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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Mobilização Nacional - ÇAI DA NÓÇA EMBACHADA - Participe
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Envie seu protesto acima, senão LULA vai ter que fazer assim:

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DEMOCRATA DENUNCIA ERRO TERRÍVEL DE LULA
Fonte: BLOG DO ALUIZIO AMORIM
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Quem diz isso é o democrata Eliot Engel, de Nova York, presidente da subcomissão do Hemisfério Ocidental da Câmara dos Representantes (deputados federais) e líder do Brazil Caucus, a bancada de congressistas americanos que têm interesses no Brasil. Judeu, Engel tem na comunidade judaica do Bronx seu principal eleitorado.
Leia a seguir entrevista exclusiva que ele deu a Sérgio D'Ávila e está na Folha de São Paulo desta terça-feira. Transcrevo na íntegra:
ELIOT ENGEL - Está muito claro que Ahmadinejad é um tirano, que roubou uma eleição. Dissidentes e manifestantes no Irã têm sido presos e espancados. Uma coisa são certos líderes da América Latina como Hugo Chávez, que estão fazendo coisas para minar a democracia em seus próprios países, se encontrarem com alguém como ele. Mas é muito diferente o presidente do país mais importante da América do Sul, eleito democraticamente, encontrar Ahmadinejad. É um erro terrível do presidente Lula dar legitimidade ao iraniano e é isso que está fazendo ao permitir que ele vá ao Brasil. Ahmadinejad usará isso como propaganda para tentar mostrar que foi legitimado. O encontro também acontece num momento em que o Irã está tendo discussões delicadas com o resto do mundo sobre suas capacidades nucleares. Nós sabemos que o país vem mentindo sobre o propósito real do enriquecimento de urânio. Eles vinham escondendo várias instalações nucleares, acabamos de descobrir uma nova em Qom, e isso mostra que há más intenções. Some isso ao fato de Ahmadinejad dizer que quer varrer Israel da face da Terra e negar o Holocausto. E o de o governo iraniano ter conexões com o grupo que cometeu dois atentados a bomba em solo sul-americano, em Buenos Aires [nos anos 90]. E o de a pessoa que ele indicou para ministro da Defesa ser procurada pelo governo argentino devido a esses atentados.
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Enquete do Senado: Senado isenta-se de negligências culpando hackers
Fonte: JULIO SEVERO
10 de novembro de 2009
Imprensa esquerdista também acusa hackers usando como base a opinião do site homossexual ParouTudo, que publicou artigo defendendo pedofilia
Enquete do Senado sobre PLC 122 fora do ar
“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo
Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados
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Bem típico III
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
“As FARC entrarão no MERCOSUL junto com Chávez”
São Paulo, 7 de novembro – Um comunicado [1] da Agência de Notícias Nova Colômbia (ANNCOL), que serve de conduto internacional para as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), propõe abertamente estabelecer um “bloco político-militar” com o governo de Hugo Chávez, segundo dizem, para “defender a Venezuela” das “bases militares gringas na Colômbia”.
Segundo o comunicado, publicado recentemente, essa organização narco-terrorista pretende “salvar a Venezuela” porque, do contrário, “se afundará todo o processo de emancipação latino-americano”. A nota termina com o mesmo lema que Chávez costuma usar: “Pátria, socialismo ou morte... Venceremos!”.
Trata-se de uma nova demonstração dos estreitos vínculos que o mandatário venezuelano mantém com o narco-terrorismo colombiano, embora o próprio Chávez já tenha se encarregado de mostrar sua aliança com as FARC, guardando publicamente um minuto de silêncio pela morte do falecido líder guerrilheiro, cognome Raúl Reyes, e permitindo uma estátua do chefe das FARC, Manuel Marulanda “Tirofijo”, em um bairro populoso de Caracas.
Por outro lado, os computadores de Raúl Reyes apreendidos no marco da Operação Fênix, realizada em 1º de março de 2008, registram os intercâmbios permanentes entre Chávez e os guerrilheiros colombianos e, inclusive, o apoio financeiro e logístico do governo venezuelano às atividades terroristas das FARC.
A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, propõe aos honoráveis membros do Senado Federal do Brasil, considerar estes sensíveis aspectos na discussão que será realizada no próximo dia 11 de novembro, com motivo da possível incorporação da Venezuela ao MERCOSUL.
É evidente que o governo venezuelano viola os mais elementares preceitos da democracia, pelo qual não cumpre com os requisitos legais para entrar no MERCOSUL; porém, além de dar capacidade a Chávez nesse bloco aduaneiro, as FARC também entrarão junto com ele.
Confiamos que a sensatez e a prudência prevaleçam no plenário do próximo dia 11 de novembro, e que o honorável Senado decida adiar o ingresso da Venezuela ao MERCOSUL até enquanto não haja uma mudança de governo nesse país irmão.
Marcelo Cypriano Motta
Graça Salgueiro
Heitor De Paola
Delegados da UnoAmérica no Brasil
Alejandro Peña Esclusa
Presidente de UnoAmérica
[1] “Patente de corso” ao imperialismo para invadir a irmã República da Venezuela”
A última canção de Ruben Blades dedicada à Colômbia, diz em um de seus estribilhos “vende-se um país portátil”, a metáfora de um país convertido em um porta-aviões do império sem que medeie nada diferente que o sequalismo da oligarquia vende-pátria colombiana, é uma realidade com a assinatura do novo tratado das bases militares.
A invasão da irmã República da Venezuela tem hoje com as 7 bases militares gringas, o posto de avançada na Colômbia, este desafio militar do império, restringem a margem de manobra da Venezuela desde o ponto de vista militar.
O reconhecimento do Status de Beligerância às FARC-EP vai mostrar com maior clareza para quê são finalmente as bases de Obama na Colômbia: roubar o hidrocarboneto venezuelano e a água do Amazonas. Ao mesmo tempo, se lhes termina o San Benito de estar chantageando constantemente os amigos da Paz da Colômbia. As montagens da Inteligência Militar nos computadores roubados do líder guerrilheiro, Raúl Reyes, assassinado no marco da Operação Fênix do 1º de março de 2008, são prova disso.
Se nos descuidamos, o império e seu peão de turno, Uribe Vélez, reeditará a Fênix com o bolivariano, Hugo Chávez Frias.
Com esta decisão histórica – o Status de Beligerância das FARC – é necessário construir um bloco político-militar para defender a irmã Venezuela. Salvamos a Venezuela ou se afunda todo o processo de emancipação latino-americano. E nessa defesa, a experiência adquirida pelas FARC-EP confrontando o Plano Colômbia, Plano Patriota e o agora chamado Plano Consolidação é imprescindível para a defesa da Pátria Grande.
As infiltrações dos organismos secretos colombianos na Venezuela se fazem mais descarados, a idéia está recopilando informação, cartografias de locais estratégicos e pontos fracos, como defender o lago Maracaibo? Como defender a faixa do Orinoco e suas reservas petroleiras? A maquinação yanqui de declarar a Venezuela como país terrorista?
O povo Venezuelano e Chávez tem a palavra.
Pela Pátria Grande, pátria socialismo ou morte... venceremos!
Em Bolívar nos encontramos todos.
Os Santanderes do regime colombiano não passarão.
Nota da Tradutora: O texto das FARC publicado por ANNCOL traduzido acima, é gramatical e ortograficamente tão ruim que optei por traduzi-lo textualmente, com todos os erros constantes.
Tradução: Graça Salgueiro
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A Verdade Doi: A Farsa Do Relatorio Goldstone
Fonte: deOlhonaMídia (dica do site do HEITOR DE PAOLA)
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Bem típico II...
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Bem típico: site do Senado JOGA FORA 500 mil votos da enquete sobre o PLC122/2006
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Enquete do Senado sobre PLC 122 fora do ar
Fonte: JULIO SEVERO
7 de novembro de 2009
Julio Severo
Quarta-feira de manhã fui informado sobre uma enquete do Senado sobre o PLC 122. Embora esse projeto, aprovado maliciosamente na Câmara dos Deputados no final de 2006, estabeleça, em nome dos direitos humanos, a opressão dos ativistas homossexuais sobre a sociedade, o Senado se limitou a fazer uma pergunta totalmente mascarada para sua enquete: “Você é a favor do PLC 122/06, que torna crime o preconceito contra homossexuais?”
A enquete não explica para os internautas que os militantes gays vêem como “preconceito” toda opinião médica, filosófica, moral ou religiosa contra o homossexualismo. A enquete também não revela para os votantes que toda manifestação contra o homossexualismo é considerada crime pelo PLC 122. Pregações contra o homossexualismo caem nessa categoria, e mesmo sem nenhuma lei semelhante ao PLC 122, pastores e padres já estão sendo ameaçados no Brasil. O Pr. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, recebeu uma intimação em 2007 apenas por se opor ao homossexualismo.
A pergunta mais justa na enquete seria: “Você é a favor do PLC 122/06, que torna crime o direito de livre expressão contra o homossexualismo?” Mas longe do Senado ser acusado de justiça!
Mesmo assim, passei a quarta-feira (4 de novembro) incentivando as pessoas a votar na enquete e, se eu cresse em assombração, eu não teria escolha: havia fantasmas na enquete! De manhã, quando o “não” ao nocivo projeto subiu, a enquete saiu inexplicavelmente do ar. Quando voltou ao ar, lá estava o “sim” vencendo. De tarde, a mesma assombração.
Depois de uma nova virada do “não” na quinta e sexta-feira, atingindo o placar de 62% contra o PLC 122 e 38% a favor, o site do Senado tirou a enquete do ar e divulgou um comunicado:
Com participação recorde de internautas, a enquete colocada no ar pela Agência Senado e pela Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública (Sepop) saiu do ar, momentaneamente, por problemas técnicos. Até o final da manhã desta sexta-feira (6), a pergunta “Você é a favor do PLC 122/06, que torna crime o preconceito contra homossexuais?” já tinha recebido mais de 500 mil respostas. Desde o início das votações, as opções “sim” e “não” se revezaram na dianteira, e a enquete segue equilibrada.
