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Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

ABORTO na Rio+20: ONGs defendem legalização para alcançar sustentabilidade

 

  RIO ABORTO

Trabalho gráfico: CasandoOVerbo. Fonte: Facebook. Conheçam o canal no YouTube.

 

G1

14/06/2012 17h32 - Atualizado em 14/06/2012 18h15

Permitir aborto é necessário ao desenvolvimento sustentável, defendem.
ONGs também criticaram medidas dos países desenvolvidos diante da crise.

Nathalia Passarinho

Do G1, no Rio

Organizações não-governamentais (ONGs) presentes à Rio+20, defenderam nesta quarta-feira (14) a legalização do aborto como forma de alcançar o desenvolvimento sustentável. Para Alexandra Garita, representante da Internacional Women Health Coalison (Coalisão Internacional pela Saúde das Mulheres), os países devem garantir às mulheres a possibilidade de abortar com segurança e evitar o nascimento de crianças que não terão acesso a saúde, educação e padrões mínimos de qualidade de vida.

“As mulheres já abortam hoje e muitas morrem. É importante que elas possam fazer isso com segurança”, afirmou. Garita também defendeu acesso gratuito a métodos contraceptivos e a informações sobre como evitar a gravidez.

ONGs defenderam que as mulheres devem ter direito de fazer aborto. (Foto: Nathalia Passarinho/G1)

ONGs defenderam que as mulheres devem ter direito de fazer aborto. (Foto: Nathalia Passarinho/G1)

O coordenador da Federação Internacional de Estudantes de Medicina, Mike Kamus, também defendeu o aborto como forma de garantir desenvolvimento sustentável. “Do meu ponto de vista pessoal, é preciso garantir o aborto com segurança. Milhares de mulheres morrem tentando abortar. As que levam uma gravidez indesejada até o fim, muitas vezes, não têm condição de dar uma vida de qualidade aos filhos”, afirmou. Segundo ele, é preciso “dar aos jovens o direito de decidir.”

Empregos verdes
Representantes de ONGs também defenderam que os governos estimulem a criação de empregos voltados à proteção do meio-ambiente, como os relacionados a reciclagem.

“Queremos que todos os empregos criados sejam voltados ao desenvolvimento sustentável, por isso a importância na indústria verde”, afirmou Mike Kamus. 

A secretária-geral da International Trade Union Confederation, Sheran Burrow, criticou as medidas adotadas pelos países desenvolvidos diante da crise financeira internacional. A organização representa interesses sociais de trabalhadores de todo o mundo.

“Atualmente dois terços da população dizem que as futuras gerações enfrentarão condições piores do que as nossas. As pessoas estão perdendo as esperanças”, afirmou. Segundo Sharon, o Brasil é um dos únicos países “otimistas”. “No Brasil, dois terços da população têm esperanças no futuro. Isto porque o governo federal focou em inclusão social e proteção social”, disse.

O poder anônimo

 

OLAVO DE CARVALHO

Diário do Comércio, 15 de junho de 2012

Distinguindo entre a ação das forças da natureza e a do poder humano, Romano Guardini assinalava que esta se distingue por um senso de propósito, portanto pela presença de um agente humano responsável. É tão absurdo perguntar quem foi o culpado por um terremoto quanto imaginar um poder político, econômico, militar ou cultural sem um ou vários agentes responsáveis por trás dele. Guardini escreveu isso no seu livro Der Macht (“O Poder”), de 1951. Já naquela época ele notava um fenômeno que então despontava no horizonte, mas que com o tempo só fez crescer até proporções colossais: o poder anônimo, sem agentes responsáveis conhecidos ou conhecíveis.

Ninguém, hoje em dia, escapa à experiência de ligar para uma empresa em busca de assistência técnica, ou de explicações sobre uma cobrança indevida, e ser atendido por sucessivas camadas de secretárias eletrônicas, em busca de um inacessível gerente humano.

Mas esse é só o aspecto mais banal e cotidiano do fenômeno. Mudanças políticas, jurídicas e culturais que afetam brutalmente a vida da população são quase que diariamente introduzidas em vários países ao mesmo tempo, sem que o cidadão tenha a menor possibilidade de rastrear de onde partiram, quem responde por elas.

O crescimento exponencial da administração pública, sua íntima associação com organismos internacionais, com macro-empresas sem nacionalidade definida e com uma rede imensurável de agências políticas não-governamentais faz do processo decisório um labirinto onde mesmo o estudioso especializado tem dificuldade de se orientar. Com freqüência as discussões no Parlamento ou na mídia não passam de uma camuflagem destinada a acobertar decisões que já vêm prontas de instâncias superiores inacessíveis ao olhar do público.

Um fator complicante é acrescentado pela extensão progressiva e ilimitada do campo de atuação dos serviços secretos. Antigamente restritos às áreas de interesse  militar, desde o começo do século XX passaram a interferir ativamente na política, na cultura, na educação, na indústria de comunicações e, por fim, cada vez mais na vida privada dos cidadãos.

Para fazer uma idéia da força avassaladora com que essas organizações influenciam e às vezes chegam a determinar não só o curso dos acontecimentos como até mesmo a imagem pública (falsa) que se faz dele, basta ter notícia do que se passou quando, no começo dos anos 90, os Arquivos de Moscou foram abertos, por um curto período, ao exame dos pesquisadores ocidentais: praticamente tudo o que o público imaginava sobre a história do comunismo no século XX revelou-se nada mais que um conjunto de mitos tranqüilizantes criados pelo próprio governo soviético e reproduzidos ipsis litteris pela mídia ocidental. A verdade que os documentos mostraram correspondia quase que milimetricamente àquilo que, décadas antes, a unanimidade dos bem-pensantes havia condenado como “teoria da conspiração”, “delírio de extrema-direita” etc.  

Existe, ademais, a elite político-financeira global, cujos interesses, planos e meios de ação transcendem incalculavelmente os dos governos nacionais, reduzidos, em muitos casos, ao papel de aplicadores de decisões cuja origem permanece desconhecida do público. É tolice imaginar que esses grupos decidam a seu belprazer o rumo da História mundial, mas é tolice maior ainda imaginar que sua ação seja inócua ou inexistente.

Por fim, é preciso contar com o profundo despreparo dos “cientistas sociais” para lidar com o assunto. Georg Jellinek, na sua clássica Teoria Geral do Estado (1900), advertia que a precaução número um no estudo da sociedade, da política e da História deveria ser a distinção criteriosa entre os processos que atendem a um plano premeditado e aqueles decorrentes da acumulação mais ou menos fortuita de fatores causais impessoais. Por desgraça, as ciências sociais, desde o seu nascimento, infectadas de preconceitos positivistas e marxistas, teimaram em enfatizar unilateralmente o segundo tipo de processos, julgando que os elementos anônimos e coletivos eram mais suscetíveis de tratamento “científico” e criando assim a fantasmagoria de uma sociedade movida por “leis gerais”, sem responsabilidade humana. Resultado: quando uma vanguarda revolucionária ou uma elite de oligarcas bem assessorados impõe sua vontade a populações inteiras que não sabem de onde as ordens partiram, tudo se passa como se ninguém tivesse decidido nada, como se as mudanças tivessem caído prontas do céu. Já na década de 30 Antonio Gramsci havia codificado esse processo numa técnica sistemática para elevar o Partido Comunista às alturas de “um poder onipresente e invisível como um imperativo categórico ou um mandamento divino”. Em vez de lançar clareza sobre o seu objeto de estudo, muitas vezes as ciências sociais se transformam elas próprias em instrumentos de camuflagem. Aliás, se não fosse assim, talvez não recebessem subsídios tão polpudos de governos, serviços secretos, bancos internacionais, etc.

Embora tivesse observado somente os primeiros lances dessa gigantesca transformação da sociedade, Romano Guardini enfatizava que, nas condições que ela criava, a noção mesma de “responsabilidade” desaparecia por completo, as decisões do poder tornando-se inocentes, inimputáveis como fenômenos da natureza.

Será de espantar que, quanto mais cresce a capacidade de controle do poder anônimo sobre a sociedade, mais se espalhem por toda parte o caos moral, a confusão das consciências, a perda do discernimento? E quem disse que os próprios detentores do poder anônimo são imunes à desordem que criaram?

Lady Gaga Leva Chute no Traseiro na Indonésia

 

JULIO SEVERO

15 de junho de 2012

O Oriente está mandando uma mensagem para os EUA. Será que eles vão escutar?

