Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Fundação que premia Lula vendeu R$ 115 milhões ao governo em 2008

COTURNO NOTURNO
SEGUNDA-FEIRA, OUTUBRO 13, 2008

O Grupo Prisa, promotor do Prêmio Internacional Don Quixote, é dono da Fundación Santillana, que é dono das editoras Objetiva e Moderna no Brasil, constituindo-se em um dos mais poderosos grupos editoriais da Espanha.

Por trás do prêmio que Lula recebe hoje, na Espanha, existem imensos interesses comerciais. O prêmio é pelo fato do nosso presidente ter instituído a língua espanhola nos currículos brasileiros, o que abre um mercado promissor para a venda de publicações em espanhol que, casualmente, são uma das especialidades da promotora do mesmo. Além do Prêmio Internacional Dom Quixote de La Mancha, instituído pela Fundación Santillana e pela Junta de Castilla-La Mancha, Lula vai receber E$ 25,000 e mais uma escultura de Manolo Valdés. Até agora Lula não disse para quem vai doar o prêmio em dinheiro. A cerimônia será presidida pelo Rei Juan Carlos e terá a presença do Presidente José Luis Rodríguez Zapatero. Por ética e transparência, as editoras Objetiva e Moderna, que pertencem ao Grupo PRISA, deveriam ser proibidas de fazer negócios com o governo Lula. Não é o que ocorre: a Editora Objetiva já vendeu R$ R$ 775.628,63 e a Editora Moderna muito mais: R$ 115.254.122,78. Somente em 2008.
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Os negócios da Editora Moderna deram um salto com o governo Lula. As vendas que eram de R$ 39 milhões anuais em 2005 passaram para R$ 82 milhões em 2006 e para R$ 177 milhões em 2007. A lei de Lula, que instituiu o espanhol nos currículos do ensino fundamental, é de agosto de 2005.
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O programa de distribuição de livros didáticos para alunos de escolas públicas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da educação (FNDE), mantido pelo governo federal, fechou negociação com 16 editoras para a aquisição de 103 milhões de livros escolares, O valor total negociado é de R$ 719,5 milhões. As editoras que venderam seus livros para o FNDE foram Moderna, FTD, Ática, Saraiva, Positivo, Scipione, Escala, do Brasil, Ibep, Base, Sarandi, Dimensão, Nova Geração, Casa Publicadora, Educarte e Cia da Escola. Como ocorreu no programa anterior, a Moderna liderou novamente o ranking de vendas de livros, com um contrato de R$ 150 milhões, seguida pela editora Saraiva, que fechou compras de R$ 140 milhões.Pertencente ao grupo espanhol Santillana desde 2001, a Moderna detém atualmente cerca de 30% do mercado de livros didáticos.(Valor On Line, 14 de agosto de 2008)
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A Editora Moderna, com sede em São Paulo, pertence ao grupo espanhol Santillana – o principal grupo editorial da lingua espanhola no mundo, com presença em 22 países. Por sua vez, o Santillana é o braço da PRISA, sigla de “Promotora de Informaciones, Sociedad Anónima”. Na Espanha, a PRISA detém o controle de mais de 15 jornais, entre outros, o El País, Diario As, Cinco Días etc. É ainda acionista, com 80%, da Unión Radio (que é proprietária das radios SER, Los 40 Principales, M80 Radio, Cadena Dial, Máxima FM, Radio Olé, etc. Na área televisiva dirige a televisión Sogecable que inclui o canal aberto Cuatro e a televisão digital, via satélite, Digital+, com canais temáticos como Canal+ , CNN+ (notícias), Cuatro (aberto), Sportmanía (esportes), Cinemanía (cine), Documanía (documentáriosl). Na Europa, detém 15% de editora do diário francês Le Monde, cerca de 11% da Presse Europe Regions .

DIREITO ALTERNATIVO E LUTA DE CLASSES

PAPÉIS AVULSOS


“... a mais comum e durável causa de divisões da sociedade tem sido a distribuição variável e desigual da propriedade. Os que possuem bens e os que não os possuem sempre tiveram interesses divergentes na sociedade


É muito importante, numa república, não apenas defender a sociedade contra a opressão de seus legisladores, mas também proteger uma parte da sociedade contra a injustiça da outra parte"


JAMES MADISON Jr.


As duas frases do “Pai da Constituição Americana” e autor das dez primeiras emendas (Bill of Rights) indicam que os framers da mais duradoura Constituição Democrática e Republicana de todos os tempos não desconheciam a ameaça permanente do confronto entre os que têm e os que não têm. Pelo contrário, e nisto reside a sabedoria que norteou suas decisões, tais divisões foram claramente admitidas. É ainda Madison quem diz, nas discussões que se seguiram à proclamação e durante o processo de referendo pelas colônias, que “... ascausas das divisões não podem ser removidas, e para o alívio (das tensões) devem ser procurados os meios de controlar seus efeitos” (Federalist Papers #10, as ênfases são de Madison). É uma demonstração cabal não apenas de lucidez, mas de perfeita sintonia com a tradição judaico-cristã: o Deus de Israel é o Deus de todo o povo eleito, sem distinções; e Jesus Cristo pregou a solidariedade entre todos os homens estabelecendo, através do amai-vos uns aos outros as bases da solidariedade cristã.


Por outro lado, aqueles que negam os fundamentos religiosos e morais da nossa civilização abandonaram o conceito de solidariedade e a necessidade de “controlar os efeitos” da desigualdade entre os homens e o substituíram, uns, pela crença fervorosa e onipotente na “mão invisível” do mercado como único regulador necessário – são os que se autodenominam libertários; outros perceberam como poderiam, ao invés de controlar, explorar tais desigualdades em proveito próprio, para aumento do seu poder – os comunistas. Esclareço: não uso o termo “socialista” porque acredito que social-democracia, liberal-socialismo ou social-liberalismo são contradições em termos, usados para mascarar as verdadeiras intenções totalitárias que em nada se diferenciam das dos primeiros.


À tese de Marx de que a “história dos homens é a história das lutas de classes”, Lenin completou com a recomendação de “acirrar todas as contradições, e aonde não existirem, criá-las”. Como já demonstrei anteriormente, o comunismo é uma máquina ininterrupta de produção de mentiras e a maior de todas é a de que através de engenharia social – comandada obviamente por eles mesmos – é possível chegar a uma sociedade onde as diferenças entre os homens serão abolidas e a paz eterna reinará. Esta falsa utopia serve na medida para conquistar idiotas úteis para a luta pela hegemonia e, em última análise, pelo poder total e irrestrito dos doutrinadores, uma vez tornados hegemônicos. Estes sabem que não existe utopia alguma, é puro engodo.


