Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sábado, 11 de agosto de 2012

STJ agora condena sexo com menor

 

ESTADÃO

Tribunal revê decisão de março de inocentar homem que teve relações com três garotas de 12 anos porque as jovens seriam prostitutas

09 de agosto de 2012 | 22h 30

Artur Rodrigues - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu decisão que relativizava a presunção de estupro no caso de sexo com menores de 14 anos. A decisão veio depois de embargo de declaração feito pelo Ministério Público Federal (MPF). Com isso, um homem que havia sido inocentado em primeira instância após fazer sexo com três meninas de 12 anos agora pode ser condenado.

Veja também:
link Sexo com menor pode não ser estupro
link Médico é preso em motel com paciente de 13 anos
link Justiça arquiva inquérito de suposto estupro na TV

Pela decisão anterior, de março, praticar sexo com menores de 14 anos nem sempre seria crime. No caso específico que motivou a decisão, as três meninas seriam prostitutas. "A prova trazida aos autos demonstra fartamente que as vítimas, à época dos fatos, lamentavelmente já estavam longe de serem inocentes, ingênuas, inconscientes e desinformadas a respeito do sexo", determinava a sentença.

Como firmava uma nova jurisprudência, o posicionamento causou polêmica com o governo federal. A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, se disse indignada e afirmou que as vítimas - as três crianças - é que foram julgadas. Com a repercussão negativa, o presidente do STJ, Ari Pargendler, admitiu que a decisão da 3.ª Seção do órgão poderia ser revista.

Recursos. Após o recurso do MPF, a mesma seção do STJ revisou o processo e determinou que embargos de divergência que questionavam o caráter absoluto de violência sexual no caso de sexo com crianças haviam sido apresentados fora do prazo.

A defesa do acusado havia conseguido relativizar a regra, afirmando que havia divergência de decisões entre duas turmas do STJ. Com o novo posicionamento, volta a valer decisão anterior da 5.ª Turma do STJ, que garantia que sexo com menores de 14 anos é sempre crime.

O STJ devolveu o caso de acusação de estupro das três meninas para o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) para que recurso do Ministério Público do Estado seja novamente julgado. "Com essa decisão do STJ, o réu deve ser condenado por estupro", avalia o jurista Luiz Flávio Gomes.

A defesa do réu ainda pode entrar com recurso no próprio STJ e, mais tarde, no Supremo Tribunal Federal (STF).

Como o caso envolve vítimas que eram crianças na época do início da ação, nenhum dado do processo, entre eles o nome do réu, pode ser revelado.

Repercussão. O vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ariel de Castro Alves, comemorou o novo posicionamento da Justiça. "Aquela decisão era uma espécie de licença para exploração sexual de crianças e adolescentes. Abriu um precedente perigoso", afirmou. Segundo o advogado, o posicionamento anterior também havia causado constrangimento internacional para o País.

TRÁFICO DE ESCRAVOS NO ISLAM: PEQUENA BIBLIOGRAFIA

 

Olavo de Carvalho

PARA OS INTERESSADOS EM GERAL, E PARA O PRÓPRIO SR. MOREIRA QUANDO APRENDER INGLÊS E FRANCÊS

1) Livros

BAEPLER, Paul (ed.), White Slaves, African Masters. An Anthology of American Barbary Captivity Narratives, Chicago and London, Chicago University Press, 1999.

BILÉ, Serge, Quand les Noirs Avaient des Esclaves Blancs, Saint-Malo, Pascal Galodé, 2008.

CHEBEL, Malek, L’Esclavage en Terre d’Islam. Um Tabou Bien Gardé, Paris, Fayard, 2007.

DAVIS, Robert, Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800, New York, Palgrave Macmillan, 2004.

GORDON, Murray, L’Esclavage dans le Monde Arabe, Paris, Robert Laffont, 1987.

HAMMOND, Peter, Slavery, Terrorism and Islam, Cape Town (South Africa), Christian Liberty Books, 2005.

HEERS, Jacques, Les Négriers en Terre d’Islam, VIIe-XVIe Siècle. La Première Traite des Noirs, Paris, Perrin, 2003.

LAL, Kishori Saran, Muslim Slave System in Medieval India, Columbia (Missouri), South Asia Books, 1994.

LUGAN, Bernard, Afrique, l’Histoire à l’Endroit, Paris, Perrin, 1989.

LUGAN, Bernard, Histoire de l’Afrique. Des Origines à nos Jours, Paris, Ellipses, 2010.

MILTON, Gilles, White Gold. The Extraordinary Story of Thomas Pellow and Islam’s One Million White Slaves, New York, Farrar, Straus and Giroux, 2004.

N’DIAYE, Tidiane, Le Génocide Voilé. Enquête Historique, Paris, Gallimard, 2008.

NAZER, Mende, Slave. My True Story, New Yor, Public Affairs, 2003.

PETRÉ-GRENOUILLEAU, Olivier, Traites Negrières. Essai d’Histoire Globale, Paris, Gallimard, 2004.

SEGAL, Ronald, Islam’s Black Slaves. The Other Black Diaspora, New York, Farrar, Straus and Giroux, 2001.

YE’OR, Bat, Les Chrétientés d’Orient entre Jihâd et Dhimmitude, VIIe-XXe Siècle, Paris, Les Éditions du Cerf, 1991.

YE’OR, Bat, The Dhimmi. Jews and Christians under Islam, London and Toronto, Associated University Presses, 1985.


2) Artigos interessantes disponíveis na internet:



SPENCER, Robert, “Slavery, Christianity, and Islam”, http://www.firstthings.com/onthesquare/2008/02/slavery-christianity-and-islam

KEENER, Craig, “Christianity, Islam and Slavery”, http://www.answering-islam.org/ReachOut/ckeener.html

GRABMEIER, Jeff, “When Europeans Were Slaves”, http://researchnews.osu.edu/archive/whtslav.htm

HAMMOND, Peter, “The Scourge of Slavery: The Rest of the Story”, http://www.christianaction.org.za/articles_ca/2004-4-TheScourgeofSlavery.htm

BANDA, Brother, “An African Asks Some Disturbing Questions of Islam”,http://debate.org.uk/topics/trtracts/t12.htm

JACKSON, Thomas, “The Untold Story of White Slavery”, http://www.thebirdman.org/Index/Others/Others-Doc-Race&Groups-General/+Doc-Race&Groups-General-WhiteSlavery/UntoldStoryOfWhiteSlavery.htm

GREEN, Samuel, “Islam and Slavery”, http://answering-islam.org/Green/slavery.htm


3) Vídeos:


Le genocide voilé: http://www.youtube.com/watch?v=jcIcd3T2BMw&feature=related

La traite negrière arabo-musulmane: http://www.youtube.com/watch?v=_69SYY8O9cY&feature=related

L’esclavage des noirs par les arabes: http://www.youtube.com/watch?v=yZaphlEBaRo&feature=related

Hypocrisie sur l’esclavage arabe: http://www.youtube.com/watch?v=RyxuEKsy0dI&feature=related

Les esclaves oubliés: http://video.google.com/videoplay?docid=2975974957393030640

Slaves for the Middle East: http://kitmantv.blogspot.com/2009/10/slaves-for-middle-east.html

Esclavage islamique sur les populations africaines: http://www.youtube.com/watch?v=iVIglDEKVIc&feature=related

L’esclavage arabo-musulmane en Afrique noire: http://www.youtube.com/watch?v=CWhWQwJI8QE&feature=related

Juiz Eleitoral de SC atende vereador Dalmo Meneses (PP) e manda tirar Facebook do ar no Brasil

 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

EPPUR È CIRCO!

 

BLOG DO HEITOR DE PAOLA

 

Publicado em 10 de agosto de 2012 por heitor

Fui o primeiro a denunciar o tal julgamento mensaleiro como puro circo! Mais tarde, ao responder a um comentário fui ainda mais incisivo.

Depois parece que muitos articulistas passaram a desconfiar que a coisa não é séria mesmo, inclusive Elio Gaspari que chamou de “carnavalização”.

Reivindico a primazia e depois do que vi e li a respeito, cada vez mais me convenço de que não passa de um espetáculo previamente combinado entre as partes. O libelo de acusação, apresentado num tom monótono e cansativo, só contém provas testemunhais, nenhuma prova objetiva – evidências – e sabemos muito bem bem que testemunhos, inclusive confissões, podem ser falsos.

É por isto que, segundo Louis Gernet, (Droit et societé dans la Grece Ancienne) com o nascimento da Pólis  o juiz passou a representar o corpo cívico, a comunidade em seu conjunto, e deveria  julgar baseado não mais em testemunhos, mas em provas objetivas, não mais juramentos, mas relato de evidências. O processo passou a empregar uma técnica de demonstração, de reconstrução do plausível e do provável, de dedução a partir de indícios e sinais, isto é, instalava-se a noção de verdade objetiva que o processo antigo, num quadro pré-jurídico, ignorava.

Ora, fulano acusa beltrano que por sua vez acusa sicrano, muitas vezes alguém confessa um crime para proteger outra pessoa, e por aí vai! E como vai! As defesas estão adorando a acusação.
Sei que o Código de Processo Penal brasileiro determina a equivalência dos dois tipos de prova, mas não me proíbe de dizer que não passa de mais um absurdo!

Ninguém sabe o que vai acontecer, mas o mais provável é que se escolham alguns ‘bois de piranha’, que receberão penas leves e o resto escapa impune! Finalmente, os Magistrados devem seguir o clamor popular, vero?

Dizem, parece que erradamente, que Galileu, ao sair do Tribunal em que se retratara e aceitara que a Terra era imóvel e o centro do Universo, teria dito: ‘Eppur, si muove!’ (em português simples: que se move, se move!).

Pois eu digo: ‘EPPUR, È CIRCO!”

‘Partícula de Deus’ tem traços exóticos que surpreendem físicos

 

VERDADE GOSPEL

10/08/12 - 10:29

Uma análise preliminar de dados coletados no LHC, maior acelerador de partículas do mundo, desmonstrou que ela está ‘malcomportada’. O trabalho, feito por Oscar Éboli, do Instituto de Física da USP, sugere que o chamado bóson de Higgs, que seria responsável por dar massa a tudo o que existe, não está se portando como deveria, a julgar pela teoria que previu sua existência, o Modelo Padrão.

