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sábado, 22 de setembro de 2012

MENSALÃO: AGORA LULA SE CALA E O PT FICA DESNORTEADO

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

sábado, setembro 22, 2012

 

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO - Lula e Valério: as revelações seriam uma tentativa de “golpe das elites” com a participação dos ministros do Supremo

Na edição passada, uma reportagem de VEJA revelou com exclusividade parte das confissões feitas pelo empresário Marcos Valério, o operador financeiro do mensalão, sobre as engrenagens do maior escândalo de corrupção política da história do país. Além de confirmar a participação decisiva no suborno a parlamentares dos petistas José Dirceu e Delúbio Soares, que figuram como réus no processo em curso no Supremo Tribunal Federal (STF), Valério implicou o ex-presidente Lula no esquema -- e no papel de protagonista. Valério diz que Lula era o verdadeiro comandante da organização criminosa denunciada pelo Ministério Público. Afirma que a quadrilha do mensalão contava com um caixa de 350 milhões de reais, o triplo, portanto, do valor identificado pela Polícia Federal. Além disso, ressalta que desde a eclosão do escândalo, em 2005, teve Paulo Okamotto como interlocutor no PT. Amigo do peito e pagador de contas pessoais do ex-presidente da República, Okamotto era fiador de um acordo que previa a impunidade em troca do seu silêncio. O empresário desabafou: “Não podem condenar apenas os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos”.

O HOMEM-BOMBA
Valério sempre ameaçou relatar em detalhes o funcionamento do mensalão. E sempre foi contido - segundo contou a pessoas próximas - pela promessa do ex-presidente e do PT de ajudá-lo na Justiça. Esse acordo se manteve de pé até o início do julgamento no STF. Já condenado por corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro, crimes que podem resultar numa pena de mais de 100 anos de prisão, Valério resolveu compartilhar seus segredos com um grupo seleto de confidentes. A revelação dessas conversas por VEJA desnorteou o PT, conforme mostra reportagem publicada na edição desta semana. Lula, um notório entusiasta do debate em público, preferiu o silêncio ao ser confrontado com as novas informações. Não rechaçou o que Valério contou nem tentou desqualificá-lo. Dirceu e Delúbio seguiram o chefe. Não foi à toa. Segundo aliados, Lula não quer desafiar Valério, que não teria mais nada a perder. Além disso, teme que o empresário revele mais detalhes se provocado. Rebatê-lo agora, sem saber do arsenal à disposição de Valério, seria uma estratégia de altíssimo risco. A palavra de ordem é não comprar briga com o pivô financeiro do mensalão. Contra-ataques, só em cima dos alvos de sempre, aqueles aos quais os petistas recorrem, como uma conveniente muleta, toda vez que são pilhados em irregularidades.

NOTA FANTASIOSA
Essa estratégia foi seguida à risca. Na segunda-feira, o PT divulgou uma nota conclamando a militância para “uma batalha do tamanho do Brasil” - no caso, a defesa do partido e do ex-presidente. O texto não faz menção às confissões de Valério. Ou seja: não explica do que Lula deve ser defendido. Na quinta-feira, outra nota foi publicada. Ela retoma a tese de que o mensalão e seus desdobramentos não passam de uma conspiração urdida pela oposição e por setores da imprensa para tirar o PT do comando do país por meio de um golpe. Esse golpe seria alimentado com a divulgação de denúncias sem provas. Quais denúncias? A redação petista não teve coragem, de novo, de citar as confissões de Valério, providencialmente esquecido. Fala de uma “fantasiosa matéria veiculada pela Revista Veja”. Fantasiosa, por ora, só a nota do PT. Ela foi elaborada pelo presidente da sigla, Rui Falcão. Em seguida, ele ligou para os presidentes de cinco partidos e pediu-lhes que subscrevessem o texto. Não se tratou de uma solidariedade espontânea. Muito pelo contrário. O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp, assinou sem ler e nem sequer consultou seus correligionários -- entre eles, o vice-presidente da República, Michel Temer. “Não concordo com a nota, mas não podia recusar um pedido do presidente Lula”, revelou um dos signatários.

DEGRADANTE - O mensalão cria constrangimentos à campanha do petista Fernando Haddad para a prefeitura de São Paulo, principalmente diante da aproximação da data de julgamento do ex-ministro José Dirceu e do ex-tesoureiro Delúbio Soares. Os dois serão julgados pelo Supremo por corrupção ativa

"PIADA DE SALÃO"
O PT fabricou uma manifestação de apoio a Lula por saber que as confissões de Valério podem ser investigadas. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, considerou importantes as revelações e declarou que poderá analisar o envolvimento de Lula no mensalão, tal qual relatado por Valério, depois do julgamento do processo no STF. Os petistas também esperam usar a nota assinada por presidentes de partidos aliados no horário eleitoral gratuito. A ideia é alegar que o PT está sendo vítima de uma conspiração de setores conservadores, os quais estariam pressionando o Supremo -- que teve sete dos seus atuais dez ministros nomeados pelo governo petista -- a condenar os réus do mensalão. O processo no STF tem influenciado de forma negativa o desempenho dos petistas nas disputas municipais. Imposto ao partido por Lula, Fernando Haddad está na terceira colocação na corrida pela prefeitura paulistana. Na semana passada, num recurso à Justiça Eleitoral, a equipe dele disse ser “degradante” a associação da imagem de Haddad à de Dirceu e Delúbio, como tem feito o PSDB. Mais sintomático dos efeitos do mensalão, impossível.
O PT sempre desdenhou dos impactos políticos do caso. Numa conversa com aliados dias antes do início do julgamento no STF, Lula disse que o processo teria “influência zero” sobre o partido e seus candidatos. Com a mesma confiança do líder messiânico que prometera aos réus livrá-los da condenação judicial, Lula lembrou que foi reeleito em 2006, um ano depois de ser acossado pela ameaça de um processo de impeachment, e fez de Dilma Rousseff sua sucessora em 2010. O mensalão seria uma mera “piada de salão”. Piadinha sem graça. Do site da revista Veja

GOVERNO PAULO HARTUNG (ES): fraude de R$ 25 milhões com as obras de posto que nem saíram do papel?

 

FOLHA DO ES

20.9.2012 - Redação

O deputado Gilsinho Lopes (PR) vai pedir à Assembleia Legislativa a convocação do o ex-secretário da Fazenda do governo Paulo Hartung (PMDB), José Teófilo de Oliveira, para prestar esclarecimentos sobre os gastos nas obras do posto fiscal São José do Carmo, em Mimoso do Sul-ES. Foram gastos quase R$ 25 milhões com as obras do posto que sequer chegaram a sair do papel

Para o republicano, o ex-secretário precisa explicar os gastos com as obras iniciadas em setembro de 2005, mas que foram abandonados posteriormente sob alegação de inviabilidade do projeto. “Ele tem que prestar contas dos atos para esta Casa”, afirmou Gilsinho, lembrando que o caso pode se tratar de um crime de responsabilidade.

Ele fez um comparativo entre a conduta do poder público e da iniciativa privada em relação às irregularidades apontadas pela publicação. “Se a situação acontece em uma empresa, o funcionário é demitido”, apontou. Os gastos com as desapropriações e obras – tocadas pela empreiteira Araribóia – chegam à ordem de R$ 24,9 milhões.

O deputado relembrou que pediu informações este ano ao governo do Estado sobre os investimentos no posto fiscal, mas o atual secretário de Fazenda, Maurício Duque, preferiu não se manifestar por se tratar de obras da gestão anterior, neste caso, do governo Paulo Hartung (PMDB).

Atualmente, o ex-secretário da Fazenda é sócio do ex-governador no escritório de negócios Ecónos – Economia Aplicada aos Negócios. Em abril deste ano, o nome da empresa foi relacionado pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), desembargador Pedro Valls Feu Rosa, na decisão sobre a “Operação Lee Oswald”. José Teófilo é acusado de participação na operação de compra e venda de terrenos para a Ferrous Resources, em Presidente Kennedy.

Confira no jornal:

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Como emburrecer alunos seguindo técnica de Antonio Gramsci

 

Published on Jun 27, 2012 by TigreBranco2011

Sacerdote de Cuiabá denuncia a técnica predominante utilizada no Brasil em todas as instituições de ensino baseada no escarnecimento do ensino tradicional que "aliena". Método que foi propagado também por Paulo Freire para padronizar as novas gerações à mentalidade da esquerda, fazendo assim, com que a população atenda aos anseios do governo e tenha as reações e comportamentos que o mesmo deseja.. Segundo Paulo Ricardo, o próprio discurso à favor da "crítica e à não-alienação" já é por si só alienalizante, e interessante ao governo atual. Os alunos hoje, aprendem aquilo que o governo quer: apenas ficarem "críticos", e nada mais além disso.

"Fechem seus cadernos e livros, vamos nos expressar com nossas próprias palavras", eis aqui, segundo a técnica gramsciana utilizada pelo governo, a melhor forma de alienação. Fazer justamente o que você diz combater, convencendo as pessoas via estimulação contraditória.

A nota de Dilma ao “senhor ministro Joaquim Barbosa” é mais desaforada do que parece. Mais um mau passo dado pela presidente. Ou: Tática de intimidação da Justiça

 

REINALDO AZEVEDO

21/09/2012 às 16:55

A senhora Dilma Rousseff é a presidente da República em 2012. A senhoraDilma Rousseff não era presidente da República quando prestou um depoimento em 2009, no curso do processo do mensalão. A senhora Dilma Rousseff conseguiu plasmar a imagem de que sabe distinguir as coisas de estado das coisas de partido, embora eu considere exagerada essa sua fama — e já digo por quê. A senhora Dilma Rousseff não tem de bater boca, ainda que segundo o sotaque da burocracia, com um ministro do Supremo. A senhora Dilma Rousseff anda se descuidando — e nem está ainda disputando a reeleição. Leiam o que informa a Folha Online. Volto em seguida.

