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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

LULA, DILMA, CRIVELLA, A “BISPA” SÔNIA E O “APÓSTOLO” HERNANDES JUNTOS! MEU DEUS!!!

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
quinta-feira, 3 de setembro de 2009 | 19:54

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A ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, é amiga de Jesus desde criancinha. Mesmo quando ela integrava a VAR-Palmares, era em Deus que pensava. Tanto é assim que a sua organização antecipou o despacho de algumas pessoas para o céu. Uma delas, por exemplo, era só um correntista de banco. Estava ele lá, feito Inês de Castro, coitadinho!, no sossego dos seus anos, sacando um chequinho no caixa, e eis que chegou um Anjo — futuramente indenizável como perseguido pela ditadura… — de arma na mão para expropriar o banco em nome do povo. E “pimba!”. Lá foi o pai de família morar ao lado de Jesus! Carlos Minc participou dessa operação. Hoje ele acha um absurdo que algumas pessoas matem árvores e minhocuçus. E Dilma continua amiga de Jesus! O mundo é mesmo pândego.

Por que isso? Vejam que foto histórica esta publicada no Estadão Online. Lula instituiu ontem o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Participaram da cerimônia, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o presidente da Câmara, Michel Temer; o senador e “bispo” Marcelo Crivella (PRB-RJ), sobrinho de Edir Macedo, dono da Igreja Universal,;a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o casal da Igreja Renascer Sônia e Estevam Hernandes. Crivella é este que aparece à esquerda, contraindo os olhos enquanto entra em conexão, suponho, com o Espírito Santo. Nunca entendi por que certos religiosos, de qualquer denominação, quando julgam entrar em contato com a Pomba Sagrada fazem essa cara.

Há quem faça coisas ainda mais estranhas. É o caso da “bispaSônia e seu marido, o “apóstolo” Estevam. Quando o Espírito Santo está presente, eles desandam a falar línguas estranhas. Mangabeira Unger perde feio. Não sei como se contiveram ontem. Estevam é essa cabeleira grisalha em primeiro plano; Sônia está à sua direita, a cabeleira castanha. Dilma é aquela com ar beato. A foto não deixa de ser um bom retrato do Brasil.

O casal da Renascer acaba de sair da cadeia nos Estados Unidos e já participa de uma solenidade ao lado de Lula e de sua candidata. Não sei se vocês estão lembrados: a dupla tentou entrar naquele país com dólares que não tinham sido declarados, escondidos na capa de uma Bíblia. O leitor cético dirá que estão todos entre iguais. Afinal, a “bispa” e o “apóstolo” apenas portavam “recursos não-contabilizados”. Ademais, em matéria de dólares ilegais, ninguém é páreo para o pagamento que a campanha de Lula fez a Duda Mendonça no exterior.

Ah, sim: o leitor logo pergunta: “Por que as aspas em ‘bispa’ e ‘apóstolo’?” Porque é como eles se autodenominam, entendem? A palavra “bispa” é uma licença quase poética, além de ser uma brutal licença religiosa. Um feminino aproximado para tal função seria “episcopisa”. Imaginem: “Episcopisa Sônia Hernandes”!!! Já o “apóstolo” é coisa realmente séria. Apóstolos, originalmente, eram 12. Missões divinas dadas a Paulo e Barnabé também permitem que os chamemos assim. Pronto! 14 ao todo! Até a chegada de Hernandez, o 15º elemento. Todos os apóstolos tiveram contato direto com Jesus — logo, supõe-se ser esse o caso do marido da “bispa”. Quatro coisas são privadas dos apóstolos:

- recebem missões diretamente de Jesus;
- podem pregar a todos os povos;
- são dotados de infalibilidade;
- sua jurisdição episcopal é universal; sua igreja é o mundo!

Alguns, nem todos, também operam milagres. Parece ser esse o caso de Hernandez. Que eu saiba, em nenhuma outra denominação neopentecostal alguém se colocou tão pertinho de Jesus Cristo.

A Justiça americana liberou o casal para voltar ao Brasil no dia 1º de agosto, 15 dias antes do prazo, par visitar o filho, Felippe Daniel Hernandes, conhecido pelos fiéis como Bispo Tid, internado na UTI em razão de complicações decorrentes de uma cirurgia para redução de estômago. Segundo o Hospital Oswaldo Cruz, ele teve complicações neurológicas de origem metabólica.

Sônia e Estevam, que sempre oraram pelo filho, prometeram orar por Dilma também.

PS - Vocês prometem fazer apenas comentários que nos abrirão as portas do Paraíso?

DOIS CÓDIGOS MORAIS

Fonte: ViVER DE NOVO
Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009


Por Olavo de Carvalho, no Diario do Comércio


Para a classe jornalística brasileira em peso, o compromisso de um soldado para com as Forças Armadas não significa nada; não há desdouro em rompê-lo. Já uma organização comunista, esta sim é uma autoridade moral que, uma vez aceita, sela um compromisso sagrado


A entrevista do Cabo Anselmo ao programa “Canal Livre” (TV Bandeirantes, 26 de agosto, aqui) é um dos documentos mais importantes sobre a história das últimas décadas e mereceria uma análise detalhada, que não cabe nas dimensões de um artigo de jornal. Limito-me, portanto, a chamar a atenção do leitor para um detalhe: o confronto do entrevistado com os jornalistas foi, por si, um acontecimento revelador, talvez até mais que o depoimento propriamente dito.

Logo de início, o apresentador Boris Casoy perguntou se Anselmo se considerava um traidor. Ele aludia, é claro, ao fato de que o personagem abandonara um grupo terrorista para transformar-se em informante da polícia. Para grande surpresa do jornalista, o entrevistado respondeu que sim, que era um traidor, que traíra seu juramento às Forças Armadas para aderir a uma organização revolucionária. A distância entre duas mentalidades não poderia revelar-se mais clara e mais intransponível.

Para a classe jornalística brasileira em peso, o compromisso de um soldado para com as Forças Armadas não significa nada; não há desdouro em rompê-lo. Já uma organização comunista, esta sim é uma autoridade moral que, uma vez aceita, sela um compromisso sagrado. Nenhum jornalista brasileiro chama de traidor o capitão Lamarca, que desertou do Exército levando armas roubadas, para matar seus ex-companheiros de farda. Traidor é Anselmo, que se voltou contra a guerrilha após tê-la servido. Anselmo desmontou num instante a armadilha semântica, mostrando que existe outra escala de valores além daquela que o jornalismo brasileiro, com ares da maior inocência, vende como única, universal e obrigatória.

