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Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sábado, 24 de outubro de 2009

Gordon Brown no parlamento europeu: os contra e a favor (entre eles o sr. Brown) da Nova Ordem Mundial


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"Our leaders are misleaders."

"Nossos líderes são eganadores profissionais."

Jordan Maxwell


Fox Business: Gerald Celente prevê revolução americana (legendas ocultas em português)

Fonte: LEGENDAS OCULTAS


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Saiu até na "Faux" news. Antes de 2012:

1: os EUA serão o primeiro país desenvolvido a ser tornar subdesenvolvido

2: revoluções, escassez de alimentos, motins, protestos

3: comida ao invés de presentes de natal

Tem gente pensando na copa do mundo na REPÚBLICA DO BRASIL inc. de 2014...




Secret Societies: The String Pullers - legendado

Fonte: documentarioz





A Skull and Bones é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.

Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado em uma sociedade secreta alemã, a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale da sociedade alemã Illuminati. Essa sociedade foi tornada ilegal por efeito de um edito do governo da Bavária, em 1785, continuando entretanto a existir, como uma organização clandestina.

A sociedade foi incorporada pela Russell Trust Association, em 1856.

Em 1846, Russell tornou-se membro da assembléia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional.

Alphonso Taft tornou-se ministro da guerra em 1876, e depois Vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, em 1884. Seu filho tornou-se mais tarde, magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.

Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente seniors, quer dizer antigos alunos. As duas outras são Scroll and Key ("Rolo e chave") e Wolf's Head ("Cabeça de lobo").

Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, seus pais já eram membros da ordem. No último ano de estudo, são denominados cavaleiros.

Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Tais teorias foram a base do filme The Skulls (Sociedade Secreta) que aborda uma sociedade secreta altamente sofisticada, fazendo uma clara alusão a Skull and Bones. A sociededade também foi incluída, assim como o grupo Whiffenpoofs, no filme de 2006 The Good Shepherd (O bom Pastor), sobre as origens da CIA, no qual o personagem principal pertence à Skull and Bones.

Nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade.

George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry.

ONGs argentinas pertenecientes a UnoAmérica promoverán destitución de Kirchner



Por UnoAmerica
Lunes, 19 de Octubre de 2009


Politica

Buenos Aires, 18 de octubre
Más de veinte Organizaciones No Gubernamentales de la República Argentina, pertenecientes a la Unión de Organizaciones Democráticas de América (UnoAmérica), promoverán la destitución de Cristina Kirchner en el marco de la Constitución y normas de la democracia.





Dichas organizaciones consideran que la gestión de los Kirchner ha destruido el país, viola los derechos humanos, acaba con las instituciones democráticas y, sobre todo, obedece a un designio internacional, ajeno a los intereses de los argentinos, enmarcado dentro del Foro de Sao Paulo y dentro de los objetivos del Comandante Chávez.

Entre otras, las acciones que realizarán próximamente se basarán en denuncias concretas acerca de:

1.
Atentado contra la Carta Magna en procura de un estado colectivista y totalitario.

2.
Casos concretos de corrupción generalizada en el gobierno (enriquecimiento ilícito, caso Medicamentos, caso Skanska, valijas de Antonini Wilson, etc.).

3.
Destrucción del aparato productivo (políticas agroindustriales, medidas contra el sector agropecuario).

4.
Estado de indefensión e inseguridad: desarticulación de las Fuerzas Armadas (ajuste del 50% en el presupuesto en ejecución para terminar de liquidarlas), de Seguridad y Policiales.

5.
Manipulación del sistema judicial a través del Consejo de la Magistratura y presiones contra los jueces (encubrimiento de delitos, existencia de presos políticos, etc.).

6.
Atentados contra la libertad de prensa y expresión (Ley de Medios, uso de la propaganda oficial, críticas y amenazas a la prensa).

7.
Incremento de las actividades del narcotráfico.

8.
Negligencia ante la presencia de elementos del narcoterrorismo en el país (asistimos a “ejercicios de cuadros y tropa en el terreno” desarrollados por organizaciones que, financiadas por “valijas venezolanas” y desde ministerios sociales, se preparan para escenarios violentos con la experiencia propia y el asesoramiento de Sendero Luminoso y las FARC.

9.
Vaciamiento cultural y educativo, atentando contra la identidad histórica de la Nación.


El 10 de diciembre presumiblemente cambiaría la relación de fuerzas en el Congreso de la Nación. Sería la oportunidad para que los nuevos representantes del pueblo se armen de coraje y demuestren a los Kirchner que el 28 de junio el país les dijo NO. Y la forma más acabada para demostrarle a todos los argentinos y al mundo que la Argentina quiere seguir siendo una República y una democracia moderna, es procurar la destitución de la presidente y su juzgamiento inmediato (Artículos 53, 59 y 60 de la CN), al igual que a los cómplices que sumergieron a nuestra Nación en la escoria de las patrias sin destino.

Recién entonces podrá producirse la reconciliación cívica con las instituciones republicanas, condición necesaria para iniciar la reconstrucción del país en el derrotero que señalaran San Martín y Belgrano. De lo contrario “no seremos lo que debemos ser, seremos nada” y el“¡Ay, Patria mía!” será tardío y definitivo.

