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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

TRÊS EM UM: Diretora-presidente do Iases é presa por suspeita de corrupção dentro do órgão / Deputado Da Vitória faz lobby para Mondragón em troca de contratos milionários com a Acadis / O CASTELO DO IMPERADOR CONTINUA CAINDO ? IV

 

DA FOTO ACIMA: CASAGRANDE É O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. FOTO PUBLICADA EM 2011 (fonte)

A GAZETA

 

Diretora-presidente do Iases é presa por suspeita de corrupção dentro do órgão.

 

O Tribunal de Justiça confirmou a prisão de Silvana Galina, um outro diretor do Iases e do colombiano Gerardo Mondragon

17/08/2012 - 09h44 - Atualizado em 17/08/2012 - 09h44

foto: Samanta Nogueira

Viaturas em frente à sede do Iases em Vitória

Viaturas no Centro de Vitória com agentes que participam da operação

GOVERNADOR CASAGRANDE (esq.) E GERARDO MONDRAGON


A diretora presidente do Instituto de Atendimento Sócio-Educativo do Espírito Santo  (Iases), Silvana Galina, foi presa na manhã desta sexta-feira pela Polícia Civil. A denúncia que subsidiou o pedido de prisão é referente a um esquema de corrupção implantado dentro do Iases. O Tribunal de Justiça confirmou ainda a prisão de Gerardo Mondragon, diretor de Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social (Acadis), que faz a gestão compartilhada com o Iases do sistema prisional de adolescentes em conflito com a lei. 

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça confirmou ainda que um dos diretores do Iases também foi detido. A operação começou na madrugada desta sexta-feira e cumpre mandados de busca e apreensão na Grande Vitória e no interior do Estado.

Policiais do Grupo de Operações Táticas da Polícia Civil foram até o prédio do Iases para cumprir mandados de busca e apreensão. Os servidores tiveram que sair do prédio para que os policiais pudessem realizar os trabalhos.

Acadis

A Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social (Acadis) iniciou as atividades no Estado em 2009 por intermédio de um contrato de gestão compartilhada com o Instituto de Atendimento Sócio-Educativo do Espírito Santo (Iases), nas unidades de atendimento ao adolescente em conflito com a lei de Cariacica (CSE), localizado em Tucum, e de Linhares.
A Acadis é dirigida por Gerardo Mondragón, autor do Modelo Pedagógico Contextualizado (MPC) que é utilizado nas unidades para atendimento aos adolescentes em cumprimento de medida de internação. O modelo prega uma série de etapas no processo de ressocialização dos adolescentes, em trabalhos que envolvem as famílias, até a liberdade assistida.

 

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SECULO DIÁRIO

05/11/2011

Deputado Da Vitória faz lobby para Mondragón em troca de contratos milionários com a Acadis


José Rabelo
Foto capa: Assessoria Ales



O ex-frei colombiano Gerardo Bohórquez Mondragón aportou no Estado em 2006, a convite da diretora-presidente do Instituto de Atendimento Socioeducaivo do Espírito Santo (Iases), Silvana Gallina, como um “ilustre” desconhecido. Em outubro do mesmo ano, Gallina celebrou um contrato de consultoria, sem licitação, com Mondragón no valor de R$ 115 mil por cinco meses de trabalho, que foi sendo renovado sucessivamente. A missão do ex-frei era construir o plano de ocupação e de atendimento pedagógico do Centro Socioeducativo de Cariacica (CSE), unidade que só seria inaugurada em janeiro de 2009. O consultor ficaria encarregado também de definir os critérios de seleção, recrutamento, treinamento e capacitação dos funcionários que trabalhariam na nova unidade, que mais tarde seria entregue a ele mesmo.

É mais barato manter um aluno na Universidade de Harvard do que um adolescente no Centro Socioeducativo da Acadis


Após renovar convênio com o Iases, presidente da Acadis reajustou seu próprio salário em 73%


Mondragon patenteou em seu nome modelo criado há mais de um século por amigonianos

Foi um golpe, e premeditado: Gallina já queria entregar unidade do Iases a Mondragón em 2006

Enquanto a proposta pedagógica e a unidade eram construídas, Gallina precisou desdobrar-se para promover o nome do colombiano em solo capixaba. Para isso, contou com a ajuda de alguns colaboradores determinados em transformar o ex-frei em papa no assunto "ressocialização de adolescentes em conflito com a lei".

