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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Eles passaram absolutamente dos limites

Do portal ZERO HORA
01 de agosto de 2008

Entrevista: Mozar Dietrich, superintendente do Incra no RS

Desde os tempos em que cursou a Escola Superior de Teologia de São Leopoldo, o superintendente do Incra no Estado sempre esteve ligado a movimentos sociais, entre eles o MST. Filiado ao PT desde 1987, Mozar Dietrich assumiu o cargo em 2006, tendo sido anteriormente assessor do ex-ministro do Desenvolvimento Agrário Miguel Rossetto. A invasão e o vandalismo na sede do Incra, que teve salas arrombadas e elevadores estragados, foram a gota d'água para que ele ignorasse a simpatia que tem pelo movimento. Dietrich concedeu ontem entrevista a Zero Hora:

Zero Hora - Como o senhor avalia a invasão ao prédio do Incra?

Mozar Dietrich - A situação é inaceitável, não se justifica essa ocupação. Acabamos fazendo um acordo na terça que também não cumpriram. Em razão disso, entramos na quarta-feira com um pedido de reintegração de posse. Essa ocupação é prejudicial ao Incra e à nossa atividade de atendimento. As pessoas precisam do Incra para encaminhar qualquer negócio com terra. Nós atendemos mais de 300 assentamentos no Estado, e essas pessoas todas precisam de ações do Incra. Portanto, não há como aceitar essa ocupação. Reconhecemos a morosidade no processo, mas isso é da burocracia e não existe nenhuma idéia de retroceder na intenção de desapropriar as áreas e assentar as 2 mil famílias e cumprir o termo de ajuste de conduta.

ZH - O senhor historicamente apóia o movimento. Ele passou dos limites?

Dietrich - Eles passaram absolutamente dos limites. Tínhamos três acordos, e acho absolutamente injustificável o não-cumprimento dos acordos de saída. Sempre estivemos abertos à negociação, mas, no momento, não há mais nenhuma negociação. Aguardamos uma decisão da Justiça. Já estamos negociando com a Polícia Federal a retirada, se não for uma desocupação pacífica. Se houve depredações lá dentro, eles vão ter de responder por isso. Serão identificados e responsabilizados. Entendemos que apoiar a luta pela reforma agrária dentro da legalidade, tudo bem. Agora já está fora da legalidade.

ZH - Esse impasse vai contra eles mesmos, já que o processo de assentamento parou?

Dietrich - Sim. Queremos imediatamente retomar as atividades do Incra em benefício deles próprios. As desapropriações que estão sendo feitas pararam, e isso prejudica a eles próprios.

ZH- O MST perdeu o seu apoio?

Dietrich - Tudo o que é dentro da legalidade tem o meu apoio, como a ocupação do prédio público para fazer pressão para cima do Incra, para ser recebido. Conversamos por mais de quatro horas na quinta-feira da semana passada. Isso tudo está ok. Agora, a ocupação impedindo o funcionamento de órgão público é ilegal e eu não admito.

Comentário do Cavaleiro do Templo: bem, não tenho absolutamente nenhuma informação sobre este Sr. Mozar Dietrich aí de cima mas devemos prestar atenção ao seguinte: está na hora dos ratos deixarem o barco e muita gente vai tentar vir pro "nosso lado" depois das últimas semanas, visto que o triângulo amoroso LULA/FARC/FORO DE SÃO PAULO está em muitas bocas e ouvidos deste país e o MST vem sendo pressionado pelo MP do Rio Grande do Sul.

Equador determina que Estados Unidos fechem base militar

Do portal INFOREL
Marcelo Rech, da Cidade do Panamá em 31/07/2008


Nesta quarta-feira, o presidente do Equador, Rafael Correa, notificou o governo dos Estados Unidos para que fechem a Base de Manta, dando por concluído o acordo militar entre os dois países.

As operações devem ser encerradas em agosto de 2009 e os Estados Unidos terá até novembro para retirar todo o seu pessoal. O Posto Avançado norte-americano será transferido para a Força Aérea Equatoriana.

Também conhecida como Base Militar Eloy Alfaro, Manta funciona como base aérea militar e aeroporto internacional. Foi inaugurada pela Força Aérea Equatoriana em 28 de outubro de 1978.

O acesso e uso da pista e instalações à Força Aérea dos Estados Unidos, foi cedido através de um acordo de cooperação firmado pelo então presidente equatoriano Jamil Mahuad em 12 de novembro de 1999.

O acordo previa o uso da base para operações de combate ao narcotráfico na região noroeste da América do Sul.

A base permite aos Estados Unidos observar o movimento de narcotraficantes e enviar informações às autoridades e forças militares de toda a região.

Para o sociólogo e jornalista panamenho Marcos Gandásegui, a decisão do governo equatoriano foi correta, mas ele teme que as novas leis de segurança e defesa que estão sendo implementadas no Panamá, abram a possibilidade dos Estados Unidos escolherem o país para montar uma nova base militar.

Gandásegui destaca que o Serviço Nacional de Fronteiras e a coordenação internacional, especificamente com os Estados Unidos, seriam bons indicativos para preocupar a população panamenha.

Na sua avaliação, os norte-americanos teriam interesse em fixar uma base justamente na fronteira do Panamá com a Colômbia, onde é grande o movimento de guerrilheiros das Farc.

Marcos Gandásegui explicou ainda que a reativação da IV Frota da Marinha norte-americana em nada substitui a base de Manta, que está direcionada para o Oceano Pacífico.

Já o analista político e especialista em temas militares Renato Pereira, tanto Panamá como Estados Unidos não teriam essa pretensão, considerada um retrocesso.

Ele reconheceu que a IV Frota não substitui a base de Manta, mas cumpre a missão de patrulhar os mares da América do Sul.

Publicamente, apenas a Nicarágua nega o desejo de abrigar uma base militar dos Estados Unidos na América Central.

Estados Unidos

De acordo com o Departamento de Estado do governo norte-americano, a administração Bush respeita a decisão equatoriana, mas mesmo diante da resignação, advertiu que sem a base de Manta, haverá um vazio na luta anti-drogas na região.

O acordo de cooperação tem validade de dez anos com a opção de ambas as partes por sua renovação.

O ministro de Segurança, Gustavo Larrea, garantiu que o Equador vai manter a cooperação e o combate ao narcotráfico. Para tanto, anunciou a compra de 12 lanchas rápidas para o patrulhamento da costa equatoriana.

Para o ano que vem, o Equador pretende utilizar dois aviões não tripulados para apoiar a luta anti-narcóticos.

O temor de setores sociais e empresariais equatorianos é que a região se converta num “México ou Colômbia”.

Os Estados Unidos mantém mais de 700 bases militares em 130 países.

El 'dossier' brasileño

 

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En el atardecer del sábado 19 de julio, en la hacienda Hatogrande, la casa presidencial al norte de Bogotá, el presidente Álvaro Uribe, sonriente y desparpajado como pocas veces, no dudó en ofrecerle a su homólogo brasileño Luiz Inácio 'Lula' Da Silva, una copa de aguardiente antioqueño para mitigar el frío que calaba los huesos.

La copa selló la primera parte de la intensa jornada que había empezado el viernes 18 y que terminaría al domingo en Leticia con la celebración del Día de la Independencia. Una celebración que, como nunca, congregó a artistas de la talla de Shakira y a la cual concurrió también el presidente peruano Alan García.

La agenda 'Lula' y Uribe, alrededor de acuerdos bilaterales, fue condimentada con mutuos elogios públicos. El presidente Uribe les agradeció a su homólogo brasileño y a su gobierno seis años de relaciones dinámicas y de confianza. Sin embargo, en una reunión privada que sostuvieron ante muy pocos testigos, Uribe le hizo a 'Lula' un breve resumen sobre una serie de archivos que las autoridades colombianas encontraron en los computadores de 'Raúl Reyes' que comprometía a ciudadanos y funcionarios de su gobierno con las Farc.

Contrario a lo que pasó con la información relacionada con servidores públicos del Gobierno de Rafael Correa y ciudadanos ecuatorianos, que el Gobierno hizo pública, en el caso de Brasil las instrucciones del Presidente fueron mantenerlas en reserva y manejarlas diplomáticamente para no deteriorar las relaciones comerciales y de cooperación con el gobierno de 'Lula'.

El Gobierno colombiano ha usado en forma selectiva los archivos del PC de 'Raúl Reyes'. Mientras que con Ecuador y Venezuela fueron utilizados para poner en entredicho a Chávez y a Correa, hostiles con Uribe, con Brasil los ha manejado por debajo de la mesa para no comprometer a Lula Da Silva, quien se ha mostrado más hábil y menos pugnaz con Colombia que sus otros colegas.

