Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Manual do Guerrilheiro Urbano


E estes salafrários vêm falar de torturas e mortes cometidos pelos militares COMO SE ELES FOSSEM ANJOS IMACULADOS DESCIDOS DO PARAÍSO.

Abaixo um trecho do MANUAL DO GUERRILHEIRO URBANO (íntegra AQUI) escrito pelo sociopata CARLOS MARIGHELLA em julho de 1969. Este lixo foi escrito para servir de orientação aos movimentos armados.

"No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões, etc., é o suficientemente significativo como para não deixar dúvida em relação as verdadeiras intenções dos revolucionários.

A execução do espião da CIA Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que venho da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.

Esta é a razão pela qual o guerrilheiro urbano utiliza a luta e pela qual continua concentrando sua atividade no extermínio físico dos agentes da repressão, e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos exploradores da população."

NA RETA FINAL DAS ELEIÇÕES, SÓ FALTA CONVOCAREM O PCC

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC




Lula mandou escrevermos no “caderninho, anteontem, que sua candidata petista irá ganhar as eleições em São Paulo”. Um dia depois de sua declaração, os paulistanos assistiram ontem a uma triste repetição de um filme que já passou em 2006, na época, protagonizado pelo PCC, quando Geraldo Alckmin estava à frente nas pesquisas para a eleição presidencial.

A baderna de ontem foi insuflada pelos sindicatos lulistas (CUT e Força Sindical), que levaram a guerra armada para as ruas da cidade em socorro a candidata petista, cuja derrota para a prefeitura é mais que certa. Vocês verão abaixo, no vídeo da Globo, um dos carros de som da CUT, de onde o Paulinho da Força Sindical incita os grevistas armados ao confrontamento com as barreiras de proteção e à invasão do Palácio do Governo de São Paulo. Reparem na foto acima, um elemento empunhando a arma.











CONFISSÃO DA CUT NA ARMAÇÃO DO TERRORISMO URBANO EM SP E PORTO ALEGRE

Ações orquestradas nas duas cidades onde o PT está perdendo as eleições - Por Reinaldo Azevedo


Vocês querem ver como essa gente funciona? Abaixo, segue a nota da CUT sobre as ações terroristas de alguns polícias civis, sob o comando da CUT, da Força Sindical, do deputado Paulinho da Força (PDT) e de petistas. Não! Os cutistas não promoveram baderna só em São Paulo. Fizeram-nos também em Porto Alegre, onde o PT também caminha para uma derrota eleitoral. para atingir São Paulo e Rio Grande do Sul

“Ele (o Paulinho) o pronunciou numa manifestação de policiais ocorrida na sexta-feira passada, no vão do MASP. Observem que o próprio deputado toca na questão eleitoral. Com a precisão muito peculiar, ele acusa o governador José Serra, que está no cargo há menos de dois anos, de não dar aumento aos policiais há 14 anos!!! Mas eu os deixarei agora com este Colosso de Rhodes da ética. A idéia de fazer bagunça no Palácio foi dele. E notem que também deixa claro que botaria gente sua, alheia à Polícia, no movimento. Divulguem este post. Ajudem a expor a farsa. A transcrição obedece ao, por assim dizer, raciocínio do valente. Leia o artigo completo 
aqui.




A HORDA ESTÁ TENTANDO ACOAR SÃO PAULO
Para não deixar dúvidas quanto ao alvo, um caixão adornado com uma foto de José Serra e uma frase: "Aqui jaz o ex-futuro presidente". Obviamente que, pelo cálculo dos boçais, o resultado imediato que eles esperam dessa ação terrorista, é que ela reflita imediatamente sobre o índice de aprovação do candidato do DEM, Kassab, e, por tabela, que também respingue no maior opositor de Lula, atualmente: no José Serra.





NAS RUAS DE SÃO PAULO, POLICIAIS EM GREVE E PESQUISADORES

Acendeu o sinal amarelo na campanha do prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição. O enfrentamento, hoje, entre policiais civis em greve e policiais militares nas vizinhanças do Palácio dos Bandeirantes pode afetar o humor dos paulistanos justo no período de aplicação de mais uma pesquisa do Instituto Datafolha sobre intenção de voto para prefeito. Pesquisadores do Datafolha estiverem em campo hoje e estarão amanhã perguntando aos paulistanos em quem eles pretendem votar no próximo dia 26.NOBLAT





AS INVASÕES DOS PALÁCIOS: DO PLANALTO E DOS BANDEIRANTES

Veja você, na semana passada ou retrasada, um único homem que tentou invadir o Palácio do Planalto (inclusive ele estava bêbado ou dopado, segundo a própria PF), levou um tiro na perna que, até onde foi divulgado pela imprensa, teria lhe comprometido o membro e estilhaçado os nervos. Nós dias seguintes, após o episódio, o Planalto soltou uma Nota onde aprovou a atitude da Segurança do Palácio, por ter barrado à tiro a grande invasão do “Exército de Brancaleone”.

Na Nota da CUT, de ontem, ela acusa do governador Serra de “autoritarismo”. Ora, o que queria a canalha da CUT/PT, comandando uma horda armada em direção ao Palácio do governador? A Gabriela assistiu a reportagem completa ontem, e viu uma cena em que um Coronel da PM leva um tapa na cara, de um "deles". Se essa escória entra no Palácio, alguém dúvida que um tiro teria endereçamento certo? Por Gaúcho/Gabriela

Obs: Hoje cheguei um pouco atrasada para ajudar no BLOG, mas faço questão de contar que essa cena, a do TAPA no ROSTO do Coronel, a agressão foi cometida por esse elemento que está de costas de camiseta VERDE. A cena foi tão deprimente que a própria polícia CIVIL teve o bom senso de retirar o coronel que estava sendo cercado pelo bando, cuja atitude indica, formado por sindicalistas petralhas. Gabriela

O suicídio da Águia - Primeira Parte


Manifestantes queimam bandeira
americana: nacionalismo americano
na mira dos globalistas.
Por Heitor De Paola (*), 25 de abril de 2007

Resumo:
 A dissolução dos Parlamentos nacionais e até mesmo dos governos é uma questão de tempo. Mas, para obter sucesso pleno, a caminhada rumo a este objetivo deve eliminar a soberania de um país em particular: os EUA. 


© 2007 MidiaSemMascara.org


Obviously there is going to be no peace or prosperity for mankind so long as it remains divided into fifty or sixty independent states... Equally obviously there is going to be no steady progress in civilization or self-government among the more backward peoples until some kind of international system is created which will put an end to the diplomatic struggles incident to the attempt of every nation to make itself secure….The real problem today is that of world government. 