Matthew Cullinan Hoffman

Notícias do cancelamento do show de Lady Gaga no início de junho em Jacarta, Indonésia, estão tendo uma repercussão extremista na mídia americana e internacional, que diz que é uma peça teatral moral sobre o triunfo do islamismo radical sobre a liberdade artística, e um triste prenúncio da suposta transição da Indonésia para o fanatismo religioso.

Mas a verdade é que a resposta negativa aos shows de Gaga hipersexualizados e desrespeitadores dos valores morais não ficou isolada a extremistas nem à Indonésia. As turnês de shows de Lady Gaga e outras formas similares de entretenimento que insultam as religiões estão sendo cada vez mais mal recebidas na região do sudeste asiático e além, e refletem a crescente indignação com o que é visto como um imperialismo cultural americano que ameaça com desdém os valores morais dos outros países.

A culpa do vexame que Gaga sofreu em Jacarta está sendo associada a uma organização conhecida como Frente dos Defensores Islâmicos (Islamic Defenders Front, FPI), um grupo muçulmano linha-dura conhecido por seus conflitos com cristãos e pela sua rígida interpretação do Alcorão. De acordo com o International Crisis Group, uma organização pacifista cujo veredicto sobre o caso está sendo citado pela Associated Press, está “claro que não teriam considerado cancelar o show” se o FPI e outros grupos extremistas não tivessem se mobilizá-lo para impedi-lo.

Contudo, o FPI e grupos afins não estavam sozinhos na sua oposição ao show de Jacarta. Aliás, o show de Gaga enfrentou energética oposição de uma dúzia de outras organizações islâmicas, incluindo o Conselho Indonésio de Ulemás, a maior autoridade muçulmana indonésia, conhecida pelo temperamento religioso moderado.

Além do mais, a oposição ao show da cantora não acabou dentro das fronteiras indonésias. De fato, a turnê, chamada de “Born this Way Ball” (algo como “Já Nasceram Assim”), em referência à alegação sem fundamento científico de Gaga de que os homossexuais já nasceram com sua orientação gay, provocou protestos em vários países da região, em sua maioria por grupos cristãos.

Nas Filipinas, os shows da cantora provocaram de católicos e protestantes respostas semelhantes às demonstradas pelos muçulmanos na Indonésia. O arcebispo católico Ramon Arguelles alertou que “seus fãs estão sob o perigo de caírem nas garras de Satã”, e apoiou um boicote. Um pastor evangélico que organizou uma grande manifestação de protesto no centro de Manila, capital das Filipinas, chamou Lady Gaga de “o ícone de uma nova religião de difamação da nossa fé, de profanação de tudo o que é sagrado e da enganação dos nossos jovens”. 

O show na região de Manila só foi permitido pelas autoridades do governo depois de emitirem um alerta à cantora com relação a atitudes que pudessem ser consideradas lascivas ou ofensivas à moral ou à religião, prometendo agir contra a cantora se ela infringisse as leis de pudor público. As advertências não foram capazes de aplacar o grupo de centenas de manifestantes que tentaram fazer uma marcha até o evento, e foram impedidos pela polícia a um quilômetro de distância do local. Uma resposta parecida aconteceu na Coréia do Sul, onde centenas de cristãos participaram de protestos organizados contra o show da Lady Gaga, fazendo com que a entrada no evento fosse proibida para menores de 18 anos.

Essas manifestações de revolta contra a hegemonia cultural dos EUA, com sua hostilidade antirreligiosa, não estão limitados à Ásia; outros países também mostram disposição de lutar contra as influências corruptoras de “artistas” estrangeiros que atacam a moral pública. Na Rússia, a cantora Madonna foi alertada de que seria multada se utilizasse seu próximo show em São Petersburgo para promover a agenda homossexual. Na França, um número cada vez maior de católicos está protestando contra peças teatrais estrangeiras “cristofóbicas” que profanam imagens sagradas e insultam as crenças cristãs. Na Turquia liberal, o Primeiro Ministro Recep Tayyip Erdogan está alertando que o governo irá cortar ajuda financeira a teatros em resposta à peça chilena chamada The Obscene Secrets of Every Day (Os Segredos Obscenos do Dia-a-Dia), além de outras obras ofensivas.

Lady Gaga não deveria se surpreender com a reação dos cristãos e muçulmanos asiáticos ao seu comportamento bizarro no palco, o qual ela reconheceu frequentemente que é planejado para gerar controvérsia, e que serve aos seus interesses econômicos como uma cantora em busca de publicidade. No entanto, os americanos aparentemente se tornaram tão saturados e insensibilizados com a rotina de obscenidade de tais “artistas pop” que já não conseguem mais compreender a reação de pessoas comuns em países que ainda estão imbuídos de valores de devoção religiosa, noção do sagrado e um desejo profundo de proteger seus filhos de influências nocivas.

Gerações de pais americanos têm entregado seus filhos alegremente aos sedutores cuidados de indústrias que abertamente lucram com a destruição de seus valores morais, vendendo-lhes um entendimento hedonista e degradado da sexualidade humana, no momento mais vulnerável do seu desenvolvimento psicossexual. A “corrida cultural dos EUA para o fundo do poço” é justificada por uma ideologia libertária que diviniza a liberdade individual à custa da moral pública, um conceito que já é quase inexistente na jurisprudência americana. O espírito resultante se reflete em quase todas as manifestações da mídia de massa, de filmes a programas de televisão, músicas, videogames e internet. Os americanos têm respirado essa atmosfera venenosa por tanto tempo que se tornaram quase incapazes de manifestar uma indignação moral, ou de interpretar tal indignação quando ela se manifesta fora do país.

A verdadeira questão levantada por Lady Gaga no sudeste asiático não é a do extremismo religioso ou da santidade da liberdade de expressão, temas comumente utilizados pelos americanos como desculpas para repudiar a resistência obstinada de pessoas de outros países aos produtos que os americanos exportam para outras culturais. Isso tudo, na verdade, representa o declínio espiritual dos EUA. Esse declínio criou um abismo entre os EUA e os povos que continuam a manter os valores que os americanos abandonaram, valores que são essenciais para a saúde de qualquer sociedade.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo de The Catholic World Report: “Lady Gaga Gets the Indonesian Boot

Fonte: www.juliosevero.com

Governo dos EUA promoverá defesa mundial da homossexualidade por meio de concertos de Lady Gaga

Madonna poderá ser multada se promover a agenda homossexual em show na Rússia

A metafísica darwinista e o problema da teodiceia

 

perspectivas

Quinta-feira, 14 Junho 2012

O problema da teodiceia é um problema filosófico clássico e antigo, mas agora, em desespero de causa, o darwinismo recorre à teodiceia para tentar destruir quem se oponha ao seu dogma. Mas o problema da teodiceia é metafísico e, por isso, faz parte da filosofia, e não da ciência. Ou será que o darwinismo é, antes de mais, uma metafísica?!



Desde logo, o darwinismo cria esta noção de evolução, mas depois exige que o ónus da prova recaia sobre quem refuta a teoria.

Dou um exemplo: se alguém afirma que 1 + 1 = [ √ π], e uma outra pessoa não concorda e refuta esta proposição baseado na lógica e na matemática (e não na metafísica!), cabe a quem afirma demonstrar que a proposição é verdadeira.

Mas os darwinistas afirmam a sua teoria e depois exigem que quem não concorda com ela que a refute, sem apresentar evidências que possam fundamentar a teoria. É como se eu afirmasse que “os deuses falam grego”, e exigisse depois que quem não concorda comigo que demonstre que eu estou errado.

É neste contexto que os darwinistas recorrem ao argumento metafísico clássico da teodiceia: “se o designer existe, porque é que não criou a natureza de forma perfeita?”

O darwinista coloca-se no lugar do designer e faz-lhe a crítica: assume que até poderia ter feito melhor do que ele, presumindo que a natureza não é perfeita.

Imaginem que eu vou a uma exposição de arte abstracta. Olho para os quadros e digo comigo: “embora eu não entenda qual é o objectivo do artista ao pintar estes quadros abstractos que não me dizem quase nada, a verdade é que 1) os quadros são produtos de design, e 2) o artista lá deve ter as suas razões para produzir este design.”

O darwinista, em contraponto, entra na mesma galeria de arte abstracta e pensa: “não existe design nestes quadros, porque se existisse algum design, teriam que fazer sentido para mim e ser perfeitos. Uma vez que os quadros não têm significado para mim e são imperfeitos, logo os quadros não são produtos de design: surgiram espontaneamente na natureza mediante mutações aleatórias e por selecção natural.”

Et sic transit gloria mundi.