Lic. Jorge P. Mones Ruiz – (“1810”) y Arq. Liliana Raffo de Fernández Cutiellos (“Movimiento por la Verdadera Historia”) - Delegados de UnoAmérica en la Argentina.


jorgemonesruiz@yahoo.com.ar

arquilira@hotmail.com

O Brasil elegerá Nosferatu?

Fonte: BRASIL ACIMA DE TUDO
19 de outubro de 2009


“O Serra é uma alma atormentada”

Fernando Henrique Cardoso
Por Nivaldo Cordeiro (*)


Meu caro leitor, confesso-lhe que fiquei fortemente impressionado com a reportagem trazida a público pelo último número da revista Piauí. Claramente na origem a matéria tinha puro objetivo propagandista eleitoral, mas a jornalista que a escreveu é demasiado talentosa e conscienciosa para se limitar a fazer um mero panfleto. Acompanhou José Serra por mais de um ano e trouxe à luz flashes valiosos, não apenas para o eleitor brasileiro, como também para quem se debruça cientifica e profissionalmente sobre a cena política brasileira.


Muita gente não conhece a revista
Piauí. Eu habitualmente não a leio, pois a acho uma publicação insossa e pretensiosa, recheada de conteúdo para diletantes da esquerda tida por mais culta e sofisticada. É editada por Mario Sergio Conti, talentoso jornalista que passou por vários órgãos de imprensa e escreveu um livro magnífico (NOTÍCIAS DO PLANALTO). É propriedade de gente ligada a uma família de conhecidos banqueiros que abraçaram a causa esquerdista e transitam em meio à esquerda revolucionária brasileira e mundial com desenvoltura. Este número da revista está especialmente ótimo, com a matéria sobre José Serra e com um ensaio magnífico do peruano Mario Vargas Lllosa sobre a arte de escrever romance. A página de poesia nos apresenta uma poetisa, Rose Ausländer, que escreveu no idioma alemão. Vale conferir. Na internet os poemas estão abertos ao público não assinante, bem como seu resumo biográfico.


Mas o relevante é a matéria com o Serra. Ela traz nuances psicológicas assustadoras do governador de São Paulo e um retrato biográfico primoroso do político da Mooca. Enganam-se os que pensam que José Serra tenha qualquer vestígio do que poderíamos chamar de político de direita. Ele mesmo declarou: “O governo Lula é de esquerda? Não dá para falar nisso. Com o significado do passado, eu estaria à esquerda do PT. Desenvolvimento virou coisa de esquerda. Política econômica é quase subversiva”.


Nesta frase está contida a sua psicologia e o seu dégradé político. José Serra é um desenvolvimentista marxista convicto, à moda dos anos cinqüenta e, se eleito presidente, não hesitará em pôr em prática as suas crenças. Elas são o receituário consolidado da teses do PCB, do ISEB e da CEPAL. Não por acaso a narrativa de Daniela Pinheiro registra que o único ser que ousa fumar na frente do Serra, na sala dele, é João Manuel Cardoso de Mello, aquele mesmo que concebeu o Plano Cruzado. Sarney levou a fama de ter feito explodir a inflação, mas foi este indigitado senhor, auxiliado pelo Luiz Gonzaga Belluzzo, o autor intelectual do desastre inflacionário daqueles tempos. A velha herança do PCB, do ISEB e da CEPAL, tudo somado, é o maior equívoco teórico sobre o papel do Estado e o capitalismo que se tem notícias. O Plano Cruzado é a prova histórica da alucinação teórica dessa gente. Nunca se ouviu uma palavra de mea culpa dessa gente, é como se tudo tivesse nascido da pena nefando do Sarney.


A primeira lição que a revista nos dá é que essa gente, que está fora do poder federal, desde aquela época, voltará em peso com José Serra, se eleito for. Ele mesmo é um expoente dessa corrente, que tem dominado a Unicamp desde a fundação. Lembremos que FHC teve a sensatez de pegar os brilhantes economistas da PUC-Rio para debelar a inflação criada pela Unicamp. Com Serra certamente teremos todo o arsenal intervencionista posto em marcha de uma só vez: tabelamento de câmbio e preços, estatização, controle dos salários, do comércio exterior e uma perseguição tributarista sobre as empresas e as pessoas, do que tem dado mostra Jose Serra e seu secretário da Fazenda aqui em São Paulo, destruindo setores inteiros da economia paulista na ânsia pelo esbulho tributário. Será um retrocesso enorme em matéria de política econômica. Serra considera empresários algo próximo de delinqüentes e a propriedade privada uma espécie de roubo, à moda de Rousseau. Ele declarou que seu compromisso é eliminar a pobreza e bem sabemos o que significa isso na boca de um poderoso intelectual orgânico da esquerda stalinista: a opressão do Estado sobre os que trabalham e produzem riquezas, tentando redistribuir riquezas de forma arbitrária. Essa gente acha que a lei da escassez é mito e que pobreza existe por falta da vontade política do governante. Acha também que a igualdade idealizada no plano das posses econômica é empreendimento perfeitamente exeqüível e desejável, um imperativo moral, cabendo ao Eleito realizar a empreitada, pelo instrumento do Estado.