A presidente Dilma Rousseff divulgou nota nesta sexta-feira (21) em que responde à menção feita pelo relator do julgamento mensalão, Joaquim Barbosa, sobre depoimento dado por ela durante o processo. Ontem, durante sessão do julgamento em que analisava a prática de corrupção passiva por integrantes da base do governo Lula, Barbosa usou depoimento de Dilma como indício de que os acusados de fato receberam dinheiro em troca de apoio político. O ministro citou o fato de Dilma, em depoimento judicial dado em 2009, quando era ministra-chefe da Casa Civil, ter relatado “surpresa” com a aprovação, em 2003, de medidas provisórias que criavam um marco regulatório para o setor de energia. Na época da aprovação, Dilma era ministra de Minas e Energia. A medida provisória do marco regulatório levou três meses para ser aprovada na Câmara.

Na nota de hoje, Dilma buscou explicar o uso do termo “surpresa”. Segundo ela, a surpresa não foi com a aprovação das medidas provisórias, mas pelo fato de as medidas terem sido aprovadas rapidamente, e com o apoio de parlamentares da oposição.
(…)

Segue íntegra da nota. Retomo depois. Os negritos são de responsabilidade deste escriba:

“Na leitura de relatório, na sessão de ontem do Supremo Tribunal Federal, o senhor ministro Joaquim Barbosa se referiu a depoimento que fiz à Justiça, em outubro de 2009. Creio ser necessário alguns esclarecimentos que eliminem qualquer sombra de dúvidas acerca das minhas declarações, dentro dos princípios do absoluto respeito que marcam as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário.

Entre junho de 2001 e fevereiro de 2002, o Brasil atravessou uma histórica crise na geração e transmissão de energia elétrica, conhecida como “apagão”.

Em dezembro de 2003, o presidente Lula enviou ao Congresso as Medidas Provisórias 144 e 145, criando um marco regulatório para o setor de energia, com o objetivo de garantir segurança do abastecimento de energia elétrica e modicidade tarifária. Estas MPs foram votadas e aprovadas na Câmara dos Deputados, onde receberam 797 emendas, sendo 128 acatadas pelos relatores, deputados Fernando Ferro e Salvador Zimbaldi.

No Senado, as MPs foram aprovadas em março, sendo que o relator, senador Delcídio Amaral, construiu um histórico acordo entre os líderes de partidos, inclusive os da oposição. Por este acordo, o Marco Regulatório do setor de Energia Elétrica foi aprovado pelo Senado em votação simbólica, com apoio dos líderes de todos os partidos da Casa.

Na sessão do STF, o senhor ministro Joaquim Barbosa destacou a ‘surpresa’ que manifestei no meu depoimento judicial com a agilidade do processo legislativo sobre as MPs. Surpresa, conforme afirmei no depoimento de 2009 e repito hoje, por termos conseguido uma rápida aprovação por parte de todas as forças políticas que compreenderam a gravidade do tema. Como disse no meu depoimento, em função do funcionamento equivocado do setor até então, “ou se reformava ou o setor quebrava. E quando se está em situações limites como esta, as coisas ficam muito urgentes e claras”.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil”

Voltei
Em primeiro lugar, existe a linguagem própria ao decoro, que marca as relações entre os Poderes Executivo e Judiciário. Não se trata de frescura, mas de baliza. Fora deles, tudo passa a ser possível. Quando alguém decide quebrar as regras do decoro, está querendo dizer alguma coisa. Eu posso chamar a presidente de “senhora Dilma Rousseff” porque eu não sou representante de Poder nenhum. Sou só um jornalista. Ao se referir a um ministro do Supremo, a senhora Dilma, a dona Dilma, a Dilma simplesmente, tem de recorrer ao tratamento adequado: “Sua excelência o ministro Joaquim Barbosa” ou o “excelentíssimo ministro Joaquim Barbosa”.

Se Dilma for chamada a saudar o Congresso, como irá se referir aos respectivos presidentes das duas Casas ou mesmo aos demais parlamentares? “Senhor José Sarney? Senhor Marco Maia?” Por que Joaquim Barbosa é “senhor”, não “excelência”, dona Dilma?

O ministro Joaquim Barbosa referiu-se à fala de uma depoente e deu a sua interpretação do caso. Dilma não pode, como presidente da República, dizer qual é a “leitura correta” daqueles episódios, mormente se usa uma nota oficial para, adicionalmente, fazer proselitismo contra o governo que antecedeu o dos petistas. “Mas ela falou como cidadã e depoente, Reinaldo!”. Errado! É ela quem se refere às “relações entre os Poderes”. Quando Barbosa evocou o seu testemunho, não estava chamando as falas um “Poder da República”. Há no trecho a clara sugestão de que Barbosa faltou, então, com o devido “respeito”. Talvez isso explique o “senhor Joaquim Barbosa”, em vez do “excelentíssimo ministro Joaquim Barbosa”.

A nota é despropositada. Se a citação de Barbosa é descabida, a Corte conta com nove outros ministros para considerá-la no contexto que seria, então, devido. Ademais, se a presidente Dilma, hoje representante máxima de um Poder, pretende esclarecer o sentido de uma fala da então ministra Dilma, sem se descuidar do proselitismo partidário, que passe a tarefa ao PT ou a seus líderes na Câmara e no Senado.

Observo que esse episódio se segue a dois outros, não menos absurdos: uma nota da Executiva do PT e outra assinada por seis partidos. As duas pretendem inserir o julgamento do mensalão numa espécie de conspiração dos maus contra os bons.

O conjunto dos fatos caracteriza, claramente, uma tática de intimidação da Justiça.

Por Reinaldo Azevedo

Classe média de araque. Ou S $eita dos corruPTos do MEN$ALÃO precisa “provar” que aumentou a classe média…

 

ÉPOCA

ECONOMIA - 20/09/2012 20h05

JOSÉ FUCS

O estudo sobre a nova classe média brasileira, divulgado nesta quinta-feira pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, deve ser visto com cautela. De acordo com a pesquisa, mais da metade da população do país, mais precisamente 53%, equivalentes a 104 milhões de pessoas, fariam parte hoje da tal classe média emergente. Só que essa “classe média” é composta por famílias com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1019, de acordo com os novos critérios de classificação definidos pela SAE adotados pelo estudo. Com base nesses critérios, um casal sem filhos com renda mensal de R$ 582 – 93% do atual salário mínimo –, já seria considerado classe média no Brasil – o que, evidentemente, não faz o menor sentido.

Não por acaso, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) considera como classe C (o degrau inicial da classe média) quem tem renda uma mensal familiar maior, entre R$ 1.200 e R$ 4.500, algo muito mais próximo da realidade. Ainda assim, é bem menos do que se considera como classe média nos Estados Unidos. Lá, uma família de classe média tem uma renda entre US$ 30 mil (R$ 60 mil) a US$ 75 mil por ano (R$ 150 mil) ou US$ 2.500 (R$ 5 mil) a US$ 6,25 mil (R$ 12.500) por mês.

Do jeito que a coisa vai, logo, logo o governo vai dizer que quem mora num barraco na favela, mas tem televisão, geladeira e um colchão para dormir no chão também faz parte da classe média emergente. Isso pode parecer um absurdo metodológico, mas talvez seja uma ferramenta importante para iludir os desavisados (do Brasil e do exterior) e para engrossar os votos do partido do governo nas eleições.

Mulher quer usar os argumentos dos activistas homossexuais para casar com o seu cão.

 

HOMOSSEXUALISMO

Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012

Cassandra White ofda Indiana do Norte deu entrada a uma petição junto do governo local de modo a que este lhe permita "casar" com o seu cão Brutus. Cassandra enviou várias cartas aos activistas homossexualistas como forma destes a ajudarem a liderar a marcha contra a discriminação contra ela e todos aqueles que se querem "casar com quem eles bem quiserem".

White levou a cabo várias tentativas sem sucesso para obter a licença de casamento depois de listar “Brutus” na secção do certificado de que diz FULL NAME OF PARTY B.

O formulário foi 3 vezes rejeitado quando os funcionários lhe perguntaram o primeiro nome de “Brutus”. Outras secções do formulário foram também deixadas em branco. Por exemplo, White não foi capaz de listar os nomes dos pais de Brutus. Aparentemente, Cassandra não foi capaz de listar essa informação devido ao facto dela ter adoptado Brutus quando este se encontrava num abrigo.

Cassandra White aplaudiu o anúncio do presidente Obama quando este deu o seu apoio ao "casamento" homossexual, e citou-o dizendo:

Fiquei muito feliz quando ouvi o comentário do presidente em torno do "casamento" homossexual quando ele disse, "Este é o tipo de coisa que leva a uma mudança de perspectiva....."

Cassandra pede agora ao estado de Indiana que reconheça o que o presidente disse e mudem a sua perspectiva, permitindo que ela se "case" com Brutus.

White recebeu o apoio da "Freedom To Marry Our Pets Society" que planeia organizar um protesto em Washington de modo a mudar a definição do casamento de modo a que este inclua os animais.

Fonte

* * * * * * *
Um dos vídeos do filósofo Católico Olavo de Carvalho diz uma coisa muito importante; o casamento assente sobre três pilares:

A. Sexo. (1 homem + 1 mulher)
B. Espécie (humana)
C. Número (dois)

A partir do momento que um dos pilares é destruído (neste caso, a noção de que o casamento é entre dois seres humanos de sexos distintos), então os outros dois pilares podem ser postos em causa. Se o casamento não é entre um homem e uma mulher, porque é que tem que ser só entre duas pessoas? Porque não entre 3, 4, 5 ou 260,356 ?

