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quarta-feira, 11 de abril de 2012

FIDEL CASTRO ACONSELHOU CHÁVEZ A DIZER A VERDADE PARA SEU POVO. CAUDILHO VIVE DILEMA ENTRE A VIDA E A MORTE POR SEU APEGO AO PODER!

 

BLOG DO ALUÍZIO AMORIM

Quarta-feira, Abril 11, 2012

 

Conselho de Fidel pode desfazer o dilema de Hugo Chávez?

No site Infobae há um extensa reportagem sobre o dilema que vive Hugo Chávez. O caudilho na verdade está enfrentando duas alternativas: a vida ou a morte. A primeira circunscreve-se à prescrição médica de repouso absoluto; a morte pode resultar de seu frenético apego ao poder.

Infobae revela que antes de regressar à Venezuela no mês passado, após operar-se em Cuba, o seu amigo e conselheiro, o ditador Fidel Castro o aconselhou: "Chávez, te conheço. Diz a teu povo que tens que ser disciplinado, eles vão te entender. Não devem acreditar que tudo já passou."

Ao que tudo indica, Hugo Chávez terá de seguir irremdiavelmente os conselhos do tirano de Havana e abdicar da campanha eleitoral. Estaria fazendo justiça consigo mesmo. Em síntese, Fidel Castro aconselhou Chávez a largar a campanha eleitoral para viver.

Transcrevo no original em espanhol esta boa reportagem do site Infobae com link ao final para leitura completa:

EN ESPAÑOL

"Chávez, te conozco. Dile a tu pueblo que tienes que ser disciplinado, ellos te van a entender. Que no crea nadie que ya pasó todo". Ese fue el último consejo que le dio Fidel Castro a su amigo Hugo Chávez antes de que regresara a Venezuela el mes pasado tras operarse en Cuba por una recurrencia del cáncer.  

Castro, que lo conoce bien, parece advertir que el primer adversario que enfrentará el presidente venezolano en su carrera por la reelección será a sí mismo: una lucha entre el hombre enfermo que necesita calma y reposo y el avezado candidato que quiere seguir el ritmo que le imponen los comicios más desafiantes desde que llegó al poder en 1999.

El mandatario ya intentó cambiar su estilo de vida y de Gobierno tras las primeras operaciones en junio del 2011 para llegar con fuerzas a la reñida contienda del 7 de octubre.

Pero sus promesas de hablar menos y cuidarse más naufragaron en el feroz ritmo de la política local, y pocos meses después de que le extirparan un tumor "del tamaño de una pelota de béisbol" enLa Habana ya estaba inmerso de lleno en el intenso fragor de la campaña. Hasta que el cáncer atacó de nuevo en febrero.

"Para Chávez, ser presidente no es un trabajo de 9 a 5, sino una misión, casi una vocación religiosa. Ahora está en una batalla no sólo por su vida sino por la supervivencia de su revolución", dijo el escritor estadounidense Bart Jones, quien entrevistó al presidente varias veces para su libro Hugo!. "La obra de su vida está en juego y significa demasiado para él como para dar un paso atrás", aseguró Jones a Reuters.

El militar retirado reconoce sus arrebatos y en más de una ocasión ha comentado públicamente cómo su equipo médico y su familia le han llamado la atención por forzar la marcha durante la convalecencia, que desde hace 10 meses lo mantiene viviendo y gobernando a caballo entre Caracas y La Habana.

Expertos dicen que la recaída no está ligada necesariamente al despliegue de actividad. Pero, sin duda, supuso un importante desgaste físico del mandatario de 57 años, que en enero coronó su retorno a las pantallas con un discurso de casi 10 horas de pie frente al Parlamento. Un nuevo récord personal.

Médicos y analistas se preguntan, a la luz de la escasa información oficial, qué es lo que está pesando más en este tira y afloja entre "Chávez y Chávez": ¿El tratamiento más adecuado para su salud o el más adecuado para su campaña?

Una fuente cercana al equipo médico presidencial dijo a Reuters que Chávez volvió a rechazar la oferta de su amigo Luiz Inácio Lula da Silva para acudir al Hospital Sirio Libanés de San Pablo, reconocido por su tecnología oncológica de punta en América Latina, pero cuyos procedimientos podrían mantenerlo alejado de la campaña más de lo que querría.

"Chávez es quien tiene la última palabra sobre su tratamiento", aseguró la fuente, para remarcar que no sólo sopesa criterios clínicos, sino también políticos y personales. Y, por ahora, parece haberse decantado por la privacidad de la que goza en La Habana y el firme apoyo de los hermanos Castro en detrimento de otras opciones con las que quizás disponga de medios más avanzados, pero a riesgo de que su diagnóstico se filtre a la prensa y quede sometido a una fuerte presión mediática. Clique AQUI para ler a reportagem completa

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".