É lamentável ver como esta mentira viceja dentro das próprias comunidades judaicas e igrejas cristãs – a Demonologia da “Libertação” é o exemplo maior que prometendo na Terra o que Cristo prometeu para os justos na vida eterna. De nada adiantou Jesus Cristo ter dito que “meu Reino não é deste mundo” – pilar da Doutrina Social da Igreja – pois os demonólogos da “libertação” afirmam que seu reino poderá ser implantado aqui e agora, aderindo às teses marxistas-leninistas e mandando às favas aquela Doutrina.


Libertários e comunistas parecem ser opostos, mas são na verdade complementares – e ambos se opõem, embora por motivos diversos, à democracia liberal. A onipotência do “deus” mercado acirra tanto as contradições entre as classes quanto a práxis marxista. Como os seres humanos são desiguais, o mercado tende a acirrar as diferenças entre os que têm – e querem manter o monopólio da posse – e os que não têm, e o resultado inevitável é o mesmo da práxis marxista. Eliminando a solidariedade acirram uma guerra de morte entre os segmentos da sociedade, criando um terreno fértil para a implantação das idéias comunistas. Diga a um rapaz pobre nascido numa favela que ele pode um dia, por esforço próprio e confiando no “mercado”, chegar à mesma situação de seu patrão, em cuja mansão trabalha em troca de salário de fome, e estará criando as condições para torná-lo um comunista – ou petista – militante. Um libertário é um equivocado, cujos equívocos abrem caminho para as mentiras marxistas parecerem promessas maravilhosas. Lula, com sua sagacidade e hipocrisia – e talvez numa ameaça velada - afirmou (O Globo, 25/06/08): “Vamos deixar as ideologias de lado. Ninguém se importa se a China tem partido único, imprensa controlada, o que importa é que estão ganhando muito dinheiro”. Já ouvi este argumento de grandes empresários e intelectuais libertários: a abertura da economia chinesa para o mercado mundial e a política de “um país, dois sistemas” levará inevitavelmente à abertura política. Da parte dos empresários não passa de uma falácia para encherem as burras – suas e dos déspotas chineses corruptos - à custa da mão-de-obra irrisória do trabalho escravo; da parte dos intelectuais não passa de uma burrice, se bem ou mal intencionada, não sei.


Quando o rapaz do exemplo acima, se desiludir – e se não for burro será logo, logo – se tornará presa fácil para os doutrinadores comunistas e o próximo a empunhar a bandeira vermelha.


A expressão cabal do jus naturalismo – a série de pressupostos gerais que antecede o direito positivo - é o preâmbulo da Declaração de Independência americana: “Acreditamos que estas verdade são evidentes por si mesmas, que todos os homens nascem iguais e são dotados pelo Criador com certos direitos inalienáveis; entre eles, a vida, a liberdade e a busca da felicidade”. A base do uso alternativo do direito é fruto direto da concepção marxista da luta de classes: a noção do justo natural é uma invenção da classe dominante para, através da justiça, manter a opressão sobre a classe proletária e é preciso solapar cada vez mais as bases de sustentação da ordem e da justiça, e refutar o jus naturalismo clássico e suas verdades metafísicas por não atenderem mais ao estágio atual do desenvolvimento social. Seguindo ainda outra máxima de Lenin – “acuse o outro de fazer o que você faz ou pretende fazer” – usou-se o “conhecimento” do homem comum - que não é totalmente errado - de que “a justiça é para os ricos que se livram fácil enquanto os pobres não têm vez”. Conseqüentemente, o uso alternativo do direito leva em conta o pertencer a pessoa à classe burguesa (opressora) ou à classe proletária (oprimida) para ditar a sentença. O que antes era uma deficiência da aplicação da lei ou mesmo uma malversação da lei devida à corrupção de alguns juízes – nunca um erro essencial do conceito de justo – transforma-se em axioma central de uma nova construção jurídica. Sua base ideológica é que “toda desigualdade (incluindo os planos metafísico e religioso) é uma injustiça, um mal em si mesma; toda autoridade um perigo e a liberdade absoluta um bem supremo”. A base econômica está no que Ubiratan Iorio [1] denomina “os dois ‘teoremas do atraso’: (1º) ‘João é pobre porque Pedro é rico’ e (2º) ‘O somatório das pobrezas é igual à riqueza’”.


Sei que me atrevo a trilhar caminhos diversos daqueles aos quais estou acostumado por força das minhas funções, mas tive um guia excelente para ordenar minhas observações anteriores sobre o tema [2] e minha experiência anterior com o alternativismo em outras áreas do conhecimento humano. Tanto no direito quanto nestas outras áreas “a teoria alternativa não surgiu espontaneamente, como fruto de movimentos populares acoroçoados pela opressão da classe burguesa (nem) seus objetivos são incertos. Suas idéias propulsoras têm sido engendradas (...) por juristas sagacíssimos (o ‘Juiz Cidadão’), que delas se têm servido como meio para realizar (...) o processo revolucionário alternativo. Estes juristas (...) atuam com grave astúcia retórica (...) investindo contra uma sociedade indefesa e carente de (outros) juristas preparados para o necessário confronto”.


Assim também foi em outras áreas das quais posso falar com conhecimento de causa: na medicina, na psiquiatria e na psicanálise. De início de forma titubeante e depois com enorme arrogância foram aparecendo, como fruto da New Age e das revoltas de 68 contra a ordem estabelecida, as medicinas alternativas, a anti-psiquiatria e o movimento antinosocomial, e a psicanálise alternativa. Na medicina surgiram as terapias orientais baseadas em idéias já abandonadas pelos povos que as criaram, como os chineses que hoje preferem montar modernos hospitais com o que há de melhor na ciência médica ocidental. A anti-psiquiatria, fruto direto das idéias marxistas: os pais são os burgueses que oprimem os filhos proletários (o filme Pai Patrão é a expressão artística desta fase). O movimento antinosocomial, baseado na crença de que a loucura é apenas uma invenção da classe dominante para oprimir os “diferentes e inconformados”. A psicanálise, que impõe enormes esforços e sacrifícios materiais e psicológicos – entre os quais o principal é o reconhecimento da responsabilidade pessoal pela própria vida, incluindo sucessos e fracassos – foi sendo substituída por formas alternativas facilitadoras e suavizadas, baseadas na exaltação das “transgressões” às teorias e técnicas tradicionais, onde a culpa é sempre dos pais e os filhos são vítimas. Simultaneamente, preconiza-se que o profissional não deve manter a neutralidade, mas sim interferir diretamente nas decisões do paciente (o filme Gente como a Gente é o símbolo). Infelizmente, tais idéias vêm sendo oficializadas e estimuladas pelas próprias Sociedades e Associações psicanalíticas.


Poderia falar ainda nas outras áreas em que o alternativismo tem penetrado profundamente, como as morais alternativas, as dietas alternativas, sexualidades e famílias alternativas – enfim, todas as áreas em que imperavam as tradições da civilização ocidental.