A enquete voltará ao ar ainda hoje, com aprimoramento do sistema de segurança. Os técnicos da Sepop investigam a possibilidade de burla no sistema. O resultado final será conhecido no fim do mês de novembro. As enquetes pela internet não utilizam métodos científicos, apenas colocam os temas em debate.
Fonte: Agência Senado
A verdade é que, com ou sem enquete, os fantasmas da homossexualização estatal, que aprovaram o PLC 122 na Câmara dos Deputados, estão prontos para intervir contra o direito de livre expressão contra o homossexualismo, seja no governo, nas escolas, na sociedade e até mesmo nas igrejas.
Fonte: www.juliosevero.com
Leia mais:
Pr Ademir Kreutzfeld é perseguido por alertar acerca da agenda homossexual
PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo
PLC 122: Ditadura gay às portas do Brasil
Se a enquete voltar ao ar, você já sabe onde votar:
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
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Cotas raciais: 3% dos votantes e só
Interessante esta enquete do site do Senado Federal, volto abaixo:
Sistemas de cotas
Em sua opinião qual seria a melhor opção para adoção do sistema de cotas para as universidades públicas?
Período: 01/05/2009 a 31/05/2009 Número de votos: 359.253

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
HONDURAS 1, HILLARY 0
Fonte: SACRALIDADE
Editorial — The Wall Street Journal
A Secretária de Estado Hillary Clinton proclamou o resultado como um triunfo diplomático, mas é mais exato dizer que o acordo livrou-a e à Administração Obama do abismo em que caíam por fazerem o jogo de Zelaya. O acordo hondurenho proporcionou para a Secretária de Estado Hillary Clinton uma elegante saída diplomática. Se a Sra. Clinton quer chamar isto de vitória, de fato é uma vitória — para Honduras. |
![]() O negociador Thomas Shannon, Sub-Secretario de Estado para assuntos latino-americanos, reconheceu que os hondurenhos tem o direito de escolher os seus próprios líderes |
A grande novidade em Honduras é que a gente boa parece ter vencido o impasse político, que durou quatro meses desde o exílio do ex-presidente Manuel Zelaya. O atual presidente Roberto Micheletti concordou ontem em submeter o pedido de retorno ao poder do Sr. Zelaya à Suprema Corte e ao Congresso e, em troca, os Estados Unidos retirarão as sanções e reconhecerão as eleições presidenciais de novembro.
Não é provável que Zelaya — cujo mandato termina em janeiro próximo — seja reempossado, dado que a Suprema Corte por duas vezes decidiu contra o seu direito de permanecer no cargo. E o Congresso hondurenho, que aprovou em junho sua destituição, levará em conta a opinião da Suprema Corte para decidir se será ou não reconduzido ao poder.
Há o risco de que o venezuelano Hugo Chávez e outros aliados tentem comprar apoio para Zelaya e promovam outros distúrbios. Mas não é provável que os hondurenhos — que justamente resistiram à enorme pressão norte-americana para reintegrar Zelaya — agora se deixem intimidar.
A Secretária de Estado Hillary Clinton proclamou o resultado como um triunfo diplomático, mas é mais exato dizer que o acordo livrou-a e à Administração Obama do abismo em que caíam por fazerem o jogo de Zelaya. Os hondurenhos que depuseram o Sr. Zelaya atuaram inteiramente dentro do terreno da legalidade devido às ameaças de violência e às violações da Constituição de seu país feitas com o intuito de obter nova reeleição. Entretanto, os Estados Unidos se intrometeram e exigiram que o Sr. Zelaya fosse reintegrado.
Mas os hondurenhos não quiseram se dobrar. E o Departamento de Estado afinal concluiu que Honduras — com ou sem a concordância norte-americana — faria as eleições previstas. O acordo hondurenho proporcionou para a Sra. Clinton uma elegante saída diplomática.
Washington e a OEA prometeram enviar observadores e reconhecer as eleições; não haverá anistia para Zelaya quando responder por seus crimes; os zelaístas renunciam aos seus planos de convocar assembléia constituinte para reescrever a Constituição. Se a Sra. Clinton quer chamar isto de vitória, de fato é uma vitória — para Honduras.[1]
_________
Publicado no The Wall Street Journal em 31/10/2009.
Tradução : André F. Falleiro Garcia.
_________
Nota de Sacralidade:
[1] O jornal espanhol La Vanguardia neste domingo (01/11/09) publicou o artigo Zelaya amenaza con patear el tablero si no le restituyen de inmediato, de Joaquim Ibarz, que afirma: "Zelaya, apanhado na ratoeira brasileira, tinha poucas opções. Fontes diplomáticas de Tegucigalpa comentaram com La Vanguardia que Zelaya, como é evidente, sabia muito bem que firmava um documento que lhe era muito desfavorável, por deixar em mãos do Congresso, que o destituiu, seu eventual retorno à presidência, sem fixar nenhum prazo para essa decisão, apesar da proximidade das eleições; segundo essas fontes, o Sub-Secretário para a América Latina, Thomas Shannon, pressionou Zelaya para que assinasse o acordo, por que se não o fizesse, seu filho Héctor, que se encontra nos Estados Unidos, poderia ser julgado por narcotráfico".
Por sua vez, o jornal hondurenho El Heraldo acrescentou, ao publicar a notícia Zelaya fue obligado a firmar acuerdo político: "Não é a primeira vez que surge este tipo de acusação contra um dos filhos do ex-presidente. Em julho passado, poucos dias após sua deposição, o noticiário de Telemundo informou que o filho de Zelaya, Héctor, viajou com o grande chefe do narcotráfico mexicano, Joaquín 'Chapo' Guzmán. Estes supostos vínculos teriam sido o calcanhar-de-aquiles para que o ex-presidente firmasse o acordo que deixa sua restituição nas mãos do Congresso Nacional sob prévia análise jurídica do Poder Judiciário".
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Mais homossexuais são condenados em Havana
Fonte: GAYS DE DIREITA
TERÇA-FEIRA, 3 DE NOVEMBRO DE 2009
CUBA - Seis rapazes homossexuais foram condenados nesta quarta-feira (28/10) pelo Tribunal Provincial de Boyeros a 2-3 anos de prisão por estarem suscetíveis a cometer um crime no futuro, disse por correspondência Guillermo Zalazar Gay, 34 anos de idade, gastrônomo e estudante de direito.
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Maioria dos voos com drogas sai da Venezuela, diz colombiano
Fonte: ESTADÃO
REUTERS
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David Icke, um homem de coragem (legendado em português)
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FARC E FORO DE SÃO PAULO
Fonte: HEITOR DE PAOLA
Movimento bolivariano das FARC: Apêndice do Foro de São Paulo e do Socialismo do Século XXI
*Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido
Os recentes esperneios de Chávez desde Caracas e de Correa desde Moscou, em torno das complexas relações diplomáticas, políticas e comerciais com a Colômbia, corroboram uma vez mais que por trás das atitudes teatrais destes dois peõezinhos de Fidel Castro estão a dupla moral de Lula da Silva, os interesses geoestratégicos da Rússia, as ambições comerciais da França, a obsessão extremista muçulmana em acabar com a civilização ocidental, a estupidez funcional dos democratas norte-americanos que preferem calar frente a uma realidade tão evidente, e a indiferença crônica do povo colombiano por sua sorte e seu destino, produto da corruptela tradicional e da violência comunista envolta com o narcotráfico que não nos permitem sair do atoleiro.
Somado a isto, a palhaçada de Lula da Silva de confabular-se com a Venezuela para que compre armamento em toneladas fabricado na Rússia, ao mesmo tempo em que o Brasil entra na injustificada carreira armamentista nuclear e, concomitantemente, dizer a Uribe que lhe preocupa a presença norte-americana em bases colombianas pela suposta segurança regional, só serve para confirmar:
1. O complô comunista contra a Colômbia está latente e mexe-se com muita força nos cenários internacionais, frente à inoperância da Chancelaria colombiana e seus corpos diplomáticos e consulares creditados no exterior, indiferentes e ineficientes para prevenir a ação publicitária e propagandística das FARC e seus comissários políticos.
Por desgraça, os burocratas do Ministério de Relações Exteriores, do mesmo modo que os politiqueiros responsáveis pela prolongada débâcle que nos tem carcomido durante mais de meio século, continuam convencidos de que a agressão narco-terrorista dos comunistas armados e desarmados contra a Colômbia, não lhes diz respeito e que se trata apenas de um problema de ordem pública que as mal equipadas e sempre vilipendiadas Forças Militares e Policiais devem resolver.
2. O manhoso espicha-encolhe de Correa e seu pitoresco chanceler, corrobora que não interessa ao mandatário equatoriano recompor as relações com a Colômbia, senão atuar ao estilo das FARC: com dilações calculadas, com trapaças, com mentiras em uníssono com a construção de uma série de provas fictícias, que no médio prazo justificariam sua negativa para abrir negociações diplomáticas com a Colômbia.
Claro, com o duplo propósito de incidir nas próximas eleições presidenciais, pois Uribe é a pedra no sapato, é o obstáculo que é necessário remover do caminho, para que os mandantes da ditadura cubana imponham Teodora ou qualquer outro bandido de colarinho branco filo-comunista no cargo presidencial.
E nessa ordem de idéias, Uribe seria o responsável de que a “boa-vontade” do “agredido” presidente Correa não pudesse se cristalizar na normalização das relações. Típica cartilha de Fidel Castro, o mesmo que pede abertura dos Estados Unidos à Cuba, e simultaneamente diz que os Estados Unidos são os responsáveis pela miséria que sua ditadura levou ao povo cubano.
3. O massacre dos jovens colombianos na Venezuela foi um crime de Estado, perpetrado pela sinistra associação delitiva entre os serviços de segurança chavistas e terroristas do ELN, cobiçados por esse governo dentro do território venezuelano. Isto deve ser denunciado com veemência pela Colômbia em todos os tribunais internacionais.
