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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Supla-pai

Vejam isto (com autorização de meu amigo M., que entende do que está falando, bem sei eu...)

CASO CÉSARE BATTISTI... e o Sen. Suplicy



Amigo,
 
entendo que o sen.Suplicy é um caso.
Clínico, naturalmente.
 
Condição que, nas especiais circunstâncias que o cercam, o condena a ser também um paradigma do 'Idiota Útil', exemplo escarrado de candidato a eventualmente receber uma bala na nuca.
 
Seu comportamento evidencia bondade.
Dispõem deste tipo peculiar de sensibilidade à dor, sofrimento ou carência alheios, eliciando o impulso de socorro. Acredito mesmo que é capaz de, literalmente, dar a própria camisa a um necessitado.
É, por minha ótica, um valor humano superlativo que lhe move minha simpatia.
 
Mas, pari passu, carrega aquele particular tipo de ingenuidade que associo à patologia, porque bloqueia fatalmente a percepção da ambiência emocional havida em qualquer contato social - a percepção intuitiva do que se passa nos bastidores ocultos do discurso e intenções manifestos.
 
Tout court, cegueira emocional. Um fenômeno que, não trabalhado psicoterapeuticamente, representa absoluta condenação ao fracasso existencial, inclusive porque o torna vítima inerme à manipulação cínica da canalha que o cerca.
 
Representa uma tal facilidade de indução a compromissos com conceitos negativos - valores espúrios, sofismas engolidos sem análise apenas para garantir a não-rejeição - que irá, gradual mas seguramente, conduzí-lo a crescentes níveis de corrupção anímica.
 
Suplicy é - era? - uma bela alma, um coração generoso, a quem uma falha na capacidade perceptual transformou em vítima e instrumento, cego e abúlico, da insídia comunista. Mais um de seus infinitos crimes contra a consciência.
 
Este pobre homem incorpora à perfeição o primeiro dos três clássicos perfis caracterológicos passíveis de adição à escatologia marxista - o IMBECIL, escravizado a seu inimigo por disfunção perceptual, culpas mágicas e dependência emocional - burrice patológica.
 
Tal como o segundo destes perfis - o 'DOENTE', neurótico motivado a destruição do Bem por frustração e inveja corrosiva - tem reais possibilidades de superação em trabalho psicoterapêutico. Algo de que, ademais, fogem como o diabo da cruz.
 
Quanto ao terceiro tipo - o CANALHA, modelo imperante nas elites comunistas - só é suscetível a um único, e somente um, remédio: qualquer dos procedimentos que abreviem sumária e completamente sua estadia no planeta.
 
Suplicy é um pobre coitado, alvo de derrisão e desprezo por aqueles mesmos que o usam impiedosamente, e merecedor de nossa compaixão.
Mas, enquanto instrumento - consciente ou não - do Mal Manifesto, nunca, de nossa tolerância.
 
M.
 
P.S. - Dados significativos:
- não existe comunista após psicoterapia eficaz - e - comunismo e sanidade psico-emocional são antíteses absolutas.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O muro caiu, mas a amoralidade da esquerda sobrevive

MOVIMENTO ENDIREITAR
Dom, 09 de Novembro de 2008 16:40 Reinaldo Azevedo

A campanha a que o PT recorreu contra o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, indagando se ele tinha mulher e filhos é expressão da amoralidade de seus promotores. Mas também é fruto de uma mentalidade que antecede os amorais da hora: nela, o indivíduo está morto. Voltarei a este ponto. Antes, convido o leitor a um passeio pela paisagem ideológica que abriga esta narrativa. Na semana passada, em entrevista a um jornal paulistano, a petista disfarçada de intelectual Maria Victoria Benevides explicou a reeleição do prefeito do DEM segundo a ótica da patologia social: para ela, estivesse o eleitor mais bem informado sobre os seus próprios interesses, e fossem as elites paulistanas menos reacionárias, a eleita teria sido a petista Marta Suplicy. Para essa senhora, ou os vitoriosos são de seu partido, ou a democracia está com uma doença regressiva. Algo a estranhar? 

Não. A história da esquerda é a história do esmagamento do indivíduo e do homem que há, com suas precariedades, em nome do homem a haver, livre de "deformações". Seus utopistas nunca viram o horror, o massacre e a morte de milhões como empecilhos para construir esse "novo homem". "Só a esquerda?", logo indagaria um inconformado. Não. A direita também cometeu crimes hediondos. A diferença, o que não a perdoa moralmente, é que nunca reivindicou a condição de um novo humanismo. Em termos um tanto especulativos, pode-se dizer que a direita reacionária – já que existe a reformista – matou para tentar reconstruir o passado, e a esquerda revolucionária, dezenas de vezes mais para construir o futuro. Outra diferença nada ligeira é que o fascismo, felizmente, não deixou senão defensores residuais e sem importância. Já os epígonos intelectuais do socialismo homicida, como se nota acima, estão na academia, na imprensa, nos governos e integram o establishment das democracias, construídas à sua revelia. Afinal, o regime democrático é obra do liberalismo. "Que papo mais antigo, Reinaldo! O muro já caiu!" É fato. Mas a amoralidade da esquerda sobreviveu aos escombros.

Aquele mesmo aparelho intelectual que sustentou a sua facinorosa trajetória continua vivo, ainda que se adapte às circunstâncias de cada país e consiga disfarçar o seu caráter deletério. A débâcle socialista obrigou os "engenheiros de gente" a procurar outro lugar onde pôr a sua "luta de classes". Os esquerdistas desviaram o foco das relações econômicas para a esfera das relações sociais. De certo modo, inverteu-se a equação clássica segundo a qual, para ser muito sintético, seria preciso fazer a revolução na economia para mudar as mentalidades. Incapazes de operar na base econômica, decidiram tentar o contrário: "Primeiro mudamos as mentalidades; o resto vem como conseqüência". Bem, "o resto" não veio nem virá. O máximo que esse esquerdismo bocó consegue é tornar o mundo mais xucro. De comum com o seu passado remoto, o mesmo desprezo pelos indivíduos.