Não podemos esquecer que José Sarney, à época, com todos os defeitos, tinha ainda limites morais e culturais que serviam de contrapeso ao ímpeto esquerdista da gangue da Unicamp. Com Serra será bem diferente. Ele é de natureza autoritária e consolida larga experiência legislativa e executiva, o que o credencia a ser altamente eficaz na consecução dos seus objetivos. Seus auxiliares também, o que significa que nem de um período de aprendizado necessitam na sua chegada ao poder. Praticarão o mal coletivista desde a primeira hora. Um governo desse naipe pode enveredar o Brasil pela senda da tirania burocrática como jamais houve, como nem o PT ousou imaginar.


O retrato psicológico do Serra é de um homem obcecado pelo poder, incapaz de aceitar o contraditório de quem quer que seja. Bem notado que ele se relaciona bem com mulheres, mas não com homens. Mesmo Fernando Henrique relata que Serra sempre preferiu conversar com Dona Ruth a conversar com ele. Serra está sempre pronto para o enfrentamento com aqueles que ousam dizer-lhe “não” para alguma coisa. É a psicologia do ditador. Teremos um Nosferatu eleito Chanceler, como no filme V de Vingança? Uma psicologia assim é um perigo, sobretudo se obtiver o poder de mando sobre as Forças Armadas e a Polícia Federal. As dificuldades da realidade podem ser confundidas como má vontade da população ou de certas pessoas indesejadas pelo governante. A tentação de usar o poder de Estado para corrigir o mundo “rebelde” pode ser irresistível.


Devemos ter em conta também que Serra não é inimigo do PT, muito ao contrário. A estranha forma como está sendo conduzida a sucessão paulista pode esconder ações surpreendentes de bastidores: Alckmin, o favorito ao governo do Estado, está sendo rifado em favor de um principiante desconhecido, Aloysio Nunes Ferreira, talvez o único homem que conta com a confiança irrestrita de José Serra; a decisão de Gilberto Kassab de elevar de forma escandalosa o IPTU paulistano em véspera de um pleito capital e a vinda inesperada de Ciro Gomes para São Paulo, sob o patrocínio do PT, tudo somado pode indicar um acordo por cima entre grupos do PSDB de José Serra e do PT. Não devemos esquecer também que o próprio presidente da FIESP, Paulo Skaf, deve sair candidato pela legenda do PSB, o mesmo partido de Ciro Gomes agora. É de se sublinhar também que as opiniões emitidas por José Serra sobre Geraldo Alckmin não tiveram autorização para serem publicadas na matéria, por motivos óbvios.


Parece haver um acordo para a partilha prévia do poder entre as facções principais da esquerda que hoje têm o controle total da política do Brasil: Serra presidente e alguém ligado ao PT para governador do Estado de São Paulo parece ser a solução salomônica. Por isso o PT insiste na candidatura natimorta da inexpressiva Dilma. A eleição não passará assim de um mero circo grotesco com o fito de cumprir o calendário eleitoral, com tudo decidido previamente por debaixo do pano. Um engodo para com a opinião pública, que pensará que participa de um pleito sério. Ninguém dos interessados perderia com um acordo deste e todos nós seríamos feitos de tolos.


É notável a perspicácia de FHC quando disse não basta arrotar competência gerencial no comando do Estado para seduzir o eleitorado. Que uma eleição é sobretudo um processo de sedução de almas, como fez Obama nos EUA. E completou: “O Serra é um ótimo gestor e ponto final. Mas acho que ele é mais administrador e economista do que formulador. É mais pragmático que imaginativo”. Disse tudo. Serra é um trator que age no mundo do imaginário político sem pensar. FHC viu o que eu vi, a alma atormentada que pode guardar a psicologia de um ditador. Estrategicamente Serra é mal formado. A declaração de FHC não foi do agrado de José Serra, que a rebateu dizendo que ele tem também é “teórico”. Ora, FHC não se referia à cultura teórica quando falou que ele não é “formulador”. O ex-presidente percebeu que em Serra há um operacional subalterno que não amadureceu ainda o suficiente para ser o primeiro mandatário, o formulador, aquele que pensa grande e que tem a capacidade de administrar e enxergar além dos conflitos passageiros dos agentes políticos do dia. É a mesma percepção minha e é aquilo que mais me apavora em pensar no day after da eventual eleição do Serra. Um sargento assumindo a posição de general.


Depois de ler a revista Piauí fiquei com a sensação de que Lula poderá deixar saudade, mesmo com seu ar estúpido e risonho de torcedor de futebol. Ao menos tem alma pacificadora, não atormentada. Não vejo bons augúrios, infelizmente, se admitirmos que não há nenhum nome capaz de derrotar José Serra para a Presidência da República.


(*) Fonte:
http://www.nivaldocordeiro.net/

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Os novos demiurgos I e II - ensinando seres humanos a viver de pasto

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA - I e II
OLAVO DE CARVALHO | 23 OUTUBRO 2009

Justamente ao contrário do que proclamavam os acusadores, por toda parte a educação e a alta cultura eram um freio às ambições cruas dos capitalistas mais assanhados, forçando-os pela pressão moral da sociedade -- especialmente nos EUA -- a sacrificar boa parte de suas fortunas em doações para museus, escolas, fundações educacionais e institutos de pesquisa empenhados nas atividades mais alheias a qualquer imediatismo dinheirista ou interesse de classe.



