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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Aula espetacular de Milton Friedman

Depois que tiramos a venda cultural imposta pela visão de mundo de grupos de pessoas não localizadas no MUNDO REAL e associadas para darem suporte a si mesmas (como mentirosos que, se desagrupados e interrogados individualmente vão acabar se contradizendo naquilo que afirmavam com TOTAL convicção 5 minutos antes), o mundo parece que se abre como uma rosa que há poucos minutos era um botão. Aos olhos de um alienígena este fenômeno pode parecer uma mudança brusca (revolucionária) mas os seres deste planeta sabem que este é um processo NATURAL: o botão se transformará em rosa um dia, se não for impedido artificalmente ou por algum acidente natural.

É desta forma que agem todas as revoluções na sua parte preparatória, digo, impedindo artificialmente que o acesso ao conhecimento transforme o jovem em um homem adulto. A revolução torna-se possível quando existe uma massa de seres humanos infantilizados artificialmente, estupidificados, incapacitados de conhecerem os fatos históricos, o que, por consequência, os impede de entender os FATOS de seu cotidiano. São cegos, surdos e mudos. 

Mantidos artificialmente no PASSADO (digo, nas suas INFÂNCIAS) através do bloqueio ao conhecimento adquirido pelos melhores seres humanos já nascidos e, ao mesmo tempo, alimentados com o pseudo-conhecimento de homens e mulheres do mais baixo nível intelectual e moral, produz-se uma horda de monstros que não serão jamais seres humanos em sua plenitude. 

Comprovem isto no vídeo abaixo. Olhem a IMENSA distância entre um homem honesto e sincero consigo mesmo e um papagaio humano que só sabe repetir palavras de ordem aprendidas nas faculdades, mídia, sindicatos, partidos políticos...

Uma bela aula de pouquíssimos minutos. Vale um curso inteiro.



Em seu livro 'Capitalismo e Liberdade' (1962), Milton Friedman (1912-2006) defendeu a minimização do papel do governo no mercado livre como maneira de criar liberdades politicas e sociais.

Trecho de uma entrevista com Phil Donahue, em 1979.

Tradução e legendas minhas (o autor da tradução e das legendas encontra-se AQUI).

Para o 'original' (Milton Friedman - Greed, sem legendas em português) visite:
http://www.youtube.com/watch?v=RWsx1X...

PS.: Se você entende inglês, não deixe de ler ou assistir 'Free to Choose', uma verdadeira obra prima de divulgação científica em economia, que esclarece muito bem as idéias do Milton Friedman.

Para ver 'Free to Choose' na íntegra e de graça (porém em inglês) ou para adquirir o DVD, visite o site do 'Idea Channel':
http://www.ideachannel.tv/

3 comentários:

Paulo Oliveira disse...

Excelente!

Anônimo disse...

“Where in the world do you find these angels who are going to organize society for us?”

“Onde, nesse mundo, vai se achar esses anjos que botarão ordem na sociedade para nós?”

Clássico oximoro figurativo. Os líderes mundiais são sociopatas por natureza. Por isso são líderes. A história é repleta deles. Alexandre o Grande, Cleopatra, Cesar, Hitler, Stalin...

Anjos [pessoas de bem, inteligentes, graduadas em ensino superior, bilíngües, competentes] têm saúde mental, e, portanto escolhem não liderar.

Muitos já me pediram para me candidatar. Dizem o quanto eu faria de bom. A resposta é sempre a mesma: "não". Não vou conviver com uma choldra ignóbil, imoral e espúria.

"Keep up the good work."
Cheers

Cavaleiro do Templo disse...

Cheers, obrigado, continuarei sim.

Mas me diga, como alguma coisa pode melhorar sem os melhores trabalhando por dentro nela?

Se Deus nos deu alguma competência para ajudarmos a todos, mesmo com nosso sacrifício pessoal (morte entre elas), não usá-la, não usar nossa competência, não seria conivência com, no caso da política, estes e outros dos piores seres humanos que se encastelaram nela?

Abraços

Cavaleiro do Templo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".