A pantomima chavista da captura de dois espiões do DAS e a maquiavélica demora da entrega dos cadáveres, muito ao estilo da permanente mediação de “Colombianos pela Paz” para a libertação dos seqüestrados, corroboram que todas estas atividades pró-FARC estão sincronizadas com as trapaças de Lula, com os “fervorosos desejos pacifistas do Foro de São Paulo”, com a astuciosa proposta do acordo humanitário, com as virulentas críticas de comunistas chiques e invejosos contra Uribe por permitir a presença gringa em quartéis colombianos, e com o evidente plano chavista de agredir a Colômbia para recuperar sua imagem interna, apoiar às FARC, cumprir as determinações de Lula e Fidel, e apoiar o boquirroto mandatário equatoriano em sua negativa de normalizar as relações com a Colômbia.
4. Os narcotraficantes de todos os cartéis, inclusive o das FARC, encontraram nos governos da Venezuela e do Equador os aliados ideais para movimentar carregamentos de coca, ingressar insumos, lavar dinheiro e conspirar contra as instituições colombianas, como demonstra, por exemplo, que Chávez tivesse em seu poder cópias de documentos de inteligência do DAS, ou que o Departamento de Estado tenha sido reiterativo em assinalar a Venezuela como santuário narco-terrorista.
5. Os comunistas latino-americanos, fiéis aos ensinamentos terroristas e ortodoxos de Marx e Lênin, estão em guerra contra a institucionalidade democrática, a livre empresa e a liberdade de expressão na América Latina, pois lhes assiste o credo dogmático e arcaico inspirado por seu patrão, o terrorista cubano Fidel Castro, que o socialismo está vigente e que a solução aos males gerados pela violência comunista, o narco-tráfico consentido por todos os governos esquerdistas como uma forma de atacar o “império” e a fanfarronice de corruptos dirigentes políticos de todas as vertentes, se soluciona com a imposição de uma ditadura similar à cubana em todo o hemisfério.
São retrógrados assim os comunistas chiques, seus comparsas e a grande quantidade de estúpidos funcionais que, por falta de uma visão futurista, comungam com o atraso e o obsoleto credo esquerdista em contraste com a celeridade com que os países industrializados ingressam no comércio sem fronteiras, no intercâmbio cultural, na liberdade de expressão, na defesa da individualidade, etc.
6. As persistentes declarações do índio cocalero boliviano contra a presença militar gringa na Colômbia, é uma prova a mais de que os comunistas latino-americanos estão preocupados com que seu odiado inimigo (USA) combata o tráfico de cocaína com o qual as FARC financiam os projetos propagandísticos de guerra política internacional contra a Colômbia. É a mesma razão pela qual Correa se opôs às fumigações na fronteira.
7. O pior é que não cessa a consuetudinária tragicomédia colombiana. Enquanto a Corte Suprema macaqueia com emboscadas e de costas para os colombianos para torpedear a lista tríplice para o novo Procurador, o candidato Rafael Pardo Rueda, cuja passagem pelo Ministério da Defesa foi vergonhoso e que com certeza era um João Ninguém antes das eleições parlamentares de 2006, cuja cadeira no parlamento foi obtida por fingir que era uribista, agora procede como o cão que morde a mão do dono que o alimenta. Do mesmo modo faz a fútil ex-chanceler e ex-embaixadora Noemí, que critica de viva voz o que nunca foi capaz de fazer. É ver para crer...
Em meio desse entorno de graves agressões contra a Colômbia, de conspirações politiqueiras de altas instancias judiciais, de descarados argumentos “democráticos” de Samper, Gaviria, Noemí, Pardo Rueda e de todos os donos do caos atual, as massas amorfas colombianas seguem silenciosas e indiferentes ante sua sorte e seu destino.
Enquanto os comunistas de dentro e de fora do país conspiram com persistente gravidade, atacam por todos os meios possíveis o presidente Uribe, verdadeiro obstáculo a seus interesses particulares, nem a imprensa, nem a academia, nem os diretórios políticos, nem ninguém com poder decisório convoca o país a refletir acerca de realidades sensíveis tais como: a iminente agressão armada do governo venezuelano contra a Colômbia, a gravidade da legalização progressiva que os governos de Cuba, Venezuela, Brasil, Nicarágua, Equador e Bolívia dão às FARC, a necessidade de demandar tais governantes ante instâncias internacionais, a necessidade de tirar a Chancelaria da preguiça em que vive, a inadiável continuidade da Estratégia de Segurança Democrática, a despolitização dos entes judiciais e muito mais.
Pelo contrário, Chávez injeta com dinheiro clandestino os grupos de esquerda (armados e desarmados) que propugnam tirar Uribe do poder e impedir sua necessária reeleição. Em várias regiões do país há células chavistas construindo os embriões dos mesmos planos com que Chávez manipula os venezuelanos. Prova disso é a aproximação do mandatário venezuelano com [Gustavo] Petro e outros membros do Polo, o financiamento dos “concertos pela paz” de Teodora, os bloqueios aos produtos colombianos, a junção siamesa entre Chávez e Lula para Zelaya retornar a Honduras, a descarada presença de funcionários da embaixada venezuelana em atividades políticas de esquerda na Colômbia, a beatificação de Tirofijo e outros terroristas na Venezuela, até o vergonhoso extremo que os cubanos que manipulam Chávez a seu bel prazer, impuseram que nos textos de ensino primário e secundário os estudantes aprendam que Tirofijo não era um bandido mas um herói, etc.
A conclusão é que, por trás das atitudes teatrais dos peõezinhos de Fidel Castro (Chávez e Correa), estão a dupla moral de Lula da Silva, os interesses geoestratégicos da Rússia, as ambições comerciais da França, a obsessão extremista muçulmana para acabar com a civilização ocidental, a estupidez funcional dos democratas norte-americanos que preferem calar frente a uma realidade tão evidente, e a indiferença crônica do povo colombiano por sua sorte e seu destino.
* Analista de assuntos estratégicos - www.luisvillamarin.com
Fonte: El Tiempo
Tradução: Graça Salgueiro
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O MST E O TERRORISMO OFICIALIZADO
O MST teve uma idéia luminosa: “Já que há muita gente protestando contra os nossos crimes, por que a gente não vai ali e invade duas fazendas de Daniel Dantas? Ninguém vai ligar! Ele foi transformado no inimigo nº 1 do país; tudo o que fizermos contra Dantas será considerado legítimo”. E o MST invadiu as fazendas Maria Bonita e a Rio Vermelho, localizadas, respectivamente, nos municípios de Sapucaia e Xinguara, no sul do Pará. Desta feita, segundo as vítimas, a ação foi praticada por homens encapuzados e armados. Fizeram o diabo: derrubaram e queimaram casas com os tratores das propriedades, puseram fogo nos veículos, roubaram gado, ameaçaram de espancamento mulheres, crianças e velhos, que tiveram de fugir, e agrediram alguns homens. Seguem algumas fotos do estado em que ficou a fazenda Maria Bonita. Volto em seguida.
As imagens estão no blog de Marcelo Marques. Até quando? O MST admite as invasões e, como de hábito, nega a depredação. Aqueles ditos intelectuais, mais o Chico Buarque, o sambista, que assinaram o “manifesto” contra a CPI do MST devem achar que a luta pela terra passa por atos como este, tipicamente terrorista. Aliás, não custa lembrar que o governo Lula se nega a votar uma lei que caracterize o crime de terrorismo justamente para preservar o MST, seu aliado. Seguem mais algumas imagens, agora do interior das casas dos funcionários da fazenda. Volto depois.
Segundo a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, as críticas ao MST caracterizam a “demonização dos movimentos sociais”, opinião compartilhada pelo ministro Tarso Genro (Justiça) e, certamente, pelo chefão de todos eles: Luiz Inácio Lula da Silva. Isso significa que, caso Dilma se eleja, o MST continuará livre para invadir, depredar, incendiar, ameaçar, destruir plantações, roubar e matar o gado. Ninguém põe ordem no movimento, que tem as suas próprias leis e executa a sua própria justiça. Acho que é preciso mostrar mais algumas fotos. Continuo depois.
É evidente que, num país em que o próprio Senado da República se nega a cumprir uma ordem do Poder Judiciário contra a qual não cabe mais recurso, as ações do MST devem ser vistas como o ponto extremo a que pode chegar o chute no traseiro das instituições. Não é por acaso que o comandante da Mesa do Senado, que deu de ombros para a Justiça, seja o mesmo José Sarney que também saiu, dia desses, em defesa do MST.
Sim, haverá gente imbecil o bastante que usará, para analisar a ação do MST, o que eu chamaria de Paradigma Uniban de Trogloditismo, Irracionalidade, Cretinismo e Estupidez. No caso daquela aluna massacrada pela corja, considerava-se: “Pô, ela provocou! Quem mandou usar aquele vestido?” E a lei que se dane! No caso das fazendas, não faltará quem diga: “Ah, Daniel Dantas que vá se catar! Ele já fez tanta coisa ruim”. Como se a melhor forma para combater os crimes de que o banqueiro é acusado fosse cometendo e permitindo crimes novos. Como se o MST precisasse de um proprietário como Dantas para cometer as suas sandices.
