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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Para tucano, defesa quer que prova 'seja documento escrito e assinado pelo criminoso'

 

ESTADÃO

Mensalao

 

Senador acredita que punição aos réus supriria a falta de discurso contra o governo do PT

14 de agosto de 2012 | 17h 57

Guilherme Waltenberg, de O Estado de S. Paulo

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) afirmou nesta terça-feira, 14, que a eventual condenação de réus no processo que ficou conhecido como mensalão poderá ser um dos motes que a oposição usará para suprir a falta de discurso contra o governo petista. Dias defende que as provas apresentadas pelo procurador geral da república, Roberto Gurgel, no processo que está sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal, são suficientes para condenar os réus. Ele critica a defesa de alguns dos advogados dos réus que dizem não haver provas suficientes para condenação. "Querem que a prova seja um documento escrito e assinado pelo criminoso dizendo: ''eu desviei dos cofres públicos tantos reais''", criticou o senador, em entrevista exclusiva à Agência Estado.

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Dias defendeu um julgamento técnico, sem influência partidária ou das eleições deste ano. Com postura crítica em relação ao estilo adotado por alguns dos defensores dos réus, que definiram o mensalão como caixa 2, um crime eleitoral, Dias cravou: "Estão usando as costas largas das campanhas eleitorais para (explicar) os desvios dos recursos. Sabemos que elas foram destinadas também para o enriquecimento ilícito de pessoas".

O senador qualificou o julgamento como um momento histórico, que pode mudar os rumos do País. "Espero que o julgamento do mensalão, que é histórico, possa ser o marco de um novo rumo para o Brasil", pregou.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".