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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Celso Arnaldo captura em Harvard a menina que queria ser bailarina, sonhou com a vida de bombeira e acabou virando presidenta

AUGUSTO NUNES

12/04/2012
 às 0:19 \ Direto ao Ponto


O jornalista Celso Arnaldo Araújo não deixou escapar a novidade inaugurada na visita à Universidade de Harvard: antes de “comprimentá” meio mundo durante alguns minutos, a presidente Dilma Rousseff fez questão de cumprimentar a presidenta Dilma Rousseff. “Pra mim, boa noite, é um prazer, boa tarde, indo pra noite, é um prazer estar aqui em Harvard mais uma vez”, desandou o neurônio solitário na primeira linha da discurseira.

“Harvard nunca mais será a mesma depois da visita de uma presidente afetada pelo fuso horário que dá boa noite a si própria”, resumiu Celso Arnaldo. Ainda sob o efeito do primeiro espanto, o implacável caçador de cretinices foi submetido à reprise da narrativa do encontro fortuito num aeroporto, durante a campanha eleitoral, com criança jamais identificada que teria perguntado à candidata se “as meninas também podem”.
“Podem o quê”?, garante ter replicado a chefe de governo. “Ser presidenta”, jura ter ouvido da misteriosa criança que, se Dilma não está mentindo outra vez, foi a primeira desde o Descobrimento a substituir o corriqueiro “presidente” por esse estranho “presidenta” que. depois de eleita, a presidente oficializou. Como acontece em todo palavrório, a historinha repetida em Harvard precedeu o embarque na máquina do tempo.
O vídeo abaixo registra o grande momento da viagem de volta à infância, transcrito por Celso Arnaldo: “Eu não sonhava em ser presidenta. A minha geração … eu (sic) sonhava em ser uma de duas coisas: ou bailarina ou participá do Corpo de Bombeiro (sic), apagá incêndio. Hoje, as meninas podem sonhar com uma terceira opção: ser presidentas (sic) do Brasil”.
Comentário do nosso especialista em dilmês: “A palestra que abalou a solidez acadêmica dos 375 anos da melhor universidade do planeta também revelou ao mundo que, não sendo Dilma, as mulheres brasileiras só podem escolher entre fazer pas de deux e apagar fogo”.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".