Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Baixe o livro "Rompendo o Silêncio" (Gratuito)

Do portal MIDIA SEM MÁSCARA

"Investigando por conta própria alguns casos, tive a oportunidade de conversar com guerrilheiras presas no DOI-CODI paulistano sob comando do próprio Ustra que me garantiram que ele jamais nelas tocou, reforçando os argumentos que desmentem Beth Mendes. Houve tortura no DOI? Provavelmente sim. Ustra foi um torturador? Pelos relatos que tomei, muito provavelmente não. O coronel tem um livro sobre o período que chefiou o DOI, chamado Rompendo o Silêncio e que precisa ser reeditado o mais rápido possível."

Sandro Guidalli, em Mídia sem Máscara [ 08-12-2002 ]

Baixe o livro aqui em formato .PDF.

Antídoto contra o multiculturalismo

De um "orkuteiro", o Fernando:

Apesar de tudo o que é noticiado, ainda existem alguns indivíduos mentalmente prejudicados que acham que nenhuma cultura é superior à outra e que, portanto, não devemos afirmar a superioridade da cultura ocidental.

Contra isso, só mesmo um método didático paciente para desfazer a doutrinação politicamente correta. A beleza do método descrito abaixo é que ele aplica uma dose homeopática das culturas não-ocidentais segundo o princípio Similia similibus curantur.

Comece dizendo calmamente para o sujeito "DEIXE DE SER BURRO!" e explique que se numa cultura as mulheres são apedrejadas sob acusação de adultério e noutra cultura essa prática é considerada um barbarismo, é porque a segunda cultura é superior à primeira. Que se numa cultura uma crítica à determinada religião é pretexto para violência e quebra-quebra nas ruas, e em outra cultura essa crítica é rebatida com argumentação, é porque a primeira cultura é inferior à segunda.

Como nesse nível de burrice o sujeito ainda pode sentir dificuldade de absorver o conceito, ele pode grunhir alguma coisa. Então, com o auxílio de um alto-falante, repita no ouvido dele: "NÃO SE APEDREJA MULHERES SOB ACUSAÇÃO DE ADULTÉRIO!"

Se o sujeito resmungar que não vê motivo para comparar culturas (implicando que se ele não vê e não sabe algo é porque esse algo não existe) e falar a palavrinha mágica universalmente usada quando alguém quer evitar condenar algo merecedor de condenação ("maniqueísmo"), explique, ilustrando com um porrete, que a cultura ocidental é boa mas está sob ameaça de ignorantes úteis como ele e que as outras culturas praticamente não têm nada de bom a oferecer, portanto, ela deve ser afirmada como superior e defendida. Acrescente que a mais vasta campanha de ódio contra o Ocidente que já se viu no mundo - a onda antiamericanista e antiisraelense - vem prosseguindo sem qualquer protesto.

Se achar que pode ajudar no aprendizado, acerte uma pedra na cabeça do sujeito. Se ele se queixar, diga que isso é apenas uma manifestação da cultura não-ocidental praticada no Oriente Médio, por exemplo. Afinal, se todas as culturas não devem ser comparadas - como ele diz - um apedrejamento tem tanto valor quanto um diálogo.

Se no momento em que você for buscar a pedra, o sujeito reclamar que tudo de bom saiu do Oriente (provavelmente vai citar o Cristianismo) e que tudo de ruim saiu do Ocidente (provavelmente vai citar o marxismo, politicamente correto, Abu Ghraib, etc), pacientemente aplique-lhe um pesco-tapa (ensine que se trata de uma manifestação da cultura não-ocidental da nova KGB czarista, que ele mesmo achava que não podia ser comparada à cultura ocidental).

Ensine que o marxismo é apenas uma subcultura parasita da cultura ocidental moderna (segundo Olavo de Carvalho) e que ela só conseguiu hegemonia fora do Ocidente. Se essas culturas não-ocidentais fossem tão boas, teriam chutado o marxismo de volta para o Ocidente.

Além disso, acrescente que o Cristianismo (como tudo o mais que houve de bom) só floresceu e frutificou no Ocidente, de onde saíram missionários durante vários séculos, muitos deles martirizados sob as culturas não-ocidentais. A superioridade da cultura ocidental é o que a permite assimilar o que há de bom nas outras culturas sem ser assimilada por elas.

Finalize dizendo que o multiculturalismo que o impede de reconhecer superioridade na cultura Ocidental é justamente resultado do politicamente correto (e do relativismo marxista) que ele condena. Lukacs e os frankfurtianos descobriram que os milênios de herança judaico-cristã - o universo simbólico inteiro da civilização Ocidental - os impediam de implantar o marxismo que arrasou a maior parte do Oriente (Rússia e China, cujas culturas inferiores não ofereceram resistência).

Se o sujeito ainda protestar que há coisas boas nas outras culturas, citando obras artísticas e monarcas de séculos atrás, espanque-o deixando-o desacordado. Ele não vai poder se queixar de estar recebendo o tratamento ocidental que ele rejeita. Depois de um balde de água fria, explique que devemos comparar os valores ocidentais de hoje com os valores não-ocidentais de hoje. Acrescente que as outras culturas só valorizam a força (justificando o espancamento que ele recebeu) e que o diálogo é visto nas culturas não-ocidentais como um sinal de fraqueza.

Se depois das lições o sujeito ainda não aprendeu, o jeito é tomar todos os seus pertences e soltá-lo numa tribo de índios. Afinal, uma cultura onde o sujeito se pinta, toca tambor e come casca de árvore é tão boa quanto qualquer outra e propriedade é coisa do materialismo ocidental.

Olha como são angelicais os partidários da revolução esquerdista lat"R"ino-americana

Entrevista em víudeo com Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, o "CLEMENTE" - Militante do Grupo Tático Armado da ALN, ao Fantástico.

Clique aqui e assista ou faça o download para sua máquina.

Saiba detalhadamente como aconteceram os "justiçamentos" no Livro A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça

Observação do Cavaleiro do Templo: lembram-se do petista Celso Daniel?

A História Oficial de 1964

Do portal A VERDADE SUFOCADA - http://www.averdadesufocada.com/index

Olavo de Carvalho - O Globo, 19 de janeiro de 1999

Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964.

Numa década em que guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

Texto completo

Alexandre Garcia fala do Brasil esquerdista...

Precisamos entender, definitivamente, que este Brasil caótico é fruto de um projeto de pessoas que estão "ganhando" com o caos.

A história nos mostra que a esquerda revolucionária precisa do apoio da bandidagem e de grupos de pessoas menos "inteligentes", bem como de grupos que se dizem diminuídos enquanto seres humanos (como o dos homossexuais, por exemplo, e dos sem terra, problema este que poderia ter sido resolvido a muito tempo pelas diversas esquerdas que estiveram no Governo Federal mas que NADA fizeram de concreto). E depois do golpe, o que acontece com estes grupos? A história nos diz: são simplesmente removidos do processo ou mortos.

São 200 brasileiros vítimas de mortes violentar POR DIA, contra 18 mortos no Iraque no mesmo período e a mídia faz um escândalo imenso com as mortes lá longe. Detalhe: lá é uma guerra o que vive o país. Aqui então seria o que?

Nada é feito contra a corrupção e o Presi"M"ente nunca sabe de nada, mesmo que tudo ocorra do seu lado. Ora, todo mundo sabe que a esquerda vive em reuniões e que nada é feito sem que o "chefe" saiba. Até porque, quando isto acontece, dá-se o tal JUSTIÇAMENTO, a execução dos envolvidos, ato cometido pelos próprios "companheiros". Se não a execução, acontece a "queimada de filme", onde quase sempre atribuem ao acusado "atos direitistas" incondizentes com a "moral esquerdista".

É até um insulto juntar estas duas palavras, moral e esquerdista, por isto as aspas.

Quem não acredita em um Ser Supremo por que acha-se o próprio Ser Supremo (pois entendem que suas cabecinhas de m***a são capazes de criar uma sociedade completa sem o apoio da história, deixando de lado até mesmo o lado humano do ser humano como a liberade de expressão e a de ir e vir como bem mostra Cuba e China, os parceiros do esquedismo lat"R"ino-americano, e não a Suécia, por exemplo) não é capaz de julgar moralmente seus atos. É um sociopata como já foi definido neste blog anteriormente.

Mas vamos aos filmes...



Aberto os arquivos do MOVIMENTO CÍVICO-PATRIÓTICO DE 64

Do site www.averdadesufocada.com
Link para download do livro: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

O fim do regime militar e a Lei da Anistia não trouxeram a pacificação desejada. Crédulos, os militares voltaram às suas atribuições, confiantes na reconciliação de todos os brasileiros. As mãos foram estendidas em sinal de paz, por um dos lados - as mãos dos vencedores da luta armada - porém, para os vencidos, o combate continuou. Os derrotados trocaram as armas pelas palavras, fazendo questão de não deixar cicatrizar as feridas que procuram manter abertas até os dias de hoje.

Com a chegada ao Brasil dos primeiros banidos e auto-exilados a História começou a ser reescrita. Com os direitos políticos readquiridos, muitos voltaram a seus cargos, outros foram acolhidos por governos simpatizantes e outros ingressaram em partidos políticos recém fundados.

Aos poucos, a maioria dos “perseguidos políticos” ocupava cargos públicos, setores da mídia e universidades. Bons formadores de opinião, passaram a usar novas técnicas na batalha pela tomada do poder e pela tentativa de desmoralização das Forças Armadas.

A esquerda revanchista passou a descrever e a mostrar, da forma que lhe convinha, a luta armada no Brasil.

E o fez de maneira capciosa, invertendo, criando e deturpando fatos, enaltecendo terroristas, falseando a história, achincalhando as Forças Armadas e expondo à execração pública aqueles que, cumprindo com o dever, lutaram contra a subversão e o terrorismo em defesa da Nação e do Estado.

Passou a predominar no País a versão dos derrotados, que agiam livremente, sem qualquer contestação. As Forças Armadas, disciplinadas, se mantiveram mudas.

Aos poucos, a farsa dos revanchistas começou a ser aceita como “verdade” pelos que não viveram a época da luta armada e do terrorismo e que passaram a acreditar na versão que lhes era imposta pelos meios de comunicação social. No segundo semestre de 1985, em razão das acusações formuladas no livro Brasil: Nunca Mais e pelas suas repercussões na mídia, a Seção de Informações do Centro de Informações do Exército (CIE) - atual Divisão de Inteligência do Centro de Inteligência do Exército - recebeu a missão de empregar os seus analistas - além de suas funções e encargos normais - na realização de uma pesquisa histórica, considerando o período que abarcasse os antecedentes imediatos da Contra-Revolução de 31 de março de 1964, até a derrota e o desmantelamento das organizações e partidos que utilizaram a luta armada como instrumento de tomada do poder.

As pesquisas iniciais, realizadas ainda em 1985, mostraram, com clareza, que o trabalho ficaria incompleto e, até mesmo, impreciso historicamente, se fosse cumprido o planejamento inicialmente estabelecido. Assim, ampliou-se, no tempo e no espaço os limites físicos e cronológicos da pesquisa, retroagindo-se a Marx e Engels, passando pelos pólos irradiadores do Movimento Comunista Internacional e pela história do PCdoB – desde a sua criação em 1922 com a denominação de Partido Comunista do Brasil/Seção Brasileira da Internacional Comunista - prolongando-se até a primeira metade da década de 1980.

Foi um trabalho minucioso, realizado em equipe, em que, inicialmente, os documentos existentes àquela época no CIE foram estudados, analisados e debatidos, conduzindo a novas indagações e a novos interesses. Com isso, as pesquisas foram ampliadas significativamente, incluindo processos, inquéritos, depoimentos de próprio punho de presos, jornais, revistas, gravações de programas de televisão, entrevistas, uma extensa bibliografia nacional e estrangeira e alguns livros de ex-militantes da luta armada. Todas as pesquisas contribuíram para a elaboração desse livro, diferentemente do trabalho da equipe de D. Paulo Evaristo Arns que, para o livro “Brasil Nunca Mais”, pesquisou os processos e os inquéritos disponíveis na Justiça Militar, de onde extraiu, apenas, o que interessava, desde que fossem acusações e críticas aos militares e civis que os combateram e os derrotaram. Visando a resguardar o caráter confidencial da pesquisa e a elaboração da obra, foi designada uma palavra-código para se referir ao projeto - Orvil -, livro escrito de forma invertida. Em fins de 1987, o texto, de aproximadamente mil páginas, estava pronto.