Se confirmado, o comportamento anômalo da partícula seria a deixa para uma nova era da física. Essas informações forma divulgadas em matéria nesta sexta-feira (10), no site da Folha.

A descoberta do possível bóson, anunciada com estardalhaço no mês passado, foi comemorada como a finalização de uma etapa gloriosa no estudo das partículas fundamentais da matéria. Sua existência, em resumo, explicaria porque o Sol pode produzir sua energia e criaturas como nós podem existir.

Dada sua importância para a consistência do Universo (e fazendo uma analogia com a história bíblica da torre de Babel), o físico ganhador do Nobel Leon Lederman deu ao bóson o apelido de “partícula de Deus”.

Para analisar o bóson de Higgs, é preciso primeiro produzir uma colisão entre prótons em altíssima velocidade -função primordial do LHC. Então, do impacto de alta energia, surgem montes de novas partículas, dentre as quais o Higgs, que rapidamente decai, como se diz.

É que, por ser muito instável, o bóson se “decompõe” quando a energia da colisão diminui. Aparecem, no lugar dele, outras partículas. É esse subproduto que pode ser detectado e indicar a existência do bóson de Higgs.

Contudo, isso exige a realização de muitos impactos, até que as estatísticas comecem a sugerir a presença do procurado bóson.

Os dados coletados até aqui são suficientes para apontar a existência da partícula, mas suas características específicas ainda não puderam ser determinadas. ”Estamos ainda num estágio inicial da exploração das propriedades da dela”, diz Éboli. “Contudo, há uma indicação de que o Higgs decaia mais em dois fótons (partículas de luz) do que seria esperado no Modelo Padrão”.

Os resultados dessa análise preliminar foram divulgados no Arxiv.org, repositório de estudos de física na internet, e abordados na revista Pesquisa Fapesp.

Surpresa bem-vinda

A novidade anima os cientistas. “Para a maioria dos físicos, o Modelo Padrão é uma boa representação da natureza, mas não é a teoria final”, afirma Éboli. ”Se de fato for confirmado que o Higgs está decaindo mais que o esperado em dois fótons, isso pode significar que novas partículas podem estar dentro do alcance de descoberta do LHC”.

Poderia ser o primeiro vislumbre de um novo “zoológico” de tijolos elementares da matéria. Previa-se que essas partículas exóticas começassem a aparecer com as energias elevadas do LHC.

Tudo muito interessante, mas nada resolvido. ”É um trabalho muito sério, mas eu acho que ainda é muito cedo para se tirar qualquer conclusão se se trata ou não do Higgs padrão”, afirma Sérgio Novaes, pesquisador da Unesp que participa de um dos experimentos que detectaram o bóson de Higgs.

“Até o final do ano as coisas estarão um pouco mais claras”, avalia Sérgio.

Fonte: Folha

Veja o infográfico para entender todo o processo e não deixe de registrar o seu comentário no Verdade Gospel:

O artigo de Alex Catharino: O que é a Ordem para os Conservadores

 

Link para o artigo citado AQUI.

Publicado em 10/08/2012 por nivaldocordeiro

O artigo de Alex Catharino "O que é a Ordem para os conservadores (http://www.cieep.org.br) é uma densa reflexão inspirada em Platão e em Eric Voegelin a respeito da Ordem na história. Leitura de altíssimo nível.

MARQUETEIRO DE LULA GANHA MILHÕES COMO CONSULTOR DA CAMPANHA DO CAUDILHO HUGO CHÁVEZ, DENUNCIA SITE VENEZUELANO.

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

quinta-feira, agosto 09, 2012

 

Santana: 'Corazón venezolano'

Segundo o site S.O.S Chávez, que se dedica a reportar com exclusividade a realidade do debilitado estado de saúde do caudilho Hugo Chávez, que padece de câncer,  o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV),  a sigla pela qual o tiranete busca seu terceiro mandato, paga 40 milhões de dólares para os conselhos sobre como suavizar o discurso radical e como enganar o público venezuelano. O conselheiro milionário é o baiano João Santana, o marqueteiro de Lula e do PT, que segundo o S.O.S Chávez, vive uma vida de luxo.

"O PSUV tem dado um montão de dinheiro para esse homem enquanto a economia da Venezuela se torna pior. Mas nenhuma quantidade de dinheiro, nem uma campanha de comunicação astuta, pode distrair um candidato tão débil que tem de cancelar seus eventos tão abruptamente, tão débil que não pode viajar sem o apoio de seu carro fúnebre de campanha...", afirma o texto postado no site.

Transcrevo na íntegra a matéria no original e espanhol, que faz uma análise do quadro eleitoral tendo como pano de fundo um Chávez detonado pelo câncer e a luta do PSUV para ganhar a eleição. Segundo esta matéria, já existe uma luta surda de bastidores entre os herdeiros do chavismo pelo controle do poder depois da morte de Chávez. Leiam:

EN ESPAÑOL - Recientemente hemos visto una serie de ocurrencias sorprendentes. Forzado por la deteriorada salud de Chávez o por el apoyo deslucido, el PSUV abruptamente canceló dos eventos de campaña separados. Es más evidente cada día que, aún con el control total del gobierno sobre todos los medios de comunicación del país, a Chávez sencillamente le falta la fuerza para una campaña como solía hacerlo.  Los venezolanos se vuelven nerviosos, y hacen la pregunta obvia: “Chávez se va a morir pronto así que, ¿por quién me está pidiendo el PSUV que vote?

Claro, las encuestas muestran que la carrera ha cambiado a favor de Capriles. Como resultado el PSUV ha establecido una serie de distracciones, esperando que los venezolanos se olviden del cáncer terminal de Chávez. Ilegalmente usa los recursos del gobierno para la campaña presidencial, intenta agotar a la oposición con cadenas y roba dinero de los empleados del gobierno porque aparentemente no puede generar los fondos necesarios de donantes dispuestos.

Mientras tanto, los reportes indican que el PSUV le ha pagado al consultor brasileño $40 millones para consejos sobre cómo suavizar su discurso radical y cómo engañar al público venezolano. João Santana, quien vive una vida de lujo – (noten que el PSUV no tiene problema con asociarse con la “alta burguesía” siempre y cuando apoyen las metas del PSUV) – aparentemente ha sido la mente detrás de muchos de los actos del PSUV. El PSUV le ha dado un montón de dinero a este hombre mientras la economía de Venezuela se vuelve peor. Pero ninguna cantidad de dinero, ni una campaña de comunicación astuta, puede distraer a un candidato tan débil que tiene que cancelar sus eventos tan abruptamente, tan débil que no puede viajar sin el apoyo de su coche fúnebre de la campaña…

Vale la pena tomar una pausa para reflejar sobre estos desarrollos. El PSUV obviamente está asustado. El cáncer ha afectado tanto a Chávez que los altos oficiales del partido no pueden esconderse detrás de la personalidad del una vez imperioso líder. Mientras Chávez se desvanece, la glotonería y la lujuria del poder de Jaua, Cabello, Maduro y el resto se convierte más evidente. El deseo del poder egoísta es todo lo que impide la fractura interna  del partido.  El PSUV sabe que ganando la elección de octubre es la única manera de asegurar que uno de estos supuestos caudillos ejerza el poder. Porque, después de todo, un voto por el paciente Hugo Chávez no es realmente un voto por Chávez: es un voto por cualquier oficial del PSUV que tome control después de la muerte del paciente. Hacer CLIC AQUI para leer S.O.S. Chávez

NO AFÃ DE SALVAR OS MENSALEIROS, ADVOGADOS DE DEFESA PATINAM NUM FOLCLORE GROTESCO PERANTE O STF

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

sexta-feira, agosto 10, 2012

 

“Vejo uma pinta negra nas asas da sétima pomba. Hoje, naquele vale, o povo fala de sete pombas negras que levantaram voo rumo aos cumes da montanha nevada”.

Marcelo Leal, ao mencionar o poeta Gibran Khalil Gibran para tentar provar que o ex-deputado Pedro Corrêa não pode ser classificado como corrupto apenas por ser réu no mensalão.

Já havia me referido aqui no blog ao turbilhão de bobagens proferidas pelos advogados que defendem os réus do mensalão. Não deixa de ser um sinal desses tempos onde o folclore, que vai de metáforas futebolísticas a picarescos folhetins que consagram o enredo de novelas de televisão, substitui a racionalidade jurídica e a reflexão responsável e consequente que devem embasar os textos escritos e/ou verbalizados perante a mais alta Corte de Justiça do Brasil.

O site da revista Veja acaba de postar uma reportagem que pinça do plenário do Supremo Tribunal Federal o discurso macarrônico dos advogados dos réus do mensalão, na tentativa de desqualificar a grave e bem embasada denúncia formulada pelo Procurador Geral da República. Ao que parece esses que se intitulam grandes especialistas no âmbito do Direito Penal devem ter formulado suas peças de defesa longe das bibliotecas e mais próximos aos botequins pé-sujos da periferia. 

Em que pese o notório grande envolvimento na lambança do dito mensalão a defesa dos réus poderia ser pelo menos mais educada e vazada em termos eminentemente jurídicos. Mas o que vê pelo texto que transcrevo como segue é que nunca antes na história deste país se proferiu tantas asneiras e bobagens perante o STF. Os advogados de defesa dos mensaleiros levaram ao pé da letra o famigerado "direito achado da rua", ou como querem alguns, o tal "direito alternativo". Com efeito, os acusados, se já estavam preocupados, a partir de agora só poderão proclamar "seja tudo o que Deus quiser". É isso aí. Leiam:

Aproveitando que o “ministro-poeta” Carlos Ayres Britto ocupa a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), advogados de réus no processo do mensalão abusaram das mais variadas referências ao expor, na primeira semana concedida à defesa, teses jurídicas para tentar desconstruir o que foi classificado como “o mais atrevido” escândalo de corrupção do país.

A cantilena incluiu citações a intelectuais, poesia, música e até a novela "Avenida Brasil", da Rede Globo. O objetivo foi o mesmo: argumentar que quem mandava na verdade não mandava tanto assim, quem sacou a propina apenas cumpriu ordens e quem recebeu dinheiro não sabia do que se tratava.

O rosário de referências foi inaugurado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, responsável pela acusação dos réus. De pronto, ele sacou uma tese do pensador Norberto Bobbio: “Não se justifica o injustificável”. Por cinco horas, levou uma enxurrada de argumentos que comprovam a existência do esquema de suborno a parlamentares, lembrou o imortal brasileiro Raymundo Faoro e sociólogos como Max Weber, mas acabou resumindo tudo em versos de Chico Buarque. “Dormia a nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações”, recitou.