Aún así, algunos medios brasileños tenían información parcial sobre unos pocos archivos y por eso el 27 de julio consultaron al ministro de Defensa Juan Manuel Santos, quien en una entrevista al diario O Estado de São Paulo confirmó que el Gobierno colombiano había informado a 'Lula' sobre el tema. "Hay una serie de informaciones de conexiones que entregamos al Gobierno brasileño para que pueda actuar como considere más apropiado", dijo Santos, pero se abstuvo de comentar sobre si había o no políticos y funcionarios oficiales con nexos con el grupo que hoy encabeza 'Alfonso Cano'.

A las declaraciones del Ministro respondió en forma inmediata Marco Aurelio García, asesor de política internacional de Brasil, quien calificó como irrelevantes los datos suministrados por Colombia.

'El Cura Camilo'

No se sabe con exactitud cuánta y qué tan detallada fue la información que el presidente Uribe le dio al presidente 'Lula', pero el que podría llamarse "el dossier brasileño" tendría implicaciones más serias que las derivadas de la información relacionada con Venezuela y Ecuador.

CAMBIO conoció 85 correos electrónicos que, entre febrero de 1999 y febrero de 2008, circularon entre 'Tirofijo', 'Raúl Reyes', 'el Mono Jojoy', 'Oliverio Medina' -delegado de las Farc en Brasil- y dos hombres identificados como 'Hermes' y 'José Luis'.

A juzgar por el contenido de los mensajes, la presencia de las Farc en Brasil llegó hasta las más altas esferas del gobierno de Lula, el Partido de los Trabajadores, PT -el partido del Presidente-, la dirigencia política y la administración de Justicia. En ellos son mencionados cinco ministros, un procurador general, un asesor especial del Presidente, un viceministro, cinco diputados, un concejal y un juez superior.

El personaje central de los correos es 'Oliverio Medina', también conocido como 'El Cura Camilo', un sacerdote que ingresó a las Farc en 1983 y quien en su rápido ascenso llegó a ser secretario de 'Tirofijo'. Llegó a Brasil como delegado especial de las Farc en 1997 y estuvo en Colombia durante el proceso del Caguán, en el que hizo de jefe de prensa del grupo.

Tras la ruptura de las conversaciones en febrero de 2002, regresó a Brasil donde continuó su misión, y su influencia llegó hasta altos niveles de la administración de 'Lula', quien asumió el cargo en enero de 2003. Pero gracias a la presión de las autoridades colombianas, fue capturado en agosto de 2005. Colombia lo pidió en extradición, pero el Tribunal Supremo de Justicia de Brasil no solo la negó el 22 de marzo de 2007, sino que le reconoció a 'Medina' la condición de refugiado político.

Hasta el 'curubito'

La cárcel no fue obstáculo para que 'El cura Camilo' suspendiera su labor proselitista y propagandística. Prueba de ello son los numerosos correos que le envió a 'Reyes' y que muestran cómo logró llegar hasta la cúpula del gobierno brasileño.

Cuatro de los correos conocidos por CAMBIO se refieren al presidente 'Lula'. En uno de ellos, fechado el 17 de julio de 2004, 'Raúl Reyes' le dice a 'Tirofijo' que el gobierno de 'Lula' ayudaría con el acuerdo humanitario: "Los curas me enviaron carta pidiendo entrevista con ellos en Brasil -escribe 'Reyes'-. Según dicen hablaron con 'Lula' y este asumió el compromiso de ayudar en lo del acuerdo humanitario, intercediendo ante Uribe para efectuar la reunión en su país".

En el segundo, fechado el 25 de septiembre de 2006, 'Oliverio Medina' le cuenta a 'Reyes': "No le he dicho que hace algunos días 'Lula' llamó al ministro Pablo Vanucchi (ministro de la Secretaría Nacional de DD.HH.), indicándole que telefoneara al abogado Ulises Riedel y lo felicitara por el éxito jurídico en su brillante defensa a favor de mi refugio".

En el tercero, con fecha 23 de diciembre de 2006, 'Medina' le informa a 'Reyes' que "a 'Lula' y dos de sus asesores que nos han ayudado les mandé el afiche de aguinaldo". Los funcionarios son Silvino Heck, asesor especial del Presidente, y Gilberto Carvalho, jefe de Gabinete, que aparecen mencionados en un correo del 23 de febrero de 2007, también dirigido a 'Reyes': "Es posible que me visite un asesor especial de 'Lula' llamado Silvino Heck, que junto con Gilberto Carvalho ha sido otro que nos ha ayudado bastante".

Entre los 85 correos conocidos por CAMBIO, hay uno sin fecha, también enviado por 'Medina' a 'Reyes', que dice: "Estuve hablando con la diputada federal María José Maninha. Quedamos en que va a abrirme camino rumbo al Presidente vía Marco Aurelio García". García es secretario de Asuntos Internacionales.

No menos comprometedores son aquellos en los que aparecen mencionados algunos ministros. En uno de ellos, dirigido a 'Reyes' el 4 de junio de 2005 por un tal 'José Luis', figura el nombre del ministro de la Presidencia José Dirceo. "Llegó un joven de unos 30 años y se presentó como Breno Altman (dirigente del PT), me dijo que venía de parte del ministro de la Presidencia José Dirceo, que por motivos de seguridad ellos habían acordado que las relaciones no pasaran por la Secretaría de Relaciones Internacionales, sino que se hicieran directamente a través del ministro con la representación de Breno".

Al final del mensaje, 'José Luis' dice que el Gobierno brasileño y el PT le darán protección a 'Medina' mientras avanza el trámite de la extradición: "Le repliqué (sic) si podíamos estar tranquilos, que no lo iban a secuestrar o a deportar a Colombia y me contestó: 'Pueden estar tranquilos' ".

En un correo del 24 de junio de 2004, 'Reyes' le comenta a 'Medina' sobre la posible salida de Dirceo del Gabinete y le dice: "De ser cierto, esta medida en provecho de los detractores de 'Lula' puede afectar la incipiente apertura de las relaciones con nosotros".

Las Farc también intentaron llegar al despacho del ministro de Relaciones Exteriores, Celso Amorín. En un correo del 22 de febrero de 2004, 'José Luis' le escribe a 'Reyes': "Por intermedio del legendario líder del PT Plinio Arruda Sampaio, le llegamos a Celso Amorín, actual ministro de Relaciones Exteriores. Plinio nos mandó a decir con Albertao (concejal de Guarulhos) que el Ministro está dispuesto a recibirnos. Que tan pronto tenga un espacio en su agenda nos recibe en Brasilia".

El Procurador y el Juez

El embajador de las Farc hizo tan bien su oficio que también logró llegar hasta el procurador Luis Francisco De Souza, quien es mencionado en un extenso correo del 22 de agosto de 2004 que 'Medina' y 'José Luis' le enviaron a 'Reyes' y a 'Rodrigo Granda': "Él dio el siguiente consejo: andar con una máquina de fotografía y en lo posible con una grabadora para en caso de volver a parar un agente de información fotografiarlo y grabarlo, teniendo cuidado de no permitirle que agarre la cámara y la grabadora. Que en relación con lo sucedido hagamos una denuncia dirigida a él como Procurador para hacerla llegar al jefe de la Policía Federal y a la Agencia Brasileña de Información".

Algunos correos fueron escritos durante el proceso del Caguán e involucran a un prestigioso juez y a un alto ex oficial de las Fuerzas Armadas brasileñas. Por ejemplo, en uno fechado el 19 de abril de 2001, 'Mauricio Malverde' le informa a 'Reyes': "El juez Rui Portanova amigo nuestro, nos planteó que quiere ir a los campamentos a recibir instrucción y conocer la vida de las Farc. Costea su viaje". Portanova era entonces juez superior de la Corte Estatal de Rio Grande Do Sul, de Portoalegre.

Tres días antes, el 16 de abril, 'Medina' le relata a 'Reyes' un encuentro de Raimundo, Pedro Enrique y Celso Brand -al parecer enlaces de las Farc en Brasil- con el brigadier del Aire Iván Flota, ex jefe de la Fuerza Aérea de Brasil. "El hombre se interesó y dijo que le gustaría tener un encuentro personal con nosotros. Dijo que están comenzando a madurar la toma de la base de Alcántara por las fuerzas nacionalistas para impedir que Estados Unidos se quede con 600 kilómetros cuadrados que están bajo su dominio".