FOREIGN AFFAIRS
Revista do Council on Foreign Relations
Número 2, 1922
Tal como seu símbolo oficial, a Bald Eagle (Haliaeetus leucocephalus), os Estados Unidos da América estão ameaçados de extinção enquanto nação soberana. Escolhida como símbolo em 20 de junho de 1782 quando da adoção do The Great Seal of the United States por causa de sua liberdade de ação, longevidade, grande força e aparência majestosa e por acreditarem, então, que existisse somente naquele continente, foi declarada espécie ameaçada de extinção em 1973 e protegida pelo Endangered Species Act de 1973, assinado por Richard Nixon. As medidas foram tão eficazes que há um ano passou a ser considerada passível de sair da lista.

Já o País que representa está entre as espécies ameaçadas de extinção, esta espécie maldita para os globalistas e adeptos da Nova Ordem Mundial: os Estados-Nações soberanos. As águias foram salvas por medidas tomadas em tempo; haverá tempo para salvar estas novas espécies ameaçadas? As causas da quase extinção das águias foram principalmente humanas (caça predatória, invasão do habitat acabando com seus alimentos, etc. – até recentemente, quando se verificou sua baixa toxicidade, o DDT era tido como outro responsável). Mas a sua salvação também foi obra humana, dos preservacionistas, que deram o alerta a tempo, e dos políticos, que tomaram as medidas necessárias. Haverá tempo para evitar a extinção da América? Os preservacionistas – os conservadores americanos – já deram o alarme, mas haverá vontade e força política para impedir o desastre?

A ESTRATÉGIA DOS GRANDES BLOCOS REGIONAIS

A experiência da União Européia mostrou como é fácil liquidar com a soberania e o sentimento de nacionalidade até mesmo de nações outrora ciosas de suas características, como a França e a Alemanha. O Parlamento Europeu tem poderes de interferir em todas as questões internas dos países membros, com mínimas restrições. As vantagens econômicas oferecidas tornam tão atraente a adesão que as considerações culturais e tradicionais são deixadas de lado, compradas por alguns milhões de Euros, fazendo com que as pessoas nem se apercebam das imposições, restrições e perdas de direitos a que vão se submetendo paulatinamente. A cada renúncia, o controle exercido pelo Parlamento Europeu aumenta mais. Freqüentemente se faz uma experiência num único país através dos obedientes Parlamentos Nacionais ou Regionais, como a novidade belga: os moradores da região da Wallonia terão que pagar, a partir de junho, uma taxa de € 20 para curtir um churrasquinho! Alegam os onipresentes “especialistas” que a cada churrasco são emitidos entre 50 e 100 gramas de CO². Os céus da região serão monitorados por helicópteros. Podem esperar que se “colar”, em breve estaremos também monitorados. Os que duvidam lembrem que nos pubs irlandeses, redutos tradicionais de fumantes e bebedores de boa cerveja, a proibição do fumo foi vitoriosa.

A dissolução dos Parlamentos nacionais e até mesmo dos governos é uma questão de tempo, pois se tornarão completamente desnecessários. Poderão até permanecer com uma ilusão de que o País ainda existe, uma espécie de bobos da corte a reverenciarem seus verdadeiros líderes continentais.

Na esteira da UE já despontam na Ásia três novos grupos, além da já comentada por mim URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina, sob o comando do Foro de São Paulo, do CFR e da Trilateral Comission).

A ASEAN (Association of Southeast Asian Nations), formada pela Declaração de Bangkok de 1997, reunindo Brunei, Cambodja, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar, Filipinas, Singapura, Tailândia e Vietnã.

A SAU (South Asian Union), reunificando Índia e Paquistão e incluindo possivelmente Sri Lanka e Banglaseh. Os obstáculos culturais são enormes, pois estes países vivem em guerra e numa corrida armamentista muito perigosa. 

Asian Union, reunindo a força de trabalho da China com o capital do Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Hong Kong e Singapura.

Mas nada será conseguido se não acabar com a soberania da única nação que pode interromper estes planos: os Estados Unidos da América. Sendo a águia muito forte e capaz de se defender, só um ataque interno poderá derrubá-la por suicídio. Abordarei aqui uma dessas tentativas já em fase avançada de implementação que, ao mesmo tempo, é mais uma razão para a divisão entre os Conservadores que examinei nos dois últimos artigos: o Presidente Bush está completamente envolvido no projeto de liquidar com as fronteiras dos EUA com seus vizinhos e determinado a cumprir as metas delineadas por seu pai, como diz Lou Dobbs (pode-se ouvir aqui: http://www.youtube.com/watch?v=XdxI0zClV_Y). 

Outra forma de suicídio induzido seria os EUA aceitarem aplicar as draconianas restrições do tão balado – e pouco conhecido – Protocolo de Kyoto, que faria a Nação regredir aos tempos das diligências e paralisaria totalmente sua máquina da guerra, tornando-a presa fácil para o assalto final da globalização.


NORTH AMERICAN UNION – O FIM DA ÁGUIA

“Two centuries ago our forefathers brought forth a new nation;
now we must join with others to bring forth a new world order”.  

DECLARATION OF INTER-DEPENDENCE
World Affair Council, 1976

O plano de unir os EUA com o México e Canadá criando uma União Norte Americana é uma idéia globalista bastante antiga e foi a inspiradora do NAFTA (North American Free Trade Agreement) entre as três nações, mas aberto a todos os demais países centro e sul-americanos. As informações sobre sua implementação, levada a efeito pelo Council on Foreign Relations (CFR), têm sido constantemente sonegadas pelos principais meios noticiosos americanos. Só muito recentemente começaram a surgir coberturas jornalísticas sobre este fato.

Em 1959 o CFR emitiu um position paper intitulado Study N. 7, Basic Aims of US Foreign Policiy (Estudo nº 7, Objetivos Básicos da Política Externa dos Estados Unidos), propondo que os EUA procurassem construir uma nova ordem internacional e sugeria os seguintes passos:

1. Buscar uma ordem internacional na qual as decisões políticas sejam tomadas em conjunto com outros Estados livres, com diferentes sistemas econômicos, políticos e sociais, incluindo aqueles que se auto intitulam “socialistas”. [1]

2. Garantir a segurança dos EUA através da preservação de um sistema de acordos bilaterais e arranjos regionais. 

3. Defender e gradualmente aumentar o poder da autoridade da ONU.

4. Tornar mais efetivo o uso da Corte Internacional de Justiça, cuja jurisdição deverá ser incrementada pelarenúncia às reservas das nações sobre matérias julgadas como sendo de jurisdição doméstica. (ênfase minha).

