimento contra os religiosos tradicionais tal qual os nazistas criaram contra os judeus na época do nazismo alemão. Atos de violência que ocorrem posteriormente são apenas manifestações do discurso de ódio, seja o que foi feito contra os judeus, seja o que é feito hoje pelos adeptos de Dawkins. Simples assim.

O Ricardo Pinho pretende, certamente, que nós sejamos tratados por “cães”, como já aconteceu mais do que uma vez, e, em resposta, demos a outra face. Ricardo Pinho, parece que houve um gajo que fez isso, há muitos anos, e mataram-no. Além disso, o “assim como nós perdoamos” pode fazer parte das suas orações. Das minhas, não faz.

É muito engraçado notar Moreira dizer que Ricardo Pinho quer que os ateus sejam tratados por “cães”. Nada disso. Eu sou ateu, não preciso fazer militância ateísta, não preciso pedir que igrejas sejam incendiadas e não preciso pedir que cristãos sejam ridicularizados em público. Os neo ateus, criticados por Pinho, fazem exatamente o oposto. Ver aqui: “Daniel Sottomaior precisa combinar melhor o jogo com seus comparsas Richard Dawkins e Sam Harris” e “Dawkins é bem claro em relação ao que deve ser feito com católicos, e pelo princípio da reciprocidade, que seja feito em dobro em relação aos humanistas”.

Enfim, respeito a postura do Pinho, por ser ateu como ele. Por esse motivo (dentre outros), defendo que os conservadores (e religiosos) não devem retaliar contra os ateus, mas contra os humanistas e neo ateus.

Devemos criar rejeição social aos neo ateus, estigmatizá-los até o limite do possível, mas jamais fazer o mesmo em relação aos ateus. (Ei, é claro, pois senão vocês me ferram…)

O post de José Moreira deixa bem claro que eles não abandonarão sua campanha de ódio em relação aos cristãos, e que não estão dispostos a diminuir sua carga de fúria e preconceito, mesmo diante de um post lúcido como o de Ricardo Pinho.

Diante disso, que os neo ateus sejam lançados aos leões. E contem com o aval dos ateus tradicionais para isso.

Revista apreendida por matéria contra o PT processará prefeitura

 

TERRA

01 de junho de 2012 13h38 atualizado às 15h50

Revista deve provar acusações contra o PT nas próximas edições. Foto: Reprodução

Revista deve provar acusações contra o PT nas próximas edições
Foto: Reprodução

THAÍS SABINO

A revista Free São Paulo, que trouxe na edição mais recente uma matéria de capa sobre um suposto esquema de corrupção comandado pelo PT, vai processar a prefeitura de Mauá por danos morais, após o secretário de Segurança da cidade, Carlos Tomaz, ordenar a apreensão dos exemplares e de um carro de distribuição. "Vamos processar a prefeitura por danos morais", afirmou o diretor de marketing Walter Saavedra.

Na tarde de quinta-feira (31), quatro funcionários do grupo MG Com, responsável pela publicação, distribuíam exemplares da revista quando foram levados por policiais militares até a 1ª Delegacia de Polícia de Mauá. De acordo com o publisher do grupo, Luciano Maciel, o delegado não constatou ilegalidade e liberou os funcionários. "Enquanto eles aguardavam, chegou o secretário de Segurança (Carlos Tomaz). Ele folheou a revista e conversou com o secretário jurídico, depois pediu para apreender as revistas e o carro", contou.

Procurado pelo Terra, o secretário Carlos Tomaz não quis se manisfestar. Em nota, a prefeitura de Mauá informou que a guarda civil fez a apreensão administrativa "com base nas leis municipais nº 2894, de 13/05/1998, e nº 9484, de 30/04/2002, que regulamentam a distribuição de materiais de divulgação e publicitários nas vias públicas da cidade". O Departamento Jurídico da Prefeitura estuda o cabimento de registro de boletim de ocorrência, segundo a nota.

O boletim de ocorrência do caso, assinado pelo delegado de polícia Alexandre Magno e pelo escrivão Alexandre Ueda, informa que antes de o secretário chegar, o delegado havia decidido que a distribuição das revistas não se caracterizava como ilícito penal. O documento também confirma que a apreensão ocorreu apenas após a chegada de Tomaz.