La pequeña muestra de los 85 correos electrónicos conocidos por CAMBIO revelan la importancia de Brasil en la agenda exterior de las Farc, manejada por 'Raúl Reyes', y no cabe duda de que 'El cura Camilo', para apuntalar la estrategia continental de la guerrilla, aprovechó la coyuntura creada por el arribo al poder de 'Lula' y su influyente Partido de los Trabajadores para llegar hasta las más altas esferas del Gobierno.

Y si bien es cierto que los correos son apenas indicios de un posible compromiso del gobierno de 'Lula' con las Farc, pues ninguno de los funcionarios envió mensajes personales a alguno de los miembros del grupo guerrillero, despiertan muchos interrogantes que exigen una respuesta del Gobierno brasileño.

LOS CONTACTOS DE LAS FARC

La expansión de las Farc en América Latina no solo incluyó a funcionarios de los gobiernos de Venezuela y Ecuador, sino que también comprometió a destacados dirigentes, políticos y altos miembros del Partido de los Trabajadores, al que pertenece el presidente Luiz Inácio 'Lula' Da Silva. Además el grupo guerrillero mantuvo contactos con procuradores y jueces de Brasil.

- José Dirceu, ministro de la Presidencia.
- Roberto Amaral, ex ministro de Ciencia.
- Erika Kokay, diputada.
- Gilberto Carvalho, jefe de Gabinete.
- Celso Amorín, canciller.
- Marco A. García, asesor Asuntos Internacionales.
- Perly Cipriano, subsecretario Promoción DD.HH.
- Paulo Vanucci, ministro Secretaría de DD.HH.
- Selvino Heck, asesor presidencial.

SECUESTRO DE NOVARTIS
20 de septiembre de 2001
De: Jorge Briceño 'Mono Jojoy'
A: Secretariado

Edwin, viejo conocido comandante de La Policarpo junto a Julián, se robaron medio millón de dólares por una parte y 700 millones de pesos por otra, del secuestro de Novartis. Se tiraron el negocio que estaba planeado para 10 millones de verdes. Para completar, se armó un lío con México, Suiza y Brasil porque no entregábamos a los tipos. Hablé con representantes de esos países y acordamos que nos daban medio millón de dólares más y nosotros poníamos en libertad a los dos señores. Ordené soltarlos y hasta ahora no han pagado. Si se hacen los pesados pienso asustarlos".

INVITACIÓN AL CAMPAMENTO
12 de junio de 2005
De: 'Raúl Reyes'
A: 'José Luis'

"Al vocero de Brasil hay que invitarlo a que nos visite aquí y explicarle que en función de construir definiciones se hace imprescindible su conversación con el Secretariado. Decirle que tenemos formas seguras de recibirlo en nuestros campamento sin que sea registrado por las autoridades colombianas".

APOYO FINANCIERO
6 de julio de 2005
De: 'Cura Camilo'
A: 'Raúl Reyes'

"Solidaridad recibida durante el primer semestre de 2005: diputado Paulo Tadeu US$ 833,33. Sindicato de la Empresa de Energía de Brasilia US$ 666,66. Corriente Comunista Luis Carlos Prestes US$766,66. Señora Solene Bomtempo US$ 250,00. Concejal Leopoldo Paulino US$ 433,33. Sindicato de la Empresa de Acueducto de Brasilia US$ 33,33".

EXTRADICIÓN DE CAMILO'
17 de septiembre de 2005
De: 'Raúl Reyes'
A: 'Roque'

"Bastante significativa la solidaridad de los partidos comunistas de Brasil y de otros países con la lucha de las Farc en el empeño de impedir la extradición del 'cura' (Francisco Medina, 'Cura Medina'). Existe en Brasil un importante grupo de amigos solidarios con nosotros en los que hay sindicalistas, maestros, congresistas, ministros, abogados y personalidades ocupados de presionar la libertad inmediata de Camilo".

EL EMPLEO
17 de enero de 2007
De: 'Cura Camilo'
A: 'Raúl Reyes'

"El lunes 15 inició 'la Mona' su empleo nuevo y para asegurarla o cerrarle el paso a la derecha por si en algún momento les da por molestar, entonces la dejaron en la Secretaría de Pesca desempeñándose en lo que aquí llaman un cargo de confianza ligado a la Presidencia de la República".

GIRA POR BRASIL
15 de febrero de 2007
De: 'Cura Camilo'
A: 'Raúl Reyes'

Los responsables de organizar la gira del camarada Carlos Lozano son: Albertao y Pietro Lora en Guarulhos, São Pablo y Río. En Brasilia: Paulo Tadeo, Erica Kokay. Para la actividad de Río se apoyarán en el ex diputado Federal Milton Temer, del Partido Socialismo y Libertad. Y en Florianópolis un diputado estadual que ellos ayudaron y está dispuesto a ayudar".

ENCUENTRO CON MINISTROS
23 de febrero de 2007
De: 'Cura Camilo'
A: 'Raúl Reyes'

"La defensora pública le está organizando a 'la Mona' un encuentro con el Ministro, el Viceministro y el principal asesor de la Secretaría de Derechos Humanos vinculada a la Presidencia, en su orden Paulo Vannuchi, Perly Cipriano y Dalma de Abreu Dalasi, que es un prestigioso jurista al que el ministro relator le tiene pavor. El viceministro Perly hablará con el presidente de la Comisión de Derechos Humanos de la Cámara Federal. Serán visitadas entidades importantes que nos apoyaron, comenzando por la Comisión Brasileña de Justicia y Paz".

ACTUAR CON CAUTELA
14 de abril de 2007
De: 'Cura Camilo'
A: 'Raúl Reyes'

"Debo actuar con cautela para no facilitar al enemigo argumentos que lleven a cuestionar el refugio. En ese sentido, el haber conseguido el traslado de 'la Mona' y 'la Timbica' para la capital del país, ha sido importante. Ese bajo perfil lo mantendré hasta la neutralización. Obtenida esta, tendré pasaporte brasileño y lo primero que debo pensar es en irlos a ver".

Como eu dizia

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por Olavo de Carvalho em 01 de agosto de 2008


Logo após a divulgação do Dossiê Brasil na revista colombiana Cambio , confirmando tudo aquilo que há anos venho dizendo sobre a aliança PT-Farc, o Chefe de Gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, saiu alardeando que não tem qualquer "ligação estreita" com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que o governo brasileiro "tem zero de relação com as Farc".

Não preciso contestar a dupla mentira. Já o fiz, com muita antecedência, no artigo Simbiose obscena , publicado em O Globo de 7 de fevereiro de 2004, no qual remetia os leitores ao site http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm , "para que vejam com seus próprios olhos a obscena simbiose entre a narcoguerrilha colombiana e a farsa petista que nos governa”. O endereço – prosseguia o artigo - "é de América Libre , versão jornalística do Foro de São Paulo, fundada por (adivinhem) Frei Betto e hoje dirigida por (já adivinharam) Emir Sader. A revista prega abertamente a guerra revolucionária, a implantação do comunismo em toda a América Latina. Seu mais recente editorial proclama: O 11 de setembro dos povos será, para a confraria da América Livre, um compromisso de honra. Será um encontro com os sonhos e com o desejo ."

Da primeira à última página, a coisa respinga sangue e ódio, de mistura com a velha retórica autodignificante que faz do genocídio comunista uma apoteose do amor à humanidade, condenando como fascista quem quer que veja nele algo de ruim. Na mesa do seu Conselho Editorial, quem se senta ao lado do líder das Farc, comandante Manuel Marulanda Vélez, o famigerado Tiro Fijo ? Nada menos que o chefe de gabinete do sr. Lula, Gilberto Carvalho. Está lá também o ex-deputado Greenhalgh... Se isso não é promiscuidade, se isso não é cumplicidade entre o nosso governo e o crime organizado, se isso não é uma tramóia muito suja, digam-me então o que é, porque minha imaginação tem limites.

Estão lá ainda o dr. Leonardo Boff, o compositor Chico Buarque de Hollanda ... e o inefável prof. Antônio Candido...” (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/040207globo.htm ). Era o primeiro escalão inteiro da elite intelectual petista que, ao lado do próprio chefe do gabinete presidencial, conspirava ativamente com as Farc, com o MIR chileno e com outras organizações criminosas para a implantação do regime comunista no continente. Se os políticos ditos “de oposição”, os donos de jornais e canais de TV, os líderes empresariais, eclesiásticos e militares tivessem então consentido em examinar o documento que eu lhes exibia, não seria preciso, agora, uma revista colombiana lhes esfregar a verdade na cara, tarde demais para evitar a consolidação da quadrilha petista-farqueana no poder. Na verdade, nem precisavam das minhas advertências. Em 7 de dezembro de 2001, o Foro de São Paulo , sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, já havia lançado um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classificava como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização.