Obama fraud 'biggest potential crime' in U.S. history

 

TEAPARTY.ORG

DIANA WEST asks the question that the mainstream media has been intimidated into avoiding: is Barack Obama eligible to be president of the United States? Despite the results of Sheriff Joe Arpaio’s Cold Case Unit, which found that both Obama’s birth certificate and Selective Service Registration card had been forged, Obama’s behavior in the ’08 elections and the very words of the Constitution itself, the government has not allowed for a thorough and fair investigation into the issue of Obama’s eligibility. West urges citizens to not blindly accept the Obama administration’s word, but to question authority over what could be the “biggest potential crime in all of American history.”

Primeira parte

Segunda parte

Lula defende RICARDO GAMA

 

Publicado em 14/06/2012 por darciovix

Vídeo original : http://www.youtube.com/watch?v=_No3PuIiJ4Q

Conheça a história de Ricardo Gama no blog dele: www.ricardogama.net

Faço esse vídeo por que não quero ficar calado diante das atrocidades que se cometem contra a liberdade de expressão neste país.

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 13 de junho de 2012

 

TST: Fotos postadas no Orkut geram demissão por justa causa

 

JORNAL DO BRASIL

12/06 às 10h32 - Atualizada em 12/06 às 10h41


Jornal do Brasil

Brasília

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Por unanimidade, a 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso (agravo) de uma enfermeira da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Prontolinda Ltda., em Olinda (PE), que tinha sido demitida por justa causa, depois de postar, numa rede social da internet, fotos da equipe de trabalho tiradas durante o expediente e comentários considerados de mau gosto, inclusive de doentes internados no hospirtal. Na ação trabalhista, a enfermeira pedia a descaracterização da justa causa e o pagamento de dano moral pelo constrangimento causado pela demissão.

De acordo com a inicial, a enfermeira trabalhou no hospital durante um ano e nove meses até ser demitida — segundo ela, depois de ter publicado no Orkut fotos suas e de seus colegas em trajes de trabalho. Ela alegou que o hospital agiu de forma discriminatória ao dispensá-la, porque a postagem de fotos na rede social era prática comum entre os demais empregados. Disse ainda que o empregador se recusou a fornecer-lhe carta de recomendação, o que dificultou a obtenção de nova colocação no mercado de trabalho.

Intimidades

Para o advogado do Prontolinda, as imagens postadas relatavam “intimidades” dos integrantes da equipe da UTI. Segundo a contestação, cada foto postada continha abaixo “comentários de mau gosto, não apenas da enfermeira demitida, mas também de terceiros” que acessavam a rede social. As fotos mostravam ainda o logotipo do estabelecimento sem sua autorização, expondo sua marca “em domínio público, associada a brincadeiras de baixo nível, não condizentes com o local onde foram batidas”.

Ainda conforme a empresa, a enfermeira desrespeitou os doentes internados na UTI, muitos em estado  grave e que, por motivos alheios às suas vontades e de seus familiares, foram expostos publicamente.

O estabelecimento assinalou ser “referência para o atendimento de ministros de Estado e até do presidente da República”, e que não poderia “ficar à mercê de brincadeiras impensadas de empregados, principalmente quando abalam a sua moral”.

Ao julgar a reclamação da enfermeira, a 3ª Vara do Trabalho de Olinda descaracterizou a justa causa e condenou o hospital ao pagamento de indenização por dano moral no valor de R$ 35 mil. Para o juiz, o ato não revelava comportamento inadequado no tratamento dos pacientes — “pelo contrário, demonstra o espírito de confraternização, de amizade, união e carinho entre os funcionários”. Com as verbas rescisórias devidas, a condenação total foi de cerca de R$ 63 mil.

Recursos

O Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE) reformou o a sentença do juiz, e acolheu o recurso ordinário do hospital. Para o TRT, o empregador agiu corretamente ao aplicar a justa causa, porque as fotos revelam a equipe da UTI em um “ambiente de brincadeiras nitidamente inadequadas”. O acórdão cita como exemplo uma foto que mostra “uma das enfermeiras semiagachada e uma mão supostamente tentando apalpá-la”. 

Contra esta decisão, a enfermeira interpôs recurso de revista para o TST, que teve segmento negado pelo TRT, levando-a a ajuizar o agravo agora julgado e negado pelo TST.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

CPI do Cachoeira: como é o olhar de quem mente

 

Publicado em 13/06/2012 por vejapontocom

Tom Jobim ensinou que bastam alguns segundos para descobir o carácter
de qualquer pessoa.

NA VEJA 1 — Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

 

REINALDO AZEVEDO

02/06/2012 às 16:33

 

Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
*
Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
(…)
A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.
(…)

A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
(…)

Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
(…)

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)

Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
(…)

Por Reinaldo Azevedo

NA VEJA 1 — Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

 

REINALDO AZEVEDO

02/06/2012 às 16:33

 

Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
*
Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
(…)
A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.
(…)

A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
(…)

Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
(…)

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)

Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
(…)

Por Reinaldo Azevedo

A covardia política de Fernando Haddad, que fugiu da miniparada gay. Ou: Por que o movimento minguou?

 

REINALDO AZEVEDO

11/06/2012 às 19:07

 

Começo por uma das provocações do título: “miniparada gay”. Por que “miniparada”? Pela primeira vez, fez-se uma medição da presença de público segundo critérios científicos. Os alegados 4 milhões de pessoas eram, na verdade, no máximo, 270 mil, ou 1/15 do número que servia à propaganda, segundo o Datafolha. Há aí uma questão conjuntural — o evento reuniu menos gente do que no ano passado — e uma histórica: nunca, em tempo nenhum, a parada deve ter reunido nem mesmo mesmo 500 mil pessoas (quase o dobro do que se viu ontem). Falava-se em muitos milhões para tentar emprestar à parada uma importância e uma adesão popular que nunca teve — o que não quer dizer, atenção!, que seja pouca gente.

Noto, a título de ilustração, que não é de hoje que as coisas são assim. No dia 17 de abril de 1984, os que éramos favoráveis às eleições diretas para presidente alardeamos a presença de 1 milhão de pessoas num comício do Vale do Anhangabaú e imediações. Ainda me lembro do ceticismo de um velho amigo, um comunista italiano que morava no Brasil havia alguns anos. Era matemático. Eu tinha, então, 22 anos; ele, mais de 70. Dávamos aula na mesma escola. “Vocês não sabem o que é um milhão de pessoas na rua; infelizmente, não havia lá mais de 100 mil. Um país que pusesse um milhão na rua por causa de uma reivindicação política seria outro…” Pois é. Sem contar que aquele milhão não caberia lá de jeito nenhum! Vocês sabem como a causa é capaz de produzir “mentiras decorosas”, não é mesmo? Tanto não havia um milhão que a emenda das Diretas foi derrotada, e nada aconteceu…

Quem sabe Zé Dirceu consiga reunir um milhão em sua defesa, não é mesmo?, sob a liderança da UNE. A entidade pode aproveitar e pegar uma graninha dos convênios e investir na patuscada pró-impunidade. Adiante com a questão da miniparada. Chegarei a Haddad.

Motivos para reflexão
A militância sindical gay deveria pensar um tantinho nos motivos que levaram à substancial e visível queda de público neste ano. Nunca como agora ela foi tão estridente e, em muitos aspectos, agressiva. Ganhou maus prosélitos. Os absurdos levados à avenida no ano passado — os modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas — e o debate às vezes virulento em defesa da tal lei de combate à homofobia podem ter concorrido para diminuir o que se esforçava para ter um caráter inclusivo, universalista. Não só: seria o caso de avaliar a insistência em levar às escolas o tal “kit gay”. Uma coisa é contar com a simpatia algo descompromissada da população (héteros, gays, tico-tico no fubá); outra, distinta, é querer convencê-la de que seus filhos devem ser submetidos a uma peça de propaganda bucéfala em sala de aula. Preconceito? Uma ova! Os filmes foram tornados públicos e falam por si.

Marta Suplicy, com o seu verbo de hábito ligeiro, acusa um retrocesso da causa em razão da militância obscurantista ou algo assim. É o caminho para continuar errando. Se os sindicalistas gays tiverem um mínimo de juízo, verão que sua causa minguou à medida que decidiu tratar com ligeireza estúpida alguns valores que estão na raiz da formação da cultura brasileira. Se a sua causa depende, em boa parte da adesão popular, então tem de haver diálogo. “Santos gays” na avenida e tentativa de criminalizar opinião são coisa de quem quer confronto. Os supostos milhões da avenida sempre serviram como uma espécie de intimidação, inclusive dos políticos, que passaram a incluir o evento em sua agenda. O parada de ontem deixou claro que a causa é muito menos popular do que parece. É bom lembrar que a parada EM São Paulo não é propriamente DE São Paulo; é a DO Brasil.