O deputado Josias da Vitória (PDT), que à época exercia seu primeiro mandato na Assembleia, foi um dos que aceitaram a empreitada de ser “promoter” do colombiano, que se dizia “idealizador” do Modelo Pedagógico Contextualizado – método que na verdade fora copiado dos Religiosos Terciários Capuchinhos Amigonianos.

O deputado da Vitória não poupou esforços para promover o agora amigo colombiano. A estratégia era tornar o ex-frei uma referência no trabalho com adolescentes privados de liberdade. Da Vitória promoveu eventos, audiências públicas, seminários e debates para divulgar o Modelo Pedagógico Contextualizado (MPC). Conseguiu também espaço na imprensa corporativa capixaba para divulgar o nome de Mondragón. Deu certo. Veja algumas manchetes veiculadas pelo jornal A Gazeta: "Ex-infrator colombiano, Gerardo Bohorquez Mondragón lança livro no Tribunal de Justiça"; "Educador Gerardo Mondragón mostra que é possível recuperar dependente químico"; "Ele esteve no mundo do crime e hoje resgata os infratores". Mesmo após as denúncias publicadas por Século Diário envolvendo o colombiano, o jornal ainda não apresentou aos seus leitores a versão de A Gazeta sobre o caso.


No final de 2010, depois de viajar à Espanha a convite de Mondragón, o deputado voltou para o Espírito Santo cheio de “boas ideia”. Emplacou, assim que chegou, um artigo no jornal A Gazeta para relatar a experiência exitosa de sua viagem à Espanha com o companheiro colombiano e aproveitou para mandar um recado ao governador eleito Renato Casagrande, que estava prestes a assumir o comando do Estado. Avisou: “(...) E é por isso que sou defensor da implantação, em terras capixabas, de um projeto de ressocialização similar ao espanhol, e farei esta sugestão ao próximo governador [Casagrande], que, tenho certeza, será sensível a essa proposta”, registrou em seu artigo.

A essa altura, fazia um ano que Mondragón havia se tornado presidente da recém-criada Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social (Acadis). Menos de seis meses depois da fundação da nova entidade, Mondragón já havia assumido a gestão do Centro Socioeducativo de Cariacica (CSE), como fora premeditado por ele e Gallina ainda em 2006, quando o ex-frei era ainda consultor do Iases.

Da Vitória, durante todo o ano passado e início deste ano, fez lobby para consolidar o nome de Mondragón como referência no trabalho com adolescentes em conflito com a lei no Estado, já pensando no novo contrato que a Acadis fecharia com o Iases para gerir a unidade de Linhares, já sob o governo de Renato Casagrande.

Às vésperas do Iases fechar o novo contrato com a Acadis, que assumiria a gestão da recém-inaugurada Unidade Socioeducativa de Linhares, Da Vitória se valeu da sua influência de deputado para abrir mais espaço para o colombiano.

No primeiro semestre deste ano, o pedetista promoveu uma audiência pública em seu reduto eleitoral, Colatina, para o ex-frei pôr à prova toda a sua "sabedoria" sobre o projeto “Escola para Família Co-Dependente”. Depois de Mondragón, foi a vez do juiz da 9ª Vara Criminal de Vitória, Alexandre Farina – que também viajou para a Espanha na companhia de Da Vitória e Mondragón -, discursar sobre o projeto “Começar de Novo”.

Quase um ano antes da audiência em Colatina, Da Vitória articulou uma reunião com a Comissão de Segurança da Assembléia Legislativa, da qual era membro efetivo, para o amigo Gerardo Mondragón apresentar aos deputados o trabalho da Acadis no CSE e o Modelo Pedagógico Contextualizado (MPC). Com o objetivo de matar a cobra e mostrar o pau, Mondragón levou um dos adolescentes do CSE para fazer um relato. Disse o adolescente, repetindo um texto bem decorado: “O Centro Socioeducativo transformou a minha vida. Hoje estou trabalhando e estudando. Quero agradecer a Silvana Gallina e ao Gerardo pela oportunidade e quero pedir que a sociedade acredite neste projeto”.