Em 1973 David Rockfeller pede a Zbigniew Brzezinski, que viria a ser Assessor de Segurança Nacional de Jimmy Carter (1977-1981), ao CFR, à Fundação Ford e ao Brookings Institution para formarem uma organização de cúpula com os principais líderes econômicos do mundo. A mesma foi denominada Trilateral Commission e já foi examinada por mim com mais detalhes [2]. Uma de suas funções é combater o nacionalismo e a própria noção de “Estados Nacionais” e a criação do conceito de “interdependência”. No ano seguinte, um dos membros desta organização, Richard Gardner, publica na Revista do CFR um artigo intitulado "The Hard Road to World Order" [3] onde diz explicitamente que “é necessário erodir o conceito de soberania nacional, pedaço por pedaço, por dentro, de baixo para cima, o que será mais produtivo do que um assalto frontal tradicional”. Este assalto seria realizado através de acordos de comércio acertados pela cúpula dos países, sendo apresentados ao público como fait accompli. Em janeiro de 1981, o Presidente Reagan propõe a criação de um mercado comum norte-americano. (Assim começou a União Européia). Em janeiro de 1989, após três anos de negociações, torna-se efetivo o Canada-US Free Trade Agreement (CUFSTA).

Em 1990 os Presidentes Bush e Salinas anunciam o início de discussão do mesmo tratado entre EUA e México e um ano após o acordo torna-se oficialmente trilateral. Em 1992 os parlamentos dos três países aprovam o acordo e dois anos depois o NAFTA passa a vigorar plenamente. Razões de tempo e espaço me obrigam a omitir inúmeros passos desta caminhada, mas os leitores interessados podem ver uma cronologia detalhada, Timeline of the Progress Toward a North American Union, acessando o site Vive Le Canada.ca [4].

Livre Comércio (Free Trade) não é o que aparenta ser – a liberação do comércio entre países em que todos lucrarão - não passa de um instrumento importante para a organização da Nova Ordem Mundial que se inicia em vários focos regionais, mas se expandirá para todo o planeta. É, na realidade, produto do “capitalismo” corporativista transnacional cuja finalidade é evoluir para um socialismo da super-elite – aquela dos metacapitalistas a que me referi nos dois últimos artigos [5] - que virá a dispor de poder absoluto: econômico, político e cultural. Christopher S Bentley no artigo “Immigration and Integration” [6] aponta quatro estágios principais através dos quais se chegará à integração total:

1. A super-elite cria uma área de livre comércio. Nas sombras vão criando controles políticos e burocráticos.

2. Cria uma união aduaneira. Implementa e expande a burocracia.

3. Cria um mercado comum. Fim das restrições à migração de capital e trabalho. Paulatinamente, torna as fronteiras desnecessárias.

4. O MC evolui para uma união econômica. Estrutura legal, regulamentos e impostos comuns, moeda única. (No caso em apreço já tem nome: Amero).

5. União política, desenvolvida através do sistema de “parcerias público-privadas” (PPP), uma simbiose entre banqueiros, corporações e burocracia estatal.

Acrescenta que “não podemos esquecer que até Karl Marx amava o ‘sistema de livre comércio’ por sua capacidade destrutiva de ‘quebrar’ as velhas nacionalidades e acelerar a Revolução Social (Mundial)”.

Sob a égide do NAFTA a Casa Branca, através do Departamento de Comércio, constituiu a Security and Prosperity Partnership of North America [7] que entrou em vigor em março de 2005, na reunião trilateral de cúpula em Waco, Texas. No site acima existe uma seção de mitos/fatos onde se afirma que o SPP nada mais é do que um diálogo para aumentar a segurança e a prosperidade, não um acordo nem um tratado. Analistas como Jerome R Corsi [8] consideram que isto é uma forma da administração Bush ludibriar os processos legislativos dando um golpe executivo, pois um Tratado teria que ser submetido à aprovação pelo voto de 2/3 do Senado. O que realmente estaria havendo é uma reformulação total das leis administrativas dos EUA para “integrar” ou “harmonizar” com as correspondentes do México e Canadá, inclusive com a integração das forças de segurança dos dois países no Department of Homeland Security americano. Para completar, ainda está prevista a criação de uma Corte Suprema Norte-Americana com poderes de revogar quaisquer atos das três Cortes nacionais. 

 
E tudo está acontecendo à revelia do Congresso e do Judiciário e sem nenhuma divulgação para o público americano, canadense ou mexicano. O que estaria sendo “harmonizado” não seria o incremento da segurança dos alimentos e drogas para os povos, mas a facilitação das operações – e aumento dos lucros – das imensas corporações farmacêuticas e alimentares em conluio com as burocracias governamentais nas Parcerias Público Privadas (como no Brasil onde as PPPs são a moda). Pergunta Steven Yates [9] com muita propriedade: “...se as super-elites das três nações tivessem como alvo o interesse da população de seus países, por que o segredo com que tudo está sendo conduzido?”.


NOTAS:

1. Recorde-se aqui o que abordei no meu último artigo como a “convergência”, Sblizhenie, entre os dois sistemas.


3. http://www.foreignaffairs.org/19740401faessay10106/richard-n-gardner/the-hard-road-to-world-order.html. Chamo atenção para o fato de que o acesso ao texto completo dos artigos de Foreign Affairs exige assinatura paga ou compra de cada artigo em formato .pdfhttp://www.vivelecanada.ca/staticpages/index.php/20060830133702539








 

(*)O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, e Membro do Board of Directors da Drug Watch International. Possui trabalhos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da organização comunista clandestina, Ação Popular (AP).

 

Fiesp quer isenção de ICMS para alimentos

AE INVESTIMENTOS
ANNE WARTH, quarta-feira, 15 de outubro de 2008, 19h01

Depois de assumir uma campanha pelo fim da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) no ano passado, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) elegeu um novo alvo: o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os alimentos. De acordo com um estudo que a Fiesp encomendou à FGV Projetos, a média de todos os tributos que incidem sobre os alimentos representa 16,9% sobre a base de arrecadação. Na Europa, esse porcentual não ultrapassa os 5% e nos Estados Unidos é de 0,7%. Na prática, essa tributação chega a 12% do preço final dos alimentos in natura, 11% do preço final dos alimentos industrializados e 16% do gasto com alimentação fora de casa.

Ou seja, a cada R$ 10 que se gasta com feijão e arroz no supermercado, R$ 1,50 é arrecadado em impostos e contribuições. Se houvesse a isenção de ICMS sobre esses alimentos, conforme questiona a Fiesp, o valor arrecadado pelo governo cairia para R$ 0,50.

Os tributos sobre alimentos incluem ICMS, Imposto de Renda (IR), Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), contribuição para a Previdência Social e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o estudo, o maior peso é do ICMS (43,6% da arrecadação). Ou seja, sem o ICMS, a tributação total sobre os alimentos cairia de uma média de 12% para 5%, e a redução média no preço final dos alimentos seria de 7%.