A mídia inteira e todas as lideranças políticas nacionais, sem exceção visível, abafaram esse fato para não prejudicar a candidatura Lula uns meses depois. Logo após o pleito de 2002, a existência de um conluio entre o presidente eleito e a esquerda radical latino-americana já se tornara ainda mais nítida pela duplicidade de línguas com que o homem falava para o público em geral, ante as câmeras, e para seus companheiros de militância comunista. Como mais tarde anotei em artigo do Jornal do Brasil ( http://www.olavodecarvalho.org/semana/060413jb.html ): “Enquanto a mídia local celebrava a lisura do pleito, o vencedor confessava ao Le Monde que a eleição tinha sido ‘apenas uma farsa, necessária à tomada do poder’, sendo confirmado nisso pelo sr. Marco Aurélio Garcia em declaração ao jornal argentino La Nación de 5 de outubro de 2002.”

Em qualquer país decente, confissões abertas como essas suscitariam imediatamente uma tempestade de investigações e denúncias. No Brasil, foram recebidas com uma afetação de indiferença blasée por todos aqueles a quem, no fundo, elas aterrorizavam. Poucas condutas humanas se igualam, em baixeza, à covardia que começa por se camuflar de impassibilidade olímpica e, pela persistência, acaba por se transformar em cumplicidade ativa. Mas essas criaturas haviam investido tão pesado no slogan anestésico Lula mudou , que, para não reconhecer o erro, preferiram dobrar, triplicar e quadruplicar a aposta na mentira, até que contestá-la se tornasse, como de fato se tornou, prova de doença mental.

Graças a essa longa e pertinaz conspiração de omissões, a esquerda revolucionária teve todo o tempo e a tranqüilidade que poderia desejar para alterar o mapa do poder político brasileiro ao ponto de torná-lo irreconhecível. Quem manda no Brasil, hoje? Um bom indício é a propriedade da terra. Seis por cento do território nacional pertencem a estrangeiros, dez por cento ao MST, outros dez a “nações indígenas” já sob controle internacional informal, quinze ou vinte são controlados pelos narcotraficantes locais aliados às Farc, mais dez ou quinze estão para ser transferidos aos quilombolas.

O que está acontecendo neste país é a mais vasta operação de confisco territorial já observado na história humana desde a coletivização da agricultura na URSS e na China – e as chamadas elites, sentadas sobre esse paiol de pólvora, com um sorriso amarelo na boca, só querem dar a impressão de que a paz reina, as instituições são sólidas e São Lulinha zela pelo bem de todos.

Outro indício seguro da distribuição do poder é a capacidade de mobilização das massas. Somem os partidos de esquerda, o MST, as centrais sindicais, as pastorais de base e porcarias semelhantes, e verão que, no instante em que quiser, a esquerda revolucionária tem condições de espalhar nas ruas não menos de cinco milhões de militantes enfurecidos. Consolidado pela omissão pusilânime de todos os que teriam o dever de impedir que ele se consolidasse, o monopólio esquerdista dos movimentos de massa marca a distância entre onipotência absoluta e impotência total e é, por si, um retrato do que o futuro reserva ao País.

Mas as organizações de esquerda têm algo mais que isso: têm, através das centrais sindicais, dos partidos e de uma rede imensurável de organizações militantes, o controle absoluto e incontestável de todos os serviços essenciais. Mais ainda do que sua extensão descomunal, o que é notável nesse sistema de dominação é a sua integração, a sua unidade estratégica e funcional. As Farc não estão infiltradas só nos altos escalões da República: elas dominam também os bas-fonds da criminalidade, através de seus contatos com o PCC e o Comando Vermelho, por sua vez estreitamente articulados com o MST e organizações congêneres. De alto a baixo, a sociedade brasileira está à mercê da subversão e do crime.

Nada disso surgiu da noite para o dia. Tudo foi preparado e montado pouco a pouco, metodicamente, desde o advento da Nova República, diante dos olhos cegos e cérebros entorpecidos da liderança “direitista”, cuja preocupação predominante ou única, ao longo da construção desse engenho macabro, foi tapar as bocas dos inconvenientes que ousassem perturbar suas boas relações com o governo. O quadro corresponde exatamente, milimetricamente, ao esquema da revolução passiva propugnado por Antonio Gramsci, em que só um lado age, enquanto o outro se deixa arrastar para o abismo com docilidade abjeta.

Também isso expliquei antecipadamente, no meu livro de 1993, A Nova Era e a Revolução Cultural , que até coloquei à disposição dos leitores, gratuitamente, no meu site da internet (http://www.olavodecarvalho.org/livros/neindex.htm ). Direi que foi como falar com pedras? Não sei, nunca falei com pedras. Agora sinto-me tentado a experimentar.

Olavo (de Carvalho) viu o ovo

Do portal da FOLHA DE SÃO PAULO
Por BARBARA GÂNCIA em o1 de agosto de 2008


MEA CULPA, MEA culpa, mea culpa... Eu achava que o jornalista, filósofo e escritor Olavo de Carvalho fosse um tarado delirante. Não que eu não respeite sua inteligência, o cara é simplesmente brilhante. Mas a obsessão que ele tem em apontar, lá da Virgínia, onde mora, comunistas comedores de criancinhas em todas as esquinas do Brasil sempre me causou um certo desconforto.

Depois da queda do Muro de Berlim, pensava esta imbecil que vos fala (C.T. - concordo em gênero, número e grau POIS O JORNALISTA TEM POR OBRIGAÇÃO VERIFICAR AS FONTES, mesmo a de outros jornalistas, ANTES DE TER OPINIÕES SOBRE ESTE MESMO COLEGA DE PROFISSÃO. Se não quer investigar, NÃO TENHA, PORTANTO, OPINIÃO ALGUMA, SEJA HONESTO E PENSE E DIGA (se for o caso de dizer para alguém): SOBRE ESTE MEU COLEGA E O QUE ELE ESCREVE EU NÃO POSSO FALAR NADA, PENSAR NADA POIS NÃO SEI DAS FONTES DELE. Mas você, Bárbara, deu um passo em direção à redenção que foi ABRIR A BOCA E FALAR. Parabéns!!!), a esquerda caiu na real e o próprio PT entendeu de uma vez por todas que o eleitor brasileiro não é afeito a radicalismos. Que a grande maioria das pessoas não pretende resolver o problema da distribuição de renda ateando fogo aos ônibus da periferia ou incitando a guerra no campo.

Há anos, Olavo de Carvalho vem batendo na tecla do Foro de São Paulo e, há anos, eu venho dizendo que ele não passa de um alarmista.

Que não tem nada de mais o ex-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, ou o assessor especial do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, sentirem vontade de rever velhos amigos tupamaros, sandinistas ou, sei lá, do Sendero Luminoso, duas vezinhas ao ano, em confraternização que reúne a esquerda moribunda da América Latina e do Caribe.
Afinal, o mundo mudou, não é mesmo? (C.T. - reflitamos sobre o que esta moça falou: ela disse que ir lá investigar se o pessoal que ASSESSORA O PRESIMENTE está fazendo o que dizem que estão fazendo não é interessante. Ou seja, ela acredita (ou acreditava antes) piamente que este pessoal seja incapaz de mentir??? Vejam bem vocês como pensa este pessoal da "grande mídia"...) O que os caras podem estar tramando, se reorganizarem num ente político-partidário para reviver ideais marxistas? Montar uma guerrilha no quintal? Voltar à clandestinidade levando o Genoino? Todas as vezes em que vi Olavo de Carvalho alertar sobre o Foro de São Paulo e dizer que a turma que lá se reúne tinha segundas intenções, e que eles mentiam deslavadamente quando negavam a que vinham, eu achava que fosse alguma forma de senilidade precoce sua, um cacoete de quem está fora do país há tempo demais e não percebe que, aqui na terrinha, a democracia prevaleceu e se consolidou. (C.T. - viram na mão de quem nós estamos? Se a impressa que tem o nosso aval para nos trazer informação pensa assim É PORQUE APRENDERAM OU FORAM INDUZIDOS A PENSAR ASSIM, o que nos leva a outra pergunta: o que acham que é ensinado nas escolas que eles frequentaram??? Evidentemente nas escolas deles (em todas na verdade) é ensinado que a ESQUERDA representa o Divino na Terra, que são TODOS, sem exceção SANTOS, jamais cometeriam qualquer atrocidadezinha, por menor que seja. Ah sim, ensinam também que QUANDO UM ESQUERDISTA ROUBA, MATA, SEQUESTRA, ESTUPRA, FAZ LOBBY, MONTA UMA EMPRESA PARA PARTICIPAR DE LICITAÇÕES ele virou DIREITISTA).