Segundo Maciel, durante o acontecimento o motorista Claudemir Silva Santos se sentiu tratado como um bandido. Ele afirmou que a empresa está juntando os documentos para recuperar o carro apreendido e, em seguida, deve dar prosseguimento ao processo por danos morais. "O delegado foi conivente com o que aconteceu. Primeiro ele falou que não tinha crime, depois o secretário mandou e ele lavou as mãos", disse. "Foi totalmente arbitrária", protestou em relação à apreensão.

Motivação política
A reportagem faz uma ligação à morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, com a corrupção que mantém o PT até hoje no poder. Para Maciel, a prefeitura de Mauá ser liderada pelo PT tem relação com o ocorrido. "Certamente foi política, o PT está no poder em Mauá, teve motivação política", disse ele. Oswald Dias (PT) é o prefeito da cidade.

Maciel ainda negou qualquer ligação da empresa com o Metrô - sob o governo do PSDB -, PSDB ou outro partido político. "Absolutamente nenhuma ligação com o PSDB, somos um grupo de mídia, em Guarulhos, temos outros veículos que circulam em São Paulo. Somos um grupo de mídia há 10 anos. Já tivemos anúncio de campanhas ligadas ao governo do Estado, mas se fizer as contas da verba publicitária, recebemos muito mais de campanhas ligadas ao PT do que do governo do Estado", explicou. Ele ainda disse que se levantassem informações criminosas do PSDB, agiriam da mesma forma jornalística.

Resposta do PT
O Diretório Estadual do PT-SP divulgou uma nota de repúdio à matéria veiculada pela revista Free São Paulo e disse que o conteúdo contraria investigações policiais concluídas. O PT reiterou que as denúncias envolvendo o nome do partido são infundadas e todas as medidas já estão sendo adotadas para que a publicação responda na Justiça.

Maciel, porém, afirmou que tem como provar cada afirmação feita na matéria, com documentos recolhidos pelos profissionais. "Vamos mostrar que temos provas nas próximas edições", disse ele. O publisher afirmou que é correto o partido tentar se defender, mas a apreensão do material é inadmissível. "Não estamos brincando de casinha, estamos fazendo trabalho jornalístico", concluiu.

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    Terra

    O pibinho e a desindustrialização

     

    Publicado em 03/06/2012 por nivaldocordeiro

    O pibinho tem sido o assunto, não apenas entre economistas. O modelo econômico adotado pelo PT está destruindo a competitividade e inviabilizando setores inteiros. No Estadão de hoje está a notícia de que os setores de alumínio e vidro está fechando as portas e transferindo suas plantas para a China, por conta do exorbitante custo da energia elétrica, outrora insumo barato no Brasil. Quem ganha com a gula estatal, cobrando impostos? Ninguém, nem o governo ganha. Está havendo empobrecimento geral. Algo precisa ser feito, que é reduzir o tamanho do Estado.

    Embaraço verde

     

    MÍDIA SEM MÁSCARA

    ESCRITO POR JONAH GOLDBERG | 03 JUNHO 2012

    ARTIGOS - AMBIENTALISMO

    Foi interessante enquanto durou. Mas parece que a “revolução verde” começou a rolar ladeira abaixo até a pergunta: “Isso tudo para quê?”

    Em janeiro, o governo espanhol interrompeu os subsídios absurdamente generosos à sua indústria de energia renovável, e a indústria de energia renovável quase implodiu. Você poderia dizer que nunca foi realmente uma indústria de energia renovável. Era uma indústria subsidiada pelo governo que, em troca de criar moinhos de vento e painéis solares que aliviavam a consciência a despeito de sua ineficiência, recebia pilhas de verbas públicas que os consumidores jamais teriam.

    “Eles destruíram o mercado espanhol da noite para o dia com a moratória (de subsídios)”, declarou Christian Kjaer, CEO da Associação Européia de Energia Eólica, ao Bloomberg News.