Saibam: o que aconteceu com essas duas fazendas no Sul do Pará tornou-se uma regra. Na região, o MST já não é o único grupo dedicado ao crime organizado. A principal responsável pela desordem é a governadora Ana Júlia Carepa, do PT. Em novembro de 2007, a VEJA (sempre a VEJA!!!) denunciava o que segue em azul. Retomo em seguida:
Os frigoríficos descobriram o sul do Pará há dez anos. O baixo custo da terra atraiu os gigantes Bertin, Minerva e aventureiros que se embrenharam no setor, como o banqueiro Daniel Dantas. Hoje, a área, equivalente à do estado do Rio de Janeiro, abriga um dos maiores rebanhos do país. A economia floresceu, os investimentos chegaram e o preço do hectare dobrou desde 2004. Agora, uma onda de conflitos agrários e um surto de banditismo ameaçam interromper o desenvolvimento. Vinte e cinco fazendas já foram invadidas. Vinte delas ainda estão ocupadas e oito foram destruídas. A Justiça concedeu mandados de reintegração de posse a nove fazendeiros. Nenhum deles foi cumprido, porque a governadora Ana Júlia Carepa, do PT, editou uma portaria proibindo a polícia de interferir nos conflitos agrários. Pasme, mas é isso mesmo. A medida define esses casos como “conflitos sociais” e estabelece que eles devem ser dirimidos exclusivamente por uma delegacia de assuntos fundiários, que funciona a 350 quilômetros da área convulsionada, uma distância maior do que a que separa Salvador de Aracaju.
A decisão da governadora beneficiou não só os sem-terra como também três quadrilhas de malfeitores que aterrorizam o sul do estado. Esses bandos invadem fazendas e cobram resgate dos seus proprietários. Quando não recebem o dinheiro, matam animais, queimam pastos e arruinam edificações. Em dezembro do ano passado, uma das gangues incendiou os currais e a sede da Fazenda Rodeio, em Bannach. O prejuízo ultrapassou 1 milhão de reais. Em setembro, outros bandidos tomaram a Fazenda Mirim, em Redenção, e exigiram 50.000 reais do empresário Darci Capeleto para desocupá-la. Se ele não pagasse, sua fazenda seria entregue aos sem-terra. Há duas semanas, três policiais fugiram de uma estrada tomada por um dos bandos de pistoleiros. Deveriam ter voltado com reforços. Não o fizeram por causa da portaria da governadora. Casos como esse levaram o promotor Daniel Barros a advertir Ana Júlia, por meio de ofício, de que, no Pará, “está-se confundindo reforma agrária com crimes de extorsão, dano ao patrimônio, ameaças, lesões corporais e mortes”.
Em meio à impunidade, uma recém-criada organização de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90. Os integrantes da liga andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. Quem paga 10 reais por mês pode manter uma barraca nas áreas ocupadas. No mês passado, quarenta integrantes da liga invadiram a Fazenda Forkilha, em Santa Maria das Barreiras. Os proprietários foram feitos reféns por doze horas antes de ser liberados. Atualmente, a Forkilha está tomada por 1.000 pessoas acampadas, algumas das quais têm casa própria em cidades da região. Os métodos desses marginais são tão violentos que assustam até as outras organizações de sem-terra que atuam na região. “São bandidos. Quem age mascarado e com arma na mão não é de movimento social”, diz Pedro Alcântara de Sousa, da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar.
Os crimes dos bandoleiros e dos sem-terra, combinados com a impunidade assegurada pelo governo do PT, levaram fazendeiros a contratar empresas de segurança. Graças a isso, a Fazenda Mirim, de Darci Capeleto, escapou de ser invadida pela segunda vez no mês passado. Outros proprietários decidiram se cotizar em um fundo para contratar um serviço coletivo de vigilância. “É a única alternativa que temos, porque o pouco de presença de estado que existia aqui desapareceu”, afirma a presidente do Sindicato Rural de Redenção, Rosangela Hanemann. O Pará da governadora Ana Júlia Carepa é uma terra sem lei.
É isso aí, meus caros. Este é o país deles. É assim que o governo Lula assegura os direitos do setor que é o principal responsável pela estabilidade alcançada pela economia brasileira e relativamente mantida mesmo diante da crise mundial.
Escrevi ontem, naquele post sobre a estupidez de que foi vítima a estudante Geysi Arruda, sob o silêncio cúmplice das ONGs de esquerda e da Secretaria dos Direitos da Mulher, que, no era do corporativismo petista, uma bicha só é respeitada se for uma bicha mobilizada, militante; uma mulher só é respeitada se for uma mulher que carregue bandeira; um negro só é considerado digno se trouxer o racialismo na alma e souber discursar contra os brancos. E um trabalhador só é um trabalhador se estiver ligado a algum “movimento social” ou ao “partido”.
Este que se vê abaixo é apenas um trabalhador-ninguém. Não é da turma. E, como não é, ele tem mais é de apanhar. E ele apanhou dos invasores. É esta a ordem que eles querem no Brasil. E é a que estão construindo.

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Daniel Estulin: Encontro do G20 Definirá Despejo do Dólar
Fonte: A NOVA ORDEM MUNDIAL
THURSDAY, 5 NOVEMBER 2009
Steve WatsonInfowars
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O PÃO NOSSO DE CADA DIA
Fonte: ViVerdeNovo
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Governo acusa Rio Grande do Sul de criminalizar movimentos sociais
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009
Governo acusa Rio Grande do Sul de criminalizar movimentos sociais
- Relatório aprovado por uma comissão da Secretaria Especial de Direitos Humanos, ligado à Presidência da República, acusa o governo do Rio Grande do Sul, da tucana Yeda Crusius, de criminalizar os movimentos sociais.
O documento do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, de outubro, estende a crítica também aos demais poderes do Estado, como o Ministério Público, que chegou a pedir a extinção do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
“Pode-se concluir que esse processo de intimidação e criminalização esteja elevado ao nível de uma política de Estado dos Três Poderes, por não se tratarem de ações isoladas e esporádicas, e por haver repressão com violência contra protestos tanto do movimento sindical e estudantil, como dos movimentos sociais”, diz parte do texto.
Entre os exemplos citados pelo governo no relatório está a morte de um sem-terra, em agosto, durante a reintegração de posse de uma fazenda em São Gabriel.
Segundo Fernando Matos, coordenador do programa de proteção aos defensores dos direitos humanos da secretaria e um dos responsáveis pelo relatório, desde o massacre de Eldorado dos Carajás, em 1996, no Pará, um integrante do MST não era morto pela polícia durante uma reintegração de posse.
Na reintegração da fazenda em São Gabriel, segundo documento do governo, pelo menos 30 pessoas - entre crianças e adultos - ficaram feridos com sinais de tortura policial.
Procurado pela reportagem do iG na tarde desta quarta-feira, o governo do Rio Grande do Sul não quis se manifestar, dizendo que isso ficaria sob responsabilidade da Brigada Militar (equivalente à Polícia Militar). Até o momento, contudo, o órgão não respondeu.
No relatório, a Secretaria Especial de Direitos Humanos faz 28 recomendações ao Estado, como criar um órgão para intermediar conflitos agrários.
Um dos pontos mais criticados é uma instrução da Brigada Militar que permite cadastrar membros de organizações sociais. Essa instrução, editada pelo governo gaúcho em outubro de 2007, diz que, “em situação de normalidade”, devem ser fichados todos “acampamentos e assentamentos” e “possíveis lideranças e entidades envolvidas”.
Até “protestos” e “ocupações pontuais de caráter reivindicatório” devem caber ações por parte da Brigada Militar. “A questão no Rio Grande do Sul é política”, comenta Fernando Matos. “Me assusta essa situação em um Estado com tradição revolucionária e progressista.”
O relatório do governo federal foi encaminhado a vários órgãos, como o Ministério Público Federal, para providências, como a tentativa de revogar a instrução editada pelo governo Yeda Crusius. A procuradoria, contudo, ainda não se manifestou.
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VERDADES SOBRE AS CAMPANHAS DE LIBERAÇÃO DAS DROGAS E CONTROLE DE ARMAS
Fonte: MOVIMENTO VIVA BRASIL

Ao lado esquerdo, em um pequeno menu chamado de “Temas” há mais indicativos do que querem e o tratamento diferenciado para drogas e armas. Vejam, mais uma vez falam em controle de armas e política de drogas, ou seja, mais uma vez defendem a proibição de armas e a liberação das drogas. Tudo uma questão de semântica ou o uso do que seria chamada de novilíngua por George Orwell em sua obra literária “1984”.

Para quem não conhece essa magnífica obra, Novilíngua é um idioma fictício criado por um governo hiperautoritário.
A novilíngua era desenvolvida não pela criação de novas palavras, mas pela "condensação" e "remoção" delas ou de alguns de seus sentidos, com o objetivo de restringir o escopo do pensamento. Uma vez que as pessoas não pudessem se referir a algo, isso passaria a não existir. Assim, por meio do controle sobre a linguagem, o governo seria capaz de controlar o pensamento das pessoas, impedindo que idéias indesejáveis viessem a surgir.
Outro termo criado nesta obra e plenamente aplicável é o “duplipensar”. Nas palavras do autor:
Reparem ainda nos logos na parte superior. Mostram o apoio do Governo Federal com a participação ativa no PRONASCI - Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania. Não resta dúvida então, da concordância com a linha de atuação, com a linha ideológica. O Ministério da Justiça, representando aqui o Governo Federal já deixou clara sua idéia de desarmar os honestos e agora apóia sem maiores pudores a liberação das drogas.
Não obstante, encaminhou ainda para o Congresso um Projeto de Lei que livrará da cadeia o chamado “pequeno traficante”. De acordo com a nova proposta, quem for flagrado pela polícia vendendo pequena quantidade, estiver desarmado e não tiver ligação comprovada com o crime organizado será condenado a penas alternativas.
O que é pequena quantidade? 100 gramas, meio quilo? E o que seria “não tiver ligação comprovada com o crime organizado”? Se ele não planta maconha da sua casa, não refina cocaína, e não produz ecstasy, como ele não teria ligação com o crime organizado internacional? Qual seria a pena alternativa? Trabalhar em clinicas para viciados? Talvez em escolas?
E o fato de estar ou não armado? Qual a preocupação? Que ele mate outro “pequeno traficante” para garantir sua “pequena boca de fumo”? Ou que ele acabe matando um viciado que lhe deve, tirando assim um cliente deste lucrativo mercado?
Quantas perguntas...