Pois, a julgar pela extensa reportagem publicada na revista colombiana "Cambio", sobre o envolvimento de autoridades petistas com as Farc, Olavo de Carvalho esteve certo todos esses anos. (C.T. - e, portanto, todos vocês, meus colegas internautas, são mais sensatos, equilibrados, inteligentes e patriotas que 99,999% dos jornalistas deste país pois vocês estão aqui querendo saber o que está acontecendo no Brasil, coisa que eles não fazem).

Pensando bem, como pude ser tão tola? Só porque agora aluga todos os vôos disponíveis de jatinho no país, não quer dizer que José Dirceu tenha virado um John Maynard Keynes, não é mesmo? Pelo que a gente sabe, ele continua a chorar emocionado a cada vez que pisa em Cuba. E não é preciso ser nenhum gênio da lâmpada para saber que Marco Aurélio Garcia, o ex-ministro Roberto Amaral (aquele termocéfalo que fez uma trapalhada atrás da outra quando passou pelo Ministério da Ciência e Tecnologia) e o ministro Celso "Doha-a-Quem-Doer" Amorim (por falar em trapalhada...) também não mudaram de lado da noite para o dia, né não? Assim como Olavo de Carvalho, Lula também sabia o que estava acontecendo. Mesmo que seu chefe-de-gabinete, Gilberto Carvalho, não tenha lhe fornecido detalhes da proximidade que ele e seus colegas mantinham com os guerrilheiros das Farc, diz a "Cambio" que Álvaro Uribe se encarregou de contar tudo ao presidente no encontro que os dois tiveram no dia 19 de julho.

Alô, presidente Lula! Agora que a vaca foi pro brejo, o que eu quero mesmo saber é: o dinheiro das Farc acaba indo parar na mão do PCC?

Comentário do Cavaleiro do Templo: pego aqui um gancho no blog ANGELO DA C.I.A., leiam o que ele escreveu sobre o assunto: "Um vexame a edição da Folha de São Paulo de hoje. Frente ao escândalo internacional envolvendo autoridades brasileiras, o jornal não deu chamada de capa ao assunto. Pior, nem mesmo colocou nas suas páginas do caderno "Brasil", que está nas primeiras páginas do jornal. Em vez disso, escondeu o assunto no caderno "Mundo", e com destaque inferior à notícia da nacionalização de um banco na Venezuela. Hora de mandar mensagens ao ombudsman da Folha, aquele que vai almoçar com o "Sensato do Megafone". Anotem o e-mail ombudsman@uol.com.br. E coube a uma colunista que trata de assuntos do cotidiano paulistano, Barbara Gância, que também é apresentadora da BandSports, tratar do tema. E mais, amigos vivandeiros da direita ( segundo Pedro Doria! ), ela não só fala do Foro de São Paulo como cita nominalmente Olavo de Carvalho.

Graça Salgueiro traz, como sempre, material importantíssimo sobre FARC, PT, LULA e FORO DE SÃO PAULO

Do blog NOTALATINA


Finalmente começa a vir à tona o envolvimento do Brasil com as FARC. Desde maio deste ano, quando o INTERPOL confirmou em relatório a autenticidade dos documentos encontrados nos computadores de Raúl Reyes, eu fui informada de que havia documentos muito comprometedores do governo brasileiro em poder do FBI e do presidente Uribe mas não comentei porque não tinha em mãos documentos comprobatórios, embora a fonte fosse idônea. Em princípio o presidente Uribe não iria fazer uso dessas informações por questões diplomáticas, considerando as boas relações comerciais entre nossos países – o que pesa muito nas decisões -, inclusive os aviões que deram combate ao acampamento de Raúl Reyes eram os nossos Super Tucanos da Embraer.

Em entrevista concedida ao Estadão domingo passado, o ministro da Defesa colombiana, Juan Manuel Santos, disse: “Há uma série de informações de conexões, que entregamos ao governo brasileiro, para que ele possa reagir como considerar mais apropriado”. O “dossiê”, cujo conteúdo foi revelado em parte hoje pela revista “Cambio”, fora entregue a Lula quando em visita àquele país, por ocasião da festa da Independência entre os dias 18 e 20 de julho. Quero destacar a sutileza – e firmeza de postura - de Uribe e de seus principais colaboradores, pois eles sabem perfeitamente bem com quem estão lidando, sabem que o Brasil é o principal signatário do Foro de São Paulo (e conhecem em detalhes o que é e o que faz esta organização), sabem do envolvimento destes com as FARC mas agem como se nada soubessem. Nesta visita de Lula, Uribe consentiu em integrar o Conselho Sul-Americano de Defesa mas não se iludam porque ele avisou que “as decisões têm que ser por consenso” e já demonstrou fartamente que segue as orientações dos SEUS ministros e FFAA. Se algo fugir da esfera comercial, estejam certos de que a Colômbia cai fora.

É importante salientar ainda que a revista “Cambio” pertence ao grupo do jornal “El Tiempo”, que é de propriedade da família do ministro Santos e que, se o material foi publicado (e é matéria de capa desta semana que entra), foi com o seu consentimento. Especulo que isto foi uma “agulhada” para ver se o Brasil toma alguma providência, pois nenhuma medida fora tomada até então, desde o conhecimento do fato há uma semana.

E este foi mais um fato que a mídia brasileira resolveu divulgar, porém, como das outras tantas em que falam de FARC ou Foro de São Paulo, fazem com o espírito de morcego que morde e sopra, fingem bater e apontar o dedo acusador para depois afagar, cúmplices, abjetas, servis. É impressionante como em três jornais que li a informação é rigorosamente igual, sem mudar uma só palavra, dando a impressão de que um (o UOL foi o primeiro a publicar) traduziu algumas coisas do original, foi passado pelo crivo da PTPol e depois liberado para os outros, não sem antes ser de higienicamente filtrado. O fato é que, fingindo que informam a relação do Governo, do PT e de figurões governamentais com as FARC, esses jornalecos escondem o principal, o mais revelador. Quem se dispõe a investigar, entretanto, vai descobrir que o dossiê é muitíssimo mais grave do que fingidamente alegou Marco Aurélio Garcia (MAG) quando o menosprezou considerando-o de “irrelevante”.

A revista “Cambio” teve acesso a 85 e-mails (o que não é pouco) dentre eles alguns do pseudo-padre Oliverio Medina. Esses, que revelam seus planos para conseguir o status de refugiado, quem interferiu no processo e confirma o “arranjo” para abrigar a família em Brasília, a mídia brasileira não revelou. Medina diz viver de “doações de amigos e um pró-labore como secretário do Centro de Estudos Latino-Americanos, numa salinha onde ele e outros três militantes preparam panfletos sobre a história do continente distrubuídos a escolas carentes nas cidades-satélite da capital brasileira”, segundo reportagem do jornal O Globo de 8 de julho deste ano. Segundo ele, “quem recebe o benefício do refúgio tem que ficar na sombra”, demonstrando uma falsíssima humildade e mudança de comportamento que nunca teve, inclusive porque, enquanto finge estar fazendo um trabalho educativo, está mesmo é doutrinando jovens inexperientes sobre sua maldita ideologia comuno-terrorista. E tudo ali, nas barbas do governo, que cala e consente porque é cúmplice do crime.

Vejam o que dizia um dos e-mails dele para Raúl Reyes, em 14 de abril de 2007, gozando já do status de refugiado:
“Devo atuar com cautela para não facilitar ao inimigo argumentos que levem a questionar o refúgio. Nesse sentido, ter conseguido o traslado da ‘Mona’ e da ‘Timbica’ (explico mais adiante quem são) para a capital do país, foi importante. Manterei esse baixo perfil até a neutralização. Obtida esta, terei passaporte brasileiro e a primeira coisa que devo pensar é em ir vê-los”. Quer dizer, este terrorista assassino nunca mudou de conduta, como disse ter “abandonado as armas” para conseguir a liberdade perante o CONARE. O texto original desta declaração pode-se ver na página 4.