    O motivo pelo qual o exemplo espanhol é tão importante é porque demonstra como toda a “revolução” da energia verde era, desde o começo, apenas uma embromação ideológica.

    No começo de sua administração, o presidente Obama insistiu que, se não seguíssemos por esse caminho, perderíamos o altamente lucrável setor de energia renovável para aqueles sagazes espanhóis. Em 2009, pesquisadores na Universidade Rei Juan Carlos descobriram que a Espanha destruiu 2,2 vagas de trabalho para cada vaga criada com energia verde. Os pesquisadores também calcularam que o governo espanhol gastou mais de meio milhão de euros para cada emprego verde criado desde 2000, e vagas de trabalho na indústria eólica custaram mais de 1 milhão de euros cada.
    Quando perguntado sobre o estudo, o então secretário de comunicação da Casa Branca, Robert Gibbs, respondeu que ele não o havia lido, mas que “parece estranho que estejamos importando componentes de turbinas eólicas da Espanha para construí-las aqui, visando fazer frente à nossa demanda de energia renovável, se esse fosse remotamente o caso”.

    Vamos dar uma folga para Gibbs & Cia... Isso aconteceu logo antes que a Casa Branca aprendesse que não havia empregos instantâneos, antes que descobrisse que seus “investimentos” em companhias como a Solyndra eram pouco melhores do que despejar os dólares de impostos pagos pelos cidadãos em um triturador industrial. Assim, não deveria ser uma surpresa para ninguém que Gibbs acharia “estranho” que nosso próprio filo doméstico de rêmoras ávidas por subsídios quisesse comprar produtos espanhóis artificialmente baratos num esquema para se alimentar de nossos subsídios domésticos.

    A evidência de que essa administração colocou nepotismo e ideologia à frente da realidade está à nossa volta. “Desde 2009”, informa o Wall Street Journal, “a administração Obama repassou mais de US$ 1,0 bilhão a companhias americanas para fabricar baterias avançadas para veículos elétricos. Na metade de um prazo de 6 anos para produzir um milhão de veículos elétricos e híbridos, os fabricantes de automóveis mal fabricaram 50 mil carros.” Bom, só faltam 950 mil carros.
    Obama acreditou que era esperto o suficiente para criar indústrias completamente novas simplesmente empurrando dinheiro dos contribuintes pelas goelas certas. Qualquer sugestão de que a transição para fontes ineficientes de energia poderia custar muito aos contribuintes ou ao crescimento econômico foi classificada como “escolha falsa”.

    Parece que Obama pelo menos compreende as escolhas difíceis que se lhe impõem. Em 2009, a mensagem do presidente no Dia da Terra foi escandalosamente dedicada à mudança climática. Em 2012, a palavra “clima” sequer foi mencionada. A administração quer que todos acreditem que ela apóia o desenvolvimento de “fraturamento” hidráulico e gás natural. Quando o Secretário de Energia Steven Chu disse que preferia gasolina a preços altos, a administração quase o defenestrou. Para grande desgosto do lobby verde, Obama não comparecerá à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável desse ano (Rio+20). Caramba, a foto atual da página da Casa Branca sobre energia e meio-ambiente até mostra Obama caminhando alegremente junto a uma pilha de seções de oleoduto. Sutil.

    Sim, Obama jogou um osso aos verdes no oleoduto de Keystone, mas ele silenciosamente abriu a região do Ártico no Alasca para novos desenvolvimentos de petróleo, garantido à Shell permissão para exploraçãooffshore.

    “Jamais poderíamos esperar que um presidente democrata – que fez todos pensarem que era ‘transformador’ – abrisse o Oceano Ártico para prospecção”, Michael Brune, diretor executivo do Sierra Club, disse ao New York Times.

    Agora, eu não tenho dúvidas de que a mudança de curso de Obama é inteiramente política. Por exemplo, se ele não tivesse aprovado a prospecção no Ártico, certamente a Shell teria processado a administração pelos bilhões investidos no desenvolvimento de suas concessões no Ártico. Não é exatamente o tipo de ação judicial que Obama gostaria de ter num ano de eleição.