A obra recebeu a denominação de “Tentativas de Tomada do Poder” e foi classificada como “Reservado”, grau de sigilo válido até que o livro fosse publicado oficialmente ou que ultrapassasse o período previsto na lei para torná-lo ostensivo.

Concluída e apresentada ao ministro do Exército, General Ex Leônidas Pires Gonçalves, este não autorizou a sua publicação - que seria a palavra oficial do Exército - sob a alegação de que a conjuntura política não era oportuna, que o momento era de concórdia, conciliação, harmonia e desarmamento de espíritos e não de confronto, de acusações e de desunião. Assim, a instituição permaneceu muda e a farsa dos revanchistas continuou, livre e solta, a inundar o País.

Muitos militares, considerando que a classificação sigilosa “Reservado” já ultrapassara o sigilo imposto pela lei e dispostos a divulgar o livro, resolveram copiá-lo e difundi-lo nos últimos 12 anos, na expectativa de que um número cada vez maior de leitores tomasse conhecimento de seu conteúdo.

Milhares de exemplares foram distribuídos a amigos, em corrente, e alguns exemplares foram entregues a jornalistas. Nós também recebemos um e nossos visitantes têm nos cobrado, permanentemente, a difusão do mesmo. Hoje, até órgãos do governo o possuem. Não o difundem porque a eles não interessa a divulgação do que ele contém.

Em abril de 2007, o Diário de Minas e o Correio Braziliense publicaram, por vários dias, extensa matéria sob o título “Livro Secreto do Exército é revelado”, em que abordaram, de forma irresponsável e panfletária, alguns aspectos que mais lhes interessavam sobre o livro. Logo em seguida, os telejornais fizeram coro à campanha. Um procurador, mais afoito e atirado, afirmou que os militares sonegam dados sobre os desaparecidos. E de repente, não mais que de repente, o assunto bombástico desapareceu da mídia, como sempre. Os críticos do livro se recolheram, deixando no ar algumas meias verdades e muitas mentiras.

O silêncio prolongado, embora excepcionalmente revelador, sugere algumas indagações, dentre outras:

a - Por que os jornais não difundem o livro sequencialmente em capítulos?

-Teriam matéria gratuita por um longo período e, por certo, bateriam recordes de venda;

- Mostrariam à Nação um pouco das “ações heróicas” dos angelicais ex-terroristas, que receberam treinamento de guerrilha em Cuba, União Soviética e na China. Terroristas, que mataram, “justiçaram”, seqüestraram e assaltaram.

- Alertariam a população para as verdadeiras intenções da luta armada - implantar no Brasil o comunismo - seguindo as idéias de Fidel Castro e Che Guevara. As mesmas intenções do atual bolivarismo.b

- Se o livro teve a mais baixa classificação sigilosa – “Reservado” - porque denominá-lo de Livro Secreto?

- Para criar impacto e vender mais?

- Para criar falsas expectativas no leitor?

- Por que não permitir ao leitor conhecer toda essa História?

- Por que não publicá-lo ostensivamente, se a classificação “Reservado” já está caduca?

Assediado pela imprensa, o General Leônidas confirmou a missão atribuída ao CIE de elaborar o livro em 1985 e a decisão de não publicá-lo em 1988, em nome da concórdia, do desarmamento de espírito e da pacificação nacional, como o fora em 1979 a “Lei da Anistia”. Em 29 de agosto último, a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República lançou, no Palácio do Planalto, em badalada cerimônia, que contou com a presença do presidente Lula, o livro “Direito à Memória e à Verdade”, praticamente uma cópia do livro “Os Filhos deste Solo” de Nilmário Miranda e Carlos Tibúrcio. Para os autores desses dois livros, os crimes praticados pelos militantes da luta armada, simplesmente, não existiram. São ”heróis” que precisam ser permanentemente homenageados.

No texto de uma matéria publicada no Correio Braziliense de 31/08/07, o articulista Lucas Figueiredo estabeleceu um ponto de contato, um elo de integração entre o livro “Direito à Memória e a Verdade” e o livro do CIE “As Tentativas de Tomada do Poder”, quando afirmou:

“A versão oficial do Exército sobre a morte de desaparecidos políticos é incorporada à história formal do período militar – Livro secreto agora é oficial”, como se o Orvil desse credibilidade às versões publicadas no livro ”Direito à Memória e a Verdade”.

Em razão de uma afirmação descabida, desonesta e mal intencionada e para que os leitores possam comparar, avaliar e concluir, resolvemos divulgar o “Projeto Orvil” no site - www.averdadesufocada.com, para consulta livre e gratuita. Ao mesmo tempo, o divulgaremos para todos os endereços eletrônicos disponíveis – particularmente os de jornais, revistas, escolas, universidades, associações de classe, etc - e o colocamos à disposição de outros sites que, como o nosso, estejam interessados em mostrar aos leitores que o livro não é secreto e nada tem a esconder, pelo contrário, ele mostra tudo aquilo que a esquerda não quer que o Brasil conheça.

Fonte: Os editores do site www.averdadesufocada.com

Link para download do livro em formato .PDF: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

Link da matéria: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=737&Itemid=78

"Orkuteiros" entregam carta a senadores sobre FORO DE SÃO PAULO, CPMF e 3º mandato

Do site POLÍTICA REAL - http://www.politicareal.com.br/

Representantes de 27 comunidades do Orkut que totalizariam mais de 520 mil internautas distribuiram hoje,30, no Senado Federal uma carta em que repudiam a possível aprovação do chamado “imposto do cheque”, a prorrogação da CPMF.

A carta que foi entregue em muitos gabinetes e que deverá ser entregue a todos até o final da semana, tem quatro páginas e é assinada pela “Nação Brasileira”. “Vimos pela presente, avisá-los que faremos campanha contra e boicotaremos , nas próximas eleições, cada senador, em seus respectivos estados, que votar contra o povo, a favor da CPMF”.

A carta também se posiciona contra a possível PEC do Terceiro Mandato do Presidente Lula.

A Carta questiona sobre o esquecimento da mídia em torno do “Foro de São Paulo”. Eles perguntam o que é isso e quais são os reais interesses.

Eles pedem que as autoridades judiciais “intimem”o Presidente Lula a entregrar “imediatamente” toda a documentação das reuniões do Foro de São Paulo.

NORDESTINOS – Segundo Chris Couto (para quem tem Orkut - http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6849651846483597970), fundadora da comunidade Partido Vergonha na Cara (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=26267705 e http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18793976), os senadores foram muitos gentis e se solidarizaram com as propostas dos orkuteiros:

- Os senadores Agripino e Tasso Jereissati são exemplos de senadores patriotas e honestos (? - eu não botaria minha mão no fogo), não somente com o povo dos estados que os elegeram, mas trabalham a favor de todos os brasileiros.

Fonte: site POLÍTICA REAL - http://www.politicareal.com.br/
Link: http://www.politicareal.com.br/noticia.php?id=9602
A julgar pelo contador de visitas do blog CAVALEIRO DO TEMPLO, temos visitas de fora do país. Portanto, logo abaixo coloco um vídeo sobre as passeatas FORA LULA que estão acontecendo em todo o país. Vejam como a grande mídia mente deslavadamente e não divulga o que a melhor parcela da população quer para si mesma, seus filhos, familiares e pro país.

Pois é, o brasileiro está mudando. Graças a Deus!!!

Proposta sobre 3º mandato é desarquivada

Do site FOLHA ONLINE - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u341665.shtml

O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), mandou desarquivar em abril deste ano uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que permite a reeleição sem limites para cargos majoritários --o que abriria caminho para a aprovação de um terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informa reportagem publicada nesta quinta-feira pela Folha (íntegra só para assinantes do jornal ou do UOL).

O pedido, feito em fevereiro, partiu do deputado petista Fernando Ferro (PE). Ele solicitou o desarquivamento de propostas sobre a reeleição. O movimento petista pode acelerar a discussão levantada pelos deputados Devanir Ribeiro (PT-SP) e Carlos Willian (PTC-MG), que defendem a possibilidade de um terceiro mandato para Lula, uma vez que a emenda já foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara em 2000.

O relator na comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), considerou, na época, a proposta constitucional. O próximo passo é a discussão em comissão especial, que depende do presidente da Câmara para ser instalada.

De autoria do ex-deputado Inaldo Leitão (PR-PB), a proposição permite ao presidente da República, a prefeitos e governadores concorrerem a infinitas reeleições, desde que se licenciem do cargo seis meses antes da disputa.

Fonte: FOLHA ONLINE - http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u341665.shtml

Crime e retórica: idéia que o crime é uma questão social domina as esquerdas, em detrimento da sociedade.

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br/

Resumo: Depois de toda uma geração de vítimas do crime ter sido sacrificada no altar das teorias da esquerda, uma mudança de direção política produziu maiores índices de aprisionamento – e menores índices de criminalidade – em países como os EUA.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Oakland, na Califórnia, sofre, há muito tempo, altos índices de criminalidade e, particularmente, alto índice de assassinatos. A julgar por um recente discurso de seu atual prefeito, o velho esquerdista Ron Dellums, a cidade terá um futuro muito parecido com seu passado.

Por que Oakland é tão violenta? Segundo o prefeito Dellums, “temos fechado nossos olhos às injustiças e desigualdades e, agora, estamos colhendo os amargos frutos daquela desconsideração de todo um grupo de indivíduos.”

Essa é a retórica das “raízes do crime” da década de 1960, ainda forte nas esquerdas
atualmente, apesar de montanhas de evidências do contrário que se têm acumulado nas décadas desde então.

Isso é o que torna o problema de Oakland mais do que o problema de Oakland – ou mesmo o problema dos EUA. O mesmo tipo de pensamento prevalece na esquerda em outros países, produzindo o mesmo tipo de terríveis resultados.

Como disse o escritor inglês Peter Hitchens: “A Inglaterra está rapidamente se tornando um lugar onde o homem bom teme o mau e o mau não teme nada.”

Ele disse ainda: “A pura e simples estupidez da maioria das declarações políticas sobre crimes desafia até os mais crédulos.” Ambas as afirmações se aplicariam tanto a Oakland quanto a Londres – e a muitos outros lugares.

Uma notícia de jornal sobre o discurso do prefeito Dellums dá conta de que ele estava “seguramente confortável com o que estava dizendo e falava de improviso.”

Por que estar desconfortável ou precisar de um discurso escrito para repetir as mesmas noções politicamente corretas que toda a esquerda – aqui e no exterior – tem repetido como um mantra por quase meio século? Você precisaria de algo escrito para recitar o alfabeto?

A idéia de que “injustiças e desigualdades” explicam o crime se originou há mais de dois séculos. Você vai encontrá-la, na Inglaterra, no livro de William Godwin de 1793, “Investigação sobre a justiça política”, e mesmo antes, em alguns escritores franceses.

Ela é a marca registrada da esquerda em todo o mundo.

Mesmo que tais idéias tenham existido por séculos, elas não se tornaram dominantes para aqueles responsáveis pelo sistema legal e policial até a segunda metade do século XX – mais especificamente, até os anos 1960 nos EUA.

Como eram os índices de criminalidade em 1960, antes que essas idéias invadissem os tribunais e os ramos legislativo e executivo do governo?

Até 1960, o índice de assassinatos estava declinando havia décadas – tanto entre os brancos quanto entre os negros – e era pouco menos da metade do que era em 1934.

Será que não havia nenhuma “injustiça e desigualdade” em 1960 e nas décadas anteriores?
Ninguém que seja velho o suficiente para lembrar daqueles tempos acreditaria nisso.

