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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A engenharia do conflito

 

GNOSIOFOBIA BRASILEIRA

QUARTA-FEIRA, 29 DE AGOSTO DE 2012

Estamos assistindo uma verdadeira “revolução” social onde parte de uma população luta por “direitos” e “liberdades”. 

Não é surpresa que os que partidos socialistas estão sempre oferecendo suporte intelectual, financeiro e logístico a todos esses movimentos Indigenistas, Quilombolas, Feministas, LGBT, Ateístas ou qualquer outro que declare buscar tais “liberdades.”

Não sou sociólogo, filósofo e nem um erudito, por isso foge de minha pretensão encontrar as respostas para as perguntas que pretendo fazer nesse texto, e tenho a esperança que aqueles que tiverem a paciência de lê-lo, e estejam identificados nestes grupos, possam fazer a caridade de responder.

Para não me aprofundar nos questionamentos, levantarei apenas o ateísmo militante, o movimento indigenista, o feminismo e o movimento LGBT. 

FEMINISMO X LGBT

Richard Dawkins, biólogo e entusiasta ateu, faz duras críticas ao uso da palavra “gênero” para distinguir o sexo, e pelo pouco que sei do movimento LGBT o gênero independe do sexo (masculino ou feminino). 

O movimento LGBT pede para que assim como determina a constituição todos devem ser tratados como “iguais perante a lei”. Solicitam o direito a se casar, como se o que estivesse escrito fosse “todas as relações são iguais perante a lei”, e serem aceitos pela sua identidade de gênero e não mais pelo sexo que veio definido em seu fenótipo. 

Digamos que tal “regra” seja aceita no Brasil, ou ainda, que todo o planeta adotasse tal “solicitação”.... Como ficaria o movimento feminista?

Faço essa pergunta por que as mulheres foram excluídas desde sempre, e os direitos adquiridos durante o milênio podem “perder valor”. Se alguém não entendeu eu explico: 

Hoje é lei no Brasil, todo partido político deve reservar um terço das vagas de candidatos a cargos eletivos para as mulheres. Como fazer caso um homem que se autodeclare mulher queira ocupar uma destas vagas?

E as olimpíadas? Não nos façamos de ingênuos quanto à força superior do sexo masculino, sendo assim repito a pergunta: Como ficariam os jogos? Um atleta se declara mulher e disputa a modalidade feminina? Voltaremos às origens? Sabemos que por volta de 700 a.C., na Grécia,apenas homens podiam circular pelo santuário e complexo desportivo especialmente construído no oeste do Peloponeso, chamado Olímpia. Ali disputavam nus os jogos que funcionavam como uma espécie de festival em homenagem a Zeus.

Já estou imaginando um time de basquete todinho composto por homens autodeclarados mulheres disputando os jogos do basquete feminino. Quem poderia dizer que não são mulheres (mesmo que não sejam “operados”) se o gênero independe do sexo? Chamaríamos de “homofóbicos” aos que se oponham a isso? Bem, se aprovada a lei que impede a crítica aos homossexuais é possível que prendamos os críticos.

Como ficará o movimento feminista igualmente fomentado por partidos socialistas? Não teremos um conflito no futuro?

ATEUS X INDIGENISTAS, QUILOMBOLAS, CRISTÃOS...

Outra questão que ninguém consegue responder em relação ao ateísmo militante:

Os ateus proferem a toda hora que o ESTADO não pode permitir o uso de drogas em cultos (referindo-se ao chá do Santo Daime), afinal tal droga não é lícita e aprovada para consumo de toda a sociedade. Alegam também que rituais e a exibição de símbolos religiosos não poderiam ser realizados em áreas do Estado, ou seja, os religiosos ficariam limitados a seus templos e residências para prática de seus cultos, além disso todo e qualquer símbolo religioso deverá ser retirado de espaços públicos.

E o que diriam os indigenistas? Algumas tribos recorrem a ervas alucinógenas para cultos onde os praticantes “fazem contato com entidades espirituais”. Não só isso, a área de uma tribo continua sendo território nacional, embora sejam respeitadas as práticas realizadas por algumas tribos, tal área, demarcada pelo Estado ou não, continua limitada a soberania deste país. Então teríamos que exterminar as práticas, exibição de imagens em áreas públicas e qualquer menção a entidades espirituais por parte dos índios? E uma cidade que nasceu de uma tribo indígena? Teremos que mudar seu nome, tirar símbolos e homenagens a qualquer entidade cultuada por eles?

Deveremos retirar toda carranca, ou qualquer outro símbolo místico das culturas tribais africanas?

Juazeiro do Norte teria que retirar a imagem do “Padrinho Cícero”? Deveríamos mudar o nome de São Paulo, retirar o Cristo Redentor do Rio de Janeiro e prender as pessoas que se oponham a isso?

Os partidos socialistas apoiam o movimento indigenista e também o movimento ateísta. 

Não estamos plantando conflitos futuros? Se a resposta for sim, porque continuamos? Se for não, que expliquem de maneira no mínimo razoável as razões pelas quais você acreditaria que isso tudo não é para separar e trazer conflito a nossa sociedade. 

Aguardo sua resposta,

Dárcio Bracarense

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".