Comecemos a ligar os fios. Mergulhemos, ainda que com o devido cuidado, na mentalidade do PT, caudatário desse pensamento que aposta na reengenharia do homem. Uma das vertentes formadoras do partido são os chamados "movimentos sociais", onde se incluem as "minorias organizadas", antigamente chamadas de "coletivos": havia o das mulheres, o dos negros, o dos homossexuais etc. Hoje, converteram-se em ONGs subordinadas ao partido. Os petistas, sabemos, não viram mal nenhum em fazer ilações sobre a vida pessoal de Kassab. Tentaram ainda conferir ao que pretendiam ser uma pecha o caráter de coisa escusa, sub-reptícia, ilegal. 

Por que o partido que um dia se notabilizou pela defesa dos chamados "direitos dos homossexuais" atribui tal condição a um adversário, fazendo-o de maneira oblíqua, covarde e com o óbvio objetivo de desqualificá-lo? Essa gente sabe que, diante do preconceito, todas as respostas se igualam: negar, ignorar ou confirmar têm peso idêntico. O que se quer é disparar a máquina do medo ou da repulsa irracionais. Nas batalhas mediadas por uma ética – e até as guerras têm a sua –, há coisas que não podem ser feitas. Mas, para tanto, é preciso ter uma ética. Trata-se daquele conjunto de interdições e permissões que tanto eu como meu adversário reconhecemos como aceitáveis e justas. Se esse acordo entre desiguais está presente até na guerra, isso significa que, sem ele, também não se faz a paz – e a democracia se torna impossível. A ditadura nada mais é do que um desequilíbrio de valores: "Eu posso fazer o que ao outro é vedado". O PT substituiu a ética pela administração das necessidades da hora, pelo presente eterno. Retomo a questão na conclusão do texto.

Creio ter a resposta para a pergunta que abre o parágrafo anterior. Os petistas não reconhecem os direitos de um sujeito na sua particularidade. Aceitam, por exemplo, a homossexualidade, mas como condição geradora de demandas, o que está longe de ser sinônimo de respeito ao homossexual na sua especificidade. Assim, o gay, para ser admitido no mundo dos justos, precisa ser um militante: exposto, "assumido", porta-voz de uma causa, carregando bandeira. Um negro tem de trazer a escravidão estampada na alma. Ou negará a si mesmo. Também à mulher cabe se organizar contra o seu feitor. Não existem indivíduos, mas categorias. É uma espécie de sindicalização do espírito, de corporativismo anímico. É preciso que as "minorias" sejam dotadas de um rancor escravo que as torne dependentes existenciais de seus algozes.

O ódio impotente, que tem de conquistar na marra o que supostamente lhe falta, está na origem de uma nunca contada história sentimental das esquerdas. Uma das filhas de Karl Marx relata que o pai lhes ensinava que Cristo era o filho de um carpinteiro pobre assassinado pelos ricos... Não tinha como dar em boa coisa.

Estaria eu surpreso ou chocado com a baixaria do PT? Não. Como vêem, considero isso um ponto numa longa trajetória. E o partido repetirá o procedimento, com conteúdo novo, tão logo considere necessário. Nessa mesma campanha, os valentes fizeram coisa ainda pior: acusaram a prefeitura de São Paulo de discriminar negras na hora do parto. E que fique claro: não me alinho àqueles que acreditam ou defendem que a política deva ter receio de tratar deste ou daquele tema. Em princípio, todas as questões são "politizáveis" e podem passar pelo escrutínio popular. Num país em que a nova aristocracia sindical, ora abraçada ao velho mandonismo, pretende chamar de vida privada o que não passa de vício público, é preciso tomar especial cuidado ao estabelecer as justas fronteiras entre o individual e o coletivo.

Se a amante de um parlamentar com poder de interferência nos negócios da República tem a pensão alimentícia paga por uma empreiteira; se uma concessionária de serviço público faz negócio com o filho de um político com autoridade sobre essa empresa; ou, ainda, se a vida privada de um homem público influente está em flagrante contradição com sua pregação, tanto o jornalismo como os adversários desses "representantes do povo" têm o direito – e o dever – de levar a questão à arena, à ágora da democracia. Errado é silenciar. Se, no sentido em que trato, todos os assuntos cabem à política, isso não significa ausência de medidas.

E qual é a régua? Justamente a ética, que estabelece as regras, muitas delas não escritas, da convivência pública entre as diferenças. Não se vendo o PT, no entanto, obrigado a dispensar ao outro o respeito que exige para si mesmo, também não se sente comprometido com a sua própria trajetória, rendendo-se à lei da necessidade: "Perca-se a vergonha, mas não a eleição". Nesse juízo perturbado, o escrúpulo é uma herança da cultura que deve incomodar apenas as sandálias da "direita", assim como a coerência é uma cruz que deve pesar exclusivamente sobre os seus ombros. De um modo muito particular, o PT acerta neste caso: ter princípios é mesmo algo próprio da direita democrática, tanto quanto não os ter constitui a verdadeira tradição das esquerdas.

Mas São Paulo disse "não" à campanha suja. E Maria Victoria Benevides considerou isso uma coisa de direita. Talvez ela esteja certa.

Fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2008/11/3/o-muro-caiu-mas-a-amoralidade-da-esquerda-sobrevive

Última atualização ( Dom, 09 de Novembro de 2008 16:45 ) 

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Martha "Favre", a "relaxa e goza", de apologista do sexo a suplicante de igrejas

BRASIL ACIMA DE TUDO
20 de outubro de 2008

marta_flor

Do Observatório de Inteligência
Por Orion Alencastro

No tempo da guerra fria, uma inusitada psicóloga educada pelas freiras do Sion ganhou espaço na mídia brasileira ao se apresentar em programa de TV como sexóloga. Tinha como objetivo "desmistificar" a sexualidade humana e provocar a sua liberação dentro do contexto sócio-cultural de uma sociedade representativamente cristã e discreta em seus costumes e intimidades carnais.