Foi precisamente a chegada ao poder em 1960 (nos tribunais e nos governos) daqueles que acreditavam que “injustiças e desigualdades” fossem as causas do crime que marcou o enfraquecimento da aplicação da lei e do aprisionamento de marginais – e marcou um dos mais dramáticos crescimentos do crime em nossa história.

Tendo declinado por décadas sem fim, o índice de assassinato abruptamente dobrou de 1961 a 1974. O número de cidadãos vítimas de crimes violentos, em geral, triplicou.

Tais tendências começaram em momentos diferentes em países diferentes, mas o padrão é muito similar. Na medida em que o índice de aprisionamentos declina, o índice de crimes decola – quer na Inglaterra, na Austrália, na Nova Zelândia ou nos EUA.

Depois de toda uma geração de vítimas do crime ter sido sacrificada no altar das teorias da esquerda, uma mudança de direção política produziu maiores índices de aprisionamento – e menores índices de criminalidade – em todos esses países, no final do século XX.

Não estamos ainda onde estávamos em 1960, com respeito tanto ao índice de criminalidade quanto à taxa descendente de assassinatos. As noções da esquerda são ainda fortes na mídia, na academia e na política.

A esquerda está ainda confortável quando fala sobre “injustiça e desigualdade” – mesmo de improviso – e, certamente, sem se confrontar com a vasta quantidade de evidências de que eles estão errados.

Publicado por Townhall.com
Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Fonte: portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br/
Link: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6151&language=pt

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Economia e Livre Iniciativa

Do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA - http://www.faroldademocracia.org/temas_det.asp?id_tema=24

Para começarmos a falar sobre Economia e Livre Iniciativa, necessariamente precisamos introduzir o conceito de propriedade privada. Os méritos para a compreensão da função da propriedade privada devem ser atribuídos primeiramente aos economistas clássicos, e mais precisamente, aos economistas austríacos, especialmente o filósofo Ludwig von Mises, ao terem demonstrado que, sem a propriedade privada dos meios de produção, não há preços, e portanto, não há uma avaliação racional sobre a utilização de recursos. Segundo os “austríacos”, este foi o principal fator para o colapso da economia dos países comunistas, e em especial, da União Soviética.

De forma absolutamente diferente do que estabelece a Constituição brasileira de 1988, ao arbitrar critérios absolutamente convencionais para definir uma “função social da propriedade privada”, podemos atribuir ao instituto da propriedade privada cinco valores apriorísticos, e portanto, fundamentais, a saber:

1. Do valor jurídico: a primeira forma de obtenção da propriedade privada é a “apropriação original”. Por este conceito, um indivíduo declara ser dono sobre um dado recurso natural jamais antes pertencente a outro indivíduo. O conceito de propriedade emerge sempre que pensamos em raridade dos recursos, e é por si mesmo, a medida solucionadora de disputas entre dois seres humanos. Mesmo o próprio local no qual um ser humano põe os pés sugere a necessidade de um critério pacífico de resolução de conflitos, dado que duas pessoas não têm como ocupar o mesmo lugar no espaço. Da apropriação original, surgem diversos destinos que uma pessoa pode dar ao seu bem: a troca, a doação, o empréstimo, gratuito ou oneroso, ou outras formas mais complexas de relacionamento com outros humanos, todas pacíficas e porque voluntárias, também mutuamente benéficas.

2. Do valor filosófico: do conceito de propriedade privada surge a garantia de liberdade de um ser humano. A primeira propriedade de uma pessoa é o seu próprio corpo. Um ser humano tem um elo lógico, naturalmente aceitável por qualquer um, para declarar seu corpo como sendo sua propriedade: é ele quem o ocupa, que o forma e que o mantém; qualquer outro critério que alguém alegue para declarar a sua propriedade sobre o corpo de outrem, digamos por exemplo, o fato de ser mais forte, ou mais claro, ou de ter sido encarregado de uma missão divina, é destituído de qualquer vínculo natural e lógico, mas antes, baseado em conceitos puramente arbitrários por ele mesmo estabelecidos.

3. Do valor moral: a liberdade, que é o fruto garantido pelo direito de propriedade, não tem um valor finalístico próprio, mas é ela mesma incondicionalmente ligada à procura da felicidade. Dado que não há, absolutamente, nenhum critério pelo qual um ser humano possa ditar a outro como ser feliz, a busca da felicidade, objetivamente considerada, deve envolver somente o juízo de cada indivíduo, e do que ele estabelece para si mesmo como sendo o alvo de suas aspirações. Quando alguém –um indivíduo, ou um grupo de indivíduos unidos por uma convenção, digamos, o Estado - começa a ditar restrições ao direito de propriedade, ou mais sutilmente, sobre as variações de uso da propriedade, por exemplo, sobre o modo como as trocas podem ser feitas, inexoravelmente inicia um processo de derrogação da liberdade e portanto, da felicidade humana individual.

4. Do valor econômico: Já vimos até aqui que, com a propriedade privada, surge a possibilidade de os seres humanos efetuarem trocas. Estas trocas, quando realizadas pacifica e voluntariamente, atendem ex-ante aos anseios dos seus protagonistas e permitem, com o uso de um meio de troca, ou seja, da moeda, uma avaliação cada vez mais apurada e precisa dos valores que uma dada população atribui a cada bem, dado que os indivíduos, com o objetivo de incrementarem suas condições de vida, tendem a balancear as relações de custo X benefício. Nos países comunistas, os preços eram convencionalmente estabelecidos por burocratas desvinculados de qualquer conhecimento sobre os custos de produção, daí que torravam capital material e humano em empreendimentos que inexoravelmente produziam menos do que o investimento feito.

5. Do valor praxeológico: a Praxeologia, a ciência desenvolvida pelo filósofo Ludwig von Mises, estuda a ação humana, e define categoricamente os eventos e situações em que o ser humano age, sempre com o intuito de prover uma melhoria de seu bem-estar. Neste aspecto, a acumulação dos frutos do trabalho tem o efeito de estímulo à produção de mais bens, os quais poderão ser trocados com os demais indivíduos que com ele se relacionam, o que acarreta, paulatinamente, um incremento geral no padrão de vida de todos os envolvidos.

Quando compreendemos o que acima foi exposto, podemos claramente entender que a defesa do instituto da propriedade privada possui um caráter apriorístico e fundamental, bem diferente, como apresentamos acima, dos equivocados conceitos estabelecidos pelos constituintes de 1988; em suma, não é uma dada propriedade particular que irá cumprir uma função – social(?) – da propriedade, se estiver em dia com determinadas obrigações ou requisitos estabelecidos por terceiros. O que define a segurança, tranqüilidade, estado de confiança mútua e paz no seio de uma sociedade é a compreensão mesma dos valores intrínsecos da propriedade privada, e que qualquer derrogação, mesmo parcial, sempre acarretará uma corrosão no edifício social.

Finalmente, devido ao fato de que a ação humana é sempre um ato individual, e que a busca da felicidade ampara-se sempre em critérios absolutamente pessoais e subjetivos, qualquer explicação macro-econômica da sociedade irremediavelmente escora-se em valores de juízo arbitrariamente - e por isto injustamente - estabelecidos por seus propositores. O Farol da Democracia Representativa acredita nestes valores e acrescenta a estes a contribuição do legado civilizacional judaico-cristão, como ingrediente harmonizador e imprescindível, e sugere aos leitores especialmente os textos e livros que seguem abaixo nesta seção.

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Sociedade de Trincheiras Klauber Cristofen Pires
A Dignidade do Empresário Klauber Cristofen Pires
Pirataria se Ensina na Escola Klauber Cristofen Pires

Fonte: portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA - http://www.faroldademocracia.org
Link: http://www.faroldademocracia.org/temas_det.asp?id_tema=24

Che Guvara por ele mesmo...

... ou seja, um SATANISTA:

Não sou Cristo nem um filantropo; sou todo o contrário de um Cristo.”
Che "Quer vara", o sociopata assassino louco adorado por imbecis.

O Dossiê Emir Sader

Direto do blog do Pablo Henrique - http://blogdopablohenriquearqespemir.blogspot.com/

Montei este dossiê com a finalidade de impedir que a página principal de meu blog fique cheia de Emir Sader. Resolvi juntar tudo em um só lugar, para facilitar a pesquisa sobre esse nobre sociólogo de letras próprias e idéias do alheio.

Aqui estão os textos que eu e outras pessoas escreveram apenas para corrigir os erros de português de Emir Sader, críticas a respeito do (de) mérito de alguns de seus artigos e obras, bem como - especialmente - algumas denúncias que demontram o verdadeiro caráter desse senhor.

Dados gerais e acadêmicos do Sr. Emir Sader:

Emir Sader nasceu em São Paulo, no ano de 1943. Formou-se em Filosofia na Universidade de São Paulo. Fez Mestrado em Filosofia Política e Doutorado em Ciência Política, ambos na Universidade de São Paulo. Na mesma universidade, trabalhou como professor de filosofia e de ciência política. Foi, ainda, pesquisador do Centro de Estudos Sócio Econômicos da Universidade do Chile, professor de Política na UNICAMP e coordenador do Curso de Especialização em Políticas Sociais na Faculdade de Serviço Social da UERJ. Atualmente dirige o Laboratório de Políticas Públicas na UERJ, onde é professor de sociologia.

Em outras palavras, Emir Sader foi "moldado" com o nosso dinheiro.

Razões para o dossiê:

Eu poderia enumerar duzentas razões para fazer esse dossiê sobre a vida e a obra (ou seria "Vidia e óbria?) de Emir Sader. Vou me ater apenas às principais:

1) Emir Sader é idolatrado pela maioria quasibípede da esquerda brasileira;

2) Emir Sader é ateu, mas a esquerda-católica, essa excrescência anti-cristã, também idolatra o sociólogo; a CNBB até o chama para participar de congressos, dar palestras etc.;

3) EMIR SADER NÃO SABE ESCREVER!;

4) Emir Sader não consegue pensar;

5) Emir Sader é desonesto;

6) Emir Sader é sustentado com dinheiro público, isto é, com nosso dinheiro.

Em resumo, é isso. Quem quiser colaborar com este trabalho de utilidade pública, que não é custeado com dinheiro da contribuintalha, pode enviar comentários, links e notícias.

Depois de ler o blog, não guarde ódio. A misericórdia é a virtude suprema. Clique no link abaixo e leia o material completo.

Fonte: http://blogdopablohenriquearqespemir.blogspot.com/

Estradas x espanhóis

Quer dizer que o governo Lula entrega o patrimônio nacional para empresas estrangeiras e não cobra nem um centavo por isso? De graça, as companhias espanholas vão ficar 25 anos cobrando pedágio e ganhando dinheiro com estradas construídas com imposto pago pelo contribuinte brasileiro!

Quer dizer que o governo Lula monta um modelo de privatização que favorece o capital estrangeiro? Só multinacionais, que trazem capital de fora, mais barato, conseguem assumir pedágios tão baixos. Mais ainda: o dólar tão barato, outra proeza de Lula, favorece os estrangeiros, pois a tarifa em dólar fica maior e as companhias gastarão menos reais para enviar seus polpudos lucros aos acionistas lá fora.

Nunca na história deste país um governo foi tão servil às empreiteiras multinacionais. Uma privataria!

Essa turma que pede a reestatização da Vale, por ter sido vendida a "preço de banana", não vai pedir uma "CPI da doação das estradas"?

O manifesto comunista do PT

por Olavo de Carvalho em 24 de agosto de 2007

Resumo: Extinguir o capitalismo com a ajuda sonsa dos próprios capitalistas, chegar ao socialismo usando “a democracia como estratégia”, é o mínimo que o novo programa petista promete e, não encontrando resistência praticamente nenhuma, vai realizar sem a menor dificuldade, entre sorrisos de suas vítimas subservientes.

© 2007 MidiaSemMascara.org

O vídeo preparatório ao 3º Congresso do PT

é a prova cabal de tudo aquilo que venho dizendo desse partido há mais de uma década: é um partido revolucionário, empenhado em implantar no Brasil um regime comunista.