Haddad e a agenda secreta
José Serra e Fernando Haddad, tidos na imprensa como “os dois principais candidatos à Prefeitura”, não foram à parada. Nota: até agora, não sei por que o petista, com algo entre 3% e 5% das intenções de voto, está entre os “principais”, mas vá lá… Serra tinha ido a Nova York e parece não ter conseguido voltar a tempo. Já a ausência do petista foi planejada e obedeceu a uma estratégia de seu comando de campanha. Ainda que o tucano certamente tenha gays entre seus eleitores — foi o grande arquiteto do tratamento gratuito às vítimas da AIDS e do trabalho de conscientização sobre o contágio —, é fato que o PSDB não mantém com o que chamo “sindicalismo gay” os vínculos que mantém o PT, que se quer o partido das minorias.

O que tirou Haddad da avenida? Várias coisas. Em primeiro lugar, ele precisa se desvincular do chamado “kit gay”. De tal sorte era absurdo o material que a própria presidente Dilma Rousseff resolveu vetá-lo. Sim, evangélicos e católicos protestaram; os parlamentares cristãos reagiram, mas eles não decidem nada! Especialistas em educação e comportamento com os meridianos ajustados sabem que aquele troço era lixo, proselitismo barato. Em vez de entregar a questão a educadores, resolveram passá-la aos cuidados de militantes. Mas não era só isso, não! A musa da causa — ao menos entre os que lideram paradas — é Marta Suplicy, que foi alijada do processo eleitoral pela brutalidade de Lula. A chance de que Haddad fosse vaiado era grande.

O que fez, então, o petista? Garantiu, nos bastidores, às lideranças do movimento que será um prefeito sensível à causa, mas não quis aparecer em público ao lado dos gays. Assim, prefere tratar da questão como uma agenda secreta: se e quando eleito, então faz as vontades do sindicalismo gay; por ora, é bom se distanciar da causa para não provocar “os conservadores”, entenderam? Haddad tenta fazer com o tema mais ou menos o que Dilma fez com o aborto: deu um truque no grande eleitorado e ficou longe do assunto — quase aprendeu a persignar-se; no poder, vai implementando a agenda dos abortistas. A última do governo federal é estudar a implementação de um atendimento pré-aborto (!?) no Sistema Único de Saúde…

Haddad não foi à parada gay para manter parte de sua biografia e de suas intenções no armário.

Por Reinaldo Azevedo

A covardia política de Fernando Haddad, que fugiu da miniparada gay. Ou: Por que o movimento minguou?

 

REINALDO AZEVEDO

11/06/2012 às 19:07

 

Começo por uma das provocações do título: “miniparada gay”. Por que “miniparada”? Pela primeira vez, fez-se uma medição da presença de público segundo critérios científicos. Os alegados 4 milhões de pessoas eram, na verdade, no máximo, 270 mil, ou 1/15 do número que servia à propaganda, segundo o Datafolha. Há aí uma questão conjuntural — o evento reuniu menos gente do que no ano passado — e uma histórica: nunca, em tempo nenhum, a parada deve ter reunido nem mesmo mesmo 500 mil pessoas (quase o dobro do que se viu ontem). Falava-se em muitos milhões para tentar emprestar à parada uma importância e uma adesão popular que nunca teve — o que não quer dizer, atenção!, que seja pouca gente.

Noto, a título de ilustração, que não é de hoje que as coisas são assim. No dia 17 de abril de 1984, os que éramos favoráveis às eleições diretas para presidente alardeamos a presença de 1 milhão de pessoas num comício do Vale do Anhangabaú e imediações. Ainda me lembro do ceticismo de um velho amigo, um comunista italiano que morava no Brasil havia alguns anos. Era matemático. Eu tinha, então, 22 anos; ele, mais de 70. Dávamos aula na mesma escola. “Vocês não sabem o que é um milhão de pessoas na rua; infelizmente, não havia lá mais de 100 mil. Um país que pusesse um milhão na rua por causa de uma reivindicação política seria outro…” Pois é. Sem contar que aquele milhão não caberia lá de jeito nenhum! Vocês sabem como a causa é capaz de produzir “mentiras decorosas”, não é mesmo? Tanto não havia um milhão que a emenda das Diretas foi derrotada, e nada aconteceu…

Quem sabe Zé Dirceu consiga reunir um milhão em sua defesa, não é mesmo?, sob a liderança da UNE. A entidade pode aproveitar e pegar uma graninha dos convênios e investir na patuscada pró-impunidade. Adiante com a questão da miniparada. Chegarei a Haddad.

Motivos para reflexão
A militância sindical gay deveria pensar um tantinho nos motivos que levaram à substancial e visível queda de público neste ano. Nunca como agora ela foi tão estridente e, em muitos aspectos, agressiva. Ganhou maus prosélitos. Os absurdos levados à avenida no ano passado — os modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas — e o debate às vezes virulento em defesa da tal lei de combate à homofobia podem ter concorrido para diminuir o que se esforçava para ter um caráter inclusivo, universalista. Não só: seria o caso de avaliar a insistência em levar às escolas o tal “kit gay”. Uma coisa é contar com a simpatia algo descompromissada da população (héteros, gays, tico-tico no fubá); outra, distinta, é querer convencê-la de que seus filhos devem ser submetidos a uma peça de propaganda bucéfala em sala de aula. Preconceito? Uma ova! Os filmes foram tornados públicos e falam por si.

Marta Suplicy, com o seu verbo de hábito ligeiro, acusa um retrocesso da causa em razão da militância obscurantista ou algo assim. É o caminho para continuar errando. Se os sindicalistas gays tiverem um mínimo de juízo, verão que sua causa minguou à medida que decidiu tratar com ligeireza estúpida alguns valores que estão na raiz da formação da cultura brasileira. Se a sua causa depende, em boa parte da adesão popular, então tem de haver diálogo. “Santos gays” na avenida e tentativa de criminalizar opinião são coisa de quem quer confronto. Os supostos milhões da avenida sempre serviram como uma espécie de intimidação, inclusive dos políticos, que passaram a incluir o evento em sua agenda. O parada de ontem deixou claro que a causa é muito menos popular do que parece. É bom lembrar que a parada EM São Paulo não é propriamente DE São Paulo; é a DO Brasil.

Haddad e a agenda secreta
José Serra e Fernando Haddad, tidos na imprensa como “os dois principais candidatos à Prefeitura”, não foram à parada. Nota: até agora, não sei por que o petista, com algo entre 3% e 5% das intenções de voto, está entre os “principais”, mas vá lá… Serra tinha ido a Nova York e parece não ter conseguido voltar a tempo. Já a ausência do petista foi planejada e obedeceu a uma estratégia de seu comando de campanha. Ainda que o tucano certamente tenha gays entre seus eleitores — foi o grande arquiteto do tratamento gratuito às vítimas da AIDS e do trabalho de conscientização sobre o contágio —, é fato que o PSDB não mantém com o que chamo “sindicalismo gay” os vínculos que mantém o PT, que se quer o partido das minorias.

O que tirou Haddad da avenida? Várias coisas. Em primeiro lugar, ele precisa se desvincular do chamado “kit gay”. De tal sorte era absurdo o material que a própria presidente Dilma Rousseff resolveu vetá-lo. Sim, evangélicos e católicos protestaram; os parlamentares cristãos reagiram, mas eles não decidem nada! Especialistas em educação e comportamento com os meridianos ajustados sabem que aquele troço era lixo, proselitismo barato. Em vez de entregar a questão a educadores, resolveram passá-la aos cuidados de militantes. Mas não era só isso, não! A musa da causa — ao menos entre os que lideram paradas — é Marta Suplicy, que foi alijada do processo eleitoral pela brutalidade de Lula. A chance de que Haddad fosse vaiado era grande.

O que fez, então, o petista? Garantiu, nos bastidores, às lideranças do movimento que será um prefeito sensível à causa, mas não quis aparecer em público ao lado dos gays. Assim, prefere tratar da questão como uma agenda secreta: se e quando eleito, então faz as vontades do sindicalismo gay; por ora, é bom se distanciar da causa para não provocar “os conservadores”, entenderam? Haddad tenta fazer com o tema mais ou menos o que Dilma fez com o aborto: deu um truque no grande eleitorado e ficou longe do assunto — quase aprendeu a persignar-se; no poder, vai implementando a agenda dos abortistas. A última do governo federal é estudar a implementação de um atendimento pré-aborto (!?) no Sistema Único de Saúde…

Haddad não foi à parada gay para manter parte de sua biografia e de suas intenções no armário.