Como era de se esperar, Ruy Barbosa, o patrono do Direito, foi o mais reverenciado pelos defensores – do ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, à fala menos performática de Antônio Sérgio Pitombo, advogado de Enivaldo Quadrado. Já o advogado Paulo Sérgio Abreu e Silva, por exemplo, cogitou chamar sua cliente de “baranga” na tribuna, mas depois achou a palavra que, para ele, seria de mais serventia. “Geiza era uma funcionária mequetrefe, uma batedeira de cheque”, disse ao afirmar que a ex-subordinada de Marcos Valério era uma funcionária de segundo escalão e que, portanto, não tinha conhecimento do esquema de corrupção.

Como o Supremo reservou uma hora para cada advogado expor seus argumentos, também houve quem achasse por bem recorrer à poesia mística. “Vejo uma pinta negra nas asas da sétima pomba. Hoje, naquele vale, o povo fala de sete pombas negras que levantaram voo rumo aos cumes da montanha nevada”, filosofou o advogado Marcelo Leal citando o poeta Gibran Khalil Gibran para tentar afirmar que o ex-deputado Pedro Corrêa não poderia ser classificado como criminoso apenas por ser réu no mensalão. Do site da revista Veja

A quem interessa o desarmamento

 

IPCO

 

8, agosto, 2012

Prof. Marcos Coimbra (*)

Após mais um triste episódio de massacre ocorrido nos EUA, agora no Colorado, por James Holmes, com a morte de 12 pessoas, em sessão de cinema no qual era exibido o mais recente filme de Batman, ressurge a histeria antidesarmamentista dos hoplófobos profissionais, sob o comando da ONU. Reforça a investida de abril do ano passado da nova representante para assuntos de desarmamento, Angela Kane, a qual afirmou que o mundo precisa avançar nos objetivos globais de desarmamento, em especial com a redução das armas convencionais.

E esta ação persiste, apesar de existir relatório da própria ONU, elaborado no mesmo ano de 2011 reconhecendo que o desarmamento da população não reduz a incidência de crimes violentos. Sabemos que as estatísticas demonstram que o desarmamento da população na verdade aumenta a incidência de crimes violentos (além de preparar o terreno para assassinatos em massa e a implantação de ditaduras sanguinárias).

Ora, é realçado o fato de que o criminoso usou armas de fogo, porém é omitido o que teria ocorrido caso algum frequentador do cinema estivesse de posse de sua arma de fogo.

Haveria reação e seguramente o assassino seria abatido e o número de vítimas não teria atingido tal volume. Os jornalistas do britânico The Guardian foram aos fatos e os apresentaram de maneira sintética e inteligente, levantando um quadro factual da momentosa questão da posse de armas por cidadãos honestos x criminalidade violenta em todo mundo:http://www.guardian.co.uk/news/datablog/interactive/2012/jul/22/gun-ownership-homicides-map .

A grande patrocinadora do movimento de desarmamento da população civil brasileira é a ONG Viva Rio, fundada em novembro de 1993, em consequência do seminário internacional: Cidadania participativa, responsabilidade social e cultural num Brasil democrático, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 04 e 05, com o patrocínio e a participação de representantes das Fundações Rockefeller, Brascan, Kellog,Vitae e Roberto Marinho. Ela é filiada à IANSA-International Action Network of Small Arms (Rede de Ação Internacional de Armas Pequenas), um conjunto de 186 ONGs, fundada em maio/99, criada com o objetivo de atuar como uma central de coordenação da campanha internacional de desarmamento, para permitir a implantação de um governo mundial, que atuaria com a utilização de uma força de paz das Nações Unidas, sob o comando dos “donos do mundo”.

Dentre os participantes da Viva Rio, destacaram-se o banqueiro David Rockefeller, o então chanceler FHC, fundador do Viva Rio que sempre atuou em estreita coordenação com ONGs internacionais como a Human Rights Watch e o Conselho Mundial das Igrejas (CMI). É de se notar que a Human Rights tem entre os seus patrocinadores o megaespeculador George Soros, cujas Fundações promovem a campanha de desarmamento e legalização do uso de entorpecentes. O CMI também patrocina a campanha internacional de desarmamento civil.

A campanha de desarmamento civil no Brasil não é proveniente de uma iniciativa própria, mas sim do resultado de um esforço internacional realizado por uma rede de instituições ligadas ao “establishment” oligárquico, em especial o seu componente anglo-americano-canadense, objetivando implantar uma estrutura de governo mundial, acima dos Estados Nacionais, que os “donos do mundo” pretendem ver inviabilizados no contexto da “globalização”. O desarmamento da população se segue a uma série de medidas visando o desmantelamento das Forças Armadas e a reestruturação das forças policiais civis e militares, elementos cruciais do plano de dominação externo.

Em dezembro de 1995, durante um seminário internacional promovido no Rio de Janeiro pelo Ministério da Justiça, o movimento Viva Rio e a Police Foundation dos EUA, o então secretário-geral do Ministério da Justiça, Sr. José Gregori, anunciou que o Viva Rio seria encarregado da elaboração de um projeto para orientar a nova Política de Segurança Pública do governo federal, uma doutrina de segurança cidadã, para ocupar o vazio que existe desde a doutrina de Segurança Nacional do governo. Tudo isto é apenas “coincidência”.

O modelo econômico neoliberal adotado pelas últimas administrações conduz à miséria, à pobreza, ao desemprego, à exclusão social, ao desmantelamento do Estado Nacional Soberano, ao desmonte do sistema de repressão, do Judiciário ao Penal, passando pelo Ministério Público. As armas são consequência, não causa.

É importante adotar medidas de prevenção, com políticas públicas de geração de empregos, com justa remuneração. É vital combater a disseminação das drogas, inclusive as legais, como o álcool. É urgente o combate à violência, propagada pelos meios de comunicação, em especial as telenovelas e os filmes americanos, financiados pela publicidade inconsequente, invertendo os valores morais da sociedade. É notório o elevado grau de correlação entre o aumento do consumo de drogas e a violência, ocasionando o incremento da ocorrência de crimes.

Especialistas insuspeitos afirmam que cerca de 90 % das mortes são ocasionadas pelo seu tráfico e consumo, bastando assim pararem de consumir, para diminuí-la significativamente.

Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br

Página: www.brasilsoberano.com.br (artigo de 01.08.12-MM).

(*)Membro do Conselho Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil Soberano.

Filmes exibidos na escola dizem muito sobre o ensino e o país

 

TOMADADAS

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

 

Fiz todo o ensino fundamental num colégio religioso de tipo tradicional. Daí que as aulas de religião consistiam basicamente da leitura e discussão de passagens da bíblia. Já no primeiro ano do ensino médio as aulas de religião eram optativas, por se tratar de uma escola estatal. Mas a primeira aula de religião era obrigatória, pois os alunos tinham de saber como seria a disciplina para escolherem se iriam continuar ou não. E o que foi que o professor de religião nos mostrou nessa aula? Um documentário sobre as greves no ABC paulista, que desafiavam a ditadura! 

Estávamos no começo dos anos 1980, e aquele era um assunto palpitante, se me perdoam o lugar comum. Eu nunca tinha ouvido falar em Teologia da Libertação, mas aquela aula de religião, na qual a bíblia nem sequer foi mencionada, era uma boa amostra do que estava acontecendo com a Igreja Católica na América Latina. Depois do filme, o professor de religião, talvez querendo mostrar que as aulas dele não eram chatas, comentou que era comum tocarem violão e cantarem. Disse que, numa das aulas, ele e os alunos haviam cantado a música Meu guri, de Chico Buarque, e discutiram a letra em seguida. Comentou que essa música denunciava "aquela velha ideologia de que, se você se esforçar, acaba chegando lá"...

Quem é o ideólogo, afinal?

Eu não assisti às outras aulas de religião, pois já havia me saturado de estudar esse assunto do pré-primário até a oitava série. Mas a minha intenção em contar essa história é comparar aquele documentário sobre as greves no ABC com um filme que assisti estes dias. Trata-se de Mãos talentosas: a história de Benjamin Carson. O filme conta a história real de um menino negro, criado pela mãe, empregada doméstica analfabeta e abandonada pelo marido, que se transformou no maior neurocirurgião pediátrico do mundo! 

Como foi que ele conseguiu isso, especialmente numa época em que o racismo era mais forte do que nos dias atuais? O filme mostra que os dois fatores decisivos foram a educação que a mãe lhe deu e a religiosidade. Durante algum tempo, Carson foi um aluno de notas ruins por ser míope sem saber disso, e se achava burro. A mãe sempre insistiu que ele era inteligente, e vivia repetindo, como um mantra, que ele poderia ser tudo o que quisesse ser, e ainda mais, caso se esforçasse. Ela era muito religiosa e exigente. Limitava o tempo em que ele e o irmão mais velho podiam assistir TV, cobrava resultados na escola e os forçava a pegar livros na biblioteca - esse irmão, aliás, virou engenheiro. 

Apesar disso, houve um período, na adolescência, em que Carson começou a apresentar sérios problemas de comportamento. Ele se tornou um garoto muito agressivo e que não admitia qualquer contrariedade. Chegou a ameaçar a mãe com um martelo e, na escola, tentou esfaquear um garoto. Superou essa fase rezando fervorosamente para que Deus o livrasse daquele mau temperamento. E assim as coisas caminharam até ele se tornar um médico mundialmente famoso pelo pioneirismo no uso de técnicas cirúrgicas que hoje têm eficiência amplamente reconhecida. No fim do filme, ficamos sabendo que ele criou uma fundação que oferece oportunidades para estudantes que apresentarem excelência acadêmica.

Escolhas

Por que nossos professores não optam por mostrar esse filme aos alunos? Francamente, até os pais dos nossos alunos deviam ser obrigados a assistir. Não é à toa que em nossas escolas impera a indisciplina e a negligência com os estudos. Ao invés de enfatizar o valor do esforço individual e mostrar com biografias como essas que o esforço compensa, ensinamos nossas crianças a acreditar que a pobreza é sempre culpa dos outros, e que a única coisa a fazer é meter-se em política sindical e partidária para "lutar por um mundo mais justo". Fico pensando quantas crianças com potencial para se tornar um Ben Carson nós perdemos por conta dessa ideologia esquerdista que se pensa denunciadora de ideologias "de direita".

