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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

NOTA DA PRESIDÊNCIA DO CLUBE MILITAR

Por e-mail (sic)

Amigos(as)

Embora seja correta a intenção desta Nota do Clube Militar (leia abaixo), ela peca por não abordar o cerne da questão.

Não se trata da omissão do Comandante do Exército em relação ao cel Ustra, mas sim de sua ausência em defesa da História do Regime Militar de 1964.

O cel Ustra não era absoluto no desempenho de suas funções de Comandante do CODI-DOI de São Paulo e nem estava, como nas Forças Armadas, independente de subordinação aos seu Chefes, de quem recebia ordens e orientação.

Aliás, sabemos todos nós que o Chefe que não fiscaliza o cumprimento das ordens que dá é um incompetente.

No caso do Cel Ustra, havia um Comandante que lhe era superior funcional e a missão dos CODI-DOI não era independente de controle pelos escalões superiores.

E estes se omitem por covardia.

Desconstróem Exército.

Em outra ocasião, também já havia notado que o Presidente do Clube Militar, quando expede suas Notas Oficiais, tem o dom de passar ao largo da questão que pretende abordar.

Este foi o caso da Nota que pretendeu justificar o caso do General Heleno em relação ao problema da Amazônia.

A NOTA expedida pelo Gen Presidente do Clube apenas ressaltava que o Gen Heleno não hava cometido qualquer transgressão disciplinar, quando, na verdade, deveria defender o ponto de vista externado pelo Gen Heleno naquela ocasião.

A mesma coisa acontece agora em relação ao Cel Ustra: defendê-lo como está sendo feito não resolve a questão.

O problema está mais acima: está na estrutura hierárquica que o enquadrava. Está no General a quem devia subordinação direta.

Não há coragem à disposição de ninguém.

Artigo em falta nas estantes da História.

Flavio, cel art Tu Avaí ( Recife/ PE


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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".