O contraste mostrou-se ainda mais flagrante quando o jornalista Fernando Mitre, com mal disfarçada indignação, perguntou se Anselmo não poderia simplesmente ter abandonado a esquerda armada e ido para casa, em vez de passar a combatê-la. Em si, a pergunta era supremamente idiota: ninguém – muito menos um jornalista experiente - pode ser ingênuo o bastante para imaginar que uma organização revolucionária clandestina em guerra é um clube de onde se sai quando se quer, sem sofrer represália ou sem entregar-se ao outro lado.

Conhecendo perfeitamente a resposta, Mitre só levantou a questão para passar aos telespectadores a mensagem implícita do seu código moral, o mesmo da quase totalidade dos seus colegas: você pode ter as opiniões que quiser, mas não tem o direito de fazer nada contra os comunistas, mesmo quando eles estão armados e dispostos a tudo. Ser anticomunista é um defeito pessoal que pode ser tolerado na vida privada: na vida pública, sobretudo se passa das opiniões aos atos, é um crime. Não que todos os nossos profissionais de imprensa sejam comunistas: mas raramente se encontra um deles que não odeie o anticomunismo como se ele próprio fosse comunista. Essa afinidade negativa faz com que, no jornalismo brasileiro, a única forma de tolerância admitida seja aquela que Herbert Marcuse denominava “tolerância liberdadora”, isto é: toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita.

Mais adiante, ressurgiu na entrevista o episódio do tribunal revolucionário que condenara Anselmo à morte. Avisado por um policial que se tornara seu amigo, Anselmo fugira em tempo, enquanto os executores da sentença, ao chegar à sua casa para matá-lo, eram surpreendidos pela polícia e mortos em tiroteio. De um lado, os entrevistadores, ao abordar o assunto, tomavam como premissa indiscutível a crença de que Anselmo fora responsável por essas mortes, o que é materialmente absurdo, já que troca o receptor pelo emissor da informação. De outro lado, todos se mostraram indignados – contra Anselmo – de que no confronto com a polícia morresse, entre outros membros do tribunal revolucionário, a namorada do próprio Anselmo. Em contraste, nenhum deu o menor sinal de enxergar algo de mau em que a moça tramasse com seus companheiros a morte do namorado. Entendem como funciona a “tolerância libertadora”?

A quase inocência com que premissas esquerdistas não-declaradas modelam a interpretação dos fatos na nossa mídia mostra que, independentemente das crenças conscientes de cada qual, praticamente todos ali são escravos mentais da auto-idolatria comunista.

Ao longo de toda a conversa, os jornalistas se mantiveram inflexivelmente fiéis à lenda de que os guerrilheiros dos anos 70 eram jovens idealistas em luta contra uma ditadura militar, como se não estivessem entrevistando, precisamente, a testemunha direta de que a guerrilha fôra, na verdade, parte de um gigantesco e bilionário esquema de revolução comunista continental e mundial, orientado e subsidiado pelas ditaduras mais sangrentas e genocidas de todos os tempos.

Anselmo colaborou com a polícia sob ameaça de morte, é certo, mas persuadido a isso, também, pela sua própria consciência moral: tendo visto a verdade de perto, perdeu todas as ilusões sobre o idealismo e a bondade das organizações revolucionárias – aquelas mesmas ilusões que seus entrevistadores insistiam em repassar ao público como verdades inquestionáveis – e optou pelo mal menor: quem, em sã consciência, pode negar que a ditadura militar brasileira, com todo o seu cortejo de violências e arbitrariedades, foi infinitamente preferível ao governo de tipo cubano ou soviético que os Lamarcas e Marighelas tentavam implantar no Brasil? Ao longo de seus vinte anos de governo militar, o Brasil teve dois mil prisioneiros políticos, o último deles libertado em 1988, enquanto Cuba, com uma população muito menor, teve cem mil, muitos deles na cadeia até hoje, sem acusação formal nem julgamento.

A ditadura brasileira matou trezentos terroristas*, a cubana matou dezenas de milhares de civis desarmados. Evitar comparações, isolar a violência militar brasileira do contexto internacional para assim realçar artificialmente a impressão de horror que ela causa e poder apresentar colaboradores do genocídio comunista como inofensivos heróis da democracia, tal é a regra máxima, a cláusula pétrea do jornalismo brasileiro ao falar das décadas de 60-70. Boris Casoy, Fernando Mitre e Antonio Teles seguiram a norma à risca. Desta vez, porém, o artificialismo da operação se desfez em pó ao chocar-se contra a resistência inabalável de uma testemunha sincera.

Conhecendo as muitas complexidades e nuances da sua escolha, Anselmo revelou, no programa, a consciência moral madura de um homem que, escorraçado da sociedade, preferiu dedicar-se à meditação séria do seu passado e da História em vez de comprazer-se na autovitimização teatral, interesseira e calhorda, que hoje rende bilhões aos ex-terroristas enquanto suas vítimas não recebem nem um pedido de desculpas.

Moral e intelectualmente, ele se mostrou muito superior a seus entrevistadores, cuja visão da história das últimas décadas se resume ao conjunto de estereótipos pueris infindavelmente repetidos pela mídia e consumidos por ela própria. O fato de que até Boris Casoy, não sendo de maneira alguma um homem de esquerda, pareça ter-se deixado persuadir por esses estereótipos, ilustra até que ponto a pressão moral do meio tornou impossível a liberdade de pensamento no ambiente jornalístico brasileiro.

* extraído do livro "DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE" de 2007, da SECRETARIA ESPECIAL DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA "REPÚBLICA" DO LULA.

"...A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) – instituída pela Lei nº 9.140/95, de dezembro de 1995 – vem cumprindo importante papel na busca de solução para os casos de desaparecimentos e mortes de opositores políticos por autoridades do Estado durante o período 1961-1988.

Desempenha esse trabalho com rigor e equilíbrio há mais de 11 anos, contribuindo para a consolidação da vida democrática brasileira. Enfrentou as dificuldades que são inerentes a tão delicada tarefa, mas conseguiu concluir o exame de quase todos os casos apresentados, garantindo reparação indenizatória aos familiares das vítimas e, sobretudo, oficializando o resgate de um período fundamental que já pertence à história do Brasil.