Assistam e tirem suas dúvidas. Entre outras coisas, a propaganda deixa claro que o PT foi o fundador e organizador do Foro de São Paulo e, como tal, o responsável direto pelo advento dos Chávez, Morales e tutti quanti , aos quais até os luminares do Departamento de Estado americano imaginaram que ele pudesse servir de alternativa democrática.

Extinguir o capitalismo com a ajuda sonsa dos próprios capitalistas, chegar ao socialismo usando “a democracia como estratégia” ( sic ), é o mínimo que o novo programa petista promete e, não encontrando resistência praticamente nenhuma, vai realizar sem a menor dificuldade, entre sorrisos de suas vítimas subservientes.

Por ter dito a verdade óbvia a respeito do processo revolucionário comunista, que agora o próprio PT assume da maneira mais descarada, fui xingado, escarnecido e ridicularizado, sofri mais difamação do que qualquer outro brasileiro vivo, perdi três empregos na mídia e recebi tantas ameaças de morte que passei a me considerar oficialmente falecido e não me preocupei mais com isso.

Não, não estou me queixando. O fenômeno me toca menos como incomodidade pessoal do que como sintoma da ignorância presunçosa das nossas elites políticas, empresariais e militares, que com perseverança asinina insistiram em rejeitar as minhas advertências e em cultivar uma imagem lisonjeira do petismo, seja em busca de vantagens imediatas – suicidas a longo prazo –, seja simplesmente de proteção poliânica contra uma realidade que se anunciava temível demais para as suas alminhas frágeis e trêmulas.

Também não quero humilhar os derrotados, quero apenas adverti-los novamente, desta vez com a certeza absoluta de que o tempo restante para uma reação eficaz está se esgotando rapidamente, muito rapidamente.

Uma reação eficaz subentende conhecimento exato do estado de coisas e da sua longa preparação histórica, assim como disposição para jogar ao lixo todas as ilusões de que o comunismo acabou, de que o Brasil, por especial proteção divina, é imune à tentação revolucionária, ou de que o governo americano está interessado em defender o nosso país contra a onda castrochavista .

Os americanos só se interessarão por isso se lutarmos para despertar seu interesse. Por enquanto, o único brasileiro que vem tentando fazer alguma coisa nesse sentido sou eu – sem apoio institucional, sem dinheiro, sem um único ajudante e contando apenas com a força de uma cara-de-pau que a mim mesmo me surpreende. Não tenho acesso direto ao governo, mas tenho falado o quanto posso, em think tanks, instituições universitárias e até na Academia de West Point.

Noventa por cento dos que me ouvem me dão razão, mas não posso competir com a ação petista espalhada em Washington e Nova York, protegida até mesmo pelas frações do empresariado brasileiro aí presentes.

Publicado pelo Diário do Comércio em 23/08/2007

Livros usados pela Internet - eu compro aqui

A Estante Virtual* (www.estantevirtual.com.br) é um portal criado para revolucionar a comercialização de livros usados pela internet, colocando todos os recursos que a tecnologia é capaz de oferecer a serviço da comunidade de livreiros e do público amante dos livros.

Apoiada em um sistema arrojado de programação que de outra forma representaria um custo insustentável para um único livreiro, a Estante Virtual foi desenvolvida como um projeto totalmente independente por uma equipe de programadores, administradores e professores que têm no objetivo do projeto também um ideal.

Reunindo em um mesmo lugar o acervo de centenas de sebos ao mesmo tempo, a Estante Virtual é uma poderosa ferramenta para você localizar aquele livro que você procura sem ter que restringir a eficácia da sua busca procurando pessoalmente nas estantes de um número de sebos que invariavelmente será bastante restrito.

Como uma alternativa aos também robustos bancos de dados de livrarias online, a Estante Virtual facilita o acesso de uma forma inédita aos livros da comunidade de sebos e livreiros, bem como aos livros de qualquer internauta - este, que imediatamente também terá seus livros expostos para a venda. Como resultado, o portal representa uma ferramenta de comércio eletrônico bastante valiosa em um mercado em que os livros são editados a preços não raras vezes inacessíveis aos seus leitores interessados.


* Nota de rodapé do Cavaleiro do Templo: comprei inúmeros livros através do site, nunca tive problema de nenhum tipo.

RECOMENDO!!!

Devemos recordar o grande terror

Escrito por Carlos I.S. Azambuja em 26 de outubro de 2007

A época do Grande Terror na União Soviética bem como a teoria e prática comunista já foram objeto de inúmeros artigos e livros. Sobre o assunto, a literatura é inesgotável. A biblioteca da Universidade de Harvard, nos EUA, lista mais de 20 mil volumes dedicados exclusivamente a esses temas.

Entretanto, muitos, das novas gerações, dirão: "Caramba. Eu não sabia!"

Portanto, nunca será demais recordar o que ocorreu quando da implantação do comunismo na Rússia, transformada em União Soviética em 1924, e fundamentalmente a época do Grande Terror, na década de 30.

Em seu auge, em 1937 e 1938, pelo menos um milhão e meio de pessoas foram arrastadas aos tribunais constituídos pelos primeiros-secretários regionais do Partido Comunista, os procuradores e chefes de segurança locais. Após os processos sumários, existiam três alternativas: os réus eram condenados à morte, a trabalhos forçados ou ao exílio.

No auge do Grande Terror, o Politburo emitiu “cotas” às autoridades policiais, instruindo-as sobre as percentagens da população que, em seus distritos, deveria ser morta e que percentagem deveria ser enviada para os campos de trabalhos forçados (“gulags”). Por exemplo, em 2 de junho de 1937, foi enviada uma cota de 35 mil pessoas a serem “reprimidas” em Moscou, das quais 5 mil deveriam ser mortas. As pessoas eram incluídas nessas cotas simplesmente por serem consideradas “difíceis de controlar e propensas a se envolverem em sabotagem”.

O quanto esse expurgo afetou a elite do partido pode ser constatado no fato de que dos 139 membros do Comitê Central eleito no 17º Congresso do PCUS, em 1934, 70% foram executados.

Na era Stalin, todos os que foram companheiros mais próximos de Lênin foram presos, torturados e depois aniquilados física e mentalmente. Foram obrigados a se submeter à encenação de “julgamentos”, nos quais confessaram os crimes de espionagem, atos terroristas e tentativas de “restaurar o capitalismo”. Depois disso, foram executados ou enviados aos “gulags”. Em seu chamado “testamento”, Lênin listou seis importantes dirigentes comunistas como seus potenciais sucessores. Todos, exceto um – Stalin – morreram.

Dmitri Volgokonov, general soviético que tornou-se historiador, ficou, segundo suas próprias palavras, “profundamente abalado” quando descobriu, nos arquivos liberados após o fim da União Soviética, 30 listas datadas de um único dia, 12 de dezembro de 1938. As listas continham os nomes de cerca de 5 mil pessoas cujas sentenças de morte Stalin havia assinado antes mesmo de serem formalmente julgadas.

De uma forma ou de outra, a maioria da população foi impelida a participar dessa orgia destrutiva, delatando amigos e conhecidos, pois não revelar uma “conversa subversiva” significava “subversão”.

Os massacres de 1937-1938 aniquilaram as fileiras dos “antigos bolcheviques” e seus lugares eram logo tomados pelos recém-chegados. Em 1939, 80% do pessoal executivo do Partido Comunista da União Soviética havia chegado ao partido após a morte de Lênin. De suas fileiras, saíram os funcionários do alto escalão do partido e do governo, a chamada “nomenklatura”, que não apenas monopolizou todas as posições de mando como também usufruiu exclusivamente de privilégios, constituindo-se, assim, em uma nova classe exploradora.

Pertencer à “nomenklatura” era garantia de um status permanente e ela tornou-se hereditária. Quando a União Soviética foi desfeita, em 1991, a “nomenklatura” era constituída por aproximadamente 750 mil membros e, com suas famílias, cerca de 3 milhões de pessoas (aproximadamente 1,5% da população). Igual à proporção de nobres durante o czarismo, no século XVIII.

O Exército Vermelho não escapou ao terror: de seus 5 marechais, 15 generais e 9 almirantes, 24 foram “liquidados”. O Clero também sofreu perdas devastadoras: em 1937-1938, 165.200 membros da Igreja foram presos pelo “crime” de praticar a religião e, desses, 106.800 foram mortos.

Andrei Gromyko, ministro do Exterior de Stalin, relatou que dois ou mais membros do Politburo nunca andavam no mesmo carro, com medo de se tornarem suspeitos de “conspiração”.

Segundo evidências extraídas dos arquivos secretos, durante 1937 e 1938, quando o Grande Terror estava no auge, os órgãos de segurança detiveram, por supostas “atividades anti-soviéticas”, 1.548.366 pessoas, das quais 681.692 foram mortas. Ou seja, uma média de mil execuções por dia. A maioria dos sobreviventes terminou seus dias em campos de trabalhos forçados.

Nenhum responsável por esses crimes foi levado a julgamento ou preso depois que a União Soviética se desfez. Por um simples motivo: não se sabia com quem ficariam as chaves das prisões.

Essa orgia de destruição desafiou uma explicação racional. Uma piada de humor negro contada por um prisioneiro chegado a um campo de trabalhos forçados: perguntaram-lhe há quanto tempo havia sido condenado e ele respondeu: “25 anos”. “Por que?”, perguntaram-lhe. “Por nada”. “Não pode ser. Por nada, você teria sido condenado 10 anos”.

A morte de Stalin, em 1954, deixou seus sucessores perplexos, pois sentiram que teriam que repudiar o ditador demente e suas políticas assassinas, mas precisavam preservar o sistema que ele gerou e geriu por quase 30 anos e do qual todos fizeram parte. Resolveram o problema relacionando o comunismo com Lênin e, em 1956, em um discurso secreto no 20º Congresso do PCUS, o primeiro após a morte de Stalin, Nikita Kruschev, o novo Secretário-Geral ”denunciou” os crimes de Stalin.

Como resultado dessas revelações Stalin transformou-se, da noite para o dia, em um ninguém. Seu corpo foi removido do mausoléu que partilhava com Lênin, Stalingrado passou a chamar-se Volvogrado e, com a eficiência que a burocracia soviética sempre se orgulhou, seus inúmeros retratos, estátuas e lugares que levavam seu nome desapareceram. Foi como se as três décadas de seu governo não tivessem existido.

Para explicar os “erros” de Stalin eram possíveis apenas duas soluções e nenhuma delas era aceitável: ou a teoria do marxismo-leninismo estava errada ou a União Soviética não era um Estado marxista.

A seguir, Kruschev implantou a política de “coexistência pacífica”. Ou seja, 60 anos depois das previsões de Eduard Bernstein, tachado de “revisionista”, o Politburo adotou a sua tese de que o socialismo triunfaria não por meio da revolução, muito menos da guerra, mas por meios não-violentos. Foi esse o ponto de partida para o início da lenta, mas inexorável deslegitimização do comunismo em todo o mundo.

(*) Dados extraídos do “Livro Negro do Comunismo” - , escrito por seis ex-marxistas. (http://www.endireitar.org/content/view/25/111/ e, para comprar, http://compare.buscape.com.br/o-livro-negro-do-comunismo-courtois-stephane-8528607321.html?pos=1).

Publicado originalmente no site MídiaSemMáscara.org

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR - http://www.endireitar.org/
Link: http://www.endireitar.org/content/view/20/1/

Força-tarefa Resistência Democrática

Iniciativa do portal FAROL DA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA - http://www.faroldademocracia.org

Cadastre-se sem custos para recewber notícias, convites e informações sobre os movimentos em prol da Democracia no Brasil. Não adianta ficarmos APENAS reclamando em blogs, sites, etc... Temos que ir para a rua MAS de forma organizada. É esta a proposta da força-tarefa.

Clique para se cadastrar: http://www.faroldademocracia.org/forca_tarefa.asp

Ideais traídos

Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma.

Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente.

Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor.
Ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe”.

(Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.)