O objetivo da Fiesp é conseguir zerar ou ao menos diminuir a alíquota de ICMS sobre os alimentos para reduzir a inflação, aumentar o consumo de alimentos e promover o crescimento econômico e a alta do emprego. "Não existe nada que justifique a tributação de alimentos, tanto que quanto mais rico o país, menor a tributação", disse o diretor titular do Departamento do Agronegócio da Fiesp, Benedito da Silva Ferreira.

A Fiesp e a FGV Projetos argumentam que o aspecto mais prejudicial é que o ICMS é um imposto regressivo, ou seja, pesa mais para os mais pobres. Um cálculo mostra que os brasileiros gastam 2,2% de sua renda pagando impostos que incidem sobre alimentos. Em famílias cuja renda supera R$ 32 mil, esse gasto não chega a 1% do orçamento mensal. Já para as famílias cuja renda é de até R$ 1 mil, 3,1% do orçamento é gasto com impostos sobre alimentos. Isso representa um universo de 31 milhões de famílias em todo o País.

O desafio da Fiesp será maior do que o da luta contra a CPMF. O ICMS é um imposto estadual, ou seja, cada um dos 27 Estados define a alíquota. O ICMS é também a maior fonte de arrecadação dos Estados.

Publicado em: 15 de outubro de 2008, 19h01
Alterado em: 15 de outubro de 2008, 19h01

ESQUERDA FASCISTÓIDE

REINALDO AZEVEDO
Sexta-feira, Outubro 17, 2008

Em uma semana, o principal partido de esquerda brasileiro, o PT, escancarou o seu viés fascitóide duas vezes. Começou no domingo, com a baixaria contra o prefeito Gilberto Kassab (DEM), estimulando na cidade os preconceitos mais asquerosos, numa campanha canalha e, ademais, covarde porque oblíqua. Eis a tolerância do PT. Um ou outro leitores me mandam comentários publicados nos blogs das ratazanas e mãos-peludas. É de assustar. Para eles, Marta é vítima, e Kassab merece a campanha porque, afinal, “é de direita”. Como a direita é horrível! Estamos vendo, então, do que a esquerda é capaz.

Ontem, essa esquerda estimulou que policiais civis armados partissem pra cima da Polícia Militar. Não há nada mais característico das hordas fascistas do que manifestações públicas de arma na mão.

Como essa gente vai perder a eleição de modo humilhante, decidiu perder primeiro o juízo.

Estado "lulirante" (delirante psicóptico)

ESTADÃO
Tânia Monteiro - enviada especial de O Estado de S.Paulo, quarta-feira, 15 de outubro de 2008, 13:26

NOVA DÉLHI, Índia - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assegurou ainda que a candidata do PT à prefeitura de São Paulo, a ex-ministra Marta Suplicy , sairá vitoriosa no segundo turno em 26 de outubro. "A Marta vai ganhar", disse o presidente.

 

Veja também:

linkJingle: Marta faz paródia do 'Sorria, meu bem' de Kassab

linkDepois de guerra na TV, Kassab tem 12 pontos à frente de Marta

linkEspecial: Perfil dos candidatos em São Paulo especial

link'Eu prometo' traz as promessas de Marta e Kassab especial

linkGeografia do voto: Desempenho dos partidos nas cidades brasileiras especial

linkConfira o resultado eleitoral nas capitais do País

 

Ao ser questionado se Marta Suplicy conseguira os votos uma vez que seu opositor, o atual prefeito, Gilberto Kassab, está bem a frente nas pesquisas eleitorais, o presidente afirmou: " o segundo turno começou ontem. Pelo amor de Deus. Escreva isso aí no seu caderninho. A Marta vai ganhar a eleição em São Paulo, com os votos de São Paulo.

 

Lula desembarca no sábado em São Paulo.

A PROVA DE QUE ARRUAÇA DA POLÍCIA FOI MANIPULAÇÃO POLÍTICA. E É PAULINHO DA FORÇA, ALIADO DE MARTA, QUEM CONTA TUDO

REINALDO AZEVEDO
Sexta-feira, Outubro 17, 2008

Atenção!

O que segue abaixo não é para estômagos fracos. Trata-se de um discurso do deputado Paulinho da Força (PDT), este monumento à moralidade nacional. Para maiores informações sobre sua biografia, vocês podem colocar no Google as palavras “Paulinho Força empréstimo BNDES”. O resultado é espantoso. Mas só a autoria do discurso talvez não ameace com uma lavagem estomacal completa. É preciso ler o que ele diz. Aí estão a PROVA, a EVIDÊNCIA, a CONFISSÃO de que os atos protagonizados ontem por alguns policiais civis, em São Paulo, obedeceram à mais descarada manipulação política.

Ele o pronunciou numa manifestação de policiais ocorrida na sexta-feira passada, no vão do MASP. Observem que o próprio deputado toca na questão eleitoral. Com a precisão muito peculiar, ele acusa o governador José Serra, que está no cargo há menos de dois anos, de não dar aumento aos policiais há 14 anos!!! Mas eu os deixarei agora com este Colosso de Rhodes da ética. A idéia de fazer bagunça no Palácio foi dele. E notem que também deixa claro que botaria gente sua, alheia à Polícia, no movimento. Divulguem este post. Ajudem a expor a farsa. A transcrição obedece ao, por assim dizer, raciocínio do valente.

(...)
O PROSELITISMO
tenho um irmão que é policial como vocês, da Policia Civil. Também como o Ronaldo, algum tempo atrás foi atingido num assalto a banco, por uma escopeta, e também não teve nenhuma assistência do governo do estado. Quero dizer a vocês que eu não tenho participado das reuniões que têm acontecido, das passeatas, mas tenho acompanhado através do presidente do sindicato, o movimento todo da polícia civil. Quero dizer, como presidente da Força Sindical e também como deputado federal, que o movimento de vocês tem repercutido muito em Brasília, principalmente quanto à intransigência do governador com relação aos trabalhadores de SP. O que o governador tem feito com os policiais, os delegados que se colocam à disposição e abafando o movimento é uma coisa absurda, coisa que, como trabalhadores, não podemos concordar.

TODO O APOIO DA FORÇA
Como é que um homem que é o governador do maior estado do país e quer ser presidente da República, mas trata seus trabalhadores como o Serra tem tratado os (policiais) civis do Estado de São Paulo? Nós não podemos concordar com isso e temos de protestar. Vim aqui, companheiros, para dizer a vocês que quero colocar à disposição dos companheiros dirigentes sindicais da polícia civil aqui de SP toda a estrutura da Força Sindical à disposição de vocês [APLAUSOS E APITAÇÃO].
A nossa estrutura aqui em SP não é pequena... A Força Sindical aqui no estado de SP tem 712 sindicatos, cada um desses sindicatos tem lá um punhado de carros de som. Portanto, se vocês precisarem, é só vocês me ligarem. E nós colocamos, só aqui na cidade de SP, temos uns 200 carros de som para colocar na porta do Palácio [APLAUSOS E APITAÇO].
(...)