No início de junho Diogo Mainardi denunciou neste artigo que a mulher de Medina, Angela Maria Slongo, havia sido contratada pela Presidência da República para ocupar um cargo comissionado no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma Roussef. Esta apressou-se em desmentir mas, posteriormente, a revista Veja publicou numa matéria cópia do bilhetinho desta terrorista indicando a mulher de Medina para o caso. Agora é o próprio Medina quem confessa, em mensagem encaminhada a Raúl Reyes em 17 de janeiro de 2007, revelado pela revista “Cambio”; leiam:
“Na segunda-feira 15 a ‘Mona’ (‘Mona’ é a mulher, e ‘Timbica’ é a filha do casal) iniciou seu emprego novo e para assegurá-la ou fechar a passagem à direita caso em algum momento queiram aborrecê-la, então a deixaram na Secretaria de Pesca, trabalhando no que chamam aqui de cargo de confiança ligado à Presidência da República”. (Nota original na página 3). Ou seja, diretamente ligada ao sr. da Silva que, certamente, não sabia de nada disso, sequer que dona Slongo é mulher do terrorista das FARC...

E as notas mais cínicas ficam por conta de Gilberto Carvalho, assessor direto do presidente Lula (já observaram que este elemento é citado em tudo quanto é patifaria que vem sendo descoberta?), e do poderoso MAG. As declarações desta dupla são tão cínicas que não resistem a uma pesquisa de menino de primário. Carvalho diz que o Governo tem “zero de relação com as FARC”; MAG diz que seu nome é citado porque “foi ele quem evitou que a narco-guerrilha se aproximasse do governo Lula” e que “as informações falam por si” E eu pergunto: como “evitar” que a narco-guerrilha se aproximasse do governo se ambos são parceiros de quase duas décadas no FSP? Entretanto, não é bem isto que dizem as FARC, muito menos os fatos.

Em e-mail datado de 25 de dezembro de 2006, Medina conta a Raúl Reyes (RR) que mandou cartão de Natal para dois assessores de Lula que são respectivamente Silvino Reck (que foi assessor de Olívio Dutra em Porto Alegre – quando este recebia no Palácio Piratini emissários das FARC – e depois, com o mesmo cargo, quando Dutra passou a ser Ministro das Cidades), e Gilberto Carvalho por terem-no ajudado no processo de refúgio; e em 23 de fevereiro de 2007, também dirigido a RR, Medina diz: “É possível que me visite um assessor especial de Lula chamado Silvino Reck, que junto com Gilberto Carvalho foi outro que nos ajudou bastante”.

Se estas correspondências não são suficientes para provar o cinismo desta gente, vejam os nomes constantes do corpo editorial da revista do Foro de São Paulo intitulada América Libre e este vídeo feito pela revista Veja, do último Encontro do Foro de São Paulo ocorrido entre 22 e 25 de maio deste ano em Montevidéu, que vocês vão encontrar os nomes e as caras de MAG e Carvalho; na revista, ao lado de Manuel Marulanda “Tirofijo” e no vídeo, aplaudindo a homenagem prestada a este verme feito por outro elemento peçonhento, Daniel Ortega, no encerramento do Encontro.

Pior do que as mentiras e dissimulação desta escória sinistra é a subserviência da mídia (com raríssimas exceções) que toma conhecimento destes fatos e não informa ao público, não revela NADA que possa abalar a credibilidade postiça deste governo de terroristas. Com que moral esta mídia pode falar dos “torturadores da ditadura” e ao mesmo tempo omitir e maquiar a conivência e participação direta do governo com terroristas sanguinários como as FARC? Que moral julga ter esta gente para, fingindo denunciar, encobrir os crimes da aliança FARC-FSP por décadas a fio? Todos tiveram acesso ao documento original da revista “Cambio” mas omitiram o principal porque têm o rabo preso, porque são covardes e porque pensam que, se ajoelhando e rastejando feito cobras, serão poupados no final. A terra não lhes será leve! E para fechar esta edição, recomendo a leitura do artigo “Como eu dizia”, do filósofo e jornalista Olavo de Carvalho que, ao contrário de seus colegas de profissão, há anos prega no deserto sobre este tema. Como ele diz no artigo, parece que andou “falando para as pedras”, como ocorre com a escriba deste blog.
Fiquem com Deus e até a próxima!

Comentário e traduções: G. Salgueiro

quinta-feira, 31 de julho de 2008

IMPRENSA LIVRE OU ENGAJADA?

Do novo portal do HEITOR DE PAOLA, PAPÉIS AVULSOS



Senhor Diretor de Redação

Definitivamente a Veja se engajou na campanha do PT para prefeitos e está, com todo o cuidado, preparando seus leitores para o terceiro mandato de Lula. Os sinais do que estou afirmando estão ai bem à mostra sob a forma de longas reportagens com títulos pomposos e coloridos, juntamente com a decisão que a revista adotou de não querer enxergar o lado podre do país e de seus governantes, justamente aquele lado que aflora, queiram ou não, influindo decisivamente nas vidas dos cidadãos. Vou citar apenas três exemplos recentes que comprovam a minha afirmação.

1 - Na edição 2054, de 2 de abril de 2008, Veja publicou a reportagem A classe dominante, onde informa que 86 milhões de brasileiros que ganham em média R$ 1.062,00 constitui hoje o maior contingente populacional do país. Dentre outras bobagens, afirmou Veja: "Em dois anos, 20 milhões de brasileiros saíram da pobreza e emergiram para a classe C", emendando com outra: "A maior parte desses brasileiros emergiu das classes pobres (D e E), que perderam 20 milhões de pessoas devido à estabilidade econômica". Informa ainda que as classes A e B (ricos e classe média) são 28 milhões de pessoas. Assim, numa população de 187 milhões de pessoas, 28 milhões de ricos e bem de vida, 86,2 milhões ganhando pouco mais de dois salários mínimos e 82,8 milhões de miseráveis, sendo que a metade vive às custas das esmolas do governo tipo Bolsa Família. A esse quadro desesperador, Veja tece loas e afirma, para espanto de quem sabe pensar, esta pérola de mediocridade: "Esse fenômeno catapultou o consumo e expandiu a classe média, deixando o país a um salto do desenvolvimento.

Comentário: Veja omitiu o fato de que quem vive com menos de três salários mínimos não pode ser classificado como classe média, e sim, como pobre vivendo no limite da indigência. Além disso, omitiu o fato notório de que a classe C foi engordada também por muitos da classe média que está sendo esmagada via impostos escorchantes, trabalhando 4,5 meses por ano apenas para pagar de impostos. Omitiu ainda o fato de que, em qualquer país do mundo, é a classe média, em vias de extinção no Brasil, quem comanda o processo de desenvolvimento por ser esta a que, pelo seu nível de conhecimentos, mais produz, e pelo seu nível de ganho, mais consome. Num processo natural de desenvolvimento a classe A entra com o capital (e o risco evidentemente) e a classe B com o trabalho, a produção e o consumo. À classe C compete limpar o chão da fábrica e as D e E produzir a sujeira, pois não sabem fazer outra coisa. Donde se conclui que, no Brasil, a matéria prima indispensável para a construção de uma grande nação é de uma escassez desconcertante.

2 - Na edição 2070, de 23 de julho de 2008, Veja publicou a reportagem Show dos bilhões, com mais de 60 páginas onde se esmera por tentar mostrar aos desinformados que o Brasil já deslanchou, deixou para trás o subdesenvolvimento e daqui para a frente será somente samba, futebol e cerveja. Aos que sabem pensar e lidar com números e estatísticas, Veja demonstrou apenas que existem no Brasil alguns bolsões de progresso espalhados pelo país cuja prosperidade depende mais da iniciativa privada e menos de ações governamentais, notadamente no interior, enquanto as grandes cidades brasileiras estão cada vez mais sufocadas pelas favelas e pela violência, produtos de um empobrecimento crescente e da decadência moral que assola o país. Dentre outras pérolas da mediocridade que tomou conta da imprensa tupiniquim, Veja enumera os 8 motores do desenvolvimento, quais sejam: 1, soja - 2, cana - 3, carnes - 4, ferro e aço - 5, petróleo - 6, automóveis - 7, portos - 8, indústria têxtil. Ou seja, Veja considera como motores do desenvolvimento quatro exportadoras de comodities (produtos primários), uma empresa estatal que provoca um rombo de oito bilhões de dólares em suas contas de comércio exterior e produz os derivados de petróleo mais caros do mundo, montadoras de automóveis estrangeiras que operam com tecnologia 100% de suas matrizes e se beneficiam de mão de obra barata, portos onde a eficiência e os custos civilizados existem somente nos privados porque os públicos estão operando além do limite de suas capacidades o praticam as tarifas mais caras do mundo e, por fim, a indústria têxtil, que só funciona graças aos teares produzidos lá fora.