A Comissão encerrou, no final de 2006, uma longa primeira etapa de suas atividades. Concluída a fase de análise, investigação e julgamento dos processos relativos aos 339 casos de mortos e desaparecidos apresentados para sua soberana decisão, que se somam a outros 136 nomes já reconhecidos no próprio Anexo da Lei nº 9.140/95, vem se concentrando, agora, em dois outros procedimentos...".


© 2007 (Ano da 1ª edição)
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República

Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e não seja para venda ou qualquer fim comercial.

Série Bibliográfica

Tiragem: 5.000 exemplares

Presidente da República
Luiz Inácio Lula da Silva

Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
Paulo de Tarso Vannuchi

Elaboração, distribuição e informações:
COMISSÃO ESPECIAL SOBRE MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS
Esplanada dos Ministérios - Bloco T - Sala 420
70064-900 - Brasília - DF
Fone: (61) 3429 3142 / 3454 Fax (61) 3223 2260
Impresso no Brasil/Printed in Brazil
Catalogação na publicação
Brasil. Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos.

Direito à verdade e à memória: Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos / Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos - Brasília : Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2007

400p. : il. (algumas color.) ; 23 x 30 cm

ISBN 978-85-60877-00-3

1. Brasil – História I. Título. II. Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos - Relatório.

Queijo na ratoeira...

Por e-mail:


A única possibilidade de sobrevivência da atividade artística é em uma sociedade onde o direito individual é preservado acima de tudo


Passei anos escrevendo para a Backstage colunas didáticas, técnicas e de opinião sobre a relação do mercado musical. Esta vai ser diferente. Com exceção dos editoriais do Nelson, ainda não vi uma abordagem política sobre a questão musical. Bem, lá vou eu, mais uma vez dar a minha cara a tapa... Devo ser algum tipo de sado-masoquista filosófico...

O título “Queijo na Ratoeira” se refere a uma visão que tenho do processo de intervenção do estado na produção cultural. A metáfora é bem simples: o queijo é o dinheiro e os ratos são os artistas... CALMA!!! Não me espanquem ainda!!! Ratos não no sentido pejorativo de parasita mamífero nocivo disseminador de doenças, mas sim no sentido de vítima, que ao ir buscar seu pedacinho de queijo, terá a sua espinha dorsal partida ao meio por uma armadilha...

No momento atual, um dos maiores contratantes da produção cultural é o estado. Verbas são liberadas para realização de eventos, contratação de shows, financiamento de produção de CDs, DVDs, e é claro para várias outras atividades de outros ramos artísticos. Neste artigo vou me deter apenas ao ramo da música.

A princípio, quando o estado se dispõe a patrocinar a atividade cultural, a intenção inicial é a melhor possível. Viver de música é muito difícil. Imagine quem quer viver de um trabalho musical mais conceitual e não quer ficar tocando sucessos requentados de outrem em barzinhos? A coisa fica mais difícil ainda... É nesse ponto que entra o estado: financia a produção cultural para que ela não tenha que se submeter à pressão do mercado e que ela possa manter a sua integridade e independência artística. Papel nobre o do estado. Protege nossos artistas do vilão capitalista que quer moldar a produção artística de modo que ela gere lucros imediatos sem se importar com a qualidade artística...

Aí está o queijo!!!

O artista que deseja uma carreira artística de sucesso, que se traduz em uma vendagem de discos (ou downloads), em cobrar um bom cachê pelas suas apresentações, receber pagamento de direitos autorais, em receber pelo uso de sua imagem em propagandas, aparecer em programas com altos índices de audiência, vender produtos com o seu nome, de modo que isso gere uma boa renda e um padrão de vida confortável... Bem, este artista é um capitalista em sua essência...

A pergunta que fica então: faz sentido um capitalista ir pedir proteção ao estado contra os capitalistas? É no mínimo contraditório. O primeiro ponto é parar de “demonizar” a palavra “capitalista”. Ser capitalista não é pecado. Buscar o lucro não é imoral. E se este lucro é fruto de esforço e de um trabalho honesto, este lucro é legítimo e digno. Isto parece ser um tanto quanto óbvio, mas por incrível que pareça, quando se chama alguém de capitalista, vem embutido um significado pejorativo quase como um sinônimo de avarento, mesquinho, materialista.

Esta “demonização” da palavra capitalista não surgiu à toa. Ela é resultado de décadas de propaganda ideológica que estimula a inveja para gerar um imaginário conflito de classes de modo que se obtenha proveito político disso. O mecanismo é bem simples: cria-se um vilão (o capitalista) e um grupo de apresenta como os salvadores que irão proteger o “povo” deste vilão.

É óbvio que estes “salvadores” são apenas um grupo com um projeto de poder que substituirá uma elite por outra mais centralizadora ainda. Nos países aonde este grupo triunfou, sem exceção se constituíram regimes totalitários, economias deficientes, baixo poder aquisitivo e restrições à liberdade de expressão e à produção artística.

Os grupos que “combatem” o capitalismo já descobriram que a maior fraqueza do capitalista é o dinheiro. E estão usando o dinheiro para colocar os “capitalistas” na posição do cachorrinho que abana o rabo quando alguém lhe sacode um pedaço de osso. Ou melhor, para ser coerente com o título, como um ratinho que balança seus bigodes quando vê um pedaço de queijo. O que também é óbvio, mas não é visto, é que ninguém dá queijo de graça. Isca no anzol e queijo na ratoeira. Tão primário com animais e com seres humanos...

Vamos fazer um raciocínio básico: se você for tocar em um evento da Coca-cola, você poderá dizer em público que prefere Pepsi? Poder você pode, mas terá o seu contrato com a Coca-cola cancelado. Você realmente acredita que o estado age de maneira diferente? O estado só aprova projetos que são de seu interesse, ou na melhor das hipóteses, neutro. Jamais você terá um projeto aprovado que conteste o regime que vai conceder a verba para o seu projeto. Então você apresentará um projeto, ou se absterá de emitir opiniões políticas em público. Como o artista é um formador de opinião, ele é um dos primeiros a ser visado pelos engenheiros sócio-políticos. Enche a boca dele de queijo para ele não falar...

