Loja OLAVETTES: produtos Olavo de Carvalho

Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Isto é piada satânica

Não vou postar a porcaria do artigo mas o link está aqui e o título é este:

'Le Monde': eleição de Dilma seria simbólica para democracia

quarta-feira, 22 de abril de 2009

10º Encontro Internacional dos Partidos Comunistas

Dica enviada por e-mail. Vai na íntegra:

"Cavaleiro,

Achei seu email pelo blog, veja se pode divulgar isso ("denunciar" seria a palavra mais apropriada), inclusive fazendo chegar até o Olavo de Carvalho, se possível.

É ilustrativo, para quem acha que esquerda e direita não existem mais, ou que o comunismo foi derrotado.

Dois vídeos sobre o 10o Encontro Internacional dos Partidos Comunistas, com participações especiais de membros do governo brasileiro (Chinaglia, Orlando Silva), comunistas da China, Cuba, Coréia do Norte e tendo como anfitrião o PC do B, partido maoísta. Todos unidos pelo objetivo de acabar com o capitalismo.
"



Errei!!!

Um internauta me corrigiu e fiquei tão envergonhado que apaguei o post sobre o quanto de dinheiro caberia a cada ser humano caso a grana em socorro aos bancos e demais entidades atendidas pelos governos-mamãe fosse distribuído mundo afora.

Minha Nossa Senhora, que erro estúpido o meu, que foi o de publicar o que recebi na emoção.

Agradeço ao internauta e peço desculpas a todos...

Paranóia esquerdista: Governo de Obama classifica de “potenciais terroristas” pessoas que são contra o aborto

JULIO SEVERO
22 de Abril de 2009

Mal entrou no poder, com suas idéias de aborto e jorrando dinheiro de impostos americanos para financiar a promoção mundial do aborto, Obama já mostra que não está disposto a tolerar opiniões diferentes.

Qual o governante que não sonha em amedrontar e silenciar a oposição? Obama achou a solução ideal para esse incômodo: Classificar de “terrorista” quem se opõe ao aborto.

Bush nunca teve tal inspiração. Durante seu governo, os defensores do aborto, que eram seus inimigos atrozes, o criticavam por todo e nenhum motivo. Mesmo assim, ele nunca pensou em usar medidas anti-terrorismo para perseguir seus inimigos amantes do aborto.

Para Bush, governar com tal oposição era a essência da democracia. Ele, que era contra o aborto, sabia conviver com quem era a favor.

Mas Obama não teve aulas para esse tipo de convivência. Para ele, governar com uma oposição que não aceita o aborto é… intolerável.

Sob o governo de Obama, oposição ao aborto é problema de segurança nacional

Para resolver esse problema, o Ministério de Segurança Nacional (Department of Homeland Security) elaborou um relatório que está sendo distribuído para agentes de polícia em todo o território americano. Esse relatório tem como alvo a oposição ao aborto, entre outros pontos de vista conservadores, como sintomas de “extremismo direitista potencialmente violento”.

O documento de nove páginas, intitutado “Extremismo de Direita: Presente Clima Econômico e Político Incentivando o Ressurgimento em Radicalização e Recutamento”, coloca como ameaça terrorista os “grupos e indivíduos que são dedicados a uma única questão, tal com a oposição ao aborto”.

O documento afirma que tais grupos têm “explorado uma variedade de questões sociais e temas políticos para aumentar a visibilidade do grupo e recrutar novos membros”, inclusive a “exploração de questões sociais como o aborto e o casamento homossexual”.

A ministra Janet Napolitano, do Ministério de Segurança Nacional, já era conhecida como extrema defensora do aborto muito antes de participar do governo de Obama. Quando era governadora do Arizona, Napolitano vetou vários projetos de lei contrários ao aborto, inclusive uma proibição ao aborto feito na época do nascimento e um projeto de lei que protege os direitos de consciência de farmacêuticos que não querem distribuir ou vender produtos abortivos.

“É preocupante que aqueles que elaboraram o relatório consideram como potenciais terroristas as pessoas que querem proteger a vida inocente de mortes violentas”, disse Wendy Wright, presidente de Concerned Women of America (CWA), grupo evangélico americano de 400.000 membros que luta contra o aborto, o casamento gay, etc. “Se as pessoas pró-vida são cegamente rotuladas de ‘grupo suspeito’, então o Ministério de Segurança Nacional pode estar preparando o terreno para ações mais sérias contra nós”, completou Wright.

