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sábado, 18 de agosto de 2012

Atleta revela orgias na Vila Olímpica e ucranianas como as mais fogosas

 

YAHOO ESPORTES

Por Maurício Savarese

Começava com uma troca de pins. Passavam para o Facebook ou o Twitter. Números de telefone. Até que, sem muito critério, acabavam na cama. Era esse o ritual da corte na Vila Olímpica de Londres-2012, de acordo com o jornal Daily Mail. O relato teria vindo de um atleta britânico que participou de algumas das melhores e mais exclusivas festas dos Jogos e que elegeu as ucranianas (que inveja) como as mais atrevidas de todas.

Segundo o atleta, a diversão só começa mesmo depois da primeira semana das Olimpíadas. "Na segunda semana ficou mais emocionante. Um colega britânico arrumou um encontro com umas atletas ucranianas que queriam se divertir em Londres. Coloquei elas na lista de um clube, dançamos e eu beijei uma delas. Chamamos para o quarto", contou. Diz ele que as duas, loiras de olhos azuis, também se beijaram para excitar os hóspedes. E por aí vai...

A goleira da seleção americana de futebol, Hope Solo, já tinha contado que "existe muito sexo na Vila Olímpica" e relatou que em Pequim-2008 viu pessoas fazendo até do lado de fora dos apartamentos. "Foram várias festas desse tipo. E eram diárias", contou o atleta ao jornal, sob a condição de não ter seu nome revelado.

É proibida a entrada de moças nos apartamentos de rapazes e vice-versa. Mas, segundo o atleta, basta arrumar pins para os seguranças que não tem problema. Vale o mesmo para bebidas. Tudo para aproveitar o máximo o único momento em quatro anos nos quais os competidores de várias provas diferentes podem estar no mesmo lugar. Ainda segundo ele, "o que acontece na Vila, fica na Vila". Não nasceu nenhum namoro dali.

Os organizadores distribuíram mais de 150 mil camisinhas na Vila Olímpica. No shopping logo ao lado, foi nítida a redução do estoque na segunda semana dos Jogos. "Você tem um monte de gente bonita no mesmo lugar e todo mundo usando roupas curtas. É lógico que a vontade vai aparecer", contou ele. Segundo ele, os atletas mais badalados, como Usain Bolt e Michael Phelps, evitam ficar com atletas. "Mas elas se atiravam neles", relata o atleta.

O britânico também disse ao jornal que os mais atirados gostavam de dizer que levavam para o quarto uma mulher de cada país em cada dia das Olimpíadas. No pódio das mais assanhadas, ele colocou as ucranianas, as americanas e as polonesas. Nas modalidades, os velocistas faziam mais sucesso com os outros atletas. Em seguida aparecia o vôlei de praia.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".