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Novo "Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano"

Novo ‘Manual do perfeito idiota latino-americano’ tira FHC da lista, mas deixa Lula
Por Ligia Filgueiras*

O jornal O Globo publicou uma entrevista (1) no domingo com Carlos Alberto Montaner, escritor cubano hoje radicado na Espanha, e um dos autores do ‘Manual do perfeito idiota latino-americano’, junto com Plinio Apuleyo Mendoza e Alvaro Vargas Llosa, publicado no Brasil em 1997 (2). Vem aí uma nova versão do livro num momento que Montaner considera crucial para divulgação: o populismo vai de vento em popa na AL.

O IL e a UniverCidade fizeram o lançamento da primeira versão no Rio, quando Montaner deu uma aula de esperança para a platéia universitária. Entre alertas positivos e negativos, mostrou, através de diversos exemplos da experiência histórica, o que leva as sociedades à pobreza ou estagnação e o que as leva à riqueza. Exortou os jovens a investirem em si mesmos, estudando, adquirindo mais conhecimentos, aperfeiçoando-se constantemente, e procurando fazer poupança para o futuro, evitando o caminho fácil do “torrar” dinheiro. Estimulou-os, inclusive, a conhecerem e a participarem do mercado de ações. ‘Se você entra ainda que como officeboy para uma empresa – explicava Montaner - e pode perceber como ela se desenvolve e prospera, veja se tem ações na Bolsa de Valores. Se tem, invista um pouco de sua poupança nas ações dessa empresa. Dentro dela, você poderá saber a quem está confiando sua poupança. Mais tarde, esse pequeno esforço contínuo poderá lhe render muitos frutos.”

Montaner narrou a experiência como exilado Cubano e sua observação de outros países da América Latina. Percebeu que, tradição cultural à parte, havia algo mais em comum entre seus países que os levavam, inexoravelmente, à pobreza. E a razão não poderia ser a herança cultural, já que o Chile estava mostrando excelentes resultados com a aplicação da prática liberal. Essas reflexões, feitas com os companheiros, Alvaro e Plinio, levaram-no a publicar o “Manual do perfeito idiota latino-americano”. (De leitura imperdível. Consulte a biblioteca do IL).

No primeiro Manual, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso constava da lista de brasileños, ao lado de Lula. Agora na última versão, FHC está fora da lista, mas Lula fica. A razão? Segundo matéria dO Globo, FHC “curou-se com muitas leituras, o que Lula não fez”. FHC era antes considerado autor do “manual da seita” dos populistas, por ter escrito “Dependência e Desenvolvimento na América Latina”.

Na entrevista, Montaner diz que o editor do novo Manual havia sugerido um capítulo sobre “ex-idiotas notáveis felizmente curados”, ao qual Montaner juntaria seu próprio nome e o dos outros dois autores. Mas o livro já está tão rico de novos nomes, que vale a leitura para conhecer os “emergentes”: de um lado, tem a lista da esquerda vegetariana; do outro, a carnívora. Lula está na primeira, ao lado de Tabaré Vázquez (Uruguai) e Néstor Kirchner (Argentina). Na esquerda carnívora, pode apostar: além de Fidel Castro, entra Hugo Chávez (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia). São os que querem uma América Latina revolucionária, que expulse a economia de mercado e, a longo prazo, destrua o Primeiro Mundo.

Com relação a nosotros, Montaner mostra seu receio: o presidente Lula “continua a não entender como se cria riqueza e como se pode gastar mal.” Para Montaner, o presidente brasileiro deve ser avaliado não pelos acertos de seu governo, que são poucos, mas pelos erros que não cometeu. Mas essa, diz Montaner, “é quase a definição de um político medíocre.”

* Jornalista
(1) ‘Há uma epidemia de idiotice capitaneada por Chávez’. O Globo, País, 09.07.06.
(2) Editado pela Bertrand Brasil e Instituto Liberal (1997); apresentação de Mario Vargas Llosa; prefácio de Roberto Campos.

Nota: Sobre Montaner, leia o artigo ‘O que é o Liberalismo’, publicado na série Ensaios & Artigos do IL.

No Brasil, o crime está nascendo dentro do Estado

Do blog MOVIMENTO DE ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - http://movimentodaordemevigilia.blogspot.com
Postado domingo, 28 de outubro de 2007

PESQUISADOR MOSTRA LIGAÇÃO ENTRE CRIMINOSOS E SETOR PÚBLICO

Autor de "Tiros na democracia" e vice-coordenador do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas da Universidade Federal de Pernambuco, o professor Adriano Oliveira acaba de lançar o livro "Tráfico de drogas e crime organizado, peças e mecanismos", no qual faz uma análise profunda e científica do assunto. E chega a uma conclusão inquietante: o crime no Brasil tem origem no Estado.

O livro partiu de tese defendida na UFPE, aprovada com nota máxima e indicada pelo doutorado em ciência política da UFPE para concorrer ao título de melhor tese do ano da Capes. Oliveira entrevistou traficantes ricos e pobres, ouviu policiais, analisou inquéritos e processos.

Por Letícia Lins – O Globo - Por que o senhor diz que o Brasil é um campo fértil para se fazer análise de ações do crime organizado?

ADRIANO OLIVEIRA: Temos no país um grande quantitativo de organizações criminosas. Se formos computar o número de informações publicadas na imprensa, observamos que, a partir do instante em que há servidores públicos envolvidos com o crime, isso evidencia uma certa organização. A análise das ações da Polícia Federal nos últimos oito anos também evidencia a grande participação de servidores. E não podemos desprezar o avanço do tráfico de drogas no Rio de Janeiro, problema que vem se acentuando desde o início da década de 80. Diante desses três indicadores, só podemos pensar que o país é fértil para o nascimento do crime organizado. Contudo, mais do que isso, quando mergulhamos nesse submundo descobrimos o quanto o Estado está envolvido. Portanto, onde está o Estado observamos o crime organizado.

O Globo - O fato de o crime organizado estar dentro do Estado diferencia o Brasil de outros países, como a Itália e a sua Máfia?

OLIVEIRA: Na Itália, o crime organizado é o que chamo de exógeno: nasce à margem do Estado e depois procura atores no Estado, para criar laços cooperativos. Já o crime organizado endógeno é aquele que nasce dentro do Estado, quando juízes se unem para vender sentenças, quando policiais atrapalham ou impedem a investigação, quando promotores se reúnem para não denunciar determinadas pessoas. Ou quando mais freqüentemente observamos que prefeitos cometem atos de corrupção em conluio com empresas privadas para fraudar licitações. Considero todos esses atos como crime organizado endógeno.

O Globo - Podemos dizer que o Estado é parcialmente bandido?

OLIVEIRA: Claro. No momento em que temos a presença do crime endógeno, principal diferencial do crime no Brasil para o resto do mundo, e em que observamos o envolvimento de atores públicos cooperando, facilitando as atividades das organizações criminosas, não temos como deixar de dizer que o Estado tem o seu lado bandido. Por causa da grande corrupção inerente a ele e das organizações criminosas que se formam dentro dele, o Estado não consegue funcionar adequadamente para combater o crime.

O Globo - Então o conceito do crime no Brasil é muito mais amplo do que em outros lugares?

OLIVEIRA: Esse é um grande problema da academia brasileira e da imprensa. Não podemos reconhecer o crime organizado só nos morros. Infelizmente, no Brasil o crime está associado ao Estado - como no desvio de recursos públicos - ou nascendo dentro do Estado, como na venda de sentenças.

O Globo - No caso do tráfico de drogas, que também é abordado no seu livro, até onde o Estado está presente? O seu livro analisa o caso de um traficante, Leonardo Mendonça, cuja influência chegava até o Superior Tribunal de Justiça. Como o tráfico só faz crescer, até que ponto o Estado colabora com isso?

OLIVEIRA: Depois de entrevista com traficante, análise de inquérito na Polícia Federal, denúncia no Ministério Público e análise de processo, evidencio que sua influência foi desde o juiz do estado de Mato Grosso e chegou até a decisão de juiz no STJ. Ele teve, também, um deputado federal como facilitador de suas atividades e envolvimento de delegados da própria PF. Isso mostra o quanto o Estado está comprometido. Se pensarmos que o envolvimento com tráfico de drogas só se dá com a viatura da Polícia Militar, estamos totalmente enganados. Algumas organizações conseguem até influenciar decisões da Justiça.

O Globo - No livro foram analisados 13 casos, entre eles nove operações da PF e quatro CPIs. Em seis, a origem do crime é estatal. Isso é muito, pouco, ou o que já se espera do Brasil?

OLIVEIRA: Não esperava isso tudo. A partir do momento que descobri a grande quantidade de funcionários públicos participando de atividades ilícitas, me vi obrigado a criar o conceito de crime organizado endógeno. Já nas operações da PF, em quase todas encontramos facilitadores dentro do próprio Estado.

Jornal O GLOBO

Fonte: blog MOVIMENTO DE ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - http://movimentodaordemevigilia.blogspot.com

Marxismo Cultural - Palestra em áudio

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR - http://www.endireitar.org/
por Wellington Moraes - 27 de outubro de 2007

Palestra do Pe. Paulo Ricardo sobre Marxismo Cultural.

O Marxismo Cultural é um movimento ideológico que pretende implantar a revolução marxista.

Inicialmente não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental ou, dizendo de outra forma, uma “revolução cultural”.

Dentre os assuntos, destacamos, em síntese, os seguintes: Marxismo clássico; Antonio Gramsci; Escola de Frankfurt; Herbert Marcuse; Marxismo e Universidade; Partidos políticos no Brasil; Teologia da Libertação; O “politicamente correto”; Patrulhamento ideológico; Conselho aos universitários.

Clique aqui para escutar a palestra ou
Clique aqui para fazer o download da palestra: Audio: WMA.

Fonte: portal MOVIMENTO ENDIREITAR - http://www.endireitar.org/
Link: http://www.endireitar.org/content/view/186/1/

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Maçonaria solta o bode na Sala da Justiça e no Quartel

Do blog ALERTA TOTAL - http://alertatotal.blogspot.com/
Por Jorge Serrão

Exclusivo - A Maçonaria colocou, literalmente, o “bode” na sala do Comando do Exército e da maior instância militar do Judiciário. O animal (símbolo dos maçons) terá de ser “domado” no Forte Apache – como é conhecido o Quartel General do Exército, em Brasília. O oculto poder do "bode" já provoca incômodos na sede do Comando Militar da Amazônia. O "bicho" pode feder mais. Depende de uma decisão, esta semana, da presidência do Superior Tribunal Militar.

O destino do “bode” está com o ministro do STM Henrique Marini e Souza – que é Tenente-Brigadeiro-do-Ar. A grande questão é se o “bode” será tirado (ou não) da sala dos militares. A polêmica gerada pela Maçonaria deve causar um efeito de tsunami nas conversas paralelas de um encontro fechado que mais de mil oficiais da ativa e da reserva do Exército promovem nesta segunda-feira, em Brasília. O evento tem o apoio do Clube Militar (coincidentemente, fundado por maçons, no final do século 19).Os maçons pedem a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos e atribuir responsabilidades sobre o eventual uso das Forças Armadas para expulsar fazendeiros da Reserva Indígena Raposa do Sol, em Roraima. O IPM também teria de investigar provas objetivas de que a região – rica em minerais estratégicos – é dominada por ONGs que são “laranjas” de potências estrangeiras. Pelo conteúdo direto e pela lógica jurídica da notícia-crime dos maçons, se o IPM não for aberto, os militares incorrerão em crime de prevaricação. Em tese, seriam passíveis de denúncia do STM ou da Procuradoria Geral da Justiça Militar.

Quatro membros da Loja Maçônica Minerva Paulista apresentaram ao STM, na sexta-feira passada, uma grave e consistente notícia-crime de seis páginas (com algumas reportagens anexas). O envio do documento foi autorizado pelo Soberano Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Laelso Rodrigues. A Maçonaria brasileira lançou uma campanha nacional em defesa da Amazônia. A peça solicita ao STM que acione o Comandante Militar da Amazônia, General-de-Exército Augusto Heleno Pereira, para abrir o IPM. Na semana passada, a mesma Loja Maçônica já enviou um pedido idêntico de abertura de IPM sobre o caso Raposa do Sol ao Comandante do EB, General-de-Exército Enzo Martins Peri. Até agora, os maçons aguardam pela resposta oficial do chefe militar.