Talvez também não seja à toa que os EUA são o que são e o Brasil é o que é: a escola americana incentiva os pobres a se tornar médicos e engenheiros, enquanto a nossa escola quer formar gente inculta que se mete a fazer política sindical e partidária de esquerda. Azar nosso.

Advogado de Jefferson pedirá inclusão de Lula como réu do mensalão Luiz Francisco Barbosa afirma que o ex-presidente tinha domínio da situação; requerimento será apresentado na segunda-feira

 

VEJA

09/08/2012 - 19:48

Justiça

Gabriel Castro e Rodrigo Rangel

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, tem alta do hospital Samaritano no bairro de Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro na manhã deste domingo (05/08/2012)

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson (Fabio Teixeira/Futurapress)

"O procurador-geral da República sugeriu que o presidente, que tem até título de doutor honoris causa, fosse um pateta. Mas ele tinha domínio de tudo"

O advogado do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), Luiz Francisco Barbosa, pedirá ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu no processo do mensalão. O requerimento será apresentado na sessão de segunda-feira, data da defesa do petebista em plenário. Ele pedirá a suspensão do julgamento para a realização de novas diligências que investiguem Lula ou, como alternativa, o destacamento de um novo processo, em que o petista seria acusado separadamente.

"O procurador-geral da República sugeriu que o presidente, que tem até título de doutor honoris causa, fosse um pateta. Mas ele tinha domínio de tudo", disse o representante de Jefferson ao site de VEJA. 

Há poucas chances de o pedido prosperar, mas a solicitação de Barbosa pode retomar a discussão sobre a responsabilidade de Lula em um momento em que os holofotes estão voltados para o Supremo Tribunal Federal.

Leia também: entenda o escândalo do mensalão

O advogado de Jefferson alegará que os três ex-ministros citados no processo, Anderson Adauto, Luiz Gushiken e José Dirceu, não tinham poder para enviar ao Congresso projetos de lei - segundo a denúncia do Ministério Público, o governo comprou o apoio de parlamentares para facilitar a aprovação de propostas no Congresso. Por isso, Lula era o maior interessado no funcionamento do esquema. E, mesmo depois de ter sido avisado por Roberto Jefferson sobre a existência do mensalão, o então presidente não teria tomado providência.

Barbosa cita ainda outro episódio que envolveria o petista: Lula assinou a lei que alterava as regras para a operação de crédito consignado a aposentados: o BMG, até então fora do mercado, passou a participar do negócio. O governo ainda deu um auxílio extra ao enviar cartas a mais de 10 milhões de aposentados, convidando-os a emprestar dinheiro. "Em um ano, o BMG fez cinco vezes mais negócios do que a Caixa, que tinha um número de agências muito maior", alega o advogado. Só depois, afirma o defensor de Roberto Jefferson, é que a instituição bancária passou a abastecer o esquema do valerioduto, onde despejou cerca de 30 milhões de reais. Com o ato de ofício de Lula - a lei que favoreceu o BMG - ficaria reforçada a participação do petista no episódio.

Em ocasiões anteriores, Luiz Francisco Barbosa questionou o Supremo Tribunal Federal a respeito da ausência de Lula no processo. Em todas as vezes, a Corte se recusou a discutir o caso. Esta será a primeira vez em que a inclusão do petista como réu será solicitada diretamente. "O presidente terá de submeter o tema ao plenário", diz o advogado.

Leia também: Ex-diretor do BB diz que carregou envelope sem saber que continha dinheiro

ORVEX DENUNCIA NOVO ESCÂNDALO NA ESCOLA LATINO-AMERICANA DE MEDICINA (ELAM) CRIADA PELO GOVERNO CHÁVEZ

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

quarta-feira, agosto 08, 2012

 

A Organização dos Venezuelanos Exilados (ORVEX) por meio de seu presidente Elio Aponte em texto e vídeo postado no seu Canal no YouTube, acaba de fazer uma grave denúncia que envolve a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), entidade criada por Hugo Chávez, e localizada em Caracas, a capital da Venezuela. O vídeo acima mostra os depoimentos da mãe da jovem estudante ex-aluna daquela escola. Em Tradução livre do espanhol, o texto divulgado pela ORVEX é o seguinte:

Segundo a ORVEX, um novo escândalo envolve essa escola chavista. Desta vez com a jovem nicaraguense Militza Matute Martinez, que pensou que seu sonho de ser pediatra se tornaria realidade graças a uma bolsa que recebera para estudar na ELAM por recomendação das Juventudes Sandinistas da Nicarágua.

Ao que parece - afirma ORVEX - Militza foi violada na  Venezuela, e para esconder os abusos sexuais que a jovem sofreu, lhe aplicaram medicamentos para incapacitá-la mentalmente, de forma que não pudesse relatar o que lhe sucedeu; entretanto, Militza tem conseguido falar e dizer o que passou, mas a Escola de Medicina chavista nega a versão.

Sob o disfarce de uma Escola de Medicina Integral Comunitária - afirma a  ORVEX -, no ano de 2006 o governo chavista criou a ELAM e, para preenchê-la com estudantes, o governo de Hugo Chávez idealizou um programa internacional de bolsas de estudo "Grande Marechal de Auyacucho", por meio de seus Embaixadas e Consulados na região.

Outro dos "afortunados" jovens estudantes que se beneficiou da bolsa foi o colombiano Gabriel Gomez Guerreno, que iludido viajou a Caracas para iniciar os estudos na ELAM e transformar seu sonho em realidade: ser médico. O que não esperava Gabriel era que no rol das disciplinas dessa escola havia uma matéria denominada "Pensamento Político Latino-Americano Caribenho", de caráter obrigatório, dentro do que chamam de "básico curricular". Nessa cátedra, se induz os estudantes a valorizar o pensamento dos líderes da esquerda latino-americana, reconhecidos mundialmente como assassinos, violadores dos direitos humanos, genocidas e terroristas, dentre elos Che Guevara, Fidel Castro e o falecido número 1 das FARC, Manuel Marulanda, codinome Tirofijo.

Esse estudante colombiano mostrou-se imediatamente contrário a esse tipo de estudo. Em vista disso sofreu ameaças na Venezuela, denunciadas antes à Fiscalia General de Venezuela (Ministério Público) antes de regressar à Colômbia. A grande surpresa de Gabriel Gómez Guerrero foi a de receber na Colômbia ameaças demorte por parte dos terroristas das FARC, por haver denunciado ao mundo o que se faz na ELAM, a escola de medicina chavista.

Agora coube à estudante nicaraguense, cuja mãe se atreveu a falar. Quantos casos como esses teriam ocorrido nesse antro de ideologização comunista chamada ELAM? - indaga o presidente da ORVEX.


Em vídeo intitulado "ELAM: Universidade do Terrorismo do Governo da Venezuela", que a ORVEX postou no YouTube em junho de 2008, inclui-se material fotográfico e documentos relacionados com o caso do jovem colombiano.

Segundo a denúncia da ORVEX, não cabe dúvidas de que a ELAM e o programa de bolsas internacionais promovido pelo Governo da Venezuela, atráves de suas embaixadas e Consulados no mundo, é um esquema criado para cooptar jovens para os grupos guerrilheiros e terroristas que operam na América Latina, com a ilusão e o engano de graduá-los médicos, sem saber de antemão o objetivo final de seus estudos.

Deste modo - sustenta ORVEX -, a ELAM é um aparelho a mais criado pelo governo de Hugo Chávez, e apoiado por seus sócios da ALBA e Foro de São Paulo, com o propósito de oxigenar "ideologicamente" os grupos terroristas existentes, e para gestar novos grupos terroristas no hemisfério, com o objetivo de promover o projeto expansionista denominado "Socialismo do Século XXI", na região.

Mas aqueles jovens cooptados e sua boa fé que posteriormente se oponham aos sinistros objetivos da ELAM, são perseguidos e inclusive maltratados, como aconteceu com a nicaraguense Militza Matute Rodriguez.

EN ESPAÑOL - Miércoles, 8 de agosto de 2012. Por Elio C. Aponte. Miami, Florida.- Un nuevo escándalo se presenta en el ELAM - Escuela Latinoamericana de Medicina, ubicada en Caracas, Venezuela. Esta vez con una jóven nicaraguense de nombre Militza Matute Martínez, quien pensó que su sueño de ser pediatra se iba a cumplir gracias a una beca que recibiera para estudiar en el ELAM por recomendación de las Juventudes Sandinistas de Nicaragua.

Al parecer, Militza fue violada en Venezuela, y para tapar los abusos sexuales a los que fue objeto, le suministraron medicamentos para incapacitarla mentalmente, quizá para no poder relatar lo que le sucedió; sin embargo, Militza ha podido hablar y decir lo que pasó, pero el ELAM niega la versión.
Bajo el disfraz de una Escuela de Medicina Integral Comunitaria, en el año 2006 el Gobierno de Hugo Chávez creó en Caracas, Venezuela, la llamada Escuela Latinoamericana de Medicina, conocida por sus siglas "ELAM". Y para llenarla de estudiantes, el Gobierno de Venezuela ideó el programa internacional de becas "Gran Mariscal de Ayacucho" por medio de sus Embajadas y Consulados en la región.

Otro de los "afortunados" jóvenes estudiantes que se benefició de la beca fue el colombiano Gabriel Gómez Guerrero, quien muy ilusionado viajó a Caracas a iniciar estudios en el ELAM para hacer realidad el sueño de toda su vida: Ser médico. Lo que no se esperaba Gabriel era que en el pénsum de estudios del ELAM, se encontraba una clase denominada "Pensamiento Político Latinoamericano Caribeño", de carácter obligatorio, dentro de lo que ellos llaman "Básico Curricular". En esta cátedra, se induce a los estudiantes a valorar el pensamiento de líderes de la izquierda latinoamericana, reconocidos mundialmente como asesinos, violadores de los derechos humanos, genocidas y terroristas, entre ellos el Che Guevara, Fidel Castro y el fallecido Nro. 1 de las FARC, Manuel Marulanda Vélez, alias Tirofijo.