Na perspectiva da abertura política dos anos 70, após um período de defesa da sociedade contra investidas da penetração ideológica no campo psicossocial, propagou-se pelo país a vulgarização do sexo, sobretudo com diversas publicações na área, que contribuíram para a antecipação do conhecimento e prática entre os adolescentes. A partir dos anos 80, assistimos ao crescimento indiscriminado da prostituição nas novas gerações, aliada ao consumo de bebidas alcóolicas e drogas.

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Mr. Da Silva quer, a todo custo, fazer valer a sua bandeira vermelha em todo o país. Pura perda de tempo. São Paulo ostenta, com orgulho, a cor verde-amarela da Bandeira Nacional.

Sexo no manual comunista

Na verdade, a onda do exercício da sexualidade apenas cumpria o velho manual de psicopolítica de Lavrentiy Pavlovich Beria, que recomendava sua vulgarização e acesso desde tenra idade, com reforço da pornografia, para o enfraquecimento moral dos adversários frente à expansão do movimento comunista. Assim, a estimulação dos instintos animais, do desvio de conduta e da promiscuidade seriam os elementos de destruição das forças morais e da instituição família nas sociedades democráticas e do enfraquecimento da Nação.

Oriunda de excelente linhagem familiar, a psicóloga Marta Teresa Smith de Vasconcelos Suplicy adquiriu vulgaridade e notoriedade como grande agente sexóloga que inaugurou a temática do sexo, em todos os seus matizes, na mídia brasileira.

Sem sombra de dúvida, prestou um grande serviço ao Movimento Comunista e ao marxismo deletério, pois o sexo tinha que se converter em produto de contestação, desestruturação social e ruptura da base moral e dos bons costumes.

Igreja Católica arrebentada

Nesse contexto, a grande prejudicada foi a Igreja Católica Apostólica Romana do frei Henrique de Coimbra que, desvirtuada em seus fundamentos, com sacerdotes pedófilos e homossexuais, encontrou no assanhamento da CELAN de Medelin em 1967, o marco da expansão de frades e padrecos enebriados com a devastadora Teologia da Libertação, avivando as questões da tolerância da cultura do sexo.

Assim, o enfraquecimento dos instintos mais nobres da espiritualidade do homem e o fortalecimento dos atributos do corpo comstituíram-se em facilitadores da cultura da promiscuidade. Paralelamente, ganharam espaço os organizados cultos evangélicos, notadamente os episcopais, cuja expansão alarma o Vaticano e a Cúria brasileira, com seus templos  registrando evasão de fiéis e uma legião de católicos de frouxas convicções.

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O sacristão do Palácio do Planalto, Gilberto Carvalho, que até hoje não procurou usar seu prestigio para desvendar a morte do seu ex-chefe Celso Daniel, pensa que o eleitorado cristão de São Paulo vai profanar o voto na candidata sexóloga que tungou com o seu atual consorte franco-argentino empreiteiros da coleta de lixo e transportadores do povo assalariado. Em Paris tudo se sabe. Na Interpol, também.

Sexóloga apela a Mr. Da Silva, católicos e crentes

Causa arrepios aos católicos e evangélicos de bom senso o desenxabido presidente do governo mais corrupto da história, Mr. Da Silva, despachar o seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, detentor do título de ex-seminarista, para fazer uma costura política de líderes religiosos na capital paulista, em apoio à consagrada sexóloga Marta Suplicy "Favre", a enrustida pioneira do proselitismo ao estímulo da devassidão e da ninfomania em nossa sociedade, reprovada pelas correntes conservadores do catolicismo.

Registra-se que a burguesa sexóloga fez carreira no Partido dos Trabalhadores pelas mãos do seu ex-marido, o probo e respeitável senador Eduardo Suplicy, e pleiteia seu retorno ao governo da cidade de São Paulo, desfilando com o atual consorte, o franco-argentino Luis Favre, pseudônimo de Felipe Belisario Wermus, figura que causa desconforto nas sinagogas de Piratininga, Buenos Aires e, provavelmente, Paris.

A previsível derrota da candidata do PT em São Paulo amargará o sultão do Alvorada que subestimou e saudou a "marola" e, agora, se angustia em meio ao turbilhão da economia mundial, demonstrando a artificialidade do seu governo, que se favoreceu da conjuntura dos últimos seis anos.

Gilberto Carvalho deveria melhor se penitenciar pelo brutal desaparecimento do seu ex-chefe e amigo, o pranteado prefeito Celso Daniel, torturado e morto pelos seus algozes, que procuravam o paradeiro da mala com 80 milhões de dólares e pelo mal que a esquerda propiciou ao solapamento da Igreja Católica no país. Dom Cláudio Hummes, ex-bispo de Santo André e Cardeal de São Paulo, hoje, murmura nos corredores e salões do Vaticano a lamentável experiência da sua igreja com terroristas, partidos políticos e sindicatos, no Brasil. (OI/Brasil acima de tudo)


Leia este também: Kassab é gay? Pois Marta é bissexual. Bissexual e adúltera

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

NA RETA FINAL DAS ELEIÇÕES, SÓ FALTA CONVOCAREM O PCC

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC




Lula mandou escrevermos no “caderninho, anteontem, que sua candidata petista irá ganhar as eleições em São Paulo”. Um dia depois de sua declaração, os paulistanos assistiram ontem a uma triste repetição de um filme que já passou em 2006, na época, protagonizado pelo PCC, quando Geraldo Alckmin estava à frente nas pesquisas para a eleição presidencial.