Semelhantemente, se o casamento não é entre um homem e uma mulher, então não é preciso que seja só entre seres humanos. Esta é a consequência matemática da redefinição do que é um casamento (1 homem + 1 mulher). As pessoas que ignorantemente dizem que "as coisas nunca chegaram ao ponto de se casar pessoas com animais" estão erradas. Os engenheiros da destruição do casamento SABIAM que as coisas chegariam a este ponto, e DESEJARAM que as coisas chegassem a este ponto.

Obviamente que quando chegarmos à fase da "Normalização" [quando a elite esquerdista tiver o poder absoluto]  o activismo gay será proibido uma vez que já cumpriram a sua parte na subversão da sociedade.

Novo Código Penal | Senador Pedro Taques fala sobre aborto

 

O senador Pedro Taques (PDT-MT) é o relator do projeto de Código Penal.

Published on Sep 17, 2012 by tvtaques

Considerado um dos temas mais polêmicos quando se trata da reforma do código penal, o aborto divide opiniões.

Grupo gay ameaça e Pr. Silas Malafaia denuncia os ‘verdadeiros intolerantes’

 

GOSPEL

20/09/12 - 12:14

Em: Brasil

O pastor Silas Malafaia não está intimidado com as ameaças do nudismo do Grupo Gay da Bahia (GGB), nem com o abaixo-assinado que está circulando nas redes sociais para a retirada do seu título de cidadão soteropolitano. ”Eu não tenho medo deles e vou estar aí para receber meu título. Estou só esperando as eleições passarem”, afirma. “Eu estou gostando dessa polêmica. Vai ficar provado quem são os verdadeiros intolerantes, quem é que não suporta crítica”, disse o pastor ao jornal baiano.

Segundo a imprensa local, desde que a Câmara divulgou a homenagem ao pastor Silas a militância gay da cidade vem se mobilizando contra a entrega do título. Por meio da internet os ativistas procuram militantes para tumultuar e tentar impedir a cerimônia, além de enviar mensagens para a página da Câmara pedindo o cancelamento da sessão.

Na reportagem, pastor Silas nega a acusação de ser homofóbico e acusa a comunidade gay de querer privilégios. “Não tenho preconceito contra homossexual, sou contra a prática. Você pode ser contra a prática evangélica e não ter preconceito contra as pessoas evangélicas. A comunidade gay é que é o grupo social mais intolerante da pós-modernidade. Eles querem ter direito de xingar e achincalhar, mas qualquer um que fale alguma coisa é logo tachado de homofóbico. Eu tenho uma opinião contrária e ela não pode ser cerceada”.

Os ativistas do GGB receberam apenas o apoio do deputado federal Jean Willys e da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil. A referida comissão disse que entrará com um requerimento junto à Câmara de Vereadores por causa da falta de regimentalidade, alegando que ‘Silas Malafaia não teria prestado relevantes serviços à cidade’. Os artistas convocados pela militância gay para dar apoio à causa (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Preta Gil, Ney Matogrosso e Marina Lima), conforme publicado pelo jornal A Tarde nesta terça-feira (18), não se manifestaram.

Justificativa da homenagem

O vereador Heber Santana, autor do projeto que concede o título de cidadão soteropolitano ao pastor Silas Malafia, justificou a honraria pelo fato do pastor ser um “líder cultural” da comunidade evangélica.

“O pastor Silas tem sido porta-voz de um modelo de sociedade que respeita a família e a vida. Em 2009, ele organizou o evento Vida Vitoriosa que levou a Palavra a várias pessoas”, argumenta o vereador. E o próprio pastor Silas emenda: “Estou há 30 anos na TV resgatando pessoas das drogas, da marginalidade. Eu fiz um dos maiores eventos públicos de Salvador. Devo receber o título em consideração a toda comunidade evangélica”.

Santana defende a manutenção do título. “Alguns cidadãos gays já receberam títulos na Câmara e a bancada evangélica não gostou, mas não tentou impedir”.

Qual é a sua opinião sobre essa matéria? Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: Portal A Tarde

O manifesto aloprado de Lula

 

Published on Sep 21, 2012 by nivaldocordeiro

A mando de Lula, o PT e sua base aliada assinaram ontem um manifesto que afirma que usar o tema do mensalão na propaganda eleitoral é 'golpe'. Será mesmo? Contra quem? Golpe é fazer mensalão para subverter a vontade democrática do povo. O uso do fato jurídico na propaganda eleitoral é legítimo e necessário. O manifesto é a demonstração cabal de fraqueza política do PT e seus malogro eleitoral, agora irreversível. Em é uma peça inócua.

Esquerdismo emburrece: O Patriota (Programa de 20/09/2012)

 

 

Published on Sep 20, 2012 by coldmaster1

O Patriota: a Voz da Resistência.
*** http://www.blogtalkradio.com/opatriota/2012/09/20/o-patriota-a-voz-da-resistn... ***

Nesse programa falarei sobre:

1) Bandidos já estão nos ameaçando: balearam o Ricardo Gama, ameaçaram o Cavaleiro do Templo, divulgaram o endereço do Eduardo Recchi.

- Estão ameaçando o Cavaleiro do Templo: não é como antes. Nós SABEMOS que há gente de olho nele. Nós SABEMOS que ele corre risco. Pode ser uma ameaça vazia; pode não ser.
- E não pensem que não é a primeira vez: comunidades "Morte ao Bolsonaro", "Morte ao Silas Malafaia" e "Morte ao Olavo de Carvalho". Ninguém falou nada. O Júlio Severo teve que sair do país PERSEGUIDO por vagabundos.

2) Os muçulmanos idiotas, os esquerdistas idiotas e os ataques contra os EUA em 11 de setembro.

- Evidências de planejamento: em vários países ao mesmo tempo; uso de armas pesadas e controladas; bandeira da Al-Qaeda nos ataques mais fortes; pronunciamento das autoridades locais; 11 anos de 11/09: forma de dizer que se orgulham do que fizeram, que se orgulham da morte de mais de 3000 inocentes.

3) A tentativa da mídia de demonizar Mitt Romney.

- Nenhum conservador discorda da natureza do que ele disse. Talvez discorde do número que ele usou (47%). Mas o que ele disse é verdade: o Obama tem uma massa de escravos para apoiá-lo.

- Frenesi da mídia é ajustada para que Obama não fique mal na fita por ter defendido que a crise no Oriente Médio é consequência da produção do vídeo que zoa Maomé.

- Embaixatriz dos EUA na ONU, Susan Rice, afirmou que ataques contra suas embaixadas foram espontâneos e não planejados.

- Tudo para jogar fumaça no último fracasso do Obama.

• Armas de uma Guerra Ideológica:

- Semana passada:

• Memes para o comprometimento do conhecimento e do pensamento:

- "data não é importante": sim, data é importante.
- "matemática é chato": Passar essa vida sem saber matemática é como comprar uma Ferrari só para ir à padaria.
- "decoreba é burrice": essa é uma das piores. Claro que você tem que decorar.
- "não decoro nada que posso consultar em um livro": como você vai debater sem um livro por perto.

• Promoção dos canais de esquerda:

- "socialismo é o melhor na teoria, mas o pior na prática": num país onde a agenda comunista para a educação tem sido implementada, muitos alunos vão pensar "bem, se é o melhor na teoria, porque não dá certo na prática??? Às vezes, a culpa foi das pessoas que tentaram implementá-lo".
- "eu gosto de poesia": ninguém gosta de poesia.
- uso de músicas de esquerdistas nas salas de aula: evidente forma de promover a incompetência.
- Essa semana: capitalismo!!! (Dica: http://www.businesspundit.com/12-countries-with-the-highest-lowest-tax-rates/).

• Telecurso 2000: "um país mais justo, com mais redistribuição de renda e mais igualdade":

• Países escandinavos são socialistas: ver lista abaixo. País que funciona NÃO É IGUAL a país socialista. Temos que domesticar todos os esquerdistas retardados com essa frase: PAÍS QUE TEM SERVIÇO QUE FUNCIONA NÃO É IGUAL A PAÍS SOCIALISTA. MUITO PELO CONTRÁRIO.

• Nunca houve socialismo: claro que houve... o que não houve foi comunismo, que é uma distopia impossível e perversa.

• Citações sobre o socialismo:

"The end of democracy and the defeat of the American Revolution will occur when government falls into the hands of lending institutions and moneyed incorporations." ― Thomas Jefferson;
"Socialism is a philosophy of failure, the creed of ignorance, and the gospel of envy, its inherent virtue is the equal sharing of misery."

"The inherent vice of capitalism is the unequal sharing of blessings; the inherent virtue of socialism is the equal sharing of miseries". ― Winston Churchill;

"Somebody said to me, 'But the Beatles were anti-materialistic.' That's a huge myth. John and I literally used to sit down and say, 'Now, let's write a swimming pool." ― Paul McCartney;

"Economic power is exercised by means of a positive, by offering men a reward, an incentive, a payment, a value; political power is exercised by means of a negative, by the threat of punishment, injury, imprisonment, destruction. The businessman's tool is values; the bureaucrat's tool is fear." ― Ayn Rand;

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude". ― Alexis de Tocqueville.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O mensalão aos olhos do mundo

 

AUGUSTO NUNES

19/09/2012

às 16:41 \ O País quer Saber

Veja como a imprensa internacional enxergou o começo do julgamento do mensalão:

O diário britânico The Guardian ilustrou com uma foto do ex-ministro José Dirceu a reportagem sobre 'o julgamento do século' no Brasil

O americano Chicago Tribune informou que o desfecho do escândalo pode comprometer o legado de Lula

O site da rede britânica BBC noticiou o começo do julgamento em sua página principal

A emissora americana CBS enxergou no julgamento "um sinal positivo" para um país historicamente marcado pela corrupção impune

A agência americana Bloomberg abriu sua reportagem com uma interrogação: José Dirceu pode acabar na cadeia?