El testimonio del jóven Gabriel Gómez Guerrero cuenta que, una vez que demostró abiertamente su desacuerdo en valorar las ideas de quienes para él son asesinos, genocidas, terroristas y personas que han cometido crímenes de lesa humanidad, este estudiante colombiano fue objeto de diversos maltratos, agresiones físicas, y amenazas en Venezuela, las cuales fueron denunciadas por él ante la Fiscalía General de Venezuela antes de regresar de inmediato a Colombia, todo decepcionado, y sintiéndose burlado y engañado. La gran sorpresa de Gabriel Gómez Guerrero fué la de recibir en Colombia amenazas de muerte por parte de las terroristas Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia FARC, por haber denunciado al mundo lo que se hace en el ELAM. Estas amenazas persisten hasta el día de hoy.

Ahora le tocó a Militza, cuya madre se atrevió a hablar. ¿Cuantos casos como estos habrán sucedido en ese antro de ideologización comunista llamada ELAM en donde es evidente que brillan por su ausencia los más elementales valores humanistas?

En otro video titulado "ELAM: Universidad del Terrorismo del Gobierno de Venezuela" que ORVEX subió a Youtube en junio de 2008, se presenta material fotográfico y documentos relacionados con el caso del joven colombiano:

http://www.youtube.com/watch?v=jyz06BIe2jk

No cabe dudas de que el ELAM y el programa de becas internacional "Gran Mariscal de Ayacucho" promovido por el Gobierno de Venezuela a través de sus Embajadas y Consulados en el mundo, es un anzuelo creado para captar jóvenes a los grupos guerrilleros y terroristas que operan en Latinoamérica, con la ilusión y el engaño de graduarlos de médicos, sin saber de antemano el objetivo final de sus estudios.

De modo que el ELAM es un parapeto más creado por el Gobierno de Hugo Chávez, y apoyado por sus socios del ALBA y el FORO DE SAO PAULO, con el propósito de oxigenar "ideológicamente" a los grupos terroristas existentes, y para gestar nuevos grupos terroristas en el hemisferio, con el objeto de promover el proyecto expansionista denominado "Socialismo del Siglo XXI" en la región.

Pero aquellos jóvenes captados en su buena fe que posteriormente se opongan a los siniestros objetivos del ELAM, son perseguidos e incluso malogrados, como es el caso de la nicaraguense Melitza.

Com inveja do Paraguai - MST continua em busca de cadáveres e invade fazenda no Pará; 12 pessoas ficaram feridas


 

VEJA

22/06/2012 às 6:41

Escrevi ontem que há extremistas no Brasil fascinados com os confrontos entre invasores de terra e policiais, que resultaram na morte de 17 pessoas no Paraguai e podem custar o mandato do presidente Fernando Lugo, que merece perdê-lo por ter sido tolerante com táticas de guerrilha em seu país. Pois bem: militantes do MST decidiram invadir anteontem de manhã a fazenda Cedro, que fica em Eldorado do Carajás, no Pará. No confronto entre invasores e seguranças da propriedade, 12 pessoas ficaram feridas. A Cedro pertence à Agropecuária Santa Bárbara, do grupo Opportunity, de Daniel Dantas.

Reproduzo trecho de reportagem de Guilherme Voitch, no Globo, e volto em seguida:

O MST acusa os seguranças da fazenda de terem atacado os militantes, que faziam um manifestação pacífica, com mais de mil famílias, em frente à sede da propriedade. Os sem-terra protestavam contra o uso abusivo de agrotóxicos. “Fomos recebido com muitos tiros por parte da escolta armada. Há muitos feridos”, declarou o dirigente do MST Charles Trocatte. Depois do ataque, os militantes fecharam a BR-155, km 55, ao lado da fazenda. Durante a tarde, a rodovia foi liberada.

Já a Agropecuária Santa Bárbara, em nota, dá outra versão. Segundo a empresa, cerca de 300 integrantes do MST invadiram a propriedade. “Com muita violência, o grupo, fortemente armado e enfurecido, destruiu parte da propriedade e causou pânico nos funcionários e prestadores de serviços presentes. Os invasores chegaram atirando e destruindo a propriedade, aterrorizando os funcionários — que fugiram desesperados. Eram 300 invasores enfurecidos e apenas seis seguranças para proteger as vidas dos funcionários e de si próprios e à propriedade”, diz a empresa, por meio de nota. De acordo com a Agropecuária, os militantes também estavam armados e a “polícia vai esclarecer” de onde vieram os disparos.

Voltei
Em quem acreditar? É preciso apurar tudo direitinho. O que é certo é que nós vimos ontem, na invasão do estande da CNA, na “Rio+20″, como o MST é pacífico, não é mesmo? Pois bem. Vejam este filme. Volto depois.

 

A fazenda de que trata a reportagem é a Santa Isabel, que também pertence à Agropecuária Santa Bárbara. A propriedade foi destruída em novembro de 2009. Escrevi, então, um post cujo título é  MST e o terrorismo oficializado.Infelizmente, a reportagem de Valteno de Oliveira, da Band, pecou só por excesso de otimismo. Os vândalos que invadiram a fazenda Cutrale, por exemplo, a que ele se refere, não foram nem sequer processados. A denúncia foi rejeitada pela Justiça.

Como se nota, o MST continua em busca de cadáveres. Ontem, depois de depredar o estande da CNA, uma líder do movimento chamou a ação de pacífica porque, segundo disse, não houve feridos. Eis a regra: deixe o MST entrar e botar pra quebrar, sem resistência, e tudo termina em paz, como a gente vê no filme acima e nas fotos que encerram este post.

Em 1996, na mesma região de Eldorado do Carajás, no Pará, 19 militantes sem-terra morreram em confronto com a polícia. Eles bloqueavam uma estrada num protesto. A Polícia Militar foi chamada a intervir, e a tragédia se deu. Há 16 anos os extremistas tentam repetir confronto parecido, com as mesmas consequências. O sangue dos inocentes úteis, afinal, serve para irrigar a causa.

Vejam duas fotos de instalações da fazenda Cedro, depois da passagem do MST. Foram publicadas no Estadão de hoje:

mst-depredacao

Abaixo, imagens da “luta pacífica” do MST na fazenda Santa Isabel, em 2009. Ele não mudaram nem de tática nem de prática.

Imóvel da fazenda destruído com trator

Imóvel da fazenda destruído com trator

Casas dos funcionários destruídas

Casas dos funcionários depredadas

Vista área da destruição da infra-estrutura da fazenda

Vista área da destruição da infra-estrutura da fazenda

Imóveis também foram incendiados

Imóveis também foram incendiados

A cozinha da casa de um dos funcionários

A cozinha da casa de um dos funcionários

Destruição do banheiro da casa de um outro trabalhador

Destruição do banheiro na residência de outro trabalhador

Geladeiras, fogões e objetos dos trabalhadores foram depredados e largados ao relento

Geladeiras, fogões e objetos dos funcionários foram depredados e largados ao relento

As casas foram saqueadas; nem um andador de bebê foi poupado

As casas foram saqueadas; nem um andador de bebê foi poupado

Sementes (acima) e insumos também foram queimados

Sementes (acima) e insumos também foram queimados

Infra-estrutura da fazenda destruída: nem a motocicleta escapou

Nem a motocicleta escapou da fúria dasquels patriotas

Depois de usado para derrubar casas, trator foi incendiado

Depois de usado para derrubar casas, trator foi incendiado

A casa-de-máquinas também não escapou: fogo

A casa-de-máquinas também foi destruída: fogo

Um trabalhador na era Lula que nem é do partido nem é ligado a algum "movimento social"

Um trabalhador que nem é do partido nem é ligado a "movimento social" recebe uma "lição" de militância dos invasores

Post publicado originalmente às 3h48

Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Debate do mensalão: imprensa e estratégia dos réus



09 de Agosto de 2012

 

No terceiro encontro, os jornalistas Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, o historiador Marco Villa e o advogado Roberto Podval analisam o papel da imprensa no caso e as estratégias de defesa dos reús.

Advogado não é cúmplice



08 de Agosto de 2012

Todo acusado tem direito a defesa, mas nenhum advogado pode agir como cúmplice.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

BANCADA DO PT DECLARA GUERRA AOS ATIRADORES ESPORTIVOS

 

MOVIMENTO VIVA BRASIL

08/08/2012 - BANCADA DO PT DECLARA GUERRA AOS ATIRADORES ESPORTIVOS

Veículo: Agência Viva Brasil / Veiculação: On-line

link do veículo: www.movimentovivabrasil.com.br

Em pleno ano eleitoral, a bancada do PT na Câmara dos Deputados parece ter assumido a postura de franco combate à categoria dos colecionadores de armas e atletas de tiro desportivo, fazendo de tudo para evitar a aprovação de projetos de lei que os favoreçam, até mesmo com posturas pouco convencionais. A última manobra da bancada ocorreu no projeto de Lei 6.971/10, de autoria do Deputado Milton Monti (PR/SP), que concede autorização de porte de arma para a categoria.

Exaustivamente discutida na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, inclusive com a realização de audiência pública sobre seus termos, a proposta se mostrou absolutamente acertada e necessária, inclusive se destacando por não acrescentar armas em circulação, pois que estas já são possuídas pelos colecionadores e atletas. Contudo, diante da iminente aprovação na primeira Comissão em que tramita, o PT, através de requerimento do deputado Alessandro Molon (PT/SP), acolhido pelo deputado Ricardo Berzoini (PT/SP), agora quer uma avaliação do mérito da proposta também na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, onde espera derrubá-la.

Segundo o diretor para colecionadores e atletas da ONG Movimento Viva Brasil, Fabricio Rebelo, o requerimento consiste em uma exceção ao curso do processo legislativo, pois transfere para a CCJC uma análise que regimentalmente por regra não lhe cabe. “À Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, por regra, é reservada uma análise técnica dos projetos, sob o ponto de vista da Constituição Federal e suas garantias fundamentais; o que se pretende agora é que, além disso, a comissão também analise o mérito do projeto, isto é, sua adequação temática, o que é atribuição da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado”, afirma Rebelo.

Para Rebelo, o requerimento pode até gerar um conflito na própria Câmara, já que põe em questionamento a análise específica realizada por uma Comissão. “Na prática, o que se quer é que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania reveja o posicionamento que a Comissão de Segurança Pública tomar, pondo em dúvida o acerto da decisão ali alcançada pelos deputados, o que não se apresenta sequer democrático”, esclarece, acrescentando que a manobra “equivale a ficar revisando sucessivamente uma votação até que se alcance o resultado pretendido, jamais aceitando a derrota que faz parte do processo legislativo democrático”.