A notícia-crime dos maçons parte dos indícios de que se pretende internacionalizar a Amazônia. No documento está escrito: “A afirmação se funda na circunstância conhecida e provada que para 0,2% da população nacional (índios) o governo do presidente Lula está criando reservas, em áreas estratégicas, que se aproximam a 30% do território nacional, incluindo nelas faixas de fronteiras com outros países (notadamente a Venezuela de Hugo Chávez), áreas que deveriam estar sob a absoluta guarda das Forças Armadas”.

Os quatro maçons que assinam a notícia-crime, em nome da Loja Maçônica Minerva Paulista (Vinicius F. Paulino, Paulo Von Bruck de Lacerda, José Carlos Ferreira Júnior e Marco Antônio Lacava) indagam ao STM a respeito da Reserva Raposa do Sol: “Se lá é território brasileiro, por que os brasileiros lá não podem estar? Por que ONGs estrangeiras ali se localizam e comandam os índios como se fossem seus peões? Por que tremulam, no local, bandeiras de outras nações? Abdicamos da soberania nacional?”.

Os maçons denunciam “a insidiosa tentativa de internacionalizar a região ou parte do território nacional, em busca de pedras preciosas, metais e minerais estratégicos, que são levados para fora do País, por contrabando, através da faixa de fronteira subtraída do Exército nacional e fora do alcance dos brasileiros”. Os maçons informam que apelaram ao STM porque “falece competência ao comandante militar da Amazônia para fazê-lo”. Na avaliação legal dos maçons, “o comandante militar da região tomada aos brasileiros e dada aos índios (entre aspas), como disfarce, da tentativa de submeter parte do território nacional á soberania estrangeira, impõe ao comandante da região o dever de abrir Inquérito Policial Militar, para apurar esses fatos e atribuir responsabilidades, sob pena de prevaricação”.

Os maçons lembram que o artigo 139 do Código Penal Militar deixa claro: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra a expressa disposição de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. A pena prevista para o militar que incorre em tal crime é de detenção de seis meses a dois anos. Resta saber quem terá a sabedoria de vestir (ou não) a carapuça da lei exposta pelos membros da Loja Maçônica Minerva Paulista.

A notícia-crime dos maçons deve gerar polêmica com o Comandante Militar da Amazônia. Afinal, no último dia 13 de outubro, o General Augusto Heleno Pereira criticou quem afirma que compete às Forças Armadas vigiar a fronteira do Brasil para impedir o avanço do tráfico e a devastação da floresta. Na avaliação do General Heleno - que é um militar com experiência em combate, pois comandou as tropas brasileiras da ONU no infernal ataque de guerra ao crime organizado e à guerrilha urbana no Haiti -, “a defesa da fronteira do País e da região amazônica não é um problema das Forças Armadas, mas da sociedade”.

Agindo exatamente, de forma justa e perfeita, em favor dos interesses da sociedade, os maçons pegam muito pesado na crítica à situação atual do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os maçons descreveram: “São Forças Desarmadas e incapazes de exigirem meios para cumprir seu dever. Estrategicamente, é um crime de lesa-pátria. Nossas instituições estão em frangalhos e carecem da intervenção do Poder Judiciário Militar, para a exemplo do que faz o Supremo Tribunal Federal, suprir a inação que nos leva à ruína”.

A notícia-crime dos maçons se baseia no cumprimento ao artigo 142 da Constituição Federal que é cristalino e fácil de ser lido por quem não seja um “analfabeto político, administrativo ou jurídico”: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

No artigo 142, o Código Penal Militar considera crime a tentativa de:

“I) submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de País estrangeiro;
II) desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou sua soberania;
III) internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional”. Para quem cometer tais crimes, a pena prevista é de reclusão de 15 a 30 anos para os “cabeças”, e de 10 a 20 anos para os demais agentes criminosos.

A regra é clara! A Defesa da Pátria não pode se subordinar à vontade política - de indivíduos, autoridades ou partidos – e nem aos interesses econômicos – nacionais ou transnacionais. Na defesa da Pátria e dos Poderes Constitucionais, a “iniciativa” (prevista no Artigo 142 da Constituição Federal) deve e pode ser dos comandantes das Forças Armadas, em cumprimento do dever de ofício e do artigo 142 do Código Penal Militar (ainda em vigor, até insubordinação insurrecional em contrário). Agir de forma contrária aos dois “artigos 142” significa incorrer em crime de responsabilidade ou até de prevaricação, dependendo do caso.

Releia o artigo do editor-chefe deste Alerta Total Os artigos 142 contra os “171”, publicado em 17 de setembro de 2006. Também dê uma nova lida no artigo do economista Adriano Benayon, na edição de 25 de setembro do Alerta Total: Não ao desmembramento do Brasil. Os maçons anexaram este texto na notícia-crime ao STM. Reveja ainda o artigo de Rebecca Santoro, em 15 de outubro, Perdemos Roraima?. O fato objetivo é que estamos à beira de uma guerra civil naquela rica região no extremo Norte do Brasil. A grande imprensa amestrada, sempre nanica na avaliação editorial e na defesa dos interesses do Brasil, dá pouco importância ao problema.

O Grande Oriente do Brasil fez jus ao seu lema latino de colocar ordem no caos (Ordo ab chao). O Grão-Mestre Lelso Rodrigues lançou uma grande campanha nacional da Maçonaria em Defesa da Amazônia. A Ordem também promete intensificar, com mais força e vigor, uma outra campanha nacional, lançada anos atrás, da”Maçonaria em favor da vida e contra as Drogas”. A Maçonaria brasileira retoma sua tradição de liderar grandes movimentos históricos, a exemplo que realizou no processo de independência do Brasil, na Abolição da Escravatura e da Proclamação da República. Tudo indica que o “bode” vai ser colocado na sala de muita gente que abusa do poder ou se julga acima do bem e do mal.

Vida que segue, uma armação que vai dar bode. O poderoso Lula (que desconvidou, oficialmente, a Maçonaria para a posse de seu primeiro mandato) aproveitou a comemoração de seus 62 anos de idade neste sábado para fazer jogo de cena. Publicamente, o Chefão voltou a rejeitar hoje a proposta de terceiro mandato, levantada por aliados políticos e cada vez mais forte entre a militância petista. Intimamente, Lula gostaria de “repetir a dose” (perdão pela redundância) presidencial em 2010.

Por enquanto, Lula alimenta a disputa (ainda cordial) entre dois nomes, nesta ordem. Primeiro, sua preferida Dilma Rousseff (que neste sábado foi internada no Hospital Sírio e Libanês, em São Paulo, com diverticulite aguda - processo inflamatório no intestino grosso). A segunda opção forçada de Lula é o genérico de quatro estrelas Nelson Jobim (ministro da Defesa que gosta de vestir a farda camuflada de general quatro estrelas, para simbolizar que comanda as Forças Armadas, amadas ou não por ele). No fundo, Lula queria um terceiro nome: Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto isso, ganha força o movimento pelo terceiro mandato liderado pelo deputado Devanir Ribeiro (PT-SP). O parlamentar é amigo pessoal de Lula desde as lutas sindicais do ABC paulista, na década de 70. Sem devaneios, Devanir quer a realização de um plebiscito sobre a “treleição” junto com as eleições municipais de 2008. Paralelamente, o deputado Carlos Willian (PTC-MG) consulta seus colegas da base amestrada do governo sobre a possibilidade de coletar assinaturas para uma emenda constitucional estabelecendo o terceiro mandato. "Pelo menos para a platéia, Lula declarou: “Não apóio e não acho necessária uma proposta dessa". Acredite nele quem quiser.

Para quem gosta do mundo de Ali babá e dos 40 ladrões, as agências internacionais informam: Um beduíno foi condenado, no Egito, a pagar 46 camelos por ter "cantado" uma mulher pertencente a outra tribo. Um tribunal formado por membros de um acampamento no Sul da Península do Sinai determinou que o beduíno folgado tivesse a língua arrancada. Mas os magistrados resolveram aplicar a pena econômica. A dor no bolso é mais profunda para a turma daquele oriente médio. Por estar dirigindo seu carro no momento em que incomodou a mulher, o beduíno acusado também terá de se desfazer do veículo.

Daria o maior bode se as severas leis dos beduínos fossem aplicadas no Brasil, em relação à entrega da Amazônia. Na Ilha da Fantasia (cercada de políticos honestos), teríamos muita gente com dificuldades de fala e ficando a pé. O nosso azar é que no Brasil quase não tem camelo. Mas sobram burros, hienas, abutres e outros bichos menos dotados para nos governar. Por isso, o jeito é mesmo soltar o bode na sala dos “poderosos”, para combater o despotismo, a ignorância, os preconceitos e os erros, para glorificar a Verdade e a Justiça, para o bem-estar da Pátria e da Humanidade. Que o bode não seja leve!

Jorge Serrão, jornalista radialista e publicitário, é Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

Fonte: blog ALERTA TOTAL - http://alertatotal.blogspot.com.

Podcast ALERTA TOTAL - http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

Link: http://alertatotal.blogspot.com/2007/10/maonaria-solta-o-bode-na-sala-da-justia.html

Ladrões pobres morrem ao furtar

Do site do MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS


Maria José Miranda Pereira
Promotora de Justiça do Distrito Federal


O título acima é propositadamente cômico. Imagine que abaixo dele houvesse um artigo desse conceituado jornal lamentando que a morte atinja sobretudo os ladrões menos abastados, vez que os de sofisticadas quadrilhas, a exemplo dos navalheiros, mensaleiros, sempre conseguem escapar da condenação criminal. Com a liberdade que a Justiça tão agilmente lhes concede, podem usufruir a fortuna surrupiada e destruir provas do crime. Imagine ainda que houvesse estatísticas de quantos ladrões pobres morrem por roubar em “condições inseguras”. E, chegando ao cúmulo, imagine que o articulista propusesse a legalização do furto como solução para promover a isonomia entre ricos e pobres, e para acabar com a injusta morte dos larápios menos favorecidos.

Seria total absurdo. Mas não é menos absurdo do que artigos e reportagens que temos lido nessa feroz campanha para legalização do aborto. Um deles com o título “Mulheres pobres morrem ao abortar”, em vez de propor que as mulheres, ricas ou pobres, deixem de abortar para deixar de morrer (como seria normal propor aos ladrões que deixassem de furtar para evitar risco de morte), propõe que as mulheres tenham o direito de exterminar seus filhos “em condições seguras”. E lamenta que a morte atinja sobretudo as gestantes pobres, uma vez que as ricas podem cometer esse crime em “clínicas particulares”, que oferecem “melhor atendimento”. Em nenhum momento o articulista se refere à vítima do aborto, o bebê, que é sempre morto, não só quando o aborto é praticado em “clínicas clandestinas” e com “métodos caseiros”, mas também quando é feito em sofisticados ambientes dotados de potentes máquinas de aspiração e de afiadas curetas para esquartejamento.

O texto refere-se a dados publicados pela maior rede privada de abortos do mundo, a IPPF, conhecida pelo cognome “A multinacional da morte”, com filiais em 180 países (no Brasil, com o nome de Bemfam). A nefanda organização, segundo o artigo, publicou relatório intitulado “Morte e negação: abortamento inseguro e pobreza”. Além de todas as falácias denunciadas, o documento prima por fraudar dados e manipular informações, como é praxe no meio abortista. Baseando-se em uma bola de cristal, “estima-se” que, no Brasil, sejam realizados 1,4 milhão de abortos e “calcula-se” que 31% das gravidezes terminam em abortamento. Esses dados, baseados na mais científica chutometria, podem ser mudados de acordo com a conveniência do panfletador.

