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sábado, 13 de novembro de 2010

Terrorismo Provocado pelo Governo: Confissão aberta na casa dos Lordes britânicos

A NOVA ORDEM MUNDIAL
FRIDAY, 12 NOVEMBER 2010



Casa dos Lordes
Casa dos Lordes do
Reino Unido

Se havia alguma dúvida de que os governos financiam ataques terroristas de falsa bandeiracontra si mesmos, esta dúvida foi apagada por uma recente discussão na Câmara dos Lordesbritânica.

Ao falar aos seus pares na Câmara, Lorde James de Blackheath revelou que ele tinha sido envolvido na lavagem de bilhões de libras de dinheiro do terrorismo, especialmente para o IRA e vários terroristas norte-Africanos, a mando do Banco da Inglaterra. James também explicou que tinha sido contactado por uma organização secreta que estaria se oferecendo para ajudar a Grã-Bretanha pagar suas gigantescas dívidas.

A questão da dívida foi o que inicialmente motivou tal inacreditável admissão de culpa por Lorde James. Inicialmente, ele anunciou que tinha sido contactado por uma organização muito "estranha" e secreta que queria "disponibilizar uma grande quantidade de dinheiro para ajudar na recuperação da economia" da Inglaterra. Depois de repassar a informação a um de seus colegas na Câmara dos Lordes, este colega disse que Lord James não era suficientemente importante nem teria a devida experiência para ser contactado por esta organização, uma afirmação que, evidentemente, Lorde James tomou como um ataque pessoal. Em resposta a declaração de seu companheiro de camara, que ele não tem experiência para lidar com esta organização secreta, que aparentemente é secreta para todos, exceto aqueles do mais alto escalão, a resposta de James foi notável.

"Sim, eu tenho (experiência)", disse ele. "Eu tive uma das maiores experiências para a lavagem de dinheiro terrorista e de "funny-money" (dinheiro de origem suspeita) que alguém já teve na City de Londres (centro financeiro). Eu lidei com bilhões de libras de dinheiro do terrorismo."

Quando perguntado pela Baronesa Hollis de Heigham para onde o dinheiro foi, ele explicou:

Não veio parar em meu bolso. Meu maior cliente terrorista era o IRA e estou satisfeito em dizer que consegui lavar mais de 1 bilhão de libras de seu dinheiro. Eu também tinha amplas conexões com terroristas do norte da África, mas que era de uma natureza muito mais sórdida, e eu não quero falar sobre isso porque ainda é uma questão de segurança.
James foi ainda mais longe depois de fazer estas observações, implicando também o Banco da Inglaterra no financiamento de terroristas. "Apresso-me a acrescentar que não é bom trazer a policia para este caso, porque eu imediatamente chamarei o Banco da Inglaterra como minha testemunha de defesa, uma vez que foi este que me colocou para lidar com esses problemas."

Embora a idéia de que o Banco da Inglaterra, a Câmara dos Lordes, e outras instituições governamentais financiam os terroristas de que eles clamam ter tanto medo não surpreender a todos, é apenas surpreendente ver tal discussão aberta em público. Nos últimos anos a Grã-Bretanha se transformou em um Estado policial, sob o pretexto de combater o terrorismo, mas as suas próprias instituições governamentais e bancárias admitem abertamente ao financiamento destes terroristas. Este é um caso claro da técnica de Problema-Reação-Solução que tem sido tão bem sucedida para os governos e os líderes sociais por milhares de anos.

Lorde Blackheath
Lorde Blackheath

Mas os comentários de James não param por aí. "A questão é", diz ele, "que quando eu estava no curso de fazer esta atividade estranha, eu tinha um interessante conjunto de números de telefone e referências que eu poderia utilizar quando precisasse. Então, as pessoas na City (of London) sabiam que se eles quisessem verificar qualquer coisa que parecesse estranha, que eles podem vir até mim e eu posso apertar uns poucos botões de telefone para obter a referência." James não expos quem são esses contatos , mas elas são, sem dúvida, pessoas muito bem conectadas e poderosas se elas podem ser chamados para corroborar e fornecer referências para tais assuntos internos, tais como aqueles que estão sendo discutidas pelo Lorde James.

No entanto, os comentários de James revelam atividade ainda mais secretas e quando ele começa a discutir a organização sombria, a Fundação X como ele a chama, que, supostamente o contactou com a proposta de ajudar a Inglaterra no pagamento de sua dívida. Sem dúvida, a Fundação X está em uma posição mais alta do que qualquer organização que conhecemos. Quando Lord James tentou conectar a Fundação X com pessoas apropriadas dentro da Câmara dos Lordes e do Banco da Inglaterra, ele disse: "Eu encontrei-me entre uma rocha e um lugar duro, que foram totalmente paranóico em relação uns aos outros, porque as pessoas da fundação X têm uma obsessão surpreendente com sua própria segurança. Eles esperam ser contactado apenas por pessoas do status de chefe de estado ou de alguém com uma classificação internacional de segurança como os 6 maiores no mundo"

James está claramente descrevendo alguns pessoas muito poderosas e influentes, com tendências de elitismo. Elas estão obviamente acostumadas a ser contactadas por pessoas da mais alta estrutura social e elas ficam insatisfeitas quando abordadas pelo estrato inferior. No entanto, quando os membros do Banco da Inglaterra e da Câmara dos Lordes britânica são considerados membros inferiores da sociedade, a que altura esta Fundação X vai? Enquanto blogueiros têm sugerido que a organização misteriosa poderia ser o Escritório de Controle do Tesouro Internacional, UNOITC (organização que se diz ligada a ONU), e alguns têm mesmo sugerido o Vaticano. Lorde James deixou claro que a Fundação X, sejam eles quem forem, "tem suas reservas em ouro desde 1920 e que suas reservas de moeda por todo o mundo, que são muito grandes, são apoiadas pelo ouro" (quer dizer que tem o mesmo valor em ouro). Isto significa que "um valor para a quantidade de ouro que seriam necessário para cobrir as suas reservas de moeda, como é alegado, o que seria mais do que todo o valor de metais preciosos que haviam sido extraído na história do mundo." De acordo com Lord James, a Fundação X está disposta a emprestar bilhões de libras para o governo britânico para uso em projetos tão diversos como hospitais, escolas e linhas ferroviárias.

Independentemente do resultado final da discussão do empréstimo da Fundação X, sua oferta no mínimo provocou uma confissão surpreendente de um membro da Câmara dos Lordes britânica. Quando um governo que admite abertamente financiamento do terrorismo, cujo alvo é a sua própria população, e em seguida considera negócios com instituições financeiras suspeitas sem informá-los, deve provocar indignação generalizada. Mas, dada a forma como a informação é manipulada na Inglaterra, muito provavelmente isto não irá gerar indignação alguma.

O discurso pode ser visto no vídeo abaixo. O discurso de inicia na posição 2h e 34m.



Fontes:
Belfast Telegraph: Conservative peer Lord James of Blackheath: I'm a money washer, not a money launderer
Página de Lorde James No Parlamento
Blog Activist Post: Staged Government Terror: An Open Admission Within The British House of Lords

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".