O projeto de fortalecimento do nome Gerardo Mondragón não para por ai. No dia 6 dezembro de 2010, preocupado em deixar uma boa imagem do companheiro para o novo governo que chegava, Da Vitória coroou seu trabalho de relações públicas ao conseguir o título de cidadão espírito-santense ao ex-frei. A justificativa para conceder o título ao colombiano foi atribuída aos resultados extraordinários obtidos pelo CSE em menos de dois anos. O texto lido em público rasga elogios ao presidente da Acadis e beira o exagero: “(...) [o trabalho da Acadis] trouxe mudanças significativas para toda a sociedade capixaba”.

Mas Da vitória percebeu que poderia levar Mondragón ainda mais longe. O agora cidadão espírito-santense se sentaria ao lado da maior autoridade do Estado, o governador Renato Casagrande, no evento de lançamento do livro “Modelo Pedagógico Contextualizado (MPC)”, que aconteceu no Tribunal de Justiça do Espírito Santo. Na mesa, além do governador, o desembargador Manoel Alves Rabelo; o deputado Da Vitória, é claro; a juíza da Infância e Juventude da Serra, Janete Pantaleão; a diretora-presidente do Iases, Silvana Gallina; e o gerente de meio ambiente e comunicação da ArcelorMittal Tubarão, Sidemberg Rodrigues - empresa parceira no projeto do MPC, que foi plagiado dos amigonianos -, ungiram de vez o colombiano e o seu método salvador.

Após esse evento, que aconteceu no início de maio deste ano, o trabalho de Da Vitória fora finalizado com louvor. Agora chegava o momento de o deputado colher os merecidos frutos.

Contratos

Com um novo contrato de mais de R$ 10 milhões anuais para gerir a unidade de Linhares até, pelo menos, dezembro de 2013, Mondragón usou o dinheiro público ilicitamente para entregar quatro contratos a empresas de familiares do deputado Josias Vitória, como paga por todo o lobby que o pedetista movimentou em favor do colombiano.

Com a Capixaba Vigilância e Segurança - empresa que tem entre os sócios a irmã do deputado, Delza Auxiliadora da Vitória – a Acadis fechou um contrato de R$ 939.859,20 anuais. O contrato prevê o fornecimento de serviços de vigilância armada e desarmada para a unidade de Linhares. Detalhe, a mulher do deputado, Luciana Tozato da Vitória, aparece como sócia da empresa até 2006. Luciana saiu da sociedade, provavelmente, para “liberar” a empresa para contratar com o governo ou com organizações sociais como a Acadis, sem expor o deputado.

Além dos serviços de vigilância, outra empresa em nome da irmã do deputado mantém mais três contratos com a Acadis Linhares. A Capixaba Assessoria Empresarial LTDA fornece para a unidade mão de obra de jardineiro (2), artífice (2), auxiliar de serviços gerais (7) e um encarregado. Para dispor dos serviços dos 12 profissionais a Acadis paga anualmente à empresa de Delza da Vitória R$ 293.960,40. Cada auxiliar de serviços gerais, por exemplo, que deve ganhar pouco mais do que um salário mínimo (cerca de R$ 600) custa à Acadis, ou melhor, aos cofres públicos, R$ 2.076,22.
Os 11 motoristas que dirigem os carros da Acadis Linhares também são contratados da Capixaba Assessoria Empresarial LTDA. Por ano, a entidade paga à empresa R$ 465.843,12.

Pertence também à Capixaba Assessoria Empresarial LTDA o contrato de fornecimento de mão de obra de profissionais da área de saúde. A empresa de Colatina, reduto eleitoral do deputado Da Vitória, recebe mais R$ 132.643,32 anuais da Acadis para manter um enfermeiro e dois técnicos de enfermagem na Unidade de Linhares.

Ao todo, o governo do Estado paga, por meio do convênio de terceirização com a Acadis, R$ 1.832.306,00 anuais pelos quatro contratos às duas empresas da irmã do deputado. Todos, evidentemente, sem licitação, tabelas referenciais ou mapas comparativos de preços, como estabelece a legislação para entidades que contratam com dinheiro público.

Embora o deputado tenha se precavido ao tirar Luciana da composição societária da Capixaba Vigilância e Segurança e da Capixaba Assessoria Empresarial LTDA, a informação que corre em Colatina, sede das duas empresas, é de que a esposa do deputado continua vinculada às empresas.
O informativo de dezembro de 2010 do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Espírito Santo (Seaces), do qual a Capixaba Assessoria Empresarial LTDA é associada, parabeniza os aniversariantes do mês. Na seção, Luciana Tozato da Vitória é identificada como representante da Capixaba Assessoria Empresarial LTDA.