O argentino La Nación referiu-se ao caso como "o julgamento do século" e assim definiu o mensalão: "um gigantesco esquema de compra de apoio político com fundos públicos, que envolveu altos funcionários do Partido dos Trabalhadores (PT) e afetou o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

O jornal paraguaio 'La Nación' ilustrou a reportagem com uma foto de Lula e registrou que, no grupo de réus, figuram ex-ministros, ex-deputados, empresários e banqueiros

O espanhol ABC considerou o caso "um escândalo sem precedentes, o maior da história brasileira"

A agência italiana Ansa destacou a participação de José Dirceu no esquema

A biografia de Lula publicada no The New York Times registra a pressão exercida pelo ex-presidente sobre o ministro Gilmar Mendes para adiar o início do julgamento

O Wall Street Journal enfatizou que o escândalo de corrupção não é prejudicial apenas à imagem do PT, mas também ao "popular ex-presidente Lula"

Em primeiro de agosto, a publicação italiana Corriere Della Sera noticiou o início do julgamento do mensalão

O jornal francês Le Monde noticiou a entrevista de Marcos Valério a VEJA

OLAVETTES: ‘É NÓIS MERMO’

 

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Published on Sep 19, 2012 by Marca Olavettes

Oficialmente a Marca Olavettes se apresenta ao público brasileiro, com lançamento realizado pelo próprio Olavo de Carvalho, no programa semanal True Outspeak.
Visitem-nos!

http://www.olavettes.org
http://www.facebook.com/olavettes

INTELIGÊNCIA, AMOR A DEUS E MUITO RISO.

O parlamento europeu aplica multa a Nigel Farage por este dizer a verdade

 

perspectivas

Quarta-feira, 19 Setembro 2012

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 4:37 pm
Tags: Herman Van Rompuy, Nigel Farage, Parlamento Europeu, União Europeia

The European Parliament has upheld a £2,400 fine against UK Independence Party leader Nigel Farage.

The MEP was docked the money in 2010 for tearing into Herman Van Rompuy, who had just been appointed EU president.

Addressing the former Belgian premier in parliament, Mr Farage said he had ‘the charisma of a damp rag’ and the ‘appearance of a low-grade bank clerk’.

via Nigel Farage: Politician fined $4,000 for saying the EU president has 'the charisma of the damp rag' | Mail Online.

Nigel Farage, deputado ao paralamento europeu pelo partido britânico United Kingdom Independent Party, foi multado em cerca de 3 mil Euros por ter afirmado, num discurso no próprio paralamento europeu, que o “chefe” da União Europeia [Herman Van Rompuy, na imagem ao lado] tinha o “carisma de um trapo húmido e a aparência de um funcionário bancário de baixo estatuto” (sic). A multa foi aplicada pelo próprio paralamento europeu.

Não obstante a multa aplicada a Nigel Farage, parece evidente que Herman Van Rompuy tem, de facto, o “carisma de um trapo húmido e a aparência de um funcionário bancário de baixo estatuto”. Ou seja, a multa aplicada a Nigel Farage não lhe retira a pertinência do fundamento da asserção.

Bento XVI: cristãos e muçulmanos unidos contra a violência

 

 

 

Published on Sep 19, 2012 by acidigital

Chegou o momento de cristãos e muçulmanos darem em conjunto um "testemunho sincero e decidido contra as divisões, violência e guerras", assim afirmou fortemente o Papa durante a sua catequese na audiência geral desta quarta-feira 19 de Setembro, na qual recordou sua recente viagem ao Líbano. Na Sala Paulo VI, diante de mais de 8.000 peregrinos, o Papa assinalou que ele realmente desejava essa viagem, porque "um pai deve sempre estar perto de seus filhos quando eles encontram problemas sérios. "Durante a minha visita, os cristãos e muçulmanos libaneses e de países vizinhos "viveram, com entusiasmo e em clima distendido e construtivo, uma importante experiência de respeito recíproco, de compreensão e fraternidade, que constitui um forte sinal de esperança para toda a humanidade", afirmou o Santo Padre. "Diante dos sofrimentos e dramas que permanecem naquela região do Oriente Médio, manifestei a minha sentida proximidade às legítimas aspirações daquela querida população, levando-lhes uma mensagem de encorajamento e de paz, a mesma que o Senhor Ressuscitado deixou aos seus discípulos, sintetizadas nestas palavras, dou-vos a minha paz", assinalou. Bento XVI mencionou "o terrível conflito que atormenta a Síria, causando, além de milhares de mortos, um fluxo de refugiados" que saem do país "à procura desesperada de segurança e de futuro", bem como a "difícil situação do Iraque". A viagem papal teve como objetivo a assinatura e a entrega da exortação apostólica Ecclesia in Medio Oriente fruto do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio, realizado em Roma em 2010.

JOAQUIM BARBOSA PARA PRESIDENTE

 

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OS CINCO TIPOS MAIS DESPREZÍVEIS DO HORÁRIO ELEITORAL OBRIGATÓRIO

 

O COYOTE

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Por Ivan Cabral

POR EWERTON ALÍPIO

Enumero em seguida os tipinhos mais nauseabundos do horário eleitoral “gratuito”, um grande insulto à inteligência do espectador:

1. Candidato trotskista e maconheiro que desconhece completamente as atribuições de um vereador, mas utiliza o espaço para denunciar a existência da “mais-valia”, defender “educação escolar contrahomofóbica” e qualificar aborto por sucção ou por curetagem (Jesus, que desfaçatez!) como “direito reprodutivo”.

2. Político parasita e seu filho que nunca “deu um prego em barra de sabão” e está louquinho por uma sinecura.

3. Marmanjo protestante que imita a dicção melosa da cantora gospel Aline Barros e ainda afirma descaradamente que seu mandato será um “presente de Deus”.

4. Candidato supostamente direitista e poltrão que, ignorando a inexorável lei da escassez mais do que seus pares socialistas, defende projetos quiméricos só para afagar universitários e sindicalistas barulhentos.

5. Candidato metido a pitoresco que está imbuído da ideia fixa de que todo eleitor é um quadrúpede que votará nele apenas para esculhambar o processo eleitoral.

Bem, meu leitor, era o que tinha a inventariar. Faça sua própria lista de percevejos e de nojeiras característicos da pantomina democrática.

VÍDEO REVELA QUE COMÍCIO DE LULA EM SALVADOR FOI UM FRACASSO GERAL. "MILITANTES" PAGOS PARA FAZER FIGURAÇÃO E ALGAZARRA QUE NÃO DEIXAVA LULA FALAR.

 

BLOG DO ALUIZIO AMORIM

quinta-feira, setembro 20, 2012

Este vídeo já circula intensamente pelas redes sociais mostra que o comício de Lula na Bahia, para tentar desempacar o candidato do PT a Prefeito, Nelson Pelegrino, em Salvador, foi um fracasso total. Tiveram que implorar por silêncio na hora em que Lula pegou o microfone para falar.
Os "militantes" entrevistados afirmam que foram pagos para fazer figuraçã e ganharam R$ 50,00 reais e lanche.
Sobre o palanque o sinal de desapontamento geral. É isso aí. Vejam o vídeo.

Edmeire quer casar com Dilma

 

MÍDIA A MAIS

20 | 09 | 2012

Competição para maior bajulador de Dilma parece ter terminado

Por: Redação Midia@Mais

Foi uma disputa dura, na qual concorreram jornalistas, políticos supostamente “de oposição”, humoristas, líderes empresariais e “liberais” comovidos com a competência de Dilma Rousseff: mas ninguém parece capaz de superar a devoção cega de Edmeire Celestino da Silva à nossa querida presidente.

A segurança da Presidência da República acionou a Polícia Militar do Distrito Federal na manhã desta terça-feira (18) ao perceber que a mesma mulher que tinha tentado invadir o Palácio do Planalto na última semana estava rondando as proximidades do Palácio da Alvorada, residência oficial de Dilma Rousseff. Há uma semana, Edmeire Celestino da Silva, de 29 anos, tentou invadir a rampa do Palácio do Planalto se dizendo "marido" da presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, ela foi imobilizada pelos seguranças da guarda presidencial e levada a um hospital de Brasília. Os médicos atestaram que ela não tinha alteração clínica.

Repare que a notícia publicada pelo portal O Globo deixa claro que a fã incondicional de Dilma não tem qualquer “alteração clínica” (http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/09/fa-de-dilma-se-aproxima-do-alvorada-e-seguranca-chama-policia.html). Ela está consciente do que faz, assim como estão conscientes os bajuladores de Dilma instalados nas redações dos grandes jornais brasileiros e nas entidades patronais de defesa dos “empresários”: todos amam Dilma. A diferença é que Edmeire quer casar com Dilma:

De acordo com a PM do DF, Edmeire disse que só deixaria o local quando a presidente Dilma Rousseff aceitasse se casar com ela.

Infelizmente, a história de amor sonhada por Edmeire terá final infeliz: Dilma não irá se casar com ela, uma vez que jamais partiria os corações de todos os outros apaixonados pela nossa presidente que ocupam a mídia deste país de conto de fadas.

Pais como instrumentos para entortar sexualmente os filhos

 

JULIO SEVERO

20 de setembro de 2012

Comentário de Julio Severo: No livro De Volta Ao Lar, a ex-feminista Mary Pride mostra como uma sociedade que depende de especialistas em psicologia acaba se arruinando. Desgraçadamente, a sociedade moderna tem uma dependência doentia para com essa falsa ciência, que veio para matar, roubar e destruir.

De Volta Ao Lar fornece instruições de como criar seus filhos sem a interferência de especialistas destrutivos. Para encomendar o livro, clique aqui.