A baderna de ontem foi insuflada pelos sindicatos lulistas (CUT e Força Sindical), que levaram a guerra armada para as ruas da cidade em socorro a candidata petista, cuja derrota para a prefeitura é mais que certa. Vocês verão abaixo, no vídeo da Globo, um dos carros de som da CUT, de onde o Paulinho da Força Sindical incita os grevistas armados ao confrontamento com as barreiras de proteção e à invasão do Palácio do Governo de São Paulo. Reparem na foto acima, um elemento empunhando a arma.











CONFISSÃO DA CUT NA ARMAÇÃO DO TERRORISMO URBANO EM SP E PORTO ALEGRE

Ações orquestradas nas duas cidades onde o PT está perdendo as eleições - Por Reinaldo Azevedo


Vocês querem ver como essa gente funciona? Abaixo, segue a nota da CUT sobre as ações terroristas de alguns polícias civis, sob o comando da CUT, da Força Sindical, do deputado Paulinho da Força (PDT) e de petistas. Não! Os cutistas não promoveram baderna só em São Paulo. Fizeram-nos também em Porto Alegre, onde o PT também caminha para uma derrota eleitoral. para atingir São Paulo e Rio Grande do Sul

“Ele (o Paulinho) o pronunciou numa manifestação de policiais ocorrida na sexta-feira passada, no vão do MASP. Observem que o próprio deputado toca na questão eleitoral. Com a precisão muito peculiar, ele acusa o governador José Serra, que está no cargo há menos de dois anos, de não dar aumento aos policiais há 14 anos!!! Mas eu os deixarei agora com este Colosso de Rhodes da ética. A idéia de fazer bagunça no Palácio foi dele. E notem que também deixa claro que botaria gente sua, alheia à Polícia, no movimento. Divulguem este post. Ajudem a expor a farsa. A transcrição obedece ao, por assim dizer, raciocínio do valente. Leia o artigo completo 
aqui.




A HORDA ESTÁ TENTANDO ACOAR SÃO PAULO
Para não deixar dúvidas quanto ao alvo, um caixão adornado com uma foto de José Serra e uma frase: "Aqui jaz o ex-futuro presidente". Obviamente que, pelo cálculo dos boçais, o resultado imediato que eles esperam dessa ação terrorista, é que ela reflita imediatamente sobre o índice de aprovação do candidato do DEM, Kassab, e, por tabela, que também respingue no maior opositor de Lula, atualmente: no José Serra.





NAS RUAS DE SÃO PAULO, POLICIAIS EM GREVE E PESQUISADORES

Acendeu o sinal amarelo na campanha do prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição. O enfrentamento, hoje, entre policiais civis em greve e policiais militares nas vizinhanças do Palácio dos Bandeirantes pode afetar o humor dos paulistanos justo no período de aplicação de mais uma pesquisa do Instituto Datafolha sobre intenção de voto para prefeito. Pesquisadores do Datafolha estiverem em campo hoje e estarão amanhã perguntando aos paulistanos em quem eles pretendem votar no próximo dia 26.NOBLAT





AS INVASÕES DOS PALÁCIOS: DO PLANALTO E DOS BANDEIRANTES

Veja você, na semana passada ou retrasada, um único homem que tentou invadir o Palácio do Planalto (inclusive ele estava bêbado ou dopado, segundo a própria PF), levou um tiro na perna que, até onde foi divulgado pela imprensa, teria lhe comprometido o membro e estilhaçado os nervos. Nós dias seguintes, após o episódio, o Planalto soltou uma Nota onde aprovou a atitude da Segurança do Palácio, por ter barrado à tiro a grande invasão do “Exército de Brancaleone”.

Na Nota da CUT, de ontem, ela acusa do governador Serra de “autoritarismo”. Ora, o que queria a canalha da CUT/PT, comandando uma horda armada em direção ao Palácio do governador? A Gabriela assistiu a reportagem completa ontem, e viu uma cena em que um Coronel da PM leva um tapa na cara, de um "deles". Se essa escória entra no Palácio, alguém dúvida que um tiro teria endereçamento certo? Por Gaúcho/Gabriela

Obs: Hoje cheguei um pouco atrasada para ajudar no BLOG, mas faço questão de contar que essa cena, a do TAPA no ROSTO do Coronel, a agressão foi cometida por esse elemento que está de costas de camiseta VERDE. A cena foi tão deprimente que a própria polícia CIVIL teve o bom senso de retirar o coronel que estava sendo cercado pelo bando, cuja atitude indica, formado por sindicalistas petralhas. Gabriela

Estado "lulirante" (delirante psicóptico)

ESTADÃO
Tânia Monteiro - enviada especial de O Estado de S.Paulo, quarta-feira, 15 de outubro de 2008, 13:26

NOVA DÉLHI, Índia - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assegurou ainda que a candidata do PT à prefeitura de São Paulo, a ex-ministra Marta Suplicy , sairá vitoriosa no segundo turno em 26 de outubro. "A Marta vai ganhar", disse o presidente.

 

Veja também:

linkJingle: Marta faz paródia do 'Sorria, meu bem' de Kassab

linkDepois de guerra na TV, Kassab tem 12 pontos à frente de Marta

linkEspecial: Perfil dos candidatos em São Paulo especial

link'Eu prometo' traz as promessas de Marta e Kassab especial

linkGeografia do voto: Desempenho dos partidos nas cidades brasileiras especial

linkConfira o resultado eleitoral nas capitais do País

 

Ao ser questionado se Marta Suplicy conseguira os votos uma vez que seu opositor, o atual prefeito, Gilberto Kassab, está bem a frente nas pesquisas eleitorais, o presidente afirmou: " o segundo turno começou ontem. Pelo amor de Deus. Escreva isso aí no seu caderninho. A Marta vai ganhar a eleição em São Paulo, com os votos de São Paulo.

 

Lula desembarca no sábado em São Paulo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Sobre a Sra. Suplício

Comentário postado no blog (sic). A primeira parte na cor verde é maravilhosa como muitos outros posts desta minha amiga.