    Mas dizer que Obama cedeu à realidade política não muda o fato de que a realidade política decorre enormemente da realidade econômica. Tanto na Europa quanto na América os eleitores reconhecem cada vez mais que os benefícios da revolução verde não valem os custos, particularmente quando os revolucionários não fazem ideia do que estão fazendo. A única questão para os eleitores é se Obama realmente aprendeu a lição, ou se ele planeja reverter seu comportamento em caso de reeleição.

    Jonah Goldberg é editor-assistente do National Review e autor do livro “Fascismo de Esquerda: a história secreta do esquerdismo americano”, publicado pela Ed. Record.

    Publicado na National Review.

    Tradução: Felipe Melo, editor do blog da Juventude Conservadora da UnB.

    Ator pornô gay mata e canibaliza amante

     

    JULIO SEVERO

    4 de junho de 2012

    Homossexual com histórico de tortura de animais mata e come partes do parceiro, faz sexo com cadáver e envia pé do morto para Partido Conservador do Canadá

    Julio Severo

    O Canadá, famoso por suas agressivas leis homossexualistas que estão ameaçando sua população e cristãos que pregam a visão bíblica sobre a sodomia, está nas manchetes internacionais desta semana por outro motivo homosexual: O ator pornográfico gay Luka Rocco Magnotta, de 29 anos, torturou, matou e esquartejou seu amante gay Jun Lin, de 21 anos.

    Luka Rocco Magnotta: o ator pornô gay canibal

    De acordo com a polícia canadense, Luka amarrou Jun numa cama enquanto sua câmera o filmava torturando, cortando o pescoço, decapitando e desmembrando o parceiro. Ele intitulou sua filmagem macabra de “Lunático”. No vídeo, que Luka postou na internet, ele aparece fazendo sexo com o cadáver e depois comendo partes com uma faca e garfo.

    Luka

    Depois do assassinato, ele teve a inspiração de enviar ao Partido Conservador do Canadá um pacote contendo o pé apodrecido de seu amante, como manifestação pessoal gay a um partido que, palidamente, combate a agenda gay no Canadá. O jornal Daily Mail também informa que Luka chegou a ameaçar o primeiro-ministro do Canadá.

    Se o Partido Conservador combatesse o supremacismo gay de forma realmente vigorosa, o “lunático” gay lhes enviaria o cadáver inteiro.

    Em contraste, se um pé tivesse sido enviado a um grupo gay, os supremacistas homossexuais acusariam imediatamente os cristãos de “homofóbicos” e exigiram leis especiais de “proteção” restringindo a liberdade de expressão dos cristãos e seu direito de pregar o que a Bíblia ensina sobre homossexualidade.

    Luka tem um estilo de vida abertamente gay, e sua profissão é como um ator pornô gay em muitos vídeos pornográficos na internet.

    Luka acariciando gatinhos

    Contudo, sua presença na internet não se restringe à pornografia. Dois anos atrás, Luka postou um vídeo onde ele aparece acariciando dois gatinhos. Em seguida, a filmagem o mostra colocando os filhotes dentro de um saco plástico e usando um aspirador para sugar todo o ar dali. Através do saco transparente, o internauta podia ver os gatinhos desesperadamente tentando escapar. Depois, Luka mostra orgulhosamente em sua cama um dos gatos já morto.

    Luka colocando os gatinhos no saco plástico

    No vídeo de tortura de animais, Luka aparece anônimo e com o rosto embaçado, e somente com a investigação policial por causa do assassinato do amante dele é que foi possível identifica-lo como o autor do vídeo na internet.

    Ele é também o autor de um vídeo onde um gato vivo é dado como alimento para uma cobra.

    Nina Arsenault, ex-amante transexual de Luka

    Nina Arsenault, um dos ex-amantes transexuais de Luka, que ele conheceu numa boate de strip-tease dez anos atrás, disse à polícia que Lukatinha fantasias de matar animais e pessoas. Ele também sempre fazia piadas sobre matar animais.

    Embora use o nome profissional de Luka Rocco Magnotta, o nome verdadeiro dele é Eric Clinton Newman. Ele também usa outros nomes falsos.