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Com sua impressionante argúcia, capacidade de síntese e simplificação – só comparável à de Adolf Hitler, inclusive pela falta de conhecimento adequado dos temas - Lula disse numa entrevista à Folha de SP em 26/05/1994: “Coisa justa vale mais que lei.... Entre a lei e a coisa justa e legítima, eu sempre disse que o justo e o legítimo é muito mais importante” (sic). Tal afirmação por parte do Presidente da República que jurou proteger e respeitar a Constituição e as Leis do País seria motivo de pedido de impeachment imediato, não fora o estado de total anestesia da população, que há anos vem sendo martelada incessantemente por slogans revolucionários de “justiça social” e “direitos humanos” ao ponto de ninguém mais se escandalizar com o que, noutros países mais civilizados, sequer seria admitido. É o que Gramsci pleiteava como modificação do senso comum. O justo a que se referiu Lula não é a desejável preponderância do direito natural sobre o positivo. É antes a imposição do “socialmente justo” sobre os outros dois. O socialmente justo se impõe para modificar o próprio sentido do justo e do equilíbrio entre o natural e o positivo, “com vistas a eliminá-lo e a implantar uma juridicidade igualitária”. Como observa Olavo de Carvalho, ao se referir a outra origem do alternativismo, o desconstrucionismo, [3] “Juízes, promotores e advogados são hoje formados sob a crença dominante de que as leis não têm nenhum significado originário objetivamente válido. Toda significação que elas possam ter é mera projeção de fora, vinda dos setores politicamente interessados. (...) uma ‘comunidade interpretativa’ (pode) impor a sua leitura dos textos legais por meio da gritaria, da chantagem, da intimidação”.


Em setembro de 2005 tive a desagradável oportunidade de debater com um “Juíz-Cidadão” [4] no Seminário Drogas – Questões e Práticas Atuais, organizado pelo Serviço de Apoio aos Psicólogos da Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Na primeira mesa de debates - Drogas: Perspectiva Histórica e Atual - fiquei pasmo ao ouvir o Juiz que me precedia afirmar ser o primeiro Magistrado que não mais expedia sentença de prisão para narcotraficantes, mas os condenava a “trabalhos sociais”. Minha perplexidade era porque este Magistrado estava simplesmente se recusando a aplicar a Lei, “impondo a sua leitura baseada em setores politicamente interessados”, no caso, os grupos de pressão pela legalização das drogas. Como não tenho sangue de barata, na minha vez contestei esta afirmação na base de que, data vênia, um Juiz deve cumprir a Lei, ressaltei ainda que tais sujeitos são assassinos extremamente perigosos e que condená-los a trabalhos sociais era o mesmo que lhes dar o aval para distribuir a droga, agora legalmente. O Juiz ficou visivelmente embaraçado, mas os protestos da platéia lhe deram novas forças. Escusado dizer que os aplausos no final da minha exposição foram apenas protocolares, enquanto o tal Juiz foi ovacionado!


É assim que se constrói o Estado Democrático de Direito: com gente que precisa de aplausos, pois são doutrinária, técnica e teoricamente fracos e despreparados. Não compareci à sessão da tarde porque tinha outros compromissos, mas soube posteriormente que quem dominou o restante do Seminário foi um sujeito de uma ONG que defende a Redução de Danos (ver Drogas: repressão não resolve? Drogas: liberdade de escolha ou compulsão destrutiva?) visivelmente drogado! É a raposa cuidando do galinheiro!


Notas


1. As ameaças à Liberdade no Brasil, Palestra proferida em 13/06/08, no Rio de Janeiro no Seminário A Realidade Política Brasileira: uma Proposta Liberal-Democrática para a Reversão da Crise, organizado pelo Farol da Democracia Representativa.


2. A Verdadeira Face do Direito Alternativo, do Doutor Gilberto Callado de Oliveira, ed. Juruá, Curitiba, PR, 4ª Edição revista e ampliada com estudo da influência do gramcismo no direito alternativo. Todas as citações em itálico sem ressalvas, são deste livro.


3. Enquanto a Zé-Lite Dorme, Diário do Comércio, SP, 04/12/06.


4. O conceito é de Marco Aurélio Dutra Aydos, citado no livro do Dr. Callado.

Lula larga a "Sra. Suplício" de lado

ESTADÃO
Leonencio Nossa - de O Estado de S.Paulo, segunda-feira, 13 de outubro de 2008

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reprovou o comportamento agressivo da candidata petista à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, que fez insinuações de ordem pessoal na propaganda eleitoral gratuita ao adversário e atual prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Veja também:

linkEnquete: estado civil do candidato interfere no voto?

linkBlog: Leia os principais momentos do debate na Bandeirantes blog

linkEspecial: Perfil dos candidatos em São Paulo especial

link'Eu prometo' traz as promessas de Marta e Kassab especial

linkGeografia do voto: Desempenho dos partidos nas cidades brasileiras especial

linkConfira o resultado eleitoral nas capitais do País especial

linkAs principais promessas dos candidatos especial


Um dia após o locutor do programa dela questionar o estado civil de Kassab, o Palácio do Planalto desvinculou qualquer participação na nova fase de campanha da candidata. O ataque de Marta a Kassab ocorreu depois do ingresso oficial de Lula na campanha da petista, na última sexta-feira.

Em viagem ao exterior, Lula avaliou em conversas por telefone com assessores que a candidata errou no tom dos ataques. No Planalto, a preocupação é dissociar a entrada na campanha de Marta do chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, à nova fase de ataques a Kassab. Eles observaram que Gilberto entrou oficialmente ontem na campanha e os ataques foram definidos por marqueteiros dias antes. Tanto Gilberto, um ex-seminarista reconhecido no Planalto pela gentileza e simpatia, quanto o presidente mantêm relações de respeito com Kassab.

Antes de embarcar para a Espanha, Lula já havia se queixado do temperamento "difícil" de Marta. Numa conversa no final de semana com o vice-presidente José Alencar e duas pessoas próximas, Lula considerou que a disputa em São Paulo está perdida e ressaltou que Kassab soube fazer política, segundo um dos participantes do encontro.

Lula citou uma polêmica recente de Marta com o pastor Samuel Ferreira, da Assembléia de Deus do Brás. Ela entrou com um processo contra ele, porque não teria tido direito de resposta numa enquete promovida por uma rádio ligada à igreja.

"Perguntaram se eleita ela iria continuar processando as pessoas. Ela respondeu que se errassem, iria. Eu disse: 'Marta, não faça isso'", relatou o presidente.
Em junho, numa conferência de homossexuais em Brasília, Lula fez discurso contra o preconceito, pediu que as pessoas "arejassem a cabeça" e propôs o "Dia Nacional da Hipocrisia", numa crítica a políticos "conservadores".

No último dia 19 de setembro, em entrevista à TV Brasil, ele defendeu o casamento de pessoas do mesmo sexo.

"Tem homem morando com homem, mulher morando com mulher e muitas vezes vivem bem, de forma extraordinária. Constróem uma vida juntos, trabalham juntos e por isso eu sou favorável", disse na entrevista.