"Caro Cavaleiro, vou colocar no seu blog o mesmo comentário que fiz no blog prosaepolítica, de Adriana Vandoni:

Embora todos comamos e gostemos muito de sexo, não vivemos para o prato nem para a cama. Embora, o amor seja necessário (e aqui falo do coração), acontecimentos múltiplos podem nos levar a não realizarmos palpavelmente um grande amor. Sendo assim, temos uma mente que nos ensina experiências de vida, tanto no campo prático, quanto no intelectual ou no mais anímico, espiritual.

Há pessoas boas, mas ainda muito primitivas, que não saíram do primeiro estágio. Quem ama, já é mais evoluído. E o amor pode se expressar mais genericamente, digamos assim, em forma de dedicação ou de compaixão. Nem falarei da mente e de suas inúmneras riquezas.
Pois bem, Marta se promoveu numa sociedade até boa, mas primitiva, moralmente, como sexóloga. Sexo, sexo, sexo. Sexo e política. Sexo e roubalheira.

Vamos supor que Kassab seja homossexual e ame seu companheiro (li num blog por aí que se chama Rodrigo). Esse amor não será mais nobre do que a sexualidade rastejante de Marta? Há um anátema para a serpente, que rasteja: comerás pó.

Um dos comentaristas de lá, chamado Calvin, não gostou quando fui mais concreta em relação a Kassab, uma vez que na entrevista da Folha ele declarou que não é homossexual. Respondi ao comentarista que, independente de tudo, meu objetivo era desconstruir o argumento petista, uma vez que os folhetos estão circulando. Será que agi certo, Cavaleiro? Um abraço.
" 

Resposta: tenho imensa dificuldade em conversar com as pessoas, mesmo os não sociopatas declarados. Vejo que o estrago é tão profundo, tão nefasto, tão irreversível no curto/médio prazo que tenho abandonado as conversas na maioria das vezes. É uma pena e uma loucura, acho que por isto alguns gênios (e eu não sou nada disto, nada de gênio) morrem loucos e sozinhos. A humanidade está estragada. Não consigo te dar uma resposta, talvez sim se você me passar o link do papo com o Sr. Calvin.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Grotões Mentais

REINALDO AZEVEDO
14 de outubro de 2008
martanojo

Marta Suplicy trouxe para a política paulistana o partido do grotão, o primitivismo, a retórica truculenta, a promessa irresponsável e inexeqüível (ver abaixo), o preconceito, a vulgaridade, a estupidez, a baixaria, o atraso. A candidata antes dita “progressista”, capaz de, no gogó, quebrar as lanças do convencionalismo, passou a acenar com o discurso mais brucutu.


O PT não elegeu as mais de 700 prefeituras que pretendia. Ficou com bem menos: umas 500 e poucas. Se o PMDB é o rei dos grotões, o PT é o príncipe. É forçoso reconhecer que, nas áreas mais prósperas do país, seu desempenho deixou a desejar. O “partido da boquinha”, para os graúdos, é o partido do bolsismo-isso-e-aquilo dos mais pobres. Nos mais de 500 municípios de São Paulo, por exemplo, fez apenas 67 prefeituras. E disputa algumas outras no segundo turno, inclusive a da capital. Deu largada a esta nova etapa perdendo feio, de goleada, com números verdadeiramente humilhantes. Por mais que seus porta-vozes na imprensa digam que venceu a eleição, o fato é que o PT teve, em termos proporcionais, no país, menos votos do que há quatro anos. Já demonstrei isso aqui com números. Só um resultado pode lhe dar um gostinho de vitória: São Paulo. Sem a cidade, a derrota se consolida de modo inequívoco. Até seus puxa-sacos vão querer mudar de assunto. Pois bem. E como vencer a eleição numa cidade complexa como essa?

Marta e seu marqueteiro até tentaram um discurso moderninho. Certos de que o racha Alckmin-Kassab jogaria a eleição no colo do PT — ela andou falando isso por aí, em contato com jornalistas —, a petista optou por um discurso urbano, todo modernete: falava numa “nova atitude” para a cidade. Isso é conversa de costureiro, de modelista – como se diz isso hoje em dia? Estilista? Era a Marta podre de chique, com seus modelitos impecáveis. Para a cidade, acenou com a tal Internet grátis. Ciente de que o prefeito tinha uma boa avaliação — no começo da campanha, pouco mais de 40% de ótimo e bom; hoje, acima de 60% — , preferiu não atacar as suas obras. Disse apenas que faria melhor, com “mais atitude”. O lema: “A gente não se contenta com pouco”. Completou a estratégia apostando que Alckmin seria bem-sucedido na descontrução da imagem de Kassab.

Deu tudo errado. Marta chegou a ter 47% dos votos, perto de uma vitória no primeiro turno. Alckmin, nesse período, fazia a farra do jornalismo político com sua determinação de “prefeitar”. A petista foi derretendo ao longo da campanha. Quanto mais falava, menos votos tinha. E o contrário foi se dando com o prefeito-candidato do DEM. À medida que uma área da cidade ficava sabendo o que estava sendo feito também na outra, ele crescia. Até o resultado que se viu: ele chegou na frente no primeiro turno. E disparou na primeira pesquisa sobre as intenções de voto para o segundo.

E o que fez, então, o PT urbano, da mulher e libertária Marta Suplicy, uma das referências dos jornalistas descolados, que transitam num estranho ambiente social de São Paulo que junta, hoje em dia, uspianos, ongueiros e petistas limpinhos, como Fernando Haddad, por exemplo? O que foi feito desse petismo jornalístico que se pretende laico, esclarecido, progressista, que se impôs como missão “barrar o avanço da direita”, entre uma taça e outra de vinho — em que todos são agora especialistas —, enquanto se discute, como é mesmo?, a dialética da modernização conservadora do Brasil? Pois é. A pizzada esclarecida dos especialistas em dialética negativa constatou, consternada, o risco real da vitória do terrível “direitista” Kassab — não perca a chance de cobrar dos que sustentam tal tese que evidenciem esse suposto direitismo com exemplos.