O que eu falo pode parecer a princípio um descalabro, mas esta pulga começou a me coçar a orelha quando participei como profissional ou como público de vários eventos culturais com palco, som e luz e cachê do artista pago pelo estado, e quase 100% desses eventos foram um fiasco de público. Qualquer empresário do setor do entretenimento não colocaria dinheiro em eventos que não dão público. Mas o nosso bondoso, generoso e protetor estado paga a estrutura, paga o cachê, mas não paga a divulgação. Qualquer pessoa sabe que um evento sem divulgação não vinga. E, ano após ano, a fórmula do fracasso programado se repete. Talvez seja melhor assim. Vai que o artista começa a ficar famoso e deixa de depender das verbas estatais... Aí ele pode começar a falar o que quiser...

E mesmo por uma simples questão de lógica: faz sentido “investir” em cultura se o evento, mesmo que gratuito, não dá retorno de público? Claro que não. Por que este ciclo vicioso se perdura? Por que existe um acordo velado entre artistas e estados. Nenhum dos dois quer cultura de fato. O estado quer controle ideológico e o artista quer dinheiro. O artista não está disposto a abrir mão do seu cachê estatal para que esta verba seja destinada ao investimento em infra-estrutura.

Como em qualquer sociedade, a única maneira real de se crescer é investir em infra-estrutura. No caso da cultura, a infra-estrutura não são teatros ou casas de shows. Isso já existe. O problema hoje é enchê-los, especialmente com projetos artísticos um pouco mais elaborados fora da mesmice do baixo nível de consumo do entretenimento de hoje.

A questão estrutural hoje é a formação de público. E isso passa pela educação. O fato é que simplesmente a educação cultural já desapareceu nas escolas alguns anos. Hoje não se estuda mais artes, música, dança, dramaturgia ou literatura em escolas regulares. E ainda mais agora, com mais um descalabro ideológico que é a aprovação automática na rede pública. O estado “capi-socialista” em que vivemos atesta, através de lei, a sua incapacidade de formar cidadãos e oficializa a possibilidade de um analfabeto funcional chegar à universidade. E sairá de lá no mesmo jeito que entrou.

É claro que este auto-atestado de incompetência esconde um objetivo ainda mais sombrio. Formar uma sociedade sem capacidade de questionamento e dependente do estado. Mais uma vez outro queijo na ratoeira. Agora todo mundo passa!!! Liberou geral!!! Não precisa mais estudar!!! Isso não é o sonho de qualquer criança? E ainda os adultos vão poder dizer: nunca antes na história deste país todos os estudantes passaram de ano... Isso pode até ser colocado como um dado na ONU para mostrar a evolução da educação brasileira. Em mais de 50 milhões de estudantes, nenhum é reprovado... Não é à toa que George Orwell foi um gênio escrevendo 1984” nos anos 20. A maior crítica da literatura de ficção sobre o desejo de controle total de uma sociedade pelo grupo que controla o estado.

Como podemos constatar, se associarmos estes fatos as manobras políticas que acontecem no congresso, senado e no STF, fica claro a intenção: migrar discretamente (para os mais informados, não tão discretamente assim) de um sistema democrático para um sistema autoritário e controlador através da alteração da legislação e do uso do sistema jurídico.

Teoria da conspiração? Veja o que está acontecendo na América Latina. Venezuela, Bolívia e Equador estão em fase final de consolidação de regimes totalitários. Colômbia e Honduras estão em guerra defendendo as suas democracias contra grupos financiados pelos primeiros três países citados. E o Brasil, através de nossos ilustres representantes, está aliado dos primeiros três, e mandando recados desaforados aos últimos dois. Diz-me com quem andas que te direi quem és...

A esta altura você deve estar perguntando: o que eu tenho a ver com isso tudo? Tem sim. Se você é artista, você depende de uma sociedade livre e capitalista para viver. O documentário Buena Vista Social Club mostra como a profissão da música foi banida em Cuba após a tomada do poder por Fidel. Paquito De Riviera, um dos maiores saxofonistas de todos os tempos, fugiu da ilha, pois lá as pessoas só podiam ouvir discos aprovados pelo governo, discos dos Beatles eram proibidos e não havia lugar para tocar jazz, afinal, jazz é coisa de Yankee burguês...

Isso é o que você tem a ver com isso. Receber uma verba do governo não é crime, mas não venda a sua opinião por causa disso. Não venda a sua clareza de enxergar os fatos por causa disso. Os caçadores só alimentam suas presas até capturar-las. Depois, o destino certo é o abate. Abate intelectual, profissional, pessoal, e em alguns casos, até físico.

Nesse caso a nossa área é estratégica, pois a arte incorpora a comunicação social, e através da comunicação se difunde idéias para a sociedade. Quando alguém se pergunta: como pode uma sociedade inteira (Alemanha) ter apoiado Hittler? A resposta é simples: através da comunicação e da propaganda. O Ministro da propaganda de Hittler, Joseph Goebbels criou o vilão (no caso o Judeu capitalista), gerou-se a inveja e o medo. Se você é um artista, tem a responsabilidade da comunicação. E se você acredita que a comunicação não tem poder político, veja estas fotos:


Brincadeiras de mau gosto à parte, estas fotos são uma provocação para mostrar que a comunicação também pode ser usada como arma. A população alemã foi enganada, confundida e iludida a acreditar em uma nova sociedade igualitária e sem problemas... O resultado está nos livros de história...

O comunismo, que é tão ruim que os próprios comunistas têm vergonha do nome e o chamam de “socialismo” para camuflar, é apenas a outra face da mesma moeda do nazismo, que caso vocês não saibam, quer dizer “Nacional Socialismo”. Ambos os regimes pregam a criação de uma sociedade perfeita e a criação de um “novo homem”. Na história deste planeta, apenas dois homens mataram mais do que Hittler: Stalin e Mao Tse-Tung.

O totalitarismo pode ser comparado a uma doença grave ou um acidente de carro: você acha que nunca vai acontecer com você (ou com o seu país). Pois este risco é latente na América Latina com o “Socialismo do séc. XXI” arquitetado por Fidel e proclamado por Hugo Chávez. E Hugo já é apoiado pelo Equador, Bolívia, Nicarágua, Chile, Argentina e Brasil. Países cujos presidentes pertencem ao FORO de SÃO PAULO, hoje disfarçado como o nome de UNASUL. Quem quiser saber o que é Foro de São Paulo, faça uma rápida pesquisa na internet.