Em 1990, um jornal do Rio de Janeiro dizia que, segundo a ONU, o Brasil era recordista mundial de abortos, com uma taxa anual de 3 milhões. Afinal, são 3 milhões ou 1,4 milhão? Ou seriam 100 mil? Talvez 10 mil? A dra. Zilda Arns, coordenadora da Pastoral da Criança, assustada com a quantidade de abortos que se diziam praticar no Brasil “segundo pesquisas da ONU”, foi consultar a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS, repartição regional da OMS) e recebeu a seguinte resposta em 1993: “Lamentavelmente, não é a primeira vez que, levianamente, se toma o nome da Organização Mundial de Saúde e/ou da Organização Pan-Americana de Saúde para dar informações que não emanam dessas instituições”.

Quanto às mortes maternas, faltou ao documento honestidade para dizer que seu número permanece estável ao longo dos anos em nosso país: 1.577 mortes em 2001, 1.655 em 2002, 1.584 em 2003 e 1.641 em 2004. Desse número, a quantidade de mortes maternas em gravidez que terminou em aborto nunca passou de 200. Seu ponto máximo foi 163 mortes, em 1997. Em 2001, 148 mortes; em 2002, 115 mortes; em 2003, 152; em 2004, 156. Detalhe importante: essa cifra engloba não só a morte materna devida a abortos provocados, mas também gravidez ectópica, mola hidatiforme, outros produtos anormais da concepção, aborto espontâneo, aborto não especificado, outros tipos de aborto e falhas na tentativa de aborto. Com uma gama tão abrangente, a cifra não chega a duas centenas, para tristeza dos abortistas (dados disponíveis na página do Departamento de Informação e Informática do SUS - Datasus).

No entanto, é possível também reduzir a zero esse baixo índice de mortes maternas por aborto. O caminho é exatamente o contrário ao proposto pela “multinacional da morte”: combater a lucrativa indústria do aborto, punir os aborteiros, fazer campanha de valorização da maternidade e da vida intra-uterina, dar assistência material e moral às gestantes em desespero e aos seus filhos nascituros.

É lamentável que governo e IPPF estejam unidos e usando os meios de comunicação social com argumentos falaciosos e falsas estatísticas para impor à população brasileira a aceitação do mais covarde de todos os assassinatos.

Fonte: site do Ministério Público Federal de Brasília e Territórios - http://www.mpdft.gov.br
Link: http://www.mpdft.gov.br/Comunicacao/artigos/mjose.htm

Ante Projeto de Lei para discussão na Assembléia Nacional Vezezuelana

TRADUÇÃO DA CARTA DE CHÁVEZ

PROJETO DE REFORMA CONSTITUCIONAL
LEIS SOCIALISTAS PARA A VENEZUELA
(ANTE PROJETO DE LEI PARA DISCURSÃO NA ASSEMBLÉIA NACIONAL)


SOBRE A SAÚDE PRIVADA E AS EMPRESAS DE SEGUROS:


* SE DECRETA QUE SERÃO GRATÍS O SERVIÇO DE SAÚDE PRIVADA, E TODO O PESSOAL MÉDICO E AUXILIAR PASSARÁ A SER SERVIDORES PÚBLICOS .

*VÃO SER EXPROPIADOS: EDIFICAÇÕES, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS, PAGANDO AOS SEUS PROPRIETÁRIOS 5% DO VALOR DO MERCADO COM BONUS DO ESTADO, QUE TERÃO VENCIMENTO AOS 2O ANOS, NAS CLINICAS SÓ SE DARÁ ATENÇÃO MÉDICA AOS PACIENTES QUE EFETUEM O PAGAMENTO EM DÓLARES OU EUROS.

*SE SUSPENDERÁ A ATIVIDADE DOS SEGUROS DE VIDA PRIVADOS. O PESSOAL QUE AÌ, SE INCLUA FICARÁ SUSPENDIDO SEM REMUNERAÇÃO DE PENSÃO.


SOBRE A ATIVIDADE PRIVADA:


*SE, DECRETA A GRATUIDADE DA EDUCAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS E PASSARÁ A SER FUNCIONÁRIO PÚBLICO TODO O PESSOAL DOCENTE E ADMINISTRATIVO.

*SE TROCARÁ A DENOMINAÇÃO ATUAL DD TODOS OS COLÉGIOS A INSTITUTOS PRIVADOS UTILIZANDO EM TROCA O NOME DE PESSOAS OU APELATIVOS QUE A REVOLUÇÃO CONSIDERE REPRESENTATIVO COMO EXEMPLO: SE TEM CONTEMPLADO QUE A UNIVERSIDADE CATÓLICA ANDRÉS BELLO PASSE A DENOMINARSE POPULAR, ANDRÉS BELLO.

*TODOS OS ESTUDANTES DE TODOS OS NÍVEIS (ESCOLAR, 1º E 2º GRAU E UNIVERSITÁRIOS) USARÁ COMO UNIFORME BLUSAS VERMELHAS E CALÇAS AZUIS COM UMA LEGENDA LATERAL (REPÚBLICA BOLIVARIANA) E QUEPE VERMELHO.

*ALGUMAS MATÉRIAS SOCIAIS, COMO HISTÓRIA DA VENEZUELA E GEOGRAFIA DE VENEZUELA SERÃO ADAPTADAS, E OUTRAS SERÃO ELIMINADAS DA PROGRAMAÇÃO DOCENTE. NO LUGAR SE COLOCARÁ CURSOS RELACIONADOS COM O SOCIALISMO DO SIGLO XXI.

*OS NOVOS ESTUDANTES SAIRÃO FORMADOS TECNICOS MÉDIOS NA ARÉA, COMO: METALURGICA, CARPINTARIA, PETRÓLEO, ARTE, ELETRICIDADE, CONSTRUÇÃO, ETC.

*SE AUTORIZARÁ A FAMILHA SEM VIVENDA À QUE OCUPE AS DENOMINADAS "SEGUNDA VIVENDAS" COMEÇANDO ISTO PELOS APARTAMENTOS E CASAS NAS PRAIAS, INCLUINDO AS UBICADAS NOS CLUBES FINALIZANDO COM AS UBICADAS, EM ZONAS URBANAS.

*SE OBRIGA AOS PROPRIETÁRIOS OCUPANTES DAS VIVENDAS PRINCIPAIS QUE INCLUIAM FAMÍLHAS ADICIONAIS DE TREZ MEMBROS POR COMODO, RESERVANDO A FAMÍLHA PROPRIETÁRIA SÓ UM COMODO POR CADA TREZ MEMBROS E SE FAZENDO DE USO COMUM COM OS NOVOS INTEGRANTES DE TODOS OS SERVIÇOS DA VIVENDA.O TERRENO E A FAZENDA SERÁ TRANFORMADO AO SERVIÇO DA REVOLUÇÃO, CUJA PRODUÇÃO SERÁ DE ACORDO COM OS SALÁRIOS, DO CONTRÁRIO SERÃO ENTREGADOS A OUTROS CAMPESINOS QUE CUMPLAM COM O ESTIPILADO.

*AS TERRAS SERÁ EXCLUSIVAMENTE DO ESTADO AL QUAL ATRAVES DO INTI PODE ADJUCARLAS A ESPECÍFICOS OCUPANTES, CAMPESINOS QUE NÃO PODERÃO VENDER, NEM HIPOTECAR, OU TRANSFERIRLAS DE NENHUMA MANEIRA. SOBRE A IDENTIDADE E ATIVIDADE CIDADANA.

*SE COLOCARÁ EM VIGOR UM NOVO DOCUMENTO DE IDENTIDADE DE CADE CIDADÃO, FICANDO OS ATUAIS SEM NENHUMA VALIDADE.

*AS PESSOAS QUE APAREÇAM COMO FIRMANTES EM QUALQUER BAIXO ASSINADO CONTRA A REVOLUÇÃO, COMO FOI A SOLICITUDE DE REVOCACÃO AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO SE ENTREGARÁ NENHUM DOCUMENTO DE IDENTIDADE, NEM O PASSAPORTE A MENOS QUE SE SUBMETAM VOLUNTARIAMENTE A CURSOS DE EDUCAÇÃO CIDADANA, RECONHEÇAM POR ESCRITO SEUS ERROS PASSADOS E CUMPRAM COM UM PERÍODO DE PROVA SEM DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO A SATISFAÇÃO DO ESTADO.

*PARA O EXERCÍCIO DE QUALQUER ATIVIDADE, PÚBLICA OU PRIVADA (INCLUINDO A ELEITORAL) SOMENTE SERÁ VÁLIDO O NOVO DOCUMENTO DE IDENTIDADE.

*A ENTREGA DO PASSAPORTE PARA VIAJAR FORA DO PAÍS ESTARÁ SOB APROVAÇÃO DAS AUTORIDADES COMPETENTES, SOB ASESSORIA DE TECNICOS CUBANOS.

*A CUSTÓDIA DAS PESSOAS MENORES DE 21 ANOS SERÁ COMPARTIDA COM O ESTADO.


SOBRE OS BANCOS PRIVADOS:


*SE PASSARÁ A SER CONSIDERADO FUNCIONÁRIO PÚBLICO TODO O PESSOAL DOS BANCOS PRIVADOS.
*A DENOMINAÇÃO DA MOEDA VAI SER TROCADA, E DESAPARECERÁ OS TREZ ULTIMOS ZEROS.
*OS FUNDOS PARTICULARES, SUPERIORES A SETE MILHÕES DE BOLIVARES 7.000.000, SERÃO RETIDOS PELO ESTADO.


SOBRE AS COMUNICAÇÕES:


*O USO DO CABO E OUTRAS COMUNICAÇÕES SATÉLITES SE VÁ A RESTRINGIR ÀS DEPENDENCIAS OFICIAIS, E AOS ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS E TURÍSTIC
SOBRE AS COMUNICAÇÕES.

*O USO DO CABO E OUTRAS COMUNICAÇÕES SATÉLITES SE VÁ A RESTRINGIR ÀS DEPENDENCIAS OFICIAIS, E AOS ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS E TURÍSTICOS.
*O USO DA TELEFONIA CELULAR SERÁ DE USO EXCLUSIVO PARA AS PESSOAS DO ESTADO. (GOVERNO).

*SE ELIMINARÁ O ACESSO A INTERNET AS PESSOAS NATURAIS.

*SE EXIGIRÁ O REGISTRO OFICIAL DOS MINI COMPUTADORES E QUALQUER PC EM POSSE DE PARTICULARES.

*SE EXPLOPRIARÁ TODAS AS EMISSORAS DE RADIO E TV, PASSANDO A INTEGRAR SÓ UMA REDE DE TRANSMISSÃO A NÍVEL NACIONAL, PAGANDO A SEUS PROPRIETÁRIOS O 5% DO SEU VALOR DE MERCADO EM BONUS DO ESTADO COM VENCIMENTO EM 20 ANOS.

*SE EXPROPRIARÁ IGUALMENTE TODOS OS JORNAIS E DEMAIS MEIOS IMPRESSOS.
SOBRE A PROPRIEDEDE PRIVADA:

*SE NACIONALIZARÁ TODA A CLASSE DE PROPRIEDA PRIVADA.


SOBRE AS FORÇAS ARMADAS NACIONAIS:


*SE CRIARÁ OFICIALMENTE UMA MILÍCIA POPULAR, DA QUAL PROGRESSIVAMENTE PASSARÁ A FAZER USO DE TODAS AS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS NACIONAIS. O INSTITUDO DE PREVISÃO SOCIAL DAS FORÇAS ARMADAS ASSUMIRÁ AS OBRIGAÇÕES SOCIAIS DE PELO MENOS 250.000 RESERVISTAS. SE PROCEDERÁ A DISSOLVER AS FORÇAS ARMADAS NACIONAIS.

*SE INCORPORARÁ A ESSA MILÍCIA POPULAR EXCLUSIVAMENTE A OFICIALIDADE QUE COINCIDA COM OS IDEAIS DA REVOLUCÃO.*A OFICIALIDADE NÃO AFETA COM A REVOLUÇÃO OU COM UM PASSADO DIVIDOSO, FICARÁ CESSANTE DE SUAS FUNÇÕES SEM NENHUM TIPO DE INGRESSO POR RETIRO.

