Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O Genocídio Final

Fonte: PAPÉIS AVULSOS, HEITOR DE PAOLA


por Carlos Reis, médico e escritor.


“O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra... Então o Senhor arrependeu-se de ter feito o homem... (dizendo) farei desaparecer da face da terra o homem que criei...
Gênesis 6,4


Existem no mundo muitas formas de extermínio genocida que usam de técnicas e práticas apoiadas por ideologias assassinas. Ontem, uma delas “chocaram” o mundo novamente. Refiro-me ao discurso do líder iraniano negando mais uma vez o Holocausto, o que demonstra claramente o nível de degradação do homem moderno capaz de viver sem reagir eficientemente àqueles que têm paixão cega pela morte, e que detém poder da destruição. O Homem na forma de um Ahmadinejad é o seu próprio Armagedon.

Controle mundial com genocídio planejado, e ainda com lucros incessantes, essa parece ser a fórmula perfeita do maior poder que alguns seres humanos já puderam exercer sobre seus ex-semelhantes. Provocando sofrimentos incrivelmente atrozes antes de conseguir a morte do grande número, por meio de uma biologia assassina a serviço do evolucionismo mais frio e cruel que já se propôs, um pequeno grupo de homens trabalha dentro de grandes organizações para conseguir concretizar o sonho lunático do controle mundial. As agências internacionais criadas por eles, especialmente para isso, hoje controlam a vontade e a ação de grande parte da humanidade. A OMS, departamento estratégico preferido da ONU para este fim, já tem a discricionaridade para obrigar seres humanos ao seu auto-sacrifício, seja obrigando-os obedecer a regras suicidas de comportamento, pelos meios mais comezinhos - como se alimentar, por exemplo -, seja como fazê-los aprovar em seus parlamentos fantoches leis que decretam a sua própria execução. Assistimos à extinção do homem e seu grande número. Um dos meios mais fáceis para se fazer isso é acabar com as soberanias nacionais, diluindo suas fronteiras materiais, culturais, jurídicas e morais. A ONU já consegue anular eleições de países membros e já se fez Tribunal da humanidade decidindo da vida de milhões de pessoas.

Foi neste ambiente sinistro que se criou a gripe H1N1, outro exemplo de técnica genocida moderna. Para as pessoas e as famílias que foram sacrificadas por esse vírus man made da causa globalista, noto agora, tal técnica de extermínio não é percebido. O medo plantado na população pelo exemplo de ainda poucas mortes logo será sufocado pela tragédia do grande número. O assassino Stalin dizia que a morte de milhões era apenas estatística, que ela não o preocupava que matar poucos é que seria crime acusado pela consciência. Pois essa fronteira foi ultrapassada novamente nos nossos dias. A morte de milhares de pessoas e o desespero das famílias, por enquanto, é o primeiro passo, a Fase Um, antes do grande genocídio ser impulsionado por vacinas e medicamentos cinicamente feitos para “combater” doenças oriundas da mesma manipulação bio-miolecular realizada nos laboratórios milionários da globalização.



Para dar outro exemplo, os organismos transgênicos, que outrora levantavam protestos indignados da parte daqueles que julgávamos alarmistas anticapitalistas, agora se sabe, são precisamente seus instrumentos dessa destruição. Isso guarda uma semelhança incrível com a técnica bolchevique de atribuir ao inimigo a sua própria prática, tornando criminosos frios em inocentes vítimas, sempre prontinhas para dar seu exemplo próprio de virtude. Estou falando da realidade da morte de seres humanos numa versão real e patética, e não virtual, do vírus de computador e sua vacina.

A banalização da morte e a perda crescente da liberdade humana já são fenômenos conhecidos. O preço hoje das vidas humanas nunca foi tão baixo nas mãos desses técnicos e falsos cientistas. Assim baixo, o dólar deverá e precisará ficar antes de ser substituído pela moeda global, ante-sala imediata do Governo Mundial. Estampará então esta moeda, talvez pela primeira vez, a face universal de um Estado Global de terror “democrático” de onde não se poderá fugir nem pedir asilo – a efígie de uma legítima Democracia Totalitária. Entretanto, que efígie humana a representaria? Provavelmente nenhuma. Com toda a certeza ela terá uma corrente dourada e com elos fechados simbolizando a prisão global.