Respondo: o petismo urbano e vaca foram ambos para o brejo. E agora volto à questão enunciada lá no primeiro parágrafo: o PT quase pós-moderno, preocupado com “atitudes”, resolveu revelar-se o partido do grotão, aquele em que o medo vence não só a esperança como também a racionalidade. Então é isto: Marta Suplicy trouxe para a política paulistana o partido do grotão, o primitivismo, a retórica truculenta, a promessa irresponsável e inexeqüível (ver abaixo), o preconceito, a vulgaridade, a estupidez, a baixaria, o atraso. A candidata antes dita “progressista”, capaz de, no gogó, quebrar as lanças do convencionalismo, passou a acenar com o discurso mais brucutu.

E o Apedeuta? E aquele que não é solidário nem numa cólica renal? Ora, quem prestou atenção ao centro de seu discurso em favor de Marta teve tempo de ouvi-lo falar que é preciso “conhecer o candidato”, endossando a abordagem pilantra segundo a qual os paulistanos ignoram quem de fato é o prefeito que conta com 61% de aprovação. Percebeu que o tiro saiu pela culatra e, Lula que é, está saltando fora. Faz o mesmo no Rio. Gravou para o candidato do PMDB, Eduardo Paes, mas fez chegar à imprensa o que segue: “Eu gravei o programa, mas disse para o Sérgio que o (Fernando) Gabeira vai desmontar facilmente o meu depoimento. Gravei porque me pediu." A seqüência de imposturas é formidável.

Ainda que Kassab seja relativamente novo na política — e jovem (daí o ridículo petista de tentar ligá-lo ao regime militar) —, e Gabeira seja egresso das lutas pré-1964; ainda que tenham perfis tão distintos, um mais técnico (Kassab), outro mais afeito à retórica humanista, podem estar em curso nas duas capitais fenômenos ao menos correlatos, se não forem da mesma natureza: um certo cansaço do discurso balofo e oco sobre a redenção e o futuro. Sim, reitero, os dois são muito diferentes também na experiência: Kassab está sendo aprovado por aquilo que efetivamente fez, não por suas promessas miraculosas. Gabeira parece crescer num ambiente de certo desencanto com as expectativas que não se cumpriram. Embora seja sempre lembrado como um utopista, parece-me que os que votam nele apostam que possa FAZER o que a política dita tradicional não fez. Se ambos vencerem, é evidente que a tarefa de Gabeira é mais difícil e muito mais arriscada.

Em qualquer dos casos, recorrer à tática própria dos grotões — porque, como diria Marco Aurélio Top Top Garcia, “constrangedor é não ter voto” — corresponde a fazer uma aposta no atraso e na barbárie. Sim, há algumas ambições em jogo: uma eventual vitória de Gabeira representa menos uma derrota de Paes do que do governador Sérgio Cabral. O triunfo de Kassab significaria um revés duplo para o Planalto: Lula teria feito esforços evidentes para eleger Marta, mas o ungido seria o candidato de Serra. Tal candidato é quadro da elite do DEM, o partido que o PT está determinado a destruir, o que não esconde de ninguém.

Os eventos em curso estão sendo muito esclarecedores. Nas duas principais capitais do país, quando menos se espera, os “modernos” aderem às piores práticas do grotão mental brasileiro.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Lula larga a "Sra. Suplício" de lado

ESTADÃO
Leonencio Nossa - de O Estado de S.Paulo, segunda-feira, 13 de outubro de 2008

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reprovou o comportamento agressivo da candidata petista à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, que fez insinuações de ordem pessoal na propaganda eleitoral gratuita ao adversário e atual prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Veja também:

linkEnquete: estado civil do candidato interfere no voto?

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linkEspecial: Perfil dos candidatos em São Paulo especial

link'Eu prometo' traz as promessas de Marta e Kassab especial

linkGeografia do voto: Desempenho dos partidos nas cidades brasileiras especial

linkConfira o resultado eleitoral nas capitais do País especial

linkAs principais promessas dos candidatos especial


Um dia após o locutor do programa dela questionar o estado civil de Kassab, o Palácio do Planalto desvinculou qualquer participação na nova fase de campanha da candidata. O ataque de Marta a Kassab ocorreu depois do ingresso oficial de Lula na campanha da petista, na última sexta-feira.

Em viagem ao exterior, Lula avaliou em conversas por telefone com assessores que a candidata errou no tom dos ataques. No Planalto, a preocupação é dissociar a entrada na campanha de Marta do chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, à nova fase de ataques a Kassab. Eles observaram que Gilberto entrou oficialmente ontem na campanha e os ataques foram definidos por marqueteiros dias antes. Tanto Gilberto, um ex-seminarista reconhecido no Planalto pela gentileza e simpatia, quanto o presidente mantêm relações de respeito com Kassab.

Antes de embarcar para a Espanha, Lula já havia se queixado do temperamento "difícil" de Marta. Numa conversa no final de semana com o vice-presidente José Alencar e duas pessoas próximas, Lula considerou que a disputa em São Paulo está perdida e ressaltou que Kassab soube fazer política, segundo um dos participantes do encontro.

Lula citou uma polêmica recente de Marta com o pastor Samuel Ferreira, da Assembléia de Deus do Brás. Ela entrou com um processo contra ele, porque não teria tido direito de resposta numa enquete promovida por uma rádio ligada à igreja.

"Perguntaram se eleita ela iria continuar processando as pessoas. Ela respondeu que se errassem, iria. Eu disse: 'Marta, não faça isso'", relatou o presidente.
Em junho, numa conferência de homossexuais em Brasília, Lula fez discurso contra o preconceito, pediu que as pessoas "arejassem a cabeça" e propôs o "Dia Nacional da Hipocrisia", numa crítica a políticos "conservadores".