Pessoas próximas do presidente observaram ontem as "contradições" da política. Enquanto Lula se esforçou para mudar o discurso, deixando de lado as piadas com conotação homossexual, mesmo nas conversas reservadas, a socióloga Marta Suplicy e seu marqueteiro João Santana se desesperaram e recorreram a afirmações preconceituosas de adversários de projetos dela na área das minorias.

O presidente aproveitou para se queixar do compromisso político com o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), que pediu a ele gravar para o programa do candidato à prefeitura carioca Eduardo Paes, um dos mais ferrenhos críticos do Planalto durante a crise política de 2005. "Eu gravei o programa, mas disse para o Sérgio que o (Fernando) Gabeira vai desmontar facilmente o meu depoimento", avaliou. "Gravei porque me pediu."

Resposta para a "Sra. SUPLÍCIO" lá de São Paulo



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Povos Geraizeiro, Caatingueiro, Vazanteiro, Veredeiro, Xacriabá - é a REVOLUÇÃO EM MARCHA

PAZ NO CAMPO
Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 76 - #3

Desde a aprovação da Convenção 169 da OIT- Organização Internacional do Trabalho que versa sobre os pretensos direitos dos povos indígenas ou tribais, ONGs, Pastorais,Sindicatos de trabalhadores rurais, Universidades e o Estado estão descobrindo novas “comunidades”, todas à procura de um “resgate histórico”, que nada mais é  do que a pretensão de “retomarem `seus´ territórios”. 

A reconstrução do Brasil primitivo

A Pastoral da Terra da CNBB, que é porta-voz da Teologia da Libertação, inspira e aglutina todo tipo de população dita  “marginalizada” , para atuar em comum. Esta, por sua vez, tem a seu dispor para formação  e orientação milhares  de intelectuais de extrema esquerda e ativistas de todo tipo, que organizam conferências, Congressos, debates, eventos, exposições, manifestações etc., mantendo mobilizados esses  incautos  “povos”. Prometem propriedade, mas só concedem o uso. Coletivizam a terra. Contam com o auxílio  inclusive financeiro de ONGs. Na região do Cerrado em Minas Gerais estão se formando os assim chamados povos Geraizeiro, Caatingueiro, Vazanteiro, Veredeiro, Xacriabá (indígena) e Quilombola (afro-descendentes).

Segundo o Boletim Famaliá “a denominação de povo Geraizeiro (localizado no Norte de Minas) está relacionada com as comunidades que vivem em ambientes de cerrados e que desenvolveram ao longo dos séculos, um modo de vida muito singular associando à produção de alimentos e a criação de animais com o extrativismo, com o aproveitamento das frutas nativas, plantas medicinais, madeira lenha e forragem (solta dos animais) em áreas comunais”. Com essas características pleiteiam a condição de povo tribal, sob a proteção da Convenção 169 da OIT.

O contexto é a “luta das populações tradicionais do norte de Minas Gerais, pela retomada de seu território”, para nele reconstituir o Brasil de 1.500.

É a mesma utopia: reconstruir o Brasil de 1.500 com as etnias tribais

Com os povos indígenas essas novas tribos poderiam dizer: “ Nós, povos marginalizados, passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nós estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente” . Este texto foi tirado do livro Outros 500 – Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário.

É uma nova vertente do mesmo comunismo e do mesmo anarquismo do século passado, que quer para nosso País uma nova civilização. O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela segue seu caminho trilhando os rumos benditos da civilização cristã ou será entregue à barbárie.

Os geraizeiros

No final do ano passado foi realizada em Vereda Funda, Rio Pardo de Minas a 3ª. Conferência Geraizera, com participação de mais de 100 comunidades, de mais de 30 municípios. Participaram também diversas ONGs, Pastorais, sindicatos de trabalhadores rurais, Universidades e o Estado de Minas Gerais.

Trata-se de uma “nova modalidade” de articulação, em tudo semelhante às das tribos indígenas e aos quilombolas.

Vejamos o que dizem os geraizeiros: “As comunidades geraizeiras do Norte de Minas tiveram seu território expropriado na onda desenvolvimentista da década de  1970/1980, que destruiu o cerrado para implantação de “monoculturas”. A expansão grandes empreendimentos resultou em sérios desequilíbrios ambientais: assoreamento de rios, secamento de nascentes, degradação dos solos e da rica diversidade de plantas e animais do cerrado, desestruturando assim o sistema de produção e o modo de  vida geraizero, modo este intimamente vinculado ao ambiente natural”. Todas essas catástrofes estão afirmada, mas nada provado.

A verdade é outra. O que foi feito foi uma verdadeira colonização, com agricultores sobretudo do sul do País,que recuperaram uma terra pobre com a parceria da iniciativa privada.  Mas essa verdade é inadmissível para o miserabilismo de certa “esquerda católica” que só admite que é bom o tribalismo e a reconversão do país a cinco séculos atrás.

Para onde caminham os geraizeiros? 

Segundo eles próprios, desde 2000 as comunidades geraizeiras vêm desenvolvendo propostas para a retomada de seus territórios”... já apresentaram ao governo do Estado de Minas Gerais e ao Governo Federal um programa  de Reconversão extrativista das áreas de “monocultura” do eucalipto e a constituição do RESEX – Reservas Extrativistas Geraizeiras. Essas comunidades encontram-se articuladas com o MASTRO – Movimento Articulado dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais da Região do Alto Rio Pardo, com a FETAEMG, com a REDE DESERTO VERDE, com a VIA CAMPESINA, com a REDE CERRADO, com a Asa (Articulação do Semi-Árido) e com a ANA (Articulação Nacional de Agroecologia (sobre agroecologia vide página específica em www.paznocampo.org.br).

Nota: A 3ª. Conferência Geraizeira realizou-se na “comunidade” Vereda Funda  que é  considerada  um marco da luta geraizeira pela “reapropriação” de seu território. Dizem que o município em que se encontra foi um dos mais devastados para a plantação de eucaliptos. Faz parte do complexo de mais de 1 milhão de hectares desta cultura que atinge a região norte-nordeste de Minas, uma das maiores áreas contínuas de eucalipto do planeta.

O que Fazer Nesta Crise?

Stephen Kanitz

Outubro/08


Toda crise tem sete fases.

 

Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica, é tudo boato.

Fase 2. Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.

Fase 3. O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.

Fase 4. O problema é muito grave mas as medidas emergenciais surtirão efeito.

Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder.

Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados.

Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes.

 

Os Estados Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3. Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos na Fase 5, quando basta um entrevistado na televisão afirmar “que esta crise é igual ou pior que a de 1929”, como vários já falaram, ou escrever no jornal “as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil”, como já foi publicado, e gerar pânico por aqui.

 

Não, a crise ainda não chegou no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua promoção pode estar em risco mas não o seu emprego.

 

Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise de 1929, quando 25% dos trabalhadores perderam seus empregos e que durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses.

 

Se tivessem líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses. 