Texto pesado, eu sei, mas quero sintetizá-lo em duas frases:

Ser artista e acreditar em regimes totalitários (nazismo, socialismo, comunismo ou teocracia) é acreditar que o lobo cuidará dos coelhos.

Ser artista e ser nazista, socialista, comunista ou teocrático é o mesmo que ser um suicida.

A única possibilidade de sobrevivência da atividade artística é em uma sociedade onde o direito individual é preservado acima de tudo. Direito de expressão, de produção, de propriedade intelectual, patrimonial e física. Existem duas maneiras de se calar um artista: com um cassetete ou com dinheiro. O artista deve ser um pensador, e não um cachorrinho que corre atrás da bolinha que é atirada, ou melhor, um ratinho inocente que vai atrás do queijo na ratoeira...

NO MAS CHAVEZ - MARCHA MUNDIAL







MARCHA MUNDIAL CONTRA HUGO CHÁVEZ DIA 4 DE SETEMBRO DE 2009.

MAIS DE 30 PAÍSES

MAIS DE 100 CIDADES AO REDOR DO MUNDO.

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ESTE IDIOTA E SEUS PARCEIROS, ENTRE ELES AS FARC DO FORO DE SÃO PAULO, QUEREM DESTRUIR SEUS FILHOS TRANSFORMANDO-OS EM USUÁRIOS DE COCAÍNA E DERIVADOS, ENTRE OUTRAS MONSTRUOSIDADES.

Uma anistia impecável

Fonte: MUJAHDIN CUCARACHA
Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

por Aristóteles Drummond - 1/9/2009

O Brasil comemora os 30 anos da anistia política, ampla, irrestrita e recíproca, fruto de compromisso democrático e da generosidade do presidente João Figueiredo.

O último presidente do regime militar encerrou o ciclo revolucionário, entregando o país em ordem e progresso,
sufocados os movimentos armados que promoviam assaltos a bancos, sequestros de diplomatas, assassinato de empresários e militares estrangeiros. Com a anistia, a maior parte desses jovens pôde se reincorporar à vida nacional. E vários ocupam cargos no Legislativo e no Executivo, certamente convertidos aos ideais democráticos.

O grande embuste que cerca a questão da luta contra o regime surgido do movimento cívico-militar de 64 se refere justamente à diferença entre os liberais que defendiam o Estado de Direito, as franquias democráticas, no Congresso Nacional, e os que optaram por pegar em armas. E não o fizeram para restabelecer a plenitude democrática, mas sim, para impor ao País um regime de esquerda totalitário e moldado no modelo cubano.

Alguns políticos, como o atual secretário de Estado em São Paulo e ministro de mais de uma pasta no governo Fernando Henrique, deputado federal Aloísio Nunes Ferreira, nunca foram pela simples volta da democracia.

Ele participou de atos de violência, viveu em Paris e em Cuba, sendo públicas suas boas relações com Fidel Castro.
Hoje, está reintegrado à vida política, certamente amadurecido, atendido pela anistia que, generosamente, incluiu os denominados "crimes de sangue". Já Franco Montoro, Tancredo Neves, Miro Teixeira, José Aparecido de Oliveira e Paulo Brossard, entre outros, lutaram pela abertura e a redemocratização que o general Figueiredo prometeu e cumpriu.

O correto professor Daniel Aarão Reis, da Universidade Federal Fluminense, foi ativista radical e declarou, em entrevista publicada em 2001, que as organizações de esquerda queriam mesmo implantar uma ditadura revolucionária.

O veterano e respeitado deputado Miro Teixeira, que votou a anistia, declarou que "no ambiente político da época, ficou claro que todos estavam anistiados. Era isso ou nada".

No que toca ao Araguaia, os 70 jovens eram do PC do B, na ocasião o mais radical partido comunista do País.
Estavam armados e sabiam dos riscos a que estavam expostos.

Nada a reclamar quanto às suas mortes, apenas a lamentar o sofrimento das famílias. Ali,
os militares cumpriram, com heroísmo e perdas, o dever de defesa do Brasil. Não fossem eles, teríamos um enclave terrorista semelhante ao que infelicita a Colômbia há décadas, com alto custo de vidas e despesas militares. Se eram de um partido comunista, não podiam ser democratas.

Fizemos uma anistia de alto nível e não devemos deixar prosperar a onda de ódios e ressentimentos que,
na verdade, deseja enfraquecer o alto conceito que nossos militares gozam junto à população brasileira. Querem afastar os militares, colocá-los na defensiva, alvo de toda sorte de mentiras, pois há um grupo que quer fazer agora o que não conseguiu antes, sem dar nem receber um tiro.

Sonham com um novo regime – não mais cubano, que está esclerosado e é indefensável. Mas
a novidade caricata, criada pelo coronel Hugo Chávez, na Venezuela, os encanta. Os militares daquela época estão na reserva ou morreram. Não podemos permitir que seus seus nomes sejam citados de maneira negativa, pois foram impecáveis no cumprimento do dever.

E suas famílias nunca tentaram buscar, em suas pensões, modestas por sinal, qualquer "adicional" por terem estado na mira dos terroristas, como os que morreram neste combate.


Aristóteles Drummond
é jornalista e
vice-presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro

As Menores Crianças do Mundo

Fonte: DISCOVERY CHANNEL


Taylor 3

Taylor 2

As Menores Crianças do Mundo


Pouco se sabe sobre as menores pessoas do mundo. O nanismo primordial é o tipo mais raro de nanismo e seus portadores têm tamanho corporal reduzido em todos os estágios da vida, desde antes do nascimento, e raramente crescem mais do que 90cm. Calcula-se que existam apenas 100 indivíduos no mundo com este distúrbio, 40 dos quais nos Estados Unidos. Nos EUA e no Canadá, você irá conhecer três deles: Taylor Marcello, de 13 anos; Hannah Kritzeck, de 12 anos, e Tyler White, de 4 anos.

A personagem principal, Taylor, mede 88cm e pesa apenas 7 quilos. Ela está em uma fase da vida em que a imagem corporal é muito importante, e ser “diferente” é seu pior pesadelo. Em meio aos problemas normais da adolescência e o interesse pelo sexo oposto, ela começa a entender sua condição ao lidar com o mundo adulto. Taylor frequenta uma escola normal, anda com crianças de tamanho normal, vai ao shopping, à aula de dança e tenta ser uma criança comum.