Comentário: Veja se omitiu de informar aos seus leitores que nenhum país do mundo enriqueceu e atingiu um razoável grau de desenvolvimento exportando comodities e produzindo com fábricas e tecnologias importadas de outros países. Omitiu também o fato de que o progresso de uma nação tem como ponto de partida o conhecimento gerado por um sistema educacional eficiente e por pesquisas públicas e privadas, coisas em que o Brasil ainda está atrasado algumas décadas, haja vista que o sistema educacional brasileiro é hoje considerado um dos piores do mundo e o investimento em pesquisas é insignificante, com o agravante de que o país tem perdido seus melhores cientistas para universidades e institutos de pesquisa do exterior por não encontrarem no Brasil condições adequadas de trabalho e desenvolvimento pessoal.

3 - Na edição 2071 de 30 de julho de 2008, Veja publicou ampla reportagem intitulada Poucos e bons, louvando o fato de que a taxa de fecundidade das mulheres brasileiras caiu para 1,8 filho por mulher, informando ainda que "Com a taxa de fecundidade em 1,8 filho por mulher, a população brasileira cresce mais devagar. Isto melhora a renda e o padrão de vida do país". Veja, creio eu, baseou-se para escrever esta reportagem nos dados do IBGE, um instituto público de pesquisas atualmente politizado e empenhado apenas em divulgar dados que agradem ao governo de plantão. E o governo de plantão não aceita más notícias.

Poucos e bons! Poucos e bons o que, cara pálida tupiniquim? Como dar credibilidade a uma média matemática geométrica num assunto que merece e deve ser dissecado por camadas? Onde estão nascendo os poucos e bons? Seria nas favelas? Ou nos bolsões de miséria espelhados por todo o país? Alguém ai conhece os sertões onde as mulheres procriam como ratazanas e os homens afirmam a sua masculinidade pelo número de filhos que conseguem gerar?

Vamos falar sério, por favor! Em 1970 a população brasileira era de "90 milhões em ação, salve a seleção". Em 2008 são 190 milhões. Cresceu 100 milhões em apenas 38 anos sendo que 15% gerados pelas classes ricas e média com condições de dar uma boa educação aos filhos e 85% nas classes baixas e miseráveis cujos filhos têm que amargar o péssimo ensino oferecido pelo governo. Observa-se, portanto, que os poucos e bons surgiram e continuam a surgir dos 15% abastados que realmente reduziram a geração de filhos sobretudo pelos custos que acarretam, enquanto os 85% restantes continuam a abastecer a praça, sobretudo as favelas e os bolsões de miséria, de pobres coitados que se lhes fossem dada a opção entre nascer ou não nascer, optariam pela última.

Lá no meio da reportagem, Veja se dá ao desplante de plantar uma mentira: "A taxa de fertilidade brasileira é agora igual à da China, que há tempos limita o número de filhos por família". Deve ter sido a influência das olimpíadas que levou a Paula Neiva e Roberta de Abreu Lima a escreverem tal culhuda (culhuda: em linguagem chula, mentira). Eu aproveito para convidar as duas notáveis jornalistas a esquecerem os números fajutos do IBGE e, por conta da Veja, darem umas voltas pelas favelas das grandes cidades e pelos bolsões de miséria espalhados pelo país. Assim verão uma realidade completamente diferente e constatarão que a explosão demográfica nesses lugares tenebrosos é simplesmente assustadora. Mas não esqueçam de levar um contingente do exército para protege-las, já que nesses lugares a polícia não é mais respeitada.

Comentário final: Veja, com tais reportagens, seguramente vestiu a camisa do PT e está empenhada até o pescoço pela retumbante vitória dessa notável agremiação de picaretas na maioria das prefeituras brasileiras nas próximas eleições e que servirão como aquecimento para a conquista do terceiro mandato pelo senhor Lula da Silva, para euforia geral da nação tupiniquim que se contenta apenas com o arco e a flecha para atingir os píncaros da mediocridade.

Sinceramente, não dá mais para ler a Veja. Até porque o que mais me motivava a faze-lo eram colunistas como Roberto Pompeu de Toledo, Diogo Mainardi e André Petry. O primeiro agora perde tempo escrevendo sobre quem já se foi tarde e que muito contribuiu para o jeito brega e irresponsável de ser do brasileiro, o segundo está arrependido de ter se tornado pai e nos enche o saco escrevendo sobre esta sua frustração e o terceiro está empenhado em ajudar a eleger Barak Obama presidente dos Estados Unidos.

Assim sendo, vou voltar a ler meus gibis da infância e adolescência, correndo com isto menos risco de mergulhar na mediocridade geral que assola as mentes brasileiras.

Otacílio M. Guimarães

Em tempo: Sugiro a redação de Veja publicar uma ampla reportagem sobre a dívida pública brasileira, que caminha célere para os dois trilhões de reais e sobre os gastos públicos descontrolados. Mas ponham para fazer esta reportagem gente que entende do assunto, assim os leitores de Veja ficarão sabendo que o país está simplesmente falido.

Carta de Otacílio M. Guimarães à Revista VEJA, 28/07/2008

NOTÍCIA BOMBA - Farc estão infiltradas na alta esfera do Brasil, segundo revista colombiana

Do portal UOL - Últimas Notícias
31/07/2008 - 14h06


A presença das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Brasil "chegou até as mais altas esferas" do Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao PT, aos líderes políticos brasileiros e ao Poder Judiciário, publicou hoje a revista colombiana "Cambio".

A conclusão foi tirada de supostos e-mails encontrados no computador do ex-porta-voz internacional das Farc "Raúl Reyes", afirma a última edição da revista, que entrou em circulação hoje.


  • Segundo a publicação colombiana, as Farc mantiveram contato com José Dirceu, que era ministro da Casa Civil; Roberto Amaral, ex-ministro de Ciência e Tecnologia; Erika Kokay, deputada; Gilberto Carvalho, chefe de Gabinete; Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores; Marco Aurélio Garcia, assessor de Assuntos Internacionais; Perly Cipriano (C.T. - este maldito é do meu estado, o Espírito Santo), representante da Secretaria Especial dos Direitos Humanos; Paulo Vanucci, ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos e Selvino Heck, assessor presidencial

O Governo colombiano, no entanto, "usou seletivamente os arquivos do computador de 'Raúl Reyes'".

A publicação acrescenta que com "Equador e Venezuela, (os arquivos) foram usados para colocar em contradição (o presidente venezuelano Hugo) Chávez e (o presidente equatoriano Rafael) Correa, hostis a (o chefe de Estado colombiano Álvaro) Uribe".

Com o Brasil, "a articulação foi feita embaixo da mesa para não comprometer Lula, que se mostrou mais hábil e menos combativo com a Colômbia", destacou a revista "Cambio".

Nos e-mails de "Reyes" - cujo nome verdadeiro era Luis Edgar Devia e que foi morto por tropas colombianas em solo equatoriano em primeiro de março - são mencionados "cinco ministros, um procurador-geral, um assessor especial da Presidência, um vice-ministro, cinco deputados, um vereador e um juiz superior" brasileiros, acrescentou a revista.

Algumas mensagens foram escritas durante o processo de paz da Colômbia entre 1998 e 2002 em San Vicente del Caguán, durante o Governo do então presidente colombiano Andrés Pastrana, "e envolvem um prestigioso juiz e um alto ex-oficial das Forças Armadas brasileiras".

A mesma reportagem diz que "a expansão das Farc na América Latina não incluiu apenas funcionários dos Governos de Venezuela e Equador, mas também comprometeu importantes dirigentes, políticos e altos membros do PT".

A "Cambio" cita o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, o ex-ministro de Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, a deputada distrital Erika Kokay e o chefe de Gabinete da Presidência da República,
Gilberto Carvalho.

Também são mencionados nesses e-mails o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, o assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, o subsecretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Perly Cipriano, o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o assessor presidencial Selvino Heck.

A "Cambio" disse que teve acesso aos 85 e-mails de "Reyes" entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008 enviados e respondidos pelo líder máximo das Farc, "Manuel Marulanda" ou "Tirofijo", cujo nome verdadeiro era Pedro Antonio Marín e que morreu este ano.

Ainda segundo a "Cambio", há mensagens de "Reyes" para o chefe militar das Farc, "Mono Jojoy" - cujo nome verdadeiro é Jorge Briceño -, e para Francisco Antonio Cadena Collazos - conhecido como padre Olivério Medina e "Cura Camilo" e que atua como delegado das Farc no Brasil - e de todos eles com dois homens identificados como "Hermes" e "José Luis".