 

Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando sua poupança e prevendo o pior.  Ninguém sabe quem serão os 25% de desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras evitando a espiral recessiva.

   

Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929 como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os bancos, o que aconteceu agora na Europa.

 

A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o que vier, especialmente se for notícia ruim.

 

Nenhum banco comercial irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram mas ninguém percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929, está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco.

 

Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais faria.

 

Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas porque não venderam na “alta”.

 

Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas felizmente foi uma lei que “não pegou”. Problema a menos.

 

Só temos bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de investimentos americanos.  

 

O Brasil não está alavancado. Nossos créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando problemas.

 

Nosso Banco Central, adotou o que venho alertando há anos a países e famílias - a política de ter reservas para os dias de crise e hoje temos US$ 200 bilhões. Pela primeira vez o Brasil tem reservas para sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir furos de caixa.

 

Temos um sistema financeiro dos mais modernos e rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90. Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro banco numa crise destas. 

 

Esta é a hora para disseminar a nossa força, as nossas reservas, a competência de Henrique Meirelles, primeiro administrador financeiro (Coppead) a comandar o nosso Banco Central, e já se nota a diferença. Está na hora de mostrarmos ao mundo que como a China e Índia, nós vamos crescer via mercado interno, com produtos populares, tese que há anos venho defendendo.

 

Esta é a hora de mostrar o que DÁ CERTO no Brasil em vez de conseguir fama no rádio e na televisão mostrando o que poderia dar errado.

 

Lembre-se que os verdadeiros culpados já estão se movimentando para culpar os inocentes, e assim saírem incólumes e mais poderosos.


Stephen Kanitz

stephen@kanitz.com.br

 

DIREITO, TESTEMUNHO E PROVAS OBJETIVAS

PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA



Frente à declaração pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, do Coronel do Exército (Reformado) Carlos Alberto Brilhante Ustra como ‘responsável pela tortura de três pessoas da mesma família durante o regime militar, na década de 1970, época em que comandava o DOI-Codi em São Paulo’ num julgamento ‘apenas moral e político, já que Ustra foi beneficiado pela Lei de Anistia, em 1979’, cabe recordar que os julgamentos baseados apenas em testemunhos são processos considerados arcaicos e pré-jurídicos. Reproduzo abaixo trecho do livro As Origens do Pensamento Grego, de Jean-Pierre Vernant (DIFEL, 1981, trad. Ísis Borges da Fonseca):

‘No processo arcaico os gens enfrentavam-se, tendo por armas as fórmulas rituais e as provas previstas pelo costume: o juramento, o juramento solidário, o testemunho. Estas provas tinham valor decisório possuíam valor religioso asseguravam automaticamente o êxito no curso do processo se eram corretamente utilizadas, sem que o Juiz, em seu papel de puro árbitro que se limitava a verificar e a declarar a vitória ao termo da prova de força, tivesse que indagar sobre o fundo, reconstituir o objeto do litígio, conhecer os fatos em si mesmos. Mas quando (com o advento) da cidade (Polis) o Juiz representa o corpo cívico, a comunidade em seu conjunto e que, encarnando este ser impessoal superior às partes, ele próprio pode decidir, resolver segundo sua consciência e de acordo com a lei, são as próprias noções de prova, de testemunho e de julgamento que se encontram radicalmente transformadas. O Juiz deve, com efeito, trazer à luz uma verdade em função da qual terá doravante de pronunciar-se. Pede às testemunhas que não mais jurem afirmando-se solidários de uma das duas partes, mas que façam um relato dos fatos. Por esta concepção inteiramente nova da prova e do testemunho, o processo empregará toda uma técnica de demonstração, de reconstrução do plausível e do provável, de dedução a partir de indícios ou de sinais – e a atividade judiciária contribuirá para elaborar a noção de uma verdade objetiva, que o processo antigo ignorava, no quadro do pré-jurídico’. (p. 57, as ênfases são minhas).

Estaremos num quadro pós-jurídico ou retornando à barbárie, ao arcaico? Terão os testemunhos valor não mais religioso, como antes, mas ideológico? Será este o sentido do ‘direito alternativo’? Está aqui em jogo não apenas a honra de um oficial do Exército não apenas o próprio Exército mas Justiça em nosso País. Está em jogo como poderemos todos nós ser julgados doravante.

OS FUNDAMENTOS DA ECONOMIA DOS ESTADOS UNIDOS SÃO FORTES - RUSH LIMBAUGH

PAPÉIS AVULSOS do HEITOR DE PAOLA


É verdade: Os Fundamentos da economia dos EUA são Fortes.


 


Nota do Tradutor (Tradução: Mayr Sampaio Fortuna Neto) - Esta é a tradução da transcrição de parte do programa de Radio (Talk Show) de Rush Limbaugh, em 24 de setembro de 2008. Aqui, ele comenta sobre a economia, mas mais importante, sobre a fé que os Americanos tem na América, e denuncia as práticas dos Democratas – Liberais (Comunistas Norte Americanos). Esta é uma peroração, uma exaltação, deste grande americano, que vale a pena ser lida, não somente por representar a fé de um grande povo, mas também, porque denuncia muito do que nós brasileiros já sofremos, e continuamos a sofrer no nosso dia a dia. A linguagem do texto é coloquial (trata-se da transcrição de um bate-papo com ouvintes do show de rádio) e eu tento mantê-la assim tanto quanto possível.


 


RUSH:


 


Os Fundamentos da Economia dos EUA ressoam (são fortes). Snerdley (um ajudante do programa) diz – “Você não acredita mesmo nisso né?” Então eu tenho que explicar.


 


Vejam, ele pensa, que vocês, nós todos, estamos balançando, à beira do colapso, desastre total, bancarrota e tudo o mais. Então, eu vou dizer por que você se sente como se sente. Não é a Economia. Não é. Segure-se, porque aqui nós temos Max Boot, no Los Angeles Times de hoje:


 


“Não entregue a Economia Americana tão barato, nem tão rápido”.


 


Ele começa desta forma:


 


Um Ministro Israelense em visita aos EUA, propôs dois argumentos interessantes numa conferência em Washington este fim de semana:


 


A atual Crise Financeira, ele disse, esta minando a percepção de Pode Norte Americano, quando se trata de lidar com problemas tais como a ameaça nuclear Iraniana, os aventureiros Russos ou as crescentes ameaças do Hamas e do Hezbolah. Vários atores ao redor do mundo, olham para os EUA., e vêem um Gigante Aleijado, o que reduz os incentivos a fazer concessões à Washington.


 


Este problema é real, mas assim também é, o sentimento expresso após estar por aqui por alguns dias. O fim econômico dos EUA, ele pensa, não esta tão aparentemente próximo,  como tão pronta e sensacionalmente alardeado pela mídia internacional. Até agora, o Povo nas Ruas (Main Street) tem demonstrado uma impressionante capacidade de resistência frente aos problemas de Wall Street. Mesmo que a economia, finalmente, sucumba a uma recessão, como agora parece ser o caso, ela se recuperará novamente antes de muito tempo.