A diferença entre o “anticristo” e o “messias”

Os tiranos e os ditadores detestam críticas e não medem esforços para suprimi-las. Bush demonstrou, durante vários anos, paciência extraordinária, enquanto seus opositores nos EUA e ao redor do mundo não lhe poupavam um minuto de ataques. Até mesmo a revista evangélica Ultimato, que nunca publicou uma única matéria de capa sobre Lula e sua corrupção, já teve um longo artigo de capa contra Bush, inclusive vários outros textos repetindo as rotineiras acusações dos papagaios esquerdistas: Bush é mentiroso.

O longo artigo anti-Bush da Ultimato foi escrito pelo fanático esquerdista Paul Freston, que por muitos anos admirou e lutou pelo PT. Há esperança deUltimato, ou outra revista brasileira, publicar agora um longo artigo de capa criticando Obama por seu apoio alucinado ao aborto? Dificilmente. Sua objetividade e imparcialidade jornalística são só da boca para fora. Sua configuração ideológica de fábrica os manda cegamente apoiar a esquerda e atacar tudo o que é contrário à agenda esquedista.

Ao contrário de Bush, que só recebeu críticas, sendo considerado o “anticristo” por cristãos liberais, Obama é o “messias” dos esquerdistas ateus e cristãos, só recebendo elogios desde o começo de sua campanha presidencial. E no que depender dele e de sua grande amiga imprensa, quem não se prostrar diante da onda de louvores obâmicos terá de enfrentar a acusação de terrorista.

Se Bush tivesse tentado igualmente rotular os defensores do aborto de “potenciais terroristas” — e é difícil imaginar que aqueles que são capazes de destruir crianças inocentes sejam melhores do que terroristas —, a mídia esquerdista internacional nunca o perdoaria, chamando-o de “ditador” e exigindo imediatamente seu impeachment. Mas o “messias” Obama pode fazer tudo isso e muito mais sem nunca precisar se preocupar com a oposição da sua amiga imprensa, sem que os “defensores” da livre expressão dêem um pio sequer.

Aliás, são exatamente os esquerdistas que se julgam os maiores defensores da liberdade de expressão — de si mesmos, é claro. Mas, com sua vida e governo, foi Bush quem demonstrou verdadeiro e incrível respeito ao direito de livre expressão.

Os terroristas são bons e os bons são terroristas

Com sua nova medida anti-terrorismo que visa os opositores do aborto, Obama, como esquerdista convicto, está demonstrando o que o direito de livre expressão significa para os próprios esquerdistas e para o restante dos cidadãos que ousa pensar e se expressar de maneira livre e democrática.

Essa medida de Obama é digna de Hugo Chavez e Evo Morales. Por falar neles, Obama os cumprimentou na semana passada.

Quando os maus são cumprimentados como se fossem bons, os verdadeiramente bons é que acabam sendo tratados como maus.

É de estranhar então que cristãos pacíficos que defendem o direito à vida de inocentes bebês em gestação estejam sendo rotulados como potenciais terroristas? É a paranóia esquerdista, com sua habitual desonestidade e intolerância, impondo a inversão da realidade.

Com contribuição de LifeSiteNews.

Fonte: www.juliosevero.com

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

Obama e o aborto

O primeiro ato de Obama como presidente

O que esperar de Barack Obama?

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde

Para ler mais sobre a revista Ultimato e sua obsessão com Bush:

Cindy Sheehan e a revista Ultimato

Pregando muito mais do que o Evangelho: a teimosia esquerdista da Ultimato

O veredicto da Ultimato: “Bush mentiu”

Na Mira do Preconceito: revista Ultimato critica evangélicos conservadores dos EUA

PLC 122/2006 e a criação de uma nova classe de cidadãos: os sequer criticáveis



Guepardos x hipopótamos - África dominada por governos-quadrilhas

George Ayittey fala de como a nova geração de africanos, os "guepardos", pode tomar a África de volta da velha elite governamental, os "hipopótamos".



terça-feira, 21 de abril de 2009

Até quando Celso Daniel ficará insepulto?

ESTADÃO
Sexta-Feira, 17 de Abril de 2009 

Bruno José Daniel Filho

Ontem, dia 16 de abril, Celso Daniel, meu irmão, teria completado 58 anos de vida. Como todos sabem, ele foi sequestrado, torturado e assassinado há mais de sete anos, quando era prefeito de Santo André e coordenava a elaboração do programa de governo do então candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva. Sérgio Gomes da Silva, que o acompanhava no momento do sequestro, foi denunciado pelo Ministério Público (MP) como mandante desse crime. Foi preso por um pequeno período, mas responde em liberdade, após ter obtido habeas corpus do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a alegação de que não representa perigo para a sociedade.

