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terça-feira, 10 de abril de 2012

Relatório: 85% dos crimes de ódio na Europa é contra Cristãos

 

O MARXISMO CULTURAL

Domingo, 8 de Abril de 2012

 

Relatório recente revela que 85% dos crimes de ódio perpetuados na Europa durante o ano de 2011 foram dirigidos a Cristãos.

O relatório, proveniente da organização "Observatory on Intolerance and Discrimination Against Christians in Europe", com base na Áustria, catalogou uma hierarquia de incidentes começando no vandalismo e insultos até à supressão de símbolos religiosos, profanações, "crimes de ódio, e violência religiosamente motivada.

O Dr. Gudrun Kugler, director do observatório, disse que os estudos sugerem que 85% dos crimes de ódio na Europa são dirigidos aos Cristãos. O mesmo afirma:

É tempo do debate público responder a esta realidade.
Na Escócia, 95% da violência com motivações religiosas aflige os Cristãos. Na França, 84% do vandalismo é dirigido aos locais de adoração Cristã.

O observatório monitorizou também as restrições impostas aos Cristãos. Uma definição restritiva da liberdade de consciência significa que profissões tais como magistrados, médicos, enfermeiras, parteiras e farmacêuticos estão "lentamente a fechar as portas aos Cristãos."

Professores e pais "enfrentam problemas" quando não concordam com a ética sexual definida pelo Estado, concluiu o relatório.

Uma pesquisa no Reino Unido indicou que a percepção pública está de acordo. Setenta e quatro por cento dos inquiridos afirmou que há mais descriminação negativa contra os Cristãos do que contra as outras confissões religiosas.

Fonte

* * * * * * *

A limitação da liberdade de expressão Cristão é um passo importante para o marxismo cultural visto que, quanto mais forte for o Cristianismo numa sociedade, menos susceptível a mesma é de aceitar o esquerdismo que a elite está a impor na Europa.

Um dos claros exemplos disto é a resistência que os Católicos ingleses estão a levantar contra a agenda gayzista da elite política inglesa.

Escusado será acrescentar isto, mas se 85% dos crimes de ódio na Europa fossem dirigidos a um dos grupos "protegidos" do marxismo cultural (homossexuais, feministas, etc), esse facto seria noticiado constantemente e de modo exaustivo.

2 comentários:

Anônimo disse...

Sugestão de figura para o blog:

http://3.bp.blogspot.com/-0wbvKs9jV0o/TZ-R2AwV3bI/AAAAAAAAEvk/202-qMOWe6U/s280/logo_brasilPT.jpg

abraço.

Anônimo disse...

Alguma coisa precisa ser feita.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".