Agora, recomendo texto da Dra. Marisa Lobo:

Nova ordem mundial exige “Gender Neutral Parenting” (pais criando os filhos de forma diferente da natural), ameaçando o papel sexual e social e desconstruindo a família biológica natural, tradicional brasileira.

Dra. Marisa Lobo

Como psicóloga profissional de saúde mental estou muito preocupada com o rumo que a nação vem tomando nos últimos anos com relação à sexualidade da família, modelos, papeis sociais e sexuais, e como a mídia tem promovido ações contra a família.

Estou preocupada que as pessoas estão estejam engolindo ideologias mentirosas maquiavelicamente engendradas, para descontruir a Família Brasileira.

A mídia tem conseguido seu intento por omissão ou falta de conhecimento de entendimento do povo, cuja maioria sofre calada, por medo. O povo não sabe o que fazer e como lutar. Po iss, se esconde em sua omissão, sem perceber acaba promovendo e sendo conivente com esse golpe fatal contra a Família Biológica, Natural e Tradicional.

A observação faz parte de minha vida, até mesmo pela minha profissão, e posso dar um diagnóstico ao que observo. A Família biológica, natural e tradicional, está sendo severamente ameaçada, por movimentos militantes do homossexualismo (partidário) com o apoio de uma psicologia (partidária) da sociologia (partidária) entre outras profissões que mostram em sua militância (por gênero, politica e ateísmo) uma faceta altamente antiética que tem não só envergonhado nossa nação, mas sendo péssima influência social, egoisticamente lutando por prazeres.

Mas falo aqui da minha profissão. Acho a pior de todas. A psicologia age como uma “tirana” que tem como objetivo principal a “Desconstrução da Família”, “Desconstrução de Deus”, “Desconstrução da Sexualidade Humana”, apenas com um propósito, construir um império do desejo sem leis, regras, moral, princípios, tentando criar uma nação sem identidade somente para defender um gênero sexual apenas a homossexualidade.

A psicologia hoje se preocupa mais com a politica partidária, e está contaminada por militantes que nos últimos anos detêm o poder, que militam usando as minorias com a desculpa de construir uma sociedade justa com direitos igualitários, como instrumento, escada para se chegar ao império de direito indiscriminado sexual.

A hipocrisia e a mentira operam nessas causas, porque sabemos nós que somente usam os homossexuais, as prostitutas, a criança sem família que sofrem como bandeira ideológica para conseguirem instituir seu império.

Já está em todas as redes sociais e se fortalecendo no mundo um movimento  chamado “Gender Neutral Parenting” [pais criando os filhos de forma diferente da natural] é um movimento contrário aos padrões sexuais naturais que ganha espaço no mundo todo.  Com o slogan “Fuja dos padrões sexuais “tradicionais”, pode formar uma nova sociedade no futuro.

A proposta é não mais fazer distinção entre meninos e meninas (sexo biológico), enxergando apenas uma criança que seria “de gênero neutro”. Ou seja, independente do sexo biológico de seu filho, ele será criado sem referência que favoreça, que incentive seu sexo biológico, incutindo assim na cabeça dessa família e dessa criança que a criança deva ser criada de forma “assexual” e que isso vai torna-la mais inteligente e mais saudável. Seu sexo e o papel masculino e feminino serão descartados. Sendo assim, um menino pode usar roupas de meninas, e vice e versa, pois são uma coisa só, iguais, ou seja a criança resumindo pode fazer sexo com menino com menina, casar a três, não importando nada, pois essa é a noção de família.

Especialistas sérios em todo mundo e mesmo psicólogos, médicos, psiquiatras pediatras estão apavorados e criticando severamente essa tendência que está ganhando força, pois não somente fere a família tradicional, mas cria conflitos de geração de identidade muito maiores. A falta de modelos definidos causa uma grande confusão e conflitos psicológicos nas crianças e vai ter efeitos maléficos mais tarde, inclusive em sua sexualidade, que é o principal objetivo desse movimento.

Para a psicopedagoga Irene Maluf mesmo de modo inconsciente, as crianças tendem a formular suas distinções de gênero observando o pai e a mãe. “É quase impossível, portanto, que uma criança seja criada completamente assexuada. diferenciar gêneros é uma das bases do desenvolvimento”.

O psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade, de Gênero e Orientação Sexual do Hospital das Clínicas, em São Paulo, defende que dar opções à criança é válido, mas o exagero não é saudável. Forçar 100% uma situação de gênero neutro é irreal. “Isso pode causar o efeito completamente contrário e gerar um adolescente e um adulto muito confuso, que culpa os pais por isso”, ressalta.

A tarefa dos pais é apenas reforçar, o que já está determinado pela criação, pela genética, e se, esse modelo for perdido como está sendo, gerará sim transtornos e conflitos muito maiores.

Estamos vendo essa verdade e o objetivo desse grupo que é a “desconstrução como instituição familiar criada por DEUS, um DEUS em quem eles acreditam.

Que DEUS salve nossas crianças. Mas que você pode ajudar também, não aceitando e não sendo omisso e fazendo seu papel verdadeiramente de pai e mãe.

Editado por Julio Severo de: www.psicologiacrista.com.br

Divulgação: www.juliosevero.com

Crianças: inocentes peões da tirania ideológica

Loucura da diversidade sexual: pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas

Exclusivo: Julio Severo entrevista Marisa Lobo, psicóloga cristã ameaçada pelo CFP

A profissão de psicólogos e a homossexualidade: lunáticos dirigindo o asilo?

Homossexualidade: há esperança e libertação fora da psicologia?

Covardia: O poder do Estado e gayzistas contra uma ex-lésbica e sua filha

Anarquia sexual: o legado de Kinsey

LULA e as diversas versões molusculares do MEN$ALÃO

 

 

 

Published on Sep 20, 2012 by abraobico

Original e na íntegra aqui: http://www.youtube.com/watch?v=vVoa0zSmo64

True Outspeak - Olavo de Carvalho - 19 de setembro de 2012

 

Published on Sep 20, 2012 by CanalMSM

Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 19 de setembro de 2012.
http://www.midiasemmascara.org/true-outspeak.html

Uma anatomia da loucura de Lula

 

AUGUSTO NUNES

20/09/2012 às 6:07

Os deuses primeiro tiram a razão daqueles a quem querem destruir. “Quos volunt di perdere dementant prius.” Já lembrei aqui este adágio latino a Lula, mas ele, claro!, não me ouve. No que, do seu ponto de vista, faz muito bem! Se ouvisse, creio que não teria sido eleito presidente da República, porque eu, por óbvio, teria reprovado, como reprovo, os métodos a que recorreu para construir seu partido, para se eleger e para se manter no poder. E é assim não é de hoje — desde quando, ainda bem jovem, rasguei a minha filiação, apostando que ele chegaria ao poder. Foi quando criei a expressão “burguês do capital alheio” (eu ainda era de esquerda) — e, aí sim, tive uma antevisão: não será bom para as instituições e para a verdade dos fatos.

Em seus oito anos de mandato, Lula já havia depredado a história o bastante. Um dia, creio, a onda estupidificante petista na academia reflui, e se poderá, então, serenamente, narrar o que se deu. De todo modo, o Apedeuta encerrou seus oito anos de poder elegendo sua sucessora, o que é uma conquista e tanto. Uma aposentadoria política digníssima se lhe afigurava, com o mito relativamente preservado. MAS NÃO! O DIABO É QUE, NA CABEÇA DE LULA, SUA OBRA ESTÁ INCOMPLETA.

Ainda há no Brasil, vejam que ousadia!, quem lhe faça oposição intelectual — não me refiro aos partidos, não! — e quem não esteja disposto a se ajoelhar a seus pés. Ainda há no Brasil setores que ele considera recalcitrantes, que merecem a pecha de “golpistas” porque ousam não concordar com ele. Ainda há no Brasil, por exemplo, uma imprensa livre também no espírito, não apenas na letra da lei. Se o PT foi malsucedido no seu esforço de criar um mecanismo de censura, sabe, no entanto, que foi muito bem sucedido em tornar influentes alguns de seus valores, hoje bovinamente repetidos por franjas engajadas também da grande imprensa. Há dias, li em dois grandes jornais textos de “analistas” que afirmavam, por exemplo, literalmente, que “ninguém ganha com a guerra entra bandidos e polícia em São Paulo”. Ainda preciso escrever um texto só sobre esse assunto. Imaginem vocês… Quando alguém escreve essa enormidade, está a igualar os dois lados da suposta “guerra”, vislumbrando, então, a necessidade de uma “pax”; o que se está a pedir é uma solução negociada com os… bandidos!  Mas não quero me desviar do foco.

Lula poderia estar exercendo dignamente o seu papel de ex-presidente — ele prometeu, como sempre, ser muito melhor do FHC nisso também… É o que vemos? Não! Dias antes de encerrar seu mandato, anunciou que ele próprio investigaria essa história de mensalão, sustentando ser uma grande tramoia da oposição. Passou a se articular freneticamente nos bastidores para impedir que o Supremo Tribunal Federal cumprisse seu papel. No encontro com um ministro, falou abertamente a língua da chantagem. Conversas de Marcos Valério, reveladas por reportagem de VEJA, informam que aquele que sempre esteve no controle do mensalão (segundo o publicitário), dava garantias que só poderiam sair da boca de um tirano. O Supremo estaria no bolso.

Em associação com José Dirceu e com outros “duros” do PT, armou a CPI do Cachoeira não para investigar falcatruas — o que seria meritório; mas está aí a Delta, protegida pelos petistas —, mas para intimidar a oposição e, de novo!, a imprensa. Lula apostou tudo na comissão. Era o seu bilhete premiado para as eleições de 2012 e de 2014! Não haveria de sobrar pedra sobre pedra dos oposicionistas, da imprensa livre, da Procuradoria-Geral da República — lembrem-se de que Collor foi o escalado para atacar Roberto Gurgel — e do próprio Supremo.