O diretor do Movimento Viva Brasil ainda alerta para as consequências da manobra em pleno ano eleitoral. “Não parece algo muito inteligente de se fazer às vésperas de uma eleição, pois colecionadores e atletas representam uma grande parcela do eleitorado e têm mostrado grande força de influência e mobilização. Declarar guerra a eles pode resultar em grande prejuízo para os candidatos do partido no próximo pleito, a troco de quase nada, já que o projeto em questão é extremamente simples”, conclui.

O presidente da entidade, o Professor Bene Barbosa, evita falar em ações de campanha contra o partido, mas não descarta: “O MVB é uma entidade essencialmente apartidária, mas quando um partido político assume franca campanha contra uma categoria que defendemos, não há como se manter imparcial. Caso o PT insista nessa absurda perseguição, não descartamos a possibilidade de nos engajarmos em campanhas contra seus candidatos; afinal, não abriremos mão da defesa da categoria e não permitiremos que quem contra ela se põe ganhe força”, afirma Barbosa.

O requerimento para que a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania também aprecie o mérito do projeto ainda não foi analisado pela presidência da Câmara.

AUTORIZADA A DIVULGAÇÃO E PUBLICAÇÃO DESDE QUE NA ÍNTEGRA.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS EXCLUSIVAMENTE PARA IMPRENSA: imprensa@movimentovivabrasil.com.br

Lula o hipócrita e mentiroso, antes de ter o poder criticava o hoje "Bolsa Família", e aí?

Perguntas rápidas para ateus e secularistas sensatos

 

GOSPEL MAIS

Por Edson Camargo em 7 de agosto de 2012


Perguntas rápidas para ateus e secularistas sensatos

Buscar-me-eis e achareis quando me buscarem de todo o coração.
Jr. 29:13

Nada nas ciências prova a impossibilidade da ocorrência de milagres. Muito bem. Então por que o ceticismo diante dos inúmeros relatos de milagres? Não passam de relatos? Ok. E as conclusões da ciência, não são baseadas nos relatos das experiências? Por que crer nos relatos inusitados de uns poucos cientistas e não crer em milhares de depoimentos que fortalecem-se uns aos outros ao longo de séculos?

Muitos secularistas atribuem as mais diversas motivações psicológicas para a crença em Deus. Principalmente para a crença no Deus dos cristãos, que, segundo estes, é bom, justo, e ao fim da história humana, eliminará o mal para sempre. Você tem certeza que para o ateísmo não há nenhuma motivação psicológica reconfortante, como por exemplo, a crença de que ao fim de sua vida terrena você simplesmente deixará de existir e não terá que prestar contas a nenhum Ser Superior que tudo sabe sobre você é que é perfeitamente justo e santo?

Por que afirmar a causalidade como uma lei da ciência e da investigação científica, e negá-la justamente quando busca explicar a origem do universo, apelando para o acaso? Não seria esse “acaso causador” uma enorme confluência de causas, que, necessariamente, evocam uma ordem transcendente e imaterial anterior à existência do universo?

Por que negar a existência da verdade absoluta e não parar de vociferar contra a mentira imperante? Qual seria a lei científica que explicaria, dentro da sua alma e da sua mente, essa sede de justiça?

A lei da verificabilidade empírica não é empiricamente verificável, e nem o princípio da falseabilidade de Popper é falseável. Ainda assim, são defendidos pelos secularistas e anti-religiosos como preciosos alicerces da plena manifestação da racionalidade humana, a ciência moderna. Você tem certeza de que sua casa não está construída sobre areia movediça?

Por que afirmar o primado da ciência sobre a religião e a filosofia, se até para se definir o que é ciência, os métodos cientificamente válidos (para não falar no próprio conceito de valor e validade) é preciso recorrer à filosofia, e para se fazer ciência com honestidade precisa-se evocar, inescapavelmente, questões sobre moralidade encontradas sobretudo na tradição religiosa?

As ciências, apesar da dimensão forense de algumas áreas, lidam simplesmente com fatos mensuráveis, repetíveis e quantificáveis. Como propor um fundamento adequado para a sociedade moderna baseando-se apenas na ciência, uma vez que a ética, o direito, a arte, as relações humanas, além de todo um vasto campo de conhecimento e de questões decisivas para a saúde existencial de cada ser humano só podem ser analisados à luz de áreas de investigação que lidem com aspectos qualitativos? Se o que é bom, o que é belo, o que é verdadeiro, ou mesmo o que é útil, não é assunto das “ciências duras”, por que considerá-las superiores às ciências que podem responder a questões de relevância muito maior para indivíduos e sociedades?

Por que não enfatizar os questionamentos sobre a “solução do bem”, um bem tão presente e imperante na ordem da realidade e mesmo dentro da sua alma a ponto de te incomodar com o “problema do mal”?

Por que não aceitar a explicação cristã de que o mal “ainda será plenamente destruído” mas aceitar a desculpa cientificista de que “a ciência não explica, mas ainda explicará” alguns fenômenos?

Por que evocar o método indutivo – partir dos efeitos para conhecer as causas – na ciência, e desprezá-lo numa reflexão mais profunda sobre a presença humana no universo, especialmente pelo fato de que se no mundo existem pessoas, a pessoalidade,  como não poderia existir uma Pessoa, um Deus pessoal que é a Causa primeira de toda a pessoalidade existente e evidente?

A proposta de Pascal é simples e contundente: se a fé cristã é verdadeira, vale a pena ser cristão nesta vida e conquistar a eternidade com Deus; se a fé cristã for falsa, apenas perdeu-se algo (o que é discutível) nesta vida finita. Se a cosmovisão materialista realmente tem algo de racional, deve reconhecer que há mais há ganhar do que há perder tornando-se cristão. Você não acha que a proposta de Pascal torna-se ainda mais forte se levarmos em conta a debilidade e falta de abrangência dos postulados cientificistas e materialistas aqui discutidos?

Filósofos cristãos apresentaram ao longo da histórias diversas formas de argumentos que provam (ou ao menos inferem e dão plausibilidade intelectual) pela via racional a existência de Deus. Se a mentalidade secularista, atéia e que se diz apegada à razão e à ciência é tão superior intelectualmente, por que até hoje nenhum destes argumentos – enumero uns aqui: o cosmológico, o ontológico, o teleológico e o moral – não foram refutados de forma decisiva pelos filósofos ateus?

Um mundo no qual se percebe ordem e a existência da pessoalidade só pode ter como Causa Primeira um Ordenador que deve necessariamente ser pessoal. Por que não crer que essa Pessoa Onipotente pôde não só criar o mundo, mas também se revelar ao homem e manter sua revelação especial – as Sagradas Escrituras – intacta e acessível aos homens até hoje? Por que Ele não poderia fazer isso?

Você tem certeza de que está mais interessado em descobrir a verdade sobre estas questões fundamentais e decisivas do que este Deus Onipotente e sabidamente amoroso (é o que afirmam milhões de cristãos) em transformar sua vida se você O procurar com determinação e honestidade?

Sinceramente? Eu duvido.

Primo de Dirceu pendurado na gerência de uma divisão de Furnas usa computador da empresa para ameaçar jornalistas


VEJA

01/08/2012 às 17:08 \ Direto ao Ponto

 

O miliciano escondido no codinome “Kako Lamim”, que enviou à coluna inúmeros comentários insultuosos e ameaçadores, foi localizado nesta terça-feira: ele usa o computador que está sob a responsabilidade de Clayton Mendonça de Oliveira, gerente de divisão de Furnas. Clayton/Lamim será interpelado judicialmente para confirmar ou desmentir o que escreveu. A direção de Furnas será convidada a esclarecer se o funcionário está autorizado a utilizar equipamentos da empresa para endereçar, durante o horário de expediente, insultos e ameaças a jornalistas que ousam discordar do governo e do PT.

Nesta quarta, voluntariamente, “Kako Lamim” acrescentou ao prontuário outra anotação: é parente de José Dirceu. “Meu pai é primo dele, a briga vai ser boa”, gabou-se o criminoso confesso. Bazófia, pelo jeito, é marca de família. Se tropas comandadas pelo guerrilheiro de festim só conseguem matar de rir, um batalhão de tios e primos do revolucionário de araque é coisa de picadeiro.

Mas também é caso de polícia, como registra o comentário de Reynaldo Rocha, abaixo reproduzido. Nosso Reynaldo-BH ─ que, para quem não sabe, tem uma sólida formação jurídica ─ falou por mim. (AN)

Clayton Mendonça de Oliveira (ou “Kako Lamim”), parente de José Dirceu, gerente de divisão de Furnas.

Dentro das regras legais ─ que certamente desconhece – será interpelado por ofensas, calúnias e (se seguiu a cartilha dos petixiitas) ameaças. Nada na WEB é oculto. Só os imbecis (mesmo os que se julgam experts na área) acreditam nisso. Não se trata de vendetta, mas de reparação. Que o tal Clayton/Lamim prefere ignorar. Apela para um tipo de anonimato que não passa de reduto de covardes.

Seria grave o fato por si. NENHUM dos comentaristas habituais desta coluna ameaça oponentes. O que fazemos é desmontar mentiras e escancarar exemplos de mediocridade. Elles (os milicianos) preferem a agressão vulgar e ameaças explícitas. Sei disso. Já sofri ataques do gênero.

Ainda mais grave é um gerente de divisão de uma empresa estatal usar IPS e equipamentos (além do horário reservado ao trabalho) prestar-se a tal aberração. A direção de Furnas terá de manifestar-se. É o que esperam ao menos os acionistas minoritários, que não fazem parte do governo nem admitem que uma estatal seja reduzida a quintal do PT e apaniguados.

Uma empresa que tem ações na Bolsa, alcançou dimensões internacionais e atua numa área estratégica para o país não pode tolerar o uso de ferramentas de trabalho para a consumação de serviços sujos. Furnas lida com energia. Não com esgoto. Não é propriedade de um partido. Nem de uma quadrilha. Muito menos de um parente do réu acusado de chefiar a organização criminosa que administrou o mensalão.