PAULINHO OFERECE O APOIO DE OUTROS SINDICATOS
Eu queria fazer uma proposta para vocês. Se vocês concordarem, eu me comprometo com o outro lado. É convocar todos os sindicatos das centrais sindicais para acompanhar vocês na semana que vem.

PAULINHO LIGA A GREVE À QUESTÃO ELEITORAL
Queria fazer uma proposta a vocês que é a seguinte: nós estamos chegando às vésperas do segundo turno. O chefe de vocês, que é o José Serra, sabe que tem que... (INCOMPREENSÍVEL}... as eleições. A coisa aqui é séria. E sabe que uma greve da Polícia em São Paulo com repercussão nacional - a greve de vocês está causando repercussão nacional... [INCOMPREENSÍVEL]. Ele não dá aumento de salário há 14 anos, e o povo do Brasil não sabe disso. E ele quer ser presidente da República.

PAULINHO LANÇA A IDÉIA DE IR ATÉ O PALÁCIO
A proposta que eu quero fazer aos companheiros é que a semana que vem, na quinta-feira, a gente faça uma passeata saindo do Morumbi, do Estádio do meu time, São Paulo, lógico. [INCOMPREENSÍVEL], corintianos, palmeirenses, santistas convocados... Eu convoco um movimento, sindical, o presidente da CUT que está aqui também candidato. E, na quinta-feira, nós fazemos uma concentração com carro de som, com bandeira, com faixa, no Morumbi. E do Morumbi, nós vamos para a porta do Palácio dos Bandeirantes.

CONSTRANGER O GOVERNADOR
Ele vai ter duas saídas só: uma, ele mesmo – não vem com esse Marzagão não, esse não manda porra nenhuma. Ele vai ter duas saídas: uma, receber o comando de greve em palácio, dizer se vai dar, ou não vai dar. Outra: dizer para o Brasil que não vai dar nada.

JUNTANDO-SE COM A CUT
Porque, se ele falar que não vai dar nada, nós podemos acampar na porta do Palácio dos Bandeirantes até que ele queira... (INCOMPREENSÍVEL]. Apoio integral não só do PDT, e de outros partidos. Nós iríamos... Eu convoco também em Brasília vários deputados federais comprometidos ... O Roberto Felício [DA CUT]. Convocamos deputados estaduais, vereadores daqui, companheiros. E vamos motivar. Ele que tenha a coragem de dizer que não vai dar.
Porque não é possível essa coisa que vocês estão fazendo: a Polícia em greve, a população precisando de vocês, e ele não cede. Então, vamos lá na porta. Essa é a proposta que eu faço para vocês. E fico à disposição para o comando de greve para a gente comentar... Obrigado.
Voltei
Algo mais a ser dito, além de lembrar que, nesta eleição, ele é um dos principais cabos eleitorais da petista Marta Suplicy?

NOTA DA PRESIDÊNCIA DO CLUBE MILITAR

Por e-mail (sic)

Amigos(as)

Embora seja correta a intenção desta Nota do Clube Militar (leia abaixo), ela peca por não abordar o cerne da questão.

Não se trata da omissão do Comandante do Exército em relação ao cel Ustra, mas sim de sua ausência em defesa da História do Regime Militar de 1964.

O cel Ustra não era absoluto no desempenho de suas funções de Comandante do CODI-DOI de São Paulo e nem estava, como nas Forças Armadas, independente de subordinação aos seu Chefes, de quem recebia ordens e orientação.

Aliás, sabemos todos nós que o Chefe que não fiscaliza o cumprimento das ordens que dá é um incompetente.

No caso do Cel Ustra, havia um Comandante que lhe era superior funcional e a missão dos CODI-DOI não era independente de controle pelos escalões superiores.

E estes se omitem por covardia.

Desconstróem Exército.

Em outra ocasião, também já havia notado que o Presidente do Clube Militar, quando expede suas Notas Oficiais, tem o dom de passar ao largo da questão que pretende abordar.

Este foi o caso da Nota que pretendeu justificar o caso do General Heleno em relação ao problema da Amazônia.

A NOTA expedida pelo Gen Presidente do Clube apenas ressaltava que o Gen Heleno não hava cometido qualquer transgressão disciplinar, quando, na verdade, deveria defender o ponto de vista externado pelo Gen Heleno naquela ocasião.

A mesma coisa acontece agora em relação ao Cel Ustra: defendê-lo como está sendo feito não resolve a questão.

O problema está mais acima: está na estrutura hierárquica que o enquadrava. Está no General a quem devia subordinação direta.

Não há coragem à disposição de ninguém.

Artigo em falta nas estantes da História.

Flavio, cel art Tu Avaí ( Recife/ PE


Socialism Comes to America

ACCURACY IN MEDIA - AIM

AIM REPORT  |  BY CLIFF KINCAID  |  OCTOBER 15, 2008


But many conservatives understood that, by capitulating to the political Left, McCain and the Republican Party were ceding unnecessary ground to Barack Obama and his “progressive” Democrats. 

In his classic 1932 book, Toward Soviet America, Communist Party boss William Z. Foster wrote about how “The United Soviet States of America” would come about. As a result of various capitalist crises, the national government would assume more and more control over the economy. “In finance,” he wrote, “it will mean the nationalization of the banking system and its concentration around a central State bank…”

It would be an exaggeration to say that we are getting close to anything resembling the Soviet system. But it is also a big mistake to call massive federal intervention in the economy a “rescue” or even a “bailout.” 

Over at Political Affairs Magazine, a publication of the Communist Party USA, writer John Case was gloating. His article about the crisis was headlined, “A Dose of Socialism to Forestall Disaster.” He thought that Treasury Secretary Henry Paulson and Federal Reserve Board chairman Ben Bernanke had been reading the works of closet Marxists. 

While many of the talking heads and pundits on TV were providing calming words of reassurance about federal intervention in the financial system, analyst Peter Schiff of Euro Pacific Capital had been accurately warning for years about a financial meltdown and says that the worst is yet to come. Asked for comment on media coverage of the financial meltdown, he told Accuracy in Media, “Absent when they have me on, it’s pretty bad.”

Many commentators, Schiff said, were telling people that if the bailout doesn’t go forward, there would be an economic crisis. However, “if we do it, there will be a bigger crisis,” he predicts. “The politicians want to make believe we can avoid paying the piper if we pass these bailouts,” he said. “It’s just not true. It’s going to collapse the currency. It’s going to make a worse economic crisis because the money they’re printing is not going to buy anything.”