Dos bastidores, chegavam os ecos trevosos: “Não haverá julgamento! Isso irá para 2013 e, de 2013, para nunca mais!”. Ao mesmo tempo, ainda que a presidente Dilma negue (e ela nega), o seu próprio governo passou a entrar no radar do lulismo. O Apedeuta não concordava com a ideia de uma “faxina ética”, na qual a presidente surfou. Isso fazia parecer que seu governo era condescendente (ora vejam!) com a corrupção.

O Babalorixá de Banânia, como sabem, havia prometido “desencarnar”, para empregar o verbo a que ele próprio recorreu, mas quê… Foi tomado, assim, por uma espécie, se me permitem, de paixão carnal do espírito. A história política de Lula também poderia ser contada a partir dos seus ódios. E poucos são capazes de odiar como ele. Ao longo de sua trajetória política, à diferença do que muitos pensam, não liquidou apenas adversários políticos, não! Também destruiu aliados. Para tanto, bastava-lhe ser contrariado. E, como ninguém, soube, desde os tempos de sindicato, usar as falhas alheias e as circunstâncias em benefício próprio e na construção de sua própria mitologia.

Lula poderia, reitero, estar curtindo a sua aposentadoria, mesmo depois do drama pessoal que viveu com a doença — e até por isso também —, mas ele não se entende fora do poder e da disputa pelo poder. Reparem que passou oito anos demonizando FHC, usando a estrutura do estado para atingir a reputação do antecessor. Como nunca, vimos uma máquina de publicidade oficial dedicada de modo contumaz à mentira. Lula tem menos prazer em vencer do que em derrotar o outro. Isso distingue, devo lembrar, um governante virtuoso de um tirano. E Lula só não é esse tirano porque as instituições que herdou não lhe permitiram. Ele as depredou e infiltrou nelas germens do mal — inclusive no Supremo —, mas não conseguiu subordiná-las a suas vontades.

Enlouquecendo
Tentou fazer da CPI a razia final contra o que resta de oposição e contra a imprensa. Não deu! Tentou destruir a reputação do procurador-geral da República. Não deu. Tentou macular a independência do Supremo. Não deu. Tentou se construir como a alternativa a Dilma (“caso ela não queira disputar a reeleição”, ele sugeriu…). Não deu. Tentou impedir o julgamento dos mensaleiros. Não deu. Tentou criar uma mentira sobre aqueles fatos escabrosos. Não deu. Tenta agora eleger Fernando Haddad em São Paulo para ter como chantagear depois o próprio governo Dilma. O jogo não está jogado, mas está difícil. Sai Brasil afora a vociferar contra candidatos a prefeito de partidos de oposição, numa espécie de guerra santa desesperada contra os dragões da maldade. O resultado, por enquanto ao menos, não é muito animador. Ainda que seu projeto paulistano dê certo — não parece que vá —, o PT pode sair dessa disputa municipal menor do que entrou.

E eu ousaria dizer que o principal culpado pelas dificuldades que o partido passou a enfrentar é Lula. Acostumado a jamais ser contestado — e pobre daquele que a tanto ousar —; incensado como dotado de uma intuição genial, que lhe teria sido transmitida pelo leite materno por mãe nascida analfabeta (a minha já nasceu citando Schopenhauer no original…); aplaudido por gente como Marilena Chaui como aquele que, ao falar, ilumina o mundo; recentemente reverenciado por Marta Suplicy como o próprio “Deus” (nada menos!), Lula foi perdendo a razão, caminho certo para a autodestruição.

É claro que ele não vai acabar. Continuará a ser uma pessoa influente na política e no PT por muito tempo. Mas é o mito que passa — e, nesse particular, sua loucura é um bem para o país — por um processo acelerado de corrosão. Talvez ainda se elegesse presidente no primeiro turno (em São Paulo, quem está na frente é Russomanno, afinal…), mas são as suas virtudes demiúrgicas junto a setores influentes da política que estão se esfarelando.

Lula errou feio. Errou quando decidiu emparedar o Supremo. Errou quando decidiu emparedar a imprensa livre. Errou quando decidiu usar uma CPI como instrumento de vingança. Errou quando decidiu que basta mandar para o eleitor obedecer. Errou quando decidiu ser um condestável da República, disputando influência com a própria presidente da República.

Errou feio, em suma, quando acreditou que, de fato, era Deus. E ele é apenas um homem, mais falível, em muitos aspectos, do que a esmagadora maioria. Afinal, o destino lhe sorriu e lhe foi dado governar um país por oito anos. Poderia ter seguido seu antecessor num particular: entregar instituições mais sólidas do que encontrou. Ele preferiu depredá-las de forma sistemática, contínua e dedicada.

Lula, quem diria?, ainda será o melhor biógrafo de Lula. A ambição desmedida do homem acabará por revelar os pés de barro do mito.

Por Reinaldo Azevedo

Fernando Haddad reduzido a nanico

 

Published on Sep 20, 2012 by nivaldocordeiro

A pesquisa do Datafolha divulgada ontem mostrou que Celso Russomano se consolidou na dianteira de intenção de votos, com 35%. José Serra recuperou o segundo lugar, com 21%, e Fernando Haddad caiu para a faixa dos candidatos nanicos, com 15%. A tendência, salvo algum fato novo extraordinário, é o candidato do PT desidratar ainda mais, em face do escândalo e do julgamento do mensalão. José Serra no segundo turno tem ainda chances de ganhar a eleição.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

De volta ao lar, de volta à realidade

 

GOSPEL+

Avatar de Edson CamargoPor Edson Camargo em 18 de setembro de 2012

De volta ao lar, de volta à realidade

É sempre interessante ter contato com as lições de quem dedicou muito tempo estudando uma determinada teoria e se tornou capaz de explicá-la e analisá-la em seus detalhes. Coisa distinta, porém, é conhecer o testemunho de  alguém que manteve um contato não apenas “técnico” e distante com esta teoria, conjunto de convicções ou ideologia, mas que fez ou faz destes enunciados o norte para sua vida, neles busca respostas às questões existenciais mais profundas, e com eles determina seu padrão de conduta, suas respostas a situações diversas e seus objetivos maiores. Diz mais sobre um conjunto de convicções quem as vive com intensidade, quem mergulha sua alma naquilo que professa.

Por isso os relatos de pessoas que passaram por reviravoltas na dimensão intelectual e espiritual de suas biografias  é algo enriquecedor, sendo inúmeros os exemplos na história da ideias, da filosofia e da teologia. As melhores mentes sempre estiveram em busca de respostas. Para elas, ampliar a visão e a consciência sempre foi um dever moral. O relativismo só satisfaz aos frívolos. Grandes mentes sempre almejam respostas  no mínimo satisfatórias para suas indagações.

Em tempos de agitação revolucionária como os nossos, no qual os males da revolução cultural arquitetada pela Nova Esquerda, como todo o seu ódio aos valores cristãos, já se fazem sentir em todo o Ocidente, um testemunho como o de Mary Pride, autora do livro ‘De Volta ao Lar – Do Feminismo à Realidade’, da editora Edições Cristãs ganha importância e merece ser conhecido. Mary Pride, ex-feminista radical, descreve na obra todos os ardis do feminismo, do aborto ao lesbianismo, dos sofismas do planejamento familiar ao neopaganismo inerente ao movimento. Denuncia setores da igreja que negaram doutrinas bíblicas sobre a família e trata de toda a tragédia social e cultural que a nova e falaciosa visão sobre a mulher trouxe: os milhares de divórcios, a matança de milhares de bebês ainda no ventre das mães, as intervenções abusivas do Estado sobre a família e os relacionamentos, a manipulação descarada na educação das crianças, sempre ameaçando a autoridade dos pais, e a forma sutil como as teses do movimento influenciaram os cristãos, que, de forma passiva e progressiva, passaram a sofrer exatamente com as mesmas consequências.

Mas o mérito de Mary Pride vai além. Ela não apenas abandonou uma tese falsa que promove a barbárie para fins revolucionários, nem se permitiu apenas a alertar pessoas cristãs do problema com base em seu testemunho pessoal. Ela propõe uma volta radical para o padrão bíblico que certamente pode ser tido como radical num contexto em que impera o cristianismo “self-service” e aquela  fé “light” estúpida que morre de medo de se passar por “fundamentalista”.  A Sra. Pride não se furta de afirmar com todas as letras que milhares de mulheres cristãs, ao começarem a relativizar as doutrinas bíblicas sobre a família, dão seu primeiro passo rumo à apostasia e às suas respectivas tragédias existenciais. Contra isso, faz de cada capítulo de sua obra uma explanação da instrução bíblica do apóstolo Paulo a Tito, líder da igreja primitiva em Creta:

Semelhantemente, ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não serem caluniadoras nem escravizadas a muito vinho, mas a serem capazes de ensinar o que é bom. Assim, poderão orientar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos, a serem prudentes e puras, a estarem ocupadas em casa [literalmente, trabalhadoras no lar], e a serem bondosas e sujeitas a seus maridos, a fim de que a palavra de Deus não seja difamada.
(Tito 2.3-5)

Mary Pride acredita piamente no valor dessa diretriz, e o livro tem trechos brilhantes ao mostrar os inúmeros benefícios de um trabalho ativo no lar, contra a alternativa do emprego fora de casa, tão valorizado entra as filhas da revolução cultural, cada vez mais carentes, politicamente corretas e desprovidas de outros talentos.