"Cura Camilo", preso em São Paulo em agosto de 2005, vivia no Brasil há oito anos e foi beneficiado com uma proteção especial por ser casado com uma brasileira.

***

Um momento, pessoal, leiam o comentário abaixo, voltaremos pro artigo depois...

Comentário do Cavaleiro do Templo
: para piorar um pouco mais, esta mulher brasileira casada com o criminoso
Francisco Antonio Cadena Collazos - conhecido como padre Olivério Medina e "Cura Camilo" TEM EMPREGO NO GOVERNO FEDERAL. Ou seja, é você, brasileiro otário, que sustenta MAIS ESTA MAMATA. Vejam aqui e aqui). A DILMA mandou chamar para "trabalhar".

***

Em 2006, o Comitê Nacional para Refugiados (Conare) concedeu a "Cura Camilo" o status de refugiado, decisão que pesou bastante para o Supremo Tribunal Federal (STF) negar seu pedido de extradição para a Colômbia.

"Cura Camilo" foi "chefe de imprensa" da guerrilha colombiana no início dos frustrados diálogos de paz em San Vicente del Caguán.

O chamado "dossiê brasileiro" diz que estas mensagens "revelam a importância do Brasil na agenda externa das Farc (...) para dar suporte à estratégia continental da guerrilha".

As Farc, acrescenta a "Cambio", aproveitaram "a conjuntura criada pela chegada de Lula e do influente PT ao poder para chegar até as mais altas esferas do Governo".

A "Cambio" também disse que, "apesar de os e-mails serem apenas indícios de um possível comprometimento do Governo Lula com as Farc - pois nenhum dos funcionários enviou mensagens pessoais a algum dos membros do grupo guerrilheiro - despertam muitas dúvidas que exigem uma resposta do Governo" brasileiro.

Em depoimento à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados em abril, Garcia disse repudiar os métodos usados pelas Farc, como seqüestros, ataques terroristas e uso de dinheiro do narcotráfico.

Naquela oportunidade, Garcia afirmou que o Brasil tem que assumir uma posição de não interferir no conflito colombiano, mas que também não pode ficar indiferente.

Recentemente, Garcia classificou como "irrelevantes" as mensagens encontradas no computador periciado pelo Governo colombiano.

***

Um momento, pessoal, leiam o comentário abaixo, voltaremos pro artigo depois...

Comentário do Cavaleiro do Templo: espera um minuto, não foi bem assim. O GOVERNO COLOMBIANO PASSOU INFORMAÇÕES DIRETAMENTE PARA O DESGOVERNO BRASILEIRO E A ESTAS O GARCIA CLASSIFICOU COMO IRRELEVANTES. Vejam estes dois posts, primeiro este e depois este outro, postado UM DIA DEPOIS do primeiro e MATANDO MAIS UM MENTIRA DO GOVERNOS DE SOCIOPATAS DESTE "PAÍS".

***

Consultada pela Agência Efe, a assessoria da imprensa da Presidência da República disse que desconhecia o conteúdo da matéria da "Cambio".


Meu plano para o Iraque por John McCain

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO
Por John McCain na quinta-feira, 31 de julho de 2008



Em janeiro de 2007, quando o general David Petraeus assumiu o comando no Iraque, ele qualificou a situação de "difícil", mas não "desesperadora". Hoje, 18 meses depois, a violência caiu em até 80% para os níveis mais baixos em quatro anos, e terroristas xiitas e sunitas estão cambaleantes com uma série de derrotas. Agora, a situação é cheia de esperança, mas ainda há um trabalho árduo considerável para continuarmos com nossos ganhos frágeis.

O progresso foi obtido graças principalmente a um aumento no número das tropas e a uma mudança em sua estratégia. Eu fui um dos primeiros defensores do avanço numa época em que ele tinha pouco apoio em Washington. O senador Barack Obama era um oponente também eloqüente. "Não estou convencido que 20 mil tropas adicionais no Iraque vão resolver a violência sectária lá", disse em 10 de janeiro de 2007. "Aliás, acho que será o contrário."

Agora o senador Obama tem sido forçado a reconhecer que "nossas tropas atuaram brilhantemente em diminuir o nível de violência". Mas ele ainda nega que tenha havido algum progresso político. Talvez ele ignore que a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá recentemente atestou que, como um artigo de jornal afirmou, "o Iraque conseguiu as 18 (com exceção de 3) metas originais estabelecidas pelo Congresso no ano passado para mesurar o progresso econômico, político e na segurança".

Ainda mais animador tem sido o avanço que não é medido por essas metas. Mais de 90 mil iraquianos, muitos dos quais sunitas que já lutaram contra o governo, se comprometeram, como Filhos do Iraque , a combater os terroristas. Elas também não medem a recém-descoberta boa-vontade do primeiro-ministro Nouri al Maliki em esmagar os extremistas xiitas em Basra e na Cidade de Sadr - ações que muito fizeram para dissipar as suspeitas de sectarismo sobre ele.

O sucesso do avanço não mudou a determinação do senador Obama em retirar todas as nossas tropas de combate. Tudo isso se modificou em sua lógica. Num artigo do The New York Times e num discurso esta semana, ele ofereceu seu plano para o Iraque , numa antecipação de sua primeira viagem "de pesquisa" ao país em mais de três anos.

O plano consiste na mesma velha proposta de retirar nossas tropas em 16 meses. Em 2007, ele desejava a retirada porque pensava que a guerra estava perdida. Se nós tivéssemos aceito esse conselho, ela estaria mesmo. Agora, ele deseja a retirada porque acha que o Iraque não precisa mais de nossa ajuda.

Para mostrar certeza disso, ele massacra as evidências. Faz parecer que o primeiro-ministro Maliki endossou o cronograma de Obama, quando tudo o que ele disse foi que gostaria de um plano para a eventual retirada das tropas americanas em algum momento não especificado do futuro.

O senador Obama também está confundindo sobre as condições militares do Iraque. O Exército iraquiano será equipado e treinado em meados do próximo ano, mas isso não significa, como o senador Obama sugere, que então eles estarão preparados para garantir a segurança do país sem uma boa dose de ajuda. A força aérea iraquiana, por sua vez, ainda está atrasada e nenhum exército moderno consegue agir sem cobertura aérea. Os iraquianos também ainda estão aprendendo como administrar planejamento, logística, comando e controle, comunicações e outras funções complexas, necessárias para apoiar as tropas na linha de frente.

Ninguém é a favor de uma presença permanente dos EUA, como o senador Obama acusa. Uma retirada parcial já ocorreu, com a partida das cinco brigadas do Avanço , e mais retiradas podem ocorrer quando a situação da segurança melhorar. Quando diminuirmos nossa presença no Iraque, poderemos reforçar nossa presença em outros campos de batalha, como o Afeganistão, sem medo de deixar para trás um Estado falido.

Já disse que espero saudar com um Bem-vindos a volta ao lar de nossos soldados no Iraque ao final do mandato, em 2013. Mas eu também disse que qualquer diminuição dever ser baseada em avaliações realísticas das condições do terreno, não em um cronograma artificial criado por questões políticas domésticas. Essa é a essência de minha discordância com o senador Obama.

O senador Obama disse que consultaria nossos comandantes no local e os líderes iraquianos, mas ele não fez isso antes de lançar seu Plano para o Iraque . Talvez porque ele não quisesse ouvir o que eles têm a dizer. Durante as oito viagens ao Iraque, eu ouvi muitas vezes de nossas tropas o que o general Jeffrey Hammond, comandante das forças de coalizão em Bagdá, disse recentemente: que sair baseado num cronograma poderia ser "muito perigoso".

O perigo é que extremistas apoiados pela Al-Qaeda e pelo Irã possam provocar um volta, como já fizeram no passado, quanto tínhamos bem poucas tropas no Iraque. O senador Obama parece que não aprendeu nada com a história recente. Acho irônico que ele esteja reproduzido o pior erro do governo Bush ao mostrar prematuramente a faixa de Missão Cumprida .

Também estou espantado por ele nunca falar em ganhar a guerra - apenas em terminá-la. Mas se nós não ganharmos a guerra, nossos inimigos vão. Uma vitória para os terroristas seria um desastre para nós.

Isso é algo que, como presidente, não vou permitir que ocorra. Em vez disso, vou continuar a aplicar uma estratégia comprovada de contra-insurgência, não apenas no Iraque, mas também no Afeganistão, com o objetivo de criar aliados democráticos auto-sustentados, seguros e estáveis.

Tradução: Rodrigo Garcia

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".