While he continues to make a number of media appearances, he says that the CNBC cable network won’t have him on the air. “I predicted all this stuff, and they laughed at me,” he said. “So maybe they’re embarrassed.”

Schiff, who labels the government takeover of the financial sector as socialism and refers to the Federal Reserve Board chairman as “Comrade Bernanke,” told AIM, “The government doesn’t have the authority to do any of this stuff. This whole bailout bill is illegal. They don’t have the authority to buy up mortgages. Nothing in the Constitution says they can do this.”  “Who needs Bolsheviks when you have the Fed?” he had written.

The author of “Crash Proof: How to Profit from the Coming Economic Collapse,” Schiff  said that “The government doesn’t solve problems. It makes them bigger. So if we’re broke, which is the reality—that’s why these mortgages are not worth much because Americans can’t afford to pay the money back that they borrowed—the bottom line is we’ve borrowed and spent ourselves into bankruptcy following the government’s advice. They’re the ones that encouraged all this reckless borrowing and spending.”

Interviewed by AIM before the House of Representatives had initially voted down the “bailout” scheme, at a time when it looked like the plan would actually pass, Schiff had shocking advice for ordinary Americans. 

“The first thing you do if you have a mortgage is you stop making the payments,” he said. “That’s the number one thing for people who have mortgages based on this plan. And use that money to buy gold or stock up on food. You’re going to need it. Meanwhile, no one is going to kick you out of your house. You’re going to be able to live in your house for probably a year or two before the government calls you up to give you a lower mortgage because nobody is going to foreclose on you right now. Why would you foreclose? You sell the loan to the government. This plan is a huge moral hazard and it’s going to lead to a surge in mortgage delinquencies.”

In an article on his website, Schiff had praised House conservatives for trying to preserve American-style capital-ism by resisting the scheme.

But when the House of Representatives, led by conservatives, initially defeated the proposed $700- billion takeover scheme, Michelle Caruso-Cabrera of CNBC brought up the subject of “four ways around Congress,” adding, “I know it’s a flippant title and those who believe in the checks and balances in the Constitution will probably be upset by the title.” One panelist wondered if the Federal Reserve could just intervene on its own.

What they were entertaining was the notion of bypassing Congress and establishing an economic dictatorship in the United States. The exchange between Caruso-Cabrera and her colleagues demonstrated that those who posture as “pro-business” can really be socialists at heart. 

On CNBC, news analysts frequently complained that the “ideology” of the House Republicans had gotten in the way of the planned takeover of the financial sector. That “ideology” is free enterprise capitalism. 

The Return Of Karl Marx

Libertarian thinker and writer Martin Masse captured public attention with an article insisting that the proposed federal takeover of the financial sector in the U.S. represents a comeback by Karl Marx, the father of communism, who had proposed government control of capital. “If he were to rise from the dead today,” Masse writes, “Marx might be delighted to discover that most economists and financial commentators, including many who claim to favor the free market, agree with him.” He cites commentaries in favor of the “bailout” plan from so-called conservatives at the Heritage Foundation and the Wall Street Journal and other places.

The Heritage Foundation endorsed the takeover, even though it admitted that “constitutional concerns remain” about the plan and the “centralization of power” is worrisome. 

Don Lambro of the Washington Times was extremely upset that conservative House Republicans had “cowardly” listened to their constituents and had voted against the plan. “Free-market advocates said that America’s free-enterprise capitalist system rewards success and punishes failure, and government has no business intervening in the marketplace to pick the winners and losers,” he said. “That is unarguable when the economy is working as it should, but when entire economic sectors are failing as a result of a credit collapse or a loss of confidence in the nation’s banking and other financial institutions, then it is sometimes necessary for government to step in to restore them. This is one of those times.”

Indeed, Marx would be pleased.

But many conservatives understood that, by capitulating to the political Left, McCain and the Republican Party were ceding unnecessary ground to Barack Obama and his “progressive” Democrats. 

If they had been honest about this debacle, they would have had to admit that, of all the Republicans running for president, only Rep. Ron Paul had predicted the crisis that was coming. But they couldn’t admit this because their proposed “solution,” which amounted to more government, more spending, and more debt, would only make things worse in the long run. And that is why Rep. Paul and so many House conservatives so strongly opposed it. The takeover plan, in their view, will only postpone the inevitable and leave us with a much bigger government.

The “debate” taking place in Washington and the media was being carefully controlled. The Republican Bush Administration supported the plan and Congressional Democrats wanted to take it further. The Democrats wanted even more federal involvement in the firms that are being acquired. In other words, it was a question of how much socialism they want. 

“Government bailouts and takeovers are nothing new,” pointed out financial advisor Ric Edelman. 

He cited the following: “In 1971, Richard Nixon rescued Lockheed by providing $250 million in loan guarantees. When the Penn Central Rail-road failed in 1971, Nixon created Am-trak. Jimmy Carter gave $1.5 billion in loan guarantees to Chrysler in 1979. Under Ronald Reagan, the FDIC in 1984 spent $4.5 billion to rescue Continental Illinois, which still holds the record as the largest U.S. bank failure. Then, during the S&L crisis of the 1980s, George H. W. Bush approved the bailout of 747 savings and loans at a cost to taxpayers of $124.6 billion. In 1998, under Bill Clinton, the Federal Reserve Bank of New York bailed out Long Term Capital Management at a cost of $3.6 billion. During the Mexican Peso Crisis, Clinton arranged for loans and guarantees to Mexico totaling almost $50 billion. Then, following the September 11, 2001, terrorist attacks, George W. Bush approved $15 billion in subsidies and loan guarantees to aid the faltering airline industry. This year, the Federal Reserve approved a $30 billion credit line to help JP Morgan Chase acquire Bear Stearns and engineered takeovers of Freddie Mac, Fannie Mae and AIG. The names, dates and amounts are different, but that’s about it.” In fact, however, the massive scope and price tag made this plan far different. Many conservative members of Congress called it socialism.

 

 

A GLOBAL TAX FOR GLOBAL SOCIALISM

Meeting in New York on the occasion of the 63rd session of the U.N. General Assembly, members of the Socialist International (SI) called for the establishment of a World Financial Organization to provide “global stability” and regulate the financial systems of the nations of the world. This will be the inevitable result of the U.S. Congress passing a socialist-style takeover of the U.S. financial sector. This centralization of power will make it easier to integrate the U.S. into a global socialist system. 