Você irá testemunhar como ela lida com todos estes desafios, além de uma grande cirurgia na coluna e sua luta pela recuperação. Depois desta fase difícil, Taylor comemora seus 14 anos com uma grande festa, reunindo crianças com nanismo primordial, onde ela poderá nadar e se divertir com seus amigos depois de meses de repouso.

Hannah, amiga de Taylor, precisa lidar com os mesmos problemas sociais e com a lenta aceitação do fato de que é, e sempre será, uma garota pequena. Ela precisa fazer a mesma cirurgia de Taylor – mas ainda não sabe como lidar com isso. Você também conhecerá o caso de Tyler White, um menino de 4 anos do Canadá. Seus pais receberam os primeiros diagnósticos sobre a condição de Tyler e resolveram conhecer outros anões primordiais para entenderem melhor o futuro de seu filho.

Farc admitem execução de 8 indígenas no sul da Colômbia

Fonte: REUTERS BRASIL
17 de fevereiro de 2009

BOGOTÁ (Reuters) - A maior guerrilha de esquerda da Colômbia admitiu nesta terça-feira a execução de oito indígenas em uma área de selva do sudoeste do país e acusou as vítimas de realizar serviços de inteligência para o Exército. Continua aqui.

Cavaleiro do Templo: uma notícia como esta escandalisa alguém? Quase ninguém, náo é mesmo? Nem mesmo escandalizou o jornal que noticiou. Não se vê uma crítica sequer a este grupo de sociopatas assassinos sequestradores narcotraficantes no artigo. Nenhuma menção a atrocidade em si. É sempre assim: nas notícias em que a esquerdopatia mundial comete algum crime, no máximo dá-se a notícia sem absolutamente nenhuma conotação emocional, muito menos crítica e condenação. Não tem um vídeo com o corpo encontrado, nada, absolutamente nada. Dá-se a notícia como se fosse um gol do Guratinguetaense Futebol Clube da 5ª divisão do campeonato de várzea de Parintilândia. A notícia sai só para cumprir tabela, sabe? MAS QUANDO SE MATA UM DESTES CELERADOS, A MÍDIA INTEIRA CHORA E FAZ CHORAR. TEM MINUTO DE SILÊNCIO NA VENEZUELA E APLAUSOS E MENÇÃO HONROSA AO MORTO NO BRASIL. E este é mais um dos motivos que me faz entender um pouco mais como doença mental, social e espeiritual esta monstruosidade chamada REVOLUÇÃO. Só os mortos deles "prestam", só eles são "gente". O resto é minhoca e a mídia faz muito bem a sua parte macabra nesta estratégia. Matar esta turma das FARC toda seria bem fácil, se Uribe fosse um celerado como o pessoal do Foro de São Paulo. Mas ele sabe que se tomar medidas extremas, como por exemplo fuzilar traidores da pátria (TODOS DAS FARC SÃO TRAIDORES DO PAÍS, LEMBREM-SE DISTO), dando a mesma medida de justiça que eles dão aos seus "traidores" em seus julgamentos sem juiz, a mídia e o mundo, através desta farsa chamada DIREITOS HUMANOS, o crucificariam. É este o nosso mundo de hoje. O poder está nas mãos dos maiores criminosos que ja pisaram sobre a terra. E olhem bem: eram índios os assassinados. Esta mídia que aí está não é aquela que vive dizendo que os brancos devem reparos aos índios e os estão quase que beatificando? Mas se for a esquerdopatia que matou 8 índios também não tem problema para os jornais.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Escotoma intelectual e insensibilidade moral criminosa

“A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa.

É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação.”


Diário do Comércio, 11 de dezembro de 2008

Autor: Olavo de Carvalho (http://www.olavodecarvalho.org)

Link: http://www.olavodecarvalho.org/semana/081211dc.html


Sobre o autor (
http://www.olavodecarvalho.org/bio.htm):


“...A tônica de sua obra é a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia "científica". Para Olavo de Carvalho, existe um vínculo indissolúvel entre a objetividade do conhecimento e a autonomia da consciência individual, vínculo este que se perde de vista quando o critério de validade do saber é reduzido a um formulário impessoal e uniforme para uso da classe acadêmica. Acreditando que o mais sólido abrigo da consciência individual contra a alienação e a coisificação se encontra nas antigas tradições espirituais — taoísmo, judaísmo, cristianismo, islamismo —, Olavo de Carvalho procura dar uma nova interpretação aos símbolos e ritos dessas tradições, fazendo deles as matrizes de uma estratégia filosófica e científica para a resolução de problemas da cultura atual. Um exemplo dessa estratégia é seu breve ensaio Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos, onde se utiliza do simbolismo dos tempos verbais nas línguas sacras (árabe, hebraico, sânscrito e grego) para refundamentar as distinções entre os gêneros literários. Outro exemplo é sua reinterpretação dos escritos lógicos de Aristóteles, onde descobre, entre a Poética, a Retórica, a Dialética e a Lógica, princípios comuns que subentendem uma ciência unificada do discurso na qual se encontram respostas a muitas questões atualíssimas de interdisciplinariedade (Uma Filosofia Aristotélica da Cultura — Introdução à Teoria dos Quatro Discursos). Na mesma linha está o ensaio Símbolos e Mitos no Filme "O Silêncio dos Inocentes" ("análise fascinante e — ouso dizer — definitiva", segundo afirma no prefácio o prof. José Carlos Monteiro, da Escola de Cinema da Universidade Federal do Rio de Janeiro) que aplica a uma disciplina tão moderna como a crítica de cinema os critérios da antiga hermenêutica simbólica...”

The Ten Commandments According to Obama

After observing Obama on the campaign trail and during his first six months in office, we have concluded that our President lives and governs according to his own set of "Ten Commandments." They're certainly NOT the Ten Commandments you learned in Sunday School. In fact, many are the direct opposite! To prove that our conclusions are correct, you will find a link to source documentation for each commandment on the Patriot Update web site.