    Seis meses atrás, num email ao jornal The Sun, Luka supostamente disse: “Vocês estarão recebendo notícias de mim de novo. Desta vez, porém, as vítimas não serão animais pequenos”. Ele enviou um aviso semelhante para a BBC.

    Luka encontra-se foragido no exterior disfarçado de mulher. Ele é agora um dos criminosos procurados pela Interpol, a polícia internacional, que está fazendo uma busca internacional pelo psicopata gay. Em 3 de junho, informações policiais indicavam que ele estava em Paris, onde passou duas noites com outro gay que havia conhecido numa boate, mas há suspeita de que ele fugiu para outro país. Mais de 190 países estão em estado de alerta sobre ele.

    Luka em Paris

    De acordo com o Daily Mail, Luka pode ter cometido outros assassinatos, o que o colocaria na categoria de “serial killer” — assassino em série.

    No Brasil, onde predomina um dos mais fortes supremacismos gays do mundo, a imprensa teve o cuidado de mascarar a realidade do canibal gay. O jornal O Globonoticiou” o caso cometendo várias omissões, apenas mencionando de passagem que Luka teria tido um “caso amoroso” com sua vítima. O Globo não disse que ele era gay.

    A imprensa brasileira é notória por alardear a identificação sexual de supostas “vítimas” homossexuais do que chamam de crimes de “homofobia”. Atrocidades patentemente gays são camufladas, para não manchar a imagem do supremacismo gay disfarçado de vitimismo gay.

    O resultado macabro do relacionamento entre Luka e seu parceiro é mais um episódio de “violência doméstica” gay, que supera os números inchados de “homofobia” criados pela propaganda homossexualista.

    Quando tal violência sai das quatro paredes do “paraíso” sexual de uma dupla gay, a explosão de insanidade é maior.

    Meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998, já identificava que todos os seis maiores assassinos em série dos EUA eram homossexuais. Um dos assassinos gays mais famosos, Jeffrey Dahmer, era também canibal.

    O maior assassino em série da Rússia, Andrei Chikatilo, também era gay e canibal.

    Enquanto a propaganda da mídia esquerdista leva em direção à imagem do “gay bonzinho” como eterna vítima, a realidade nua e crua mostra uma sociedade proibida de enxergar os gays assassinos, psicopatas e canibais que não se encaixam no estereótipo celestial criado pelas elites sociais. Nos meios de comunicação do Brasil, Luka não é um homossexual. Ele é apenas, vagamente, um homem com um “caso amoroso” com sua vítima.

    Pior é que, não só a sociedade, mas também os próprios parceiros homossexuais acabam muitas vezes se tornando vítimas dos atos macabros desses “gays bonzinhos”.

    Atualização: De acordo com o Daily Mail, a caça internacional ao assassino e ator pornô gay Luka Rocco Magnotta terminou hoje com sua prisão em Berlim, capital da Alemanha, no distrito de Neukoelln, conhecido por seus numerosos bares gays.

    Versão em inglês deste artigo: Gay porn star kills and eats lover

    Fonte: www.juliosevero.com

    Livro “O Movimento Homossexual” agora disponível em e-book

    Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

    Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

    Concurso gay elege o “Jesus Cristo” mais sensual na Páscoa nos EUA

    Pastor diz que governo deveria executar homossexuais

    Pastor tradicional quer campos de concentração para gays

    A Sangue Frio: O que Truman Capote não queria que você soubesse

    ESPÍRITO SANTO: Hartung (ex-govarnador) desistiu de concorrer à PMV (prefeitura da capital, Vitória) por temer denúncias do seu governo

     

    AGÊNCIA ESTADO

    03.06.2012, 01:27:15

    BRASÍLIA - AGÊNCIA CONGRESSO - A anúncio do ex-governador Paulo Hartung de que não vai concorrer à prefeitura de Vitória gerou uma série de especulações a respeito dos reais motivos que o levaram a tomar esta decisão.

    Na bancada capixaba corre a informação de que foi a mesma razão que o levou a desistir de disputar vaga ao Senado.

    Ele ficou no Senado e criou um exército de amigos. Se as denúncias vazassem, mesmo com mandato ele iria para o sacríficio. E a repercussão seria ainda maior.

