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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A fria análise do PT sobre o Mensalão

 

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Brasília, DF, 13 de agosto de 2012

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Em reunião sigilosa que vazou, a Nomenklatura do PT nomeou uma Comissão para analisar as repercussões de possível decisão do STF sobre o Mensalão.

Foram consideradas no meticuloso exame que contou com a participação de expoentes do Foro de São Paulo, as medidas de subterfúgio e esvaziamento da comédia, como as Olimpíadas, que fatalmente atrairiam a atenção do populacho, o incentivo às greves que encheriam a paciência da turba, um incremento na CPMI do Cachoeira, o esculacho no Paraguai, a viagem à Londres da exultante e copiosa comitiva e outras milongas.

Na primeira hipótese, a da absolvição da quadrilha, concluíram que a dominação do País estaria concretizada, e estava prestes a ser inaugurada a REPÚBLICA DA MANIPULAÇÃO DEMOCRÁTICA DO BRASIL.

Seria o apogeu da máxima de “os fins justificam os meios”, ou “no dos outros é refresco”, prenúncio de que em breve todos os prefeitos, governadores e ministros seriam associados, subordinados ou simpatizantes do petismo e adoradores de seu ícone, o cara.

Na segunda, a punição de uns poucos acusados de menor proeminência, pouco mudaria a avaliação anterior. Apenas um leve oba - oba de repulsa àquela decisão, cuja culpa seria por ação da implacável e nojenta oposição . Enfim, da canalhada que é contra o Brasil para todos.

Na terceira, idêntica à segunda, mas com a inclusão de uns envolvidos mais salientes, como o Dirceu, também, foi considerada que pouco mudaria a primeira avaliação. Aqueles membros seriam expulsos estrondosamente, como exemplo de repulsa para os que agem com aloprado pensamento, e destoam por falta de tato na arte de enganar os propósitos e artimanhas do partido.

Na quarta, a condenação de todos ou da maioria, também pouca mossa causaria na visão de que o País está no papo. A expulsão, como a prevista na terceira hipótese, seria levada às ultimas conseqüências, e a mídia devidamente acionada exporia a coragem do Partido em chegar aos extremos para limpar o seu nome.

Assim, somando e diminuindo, chegaremos à conclusão de que Esta M. Não Tem Solução (EMNTS), conforme abalizado adágio de um conhecido e respeitado conhecedor dos descaminhos do cenário nacional, isto é, vertendo para o inglês, como fala o nobre filósofo, “This shit has no solution”, e não adianta inundar o excremento de perfume e bom - ar, nem adorná – lo com pó de ouro, que a bosta é a mesma.

De nossa profunda e escura caverna, chegamos à brilhante conclusão de que entre mortos e feridos do PT se salvarão todos, muito pelo contrario, o ex – presidente, grande beneficiário do mensalão, que nem chamuscado ficou, será idolatrado pela capacidade de ludibriar os tolos; a dama atual que afastou - se do problema e foi para as olimpíadas com gigantesca comitiva, deverá subir nas pesquisas da CNT/Sensus.

O povaréu vê com grande simpatia os esforços da presidência em deslocar - se para Londres, a fim de animar os atletas nacionais com a sua presença e vivaz torcida.

Felizmente, como nos ufanamos, deu certo.

O resultado do julgamento do mensalão será similar a nossa participação nas olimpíadas. Um assombro.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".