I. Thou shalt have no God in America, except for me. For we are no longer a Christian nation and, after all, I am the chosen One. (And like God, I do not have a birth certificate.) SOURCE

II. Thou shalt not make unto thee any graven image, unless it is my face carved on Mt. Rushmore. SOURCE


III.
Thou shalt not utter my middle name in vain (or in public). Only I can say Barack Hussein Obama.
SOURCE


IV.
Remember tax day, April 15th, to keep it holy.
SOURCE


V.
Honour thy father and thy mother until they are too old and sick to care for. They will cost our public-funded health-care system too much money.
SOURCE


VI.
Thou shalt not kill, unless you have an unwanted, unborn baby. For it would be an abomination to punish your daughter with a baby.
SOURCE


VII.
Thou shalt not commit adultery if you are conservative or a Republican. Liberals and Democrats are hereby forgiven for all of their infidelity and immorality, but the careers of conservatives will be forever destroyed.
SOURCE


VIII.
Thou shalt not steal, until you've been elected to public office. Only then is it acceptable to take money from hard-working, successful citizens and give it to those who do not work, illegal immigrants, or those who do not have the motivation to better their own lives.
SOURCE


IX.
Thou shalt not discriminate against thy neighbor unless they are conservative, Caucasian, or Christian.
SOURCE


X.
Thou shalt not covet because it is simply unnecessary. I will place such a heavy tax burden on those that have achieved the American Dream that, by the end of my term as President, nobody will have any wealth or material goods left for you to covet.
SOURCE

Que é o Foro de São Paulo?

Que é o Foro de São Paulo?
por Alejandro Peña Esclusa em 16 de outubro de 2002


Alejandro Peña Esclusa, presidente da Força Solidária - que organizou as passeatas-monstro contra Hugo Chávez - denuncia: o Foro de São Paulo vive de narcotráfico, seqüestro, assalto a banco e roubo de gado.


© 2002 MidiaSemMascara.org

Interrogado pelos jornalistas, Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, admitiu em sua recente visita à Venezuela que as FARC formam parte do chamado Foro de São Paulo. Vejamos a que se referia.

Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional latino-americana.

Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a uma reunião na cidade de São Paulo. Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México. Alí decidiram formar uma organização que se auto-denominou Foro de São Paulo.


Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo. Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há três anos e meio tomou a residência do embaixador japonês em Lima.


O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação permanente, e até produz uma revista trimestral própria, denominada América Libre (Cavaleiro do Templo: com Chico Buarque, Stédile e outros lixos brasileiros metidos no meio, clique aqui). Estabeleceu uma forma sólida e permanente de financiamento, baseada em sequestro, roubo de gado, cobrança de impostos, assaltos a bancos, pirataria, narcotráfico e demais atividades ilegais que rotineiramente praticam os grupos guerrilheiros na América Latina.


Tendo em vista que o marxismo dos anos sessenta já estava caduco e desprestigiado, os diretores do Foro de São Paulo decidiram adotar formalmente diversos disfarces: um foi o do indigenismo, ou a suposta luta pelos direitos dos indígenas, para encobrir a formação de grupos guerrilheiros (Exército Zapatista de Libertação Nacional), e também a promoção do separatismo, argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas são próprios e não do Estado nacional. Outro foi o do ecologismo radical que, alegando a proteção do meio ambiente, justificou a ação de terroristas que obstaculizaram o avanço do Estado em obras públicas de infraestrutura como rodovias e tensão elétrica. E finalmente, o de uma versão extremista da chamada Teologia da Libertação (Frei Betto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns), com o objetivo de dividir a Igreja Católica e justificar a violência com argumentos supostamente cristãos.


Segundo um informe da AP, datado em Montevidéo, Hugo Chávez se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995. Isto foi confirmado por Pablo Beltrán, líder do ELN, em uma entrevista realizada pela Globovisión em 17 de novembro de 1999.


Financiamento do narcotráfico


Há quatro anos o investigador colombiano Jesús E. La Rotta publicou um livro intitulado As Finanças da Subversão Colombiana, no qual revela os resultados de suas investigações sobre as fontes de financiamento das FARC, do ELN e do EPL.


Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber: a extorsão em menor escala, como os impostos, o bilhete e a cobrança de pedágios, de onde obtêm um total de 1.030 milhões de dólares ao ano; a extorsão em grande escala a empresas nacionais e multinacionais nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam 5.270 milhões de dólares anuais; o abigeato ou roubo de gado, de onde recolhem 270 milhões de dólares anualmente; os assaltos, por meio dos quais conseguem 400 milhões de dólares ao ano; a pirataria, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende 150 milhões de dólares em depósitos anuais e, finalmente, o narcotráfico, de onde obtêm 1.130 milhões de dólares ao ano. Tudo isso soma oito mil duzentos e cinquenta (8.250) milhões de dólares ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.


Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e explica que “os grupos subversivos, em particular as FARC e o ELN, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em plenitude o produto global do narcotráfico, que pode representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.


Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta, saiu o livro O Cartel das FARC, elaborado por major colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso cartel das drogas.


Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros com o tráfico de drogas: aparecem as frequências de VHF e inúmeros telefonemas dos capos do Cartel de Cali, assim como atas de reuniões entre as FARC e os narco-traficantes.


O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta: “A infraestrutura do cartel das FARC tem todos os elementos de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. A ação dos delinquentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras nacionais”.


Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a ONG que organiza os protestos populares contra o governo Hugo Chávez na Velezuela.


Tradução: Graça Salgueiro


http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=145 (obs.: este link está, agora, fora do ar)

Intervencionismo - Ludwig von Mises

Fonte: LIVRARIA VIRTUAL DO SUPER BLOG LIBERTATUM

Baixei o livro INTERVENCIONISMO de Ludwig von Mises na Livraria Virtual do super blog Libertatum deste gigante, o Klauber Cristofen Pires. Recomendo TODOS que estão lá, o link da livraria é este:

Veja o prefácio abaixo.

| CLUBE DO LIVRO LIBERAL


PREFÁCIO DO EDITOR NORTE-AMERICANO


INTERVENCIONISMO


Ludwig von Mises
viveu uma longa vida - de 1881 a 1973. Nasceu no que então era o Império Austro-Húngaro, e durante muitos anos foi o principal porta-voz da Escola Austríaca de Economia. A teoria da escola austríaca difere de outras correntes de pensamento econômico por não lidar com agregados, números globais ou dados históricos. Sua abordagem é feita a partir da micro, e não da macroeconomia, e ela procura explicar os fenômenos econômicos a partir das ações individuais, do valor subjetivo que cada participante do mercado atribui a um determinado bem ou serviço. A visão austríaca da economia e a de um gigantesco leilão, onde cada participante esta sempre fazendo um lance para adquirir os bens e serviços que deseja e, ao mesmo tempo, oferecendo algo de que disponha em troca. Partindo da ação individual, passo a passo, com raciocínio lógico, Mises e seus companheiros da escola austríaca foram capazes de explicar a evolução gradual de preços, salários, moeda, produção, comercio, e assim por diante.