O que torna ainda mais odioso o dirigismo estatal na educação, universalmente buscado e ardentemente defendido pelos sapientíssimos intelectuais de esquerda, é que ele desmente da maneira mais flagrante e cínica o discurso educacional esquerdista de três ou quatro décadas atrás, do qual eles se serviram como puro instrumento de sedução, prontos a jogá-lo fora na primeira oportunidade, como estão fazendo agora.


Nos anos 60, 70, os mais destacados próceres da pedagogia esquerdista posavam de libertários, acusando a "educação burguesa" de ser um aparato de dominação que sacrificava o livre desenvolvimento intelectual e emocional das crianças em favor de objetivos de mero poder político-econômico.


A acusação, verdadeira quanto a alguns casos isolados bem pouco significativos, observados quase sempre em grotescas ditaduras de Terceiro Mundo (por ironia, sempre mais estatistas do que pró-capitalistas), era completamente falsa quando generalizada a toda a "civilização ocidental" ou mesmo a qualquer das grandes democracias capitalistas em particular -- mas seus porta-vozes insistiam em ampliar-lhe o alcance ilimitadamente, dando-lhe foros de teoria científica geral.


No mínimo, a educação ocidental não podia de maneira alguma ser pura dominação de classe, pela simples razão de que se amoldava, com humilde reverência, a valores e critérios velhos de séculos e milênios, muito anteriores e estranhos a qualquer "interesse burguês", como por exemplo a moral judaico-cristã, a arte clássica, medieval e renascentista, o ideal aristotélico da ciência racional e o direito romano.


Justamente ao contrário do que proclamavam os acusadores, por toda parte a educação e a alta cultura eram um freio às ambições cruas dos capitalistas mais assanhados, forçando-os pela pressão moral da sociedade -- especialmente nos EUA -- a sacrificar boa parte de suas fortunas em doações para museus, escolas, fundações educacionais e institutos de pesquisa empenhados nas atividades mais alheias a qualquer imediatismo dinheirista ou interesse de classe.


Não deixa de ser significativo que o projeto educacional mais bem sucedido da história americana tenha sido o dos
liberal arts colleges, hoje espalhados por toda parte nos EUA e responsáveis diretos pela vitalidade cultural do país, que não transmitem a seus estudantes nenhuma "ideologia burguesa" ou técnica utilitária, mas o modelo de alta cultura desenvolvido na tradição greco-romana e medieval do trivium, do quadrivium, da filosofia e das belas artes. Se a educação americana tencionasse mesmo criar servos mecanizados do capital, não se esforçaria tanto para infundir nos estudantes as virtudes dos estadistas romanos e a acuidade crítica dos eruditos escolásticos. E notem que isso não vem de hoje. Eric Voegelin, ao estudar em Columbia entre 1924 e 1926, teve a grata surpresa de descobrir que estava num país onde Platão, Aristóteles, o direito romano e a teologia cristã não eram assuntos só para acadêmicos, mas presenças vivas nos debates públicos.


Ademais, como já observei aqui a propósito de um daqueles teorizadores do inexistente (Pierre Bourdieu), se os burgueses quisessem mesmo fazer da educação um instrumento de dominação de classe, deveriam ter ao menos elaborado um plano de engenharia social nesse sentido, e as marcas do trabalho desenvolvidos para isso -- organizações, atas de assembléias, publicações, orçamentos -- deveriam ser visíveis por toda parte, quando o fato é que nada dessa papelada existe nem existiu jamais, o próprio Bourdieu sendo incapaz de citar um só documento que ateste alguma premeditação técnica por trás da alegada "máquina de reprodução". A única possibilidade de dar razão à sua teoria seria apostar na hipótese de que o controle burguês da educação se construiu por transmissão inconsciente e muda, como que por telepatia (v.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/090204dc.html e
http://www.olavodecarvalho.org/semana/090212dc.html).


Em todo caso, o ódio que esse e outros
pop stars intelectuais do esquerdismo votavam àquele fantasma de sua própria invenção fazia com que parecessem, em comparação com ele, os maiores defensores da liberdade e criatividade infantis, supostamente ameaçadas pelo dirigismo mental do "aparato ideológico burguês". Alguns deles chegavam mesmo, como o Pe. Ivan Illitch, a pregar a "desescolarização" integral da sociedade, a supressão pura e simples do sistema educacional, o advento do homeschooling universal. Alexander S. Neill, um discípulo do psiquiatra e doente mental marxista Wilhelm Reich, anunciava provar que "a liberdade funciona", usando crianças como cobaias de um experimento desastroso -- uma escola onde meninos de cinco anos de idade tomavam decisões administrativas e fumavam durante as aulas, enquanto seus colegas mais velhos preferiam masturbar-se no pátio diante dos olhos complacentes de professores e funcionários. Logo após a morte do fundador, os alunos deram um passo adiante na conquista da liberdade: atearam fogo à escola.


Não por coincidência, esses protetores da meninada ocidental nunca se preocuparam muito com as crianças da URSS, da China e de Cuba, forçadas diariamente a repetir slogans e a fiscalizar-se umas às outras como pequenos policiais, em busca de sinais de desvio ideológico mirim.