*SE CONSOLIDARAM TODAS AS POLICIAS ESTATAIS E MUNICIPAIS SOB UM SÓ COMANDO.

*O SERVICIO MILITAR OBRIGATÓRIO PARA AMBOS OS SEXOS SE HARÁ A PATIR DOS 17 ANOS. OS CINCLUIDOS ESTARÁM EM DISPONIBILIDADE IMEDIATA PARA APOIAR OS PROCESSOS REVOLUCIONÁRIOS EM NAÇÕES COM AS QUAIS O NOSSO PAIS TEM CONVENIOS: CUBA, BOLÍVIA, NICARAGUA OU IRÁN.


SOBRE CONTROLE DE CAMBIO:


*SE PANALIZARÁ COM CADEIA A TENENCIA DE DIVISAS EXTRANGEIRAS EM PAPAEL MOEDA.

*SE PROIBIRÁ A TITULARIDADE DE CONTAS DE DIVISAS NO EXTERIOR, SEUS DONOS ESTARAM EM OBRIGAÇÃO DE REPATRIAR-LAS, COM PENA DE PRISÃO.

* SE ELIMINARÁ TODO TIPO DE CARTÃO DE CRÉDITO E DE DEBITO PARA O SEU USO DENTRO OU FORA DO PAÍS.


SOBRE A ECONOMIA:


*SE VÁ A IMPOR BONUS E TALÕES.

*SE VÁ A IMPOR A TROCA COM ASSESORAMENTO DE MEMBROS DA MILÍCIA POPULAR.

*SE VÁ A IMPOR O USO DO CARTÃO ALIMENTÁRIO, PARA SER UTILIZADO A COMPRA.

*SE VÁ A IMPOR O SALÁRIO MÍNIMO A TODO O PESSOAL, QUE SEJE FUNCIONÁRIO PÚBLICO DO ESTADO, A TRABALHADORES, TÉCNICOS PROFESSIONAIS POR IGUAL, IGUALMENTE SE PROIBE O EXERCÍCIO DA PROFIÇÃO A QUALQUER PROFESSIONAL OU TÉCNICO QUE SE NEGUE A SERVIR O ESTADO.


SOBRE A PRÁTICA RELIGIOSA:


*SE PRIBE O USO DE MINI SAIA.

*SE PROIBIRÁ QUALQUER CLASSE DE CULTO RELIGIOSO FORA DOS TEMPLOS (IGREJAS).

*SE PROIBIRÁ A CATEQUESE FORA DOS TEMPLOS.
*O ESTADO SUPERVISARÁ A NÍVEL NACIONAL OS SEMINÁRIOS E DEMAIS CENTROS DE FORMAÇÃO RELIGIOSA.
*SE EXPULSARÁ DO PAÍS A TODO O CLERO POR NATIVO.


SOBRE AS PRÁTICAS SOCIAIS:


*SE PROIBIRÁ O USO DE ROUPA QUE ATENDE CONTRA A MORAL E AS BOAS COSTUMES. (MINI SAIAS, TRAJES DE BANHO " FIO DENTAL", DECOTES MUITO PRONUNCIADOS, CALÇAS AJUSTADAS, ETC.).

*SE PROIBIRÁ O CONSUMO DE BEBIDAS ALCÓLICAS EM VIA PÚBLICA.

*O BEISEBOL PROFISSIONAL E QUALQUER TIPO DE ESPORTE PROFICIONAL ESTARÁ SOB CONTROLE DO ESTADO.

*SE RESTRINGE AS IMPORTAÇÕES DE ARTIGOS DE LUXO TAIS COMO: WHISKY, ELETRODOMÉTICOS, AUTOMÓVEIS DE LUXO, ETC.

*SE PROIBE O USO DE IMAGENS E ARTIGOS DE INFLUENCIA TRANSCULTORIZADORAIMPERIALISTA EM TODAS AS ENTIDADES PÚBLICAS. ( TAIS COMO: SANTA CLAUS, MICKEY MAUSE, ETC.).

*SE LEGITIMARÁ A OCUPAÇÃO DOS EDIFÍCIOS, DESOCUPADOS ATÉ A PRESENTE DATA ALCANÇANDO MAIS DE 77 SOLO NO CENTRO DE CARACAS, SE APOIARÁ O DECRETO PARA EXPROPIAR OS EDIFÍCIOS DOS PROPRIETÁRIOS.


PATRIA SOCIALISMO
OU MORTE.

Partido da Real Democracia - O Brasil tem Solução Real (eu, Cavaleiro do Templo, vou me filiar)

Do site do PARTIDO DA REAL DEMOCRACIA - http://www.real.org.br/

POR QUE UM PARTIDO MONARQUISTA?

Precisamos de um Partido no qual nos identificamos com seu programa e objetivos para propor soluções reais para o Brasil. Sabemos que eleição é a forma pela qual os cidadãos de uma sociedade escolhem livremente seus candidatos ou partidos políticos por meio do voto.

O surgimento das eleições tem origem na Europa no século XVII. As primeiras eleições gerais no Brasil aconteceram em 1821, para a escolha dos 72 representantes brasileiros junto à corte portuguesa.

Na ocasião, foi utilizada a Lei Eleitoral estabelecida pela Constituição espanhola de 1812. Não existiam partidos políticos e os eleitores eram apenas os homens livres, analfabetos ou não. O voto não era secreto.

No ano seguinte, com a independência do país de Portugal, foi elaborada, por ordem de D. Pedro I, a primeira legislação eleitoral brasileira. Ela seria usada para a eleição da Assembléia Geral Constituinte de 1824.

O primeiro Presidente eleito por voto no Brasil foi Prudente de Morais para o período de 1894-1898 já que a república foi implantada em 1889 através de golpe, sem consulta ao povo.

LINKS DE ENTIDADES PARCEIRAS DE IDEAL

Brasil Imperial

IBEM Nacional

IBEM MG

IBEM RS

Imperial e Real

Instituto D. Isabel I

MMB - Movimento Monárquico Brasileiro

Pró-Monarquia

Fonte: site PARTIDO DA REAL DEMOCRACIA - http://www.real.org.br/

Al Gore e o ecoterrorismo

Fonte: portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br
por Ipojuca Pontes em 29 de outubro de 2007

Resumo: A ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”, e Al Gore é o principal ícone dessa insanidade.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Assim como o gênero “documentário cinematográfico” presta-se a todo tipo de mistificação, sobretudo política, a chamada “defesa do meio-ambiente”, industrializada pelos ecologistas, incorpora neste início de século uma componente de terror. A simples verificação de que o ser humano, nas últimas décadas, melhorou a qualidade de vida e ampliou em anos a sua existência sobre a face da terra, não parece motivo suficiente para uma reflexão ecológica serena. Antes pelo contrário. Manipulando os fenômenos da natureza ao sabor de suas conveniências ideológicas, políticas e financeiras, os chamados ambientalistas transformaram-se em autênticos profetas do Apocalipse.

Vejamos como funciona a coisa: em data recente o documentário cinematográfico “Uma verdade inconveniente” (An inconvenient truth, USA, 2006), apresentado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, ganhou em sua categoria o Oscar de 2007, segundo o júri politicamente correto, “por seus esforços no combate às mudanças climáticas”. Mais ainda: o filme, no seu proselitismo, ajudou a Gore receber o Prêmio Nobel da Paz pelo seu notório ativismo ambientalista. Como se sabe, o político americano, que investe dinheiro grosso em fontes alternativas de energia, vive a mercadejar dia e noite a tese da ação humana como causa do aquecimento global.

Mas na gloriosa caminhada do profeta Al Gore e seu documentário até a total desertificação da terra surgiu, de repente, um obstáculo: o juiz Michael Burton, da Alta Corte Britânica, instado por um indignado diretor de escola em Kent, Stewart Dimmock, considerou o filme não só tendencioso como fraudulento e alarmista. Na sentença, o juiz Burton não proibiu a sua exibição, mas determinou, como obrigatória, a advertência ao público de que o filme contém “imprecisões científicas e que não representa a única posição sobre o assunto”. Em resumo: o magistrado considerou que a verdade de Gore é conveniente para ele mesmo e os fanáticos adeptos da seita ecológica.

O juiz Burton exigiu ainda que, antes de cada sessão, sejam apresentados os argumentos contrários às informações divulgadas pela peça de propaganda, plena de erros – erros que, segundo o magistrado, não resistiriam a uma análise científica imparcial. Repasso aos leitores alguns, entre os 11 destacados pelo juiz:

1) O documentário projeta a ameaça de que o aquecimento global poderia interromper a Corrente do Golfo, lançando a Europa numa Idade do Gelo, embora as evidências demonstrem que isto é uma impossibilidade cientifica;

2) O documentário alega que o nível do mar subirá até 20 pés por causa do derretimento do gelo na Antártida e na Groenlândia, embora esteja comprovado que esta quantidade de água apenas seria liberada nos próximos milênios;

3) São falsas, no documentário, as indicações de que os ursos polares se afogaram ao tentar nadar longas distâncias em busca do gelo. O juiz considerou o alarme falso, visto que o único estudo científico sobre o assunto informa que apenas 4 ursos foram encontrados afogados, não pelo derretimento do gelo, mas por causa de uma tempestade violenta;

4) O documentário projeta imagens dramáticas do furacão Katrina e dá a entender que ele foi causado pelo aquecimento global. O defensor ambientalista teve de admitir que não era possível atribuir a causa do evento ao aquecimento global;

5) O documentário responsabiliza o aquecimento global pela extinção de espécies, inclusive o de desgaste de recifes de corais. Para o juiz Burton não há qualquer evidência que comprove tal afirmativa;

6) O documentário sugere que a cobertura de gelo da Antártida está em processo de degelo. De fato, os dados disponíveis demonstram que ela está aumentando;

7) Segundo o magistrado, os erros “científicos” da obra incluem a falsa observação de que a elevação dos níveis do mar forçou a evacuação de algumas ilhas do Pacífico, tendo as populações tomado o rumo da Nova Zelândia, o que, de fato, não ocorreu;

8) Outro erro do documentário consiste em sugerir que os níveis do mar poderão aumentar em
7 metros nos próximos anos, o que determinaria o deslocamento de milhões de pessoas para as mais longínquas regiões. Tal projeção “científica”, segundo o juiz, não passa de uma falácia: o aumento dos níveis do mar, nos próximos séculos, não ultrapassará os 40 cm – estando eliminada qualquer hipótese de migrações em massa.

Deixando de lado o exame do serviço de desinformação premeditada em que se transformou o documentário, convém esclarecer que o seu apresentador, Al Gore, candidato derrotado à presidência dos Estados Unidos, é um histórico espertalhão político, em grande parte financiado pelo predador Armand Hammer, dono da Occidental Petroleum e parceiro do terrorista Moamar Kadhafi, o ditador da Líbia.

Bem, e daí? E daí o seguinte: Hammer, cujo pai tinha sólidas ligações com o PC russo, se fez bilionário, segundo o historiador Neil Lynpon (“Um capitalista em Moscou”, editora Bestseller, 1999) como “coordenador financeiro do Komintern e o maior lavador de dinheiro (soviético) de todos os tempos”. Neil acrescenta ainda que Hammer dizia, em conversas privadas, que tinha “Al Gore – pai e filho - no bolso”.

À margem os cuidados específicos que a proteção da natureza deve merecer, a ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”. Suas visões catastróficas anunciando, como uma hecatombe bíblica, inundações, secas, epidemias e ondas de calor mortais transformaram-se, sob o comando da ONU, num negócio espantoso, especialmente para a gula das ONGs internacionais. Segundo avaliação comparativa, de rendimento superior à exploração do petróleo, da droga e dos negócios bancários.

Fonte: portal MÍDIA SEM MÁSCARA - http://www.midiasemmascara.com.br
Link: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=6143&language=pt

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".