 


Houve muitas, muitas crises no passado. A estagflação e os picos dos preços do petróleo dos anos 70, a Débâcle da Poupança e Empréstimos, assim como o alarmante défcit Orçamentário e Comercial dos anos 80, a explosão da Bolha da Internet (.com) e os ataques terroristas do início da década, o que levou muitos observadores a prever que os Estados Unidos da América (A superpotência Imperialista) logo seguiria o caminho da Roma antiga.


 


Rush comenta: E nós sempre voltamos mais fortes, cada vez mais fortes – Não voltamos Snerdley? Obama, seguramente, com os diabos, ficou RICO nos anos “Bush”, Al Gore ficou rico nos anos “Bush”, os Clintons ficaram ricos nos anos “Bush”.


 


“O que os pessimistas ignoram, é que os Fundamentos da Economia Americana são Excelentes e permanecem Inabaláveis”.


 


Rush comenta: Vocês sabem, amigos, a Economia Americana – e este é outro grande erro em que incorre a mídia, por ignora-lo – pode ser rastreada até o povo que a faz, o povo que trabalha, isto é, você meu amigo.  A Economia Americana não é esta gente de Wall Street, não é aquela gente de Washington (nt: os conservadores atribuem grande parte, senão a maior parte dos problemas econômicos ao governo de Washington e às políticas Democratas Liberais). Vocês realmente pensam, que estes caras como Barney Frank (Congressista, Chefe do Comitê de Assuntos Financeiros do Congresso dos EUA – Democrata) ou Chris Dodd (Senador, Líder Democrata no Senado Federal, que ainda conta com maioria Republicana) ou todos estes matutos bobalhões (yokels) conduzindo esta audiências no Congresso, que Paul Bernanke (Chefe do Federal Reserve – Banco Central Norte Americano) ou Henry Paulson (Secretario do Tesouro) tem a varinha mágica para corrigir isso tudo (a crise das hipotecas)? Vocês realmente acreditam nisto? Não acreditem! Não, porque eles não tem. Se alguém por lá, tivesse uma maneira de prevenir estas coisas, elas nunca teriam acontecido, mas elas acontecem, porque você não pode parar o Mercado. Agora, você pode socializar o Mercado, você pode Diminuir o Ritmo de Atividade do Mercado, você pode destruí-lo com ataques ao longo do tempo, que é o risco que nós estamos correndo hoje. Mas esta gente, não é diferente de ninguém mais, eles apenas tem esta “Aura” de sapiência baseada nos cargos que ocupam, nos cargos que ocuparam, mas estas coisas ocorreram debaixo dos olhos deles, e agora eles alegam que têm a solução mágica para resolver a crise, e isto vai requerer apenas a miserável quantia de 700 bilhões de dólares minha gente. É por isso  que eu sempre digo meus caros amigos – e vocês riem de mim, e pensam - ele é apenas um sabe-tudo que extrapolou – se “eles” vão ter uma recessão, não participe dela, não se junte a ela. Vocês ficariam surpresos com a fôrça da atitude meus caros, o resultado desta atitude. O que os pessimistas ignoram, é que os Fundamentos da nossa Economia, são fortes!


 


De fato, o Fórum Econômico Mundial, avaliou os Estados Unidos, como a economia mais competitiva dos últimos dois anos (A nova pesquisa sai mês que vem). As estatísticas do Fórum indicam que o Produto Interno Bruto ´per capita´ tem crescido mais rápida e consistentemente do que o das outras economias desenvolvidas desde a década de 80. Uma análise mais profunda da competitividade Americana mostra que o nosso comércio interno é particularmente forte (1º no mundo) – e nós continuamos a ouvir sobre a China - Nós, meus caros, somos o Número Um. Nós somos o maior mercado doméstico do mundo, não se esqueçam disso. Não há ninguém, nem mesmo perto de nós. Somos também, além disso: “em tempo necessário para se abrir uma nova empresa (No. 3)”, “Capital de Risco (No. 1)”, “posse de computadores pessoais (No. 2)”, “Colaboração na Pesquisa, Universidade X Indústria (No. 1)” e, qualidade das instituições de pesquisa científica (No. 2). Agora vejam, eu não vou discutir os aspectos liberais influentes nestas coisas, poderemos faze-lo mais tarde, estou somente fornecendo nossa colocação agora.



A disponibilidade de Capital de Risco pode estar um pouco afetada, devido aos problemas com a Bolha das Hipotecas, e nós devemos nos preocupar, se os Democratas conseguirem controlar as duas pontas da Avenida Pensilvânia em novembro (nt: De um lado, a Casa Branca, do outro o Congresso – que já é controlado por eles desde 2006 – mas, este ano também há eleições para o Congresso) porque eles podem exacerbar o que a pesquisa diz ser os dois aspectos mais problemáticos de se fazer negócios nos EUA: Impostos altos e incremento excessivo de regulamentação de impostos.


Eu digo a vocês, meus caros ouvintes, nós não podemos nos dar ao luxo de um “Empréstimo Barack Obama”. Não poderemos suportar o “Risco” de não saber o que estamos levando e também não precisamos dos “avalistas” dele: Jeremiah Right (nt: pastor comunista anti-americano ferrenho), Bill Ayres (nt: ex terrorista e ideólogo dos “Organizadores Comunitários”), Toni Rezko (8 things you need to know about Obama and Rezko), Bernardine Dohrn (nt: nascida em 12 de janeiro de 1942, ex-líder da organização radical de esquerda  Weather Underground).


 


Mas, seja o que for que aconteça nos próximos meses, a maioria das vantagens que alimentam a capacidade da Economia Norte-Americana, continuarão inalteradas, assim como também, outra Estatística Vital: De acordo com autoridades Federais, a Taxa de Fertilidade nos EUA. – onde cada mulher tem hoje 2,1 crianças – é a maior dentre as economias desenvolvidas. Porque nós na fazemos mais tantos abortos como fizemos no passado, dentre outras coisas. Então meus caros, nós, Americanos, estamos produzindo uma População de novas abelhinhas trabalhadoras.


 


Agora, voltemos aos Democratas e seus Impostos.  Se você pensa caro amigo, que o que esta acontecendo já é o máximo que poderia acontecer em termos de maldade e problemas, causados pelos Democratas, você esta enganado. Aguarde até que também aconteça com o Seguro Saúde Social. Agora, este grau de crise, pode não ser atingido durante a minha vida, ou a sua, mas vai seguramente acontecer durante a vida de nossos filhos, e eles podem não querer pagar os impostos que gente como Obama vai exigir. Então, amigos, eleições são importantes. Esta é de importância crucial, ainda mais que toda a mídia esta ajudando Obama, e tentando controlar nossas mentes, pelo controle da informação. Assim, os fundamentos da economia são fortes e ainda há oportunidades lá fora. Pessoas estão abrindo novos negócios todos os dias, empreendedores estão fazendo o seu máximo, e em situações de crise, meus amigos, nos criamos mais empreendedores. Nós temos a história de fazê-lo. A oportunidade esta lá fora, más, ela não chega de graça. Você pode ouvir a batida na porta – “alô, cheguei!” – mas a oportunidade será desperdiçada amigo, se você não agarra-la com ambas as mãos. Então, pergunto: por que sentir-se mal, porquê você se sente mal? Bem, há sérias razões meu amigo, e elas não são econômicas.