E POR FALAR EM LUCRATIVO
A ONG Viva Rio, velha conhecida ONG desarmamentista e financiada por empresas, fundações, governos estrangeiros e pelo governo Federal, Estadual e Municipal, com o nosso dinheiro, apresenta uma longa lista e ao verificá-la um nome chama a atenção: George Soros

George Soros - A favor das drogas - De olho nos narcodólares
George Soros é um conhecido mega especulador baseado nos EUA. Dono de uma das maiores fortunas do mundo é hoje o maior financiador pela legalização das drogas, utilizando o falso discurso de que já que não conseguimos combater é necessário legalizar para diminuir o consumo.
Perceberam a lógica transversa por trás disto? Ou seja, na fala deste senhor, como bem exemplificou Olavo de Carvalho em seu texto “Pensando com a cabeça de George Soros”: “Se o senhor Soros já existisse no tempo da Revolução Russa, Lênin e Stalin não precisariam ter matado tantos cristãos para erradicar o cristianismo: bastaria que pusessem à venda milhões de Bíblias a preço de banana, na Praça Vermelha, como o senhor Soros sugere fazer com a cocaína colombiana na Praça XV do Rio de Janeiro. Hitler poderia copiar a fórmula, imprimindo exemplares da Torá bem baratinhos, e logo não sobraria um só judeu na Alemanha. Quanto sangue correu porque o mundo não conhecia a sabedoria de George Soros!”
Mas como pode alguém que já chegou a ganhar um bilhão de dólares em um único dia ser tão ignorante? Não, não há um só pingo de ignorância neste homem, o que há na realidade é um balde de má fé e total ausência de escrúpulos. Explico abaixo.
MERCADO INEXPLORADO E BILIONÁRIO – OS NARCODÓLARES

Arnold Schwarzenegger - Narcodólares para salvar a
Califórnia e destruir gerações...
Fica claro então, que da mesma forma que o desarmamento nada tem a ver com o controle de criminalidade e violência, a liberação da droga também não tem nenhuma ligação com a proteção da sociedade.
E não pense que é só a iniciativa privada que está de olho neste inesgotável mercado de baixa ética e grande lucratividade. O grandalhão-governador-canastrão Arnold Schwarzenegger, já vislumbrou essa possibilidade e sem maiores delongas, através do deputado democrata Ammiano, pretende estatizar a venda da maconha e recolher por ano aproximadamente U$ 1,3 bilhão.
DIREITO INDIVIDUAL VERSUS DIREITO COLETIVO
Aliás, sempre que se fala em desarmamento e liberação das drogas, cita-se a questão do bem comum, ou seja, o meu direito de ter uma arma registrada, legalizada para defender minha família valeria menos que o suposto direito comum que a sociedade teria em não conviver com alguém armado. Sobre isso cito o ensaio What Is Capitalism de Ayn Rand, com tradução de Reinado de Azevedo:

Prof. Ronaldo Laranjeira - Uma voz clínica contra o uso de drogas
“A defesa do direito ao uso de drogas é uma visão por demais simplista e não leva em consideração a complexidade do uso de substâncias, em particular as modificações que o uso de drogas provoca no sistema nervoso central. Parte-se do princípio de que todos os usuários de drogas teriam plenas capacidades de decidir sobre o seu consumo. Não podemos afirmar que todos os que usam drogas estejam comprometidos quanto ao seu julgamento, mas podemos argumentar que uma parte significativa dos usuários apresenta diminuição de sua capacidade de tomar decisões."
As drogas que produzem dependência alteram a capacidade de escolher quando, quanto e onde usar. É ilusório pensar que um dependente químico tenha total liberdade sobre o seu comportamento e possa decidir plenamente sobre a interrupção do uso. É por isso que os dependentes persistem no comportamento, com grandes prejuízos individuais, para sua família e para a sociedade.”
Ou seja, a premissa da liberdade individual se perde com o simples fato que possuir uma arma não me torna menos consciente de minhas atitudes e atos, ao contrário das drogas. Quem usa drogas perde parcial ou totalmente a capacidade de usar mais ou parar de usar."

Capa revista Veja Dedo na ferida
Chamado “Rewind” ele inicia com um jovem vendo a mãe ser assassinada por um criminoso, o filme como o nome indica vai voltando e acaba com o mesmo jovem comprando maconha na favela.
Quem também levantou essa questão, com muito mais crueza, foi o filme “Tropa de Elite” no diálogo entre o capitão Nascimento e um drogado, reproduzo abaixo para quem não lembra:
Cap. Nascimento - Quem matou esse cara?
Quem fuma o seu baseado, quem ingere o seu ecstasy, quem toma o seu ácido, aceitando ou não financia o crime, gera mais crime.
Mata inocentes, mata policiais, derruba helicópteros, não há como escapar disso.
CAMPANHAS ANTI-DROGAS
Você já parou para pensar que não existe campanha anti-drogas? Se a imprensa e o governo tivessem usado todo o dinheiro e energia gastos em campanhas inócuas de desarmamento, de entrega voluntária de armas, de manifestações “pela paz”, em uma campanha anti-drogas, tenho certeza que o proveito teria sido bem maior, que muitas vidas teriam sido salvas, que famílias não teriam sido destruídas. Parece que esse tipo de campanha não interessa e não interessa mesmo.
Veja a questão da já citada Associação Parceria Contra as Drogas, entrem no site e constatem o que já constatamos... Não há o apoio do Governo Federal, da Fundação Ford, da Coca-Cola, do Ministério do Esporte, da prefeitura ou de governos estrangeiros... Ao contrário, todas as citadas acima e muitas outras apoiam com orgulho uma ONG que quer um mundo de viciados. Que venham os narcodólares!
CONCLUSÃO
Liberar ou descriminalizar as drogas será realmente oficializar o verdadeiro império global do narcotráfico, anistiando assim os milhares de homicídios, sequestros, assaltos e tantos outros crimes cometidos para sua perpetuação.
Será elevar exponencialmente o número de drogados, criando hordas de zumbis químicos que cometerão mais crimes para assim sustentar o seu vício, agora legalizado.
Quando eu tinha 8 anos pedi uma espingarda de chumbinho para meu pai, ganhei. Com 10 anos minha filha também ganhou uma e hoje já é campeã de tiro, quem sabe estará nas olimpíadas do Rio de Janeiro?
Se fosse por todo esse pessoal acima, muito melhor seria que ambos tivéssemos pedido um cigarro de maconha, um papelote de cocaína ou uma pedra de crack, aí quem sabe estaríamos também nas olimpíadas assaltando os turistas...
PARA SABER MAIS
MVB RECOMENDA: ESTUDOS DO PROF. RONALDO LARANJEIRA
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CONGRESSO VOTARÁ PROJETOS QUE BENEFICIA O CIDADÃO HONESTO
Por e-mail:
VAMOS ENVIAR O NOSSO APOIO AOS DEPUTADOS E PEDIR A APROVAÇÃO DE AMBOS OS PLs:
PL 6161 – Relator Régis de Oliveira - Autor do Projeto: Jair Bolsonaro
PL 1010 – Relator Francisco Tenório - Autor do Projeto: Moreira Mendes
Presidente da Comissão de Constituição e Justiça – Tadeu Fillipelli
Sugestão de Assunto para mensagens: “PELA APROVAÇÃO DOS PLs 1010 e 6161”
Basta copiar e colar os e-mails abaixo:
dep.regisdeoliveira@camara.gov.br
dep.jairbolsonaro@camara.gov.br
dep.fransiscotenorio@camara.gov.br
dep.moreiramendes@camara.gov.br
dep.tadeufillipelli@camara.gov.br
contato@movimentovivabrasil.com.br
VAMOS VENCER MAIS ESTA LUTA – CONTAMOS COM TODOS - REPASSEM
LIBERAÇÃO DAS DROGAS E PROIBIÇÃO DAS ARMAS LEGAIS
Entenda a lógica daqueles que querem tirar o seu direito de defesa mas defendem a liberação das drogas. Clique na figura abaixo:
Nota MVB enviada à RÁDIO CBN sobre a entrevista do Sr. Rubens Cesar Fernandes (Viva Rio)
Em resposta aos ataques proferidos pelo Sr. Rubens Cesar Fernandes, o Movimento Viva Brasil foi convidado pela Rádio CBN a enviar nota sobre o assunto. Nosso posicionamento foi lido no programa de domingo (01/11).
Agradecemos o apoio de todos que se manifestaram contra tais absurdo.
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Acorde a ajude a acordar!!! Envie para seus amigos.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Enquete sobre PLC 122 no Senado Federal - VAMOS TODOS DIZER NÃO!!!
SEXTA-FEIRA, 13 DE JULHO DE 2007
Parecer jurídico do PLC 122/2006 - a lei "anti-homofobia"
A prática do homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O toxicônomo, o bêbado e a prostituta têm direitos como pessoas, mas não por causa da toxicomania, embriaguez ou prostituição. Mas pelo simples fatos de serem pessoas!!
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Desembanhemos as espadas, irmãos!!!
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Servidão Satânica
Fonte: ViVerdeNovo
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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Cruzada de Rosários - Rosary Crusade com legendas em português
Fonte: pescadorCardoso
Cruzada de Rosários
12 milhões de terços até 25 de março de 2010
Pela consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria e a
propagação da devoção ao Seu Coração Doloroso e Imaculado.

"(...) Achamos que é o momento indicado para lançar uma ofensiva de maior envergadura, profundamente enraizada na mensagem de Nossa Senhora de Fátima, na que Ela mesma promete um resultado feliz, pois que anunciou que ao final o seu Imaculado Coração triunfará. Nós lhe pedimos este triunfo através dos meios que Ela mesma pediu: a consagração, pelo Pastor Supremo e todos os bispos do mundo católico, da Rússia ao seu Coração Imaculado, e a propagação da devoção ao Seu Coração Doloroso e Imaculado.
