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terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dizem que é besteira chutar "cachorro morto"

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC
Postado por movcc às 10/14/2008 12:29:00 PM

Mas nós vamos continuar chutando, até porque essa cachorrada merece muito chute no traseiro para largar mão de ser sem-vergonha.

Depois da “tacada de mestre” do marqueteiro da petista, os “martistas” conseguiram mostrar, com exatidão, o real tamanho de Marta Suplicy para o eleitor paulistano.

Sejamos justos: Temos que parabenizar o marqueteiro da candidata pelo seu excelente trabalho. Nem mesmo a competente equipe de campanha do Kassab foi tão incisiva e cirúrgica assim. Com certeza Marta acusará seu coordenador de campanha de ter se vendido para os tucanos.

Quanto ao Lula ter negado Marta antes mesmo que o galo cantasse três vezes (ele viajou justamente para não aparecer ao lado da candidata petista), mesmo ele tendo participado do filme produzido para a TV (onde ele reforça sim, o tom preconceituoso da mensagem - o mote da campanha) lógico, que agora ele nega, ele não sabe de nada e não tem nada tem com isso.

Enfim, Lula 
soltou a mão da companheira bem no meio do afogamento. Coisas do DNA petista.

Conhecemos bem as reações de Lula e como ele lida mal com as rejeições. Um sujeito que não consegue sequer lidar com “vaias”, imagine o que significa perder a prefeitura de São Paulo, a maior cidade da América Latina e, principalmente, perder (numa espécie de prévia) o Brasil para o Serra?

Pois é. Que essa derrota da Marta seja acachapante, retumbante e apoteótica, e que vá muito além dos 17%, por todos esses desvios morais e éticos de conduta de seu partido de mensaleiros. Que o tamanho desse NÃO seja um recado ensurdecedor para o Lulismo: aqui não é a Bolívia, nem a Venezuela, nem o Equador. Por Gaúcho/Gabriela

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".