O mundo já passou por isso em épocas remotíssimas e mais tarde com os impérios mundiais. Mas hoje é tudo mais eficiente, e mais rápido, e mais revolucionário. Em apenas 60 anos, desde a Segunda Guerra Mundial, o globalismo expansionista formatou a mente da humanidade em um grau tão alto que ficou claro que o processo histórico que o substituirá demorará pelo menos um século, ou mais, talvez toda essa Nova Era. Nessa perspectiva a nossa desesperança coincide com o “novo mundo possível” que os comunistas, os totalitários, e os controladores sempre nos preconizaram.

Pois ele se tornou realidade. Doenças e mortes são causadas por microorganismos desconhecidos da biologia tradicional criados por mentes enlouquecidas pelo sonho da unificação global. Síndromes estranhas e complexas, que incluem o envenenamento do ar, o autismo, a fadiga crônica, coceiras intensas que levam ao suicídio, a fibromialgia, os reumatismos, paralisias cruéis, as infecções incuráveis da via urinária e digestiva, a perda da memória recente, o embotamento mental - o brain fog alienante - são todos resultados dos atos destas organizações que detém o controle da economia, da política, do pensamento, e da saúde humana. Essas instituições da morte ainda fazem os médicos conscientes se confundirem e se apavorarem, mas também fazem outros se alienarem ainda mais, se comportando como lacaios de governos e hierarquias subalternas que nada sabem do que se passa. Como vendedores do falso e venenoso óleo de cobra que tudo cura, nitidamente se esquivam, se escondem, se omitem diante de uma realidade que confronta sem cessar o “belo ideal” da globalização: quanto menos gente melhor, e no extremo, o sonho ambientalista maluco de um planeta desabitado. Pensam esses doutores mascates da “saúde pública” da mesma forma que Lula pensa o território nacional e o patrimônio nacional que aliena e abandona cons cientemente em favor da globalização. Todos acabam vendo tudo como algo bom e inadiável, “socializável” à banalidade e à indiferença. Mas isso é negligência criminosa com PhD contra a vida humana, contra a história e a memória das sociedades humanas.

Organismos geneticamente transformados já habitam entre nós invadindo células e transferindo parte de moléculas de DNA para o nosso genoma nos trazendo doenças. Isso ocorre há pelo menos uma década e meia quando foi alcançado o nível tecnológico e ideológico necessário. Tais organismos produziram e produzirão doenças devastadoras, criadas por essas mesmas instituições que fabricam vacinas e remédios sobre medida para elas. Antecipada medida, que nos promete segurança e tranqüilidade. Mutatis mutandi, voltamos ao estágio recente das câmaras de gás dos regimes nacional-socialistas ou comunistas, e o seu objetivo: matar o maior número possível.

Isso tudo me leva a pensar que o holocausto do século XXI está sendo perpetrado neste mesmo instante do Rosh Hashanah, quando os judeus comemoram o ano 5770O. Este ano coincide, se não sabem, com a criação do primeiro calendário para uso humano, na extinta Nipur, centro da realeza humana da Suméria, lar de Teran, pai de Abraão, no remoto ano de 3761 AC. Pois agora o homem, desde então responsável por tudo, se volta contra si mesmo, repetindo a maldição da sua destruição, como se essa espécie, desde a criação do calendário nipuriano merecesse novamente a extinção ou a diminuição do seu grande número. Houve um tempo em que Deus ficou irado e desejou a nossa morte foi quando os filhos dos deuses pecaram. Como se lê no Gênesis 6 isso já aconteceu, mas a diferença com o que acontece hoje reside somente no Governo Mundial sem Deus, ou sem deuses o Governo dos homens para o homem, rebaixado de Criatura a infeliz criador um homem que não se arrepende como o nosso Criador: um homem sem a esperança visível no horizonte do tempo em uma Arca salvadora.

O suicídio anunciado

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
HEITOR DE PAOLA | 20 SETEMBRO 2009
ARTIGOS - GLOBALISMO


Será que não estão vendo que ambos são aliados no cerco sul aos EUA através do Foro de São Paulo? Chávez vai às compras em Moscou e às vendas (de material físsil) em Teerã sendo bem sucedido em ambos e alguém acredita que, se até os jornalistas de esquerda falam disto, a Casa Branca nem desconfia?