Por isso nós queremos Lhe oferecer com este fim, daqui até o dia 25 de março de 2010, um buquê de 12 milhões de terços, como uma coroa de outras tantas estrelas à sua volta, acompanhado de uma suma equivalentemente importante desacrifícios quotidianos que nós teremos o cuidado de realizá-los principalmente nocumprimento fiel do nosso dever de estado, e com a promessa de propagar a devoção ao seu Coração Imaculado."
+ Bernard Fellay
Winona, 15 de abril de 2009
Leia a Carta aos Amigos e Benfeitores Nº 74.
Nota: Esta Cruzada está aberta a todas as pessoas de boa vontade, sejam ou não fiéis da Fraternidade São Pio X, que queiram ver cumprido este desejo da Santíssima Virgem Maria e buscam promover o bem da Igreja.
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Lula lembra morte de ex-guerrilheiro Marighella e o chama de ‘herói’
Fonte: G1
Satanistas, farsantes, comunistas, o pior tipo de gente possível
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou nesta terça-feira, em Olinda, dos 40 anos da morte do ex-guerrilheiro comunista Carlos Marighella, a quem chamou de “herói”. Marighella foi o fundador da Ação Libertadora Nacional (ALN), um dos vários grupos armados que combateram a ditadura militar nos anos 60 e 70.
Na abertura do 9º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, evento que é realizado a cada três anos e que neste ano reuniu mais de 6 mil pesquisadores, gestores e trabalhadores da área da saúde em Olinda, Lula lembrou ainda a morte do cientista Josué Castro, em 1973, “um dos primeiros a se preocupar com a questão da fome” no Brasil.
O presidente ainda pediu um minuto de silêncio na abertura do congresso em homenagem aos dois mortos no acidente com um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) na semana passada, no Amazonas.
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Bill O'Reilly - George Soros is Buying Political Power
Fonte: orthodoxconspiracy
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OS DOIS PREGUINHOS
Fonte: ViVerdeNovo
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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Livro Revolução e Contra-Revolução (R-CR ou RCR), de Plínio Corrêa de Oliveira
O orgulho leva ao ódio a toda superioridade, e, pois, à afirmação de que a desigualdade é em si mesma, em todos os planos, inclusive e principalmente nos planos metafísico e religioso, um mal. É o aspecto igualitário da Revolução.
A sensualidade, de si, tende a derrubar todas as barreiras. Ela não aceita freios e leva à revolta contra toda autoridade e toda lei, seja divina ou humana, eclesiástica ou civil. É o aspecto liberal da Revolução.
Ambos os aspectos, que têm em última análise um caráter metafísico, parecem contraditórios em muitas ocasiões, mas se conciliam na utopia marxista de uma paraíso anárquico em que uma humanidade altamente evoluída e “emancipada” de qualquer religião vivesse em ordem profunda sem autoridade política, e em uma liberdade total da qual entretanto não decorresse qualquer desigualdade.
A Pseudo-Reforma foi uma primeira Revolução. Ela implantou o espírito de dúvida, o liberalismo religioso e o igualitarismo eclesiástico, em medida variável aliás nas várias seitas a que deu origem.
Seguiu-se-lhe a Revolução Francesa, que foi o triunfo do igualitarismo em dois campos. No campo religioso, sob a forma do ateísmo, especiosamente rotulado de laicismo. E na esfera política, pela falsa máxima de que toda a desigualdade é uma injustiça, toda autoridade um perigo, e a liberdade o bem supremo.
O Comunismo é a transposição destas máximas para o campo social e econômico.
Estas três revoluções são episódios do uma só Revolução, dentro da qual o socialismo, o liturgicismo, a “politique de la main tendue”, etc., são etapas de transição ou manifestações atenuadas. Sobre os erros através dos quais se opera a penetração larvada do espírito da Revolução em ambientes católicos, o Exmo. Revmo. Sr. D. Antônio de Castro Mayer, Bispo de Campos, publicou uma Carta Pastoral da maior importância [2].
[1] cfr. Leão XIII, Encíclica “Parvenus à la Vingt-Cinquième Année”, de 19-III-1902 – “Bonne Presse”, Paris, vol. VI, p. 279).
[2] Carta Pastoral sobre os Problemas do Apostolado Moderno - Boa Imprensa Ltda., Campos, 1953, 2ª. edição. "
_________________________
![]() |
A causa é sempre maior que o efeito, portanto todo autor é maior que sua obra intelectual, qualquer que ela seja. O pensamento vasto e rico de Dr. Plinio vai muito além de sua obra básica, e ele o explicitou através de diversos outros livros e de considerável série de conferências aos membros do movimento por ele fundado em 1960, a Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade — TFP. Aprofundou também esse conteúdo em palestras, comissões de estudos, artigos para jornais e revistas, manifestos, consultas que recebia de simpatizantes dos cinco continentes, sem contar os sábios conselhos que dava, segundo os princípios de Revolução e Contra-Revolução, aos que lhe pediam uma orientação pessoal.
Todo esse vasto ensinamento forma um invulgar acervo de sabedoria, de grande envergadura, e a consideração de uma obra isoladamente não permite medir-se a grandeza da vocação de Plinio Corrêa de Oliveira. Entretanto, nesta imponente manifestação de sabedoria, Revolução e Contra-Revolução ocupa lugar de especial destaque, a tal ponto que o autor desejou que sua cabeça repousasse sobre um exemplar dessa obra em seu esquife.
Mais que uma sinopse de seu pensamento, Revolução e Contra-Revolução é uma síntese do ideal ao qual ele consagrou sua vida. Síntese que haveria de se tornar o ponto de união para a coorte de discípulos que colaboravam com ele no embate contra a Revolução gnóstica e igualitária, visando opor-lhe obstáculos e mesmo destruí-la [Vide quadro à p. 33]. Tinha em vista ainda contribuir para o lançamento das bases do Reino de Maria, pregado por São Luís Maria Grignion de Montfort (1673 -1716) no Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, e anunciado por Nossa Senhora em Fátima, em 1917, com as proféticas palavras: “Por fim meu Imaculado Coração Triunfará”.
É a justo título, portanto, que os discípulos de Plinio Corrêa de Oliveira tomam como tema central de suas reflexões e atividades Revolução e Contra-Revolução — que, a partir deste ponto, denominarei R-CR, sigla com a qual seus seguidores designam a obra desde seu lançamento no centésimo número de Catolicismo (abril de 1959).
Primeiras idéias sobre a Revolução e a Contra-Revolução
Para melhor compreensão desta matéria, iniciarei com uma breve exposição histórica sobre a gênese do livro na vida de Plinio Corrêa de Oliveira e na história do pequeno grupo inicial de seus discípulos.
Nas entrevistas que Dr. Plinio concedeu a jornalistas de diferentes partes do mundo, quase infalivelmente uma das primeiras questões que lhe propunham era esta: “Que livro teve papel determinante em sua vida?”; ou: “Em que obra formou suas idéias?”. Para grande surpresa deles, Dr. Plinio explicava que formara suas idéias no grande livro da vida. Na concepção um tanto “livresca” de alguns desses jornalistas, esta originalidade interrompia a seqüência de livros que nascem uns dos outros. Não foi lendo livros que as primeiras idéias sobre a Revolução e a Contra-Revolução germinaram na mente do jovem Plinio: “Em vez de ler a doutrina num livro e aplicá-la aos fatos, instintivamente tive que tomar posição diante dos fatos e adivinhar a doutrina que eles continham”, explicou ele.
As primícias do pensamento expresso muitos anos depois em R-CR vieram-lhe instintivamente ao comparar o ambiente agitado, vulgar, descortês que dominava o pátio de recreio do Colégio São Luís (dos padres jesuítas, na capital paulista, que freqüentava) com o ambiente digno, solene, recolhido que reinava na residência de sua avó materna, Da. Gabriela Ribeiro dos Santos, que ele associava ao ambiente piedoso e elevado das missas dominicais da paróquia do Sagrado Coração de Jesus.
Foi elaborando seu pensamento ao observar que seus companheiros mais vulgares eram ao mesmo tempo os mais irreligiosos, os mais grosseiros; gostavam de contar piadas impuras, revoltavam-se facilmente contra a autoridade dos professores, preferiam os filmes de Hollywood às revistas que vinham da Europa. Para estarem na moda, proclamavam-se “republicanos” e ridicularizavam os membros da família imperial, destronada poucos anos antes.
Dois mundos — dois inimigos irreconciliáveis
![]() Plinio Corrêa de Oliveira aos 11 anos de idade. |
Assim, aos 11 anos, Dr. Plinio compreendeu os vínculos que existiam entre irreligião, igualitarismo e imoralidade, de um lado; e de outro a Religião, o espírito de hierarquia e a castidade. De onde concluir, ainda em sua infância: “Este mundo novo e eu somos dois inimigos irreconciliáveis. Serei pela Igreja, pela castidade e pela monarquia; serei pela hierarquia social e pelas boas maneiras; ainda que, para isso, eu tenha que me tornar o último dos homens, pisado, esmagado, triturado”.
Compreendeu aos poucos que o choque entre esses dois mundos (o do lar tradicional de sua avó e o do recreio dos alunos na escola dos jesuítas) fazia parte de um processo mais amplo, velho de vários séculos, que abrangia toda a civilização ocidental. Ignorava ainda as características desse processo, que se desenvolvia entre dois pólos: sociedade católica e hierárquica da Idade Média (representada em seu espírito pela figura de Carlos Magno e seus pares, que ele começara a admirar quando durante uma viagem de trem leu um livro a respeito) e a sociedade atéia e igualitária da Rússia comunista, sobre a qual os jornais daquela época davam a conhecer fatos apavorantes todos os dias.