The U.N. has long played host to meetings of the SI and former U.N. Secretary-General Boutros Boutros-Ghali was a former vice-president of the SI. This year’s meeting, which was held on September 26, included “invited guests” from the United Nations such as Juan Somavía, Director-General of the International Labor Organization; Kemal Dervis, Administrator of the United Nations Development Program; and Alicia Bárcena, Executive Secretary of the Economic Commission for Latin America and the Caribbean.

The proposed World Financial Organization (WFO) would “fill up the gap in the existing structure of the financial system by monitoring and regulating private capital flows,” its proponents say. Those “private flows” represent capitalism.

The WFO, a long-time dream of officials of the United Nations, could lay the groundwork for a global tax to drain away some of that money for government purposes on a global basis. A proposed “World Tax Organization,” which has been on their drawing board for years, would collect and dispense the revenue.

The SI, which shares the same basic economic goals as international Communism, is an association of 170 political parties and organizations from all continents, including the Democratic Socialists of America (DSA), whose Chicago branch has backed Barack Obama’s political career from the start.

Obama’s backers in the Democratic Socialists of America were ecstatic and preparing for a complete government takeover in the U.S. “While recognizing the critical limitations of the Obama candidacy and the American political system,” the organization said in a statement, “DSA believes that the possible election of Senator Obama to the presidency in November represents a potential opening for social and labor movements to generate the critical political momentum necessary to implement a progressive political agenda.”

The DSA cautioned, however, that the Left should not be so involved in the national presidential campaign that it ignores the general election races for the U.S. House and Senate. “We need more progressives in Congress as well as increased Democratic majorities,” it said.

The Socialist International, meanwhile, is preparing for a high-level meeting in Mexico on November 17-18, “to discuss an agenda with the urgent world financial situation at its center, following U.S. elections.”

 

 

MORE BAILOUTS ON THE WAY

Two more bailouts are pending before Congress—both of them sponsored by Senator Barack Obama. One is the Jubilee Act, which would cancel as much as $75 billion worth of Third World debt, and the other is the Global Poverty Act, which would cost an estimated $845 billion. Total potential cost: $920 billion.

If they don’t pass Congress this year, they could come back in an Obama Administration. 

Citing AIM research on the topic, commentators such as Andrew C. McCarthy pointed out that Obama’s Global Poverty Act (S. 2433) would cost even more than the $700 billion  socialist takeover of the U.S. financial sector. Obama’s bill passed the House and Senator Joe Biden’s Foreign Relations Committee and now awaits full Senate action. But the Jubilee Act (S. 2166), which is co-sponsored in the Senate by Barack Obama, has also passed the House and awaits Senate action.

Republican presidential candidate John McCain is not an official sponsor of the Jubilee Act or Obama’s Global Poverty Act. But the pressure was mounting on McCain, as well as running mate Sarah Palin, to endorse the legislation. In fact, McCain recently asked the wealthy rock star Bono, an advocate of more U.S. foreign aid spending, for advice on how to help the rest of the world. 

“The ONE Campaign and co-founder Bono spoke by telephone this afternoon with Senator John McCain, Governor Sarah Palin, and members of the McCain campaign policy staff about the issue of extreme poverty, especially in Africa,” a September 24 ONE campaign news release declared. “The call today was part of ongoing conversations between ONE and both the McCain and Obama presidential campaigns.” No details of the conversations were provided.

The ONE campaign organization has been urging Senate passage of the Jubilee Act, which would cancel the debts of 26 foreign countries even while the U.S. suffers through its own financial crisis and Americans are losing their homes and savings. It passed the House in April on a 285-132 vote. 

While the Global Poverty Act has started getting more serious attention, the implications of passage of the Jubilee Act have been generally ignored. Yet, a representative of the Treasury Department, Assistant Secretary For International Affairs Clay Lowery, testified at a Senate hearing in April that “The Jubilee Bill represents an unfunded international mandate to fully cancel roughly $75 billion worth of debts owed by the potentially eligible countries to official bilateral and multilateral creditors.” This is on top of the $110 billion in debt reduction already being granted to various countries, he said.

Despite foreign aid having cost the American people $2 trillion since World War II, Bono’s ONE organization believes in “allocating more of the U.S. budget toward providing basic needs” for the rest of the world. 

ONE also promotes compliance with the U.N.’s Millennium Development Goals, the same expensive effort set forth legislatively in Obama’s Global Poverty Act.

Hypocrite Bono

Bono, the lead singer of the rock band U2, is one of the richest entertainers in the world and gets tremendous access to the media—and politicians—because of his anti-poverty campaign. Less well-known is the fact that his band came in for criticism two years ago when it transferred part of its business empire out of Ireland to avoid high tax rates.

ONE campaign “partner” organizations include the United Nations Association, the pro-U.N. lobbying group, and Ted Turner’s United Nations Foundation, which financially supports the U.N.

While the ONE campaign is generally regarded as a left-wing organization, it claims support from such notables as Pat Robertson of the Christian Broadcasting Network and Purpose Driven Lifeauthor and pastor Rick Warren.

Also bowing to the Left, before he came to Washington, D.C. to work on the $700-billion federal takeover plan for the U.S. financial sector, McCain had taken time to attend and speak at the “Clinton Global Initiative,” a campaign underwritten by big companies and rich individuals to promote the pet causes of the disgraced former president. One of these causes has been an international tax on airline tickets to generate funds to fight HIV/AIDS. 

Obama, as well as Bono, also spoke at the Clinton event.

On September 25, after conversing with McCain and Palin, Bono and his collaborators were scheduled to hold a “United Nations emergency summit on the Millennium Development Goals.” Bono’s ONE organization described them as “eight goals” that were “drawn from the targets contained in the Millennium Declaration that was adopted by 189 nations—and signed by 147 heads of state and governments during the UN Millennium Summit in September 2000.”

Similar language is incorporated in Obama’s Global Poverty Act, which has passed the House and Senator Joe Biden’s Foreign Relations Committee, and now awaits full Senate action. As AIM has documented repeatedly, a careful analysis of the legislation, as well as the follow-up 2002 U.N. Financing for Development Conference, which was designed to make the “goals” into a reality, leads to the conclusion that the U.S. will have to provide $845 billion in increased foreign aid spending, generated if necessary by a global tax on the American people.

At the Clinton Global Initiative meeting, Obama reaffirmed a “commitment” to “embracing the Millennium Development Goals, which aim to cut extreme poverty in half by 2015.” He added, “This will take more resources from the United States, and as President I will increase our foreign assistance to provide them.”