No último dia 19 de setembro, em entrevista à TV Brasil, ele defendeu o casamento de pessoas do mesmo sexo.

"Tem homem morando com homem, mulher morando com mulher e muitas vezes vivem bem, de forma extraordinária. Constróem uma vida juntos, trabalham juntos e por isso eu sou favorável", disse na entrevista.

Pessoas próximas do presidente observaram ontem as "contradições" da política. Enquanto Lula se esforçou para mudar o discurso, deixando de lado as piadas com conotação homossexual, mesmo nas conversas reservadas, a socióloga Marta Suplicy e seu marqueteiro João Santana se desesperaram e recorreram a afirmações preconceituosas de adversários de projetos dela na área das minorias.

O presidente aproveitou para se queixar do compromisso político com o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), que pediu a ele gravar para o programa do candidato à prefeitura carioca Eduardo Paes, um dos mais ferrenhos críticos do Planalto durante a crise política de 2005. "Eu gravei o programa, mas disse para o Sérgio que o (Fernando) Gabeira vai desmontar facilmente o meu depoimento", avaliou. "Gravei porque me pediu."

Resposta para a "Sra. SUPLÍCIO" lá de São Paulo



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sábado, 11 de outubro de 2008

UM VERMELHO-E-AZUL COM OS INTERVENTORES FEDERAIS EM SP

REINALDO AZEVEDO
Sexta-feira, Outubro 10, 2008

Abaixo, em vermelho, vai uma reportagem da Folha sobre a reunião de ministros de Lula para declarar apoio à candidata Marta Suplicy. Eu comento em azul. Realmente um estouro! Todos aqueles petistas poderosos num mesmo hotel? Mais o argentino Felipe Belisário Wermus, o autoproclamado francês Luís Favre? Certamente foi preciso reforçar a segurança do estabelecimento...

Eis o primeiro efeito da ação de Gilberto Carvalho, chefe-de-gabinete de Lula: levar para a cidade a tropa de, por assim dizer, elite do governo. E todos eles têm uma receita muito clara para a cidade. Se estou percebendo direito, estão querendo convencer os paulistanos de que eles não sabem votar. Dilma Rousseff, a chefa das cheerleaders — eu a imaginei de maiozinho e pompons e quase caio no choro — até inventou a óbvia inverdade de que Gilberto Kassab já estaria se declarando vencedor. Onde? Cadê? Por enquanto, quem está dizendo que ele vence por 17 pontos são as pesquisas — e olhem que elas erraram mais a favor de Marta do que do atual prefeito, não é mesmo? Mas vamos adiante:

Em evento de apoio a Marta Suplicy (PT) ontem em São Paulo, ministros do governo Lula associaram o prefeito Gilberto Kassab (DEM) à "elite", ao "conservadorismo" e até o compararam a um "síndico".
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou que o adversário de Marta "utiliza as primeiras pesquisas para subir no salto alto e sentar na cadeira de prefeito" antes da hora. "É prova de soberba, de elitismo e de descompromisso com a democracia", disse a ministra.
Prova de descompromisso com a democracia? Dilma está dizendo que Kassab não respeita a democracia? A acusação é grave e irresponsável. Especialmente porque toda a carreira do prefeito se deu no regime democrático. Quem já integrou uma organização terrorista, que respondeu pela morte de pessoas inocentes, que nada tinham a ver com seus delírios, não pode sair por aí acusando o prefeito da maior cidade do país, com 61% de aprovação, de “descompromisso com a democracia”. À diferença de Dilma, Kassab não é um neoconvertido. Ela só se tornou, vá lá, democrata porque foi mal-sucedida na tentativa de implantar uma ditadura comunista no Brasil. Isso está claro ou preciso desenhar com mais dados de sua biografia?

O titular da Justiça, Tarso Genro, também foi duro. "Marta quebrou os tabus mais atrasados e conservadores de uma elite que nunca conheceu sua cidade", afirmou Tarso, sobre o período em que a petista governou a cidade (2001-2004). "Por isso recebeu um brutal preconceito da elite através da maioria da imprensa tradicional", disse.
Esse é meu predileto, o poeta de mão cheia. O que Tarso Genro sabe sobre São Paulo, ele que vem de um Estado onde o PT amarga hoje um dos maiores índices de rejeição? Os gaúchos no geral, e os porto-alegrenses no particular, devem saber muito bem por quê. Se o povo estava com Marta, e só a elite a rejeitou, por que não foi reeleita em 2004? Por que só perde para Maluf no quesito “rejeição” em 2008? Por que está 17 pontos atrás de seu adversário no segundo turno? De atraso e conservadorismo, Tarso entende. E de golpismo também. No 19º dia do segundo mandato de FHC, ele escreveu um artigo defendendo a convocação de eleições gerais. Durante o mensalão, inventou a tese de que tudo não passava de uma articulação golpista. Num de seus já célebres poemas, conta-nos que uma de suas vovós falava com lagartos. A fantasia parece ser um fantalismo genético.

Marta foi chamada de "líder" que levou o nome de São Paulo para fora do país. "Não podemos ter um síndico conservador dirigindo o destino de uma das maiores metrópoles do mundo", disse Luiz Dulci (Secretaria Geral da Presidência).

Quem fala? Luiz Dulci? Aquele que levou um beiço de Fernando Pimentel em Minas, vendo naufragar todas as suas tentativas de articular a política em seu próprio estado? É curioso que o petismo fale em “síndico”: é o reconhecimento implícito de que a cidade está sendo bem-administrada. O bom síndico deixa dinheiro em caixa, como faz Kassab, em vez de passar ao sucessor uma dívida de R$ 1,8 bilhão, como fez Marta. A obra do bom síndico funciona. A da líder, a exemplo dos túneis da Rebouças e da Cidade Jardim, ou desabam ou enchem d’água durante as chuva. Enquanto a responsável passa férias em Milão. Caros e inúteis, ainda tiveram de ser reformados mal tinham sido inaugurados. Isso é questão de fato, não de gosto.