Por Reinaldo Azevedo

VejaBrasil/AntiReligiaoBrasil: o mais novo "pastor" brasileiro! É, malandro... O negócio é grana!

 

Publicado em 13/06/2012 por abmachadovideos

RECEBENDO DINHEIRINHO DE PASTOR?

Só duas possibilidades: ser MENTIRA ou ser VERDADE.

Se for verdade, então MAIS UM ANTIRELIGIOSO que recebe grana dos fiéis, direta ou indiretamente.

Entenderam agora pq muitos ficam putos com alguns ou muitos """religiosos""" que enchem o bolso de grana? É INVEJA pura e simples.

ESPALHEM ESTE VÍDEO, CREATIVE COMMONS!!!

Silas Malafaia: ‘ilustres desconhecidos me atacam’

 

VERDADE GOSPEL

11/06/12 - 10:50

Em:Gospel

 

Não é de hoje que a internet virou um campo de “terra de ninguém”, onde ilustres desconhecidos, que se tornaram críticos vorazes, e usam todo tipo de instrumento para caluniar, difamar, denegrir, e criar toda espécie de mentira para destilar o ódio que tem daqueles que conquistaram um espaço dado por Deus na grandiosa seara evangélica. São pessoas frustradas, recalcadas, invejosas, onde o sucesso dos outros incomoda muito mais do que seu fracasso ou mediocridade.

Virou moda no meio evangélico falar daqueles que, unicamente, por bondade e misericórdia de Deus, conquistaram um espaço. Gente cheia de ódio, querendo dar lição de moral, pessoas que não tem nenhuma notabilidade ou reconhecimento em nossa comunidade e que querem crescer a custa da história dos outros, e não de sua própria história. Tenho que rir, ha ha ha ha. Gente falando da minha vida, que eu nunca “vi nem mais gordo, nem mais magro”.

Para estes, deixo Mateus 7:1 “não julgueis, para que não sejais julgados”, e Lucas 6:38b “porque com a mesma medida que medirdes, também vos medirão de novo”.

Como não têm o que falar da minha moral, chegam às raias de profetizar – porque a boca fala o que o coração está cheio – de que eu vou cair em pecado. Desconfio que alguns chegam a orar por isso, mas declaro que nenhuma arma forjada contra mim prevalecerá. Tudo o que falo, todas as minhas ações, são exaustivamente monitoradas. Segundo eles, virei a palmatória do mundo evangélico. Tenho que falar e comentar tudo, se eu deixar passar alguma coisa é porque fui comprado ou fui omisso. Mais uma vez tenho que rir, ha ha ha ha.

Há poucos dias, lancei um desafio para aqueles que dizem que mudei a minha teologia e que agora eu sou da teologia da prosperidade. Coloquei uma mensagem no ar: “uma vida de prosperidade”, que pode ser vista na íntegra, no fim deste artigo. Esta mensagem representa a minha convicção teológica sobre prosperidade. Os desafiei a contraditar na Bíblia, e até agora não apareceu um, a não ser bravatas, calúnias, argumentações filosóficas, e pasmem: montagem de vídeos com minhas falas, se utilizando de parte de mensagem, igualzinho aos ímpios inescrupulosos fazem quando querem difamar alguém. Em uma dessas, o filho do diabo – porque não pode ser crente – pegou um pequeno trecho de uma mensagem que preguei na Assembleia de Deus do Bom Retiro quando afirmei: “vai pregar prosperidade na África que eu quero ver”. Em que sentido eu estava falando isso? Sobre o besteirol teológico que diz que todos vão ficar ricos, e se você não tem algo é por não ter fé, e vai por aí a fora.

Continuo desafiando quem vai me contraditar na palavra de Deus! Se você não acredita em prosperidade é problema seu. Em síntese, prosperidade é obedecer as leis de Deus. Aconselho você a ler Salmo 1:1-3, Salmo 112:1-3, Lucas 6:38, II Coríntios 9, Provérbios 11:24,25, II Crônicas 26:5, Malaquias 3:8-10, Salmo 35:27, e tem muito mais.

A você que está lendo este artigo, analise quem são estes ilustres desconhecidos que me atacam! O que eles têm feito em prol do evangelho? Que riscos já correram por suas posturas em defesa da igreja? Sou pastor há 30 anos, casado com a mesma mulher, membro da mesma igreja, há 25 anos abdiquei do salário de pastor, não que seja pecado ou ilegal, pelo contrário, tremendamente honroso. Meu último salário como pastor foi o equivalente a 5 salários mínimos. Fiz isso por uma visão que Deus me deu para poder ter independência total. Se tiver que receber salário de novo não hesitarei, e a Igreja que sou pastor sabe honrar os ministros do evangelho. Você não tem ideia das privações que passei.

Estão falando de que? Por que Deus tem me abençoado? Honrado a minha fé e fidelidade? O que sabem a respeito da minha liberalidade? Estão com raiva porque ganhei um carro blindado de presente, e os invejosos nunca ganharam uma roda de bicicleta? Estão com raiva porque ganhei de presente um relógio de ouro, e os invejosos nunca ganharam um relógio do Paraguai?

Este tipo de gente quer ver pastor mendigando, e terrivelmente dependente. Vai ler na Bíblia como Deus tratava o sacerdote no antigo testamento, e a conexão entre o antigo testamento, e o novo testamento em I Coríntios 9. Tenho a perfeita consciência que apesar dos meus defeitos e limitações, Deus tem me levantado neste tempo como uma voz profética e apologética. Não preciso provar nada para ninguém, o meu ministério e a minha vida são testemunhos do que Deus tem feito. Tenho sido ameaçado, caluniado, difamado, investigado por Ministério Público e Receita Federal, monitorado 24 h para ver se cometo algum deslize, inclusive pelos que se dizem irmãos, mas quero afirmar que estas coisas não me desanimam, pelo contrário, é um verdadeiro combustível para continuar e ter a convicção de que estou no caminho certo, pois só atiram pedra em árvore que dá fruto. E a maior prova de que Deus está me usando é que quando eles estão falando de mim, é porque reconhecem o meu ministério, se não, não falariam.

Só resolvi escrever este artigo para proteger os fracos, e os novos na fé, para não serem envenenados pelos ilustres desconhecidos invejosos. Para o maior caluniador, que é o diabo, e aqueles que se deixam ser usado por ele, e para você, meu irmão, que tem discernimento espiritual, declaro: ATÉ AQUI ME AJUDOU O SENHOR!

Pastor Silas Malafaia

O desespero de José Dirceu

 

Publicado em 13/06/2012 por nivaldocordeiro

O ex ministro José Dirceu anda convocando estudantes e líderes de movimentos sociais para fazerem barulho em praça pública, achando que assim poderá influenciar os ministros que julgarão o mensalão, no STF. Editorial do Estadão de hoje mostra , usando da ironia, a inutilidade dessa estratégia. José Dirceu, ao fazer isso, só confirma que se tornou um desesperado, diante da iminência do julgamento. Uma confissão preliminar de culpa diante do STF.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Estados Unidos estão paralisados diante de Obama

 

JULIO SEVERO

12 de junho de 2012

Falsificações de Obama são claras, mas, mergulhados em seus próprios pecados, EUA não conseguem reagir

Julio Severo

Quem diria: a aranha paralisou a águia!

Pela lei dos EUA, só pode ser presidente quem nasceu nos EUA. Obama conseguiu “provar” que nasceu nos EUA, com documentações que hoje são colocadas em dúvida. A dúvida maior veio no mês passado, quando veio à tona que um livreto promocional de autoria de Obama, publicado em 1991, revelava que o futuro presidente dos EUA “nasceu no Quênia”.

Os defensores de Obama alegam que a editora Dystel & Goderich cometeu um erro, mas a editora, como padrão, requer que todos os autores escrevam suas próprias informações biográficas. Além disso, o “erro” permaneceu de 1991 a 2007!

Em 2004, a Associated Press disse que Obama, que estava então se candidatando ao Senado nos EUA, havia nascido no Quênia.

São informações importantes, mas o Partido Democrático, que defendeu a candidatura presidencial de Obama em 2008, pouco se importou com a lei americana que proíbe estrangeiros de se candidatar à presidente.

