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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Sra. Suplício e seu mantra...

Lembram do "relaxa e GOZA?" Levantar suspeitas sobre a sexualidade do Kassab é apenas mais do mesmo... Para explicar a Sra. Suplício nunca vi nada melhor:

Um comentário:

RÔ-LITORAL disse...

Caro Cavaleiro, vou colocar no seu blog o mesmo comentário que fiz no blog porsaepolítica, de Adriana Vandoni:

Embora todos comamos e gostemos muito de sexo, não vivemos para o prato nem para a cama. Embora, o amor seja necessário (e aqui falo do coração), acontecimentos múltiplos podem nos levar a não realizarmos palpavelmente um grande amor. Sendo assim, temos uma mente que nos ensina experiências de vida, tanto no campo prático, quanto no intelectual ou no mais anímico, espiritual.
Há pessoas boas, mas ainda muito primitivas, que não saíram do primeiro estágio. Quem ama, já é mais evoluído. E o amor pode se expressar mais genericamente, digamos assim, em forma de dedicação ou de compaixão. Nem falarei da mente e de suas inúmneras riquezas.
Pois bem, Marta se promoveu numa sociedade até boa, mas primitiva, moralmente, como sexóloga. Sexo, sexo, sexo. Sexo e política. Sexo e roubalheira.
Vamos supor que Kassab seja homossexual e ame seu companheiro (li num blog por aí que se chama Rodrigo). Esse amor não será mais nobre do que a sexualidade rastejante de Marta? Há um anátema para a serpente, que rasteja: comerás pó.

Um dos comentaristas de lá, chamado Calvin, não gostou quando fui mais concreta em relação a Kassab, uma vez que na entrevista da Folha ele declarou que não é homossexual. Respondi ao comentarista que, independente de tudo, meu objetivo era desconstruir o argumento petista, uma vez que os folhetos estão circulando. Será que agi certo, Cavaleiro? Um abraço.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".