Quando, por fim, o Império Soviético veio abaixo, seguiu-se a isso a tremenda ascensão do esquerdismo no Ocidente. Aí os intelectuais ativistas, no poder ou próximos dele, trataram de se livrar do velho libertarismo fingido e encarar a sério a "construção do socialismo". Para isso era preciso admitir que "a liberdade não funciona" e que a educação tem de ser, conforme as recomendações de Antonio Gramsci, um dócil instrumento nas mãos do partido-Estado. Passaram em suma a praticar, na realidade e mil vezes aumentado, o delito que antes atribuíam falsamente à educação burguesa. É sempre assim: quando essa gente planeja um crime, a primeira coisa que faz é acusar dele algum inocente, a título preventivo, para que quando o crime venha mesmo a ser praticado o público se recuse a enxergá-lo, acreditando que é um mal já superado, de outra época. Não por coincidência, os valores universais que antes preservavam a educação de transformar-se em instrumento da ideologia de classe são agora jogados ao lixo. Claro: revolucionários iluminados, imunes aos escrúpulos da burguesia, não iriam deixar-se inibir por tradições milenares -- para eles, meras "construções culturais" tão desprovidas de fundamento quanto as doutrinas que eles próprios inventam. Com a maior desenvoltura, a nova pedagogia estatal cria do nada novos códigos morais, novos padrões de conduta e julgamento, os mais postiços, insensatos e disformes que se possa imaginar, punindo e marginalizando a criança que não se adapte aos mandamentos da recém-criada "socialização" invertida. Como disse o diretor de Concepções e Orientações Curriculares do Ministério da Educação, Carlos Artexes Simões, a escola está aí para "construir um Estado republicano". De seres livres e inventivos, como as proclamavam os Illichs e os Neills, as crianças transformaram-se em tijolos, blocos de argila mudos e passivos nas mãos dos novos demiurgos: Carlos Artexes Simões e similares.

Diário do Comércio, 22 de outubro de 2009




Qual a oposição lógica que esses loucos crêem existir entre o homeschooling e o direito à educação gratuita? Imaginam eles que os pais cobram mensalidades dos filhos para educá-los em casa? A coisa é de um contrasenso tão evidente que não percebê-lo à primeira vista indica deficiência mental.


O pronunciamento do MEC, que considerou inconstitucional a legalização do
homeschooling por violar o direito de todos à educação gratuita, é só mais um exemplo do barbarismo que, a pretexto de educar nossos filhos, lhes impõe todo um sistema de deformidades mentais e morais para fazer deles idiotas criminosos à imagem e semelhança de nossos governantes.


Lembrem o que eu disse dias atrás, sobre as afirmações que não podem ser discutidas, apenas analisadas como sintomas da demência que as produziu. O parecer do MEC sobre o
homeschooling inclui-se nitidamente nessa categoria. Desde logo, um direito que, sob as penas da lei, se imponha ao seu alegado beneficiário como uma obrigação, não é de maneira alguma um direito. Direito, como bem explicava Simone Weil, é obrigação reversa: se tenho um direito, é porque alguém tem uma obrigação para comigo. Ter direito a um salário é ter um empregador que está obrigado a pagá-lo. Se, ao contrário, sou eu mesmo o titular do direito e da obrigação de satisfazê-lo, é claro que não tenho direito nenhum, apenas a obrigação. É assim que os luminares do MEC entendem a educação gratuita: as pobres crianças brasileiras, por serem titulares desse direito, são obrigadas a engolir a cafajestada estatal inteira que se transmite nas escolas, sob pena de que seus pais sejam enviados à cadeia. Isso não é um direito: é uma imposição e um castigo. Para sofrê-lo, basta ser criança e inocente.


O pior é que os apologistas dessa coisa nem reparam na impropriedade do vocabulário com que a defendem, indício não só de suas más intenções como também da sua falta da cultura superior indispensável aos cargos que ocupam na Educação nacional. Segundo a agência de notícias da Câmara dos Deputados, o diretor de Concepções e Orientações Curriculares do Ministério, Carlos Artexes Simões, acredita que "a obrigatoriedade de o Estado garantir o ensino fundamental, conforme prevê a Constituição, deve ser exercida na escola". Qual o nexo lógico que essa criatura crê enxergar entre a obrigação estatal de garantir isto ou aquilo e o direito de o governo mandar para a cadeia quem prescinda desse suposto benefício? Desde quando a obrigação de um se converte automaticamente em obrigação de outro, e, pior ainda, em obrigação do titular do direito correspondente? O Estado tem também a obrigação de garantir assistência médica: deveriam então ser processados e presos os cidadãos que recorram a um médico particular, poupando aos cofres públicos uma despesa desnecessária? O Estado tem a obrigação de pagar aposentadorias: nunca fui buscar a minha, à qual tenho direito há mais de uma década. Não fui buscá-la porque ainda estou forte e saudável, graças a Deus, e fico feliz de poupar ao Estado uma quantia que será melhor empregada em benefício de doentes e incapacitados. Devo ser preso por isso? Quanto custa ao Estado a educação de uma criança? Se um indivíduo tem seus impostos em dia e ainda, possuindo dons de educador, dá instrução a seus filhos em casa, cabe ao Estado ser grato ao cidadão exemplar que o auxilia duplamente, com seu dinheiro e com seus serviços, sem nada pedir em troca. Punir essa conduta honrosa é inversão total da moralidade. Sendo nosso governo o que é, não se poderia mesmo esperar dele outra coisa.


Em terceiro lugar, qual a oposição lógica que esses loucos crêem existir entre o
homeschooling e o direito à educação gratuita? Imaginam eles que os pais cobram mensalidades dos filhos para educá-los em casa? A coisa é de um contrasenso tão evidente que não percebê-lo à primeira vista indica deficiência mental.