O Partido Republicano, que costuma fazer oposição amistosa ao descarado esquerdismo do Partido Democrático, não quis questionar o fato de que Obama estava desqualificado para concorrer à presidência da maior potência do mundo.

Obama não enfrentou problemas na sua ilegalidade. O Partido Democrático estava paralisado pela ideologia politicamente correta e anticristianismo doentio. O Partido Republicano estava e está paralisado pelo puro idiotismo. E a justiça americana se mostrou igualmente paralisada diante de Obama, como se ele fosse um messias acima das leis.

A própria imprensa da Rússia, perplexa diante do silêncio ensurdecedor da mídia americana nessa questão, tem dado oportunidades para americanos fazerem cobranças sobre as falsificações da certidão de nascimento de Obama.

A eleição de Obama foi também provavelmente o mais poderoso golpe e zombaria de Satanás contra os EUA.

O governo do presidente anterior, George W. Bush, invadiu o Iraque islâmico e derrotou Saddam Hussein só para ver o governo de seu próprio país sendo tomado por outro Hussein. O nome oficial do queniano é Barack Hussein Obama, cuja família no Quênia é islâmica.

É quase como se, logo depois da 2ª Guerra Mundial, o diabo tivesse conseguido empossar nos EUA um presidente nazista. E teria conseguido, se a imprensa e a elite americana tivessem pregado durante anos o “nazismo como religião de paz”.

No caso do islamismo, a religião de todos os integrantes do grupo que cometeu o maior ataque terrorista da história dos EUA em 11 de setembro de 2001, a imprensa e a elite dos EUA tinham apenas uma reação, pregação e propaganda: o islamismo é uma religião de paz.

O próprio Bush, um conservador em vários aspectos morais, caiu na mesma armadilha: começou a pregar, feito papagaio, que a religião dos terroristas era uma “religião de paz”.

Não deveria ser então surpresa nenhuma que os EUA que derrubaram um Hussein no Iraque ganharam depois um Hussein na própria Casa Branca.

E esse Hussein queniano que conquistou a maior potência do mundo tem a mesma religião de seus parentes quenianos: a religião que trouxe “paz” para as Torres Gêmeas de Nova Iorque. A religião do “descanse em paz”.

Mas como é que ninguém ficou sabendo da religião de Obama?

O Pr. Jeremiah Wright, que fez o casamento de Obama e foi seu conselheiro espiritual durante 20 anos, afirmou que sofreu tentativa de suborno para ficar de boca fechada durante a primeira campanha presidencial de Obama.

O Pr. Wright declarou que Obama era realmente muçulmano.

A revelação veio através do escritor Ed Klein, autor de recente biografia de Obama. Klein esteve no mês passado no programa de Sean Hannity da Fox News. O programa transcorreu assim:

Apresentador Sean Hannity da Fox News: “Aqui está o escritor Ed Klein. Faremos o que a grande mídia não fará, mostraremos a gravação a recente entrevista dele com o Rev. Reverend Jeremiah Wright…”

KLEIN: Alguma vez você achou que ele era muçulmano?

WRIGHT: Sim…

HANNITY: O que você pensa disso?

KLEIN: Quando perguntei ao Rev. Wright sobre essa questão toda de islamismo e Cristianismo, ele disse: “Sabe, Barack Obama estava impregnado de islamismo desde sua infância. Mas ele sabia muito pouco de Cristianismo. E facilitei para ele não sentir-se culpado por aprender sobre o Cristianismo sem voltar as costas aos amigos islâmicos dele”.

Na atual campanha de reeleição de Obama, seu antigo pastor não precisou de nenhuma tentação de suborno para ficar de boca fechada.

É óbvio, nessa altura, que Obama percebeu que todos estão paralisados diante de sua imagem. A nação mais poderosa do mundo está impotente diante de um messias político com um histórico de falsificações morais e legais. O Hussein queniano foi mais esperto do que os americanos. O adepto da religião do “descanse em paz” hipnotizou uma nação. O Hussein do Quênia chegou a alturas que o Hussein do Iraque nunca teria sonhado.

Se o Hussein do Iraque pudesse ver hoje na Casa Branca o Hussein do Quênia, ele diria: “Descanse em paz, EUA”.

Quando um passarinho cai na teia, a aranha termina com um grande banquete.

Quem diria que um queniano com histórico muçulmano colocaria os EUA em estado de paralisação.

Mergulhados em seus próprios pecados, os EUA estão efetivamente paralisados pelo veneno das ideologias politicamente corretas, medo, anticristianismo doentio e idiotismo.

A aranha paralisou a águia.

Versão em inglês deste artigo: America paralyzed by Obama

Versão em espanhol deste artigo: Estados Unidos está paralizado por Obama

Fonte: www.juliosevero.com

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Liderando o mundo pelo mau exemplo: Obama e o “casamento” gay

Afinal, Um Presidente Muçulmano nos EUA

Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay

Obama: Meu governo é o mais pró-homossexualismo da história

Mídia russa expõe “falsificação” sobre nascimento de Obama

Pravda pergunta: O que aconteceu com a mídia americana?

Sob Obama, EUA importarão gays

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Hillary Clinton: Objeções religiosas à homossexualidade são como apoiar assassinatos de honra e queimar viúvas

Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo

Vitória contra supremacistas gays na Carolina do Norte

Obama é gay? Tribunal federal extingue processo de difamação contra homossexual que delatou Obama

O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram…

Paranóia esquerdista: Governo de Obama classifica de “potenciais terroristas” pessoas que são contra o aborto

Ministério de Segurança Nacional dos Estados Unidos monitorando Julio Severo?

Governo de Obama dá força ao califado islâmico mundial

Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo

Governo dos EUA persegue ex-lésbica e sua filha

Obama é, com certeza, maior do que Jesus

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

Presidente da Gâmbia: Preferimos comer capim a aceitar a conduta homossexual

Os assassinos da areté

 

GOSPEL MAIS

 

Por Edson Camargo em 12 de junho de 2012

Os assassinos da areté

O Prêmio Areté, uma tentativa de Oscar do mercado editorial evangélico brasileiro, em sua edição de 2012, homenageou um defensor confesso da poligamia (po-li-ga-mi-a), entusiasta da “teologia” comunista da “missão integral”, e com uma história marcada pela atuação em favor do partido que impôs ao Brasil o aborto de anecéfalos, a mordaça gayzista, o mensalão, e as alianças com o narcoterror vermelho das FARC, Chávez e Fidel, por meio do Foro de São Paulo.

Eis o premiado: Robinson Cavalcanti, assassinado brutalmente pelo próprio filho há poucos meses. Morte trágica, lamentável, não menos estarrecedora do que o legado que Cavalcanti deixou, por conta de posturas intelectuais para lá de heréticas e pecaminosas, que nortearam desde a produção de seus artigos à sua mentoria ao movimento que contaminou a igreja evangélica brasileira com o esquerdismo grosseiro da Era Lula, com seus chavões, relativismos e revisionismos, além dessa confusão nefasta e corruptora entre santidade e a mera afetação moralistóide do politicamente correto, essa hipnose semântica e comportamental com a qual a esquerda vai impondo sua revolução cultural e inutilizando a consciência de pastores, líderes, artistas, ministros e ovelhas.

Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Seria essa homenagem um desagravo ante sua morte? A homenagem significa algo. Certamente. E o que significa a morte desse homem? Nada? Aos liberais teológicos, fãs fiéis desse demiurgo do socialismo gospel tapuia, pergunto: o que esta morte significa? O “amorrrrr” de Deus que vocês evocam de forma cada vez mais caricata e afrescalhada? Aos meus irmãos defensores da boa e velha ortodoxia evangélica, pergunto: o que o assassinato do bispo vermelho representa, diante de toda a estrutura de uma realidade criada e comandada por um Deus soberano, maravilhosamente amoroso em sua graça, mas que reitera nas Escrituras o caráter retributivo de sua justiça?

Sim, o significado pleno dessa morte horrorosa, sim, só o Senhor sabe. Mas não me venham com agnosticismo de shopping center. A pergunta se impõe.

Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Premiado, notem, pela fina flor da divulgação teológica e cultural da igreja evangélica brasileira, dias após ser reapresentado, para toda a internet evangélica lusófona, o soturno e revolucionário modus pensandi com que o bispo socialista defendia “teologicamente” a poligamia, no livro “Libertação e Sexualidade”.