Apesar de todas as evidências colhidas pelo MP, que mostraram que o crime foi planejado e que há pelo menos um mandante, o Poder Judiciário ainda nem sequer decidiu se o julgamento deve ir a júri popular, porque, segundo informações que obtivemos do MP, a última das testemunhas arroladas pela defesa de Sombra (conforme Sérgio é chamado pela imprensa e era conhecido nos meios petistas) ainda não foi ouvida, pois nunca é encontrada.

Inúmeros outros assassinatos que ganharam amplo espaço na imprensa já foram resolvidos ou a Justiça já se posicionou quanto ao encaminhamento a ser dado.

Como explicar que no "caso Isabella", de 5 anos, morta em 2008 ao cair da janela de um apartamento, já se decidiu que seu pai e sua madrasta irão a júri popular e até hoje o processo de Celso segue sem essa decisão, após mais de sete anos? Como explicar que o promotor Igor Ferreira, três anos após ter tirado a vida de sua esposa, já tenha sido julgado e condenado e o caso de Celso segue ainda sem resposta da Justiça? Como explicar que o jornalista Pimenta Neves tenha sido condenado em primeira instância após seis anos pela morte de sua ex-namorada, a jornalista Sandra Gomide, e o assassinato de Celso ainda se encontra em fase de arguição de testemunhas pelo juiz?

Poderíamos citar outros crimes, mas esses já são exemplares para afirmar: há algo de estranho que impede que o julgamento dos responsáveis pelo sequestro, tortura e assassinato de Celso se realize. Quais são as razões dessa morosidade? Quais são as pessoas e instituições que têm interesse em que nada seja resolvido?

Consideramos importante que o caso vá a júri popular, pois nesta situação novas testemunhas e provas podem surgir, as contradições dos criminosos tendem a ficar mais evidentes, mais implicados podem ser descobertos e a condenação dos culpados pode ajudar a reduzir o sentimento de impunidade que existe no Brasil, um dos obstáculos à construção de uma sociedade mais democrática. Se aquela decisão for tomada, também tenderão a ficar explícitos os atos de pessoas e instituições que agiram no sentido de acobertar o crime, prestar falso testemunho ou se omitir. Falhas de nossas instituições poderão ficar escancaradas e quem sabe isso ajude a produzir mudanças.

Não cabe a mim julgar os indiciados, mas cabe a mim denunciar esta morosidade. Além disso, tenho o direito de apontar problemas de procedimentos correntes na Justiça brasileira. Por exemplo, procedimentos que impedem o juiz de tomar a decisão sobre se o processo relativo ao assassinato de meu irmão, passados mais de sete anos de sua morte, vai ou não a júri popular enquanto não for ouvida a última testemunha de defesa de Sérgio Gomes da Silva.

Que país é o nosso, em que pessoas já condenadas em primeira instância podem ficar soltas até que todos os recursos nas demais instâncias sejam analisados, enquanto nós, minha família e eu, tivemos de deixar o Brasil em 2006 em razão de intimidações, perseguições e ameaças que sofremos, e depois de terem ocorrido oito mortes relacionadas à de Celso? Se é justo que um julgamento tenha de chegar a seu fim para que haja punições, é justo que os procedimentos legais se possam alongar quase que indefinidamente? Até quando Celso continuará insepulto?

Para aqueles que esperam que eu me cale, apesar da condição de exílio em que hoje vivo, outorgado pelo Estado francês, uma vida que tem um lado amargo porque fico distante de meu país e sou impedido de ver amigos e parentes, quero dizer que o presente que tenho a dar ao meu irmão em cada um de seus aniversários é e será a minha luta, mesmo a distância, pelo aperfeiçoamento das nossas instituições, por meio de minhas reivindicações de punição para os culpados pela morte de Celso e de mudanças ligadas às causas que lhe deram origem, entre as quais se destacam as práticas correntes de financiamento de campanhas eleitorais.

Para aqueles que quiseram que eu me calasse, sob a alegação de que com a minha luta na busca da verdade mancharia a imagem de meu irmão, tenho a dizer que quem mancha a imagem de nosso país são aqueles que matam ou que tentam esconder assassinos e continuam agindo com os mesmos mecanismos que levaram à sua morte.