Por fim, o próprio Carlos Artexes Simões não percebe a monstruosidade comunofascista que profere ao declarar que "a escola ainda é a vanguarda do ponto de vista do conhecimento necessário para a construção de um Estado republicano". Por que as crianças deveriam ser usadas como tijolos para a construção deste ou daquele regime político que interesse ao sr. Simões? Se o regime fosse monárquico, isso mudaria em alguma coisa o conteúdo das disciplinas essenciais, como gramática, aritmética e ciências? Mesmo a História e a informação básica sobre direitos humanos não têm por que ser alteradas conforme as preferências do regime. Bem ao contrário: qualquer regime que exista só se legitima na medida em que se submeta aos valores e critérios universais dos quais a educação é portadora, em vez de torcê-los para amoldá-los à política do dia. Como expressão da cultura, a educação deve moldar o governo, não este a educação. Transformar a cultura e a educação em instrumentos do Estado foi o que fizeram Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Fidel Castro e Pol-Pot. O sr. Simões defende essa concepção com a naturalidade sonsa de quem não é capaz de enxergar nada acima de uma política mesquinha, abjeta, oportunista. Talvez ele não o note, mas o que ele entende por educação é manipulação, é abuso intelectual de menores.


Mais desprezível ainda se torna a sua opinião quando ele acrescenta que a escola não visa só à educação, mas à socialização. Não sabe ele que tipo de socialização nossas crianças encontram nas escolas públicas? Não sabe que estas são fábricas de desajustados, de delinqüentes, de criminosos? Não sabe que, em nome da socialização, as condutas piores e mais violentas são ali incentivadas pelo próprio governo que ele representa? Não sabe que agredir professores, destruir o patrimônio das escolas, consumir drogas, entregar-se a obscenidades em público, são atos considerados normais e até desejáveis nessas instituições do inferno? Não sabe ele que há um crescimento proporcional direto da criminalidade infanto-juvenil à medida que se amplia a escolarização?


Por que se faz de inocente, defendendo a escola em abstrato, como um arquétipo platônico, fingindo ignorar a realidade miserável que as escolas públicas brasileiras impõem a seus alunos, ou melhor, às suas vítimas? Por que finge ignorar que, além da deformidade moral e social que ali aprendem, tudo o que os nossos estudantes adquirem nessas instituições é a formação necessária para tirar, sempre e sistematicamente, as piores notas do mundo nas avaliações internacionais?


Com que direito o fornecedor de lixo, de veneno, de dejetos, há de punir quem se recuse a ingeri-los, ou a dá-los a seus filhos?


O que se deve questionar não é o direito de os pais educarem seus filhos em casa: é o direito de politiqueiros e manipuladores ideológicos interferirem na educação das crianças brasileiras. É o próprio direito de o Estado mandar e desmandar numa instituição que o antecede de milênios e à qual ele deve o seu próprio ingresso na existência. Muito antes de que o Estado moderno aparecesse sequer como concepção abstrata, as escolas para crianças e adolescentes, anexas aos monastérios e catedrais (e nem falo das grandes universidades), já haviam alcançado um nível de perfeição que nunca mais puderam recuperar desde que a educação caiu sob o domínio dos políticos.


Se queremos melhorar a educação nacional, a primeira coisa que temos de fazer é tirá-la do controle de manipuladores e demagogos que não se educaram nem sequer a si próprios, a começar pelo sr. presidente da República, que se vangloria obscenamente de sua incapacidade de ler livros.

Publicado no Diário do Comércio com o título "Os novos demiurgos (2)".

Obama Pronto a Ceder a Soberania dos EUA, afirma Lorde Britânico

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
WALTER SCOTT HUDSON | 17 OUTUBRO 2009


Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de "dívida climática" - porque nós temos queimado CO
2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].



O Minnesota Free Market Institute organizou evento na Universidade Bethel, na cidade de St. Paul, Minnesota, na noite da última quarta-feira (14/10), tendo como principal orador Lorde Christopher Monckton, que foi assessor para ciências da Primeira-Ministra britânica Margareth Thatcher. Lorde Monckton proferiu longa e cáustica palestra em que apresentou detalhados mapas, gráficos, fatos e dados que culminaram com a total destruição tanto do conceito popular de aquecimento global quanto da credibilidade da ameaça de qualquer mudança climática significativa causada pelo homem.


Resumo detalhado da apresentação de Monckton será publicado assim que compilado. No entanto, trecho de sua palestra requer publicação imediata. Se fidedigna, a preocupação veiculada por Monckton pode provar-se a questão mais importante para a nação americana - mais importante do que a reforma do sistema de saúde, do que o projeto de lei ambientalista de "cap and trade" -, a reclamar portanto a atenção concentrada de todo cidadão.


Eis as palavras finais de Monckton,conforme copiadas de minha gravação:

Na [Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas em 2009 em] Copenhagen, em dezembro próximo, daqui a algumas semanas, um tratado será assinado. Vosso presidente [Barack Obama] vai assiná-lo. A maioria dos países do terceiro mundo vai assiná-lo, pois acreditam que vão ganhar dinheiro com ele. A maior parte do regime esquerdista da União Européia vai carimbá-lo. Virtualmente não haverá ninguém que não o assinará.

Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. O segundo objetivo é a transferência de riqueza dos países ocidentais para os do terceiro mundo, para atender ao que é chamado discretamente de "dívida climática" - porque nós temos queimado CO2 e eles não; nós bagunçamos o clima e eles não. E o terceiro objetivo dessa nova entidade, desse governo, é aplicação [enforcement].

Quantos de vós acreditam que a palavra "eleição" ou "democracia" ou "voto" ou "votação" aparece pelo menos uma vez nas 200 páginas do tratado? É isso mesmo: elas não aparecem nenhuma vez. Então finalmente os comunistas, que saíram correndo do muro de Berlim para dentro do movimento ambientalista, que tomaram o Greenpeace de maneira que meus amigos que o fundaram tiveram de deixá-lo um ano depois, pois [os comunistas] o tomaram - agora a hora da apoteose está próxima. Eles estão prestes a impor ao mundo um governo global comunista. Vós [americanos] tendes um presidente que tem fortes simpatias com esse ponto de vista. Ele vai assinar o tratado. Ele vai assinar qualquer coisa. Ele é ganhador do prêmio Nobel da Paz; é claro que ele vai assiná-lo.

[risos]

E o problema é o seguinte: se esse tratado for assinado, se a vossa Constituição diz que ele tem precedência sobre a Constituição[sic; quis dizer "sobre a lei interna"], e se só se pode deixar o tratado com a concordância de todos os outros membros estatais, e como os EUA são o maior pagador, não vão deixá-lo sair.

Então, obrigado, América! Tu foste o farol da liberdade para o mundo. É já um privilégio apenas pisar neste solo de liberdade enquanto ele ainda é livre. Mas nas próximas semanas, a menos que o impeçais, vosso presidente vai abrir mão de vossa liberdade, de vossa democracia, de vossa humanidade para sempre. E nem vós, nem qualquer governo futuro que elejais terá a menor condição de tomá-los de volta. É tão sério assim. Eu li o tratado. Eu vi esse negócio do governo [mundial] e da dívida climática e da aplicação [do tratado]. Eles vão fazer isso convosco, quer gostais, quer não.

Mas eu acho que é aqui, aqui na vossa grande nação, que eu tanto amo e tanto admiro - é aqui que talvez, à undécima hora, no qüinquagésimo nono segundo do qüiquagésimo nono minuto, havereis de vos erguer e de impedir vosso presidente de assinar esse tratado terrível e sem sentido. Pois não há problema algum com o clima e, mesmo que houvesse, um tratado econômico em nada o [ajudaria].

Concluo dizendo a vós as palavras que Winston Churchill dirigiu a vosso presidente na hora mais escura, antes da aurora da liberdade, na Segunda Guerra Mundial. Ele ciotu vosso grande poeta Longfellow:

Sail on, O Ship of State!
Sail on, O Union, strong and great!
Humanity with all its fears,
With all the hopes of future years,
Is hanging breathless on thy fate!

[Em frente, ó Navio do Estado!
Em frente, ó União, forte e grande!
A humanidade com todos seus temores,
Com toda a esperança dos anos vindouros,
Está suspensa, atada a teu destino!]


Lord Monckton foi aplaudido de pé e respondeu a uma série de perguntas da platéia. Dentre essas, estas são relevantes para o vindouro tratado de Copenhague:

Pergunta:A atual administração e a maioria democrata no Congresso têm mostrado pouca consideração com a vontade do povo. Eles estão tentando aprovar uma agenda de mais governo e mais impostos e encargos para as gerações futuras. E nada parece detê-los. Como o Sr. sugere que impeçamos Obama de fazer isso, porque eu não vejo como impedi-lo de assinar qualquer coisa em Copenhague. Eu acredito que essa é a sua agenda e ele o fará.

LM - Não minimizo a dificuldade. Mas nesse assunto - eu realmente não me meto em política, porque não é certo. No fim, a tua política é para ti. O procedimento correto é entrardes em contato com vossos representantes, tanto no Senado onde o projeto de lei tem de ser aprovado (e podeis tentar pará-lo) e [na Câmara] e levá-los a exigir o seu direito a uma audiência (o qual todos têm) com o presidente e contar a ele sobre esse tratado. Há muitas pessoas poderosas nesta sala, pessoas ricas, influentes. Procurai a mídia, contai-lhes sobre esse tratdo. Se fordes a www.wattsupwiththat.com, encontrareis (se procurardes com cuidado) uma cópia do tratado, pois dei um jeito de colocá-lo lá não faz muito. Lede-o e que a imprensa conte ao povo que a democracia está prestes a ser tomada dele por razão nenhuma, ao menos sem base científica [com relação à mudança climática]. Dizei à imprensa que diga o seguinte: mesmo que exista um problema [com a mudança climática] vós não desejais que vossa democracia vos seja tomada. É tão simples assim.

Pergunta: É mesmo irreversível se o tratado for assinado?Suponha que seja assinado por quem não tem autoridade pois eu tenho algum... tenho um elevado grau de ceticismo de que tenhamos um presidente válido, porque eu...

Eu conheço pelo menos um juiz que partilha a sua opinião, Sr.

Eu não acredito enquanto não o vir. Será que a [possível ilegitimidade de Obama como presidente] não poderia nos dar uma causa razoável para anular qualquer tratado que ele efetivamente assine como presidente?