A impunidade incentiva a transformação de postos de emprego em esconderijos de apreciadores de tocaias. No caso, por envolver um primo que se orgulha dos laços de sangue, reforça o que sempre se disse de José Dirceu. Esse tipo de “ajuda” prestado pelo gerente de divisão de Furnas ao parente em perigo confirma até onde vai a barbárie ética e moral, e o menosprezo ao estado de direito. Vale tudo?

Não, Clayton/Lamim. O vale-tudo começa a ser julgado amanhã. Seu caso pode esperar um pouco mais.

Volto para um último recado: se os ministros do STF cumprirem seu dever e se quem lidar com o caso de “Kako Lamim” estiver disposto a mostrar que existem juízes no Brasil, estaremos todos contribuindo para a preservação dos vínculos familiares. Os dois primos terão tempo de sobra para conviver no pátio da cadeia.

Entrevista MÍDIA@MAIS: Bene Barbosa

 

MÍDIA A MAIS

07 | 08 | 2012

Bene Barbosa

 

Por: Maria Júlia Ferraz

M@M: Uma comissão de juristas e intelectuais está elaborando sugestões de mudanças no Código Penal, e há sérias criticas sobre as propostas apresentadas. A que o sr. atribui a sistemática tentativa de relaxar leis que já estão defasadas e a ignorância em ouvir e atender aos interesses da população, que pede o endurecimento das leis e a punição de criminosos?

Bene Barbosa: Ideologia! Pura ideologia. O Brasil vem galgando o perigoso caminho “humanista” para tratar a questão criminal. A ideia que prisão não reduz criminalidade gera leis e mais leis lenientes com o crime. Não há que se desprezar a teoria que um país inseguro é extremamente interessante para um Estado totalitário, onde o cidadão cada vez mais acuado espera por um salvador da pátria e aceita facilmente medidas restritivas de liberdade.

M@M: O senhor concorda que o movimento dos direitos humanos no país foi sequestrado pelas esquerdas e militantes políticos, sendo usado como plataforma para a defesa de criminosos e interesses escusos? Por que isso aconteceu?

BB: Sem sombra de dúvidas. Toda a nossa Constituição foi pensada, em sua parte penal, na proteção de direitos políticos e isso se estendeu aos criminosos comuns. Com isso em mãos, aqueles que no fundo possuem grande empatia por criminosos e os acham “vítimas” de uma sociedade capitalista tendem a proteger apenas os direitos destes.

M@M: Qual o papel da mídia nas questões relacionadas com segurança pública, como o o desarmamento e o tráfico de drogas? Por que o jornalismo investigativo não dá espaço para questões como ligações de grupos criminosos e políticos, ou das ligações de ONGs que interferem na área de segurança pública com organizações internacionais?

BB: Há ai uma série de fatores. Ideologia, interesses financeiros (anúncios estatais, por exemplo), desconhecimento, péssimo preparo jornalístico, entre outros, e até mesmo medo. O Brasil de uma forma geral aprendeu que não se deve reagir...

M@M: Por quais motivos não se constroem presídios no país? Até quando o cidadão comum vai ser vítima da indiferença de uma classe política mais preocupada em fazer esquemas e agradar a agendas socialistas para quais bandidos parecem ser sempre "vítimas da sociedade"?

BB: Há dois fatores muito claros. Primeiro: novamente a questão ideológica que prender não adianta, não resolve e todo esse discurso humanista que, parafraseando Vitor Hugo,  polpa o lobo e sacrifica as ovelhas. A segunda questão é puramente política. Todo mundo quer ver bandido na cadeia, mas não quer uma cadeia perto de sua casa ou em sua cidade. Com isso os políticos, em especial os prefeitos, negam as construções de presídios em suas cidades. Para se resolver isso, podia-se adotar o modelo dos EUA de construções em locais isolados, mas aí as ONGs de Direitos Humanos impedem que isso aconteça.

M@M: Qual a situação hoje de um cidadão que deseja ter uma arma em casa para exercer seu direito de autodefesa?

BB: Péssima! A lei 10.826/03, o chamado Estatuto do Desarmamento, foi feita para impedir, ou pelo menos desestimular o cidadão a comprar uma arma. Em 10 anos, 90% das lojas de armas fecharam. Hoje um cidadão passa por um calvário para comprar legalmente uma arma e não raramente a autorização é negada arbitrariamente pela PF. Urge que se modifique a lei e estamos trabalhando para que isso aconteça com a aprovação do PL 3722 do Dep. Rogério Peninha. Uma lei moderna que fiscaliza e controla mas garante o direito do cidadão de possuir uma arma legalmente.

M@M: Como fazer uma campanha que possa informar ao cidadão de que situações como a do Colorado não são resolvidas com políticas de desarmamento? E mais, como lidar com a ampla divulgação de filmes como “Tiros em Columbine”, passado exaustivamente por professores que acreditam "educar corretamente" seus alunos?

BB: Tenho me empenhado nisso nos último 15 anos. E ultimamente vemos boa parte da mídia dando espaço para isso. Um bom exemplo foi o meu artigo “Sobre Armas, Leis e Loucos” que foi publicado em mais de 10 jornais e em dezenas de sites e que mostra que leis mais rígidas não impediriam loucos como o do cinema.

“Tiros em Columbine” é uma farsa do esquerdopata Michael Moore, que desfila todo seu antiamericanismo neste “documentário” que foi totalmente desacreditado nos EUA, mas que no Brasil, infestado pelo antiamericanismo bocó, encontrou terreno fértil. Há que se frisar que o tal “documentário” nem mesmo é antiarmas e claramente antiamericano, tanto que o Canadá é usado como exemplo de um país bastante armado mas sem violência. Os nossos “intelectuais” não conseguiram nem mesmo enxergar isso. Cegueira seletiva.

M@M: Um dos mais recorrentes argumentos dos desarmamentistas é que mais armas nas mãos de civis não contribuem para uma diminuição da criminalidade. Essa informação é correta, pensando em exemplos de outros países? Levando em consideração esses aspectos, como é a legislação de armas em países como Suíça, Inglaterra e Japão, por exemplo? Existem outros países com uma legislação tão restritiva quanto a brasileira?

BB: Nem mesmo a ONU conseguiu sustentar esse argumento. Apesar de ser a maior defensora mundial da tese do desarmamento civil, a própria ONU, através do UNODC (Escritório de Estudos sobre Drogas e Crimes), divulgou no final do ano passado o mais amplo e detalhado estudo sobre homicídios no mundo. Em suas conclusões, o reconhecimento de que é impossível estabelecer relação entre o acesso da população às armas de fogo e os índices de homicídio.

Hoje, sem sombra de dúvidas, a legislação brasileira é uma das mais restritivas dentre os países democráticos. Só perdemos para países como China, Cuba, Coreia do Norte, ou seja, para países comunistas.

M@M: Os EUA são sempre usados como exemplo de país onde há muitas armas nas mãos de pessoas comuns. Esse grande número de armas contribui para uma sensação maior de segurança nas ruas?

BB: Sem dúvidas. Isso foi provado, repito provado, no estudo feito por John Lott que resultou no livro “Mais armas, menos crimes”. Com quase 300 milhões de armas nas mãos da população e o porte de armas liberado em 48 dos 50 estados, os EUA têm hoje cinco homicídios por 100 mil habitantes. O mais baixo índice de criminalidade nos últimos 40 anos. Enquanto isso, todos os países que enveredaram pelo desarmamento, pela ideologia que prisão não resolve, amargam o crescimento de todos os crimes.

Na Inglaterra, por exemplo, onde o desarmamento foi instituído por políticos de esquerda, hoje se tornou um dos países mais violentos da Europa. O Japão é um caso à parte e não pode ser usado como exemplo de sucesso do desarmamento.

M@M: Os desarmamentistas brasileiros alegam que as armas nas mãos de civis acabam mais cedo ou mais tarde indo parar nas mãos dos bandidos. Essa informação encontra respaldo em alguma pesquisa séria? De onde vêm, afinal, as armas aparentemente intermináveis que abastecem os criminosos brasileiros?

BB: Não é verdade. Mesmo que fosse, isso mostra que o Estado é inepto para proteger o cidadão. Então, se alguém rouba o meu carro para assaltar um banco devo pagar por isso? Se um celular que me pertence é roubado e vai parar dentro de uma penitenciária a culpa é minha? Isso é absurdo!

Além disso, esse é mais um mito criado pela ONG Viva Rio, que agora se ocupa em liberar as drogas. Criaram (sim, o termo é “criaram”), inventaram uma pesquisa anos atrás no Rio de Janeiro, que dizia que a maioria das armas um dia foi registrada por cidadãos. A dita “pesquisa” foi claramente direcionada uma vez que de mais de 100 mil armas apreendidas, escolheram 30 mil que tinham alguma identificação e destas pouco mais de 2.000 foram registradas. No momento da conclusão mexeram aqui, cortaram ali e surgiu mais um número mágico que, de forma geral, a imprensa engoliu sem qualquer verificação.

O bandido sempre vai encontrar uma forma de se armar. Hoje ele se abastece pelas nossas fronteiras, muitas vezes contando com a corrupção de agentes do próprio Estado.

M@M: Qual a utilidade real das campanhas que sugerem trocar armas por dinheiro, como as feitas pelo Governo Federal? Seria possível explicar a um militante antiarmas por que um bandido não devolve sua pistola (seu “instrumento de trabalho”) num dos postos de troca?

BB: Não existe utilidade real! É uma farsa gigantesca. Porém, os efeitos são reais. E o mais preocupante é a sensação transmitida aos bandidos de que o cidadão (a sociedade) está se rendendo, depondo suas armas. Há também uma fortíssima questão ideológica na coisa toda. Quando o cidadão entrega ao Estado um objeto que representa o seu direito pessoal de defesa transmite a mensagem de que ele próprio está se entregando ao Estado. Isso é um prato cheio para os totalitários de plantão.

M@M: Analisando o aspecto psicológico e a motivação das campanhas pelo desarmamento no Brasil: o senhor acha que seus defensores realmente acreditam poder diminuir a violência nas ruas tirando as armas de todas as pessoas, ou há muita demagogia e doutrinação ideológica disfarçada (“luta de classes”, em que os bandidos são vistos como “vítimas”)?

BB: Mas é óbvio que não acham. Contam com os inocentes úteis que embarcam no discurso fácil, mas os grandes patrocinadores sabem muito bem o que estão fazendo. Entra mais uma vez a questão ideológica de esquerda onde o coletivismo é o que importa. Ter uma arma para defesa significa que você acredita em um direito individual, que não confia no Estado e que se preciso for está preparando para lutar.