Como aceitar que Donizeti Braga, que teria tido seu celular rastreado na região do cativeiro de meu irmão, tenha direito a foro especial no processo de investigação, pelo único fato de ser deputado estadual? Como aceitar que o Sombra responda em liberdade por decisão da mais importante instância do Judiciário brasileiro, enquanto somos obrigados a viver exilados? Como aceitar que a lentidão de recursos interpostos possa retardar durante anos e anos a punição de criminosos, agora que o STF decidiu que a prisão de um condenado só pode ocorrer quando julgados todos os recursos?

Sabemos que contamos com a solidariedade e o apoio de muitos que lutam e também desejam que o Brasil seja um país mais democrático e menos injusto. Que este artigo ajude nesse sentido e contribua para que o caso seja equacionado o mais rápido possível. 

Bruno José Daniel Filho é professor da PUC-SP e funcionário da Fundap


Tax Day Tea Party

HOMINIS LIBERTAS
QUINTA-FEIRA, 16 DE ABRIL DE 2009

As "Tea Parties" são manifestações organizadas por americanos comuns que buscam, simplesmente, defender os valores basilares que edificaram seu país. A internet, por sua vez, funciona como o grande meio de comunicação; é através do facebook e twitter que a movimentação é organizada e os encontros marcados. As manifestações foram tomando grandes proporções, cada vez mais pessoas se unem na defesa da Liberdade. As medidas do Presidente Obama, na contramão do espírito americano, principalmente com o crescente aumento do poder Estatal, são os principais alvos dos protestos. Fotos de algumas Tea Parties:

Little Rock, ArkansasOklahoma City, Oklahoma
Lansing, Michigan
Indianapolis, Indiana
Baton Rouge, Louisiana
Morristown, New Jersey
Fort Myers, Florida
Sacramento, California
Nashville, Kansas
Bossier-Shreveport, Louisiana

Chicago, Illinois






O cara?

Por e-mail (sic)

Veja Essa


Apesar de o presidente Barack Obama parecer simpático com nosso presidente Lula, as frases "Esse é o cara!" e "Adoro esse cara!" (Veja Essa, 8 de abril) estavam incompletas. Penso que podemos completar o que falta. 


Presidente Lula, você é o cara que esteve em dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca. 


Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos da cueca ao pescoço em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquema. 


Você é o cara que conseguiu inchar o estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que era. 


Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e à nossa custa. 


Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante de: Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros. 


Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema. 


E a nós, pobres mortais, resta sonhar, pois o pesadelo é quando abrimos os olhos!


Marcelo S. de Brito

São Paulo, SP.

A verdade sobre Obama

Vejam em alguns episódios a "bela" história do atual presidente americano...

Tradução: observatoriodamidia

I invented the Internet (A verdade sobre Obama)

Episódio 1 - October surprise (A surpresa de outubro)

Neste episódio, vemos a entrevista com Philip Berg, advogado democrata que entrou com uma ação exigindo que Obama apresentasse seu certificado de nascimento. Motivos não faltam: declarações da avó queniana, infância na Indonésia, documentos falsos colocados em sites. Por que Obama se recusa a acabar com todas as suspeitas, se uma segunda via desse documento custa pouco mais de 10 dólares?



Episódio 2 - Kill and destroy (Mate e destrua)

Neste episódio, vemos que Obama se opôs ao Born-Alive Infants Protection Act, uma lei que protegia os recém-nascidos que sobreviveram a tentativas de aborto. A oposição de Obama à lei permitiria o infanticídio, o que até grupos pró-aborto rejeitavam.



Episódio 3 - Obama for Odinga (Obama por Odinga)

Aqui, fica claro o apoio de Barack Hussein Obama a Raila Odinga, no Quênia. O queniano, que diz ser primo de Obama, incentivou uma escalada de violência sem precedentes na história de um dos países mais estáveis da África, após perder as eleições.



Episódio 4 - Code red (Código vermelho)

Neste episódio, vemos algumas das "qualificações" de Obama. A pergunta que fica é: como ele pôde ser aceito como candidato legítimo nas eleições americanas de 2008?



Episódio 5 - Mark my words (Ouça ou que digo)

Joe Biden, vice-presidente da candidatura de Obama, diz, pouco antes da eleição, que haverá uma "crise internacional para testar a capacidade dele". Aqui, vemos que o programa vacilante de Obama pode levar a um enfraquecimento geopolítico dos EUA.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".