Não bastassem os contratos milionários, Gerardo Mondragón também beneficia o deputado empregando na unidade alguns “afilhados” do pedetista. Por meio da folha de pagamento da Acadis Linhares de julho desde ano que, diga-se de passagem beira a casa dos R$ 150 mil mensais, identificamos pelo menos duas funcionárias que têm o mesmo sobrenome do deputado. Dilene Marins da Vitória, assistente social contratada em dezembro de 2010, recebe R$ 2.379,00 mensais da entidade. Já Thamires da Vitória, contratada em abril deste ano para exercer a atividade de pedagoga, também recebe os mesmos R$ 2.379,00 da Acadis.

Funcionários que não quiseram se identificar, disseram que o deputado tem outros “indicados” trabalhando na unidade.

 

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FOLHA LITORAL

25/05/2012 às 08:56

O CASTELO DO IMPERADOR CONTINUA CAINDO ? IV

TJ denuncia negócios suspeitos com empresas de familiares de juiz

   No quarto capítulo da "Operação Lee Oswald", que denunciou um esquema para fraudar licitações no Espírito Santo durante os governos de Paulo Hartung (PMDB), o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, denuncia, nas páginas 152 e 153 de sua denúncia de 201 páginas, baseada no relatório da Polícia Federal, que "há negócios suspeitos com empresas de familiares do juiz Alexandre Farina Lopes", que já atuou na Comarca de Aracruz.

   Nas páginas 152 e 153 da denúncia, Feu Rosa acusa "o juiz Farina de participar de vários eventos com Gerardo Mondrágon, presidente da ONG Acadis (Associação Capixaba de Desenvolvimento e Inclusão Social), para ajudar a promover o Modelo Pedagógico Contextualizado (MPC), que o colombiano se diz idealizador. Como ‘moeda de troca', três empresas de Cláudio Farina Lopes, irmão do juiz, têm contratos que somam quase R$ 1 milhão anuais com a Acadis: a Garra Escola Vigilância e Segurança, a Garra Comércio e Serviços e a Fibra Negócios e Serviços".

Estudo mais barato que na Universidade de Harvard

Feu Rosa relata, na página 153, que "com os contratos com a Acadis, é mais barato manter um filho na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, do que o Estado manter um adolescente em suas unidades socioeducativas. Há suspeitas de que a empresa Top Clean Distribuidora, com sede em Vila Velha, é usada como empresa ‘laranja' no esquema de fraudes Iases/Acadis. Foi fundada em abril de 2010 com a finalidade exclusiva de contratar com a Acadis". É a mesma entidade que deu "moeda de troca" ao deputado estadual Josias da Vitória.

   Segundo o desembargador, a Top Clean foi contratada para fornecer material de limpeza para o Centro Socioeducativo de Cariacica (CSE), por Gerardo Bohórquez Mondrágon, fundador e diretor executivo da Acadis, que sempre foi bastante ligado ao diretor socioeducativo Ricardo Rocha Soares. A empresa foi constituída em nome dos pais de Ricardo - Daniel Soares de Oliveira e Maria das Dores Rocha -, ambos nascidos e domiciliados em Minas Gerais. Para abrir a empresa, o capital social integralizado pelo casal foi de modestos R$ 15 mil, cabendo 55% ao pai de Ricardo e 45% à mãe.

   E continua Feu Rosa: "apenas em quatro meses de contrato com a unidade de Cariacica, a Top Clean recebeu da Acadis R$ 120 mil. A partir de 2011 a empresa passou a fornecer produtos de limpeza também para a Unidade de Internação Norte, de Linhares, administrada pela Acadis, recebendo cerca de R$ 20 mil mensais. No contrato societário, a Top Clean tem sede em Vila Velha e a gerente é uma colombiana chamada Diana Milena Londonoa".

   Já na página 154 da denúncia, Feu Rosa alerta que "após celebrar contrato da Acadis com o Iases, no valor de R$ 10 milhões anuais até 2013, Gerardo Mondrágon decidiu, por conta própria, aumentar o próprio salário e de alguns de seus funcionários de confiança, entre eles Ricardo Soares. Até março de 2011, Mondrágon recebia R$ 7.144,18, e a partir de abril passou a receber R$ 12.369,40. Ele também aumentou os salários, pagos com dinheiro público, através do contrato Iases/Acadis, em 54%".

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".