Vivemos num mundo repleto de significado, criado por um Deus artista, perfeito, amoroso, soberano e justo, que se comunica com o homem por meio das obras criadas, dos fatos incontestáveis e da ação do Espírito Santo. Evoquem-No, e perguntem: o que significa esta morte? Por muito menos, já vi atribuírem os significados e as motivações mais bizarras a todo o tipo de atitude tomada por cristãos. Vejo isto sempre, eis um vício nacional. Agora, quero ver. Que tal atribuírem motivações e propósitos ao Senhor Deus para uma morte como essa, de uma figura como essa, com uma obra como essa?

E não me iludo. As desconversas são previsíveis. Afinal, não são poucos os sofistas frívolos, bem posicionados na hierarquia das grandes editoras, que estão muito confortáveis com a atual situação. E eles têm seus agentes na blogosfera.

Eis o premiado: Robinson Cavalcanti. Que chorem pela morte de um homem que amavam, ainda que tenha sido amado pelos motivos mais questionáveis. Chorem, lamentem o fim brutal de uma família. Mas chorem também por não terem chorado quando alguém que desprezou e afrontou as Sagradas Escrituras num de seus pontos mais elementares foi tratado com honrarias pelos que deveriam repreendê-lo, e jamais o fizeram. Do padrão estabelecido por Deus para a família à deturpação de toda a cosmovisão cristã em nome de uma ideologia anticristã na origem, fundamentos, meios e fins, Robinson Cavalcanti teve participação ativa, como um general. E homenageando a este corruptor, a elite do mercado editorial evangélico consentiu na corrupção doutrinária.

Temos a obra: uma tragédia. Temos o crime, a morte: outra tragédia. E temos o prêmio, trágico, mas não diferente das tragédias clássicas em seu poder elucidador: fica evidente, mais uma vez, a desfaçatez de certos setores da elite editorial dita evangélica, o silêncio pusilânime dos que deveriam se opor à farsa, e a cegueira acerca do nosso real estado enquanto Igreja. Fica óbvia a perda generalizada do senso de sã doutrina, do que é o zelo pela Palavra de Deus, e do que realmente é o amor a Ele, e que vem dEle: pois as novas ovelhas e as vindouras têm diante de si o mau exemplo levado à glória, apenas para que o lobo alfa morto seja visto com a mais tenra irmãzinha do rebanho. Preparada está a armadilha para que sejam abatidas no altar da mentira ideológica, da distorção abusiva de preceitos bíblicos elementares, e da relativização do que Deus estabeleceu para a família.

E é por isto que devemos chorar por nossas ovelhas, por nossa igreja. “Areté” é uma palavra grega que significa excelência, virtude, qualidades nobres da alma, da inteligência, e retidão moral. A homenagem ao bispo vermelho entusiasta da poligamia denota o perfeito contrário do que “areté” pode significar. E o quanto temos chamado, na produção cultural evangélica brasileira, o mal de bem, o repulsivo de louvável, e sequer atentarmos para isso.

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"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Por Edson Camargo
Jornalista e músico, é editor-executivo do site de opinião e análise de conteúdo midiático "Mídia Sem Máscara". Estudioso da filosofia, com ênfase nas áreas de teoria do conhecimento, história das idéias e filosofia política, é um amante dos grandes temas da teologia e um entusiasta da educação clássica.

Livro 'O Enigma Quântico': apoio ao debate do dia 09/06/2012

 

Videos postados para ajudar no debate CRISTÃOS x ATEUS em: http://www.youtube.com/watch?v=C9kfZoBc3fE

Enviado originalmente por CEDETVIDEOS em 08 e 09/02/2012

Palestras de lançamento do livro "O Enigma Quântico", de Wolfgang Smith, com o tradutor da obra, Raphael de Paola e com o professor Olavo de Carvalho. O livro foi lançado pela VIDE Editorial e pode ser comprado em http://goo.gl/0Yc7w.

Editora gospel lança livro que diz revelar plano dos gays para manipular a sociedade

CHRISTIAN POST

Sex, 30 Mar. 2012 11:46 AM EST

Por Luciano Portela | Colaborador do The Christian Post

Foi lançado nesta semana, pela editora Central Gospel, o livro "A Estratégia - o plano dos homossexuais para transformar a sociedade", do autor Louis P. Sheldon.

  • A Estratégia - o plano dos homossexuais para transformar a sociedade

    (Foto: Reprodução/Capa)

    Livro "A Estratégia - o plano dos homossexuais para transformar a sociedade" promete polêmica

 

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De acordo com o site da editora, a publicação de 288 páginas reúne a conclusão de 33 anos de análise sobre o tema, feita pelo escritor.

Louis P. Sheldon é reverendo, além de fundador e presidente da entidade cristã Coalizão dos Valores Tradicionais.

Na obra, o leitor terá noção do ponto de vista do autor que aborda a tentativa dos militantes gays em distorcer o pensamento coletivo da sociedade sobre o homossexualismo, além de solicitar privilégios que ultrapassam o direito de outros cidadãos.

Louis Sheldon sustenta que os gays querem inverter os valores e mudar as bases de comportamento ao reconhecer como adequado aquilo que o Evangelho prega como ato repulsivo e degradante.

A edição é dividida em três partes. A primeira descreve o movimento gay, suas contradições e os aspectos reais de seus costumes e seu modo de viver. Na segunda, o autor refere-se ao esforço dos gays em exercer influência ao seu favor. E no final, há uma orientação de qual deve ser o posicionamento dos cristãos e qual a melhor postura para reagir diante de situações relativas ao homossexualismo.

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Como este assunto sempre acarreta muitas divergências, a editora Central Gospel já declara de antemão que lança “um livro que promete polemizar”.

A Central Gospel é uma editora cristã gerida pela Associação Vitória em Cristo, que tem à frente o pastor Silas Malafaia.

Liberdade de expressão em jogo no STF

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR ESCOLA SEM PARTIDO | 11 JUNHO 2012
ARTIGOS - DIREITO

Prezados leitores,

Como alguns de vocês sabem, o Sistema COC de Ensino move um processo judicial contra a jornalista Mírian Macedo e o advogado Miguel Nagib, coordenador do ESP, por causa do artigo Luta sem Classe.

Ocorre que esse processo, para a infelicidade do COC, acabou chegando ao Supremo Tribunal Federal, e tem tudo para se transformar num marco na história da liberdade de expressão em nosso país. 

Trata-se do RE nº 601.220-SP.

A decisão que vier a ser proferida pelo STF nesse processo afetará a situação jurídica de todos os indivíduos que exercem, esporádica ou regularmente, a liberdade de informação jornalística por meio da internet.

Para saber o que está acontecendo, leia o artigo que segue, e, se puder, atenda ao apelo que é feito ao final do texto.

#RE601220
O RE nº 601.220-SP é um recurso que está para ser julgado pelo STF.
Nesse recurso, o STF vai decidir uma questão de vital importância para todos os indivíduos que exercem a liberdade de expressão por meio da internet:


Qual o foro competente para o julgamento de uma ação de reparação de danos alegadamente causados pelo exercício da liberdade de informação jornalística?

Trocando em miúdos, é o seguinte: se alguém se sentir ofendido ou prejudicado por alguma coisa que você, jornalista, blogueiro ou internauta, publicar na internet — pode ser uma reportagem, um post ou um simples comentário —, essa pessoa poderá propor uma ação contra você, pedindo a sua condenação ao pagamento de uma indenização por dano material ou moral. Até aí, tudo bem. Isso é normal, é legítimo e acontece todos os dias.

A questão é saber onde essa ação deve ser ajuizada: no foro do domicílio da pessoa que se diz ofendida ou no foro do seu domicílio? Num país de dimensões continentais, isso pode fazer uma continental diferença.

É isso o que o STF vai decidir.

De acordo com a orientação que vem sendo seguida pelos tribunais brasileiros, a pessoa que se considera ofendida tem direito de ajuizar a ação no foro do seu próprio domicílio.

Isto significa que todos os que exercem, regular ou esporadicamente, a liberdade de expressão por meio da internet correm o risco de ser processados em qualquer lugar do país, dependendo do domicílio da pessoa que vier a se sentir ofendida pela matéria publicada.

E mais: se várias pessoas se sentirem ofendidas pela mesma matéria, e cada uma tiver domicílio numa cidade diferente, você poderá ser processado em várias cidades ao mesmo tempo.

Foi o que aconteceu com a jornalista Elvira Lobato, da Folha de São Paulo, em 2008: por causa de uma série de reportagens sobre a Igreja Universal do Reino de Deus, ela e o jornal foram processados por dano moral simultaneamente em mais de 90 cidades, do Acre ao Rio Grande do Sul.

Graças a essa orientação dos tribunais, as ações de reparação de dano moral se transformaram na maior ameaça concreta ao pleno exercício da liberdade de expressão.