 


De forma a nos controlar, a nós, os exuberantes Americanos, a esquerda, o Partido Democrata, os Socialistas, tem nos atacado continuamente, vagarosa mas continuamente, diariamente. Nunca termina, isto nunca termina. Primeiro, eles tentaram destruir a nossa religião, até que nós nos sentirmos diferentes, começarmos a falar baixo e dissimuladamente sobre ela. Então, veio a guerra contra as Armas. Eles não podem permitir que o povo americano esteja armado porque isso nos dá muito CONTROLE. Então, eles se infiltraram nas escolas públicas, nas Universidades, a mídia tentando ganhar o controle sobre os nossos hábitos (campanha do Fumo, da comida, dentre outras) e, então, você se sente mal. Quem quer que seja você, você se sente mal. Você pode ligar o rádio, ouvir uma música, ver a televisão, ler um jornal ou um livro, e sempre estará lá: SEU PAÍS FEDE, e você também. Eles atacaram os nossos carros (nt: alusão aos carrões americanos), eles fizeram a definição americana de liberdade virar um demônio, forçando-nos a dirigir estas caixinhas de fósforo de brinquedo que eles chamam carro, e nós ficamos sem saída. Agora, eles estão atacando os telefones celulares, meus amigos e eu digo que não vão conseguir – Telefone celular dá câncer, da mesma forma que o cigarro da câncer, eles não podem provar, mas dá! Somando-se à nossa perda de liberdade, eles ganham dinheiro para continuar as operações de ataque. Por que eles tem medo do telefone celular? – Bem, você sabe, com um celular, nós podemos falar uns com os outros.


 


Assim que eles puderem, eles vão se livrar de mim, de mim e de outros que como eu contrariam a Fairness Doctrine (nt: alusão a tentativa de retirar do ar os talk-shows que ‘mostram um lado só, muito influentes entre o povo, e atualmente mais fortes que a grande mídia na formação de opinião). Eles também vão tentar se livrar das pessoas que eles não gostam na internet. E vão usar estes meios, para disseminar a propaganda deles. Vejam, esta semana mesmo, estamos presenciando um ataque deliberado, na tentativa de socializar o sistema financeiro dos EUA. Nós estamos chegando ao ponto amigos, em que não teremos controle sobre o nosso próprio dinheiro. Mas, ora, quem precisa investir, quando temos um futuro seguro garantido pelo governo? E aí, veio o Chuck Schumers – A culpa é sas hipotecas! Ora, o que é uma hipoteca? Uma hipoteca é o instrumento de acesso ao Sonho Americano amigo, é o símbolo da posse de uma propriedade privada! E lá vem o Chuck Schumers culpando as hipotecas – Segundo ele, o fato de você ter uma propriedade privada causou este problema. É longa amigos, esta estrada que nós temos viajado, estes ataques, vem acontecendo há anos e anos, décadas,  com este grupo de “Organizadores Comunitários”, NÚNCA PARA! Más, é também uma estrada muito direta, é o caminho da servidão (livro de Fredrich A. Hayek). É por isso amigo, que você se sente mal, você esta PERDENDO A SUA LIBERDADE e você não entende isso, não compreende isso.


 


Deixe-me dizer mais alguma coisa aqui, só para esclarecer. Quando eu digo que os fundamentos da economia são fortes, eu não estou tentando relevar o seu pessimismo a respeito das coisas, porque, nós precisamos estar preocupados sobre as coisas aqui – Não estou dizendo: Hei, ta tudo bem, vamos já bater as asas e sair desta situação, não, de forma alguma! O problema, é que nós estamos no meio de uma crise, e esta crise, não é uma falha do capitalismo, é uma falha do GOVERNO! Nós não temos só o direito, nós temos o DEVER de ser pessimistas. Temos o dever de estar brabos, e motivados a fazer algo a respeito. O governo, esta no Piloto Automático amigos, ele não mais responde ao desejo do povo, o governo, e todos estes políticos entreguistas, usando o governo para minar a economia! Não seja pessimista sobre as circunstâncias econômicas que vão atuar sobre as suas finanças. Mas fique brabo, muito brabo, com o que está acontecendo com este sistema de governo, que se desviou dos seus fundamentos, para algo que os fundadores (nt: pais fundadores da nação) nunca teriam endossado. É simplesmente enlouquecedor!


 


Quando eu digo – os fundamentos da economia são fortes – nós temos duas escolhas, podemos escolher o crescimento econômico, ou podemos escolher um governo socialista, e uma economia socialista, e você pode esquecer o crescimento econômico. Aqui está uma pequena ilusão, e você pode  levantar as mãos para o alto e dizer – Meu Deus, não demora muito, e também vai acontecer aqui! – Esta veio do UK Guardian – O Equador, na próxima semana, votará o que muitos países acham IMPENSÁVEL! O Equador está dando à Natureza, “Direitos Humanos”! As pessoas são chamadas a votar uma constituição que dará direitos humanos à natureza. Florestas tropicais, rios, ilhas, o ar, teriam os mesmos direitos que as pessoas! E, se eles votarem sim, (56% SÃO A FAVOR E 23% SÃO CONTRA), então aprovam também a Carta dos Direitos da Natureza, que será aplicada, e novas leis, que mudam o Status da Natureza de simples propriedade para uma Entidade-com-Direitos.


Você poderia ser acusado de assassinato, por cortar um ramo errado de uma árvore, ou, se você esta descendo um rio, no Equador, no seu Caiaque ou canoa, e precisa fazer cocô, ou urinar, alguém te vê... Quem sabe o que eles poderiam fazer?


A ESQUERDA ESTA SIMPLESMENTE FORA DE CONTROLE COM TANTO PODER! E É DIFÍCIL DIZER, MAS É SOBRE ISTO QUE FALAMOS: PODER. O QUE ESTA REALMENTE COMANDANDO, DIRECIONANDO ESTA LINHA DE AÇÃO, É A AUSÊNCIA DE Deus nos corações e almas da esquerda.

Dizem que é besteira chutar "cachorro morto"

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC
Postado por movcc às 10/14/2008 12:29:00 PM

Mas nós vamos continuar chutando, até porque essa cachorrada merece muito chute no traseiro para largar mão de ser sem-vergonha.

Depois da “tacada de mestre” do marqueteiro da petista, os “martistas” conseguiram mostrar, com exatidão, o real tamanho de Marta Suplicy para o eleitor paulistano.

