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quinta-feira, 12 de abril de 2012

O deputado detetive será o primeiro da história interrogado pela CPI que criou

 

AUGUSTO NUNES

11/04/2012

às 17:17 \ Direto ao Ponto

 

É compreensível que o deputado debutante não soubesse que são imprevisíveis os caminhos percorridos por uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Difícil é entender o que teria levado o detetive veterano a nem desconfiar que poderia ser pilhado no pântano que resolveu drenar. Candidato pelo PCdoB e eleito pela sobra de votos do colega Tiririca, foi Protógenes Queiroz quem propôs a instauração da CPI do Cachoeira, para investigar as ligações promíscuas entre o delinquente goiano e o senador Demóstenes Torres. Descobriu nesta terça-feira que mirou num adversário e atingiu a própria testa.

Como registra o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, a divulgação das conversas entre o deputado e um figurão da quadrilha de Carlinhos Cachoeira avisa que Protógenes terá de explicar o suspeitíssimo conteúdo dos telefonemas grampeados pela Polícia Federal. O interlocutor do sherloque trapalhão é Idalberto Matias, o Dadá, ex-agente do serviço secreto da Aeronáutica e ex-funcionário da Delta Construções.

Não é pouca coisa, mas não é tudo: Dadá fez parte do bando que, na campanha eleitoral de 2010, agiu na usina de dossiês do PT para fabricar um papelório com acusações ao candidato José Serra. Um único fio pode conduzir a três meadas especialmente interessantes. O investigador açodado tem muito a dizer. Está em gestação, portanto, mais um exotismo da exuberante fauna política brasileira: Protógenes Queiroz será o primeiro parlamentar da história interrogado pela CPI que pariu.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".