Sobre isso, vale citar um trecho da obra:

Creio que a esposa que trabalha no lar é a mulher da Nova Renascença. O homem da Renascença, se você se recorda, tinha interesse em tudo. Leonardo da Vinci, por exemplo, foi um grande pintor, um matemático esplêndido, um anatomista e um filósofo. O mundo dos negócios de hoje diminui nossas oportunidades de realização, de modo que só podemos nos dedicar a uma estreita especialização. A especializaçãoo não é má; é parte da divisão de trabalho que Deus instituiu no jardim do Éden. Mas precisa de um contrapeso, que o lar fornece. No lar a mulher tem oportunidades de tentar fazer tudo o que lhe interesse: preparar produtos de laboratório, escrever um livro, etc. Devo dizer pessoalmente que meus interesses e talentos aumentaram dez vezes mais desde que deixei meu emprego de engenheira e comecei a trabalhar no lar, e parece que vão continuar a se expandir no futuro. Na força de trabalho lá fora, eu nunca teria oportunidades de adotar interesses tão diferentes como educação, arquitetura, economia, caligrafia, poesia, composição literária, design de roupas, teoria e prática da horticultura, ensino de piano, etc., tudo ao mesmo tempo. Mas no lar estou me ampliando quase sem limite. Cada novo interesse leva a outro, e pela primeira vez em minha vida tenho mais projetos interessantes e úteis do que posso fazer.

Dentre seus interesses, a engenheira e teóloga citou a educação, sem deixar de tratar, em nenhum momento, como artes específicas cada uma das típicas tarefas domésticas que causam asco à nossa geração de almofadinhas egoístas. Mary Pride é uma adepta e entusiasta da escolarização em casa.  Seu site  sobre o tema ( http://www.home-school.com) traz muito material e recursos a respeito. A Constituição de 88 roubou esse direito milenar e de várias culturas da população brasileira, que ficou de vez refém da incompetência autoritária do MEC, e os resultados estão aí. Universidades com quase 40% de analfabetos funcionais, a glamurização da estupidez na mídia de massa e no debate político, cenas semanais de selvageria entre adolescentes em escolas públicas e privadas em todo o Brasil, farsantes como Paulo Freire elevados à condição de mestres da educação. Sem falar no kit-gay liberado e no Monteiro Lobato criminalizado. Como brasileiros, pouco podemos falar contra o método de escolarização defendido pela autora, exatamente o mesmo pelo qual foram educadas pessoas como Claude Monet, Wolfgang Amadeus Mozart, Abraham Lincoln , Alexander Graham Bell, Jonathan Edwards, Winston Churchill, C.S. Lewis, Léon Tolstoy e tantos outros ainda hoje, como a pequena pintora cristã Akiane Kramarik.

‘De Volta ao Lar’ evidencia o quanto nossa sociedade, e não só os cristãos, tem perdido por trocar os princípios que forjaram a civilização cristã, ainda que nem sempre de forma integral, pelo arremedo de cosmovisão baseado nas teses da modernidade: agnosticismo, materialismo, sensualismo, subjetivismo, o endeusamento da “razão” iluminista –  que não passa de um racionalismo amputado – , as ideologias coletivistas assassinas como o socialismo, e suas sub-ideologias auxiliares, como o feminismo, o gayzismo, o ecofascismo, entre outras. Meu sincero desejo é que obras como a da presbiteriana Mary Pride, que infelizmente foi rejeitada por tantas das grandes editoras evangélicas no país – dominadas por progressistas, vale sempre ressaltar -, tenham cada vez mais visibilidade.

(Imagem: Mary Beale, auto-retrado, 1632–1699)

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Avatar de Edson Camargo

Por Edson Camargo
Jornalista e músico, é editor-executivo do site de opinião e análise de conteúdo midiático "Mídia Sem Máscara". Estudioso da filosofia, com ênfase nas áreas de teoria do conhecimento, história das idéias e filosofia política, é um amante dos grandes temas da teologia e um entusiasta da educação clássica.

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A Comissão da Verdade, ou deixa-me ver se entendi direito

 

BRUNO GARSCHAGEN

TERÇA-FEIRA, 18 DE SETEMBRO DE 2012

Na Folha:
Comissão da Verdade limita investigações a agentes do Estado
Decisão do grupo afasta possibilidade de analisar ações de militantes de esquerda na ditadura militar
Membro do colegiado nega que medida faça militares desistirem de colaborar; general da reserva critica grupo
DE BRASÍLIA
A Comissão da Verdade encerrou ontem uma de suas principais polêmicas ao oficializar que suas investigações alcançarão somente as violações aos direitos humanos praticadas por agentes do Estado, ou a serviço deles.
A decisão foi formalizada em resolução interna publicada no "Diário Oficial", segundo a qual o grupo elucidará abusos (como assassinatos, torturas e desaparecimentos) praticados "por agentes públicos, pessoas a seu serviço, com apoio ou no interesse do Estado".
Ela encerra a possibilidade de eventuais apurações de atos de militantes de esquerda que praticaram sequestros e atentados durante a ditadura militar (1964-1985).
Também ficam excluídos dos trabalhos do grupo a investigação dos "justiçamentos" -julgamentos e execuções de integrantes de grupos armados, suspeitos de delação, pelos próprios resistentes ao regime.
O texto da lei que criou a comissão era impreciso em relação a seu raio de alcance, o que levou à especulação de que a esquerda poderia sim ser alvo da comissão.
Deixa-me ver se entendi: o governo brasileiro, na pessoa da presidente Dilma Rousseff, militante de um grupo terrorista de esquerda, cria uma Comissão da Verdade, com alguns membros dessa mesma esquerda, que decide que o grupo só vai investigar abusos praticados pelo governo militar e não os cometidos pelos terroristas de esquerda.

Se parece cada vez mais raro aquele estranho fenômeno de leis que pegam e leis que não pegam, a Comissão da Verdade inaugura um novo: o da lei (da Anistia) que só pega para alguns.

A campanha antitabagista e o estado totalitário

 

MÍDIA SEM MÁSCARA

ESCRITO POR RODRIGO SIAS | 05 SETEMBRO 2012
ARTIGOS - DIREITO

Por que uma campanha antitabagista tão virulenta e um “oba-oba” com relação às drogas em nível mundial? Incoerência global ou movimento calculado?

Sempre detestei a fumaça de cigarro, talvez por ter sido asmático quando criança. Por isso, comemorei a lei anti-fumo em lugares fechados.

Hoje, no entanto, vejo que a batalha contra o tabagismo foi longe demais: tornou-se uma campanha alarmista, moralista e mentirosa.

Por que o Estado me obriga a ver imagens terríveis de pessoas agonizando ou de fetos mal formados cada vez que eu, um não-fumante, entro em uma banca de jornal? Como afirmar em propagandas oficiais espalhadas em cartazes de aeroporto que o cigarro mata mais que as guerras?

A insanidade da coisa é tanta que enquanto o STF libera a “marcha da maconha”, clara apologia ao crime, a ANVISA quer acabar com a indústria do tabaco, que gera milhares de empregos. E lamentavelmente, o Brasil não é exceção. Ao contrário, seguimos totalmente a tendência mundial.

Os possíveis malefícios do cigarro já são mais do que notórios e públicos. O Estado acha que uma pessoa com 16 anos já pode votar e com 18 anos já alcança a maioridade penal e está apta a dirigir um carro. Por que, então, com a mesma idade, ela não teria capacidade de escolher se fuma ou não?

O tabaco é a “droga” mais inofensiva para a sociedade porque não altera o livre arbítrio de quem a consome, ao contrário de outras substâncias, entre elas, o próprio álcool. E, por isso, deve ser tolerado.

O Estado, só deve interferir na decisão individual quando um individuo desrespeita a liberdade alheia.

Em um lugar fechado, me parece adequado haver restrições ao fumo. Mas e dentro do próprio carro? Sim, há leis que querem proibir um fumante acender um cigarro dentro de seu próprio veículo. Em Nova York, já é proibido fumar na calçada.

Um certo doutor alarmista com “cara de doente” afirma que o cigarro vicia mais que o crack e, por isso, seria mais perigoso. É claro que este argumento não tem a menor lógica.

Em uma sociedade livre, cada indivíduo possui o livre-arbítrio para escolher se “viciar” no que quiser, mesmo que isso não seja saudável, desde que permitido pela legislação em vigor.

No ano do centenário de seu nascimento, muitos lembraram que o saudoso Nelson Rodrigues, viciado em jogos de futebol, foi impedido pela família de assistir as partidas decisivas do seu time de coração, o Fluminense, para preservar a sua saúde.

Eu, assim como Nelson, sou viciado em jogos de futebol e “tricolor de coração”. Quando o Flu ganha, fico eufórico. Quando perde, fico deprimido, às vezes doente.

Será que pensando no meu bem-estar - e de milhões de brasileiros -, o governo irá elaborar uma legislação para me impedir de ver “jogos para cardíacos” só porque sei a escalação do time campeão carioca de 1995? Ou por que sei a ordem dos pênaltis batidos na final da Copa de 1994?

Será que vão proibir que se frequente a praia sem protetor solar? Vão fiscalizar se as pessoas lavam a mão antes de comer? Será que vão proibir a batata frita? Bem, em Nova York já se gasta dinheiro alertando os consumidores dos “males” da batata frita. A proibição parece uma questão de tempo. Parece absurdo?

Pois é, mas estamos falando de uma prefeitura que encontrou uma brecha na legislação para, através de decretos municipais, limitar o direito de cidadãos de portarem armas, algo garantido pela 2ª emenda da Constituição dos EUA. Claro, a limitação do porte de armas é pensada para “proteger” o cidadão.

Cito as leis nova-iorquinas porque são o exemplo mais bem acabado de legislações que interferem indevidamente na vida dos cidadãos com a desculpa de protegê-los de si mesmos.