M@M: Qual seria, na visão do sr., a legislação para armas mais adequada ao caso brasileiro? Liberação total ou algum tipo de restrição?

BB: Como já citei, existe em andamento um Projeto de Lei bastante interessante e que temos apoiado. Trata-se do PL 3.722/12 que ainda mantém o controle mas sem impedir que o cidadão exerça o seu direito de possuir uma arma de fogo. Ninguém em sã consciência quer que alguém com vida criminal entre em uma loja e compre legalmente uma arma; sendo assim, temos que ter um controle mínimo como é, por exemplo, em países como EUA, Suíça, Canadá e outros.

Costumo sempre frisar que não existe arma legal ou ilegal. O que existe é arma de uso criminal ou não. É justo que um sitiante seja preso por ter uma espingarda em seu sítio sem registro? Claro que não. Agora, para aquele que faz uso criminal de uma arma, seja legal, ilegal, seja um cidadão ou um agente do Estado, a lei deveria ser dura. Resumindo, o que precisa ser controlado é o criminoso e não o objeto que não nasce nem bom, nem mau.

M@M: O sr. gostaria de fazer mais alguma consideração?

BB: O assunto obviamente não se esgota aqui. Eu mesmo, com 15 anos de estudos sobre o tema, não raramente me surpreendo com novos meandros e dados. Sendo assim, fica o convite para aqueles que quiserem mais informações acompanharem o MVB e se desejarem colaborem, pois embora sejamos uma ONG, não recebemos um centavo de verba pública exatamente para mantermos independência, e contamos apenas com colaboradores voluntários. Não aceitamos a ideia que ONGs sejam sustentadas com dinheiro público, ou seja, do contribuinte que não concorda com seus ideais.

Nota MIDIA@MAIS: Para saber mais sobre o trabalho do professor Bene Barbosa e do Movimento Viva Brasil, acesse aqui

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Os defensores dos mensaleiros

 

Publicado em 07/08/2012 por nivaldocordeiro

A defesa dos mensaleiros está agindo de forma unificada e batem na tecla de que a acusação do procurador-geral foi inepta e que não há provas para os crimes apontados. Uma questão de hermenêutica jurídica que será um divisor de águas. As provas testemunhais serão válidas? Temos que aguardar o veredito. Eu esperava um show de retórica e vibrantes discursos dos advogados. Vi o espetáculo deprimente de o advogado de José Dirceu apelar até para sua convcção "democrático-popular" como um elemento de qualificação, um evidente populismo jurídico. Os advogados de Delúbio Soares e José Genoíno saíram-se ainda pior, sem capacidade respiratória para acabar as frases que liam de suas peças. A anti-retórica. Um espetáculo desastroso de fungadas, bufadas e assoadas de nariz. Já os advogados mineiros, que defendem Marcos Valério e seu sócio, saíram-se muito bem. Dr. Leonardo e Dr. Hermes revelaram-se grandes advogados, com retórica irreparável e peças lógicas e bem fundamentadas.

Em artigo na Internet, Toni Reis revela mais uma manobra da estratégia gay: pecador não é ele mas quem o acusa de pecar

 

FÉ EM JESUS

No ataque: líder dos homossexuais agora repreende os cristãos

Em artigo na Internet, Toni Reis revela mais uma manobra da estratégia gay: pecador não é ele mas quem o acusa de pecar

06/08/2012 12:08 por Redação

Toni Reis com o troféu na mão

O líder gay e dirigente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT), Toni Reis, publicou na semana que passou um artigo num site chamado Mix Brasil, voltado para a comunidade que ele representa. No artigo, Toni Reis concentra-se no argumento de sempre, o de que os homossexuais são vítimas de uma sociedade baseada no preconceito contra eles e, por isso, os gays devem ser protegidos pelo Estado. Tudo deve mudar: os gays precisam ter direitos iguais aos dos negros nem que para isso seja preciso transformar todas as leis do país, desde a Lei de Execuções Penais até a Constituição Federal, passando pelos códigos Civil e Penal. Na cabeça dos ativistas gays, além disso, está uma obsessão: a criminalização de qualquer ação qualificada de "homofóbica".

O texto assinado por Toni Reis, no entanto, traz uma novidade: desta vez ele usa também argumentos bíblicos contra os supostos cristãos homofóbicos. Para ele, o pecador não é o homossexual e sim quem acusa o homossexual de pecar. Puros são eles e não os que exortam os gays a abandonar o comportanto pecaminoso. Antes de confrontar Toni Reis com os erros de sua argumentação, é preciso lembrar uma coisa: assim como o Deus da Bíblia, os cristãos não odeiam os pecadores. Eles sentem repugnância é pelo pecado. E isso faz toda a diferença na hora de um debate com a comunidade GLBT, por exemplo.

Quando pastores evangélicos ou padres católicos repreendem os homossexuais, eles não estão discriminando as pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo. Eles estão chamando a atenção delas para o pecado que elas cometem ao afrontar as leis de Deus. Cristo, aliás, tem horror ao sexo praticado fora do casamento, seja o sexo realizado por heteros ou homossexuais. Todos, adúlteros e homossexuais, são chamados de "perversos" por Paulo na carta aos Coríntios (ICor6:9). Não existe, portanto, qualquer motivação para o cristão diante de um gay que não seja a de exortá-lo a afastar-se do pecado, convertendo-se a Cristo e abandonando as trevas.

Dito isso, vamos aos argumentos de Toni Reis. Ele cita Atos (10:34) e Tiago (2:1) para defender a ideia de que os cristãos, ao repreender os gays, estariam discriminando-os. O versículo diz "Meus irmãos, como crentes em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, não façam diferença entre as pessoas, tratando-as com favoritismo (NVI)". Acontece que, ao opor-se aos homossexuais, os cristãos e seus líderes eclesiásticos não estão distinguindo-os de outras pessoas porque, como visto acima, o que está sob exame não é o homem gay e sim o pecado que ele comete ao se deitar com outro homem. Aliás, adúlteros heterossexuais devem receber a mesma orientação: a de arrependerem-se do pecado e voltarem-se suas vidas na direção de Cristo.

O foco do cristão, em oposição aos homossexuais, é apontar o dedo para o pecado praticado e não para o pecador. Jesus veio para mostrar ao homem o pecado dele, homem. Acaso não foi isso o que Ele fez ao dissipar a multidão que queria apedrejar a mulher adúltera? Toni Reis tem razão: ninguém deve mesmo discriminar as pessoas seja por qual motivo for. Mas ele, entretanto, não tem cultura bíblica para saber que os cristãos estão alertando o pecador de que a prática do pecado trará as piores consequências para ele pois o comportamento errado é um ato de indisciplina e de desobediência a Deus. E os que têm intimidade com a Bíblia sabem o que está reservado a estas pessoas quando Cristo vier julgar a todos. Ao se opor ao modo de vida homossexual, os cristãos agem com o amor devido aos pecadores. Não discriminando-os. Se alguém o faz é porque não é cristão de verdade.

A "repreensão" de Toni Reis, quando aponta para uma suposta acepção de pessoas, é absurda. Ele simplesmente não sabe sobre o que está falando. Seria melhor para ele, por isso, não dar uma de "pastor" e querer aplicar lições de moral bíblica sobre os que se opõem aos desejos de transformação da família brasileira numa família onde vale tudo. O que ocorre é que os críticos do modo de vida gay apenas não conseguem aceitar a ideia de que, por causa de um comportamento sexual, um grupo de pessoas possa ter mais direitos que outras ou mais direitos que o direito à liberdade de expressão e de religião. Toni Reis e outros líderes do movimento homossexual sabem que o argumento deles é inaceitável pela grande maioria dos brasileiros e por isso sua estratégia está em apelar para a vitimização do gay, reduzindo-o a um coitadinho que precisa da tutela do Estado contra sociedade heterossexual malvada.

Além disso, é sempre bom lembrar que, como "vítimas", os ativistas homossexuais e sua militância, com toda a argumentação de igualdade de direitos, estão em pleno ataque, não na defesa. Eles não estão sendo atacados. É o contrário. Os cristãos que zelam pela família heterossexual é que estão defendendo-a dos ataques do movimento homossexual.

É preciso também esclarecer: a estratégia gay não é uma estratégia de defesa. É de ataque às instituições que formaram a sociedade brasileira.

Quem quer uma nova ordem jurídica baseada na proteção às diferenças de orientação sexual são eles, não os cristãos. Para que essa estratégia de ataque dê certo, é preciso martelar todos os dias, com o apoio indiscutível da mídia, que o Brasil vive uma onda de atentados contra os homossexuais. E para que as pessoas fiquem convencidas do que não existe, vale tudo. Desde forjar números falsos, fabricar estatísticas e apontar pesquisas favoráveis à estratégia sem que seja possível ter acesso aos dados ou ao menos avaliar o rigor com que elas computaram os dados. O próprio Toni Reis, em seu artigo, cita uma pesquisa que apoiaria a tese da homofobia mas não diz quem a realizou, quantas pessoas foram ouvidas, etc, etc.

O líder gay também afirma em seu artigo que o movimento homossexual não quer impor "uma ditadura gay" no Brasil. Mas como qualificar o objetivo de criminalizar qualquer expressão contra o homossexualismo taxando-a de homofóbica? Não é uma ditadura silenciar padres e pastores em seus púlpitos, como querem os ativistas como Toni Reis?

Antes de encerrá-lo, o autor do artigo recomenda que as Igrejas sejam mais tolerantes e acolham casais do mesmo sexo, realizem seus matrimônios e convivam com eles como irmãos em Cristo. Saiba Toni Reis que, qualquer Igreja que assim o fizer estará ela também em absoluta oposição a Deus. É preciso sim acolher os pecadores mas desde que eles se convertam e abandonem o pecado pois não é possível a comunhão entre as trevas e a luz.

Por fim, como deve fazer todo cristão, é preciso uma recomendação final ao próprio Toni Reis. Toni, abandone o homossexualismo, converta-se a Cristo e deixe Ele operar maravilhas na tua vida. Deixe de viver como escravo da carne e viva sob as bênçãos do Deus da Bíblia. Ele é Amor e trata bem os filhos da obediência.

Sandro Guidalli para o Portal Fé em Jesus

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".