Mises foi prolífico. Escreveu inúmeros livros e artigos. Viajou por toda a Europa, fazendo conferências, e adquiriu uma reputação internacional como defensor do capitalismo e ardoroso crítico do intervencionismo. Entretanto, seus argumentos foram abafados pela enorme popularidade das doutrinas macroeconômicas de John Maynard Keynes, cujas propostas de intervenção do governo para fazer gastos públicos tinham grande aceitação entre os políticos.


Mises deixou Viena, indo para a Suíça antes de Hitler ocupar a Áustria. Lecionou no Instituto de Estudos Internacionais em Genebra ate 1940, quando então emigrou para os EUA. Tinha conseguido estabelecer uma boa reputação na Europa. Mas quando chegou aos EUA aos 59 anos era um estranho, numa terra em que ninguém o conhecia, tendo, portanto, que começar praticamente da estaca zero. Foi logo designado pelo National Bureau of Economic Research para escrever o texto deste livro.


Quem já conhece os outros livros de Mises não ira encontrar nada de especialmente novo neste texto. Mises era um critico contumaz da intervenção do governo, e apontava suas conseqüências, que impediam os indivíduos de realizar os seus vários objetivos. Não obstante, em nenhum de seus outros textos conseguiu explicar de forma tão simples e tão clara os inconvenientes da intervenção governamental.


Mises escreveu este livro -
Interventionism: an Economic Analysis 1 - na sua língua nativa, o alemão. Depois de ser traduzido pelos Drs. Thomas McManus e Heinrich Bund, ele deu o texto como "pronto para publicação". Entretanto, aparentemente, nada foi feito, e o manuscrito desapareceu. Para satisfazer suas necessidades Mises continuou a escrever e a fazer conferências. Em 1944 foram publicados Bureaucracy e Omnipotent Government. Em 1945 foi indicado coma professor-visitante na Graduate School of Business Administration da Universidade de Nova Iorque, e começou novamente a lecionar. Em 1946 passou a trabalhar na Foundation for Economic Education como um assessor em tempo parcial. Muitos outros livros, a partir de então, foram publicados, especialmente sua obra magna, Human Action 2, em 1949.


Este livro,
Intervencionismo, foi escrito em 1940, antes de os EUA entrarem oficialmente na Segunda Guerra Mundial. Nele Mises apresenta sua penetrante percepção da economia de guerra da Alemanha de Hitler e da Itália de Mussolini. Critica os governos aliados de antes da guerra por terem favorecido o socialismo e o intervencionismo em detrimento dos métodos de produção capitalistas. Na realidade, ele atribui a falta de preparação militar dos aliados ao fato de terem se deixado influenciar pela propaganda anticapitalista e por terem preferido condenar os lucros decorrentes da guerra em vez de se preparar para combatê-la. "Quando as nações capitalistas, em tempos de guerra, deixam de utilizar a superioridade industrial que o seu sistema econômico lhes proporciona, sua capacidade de resistir e suas chances de vitória ficam consideravelmente reduzidas... A derrota da Franca e a destruição das cidades inglesas foi o primeiro preço pago em conseqüência das medidas intervencionistas impedindo a existência de lucros de guerra."


Ao longo de sua carreira, Mises sempre procurou mostrar que, na sua luta pela sobrevivência, os indivíduos enfrentam riscos e incertezas. Tem que superar inúmeros obstáculos, tanto os naturais como os criados pelo próprio homem.


Catástrofes naturais, como terremotos, inundações, furacões, deslizamentos de terra, avalanches e incêndios, podem interromper os nossos planos. Catástrofes provocadas pelo homem, tais come guerras, roubos, fraudes e intervenções do governo, também podem interromper os nossos planos. Em relação aos obstáculos que a natureza coloca no seu caminho, os homens não tem alternativa a não ser lidar com eles da melhor maneira possível. Em relação aos obstáculos criados pelo próprio homem, entretanto, a situação e diferente: existem alternativas. Existe a possibilidade de evitá-los e/ou eliminá-los.


Ao explicar como funciona o mercado, Mises critica as intervenções do governo — controles, regulamentação, restrições, privilégios e subsídios para alguns a custa de outros. Ele sempre procurou mostrar, como faz neste livro, que embora implementadas com a melhor das intenções, essas intervenções governamentais acabam gerando urna situação que os seus próprios defensores consideram pior do que a situação anterior que pretendiam melhorar. Não obstante, explica ainda Mises, tendo tais obstáculos sido criados pelo homem, podem ser evitados e eliminados — uma vez que as pessoas percebam que o governo não deveria interferir na inter-relação pacífica das pessoas.


Mises também procurou mostrar que o papel do governo devia ser limitado. O governo deveria proteger igualmente a vida e a propriedade de todas as pessoas sob sua jurisdição. Deveria arbitrar as disputas entre os indivíduos de forma a assegurar, na medida do possível, a mesma justiça para todos. Fora disso, deveria apenas assegurar a liberdade para que cada um pudesse buscar o seu próprio destino. E um fato auspicioso que esse manuscrito, que explica de forma tão clara esses princípios básicos, tenha sido agora encontrado entre seus papéis e, por meio desta publicação, esteja sendo colocado a disposição do público.


Bettina Bien Greaves

Outubro, 1997


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1 A despeito do titulo parecido, o livro de Mises Critique of interventionism (1929; tradução inglesa, 1977) é um livro bastante diferente deste. Aquele é uma antologia de artigos criticando as doutrinas e propostas intervencionistas formuladas nos anos 20; este é urna exposição clara e simples sobre a teoria da interferência governamental. (N. do E.)


2 Traduzido para o português pelo Instituto Liberal sob o título Ação humana — um tratado de economia. (Ni do T.)

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".