DEAR FELLOW MEDIA WATCHDOG                                                                        October-B 2008


             THE COVERAGE OF THE FINANCIAL CRISIS HAS BEEN HELPFUL IN demonstrating that many of the “conservatives” in the media are not so conservative after all. When the going gets tough, they are quick to abandon their principles. Exhibit number one is Fred Barnes of The Weekly Standard, who declared on Fox News on October 2 that conservatives in the House of Representatives opposing the socialist-style bailout scheme were crazy, nuts, and idiots. Barnes went so far as to claim, without citing any evidence at all, that President Reagan would have supported a $700-billion federal takeover of the financial sector in the U.S. Wasn’t it Reagan who said, “Government is not the solution to our problem, government is the problem.” A new Rasmussen poll finds that 59 percent of Americans still agree with Reagan on that. Rasmussen reported, “The fact that most Americans still agree with Reagan helps explain the ongoing public resistance to the bailout bill currently working its way through Congress and the fear of many voters that the federal government will do too much rather than too little to deal with the current economic situation.” Please send the enclosed postcard to Fred Barnes, asking him to apologize to House conservatives. Send another to William Kristol, another bailout backer. 

                I HAD ALWAYS LAUGHED IN THE PAST WHEN PEOPLE ON THE POLITICAL LEFT HAD REFERRED to Fox News as “Faux News.” I know that Fox News has been successful because of the fact that its programs included conservative viewpoints. But during coverage of the financial crisis, the Fox News “conservatives” sounded like Barney Frank and Maxine Waters. All of the conservative panelists on Brit Hume’s normally excellent “Special Report” show were cheerleaders for the takeover scheme. These included Barnes, Kristol and Charles Krauthammer. Yet, when the takeover plan ultimately passed, most House Republicans stood on principle and opposed it. House Republicans voted against it 108-91. House Democrats voted for it 172-63. Indeed, House conservatives had led the opposition, standing on principles of free enterprise capitalismBarnes’ vociferous support for the socialist takeover of America’s financial sector seemed to surprise “Special Report” moderator Brit Hume himself. On the October 2 show, Hume said to Barnes: “Let me ask you this question, Fred. You’re not unsympathetic to the conservatives in the House of Representatives, and the noisiest opposition to this measure has come from conservatives in the House. Give me your thoughts on the quality of their arguments.” Barnes replied, “I think their arguments are idiotic and myopic. It is as if they are operating from some ideology that says we cannot interfere with the free market by having the government do more. But, look, Ronald Reagan would do this. Alexander Hamilton did it. When you have an economy, when you have a financial crisis that threatens to blow up the economy and put America in a deep recession or worse, that’s when government is supposed to act. If you’re a libertarian and you don’t believe in government, that’s something. But those Republicans are not libertarians. They’re just nuts.” He went on to say that some of the proposed alternatives offered by conservatives were “crazy.” 

                BARNES, WHO CLAIMS TO BE AND IS ADVERTISED AS A CONSERVATIVE, WAS EXPRESSING opposition to the “ideology” of conservatism. His idea of having the government “do more” was an unprecedented federal intervention in the economy. It was the socialist “solution” of Barack Obama and most Democrats, and endorsed by Senator John McCain and most Senate Republicans. But House Republicans, the most conservative legislators on Capitol Hill, remained opposed to the measure, even after legions of lobbyists were sent to turn lawmakers around. Of course, despite what Barnes said, there’s absolutely no evidence that Ronald Reagan would ever favor such a scheme. Reagan said big government was the problem, not the solution. 

            BARNES IS ENTITLED TO HIS OPINION, NO MATTER HOW LIBERAL IT MAY BE. BUT WE SHOULD no longer be under any illusion that he is a “conservative” on fiscal or economic matters. What struck me was the vicious nature of his criticism of House conservatives. Barnes is never this vicious when he comments on liberals and their policies. It was unseemly and wrong to attack the conservatives on Capitol Hill who were leading the effort to save American-style capitalism. Frankly, Barnes should apologize for his outburst. And we should thank the House conservatives for trying to prevent what happened on October 3—the day the bill passed and capitalism died in the United States. Barnes, of course, wasn’t the only one who went over to the other side. The Heritage Foundation is facing strong dissension in the ranks over its decision to support the Wall Street bailout. The situation is similar over at Investor’s Business Daily (IBD), whose conservative editorial page urged swift federal action to finance a financial sector takeover. Its “Time to Act” editorial severely undercut the credibility of its own editorial series highlighting and criticizing the socialist proposals of Barack Obama. Please send the other postcard to IBD about this. 

                DURING A TIME WHEN MOST OF THE COMMENTARY AND NEWS “ANALYSIS’ WAS IN FAVOR of the Wall Street takeover plan, Rep. Brad Sherman of California was on Larry Kudlow’s CNBC show on September 30 citing evidence that the legislation potentially “provides hundreds of billions of dollars of bailouts to foreign investors,” including in Communist China. The provision was Section 112, “Coordination With Foreign Authorities and Central Banks,” which “Requires the Secretary to coordinate with foreign authorities and central banks to establish programs similar to TARP”—the Troubled Assets Relief Program. Sherman is a Democrat, but the foreign bank bailout provision alarmed Senator Pat Roberts, Republican of Kansas, who said, “The plan permits taxpayer dollars to be used to buy assets of foreign financial institutions that have a presence in the United States. If U.S. taxpayer dollars are going to be put at risk, those dollars should be used to shore up U.S.-based companies.” Senator Elizabeth Dole of North Carolina alluded to this as well, saying in opposition that “It bails out foreign investors before American homeowners struggling to pay their mortgages.”

            THOSE SENATORS VOTING AGAINST THE LEGISLATION, KNOWN AS THE EMERGENCY ECONOMIC Stabilization Act, were Allard (R-CO), Barrasso (R-WY), Brownback (R-KS), Bunning (R-KY), Cantwell (D-WA), Cochran (R-MS), Crapo (R-ID), DeMint (R-SC), Dole (R-NC), Dorgan (D-ND), Enzi (R-WY), Feingold (D-WI), Inhofe (R-OK), Johnson (D-SD), Landrieu (D-LA), Nelson (D-FL), Roberts (R-KS), Sanders (I-VT), Sessions (R-AL), Shelby (R-AL), Stabenow (D-MI), Tester (D-MT), Vitter (R-LA), Wicker (R-MS), and Wyden (D-OR). Of the 25 opponents, 15 were Republicans. 

            IN A STATEMENT TO THE MEDIA, I SAID THAT THE BAILOUT BILL HAD BEEN “THE SUBJECT OF more one-sided media coverage than Barack Obama’s campaign.” Not only does it represent the destruction of America’s free enterprise system, there is no reason to believe it will ultimately succeed because it piles more debt on more debt and more spending on more spending. That is the message of Peter Schiff, who had predicted the crisis. Those in favor of  a socialist takeover of the U.S. economy included not only traditional liberal media but “conservative” papers such as Investor’s Business Daily and the Wall Street Journal and  Republican blogger Hugh Hewitt. This fiasco demonstrates that we desperately need new conservative voices in the media.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".