Interação entre libertinagem e comunismo
Mais tarde, ao entrar na universidade, Dr. Plinio chegou à conclusão de que o comunismo e as revoluções sociais precedentes não eram questões puramente políticas, mas predominantemente morais. Se o pólo do bem alimentava-se das virtudes cristãs, o pólo do mal encontrava seu dinamismo nas paixões desordenadas, rebeladas contra a ordem posta por Deus no Universo. Assim, aos 21 anos, explicava em um artigo a revolta dos homens contra a verdade: “Por causa, principalmente, do orgulho e desregramento dos sentidos, rebeldes a todo o freio, a toda a lei” (“O Legionário”, nº 64, de 24-8-30, pp. 1 e 3 –– Quid est veritas?).
Nota-se um aprofundamento desta noção (a ligação entre as paixões desordenadas e as revoluções) em outro de seus artigos para o semanário “O Legionário”, em que fazia uma aproximação de causa e efeito entre a corrupção do carnaval do Rio de Janeiro e o progresso do comunismo:
“Para 90% dos paulistas — a porcentagem talvez seja otimista — nenhum nexo há entre carnaval e comunismo. [...] Entretanto, há um nexo, e não é difícil demonstrá-lo. Depois de três dias de troça imensa, em que foram aplaudidas entusiasticamente e praticadas deliberadamente todas as transgressões da moral privada –– e em que foi malbaratada a dignidade pessoal, foi destruído o lar, e foi talvez maculado o nome de famílias inteiras –– que ardor, que entusiasmo, que empenho poderá ter um carnavalesco em combater o comunismo e o amor livre, e em defender a integridade da família? Não é certo que um carnavalesco é um homem semiconquistado para o amor livre, e por isto mesmo semiconquistado para Lenine? [...]
“A propriedade e a família são duas coisa inseparáveis, e qualquer sociólogo ou filósofo, mesmo de segunda classe, não ignora nem contesta esta verdade. Quem é pelo amor livre tem de ser necessariamente contrário à propriedade individual, e vice-versa. Depravando a família, o carnaval solapa implicitamente a propriedade.
“No entanto a cegueira é tal, que todos colaboram para que nenhum setor da sociedade deixe de ser atingido pela influência de Momo” (“O Legionário”, nº 285, 27-2-38 –– Momo, agente de Stalin).
Em artigo contra o nazismo, podemos constatar que ele percebia, muito antes de escrever o livro R-CR, a conexão entre sensualidade desregrada e comunismo:
“A Providência deu-me sempre a graça de ver a fundo o mal que o liberalismo produzia e produz na sociedade contemporânea, o câncer profundo e voraz que ele instalou no mais íntimo das vísceras do mundo hodierno. Percebi nitidamente como, do bojo de suas doutrinas, saía o comunismo anarquizante e ateu. Detestei de todo o coração a árvore e os frutos; e, respeitador da autoridade por temperamento e por força da educação, na luta contra o liberalismo e o comunismo levei todo o vigor de minhas convicções religiosas, de minhas convicções políticas e das tendências essenciais de meu temperamento” (“O Legionário”, nº 318, 16-10-38 –– A aurora dos deuses).
Dr. Plinio percebia a interação entre liberalismo e comunismo, assim como a cumplicidade dos mais influentes meios na difusão do liberalismo. Mas, desde cedo, teve ainda a intuição de que havia uma conspiração por trás do progresso das paixões desordenadas dentro da sociedade. A leitura do livro A Conjuração Anticristã, de Mons. Henri Delassus, confirmou-o nesta convicção e forneceu-lhe os elementos históricos que lhe faltavam para basear sua tese.
Interação entre protestantismo e comunismo
“Rios nascidos em uma mesma fonte, o protestantismo... |
Paralelamente a isso, formava-se nele também uma noção cada vez mais clara das etapas que a Revolução havia atravessado (protestantismo, Revolução Francesa, comunismo), bem como de seu caráter satânico. Ao comentar uma nota de imprensa que noticiava a adesão de um pastor protestante alemão ao partido comunista, escreveu:
“Cristão a princípio, teve no entanto o livre exame protestante uma conseqüência imediata: fez nascer, ao lado das confissões reformistas, uma forte corrente racionalista que, através do deísmo de Voltaire, atingiu o ateísmo total de Rousseau.
“Este, estendendo as aplicações práticas de seus princípios ao campo da organização política e social, determinou a sangrenta explosão de 1789. E com esta Revolução triunfaram as idéias igualitárias, destruindo totalmente a hierarquia na organização política e sabotando-a seriamente na organização social.
... e o comunismo convergem para os mesmos fins, desembocando ambos no abismo do materialismo absoluto” |
“Daí por diante, um movimento foi estendendo a aplicação dos princípios igualitários às questões econômicas: surgiu o comunismo.
“Eis, em rápidos traços, a genealogia que estabelece um parentesco muito estreito entre o protestantismo e o comunismo. Rios nascidos em uma mesma fonte, convergem para os mesmos fins, desembocando ambos no abismo do materialismo absoluto” (“O Legionário”, nº 90, 22-11-31 –– Babel Protestante).
Ambientes, imagem e semelhança dos homens
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Um dos aspectos mais originais do pensamento de Dr. Plinio, que foi amadurecendo aos poucos e do qual se encontram fragmentos em publicações, é a importância que ele dava às tendências e aos ambientes no processo revolucionário.
Pelos relatos que fez dos primeiros anos de sua vida, sabemos que era muito sensível aos imponderáveis dos ambientes, e percebia com perspicácia a influência que eles exerciam sobre aqueles que os compunham ou que deles participavam. Sabemos também que, como reação ao racionalismo, interessou-se pelos escritos do romancista Marcel Proust, que brilhava precisamente por suas descrições de ambientes.
Mais tarde, entusiasmou-se pela literatura de J.K. Huysmans (escritor francês convertido do satanismo ao catolicismo), que se distinguia principalmente pela arte de descrever os imponderáveis que emanavam dos ambientes da Igreja Católica.
Eis, por exemplo, um trecho de artigo de “O Legionário”, em 1932:
“Sob o ponto de vista estritamente religioso, interessava principalmente o novo gênero de apologética que Huysmans tentou instituir. [...] Huysmans faz da Igreja uma descrição material objetiva, através da qual procura fazer ressaltar, com inimitável habilidade, os lampejos de sobrenaturalidade que se desprendem da liturgia magnífica, enriquecida por um simbolismo comovedor, do cantochão estupendo, nas sua imprecações veementes, no tumultuar de suas contrições, na explosão de seus surtos de confiança na Providência Divina, no lacrimejar harmonioso de seus ofícios de defuntos” (“O Legionário”, nº 94, 21-2-32, Huysmans [II] En Route).
Em seu interesse por Huysmans, observamos já os germens do que ele acentuaria mais tarde: a idéia de que “os homens formam para si ambientes à sua imagem e semelhança, ambientes em que se espelham seus costumes e sua civilização. Mas a recíproca também é verdadeira em larga medida: os ambientes formam à sua imagem e semelhança os homens, os costumes, as civilizações”. Este princípio foi extraído de um artigo publicado mais de cinco anos antes do lançamento da R-CR (Catolicismo nº 37, janeiro/1954 –– Sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas).
“Idéias não são roupas que se vestem ou se despem”
O princípio segundo o qual os ambientes modificam as convicções dos homens é aplicado ao carnaval em outro artigo de “O Legionário”, no qual comenta os seus efeitos sobre as pessoas que dele participam. Notem os leitores que Dr. Plinio fala do carnaval dos anos 40, bem menos sensual que o de hoje, mas que também era pernicioso:
“Há uma regra de moral que afirma: ‘nada de péssimo se faz subitamente’. É contra todas as regras da psicologia humana supor que pessoas muito dignas, muito moralizadas, muito sensatas, conseguem depor inteiramente as suas idéias durante os três dias do carnaval, e depois repô-las intactas, imaculadas, inteiriças, após os festejos de Momo.
“Idéias não são roupas que se vestem ou se despem.
“Se alguém procede, durante o carnaval, de modo extremamente leviano, é isto prova de que anteriormente há uma falha na couraça moral dessa pessoa. Por outro lado, se essa pode ter ocasionado a renúncia momentânea a certas atitudes e a certas idéias durante o carnaval, como é difícil voltar, depois, à primitiva linha de moral!” (“O Legionário” nº 492, 15-2-42 –– Pearl Harbour e o Carnaval).
Salvação do mundo: recorrer à seiva do catolicismo
Paralelamente ao aprofundamento de seu pensamento concernente à Revolução, Dr. Plinio avançava também sua reflexão sobre a Contra-Revolução. A primeira conclusão que tirou dessa reflexão foi que a força-motriz da Contra-Revolução é a graça divina distribuída pela Igreja Católica, e que de nada adiantaria uma ação política sem uma conversão religiosa da humanidade:
“Comunismo ou catolicismo, eis o dilema a que não se pode fugir. Ou a dissolução continua sua marcha, e nos arrasta ao comunismo pelo apodrecimento de toda a organização política e social do País, ou voltamos atrás e –– recorrendo à seiva do catolicismo, que já uma vez salvou uma civilização que também estava podre –– pomos Deus nas escolas, nas constituições, nos lares, nos clubes e principalmente nos caracteres” (“O Legionário” nº 79, 10-5-31 – O triunfo de Cristo-Rei nas escolas).
A segunda conclusão era que esta Contra-Revolução devia ser radical:
“O mundo não pode ser salvo por formas diluídas de cristianismo, ou por sistemas que representem uma etapa comodista ou preguiçosa nas sendas da restauração da Cristandade. Nosso leitmotiv deve ser o de que, para a ordem temporal do Ocidente, fora da Igreja não há salvação. Civilização católica, apostólica, romana, totalmente tal, absolutamente tal, minuciosamente tal, é o que devemos desejar. A falência dos ideais políticos, sociais ou culturais intermediários está patente. Não se pára no caminho de volta para Deus: parar é retrogradar, parar é fazer o jogo da confusão. Nós só queremos uma coisa: o catolicismo completo” (“O Legionário”, 13-5-45 –– A grande experiência de 10 anos de luta).