Esse fenômeno está sendo chamado de “Estado Babá” ou no original, o “Nanny State”, pelos conservadores americanos.

A história ensina que o “Estado babá”, quanto mais se fortalece, se transforma no “Estado totalitário”.

E todos os Estados totalitários que já tivemos notícia “cuidaram” da saúde de sua população, baseando-se na crença de que o cidadão “pertence” ao Estado.

A convicção autoritária sobre o cidadão encontra eco desde a cidade-estado grega Esparta, mas dois personagens do século XX ilustram bem essa lição.

Sir Winston Churchill, o grande estadista britânico, era conhecido por ser um fumante compulsivo, em especial, de charutos cubanos.

Quando Hitler se vangloriou de não beber e não fumar tornando o povo alemão mais “saudável” com seu exemplo, o líder britânico replicou: "Fumo e bebo sem moderação. Em compensação, durmo tranquilo todas noites com a minha consciência."

Em sua última estadia em Cuba, no ano de 1946, o ainda primeiro-ministro da Grã-Bretanha visitou a fábrica Romeo y Julieta que, após o fato, deu o nome de seus charutos longos de "Churchill". Era uma homenagem para aquele que se tornou um excepcional “garoto-propaganda” da marca cubana. 

Churchill viveu “apenas” 90 anos - dos quais 65 anos como fumante-, o suficiente para ganhar o prêmio Nobel de Literatura e liderar o mundo livre contra o regime nazista, que proibia o fumo, mas que prescrevia morfina, anfetaminas e cocaína para que seus soldados lutassem melhor.

O dia 29 de agosto tornou-se o ‘Dia Nacional de Combate ao Fumo’. É o dia perfeito para a seguinte reflexão: por que uma campanha antitabagista tão virulenta e um “oba-oba” com relação às drogas em nível mundial? Incoerência global ou movimento calculado?

Quem, como eu, tem por hábito acompanhar as matérias do Mídia sem Máscara, já sabe a resposta.

Rodrigo Sias é economista.

Artigo publicado originalmente no jornal Brasil Econômico, edição n. 754, ano 4, do dia 29 de agosto de 2012, em uma versão reduzida. Foi adaptado pelo autor para publicação no Mídia sem Máscara.

A versão original está disponível aqui.

Sob o comando de Lula, petistas tentam intimidar o STF e dizem que transmissão do julgamento pela TV põe em risco a democracia; o partido exibe a sua cara: odeia a imprensa livre, odeia a Justiça livre, odeia os homens livres, odeia a liberdade! Ou: O bolivarianismo da boca do caixa

 

VEJA

19/09/2012 às 6:11

Ontem, parlamentares petistas, na Câmara e no Senado, obedecendo ao grito de guerra lançado pela Executiva do PT, sob a inspiração de Luiz Inácio Stálin da Silva, assumiram a tribuna para defender o partido. Acusaram a existência de uma suposta conspiração contra o partido. Dela fariam parte, como sempre, as tais elites e a imprensa. O partido que mais arrecada recursos de campanha junto a indústrias, empreiteiras e bancos não disse exatamente a que elite se referia — quem sabe estivesse a falar sobre a elite dos homens de espírito livre, que não aceitam se submeter às vontades de um partido, de um candidato a tiranete, de alguém que acredita ser Deus. O deputado André Vargas (PR), secretário de Comunicação da legenda, não teve dúvida: afirmou que a transmissão ao vivo do julgamento, pela TV Justiça, põe em risco a democracia.

Viva! Eis, finalmente, sem máscara, a verdadeira cara do PT. Ao longo de 32 anos, a legenda se apresentou com várias faces. Já foi o partido “do socialismo”, da “terra, trabalho e liberdade”, da “ética na política”, da “sociedade organizada”, das “minorias”, da “democracia”. Um dos truques mais antigos do demônio — a rigor, é seu único recurso — é se apresentar por aquilo que não é.

Do socialismo, o PT só herdou o autoritarismo.

Da luta por igualdade e justiça, só conservou os burocratas da militância.

Da pregação em favor da ética, restou a construção de uma moral coletiva que só serve ao partido, a transformar seus bandidos em heróis e em bandidos aqueles que a ele se opõem, sejam ou não culpados.

Da sociedade organizada, fez uma máquina de aparelhar o estado, submetendo o bem coletivo aos interesses de um grupo.

Da luta das minorias, organizou as suas micropolícias do pensamento, de inspiração fascistoide.
Era fatal que chegasse, então, ao repúdio claro, escancarado, arreganhado, sem subterfúgios, à democracia. O secretário de Comunicação do PT disse ontem, com todas as letras, que uma Justiça que se exerce à luz do dia e ao alcance de uma parcela ao menos do povo é uma… ameaça a ordem democrática. Vamos ver.

No dia 2 de outubro, não se esqueçam, eu espero leitores de São Paulo na Livraria Cultura da Avenida Paulista para assinar “O País dos Petralhas II – O inimigo agora é o mesmo”. No dia 4, espero os do Rio na Livraria Argumento, do Leblon. Já há outras datas agendadas. Informo amanhã. Eu me orgulho de ter escrito o Volume I. Eu me orgulho de ter escrito o Volume II. E escreverei quantos livros se mostrarem necessários para denunciar o autoritarismo, a vigarice política, as tentações totalitárias, o ódio à democracia, a apologia dos “bons ladrões”. Eles não se cansam de mentir sobre si mesmos e sobre nós? Eu não me canso de fazer o contrário. Talvez um dia escreva “Como nos livramos deles”, mas não sou um finalista, não me proponho tarefas dessa natureza.

Denuncio as tentações totalitárias do PT bem antes de essa gente chegar ao poder. Conheço de perto seu repúdio à democracia. O ódio contra a Justiça e a defesa da censura decorre do fato de que essa turma não acredita na existência de culpados e inocentes. O mundo de Lula e de seus comandados obedece a outra clivagem: eles só enxergam aliados e adversários. Tudo o que serve aos propósitos do partido e a seu fortalecimento é bom; tudo o que se mostra um empecilho à expansão de seus domínios é mau. Afinal, não é esse mesmo Lula que, em menos de dois anos, tanto satanizou o clã Sarney em palanque como o classificou de paladino de democracia? Em solenidade recente, Marta Suplicy, ministra da Cultura (!), chamou o presidente do Senado de “estadista”.

O título dos meus livros, noto, nem sempre é bem compreendido. “O País dos Petralhas” não é o Brasil, onde também há milhões de pessoas decentes.
O país dos petralhas é aquele em que o compadrio toma o lugar das leis.
O país dos petralhas é aquele em que a impunidade dos companheiros é chamada de justiça.
O país dos petralhas é aquele em que o bem coletivo é tratado como propriedade privada de um partido.
O país dos petralhas é aquele em que um partido vigia a sociedade, em vez de a sociedade, por meio de suas leis democráticas, vigiar os partidos.
O país dos petralhas é aquele que quer censurar a imprensa livre.
O país dos petralhas é aquele que financia pistoleiros disfarçados de jornalistas.
O país dos petralhas é aquele que quer transformar o Supremo Tribunal Federal numa repartição de um partido.

Denuncio o país dos petralhas porque acredito no país dos homens livres, que não devem obediência a aiatolás e a aiatolulas; que podem pensar sem peias, que podem opinar sem medo, que se deixam intimidar pela policia do pensamento.

Espantoso atrevimento
É espantoso o atrevimento dessa gente! Nas conversas que manteve com seus interlocutores, Marcos Valério deixou mais do que claro: ele havia recebido dos petistas a garantia de que não seria molestado pela Justiça. Os ministros do Supremo que têm vergonha na cara — e, hoje, eles são uma maioria esmagadora — não aceitam ser tutelados por Lula porque, de fato, no estado de direito, essa tutela pertence à Constituição e às leis.

Aqueles aos quais é dado ter a última palavra no que concerne às leis são primariamente indicados para o cargo pelo presidente da República porque este é um dos ofícios do chefe do Executivo, constitucionalmente definido. Ao Senado cabe indicar ou reprovar o nome. O ministro que chega à Corte não está investido nem da vontade do presidente nem da vontade dos senadores. Sua investidura decorre da origem popular do mandato daqueles dois outros Poderes. Ministros do Supremo, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, servem ao povo, dentro dos parâmetros da Constituição e dos demais códigos legais.

Ministros do Supremo, em suma, não são corruptos passivos que praticam atos de ofício em benefício de um corruptor ativo — ainda que em nome da ideologia ou de um partido.

Lula jamais vai entender isso. Não porque lhe falte instrução formal. Ele é mais autoritário do que propriamente ignorante. E é também um sem-limites. A Brasília e a corredores do STF já chegaram seus ódios e seus vitupérios, sua desmesura no uso de palavrões — comum, diga-se, mesmo em conversas amenas —, suas iras santas. Porque ele próprio nunca se reconheceu como um devedor das instituições, estava firmemente convencido de que os ministros que nomeou deviam vassalagem a ele, não ao estado democrático e de direito. É o que leva o deputado André Vargas a fazer aquela declaração boçal. A sociedade com a qual Lula sonha não é muito diferente da de Chávez. O petismo só escolheu outro método: o da boca do caixa.

O PT está em seu terceiro mandato presidencial. A oposição no Brasil é a menor — acreditem! — da América Latina (e de todo o mundo democrático). Até Chávez, Rafael Correa, Cristina Kirchner e Evo Morales têm mais adversários nos respectivos Parlamentos do que o PT. Mesmo assim, os petistas alimentam um permanente sentimento de derrota. Para que experimentassem mesmo a sensação de vitória, seria preciso ter juízes e imprensa debaixo do chicote. 

E não terão. O Brasil que se preza, acreditem, já derrotou o país dos petralhas. 

Texto originalmente publicado às 5h06

Por Reinaldo Azevedo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".