Vice de Marta, Aldo Rebelo (PC do B) também usou a imagem do "síndico" e explorou as diferenças com o DEM. "Graças à capitulação de setores do PSDB, São Paulo se transformou no último barco à deriva para os náufragos das forças conservadoras do Brasil."
Claro, temos de nos entregar à liderança de Aldo Rebelo, o revolucionário do Saci Pererê, o líder do grande PC do B, este partido moderno que ainda não reconhece as críticas que Krushev fez a Stálin. Que destino o desse moço, hein? Está sempre na aba de nhonhôs e sinhás: na origem, a família Teotônio Vilela, nas Alagoas; agora, Marta Suplicy.

"Não vou me conformar em ver São Paulo na mão de uma direita disfarçada", disse o ministro Carlos Lupi (Trabalho).
Carlos Lupi? Bem, trecho de uma reportagem da VEJA: “A promiscuidade do sindicalismo com o poder, empresários, dinheiro e mordomias está na gênese da Força Sindical, criada em 1991, quando o ex-presidente Fernando Collor de Mello reuniu um grupo de empresários para financiar o modelo de representação dos trabalhadores que ele considerava ideal. O resultado não poderia ser outro: a central, que hoje agrega quase 1 000 sindicatos, um partido político, o PDT, e controla de cima a baixo um dos ministérios mais importantes do governo, o do Trabalho, está no epicentro de um escândalo que envolve a participação direta de seus líderes em casos de corrupção, desvio de dinheiro público, tráfico de influência e enriquecimento ilícito.” (leia íntegra aqui)

Já o ministro da Cultura e filiado ao PV, Juca Ferreira, criticou a decisão do seu partido de aderir a Kassab. "O PV aqui de São Paulo cometeu um erro: teve uma escoliose à direita."
Juca Ferreira? Quem é esse? Ele canta? Ele dança? Ele sapateia? Engole fogo? Engole espada? Toca pandeiro? Quem é Juca Ferreira, deus do Céu? Eu deveria saber?

O escritor Fernando Morais, militante histórico do PMDB, fez o mesmo -sua sigla também apóia o prefeito. "Uma pessoa que vive de fazer biografias como eu não pode sujar a própria biografia. Não voto no PFL [hoje DEM] da ditadura."
Ah, é verdade. Não dá mesmo para sujar a biografia de Fernando Morais, ele tem toda razão. Pobre coitado! A última vez que vi este senhor na televisão, estava cantando as glórias de Hugo Chávez. Pertence àquela parcela de deslumbrados que estão sempre grudados nos países baixos de algum poderoso. Foi assim com Orestes Quércia quando este era governador de estado e chegou a ser visto como presidenciável viável. Agora virou porta-voz entusiasmado do petismo.
Este homem limpo chegou a escrever a biografia de José Dirceu, que, vejam só, foi misteriosamente roubada. Fernando Morais, saibam, não vota no DEM — o que certamente deixa os eleitores do partido mais relaxados. Para um biógrafo, ele é péssimo historiador. O PFL a que ele alude se formou justamente como um dos instrumentos para pôr fim à ditadura. Sem o partido, Paulo Maluf teria vencido no Colégio Eleitoral. E, hoje, Morais, dada a sua trajetória, estaria produzido palavras de ordem para os herdeiros do malufismo. Não estranha que confunda tudo e inverta os sinais. A sua versão de Cuba, A Ilha, era um paraíso. A biografia que fez de Olga Benário eliminou da história as atrocidades cometidas pelos comunistas.

Marta foi conciliadora e lançou um "Compromisso com São Paulo", nos moldes da "Carta ao Povo Brasileiro" que Lula divulgou na campanha presidencial de 2002.
No documento, a petista reitera suas promessas, fala na criação de um "Conselho da Cidade", algo parecido com o Conselhão de Lula, para lidar com problemas crônicos do município e chega até a incorporar propostas de Geraldo Alckmin (PSDB), derrotado no primeiro turno.

Faz sentido. Se o Conselho não dá certo em escala federal, é o caso de repeti-lo em escala municipal...

O chefe-de-gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, se licenciará nos próximos dias para ajudar as campanhas do PT em São Paulo e no Grande ABC. Ele diz não se tratar de "intervenção".
Serra foi irônico ontem, quero crer, ao afirmar que Gilberto Carvalho iria elevar o nível da campanha petista em São Paulo. Sinal de que, bem, acredita que o nível pode ser elevado.
Vamos ver. Marta está bem perto do piso histórico do eleitorado do PT na cidade. Talvez ainda caia mais um pouquinho e depois suba um tantinho. Os disparos do petismo, na tal reunião, indicam que os petistas estão sem rumo. Como não conseguem atacar a gestão de Kassab, então resolveram caracterizá-lo como um representante do “Mal”, do “conservadorismo”, fazendo mera guerrilha ideológica.
Quem diria que o Tatuapé, um dia, se transformaria num celeiro de conservadores, não é mesmo? Mais Vila Matilde, Penha, Freguesia do Ó... Esse discurso é de um ridículo atroz. É conversa de desesperados. Mas desesperados que, como se vê, jamais renunciam à truculência.
Mas a cereja do bolo é mesmo Dilma Rousseff, titular da Pasta em que se tentou armar uma das trapaças contra o estado de direito (o dossiê anti-FHC), como professora de democracia.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Vexame e fracasso!

A CASA DA MÃE JOANA

Agora, Marta, relaxa e goza ... enquanto rimos de você.
***
Martha Suplicy, no desespero de angariar votos, partiu para cima da manequim de uma loja, toda simpática, para cumprimentá-la. Só depois, quando todos riam dela, percebeu o vexame.
***

Alguém acredita, mesmo, que ela achou graça desse papel de palhaça?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".