    Mesmo com a chance de vencer com tranquilidade a eleição na capital, PH mais uma vez retirou o seu nome da disputa sem dar explicações convincentes aos eleitores.

    O mesmo aconteceu em 2010, quando desistiu de concorrer ao Senado, embora as pesquisas lhe dessem a Vitória.

    Até hoje Hartung não explicou as razões da renúncia. Adversários políticos atribuem à "interesses inconfessáveis".

    Parece que mais uma vez a história se repete. O ex-governador saiu da cena eleitoral capixaba num momento em que seu nome é citado pelo TJES em suposto envolvimento com casos de corrupção no estado.

    De acordo com denúncia, o ex-governador estaria envolvido em operação irregular de compra e venda de terrenos - com seu ex-secretário José Teófilo - na construção de presídios com suspeita de superfaturamento, criação de uma fila de empresários para burlar licitações e concessão ilegal de incentivos fiscais.

    Veja aqui ( e em breve em VEJA) algumas denúncias de corrupção que marcaram o governo Hartung:

    Fila de empreiteiras:
    A operação "Lee Oswald" da Polícia Federal aponta um esquema de corrupção para burlar licitações de grandes obras de engenharia civil no ES. "Já tínhamos em nossos arquivos informes que davam conta da existência de uma fila das grandes empreiteiras para organizar as fraudes envolvendo as grandes obras públicas de engenharia civil no estado do ES, de forma que todas se beneficiassem exatamente da não-concorrência, pois assim praticariam altos preços neste contratos\", destacou o delegado no inquérito.

    Lavagem de dinheiro:
    A PF aponta o envolvimento do ex-governador do ES, Paulo Hartung em esquema de lavagem de dinheiro e compra de terrenos no município de Presidente Kennedy, concessão de benefícios fiscais às empresas Ferrous Resources do Brasil S/A, ZMM Empreendimentos e Participações LTDA e BK Investimentos e Participações Ltda.

    Licitações dirigidas:
    Documento aponta esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos na construção de 23 presídios no ES durante governo de Hartung. Cada um custou R$ 22 milhões.

    De acordo com a denúncia "o estado fez um contrato obscuro com o Inap (Instituto Nacional de Administração Prisional), empresa paranaense, pioneira na terceirização de presídios.
    O homem forte desse esquema é o coronel José Nivaldo Campos Vieira, sócio do também coronel Pedro Delfino da SEI - Segurança e Inteligência, que oferece consultoria ao Inap."

    "Outro personagem é o coronel do Exército, José Otávio Gonçalves, que foi Subsecretário da Assuntos do Sistema Penal até maio de 2010, saiu e foi ser consultor da Reviver, que ganhou licitação para a Penitenciária de São Mateus.

    A reviver tem processo de tortura e maus tratos a presos. O Inap inaugurou a modalidade de terceirização dos presídios em 2005, com dispensa de licitação. (Informações extraídas da denúncia do TJES).

    50 ex-astronautas e cientistas condenam facciocismo da NASA pelo aquecimento global

     

    VERDE: A COR NOVA DO COMUNISMO

    domingo, 3 de junho de 2012

     

    Buzz Aldrin, esquerda, e Walt Cunningham,  astronautas das missões Apollo 11 e 7, em Cape Canaveral,  Florida, desaprovam facciocismo alarmista na NASA

    Buzz Aldrin, esquerda, e Walt Cunningham,
    astronautas das missões Apollo 11 e 7, em Cape Canaveral,
    Florida, desaprovam facciocismo alarmista na NASA

    Cerca de 50 de ex-astronautas e cientistas da NASA – inclusive um dos ex-chefes do famosíssimoJohnson Space Center – denunciaram que o organismo optou pelo lado errado da ciência mudando o rumo e talvez arruinando a reputação da maior agência espacial do mundo, informou o diário “The Washington Examiner”  .
    A atual direção da NASA assumiu a militância em favor das não demonstradas “mudanças climáticas”.
    Em carta pública a Charles Bolden, administrador do órgão, os ex-astronautas e dezenas de antigos executivos da NASA pediram à agência para que “se refreie na hora de publicar na mídia observações não demonstradas” em apoio do “aquecimento global”.