Formação de um movimento contra-revolucionário
Podemos certamente datar da metade dos anos 40 –– portanto, pouco após a publicação do primeiro livro de Plinio Corrêa de Oliveira, Em Defesa da Ação Católica –– o período em que o autor já tinha explicitado todas as idéias-mestras da R-CR.
Se me detive na minuciosa descrição desses antecedentes, um tanto distantes, das idéias-mestras da R-CR, é para que os leitores sentissem quanto é verdadeiro o que está exposto no início: a) de um lado, R-CR é a mais bem acabada síntese de um pensamento que vinha de muito longe; e b) de outro, este pensamento é, em termos abstratos, a explicitação da posição que Dr. Plinio teve que tomar instintivamente diante da Revolução com a qual se confrontou desde a mais tenra idade.
Contudo, estou certo de que a curiosidade dos leitores não se limita a conhecer tais antecedentes distantes, e gostariam também de saber como se deu a redação de R-CR. Não foi como no alto do Monte Sinai, em meio a clarões e tempestades, pois não foi esse o procedimento habitual da Divina Providência com relação a Dr. Plinio.
Para começar, o livro foi escrito tranqüila e modestamente, com a finalidade de responder às circunstâncias rotineiras de seu apostolado contra-revolucionário. Em breves palavras, a redação está ligada às viagens que Dr. Plinio fez à Europa em 1950 e 1952. Durante essas curtas estadias, encontrou movimentos e intelectuais, o que havia de mais contra-revolucionário ou menos daquele lado do Atlântico. Além disso, é preciso salientar que um de seus objetivos era encontrar um líder a quem pudesse confiar seu próprio pequeno grupo. Líder que, para ele, à vista da nobreza da Contra-Revolução, só podia ser um príncipe da Igreja (um Cardeal, por exemplo) ou um príncipe de uma grande dinastia européia. Nessas curtas viagens, percebeu entretanto que todos esses movimentos — quer fossem de natureza religiosa, reagindo contra os erros do progressismo, ou de natureza temporal, combatendo o comunismo e o socialismo — tinham uma visão parcial e incompleta da Revolução, e muitas vezes uma visão deformada pelos erros do que ele denominaria mais tarde “falsa direita”.
Ao mesmo tempo, deu-se conta de que seus interlocutores europeus olhavam-no um pouco de cima para baixo, como que de um pedestal (eles representavam o Velho Mundo culto, e Dr. Plinio o Novo Mundo; exibiam uma genealogia que remontava aos ultramontanos do século XIX, enquanto o pequeno movimento brasileiro parecia ter nascido ontem; e assim por diante). A fim de vencer as reticências, e colaborar visando um trabalho comum, faltava-lhe um “cartão de visita” prestigioso, apesar da sua condição de professor titular de uma cátedra na Universidade Católica de São Paulo.
Prolegômenos de um ensaio que seria uma obra-mestra
![]() A redação de Revolução e Contra-Revolução está ligada às viagens que Dr. Plinio fez à Europa em 1950 e 1952. Durante essas curtas estadias, encontrou movimentos e intelectuais, o que havia de mais contra-revolucionário daquele lado do Atlântico. |
Destas constatações nasceu em Dr. Plinio a idéia de fundar a revista Catolicismo, que posteriormente ele se apressou em remeter a todas as pessoas que visitara durante suas viagens. Como fruto desse intercâmbio, em fins de 1958 chegou-lhe um convite para escrever um artigo sobre seu pensamento para uma revista européia.
Pôs-se então ao trabalho, como teria feito para redigir um artigo de segunda importância, do qual não esperava grande resultado. Mas à medida que escrevia, sentia uma ajuda particular da graça: as idéias vinham-lhe facilmente ao espírito, grandes panoramas se descortinavam a seus olhos, a pena corria agilmente.
Lembro-me perfeitamente de ter encontrado Dr. Plinio chegando à sede de nosso pequeno grupo (naquela época, situado à rua Vieira de Carvalho, em São Paulo), e percebi que ele estava particularmente contente. Como eu tinha conhecimento do artigo que ele estava redigindo, percebi que tal contentamento era devido ao resultado do trabalho, e que algo especial se passava.
Alguns dias depois, vi que ele estava radiante. Nesse momento, comunicou-me que o artigo ultrapassava, de longe, o tamanho solicitado, e já atingia as proporções de um livro. Acrescentou: “Escreverei um outro artigo para enviar aos nossos amigos europeus”.
Duas ou três semanas depois, ele estava transbordando de contentamento. Nos 40 anos que se seguiram até sua morte, não me lembro de tê-lo visto novamente com tanta alegria. Era um acontecimento! Apesar de sereno como de costume, ele exultava. Nessa ocasião, exprimiu-me a idéia de que estava particularmente feliz de ter podido enunciar a síntese última de seu pensamento a respeito do assunto Revolução e Contra-Revolução. Com efeito, algumas semanas depois o ensaio estava pronto, e Dr. Plinio partia para Santos com o saudoso Dr. José Carlos Castilho de Andrade, para fazer a revisão do livro.
“Uma obra profética no melhor sentido da palavra”
![]() A mediação universal e onipotente da Mãe de Deus é a maior razão de esperança dos contra-revolucionários. E em Fátima Ela já lhes deu a certeza da vitória. |
Por um providencial acúmulo de circunstâncias, o que foi concebido por ocasião do centésimo número deCatolicismo foi mais do que um simples “cartão de visita”para os europeus. Na verdade foi um monumento do pensamento católico que saía a lume, justamente pouco antes da fundação em São Paulo da primeira TFP, para servir de “livro de cabeceira” à sua coorte de discípulos e simpatizantes no mundo todo.
Se pensarmos no futuro, estou certo de que a R-CRservirá de livro de referência a todos os contra-revolucionários até o fim dos tempos, e de base intelectual da Cristandade restaurada que nascerá após os castigos anunciados em Fátima.
Fazendo minhas as palavras do falecido Padre Anastácio Gutiérrez, CMF, ilustre canonista e professor das melhores universidades romanas, concluo dizendo que Revolução e Contra-Revolução “é uma obra magistral, cujos ensinamentos deveriam ser difundidos até fazê-los penetrar na consciência de todos os que se sintam verdadeiramente católicos, eu diria mais, de todos os homens de boa vontade. Nela, estes últimos aprenderiam que a única salvação está em Jesus Cristo e na sua Igreja, e os primeiros se sentiriam confirmados e robustecidos em sua fé, prevenidos e imunizados psicologicamente e espiritualmente contra um processo astuto que se serve de muitos deles como idiotas-úteis companheiros de viagem. [...] Em suma, ousaria dizer que se trata de uma obra profética no melhor sentido do termo; mais ainda, seu conteúdo deveria ensinar-se nos centros superiores da Igreja, para que ao menos as classes de elite tomem consciência clara de uma realidade esmagadora, da qual — creio — não se tem nítida consciência. Isso, entre outras coisas, contribuiria para revelar e desmascarar os idiotas-úteis companheiros de viagem, entre os quais se encontram muitos eclesiásticos que fazem, de um modo suicida, o jogo do inimigo: esse setor de idiotas aliados da Revolução desapareceria em boa medida”
* * *
Com essas considerações, espero que os leitores de Catolicismo sintam-se estimulados a obter na R-CR um conhecimento mais aprofundado da Revolução, e também que tais considerações os auxiliem a ter um maior empenho e dedicação à luta contra-revolucionária. Assim, a Revolução gnóstica e igualitária, que visa destruir a Igreja e os restos de Cristandade que ainda sobrevivem nos dias atuais, será liquidada mais brevemente em todo mundo, e isso antecipará a aurora do Reino do Imaculado Coração de Maria.
E-mail para o autor: catolicismo@catolicismo.com.br
Síntese de Em Catolicismo, os termos “Revolução” e “Contra-Revolução” são sempre empregados segundo o conceito exposto magistralmente por Plinio Corrêa de Oliveira em Revolução e Contra-Revolução. A seguir, um resumo dessa obra. O autor designa como “Revolução gnóstica e igualitária” o movimento que vem destruindo a Cristandade desde o declínio da Idade Média — época em que o ideal católico de sociedade mais se aproximou de sua realização. “Gnóstica”, porque nega a Deus como um Ser pessoal, legislador (que estabeleceu o Decálogo) e transcendente a toda a Criação, origem e fim último do homem. Portanto, um Deus a Quem devemos obedecer, servir e amar. “Igualitária”, porque promove a revolta contra as desigualdades harmônicas que o próprio Deus estabeleceu amorosamente entre todos os seres criados. A Parte I da obra discorre sobre as três grandes Revoluções: - Pseudo-Reforma protestante (século XVI) - Revolução Francesa (século XVIII) - Revolução Comunista (século XX). Na Parte II, trata da Contra-Revolução como sendo a reação organizada para se opor à Revolução e restaurar a Cristandade. Na Parte III, descreve o nascimento da IV Revolução — a Revolução Cultural, que procura implantar uma sociedade tribal e anárquica — e acena para o surgimento de uma V Revolução, na qual se percebe a entrada do satanismo. A partir de Gorbachev, da espetacular queda do Muro de Berlim em 1989, e da Cortina de Ferro em 1991, o autor desmascara a metamorfose comunista, que consistiu em ostentar uma cara risonha para enganar o Ocidente e disseminar seus erros. A tática dos comunistas com a política denominada de Perestroika e Glasnost, fazia crer que o comunismo estava morto, para assim desmobilizar o anticomunismo. Ainda na Parte III, discorre sobre o papel do Concílio Vaticano II e da política vaticana conhecida como Ostpolitik — atuação que procurava estender a mão ao regime comunista.
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Postado por
Cavaleiro do Templo
às
15:12
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O triunfo do socialismo nos EUA exige a destruição da família e da Igreja
Fonte: JULIO SEVERO
4 de novembro de 2009
Peter J. Smith

