Sejamos justos: Temos que parabenizar o marqueteiro da candidata pelo seu excelente trabalho. Nem mesmo a competente equipe de campanha do Kassab foi tão incisiva e cirúrgica assim. Com certeza Marta acusará seu coordenador de campanha de ter se vendido para os tucanos.

Quanto ao Lula ter negado Marta antes mesmo que o galo cantasse três vezes (ele viajou justamente para não aparecer ao lado da candidata petista), mesmo ele tendo participado do filme produzido para a TV (onde ele reforça sim, o tom preconceituoso da mensagem - o mote da campanha) lógico, que agora ele nega, ele não sabe de nada e não tem nada tem com isso.

Enfim, Lula 
soltou a mão da companheira bem no meio do afogamento. Coisas do DNA petista.

Conhecemos bem as reações de Lula e como ele lida mal com as rejeições. Um sujeito que não consegue sequer lidar com “vaias”, imagine o que significa perder a prefeitura de São Paulo, a maior cidade da América Latina e, principalmente, perder (numa espécie de prévia) o Brasil para o Serra?

Pois é. Que essa derrota da Marta seja acachapante, retumbante e apoteótica, e que vá muito além dos 17%, por todos esses desvios morais e éticos de conduta de seu partido de mensaleiros. Que o tamanho desse NÃO seja um recado ensurdecedor para o Lulismo: aqui não é a Bolívia, nem a Venezuela, nem o Equador. Por Gaúcho/Gabriela

TÁTICAS DOS COMUNISTAS

Carlos I.S. Azambuja, Historiador e Fundador do FDR
08/04/2008


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Os comunistas, que sempre estão em minoria, trabalham para propagar sua influência além de seu número, formando coalizão com ouros grupos, entidades civis ou partidos, em nome de alguma causa comum, para depois irem, gradativamente, ocupando os espaços e os cargos dirigentes de todo o movimento.

Cavaleiro do Templo: estão vendo pessoal do grupo gay e outros que andam de mãos dadas com esquerdopatas. Eles abraçam suas causas e depois cospem vocês fora!!!

Objetivam, com isso, insinuar sua linha política na consciência dos demais, de forma que, instintivamente, todos comecem a falar o idioma comunista, exigindo medidas definidas como de seu programa mínimo.[*]

Recorde-se que seu carro-chefe nos anos 80, após a anistia de 1979, no Brasil, foi o fortalecimento da sociedade civil.

Através da infiltração sistemática, a rede de instituições que conforma a sociedade civil é levada, sutilmente, a conjugar suas reivindicações específicas com as palavras-de-ordem definidas pelo partido como capazes de mobilizar as forças contrárias ao regime em uma ampla frente.

Essa expressão – sociedade civil –, foi hoje incorporada de tal forma ao uso corrente que passou a fazer parte dos discursos e pronunciamentos de parlamentares e demais autoridades. Alguns sem mesmo conhecer o seu real e abrangente significado, citando-a na presunção de que exista uma sociedade militar, e não para estabelecer um parâmetro entre ela, a sociedade civil, e a sociedade política.

Eles, os comunistas, procedem baseados em um planejamento calculado e concebido para influenciar os não-comunistas, enquanto que estes últimos atuam como indivíduos, isoladamente, que querem realizar uma obra e sabem que os problemas a resolver são complexos. Os comunistas estão isolados de qualquer influência recíproca por sua ideologia, por seu desprezo aos liberais burgueses e pelo sentido de superioridade que lhes proporciona o saber que são eles quem, de fato, manejam a situação.

Outra finalidade da atuação em frente ampla, frente única, frente popular, pacto comum ou qualquer que seja a denominação que, de acordo com as circunstâncias, se lhes dê, é converter o maior número possível de pessoas em grupos de influência submetidos ao seu comando.

O partido dá, também, muito valor a abaixo-assinados onde constem as assinaturas de conhecidos liberais não-comunistas, que não viram motivos para dizer não aos companheiros de luta. Igualmente às concentrações de massas e atos públicos, nos quais esses mesmos liberais aparecem como comissão de frente.

Embora na maioria dos casos não consigam influir na política governamental, os comunistas sempre são vitoriosos, porque criam uma situação na qual um grupo de liberais não-comunistas compartilha de seu fracasso. (Cavaleiro do Templo: a crise americana é exemplo disto)

Na medida em que esses companheiros de fracasso, por suas posições, vão sendo jogados para a oposição ao governo, tenderão a dizer desse governo e de seus dirigentes o mesmo que os comunistas.

Ademais, a experiência compartilhada do fracasso abranda, quase sempre, a atitude para com o partido, fazendo essas pessoas mais receptíveis às suas interpretações sobre os problemas nacionais e a forma de solucioná-los.

Os comunistas colocam a reforma em um extremo da escala e a revolução em outro extremo, com a reação entre ambas. Encaram os reformadores e os reacionários como preservadores do status-quo.

O inimigo principal dos comunistas, porém, não é a reação, que por sua própria resistência às mudanças contribui para a criação de uma situação revolucionária, e sim os reformistas que, ao melhorarem as condições de vida do povo, contribuem para a redução das tensões das lutas de classes, dificultando, assim, o triunfo dos comunistas.

Entretanto, o partido não pode opor-se abertamente à reforma da mesma maneira que, com efeito propagandístico, se opõe à reação, pois fazê-lo equivaleria a perder o apoio das massas que, corrompidas pela democracia burguesa e carecendo de consciência de classe, preferem apenas uma pequena melhoria a uma melhoria total, que dependerá de um vasto descalabro revolucionário.

Em conseqüência, desempenham os comunistas a estranha tarefa dual de aparentar aliança com os reformadores para, ao mesmo tempo, tratar de desacreditá-los e impedir que resolvam os problemas o suficiente para aliviar as tensões. Para essa tarefa, a frente, o pacto, a aliança, ou seja lá o nome que receba, oferece um campo de manobra ideal, pois legitima a presença dos comunistas junto aos reformadores e aproveitam ao máximo toda ocasião de assumir uma tarefa de vanguarda contra as forças da reação.

Isso permite aos comunistas realizar o que Marx recomendou em seu discurso à Liga Comunista: andar adiante dos reformadores, sendo menos tímidos e mais generosos nas demandas que formulam em nome dos necessitados e descontentes. Gozam também da mesma vantagem de que gozou Lenin quando se propôs derrubar o governo de Kerenski: a de ser irresponsável, ao contrário dos reformadores responsáveis que consideram viável a nossa sociedade e contribuem para que ela funcione, propondo soluções que sejam praticáveis.

Diz um dos princípios básicos do marxismo-leninismo que o governo de qualquer país é um governo de classe e nenhum Estado jamais defende os direitos e promove o bem-estar de mais de uma classe. Em conseqüência, os partidos comunistas dos países não comunistas consideram-se atuando sob um governo inimigo, o qual deve ser destruído.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".