É que, diante da simples possibilidade de ser processado em qualquer lugar do país, o indivíduo que não conta com uma retaguarda jurídica institucional — situação de 99% das pessoas que exercem a liberdade de expressão por meio da internet — tende a renunciar ao seu direito de informar ou a refrear o seu impulso de expressar livremente o seu pensamento.

Isto significa nada menos do que a “democratização” do poder de censura: hoje em dia, todos podem exercer ao menos uma tentativa de censura mediante a simples ameaça de processo. Querem um exemplo?

Em 2008, o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, incomodado com o conteúdo de reportagens publicadas nos jornais O GLOBO e “Folha de S.Paulo”, anunciou que sindicalistas ligados à entidade por ele presidida entrariam com mais de 20 ações contra esses jornais, em 20 estados do país. Segundo reportagem da “Folha Online”, o deputado teria dito que sua intenção não era ganhar as ações, mas dar trabalho aos jornais: “Pode perder, não tem problema. Vou dar um trabalho desgraçado para eles. Meu negócio é dar trabalho para eles. Não é nem ganhar. É só para eles aprenderem a respeitar as pessoas. Eu estou fazendo apenas 20. Se não parar, vou fazer de 1.000 a 2.000 ações contra eles no Brasil inteiro.” Arrematou: “A Igreja Universal vai ser fichinha”.

Pois bem. O que o STF vai decidir no RE 601.220-SP é se a orientação que vem sendo seguida pelos tribunais está de acordo com o artigo 221, § 1º, da Constituição Federal, que diz o seguinte:

Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV;”

A questão é saber se o art. 100 do Código de Processo Civil — no qual se baseia a orientação atualmente seguida pelos tribunais — pode constituir umembaraço à plena liberdade de informação jornalística, se aplicado às ações de reparação de danos alegamente causados pelo exercício dessa liberdade.

MOBILIZAÇÃO

O caso está pronto para ser julgado. Trata-se, como foi dito, do Recurso Extraordinário nº 601.220-SP, onde é recorrente o advogado Miguel Nagib— coordenador do site www.escolasempartido.org —, e recorridos Sistema COC de Ensino e outra. 

A repercussão geral da controvérsia (requisito para o recurso extraordinário ser julgado pelo STF) foi reconhecida em 2009; o Relator do processo é o Ministro Luiz Fux. A causa de Nagib está sendo patrocinada pelo ex-Ministro do STF José Paulo Sepúlveda Pertence, um dos advogados mais respeitados do país. Clique aqui para ver o andamento do processo.

Tudo estaria perfeito, se não fosse por uma coisa: apesar de procuradas pelo advogado Miguel Nagib, nenhuma entidade representativa das categorias que mais poderão ser beneficiadas pelo eventual provimento do RE 601.220-SP — a saber, jornais e jornalistas — manifestou interesse no processo.

Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI), Instituto Palavra Aberta entre outras foram informadas do caso, mas não se habilitaram no processo como amici curiae (termo técnico que designa a posição de terceiros interessados na solução de uma controvérsia).

Formalmente, não é necessário que essas entidades ingressem nos autos do RE 601.220-SP como “apoiadoras” da tese defendida por Nagib. Mas, se isso não acontecer, é possível que os ministros do STF não se sintam encorajados a modificar a orientação atualmente seguida pelos tribunais, já que essa orientação se baseia numa lei em vigor há muitos anos (o Código de Processo Civil é de 1973), cuja constitucionalidade jamais havia sido contestada até o presente momento. Ou seja, podem pensar que, se não existe demanda social para a mudança, é melhor deixar as coisas como estão.

Por isso, é fundamental mostrar ao STF que a questão discutida no RE 601.220-SP é importante, sim! Mostrar que nós, que exercemos a liberdade de informação jornalística por meio da internet, apoiamos a tese defendida por Miguel Nagib.

É esse o objetivo desta mensagem: mobilizar os indivíduos que exercem a liberdade de expressão para que pressionem as entidades que os representam a apoiar a tese defendida no RE 601.220-SP, isto é, a tese de que o foro competente para o julgamento das ações de reparação de danos causados pelo exercício da liberdade de informação jornalística por meio da internet é o foro do domicílio do réu, e não o foro do domicílio da pessoa que se diz ofendida.

Se o STF acolher essa tese, ela valerá não apenas para Nagib, mas para todos os indivíduos que exercem a liberdade de expressão por meio da internet.

#RE601220
www.escolasempartido.org

Chefona de Direitos Humanos da ONU Foca em “Homofobia e Transfobia”

 

JULIO SEVERO

9 de junho de 2012

Wendy Wright

Washington, DC, EUA, 8 de junho (C-FAM) Em meio às críticas por não conseguir estabelecer prioridades adequadas, Navi Pillay, a principal autoridade de direitos humanos da ONU, lançou um vídeo no mês passado focando na “homofobia e transfobia”. No vídeo Pillay exige que os países revoguem as leis e práticas “discriminatórias” e que todas as pessoas “desafiem as atitudes homofóbicas” por meio de medidas de educação às crianças e adultos.

As autoridades dos EUA e organizações de direitos humanos têm criticado Pillay por seu histórico de não lidar com alguns dos piores abusadores do mundo. Congressistas dos EUA exortaram o governo de Obama a se opor à recente extensão de dois anos do mandato dela por ser mole com abusadores de direitos humanos. Organizações de direitos humanos denunciaram publicamente Pillay em 2010 por se prostrar às pressões da China e recusar estar presente na cerimônia do Prêmio Nobel da Paz para o dissidente político encarcerado Liu Xiaobo.

Os Estados Unidos quase bloquearam a renomeação de Pillay como Alta Comissária duas semanas atrás e expressaram críticas pelo desempenho dela para com os abusadores de direitos humanos sem relação com o aborto e a homossexualidade. O governo de Obama concordou com um trato em que Pillay trabalharia apenas dois anos mais em vez de quatro. Ileana Ros-Lehtinen, deputada federal americana, disse acerca da extensão de Pillay: “A ONU está pronta para mais dois anos de proteção simulada de direitos humanos”. Autoridades do governo de Bush haviam levantado preocupações quando Pillay foi originalmente proposta para a posição quatro anos atrás porque ele apoia o aborto.

O vídeo foi postado pelo Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos em 7 de maio, coincidindo com o “Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia” em 17 de maio. Criado por um palestrante de universidade canadense em 2004, a iniciativa se distingue do Dia do Orgulho LGBT. Seu tema neste ano foi “Lutando contra a homofobia e transfobia EM e POR MEIO da educação”.

O Dia do Orgulho LGBT é marcado por paradas para fazer propaganda de indivíduos que têm orgulho de se envolver com a conduta lésbica, gay, bissexual e transgênero. O Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia (DICHT) tem a intenção de fazer com que a “homofobia” seja vista como vergonha e algo que “deve ser desconstruído em sua lógica social e combatida publicamente” em instituições, escolas e vizinhanças.

Outras agências da ONU e governos marcaram o Dia Internacional contra a Homofobia e Transfobia com declarações ou inciativas focadas em crianças de escolas.

A UNESCO lançou um plano de lições com atividades que miram crianças do ensino fundamental e secundário (crianças de 6 a 13 anos) para questionar as características masculinas e femininas e discutir atrações de mesmo sexo e bullying.

Um membro do Parlamento Europeu lançou um vídeo de políticos declarando “It Gets Better” (Vai Ficar Melhor) em 17 línguas, inspirado por uma campanha anti-bullying iniciada pelo colunista sexual Dan Savage. Savage, um ativista homossexual americano, recentemente cometeu bullying contra estudantes cristãos por dar uma pausa em seu discurso carregado de palavrões contra o bullying para atacar a Bíblia.

Anne Richard, autoridade do Departamento de Estado dos EUA, deu um discurso sobre “a praga da homofobia” em 17 de maio, dizendo, “refugiados LGBT e indivíduos LGBT que buscam asilo são prioridade nas preocupações populacionais dos Estados Unidos”.

A homofobia e a transfobia são definidas por seus defensores como ódio expresso às pessoas que são, ou cridas como, homossexuais ou transgêneros. Os defensores consideram a homofobia e a transfobia como formas de violência com base em gênero.

Tradução: www.juliosevero.com

Fonte: Friday Fax

Sob Obama, EUA importarão gays

Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo

Hillary Clinton: Objeções religiosas à homossexualidade são como apoiar assassinatos de honra e queimar viúvas

Sexo seguro diplomático: Nada de asilo americano para gay saudita

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".