    “Achamos inapropriado que a NASA assuma a advocacia de uma posição extremada previamente a um consciencioso estudo do impacto generalizado do clima natural” – escreveram. “O risco é danificar a reputação exemplar da NASA, o prestígio de seus atuais cientistas e empregados e até a reputação da própria ciência”.

    A carta foi assinada por sete astronautas de missões Apollo, diversos cientistas e um diretor do programa das Shuttle.
    No documento, o grupo diz que os dados colhidos, relativos a milhares de anos, contestam as reivindicações modernas de que o CO2 provoca a mudança do clima.

    Para 50 astronautas e cientistas como B. Aldrin e W. Cunningham,  vai contra a ciência falar pelo aquecimento global

    Para 50 astronautas e cientistas como B. Aldrin e W. Cunningham,
    vai contra a ciência falar pelo aquecimento global

    “Posto que hácentenas de famosos climatólogos e dezenas de milhares de outros cientistas que declaram não acreditar nas previsões catastrofistasprovenientes especialmente doGoddard Institute for Space Studiesda NASA, fica claro que não se tem chegado a um conhecimento certo”, acrescentam.


    O site da NASA está cheio de artigos sobre o impacto das mudanças climáticas na Terra, nos animais e nos ecossistemas. E a maioria dos funcionários acompanha a posição oficial do órgão.
    A polêmica desbragada contra o CO2 como sendo a maior causa das mudanças climáticas contraria a história da NASA, baseada sempre em estudar objetivamente todos os dados científicos disponíveis antes de tomar decisões ou fazer declarações públicas”, dizem ainda os cientistas.

    Leighton Steward, porta-voz do grupo, apresentou o documento dizendo: “Estes heróis americanos, astronautas que conquistaram o espaço, cientistas e engenheiros que os puseram lá, têm o direito de criticar a apologia por parte da NASA de uma posição extremada e sem fundamento”.

    18 pesquisadores enviam carta para a Dilma

     

    LOST IN THE E-JUNGLE

    Leiam... depois me digam se eu ainda preciso desenhar...
    Está circulando pela rede uma carta que foi enviada à presidente por 18 pesquisadores do clima brasileiros (original aqui):

    Carta aberta à presidente Dilma Rousseff

    Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso

    Exma. Sra.
    Dilma Vana Rousseff
    Presidente da República Federativa do Brasil
    Excelentíssima Senhora Presidente:

    Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

    Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

    1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

    A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.

    Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.

    A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.

    O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.

    Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.

    Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.

    Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.

    Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.

    Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.

    Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.

    2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:

    A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.

    A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.

    Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.

    Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná.

    Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).

    A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

    3) O alarmismo climático é contraproducente:

    O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
    No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.

    Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.

    Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.

    No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.

    4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:

    Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.

    O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.

    Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.

    5) É preciso uma guinada para o futuro:

    Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.

    Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.

    A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.

    Kenitiro Suguio
    Geólogo, Doutor em Geologia
    Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
    Membro titular da Academia Brasileira de Ciências

    Luiz Carlos Baldicero Molion

    Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas
    Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
    Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

    Fernando de Mello Gomide

    Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
    Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)

    José Bueno Conti

    Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
    Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
    Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)

    José Carlos Parente de Oliveira

    Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera
    Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
    Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)

    Francisco Arthur Silva Vecchia

    Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia
    Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
    Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)

    Ricardo Augusto Felicio

    Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
    Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)

    Antonio Jaschke Machado

    Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
    Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

    João Wagner Alencar Castro

    Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia
    Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
    Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ

    Helena Polivanov

    Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
    Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

    Gustavo Macedo de Mello Baptista

    Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
    Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
    Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)

    Paulo Cesar Soares

    Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia
    Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

    Gildo Magalhães dos Santos Filho

    Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
    Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)

    Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco

    Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
    Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

    Daniela de Souza Onça

    Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
    Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

    Marcos José de Oliveira

    Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
    Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)

    Geraldo Luís Saraiva Lino

    Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
    Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)

    Maria Angélica Barreto Ramos

    Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
    Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências

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    A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
    "Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
    Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
    Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
    A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
    ‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
    " Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".