Eu teria muito cuidado em não confiar em coisas como essa. Embora haja certa dúvida se ele nasceu ou não no Havaí, meu medo é que seria muito difícil provar que ele não nasceu no Havaí, e portanto talvez não sejamos capazes de chegar a algum lugar com isso. Além disso, uma vez que ele assinar o tratado, quer seja válida ou não a assinatura, uma vez que assinou e ratificou, que o Senado o ratifcar, ele se torna vinculante. Mas vou dizer uma coisa: eles sabem, na Casa Branca, que não conseguirão 67 votos no Senado, a maioria de dois terços que vossa Constituição estipula para ratificar um tratado desse tipo. No entanto, o que eles planejaram é o seguinte - e eles realmente deixaram escapar isso durante a campanha eleitoral, e é por isso que eu sei. Ele planejam colocar o tratado de Copenhague em vigor por maioria simples nas duas casas [do Congresso]. Isso eles podem fazer. Mas a vantagem disso, e nisso o Sr. tem razão, é que isso, graças a Deus, é reversível. Então eu quero que rezeis hoje à noite, e rezeis muito pelo Senado, que ele se recuse a ratificar o [novo] Tratado de Copenhague, porque se o recusarem e [Obama] tiver de tentar aprová-lo como se fosse legislação doméstica, podeis rejeitá-lo.

Independentemente de se está ou não ocorrendo aquecimento global ou se ele é causado pela atividade humana, no em qualquer grau, nós não queremos um governo mundial com o poder de impor impostos aos americanos sem representação eletiva ou qualquer coisa análoga às proteções constitucionais. Os Pais da Pátria dariam voltas em seus túmulos se soubessem que seus descendentes conferiram tal autoridade a um poder estrangeiro, desfazendo efetivamente todos os seus esforços em um ato de Revolução Anti-Americana. Se esse é o nosso destino iminente, precisamos suspender tudo mais e nos concentrar em impedir que isso aconteça. Se cedermos a soberania americana, todos os outros debates tornar-se-ão irrelevantes.


Passando os olhos no tratado, encontrei os objetivos da nova entidade mencionados por Monckton:

38. O esquema para o novo arranjo institucional sob a Convenção será baseado em três pilares básicos: governo; mecanismo facilitativo; e mecanismo financeiro, cuja organização básica incluirá o seguinte:

Governo Mundial (título acrescentado)
(a) O governo será regido pela COP ["Climate Change Conference", Coferência sobre Mudança do Clima]com o apoio de um novo órgão subsidiário sobre adaptação e de um Conselho Executivo responsável pelo gerenciamento dos novos fundos e dos processos e órgãos facilitativos relacionados. O atual secreatriado da Convenção operará como tal, conforme apropriado.

Redistribuir Riqueza (título acrescentado)
b) O mecanismo financeiro da Convenção incluirá um fundo multilateral de mudança climática incluindo cinco janelas: (a) uma janela de Adaptação, (b) uma janela de Compensação, para tratar de perdas e danos do impacto da mudança climática [leia-se a "dívida climática a que se referiu Monckton],incluindo seguro, rehabilitação e componentes compensatórios, (c) uma janela de Tecnologia; (d) uma janela de Mitigação; e (e) uma janela REDD ["Reducing Emissions from Deforestation and Degradation", Reduzindo Emissões do Deflorestamento e Degradação], para apoiar processos multi-fásicos para incentivos positivos para florestas relacionados a ações REDD.

Com Autoridade para Aplicação [Enforcement] (título acrescentado)
O mecanismo facilitativo da Convenção incluirá: (a) programas de trabalho para adaptação e mitigação; (b) um processo REDD de longa duração;(c) um plano de ação tecnológico de curta duração; (d) um grupo de especialistas em adaptação estabelecido pelo órgão subsidiário em adaptação,e grupos de especialistas em mitigação, tecnologias e monitoramento, relatoria e verificação; e (e) um registro internacional para monitoramento, relatoria e verificação de observância dos compromissos de redução de emissões, e a transferência de recursos técnicos e financeiros de países desenvolvidos para países em desenvolvimento. O secretariado fornecerá apoio técnico e administrativo, inclusice um novo centro para troca de informações.


ORDEN DE CAPTURA A MANUEL ZELAYA POR TRAICION A LA PATRIA, (ENTRE OTROS DELITOS)





Sabado, 27 de Junio de 2009

Conflicto En esta orden de captura, el mundo podrá entender porque el caso Zelaya no es un "Golpe de Estado" como nos quieren hacer creer todos los chavistas y sus idiotas útiles. Seria bueno que "politologos" y "analistas" se informaran de la realidad que se vive en Honduras, antes de seguir alimentando esta crisis con sus comentarios dañinos.




El Presidente Zelaya (hoy expresidente) violó la constitución de su pais, en varios artículos.

Fue acusado por traición a la su patria y, como lo expresa la constitución, destituido sin miramientos. El ejército Hondureño lo que hizo fue cumplir una orden judicial.


Quizás lo sensurable fue la forma como lo pusieron en El Salvador, en pijama, pero el Ejército debia decidir entre dos males, el menor. Si lo dejan en Honduras, a un ex-ciudadano, pues la constución expresamente se la quita a quien actúa como el, seguro los disturbios provocarían muertes que se han querido evitar.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".