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Ontem, o atual morador da Casa Branca, Barack Hussein, o Obaminável, destruiu a rede de defesa antimíssil que seria instalada na Polônia (mísseis interceptadores) e na República Tcheca (radares de alerta antecipado). Num discurso cheio de floreios e uma obra prima de desfaçatez, anunciou "uma nova arquitetura" de defesa para o território americano. Rendeu-se às ameaças de Putin e fez ouvidos moucos aos tradicionais aliados na Europa do Leste que conhecem muito bem os russos. Quem primeiro deu o alarme foi o Primeiro Ministro Tcheco, pois sabe que deixar as mãos do KGB livres significará em pouco tempo a "nova arquitetura" da velha Cortina de Ferro.

Barack Hussein anunciou que o novo inimigo passa a ser o Irã e, dizem alguns comentaristas provavelmente contratados pela Casa Branca ou idiotas úteis, procura conquistar o apoio de Putin contra Ahmadinejad. Será que não estão vendo que ambos são aliados no cerco sul aos EUA através do Foro de São Paulo? Chávez vai às compras em Moscou e às vendas (de material físsil) em Teerã sendo bem sucedido em ambos e alguém acredita que, se até os jornalistas de esquerda falam disto, a Casa Branca nem desconfia? E será que ninguém desconfia que Barack foi eleito exatamente para completar o suicídio da águia, que venho anunciando há anos através dos artigos com este título no site Mídia Sem Máscara?

O Obaminável é o "Manchurian Candidate": o robô do "shadow party" e da rede de organizações da elite de esquerda americana que, fundada e comandada por George Soros, vem tentando tomar de assalto a Casa Branca para levar a cabo a destruição final dos EUA. Esta rede inclui, entre outras, o Open Society Institute, o Center for American Progress Democrats, a Apollo Alliance, a ACORN, a MoveOn.org. A Apollo Alliance conta entre seus quadros com Van Jones, o nomeado "Green Jobs" Czar, comunista confesso e ex-integrante da STORM (Stand Together to Organize a Revolutionary Movement).

Soros e seus associados vão assim completando a tarefa que se impuseram quando Soros disse que os Estados Unidos da América constituíam o pior mal da humanidade. Vai conseguir extirpar o mal através de seu marionete instalado na Casa Branca.

A tática para atacar quem se opõe ao Obaminável é primária e rasteira: racismo, como os milhões de manifestantes em Washington D.C. foram chamados por Carter. Esta oposição, lá como fora, tem a ver com cor sim, não a externa, negra, mas com a interna, vermelha. Um dos maiores oposicionistas é o ex-candidato a Presidente Alan Keyes, também negro.

Quem se opõe a Soros também é chamado de anti-semita porque a maioria desconhece a verdadeira identidade e história horripilante deste gajo.

Seu nome verdadeiro é György Schwartz. Quando em 1944 Eichman chegou à Hungria para apressar a "solução final" do problema judaico, o pai de György, Tivadar, conseguiu documentos falsos para todos os filhos e os distribuiu entre famílias cristãs de Budapest. György, então com 14 anos, foi para a casa de um homem cujo trabalho era confiscar as propriedades dos judeus e György o acompanhava e adorava a tarefa. Naquele ano 70% dos judeus húngaros, aproximadamente 1 milhão, foram exterminados. Para ele foi "o melhor ano de sua vida".

E esta bondosa criatura está com os olhos voltados para o Brasil. Desde FHC tem uma enorme influência sobre a economia brasileira através de seu ex-funcionário (?) Armínio Fraga que se associou recentemente, através de sua firma de gestão econômica Gávea, a David Neeleman e Julio Bozano para fundar a companhia aérea AZUL. Além disto, pouco antes de Barack mandar milhões de dólares para a PETROSSAURO, György comprou uma grande fatia da empresa. Inside information? Who knows?

Ontem nosso Abominável brasileiro mandou abrir o capital do Banco do Brasil até 20%. Terá o dedo de György, que comprará uma grande parte? Devemos ficar atentos. Se for verdade, brasileiros apertem o cinto: o piloto ASSUMIU!

UnoAmérica critica os que apoiaram o regresso clandestino de Zelaya


Por UnoAmerica

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009


Politica Buenos Aires, 21 de setembro – Delegações da União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, provenientes da Bolívia, Colômbia, Honduras, Peru, Uruguai, Venezuela e a própria Argentina, reunidas hoje nesta cidade, criticaram duramente os setores internacionais – entre eles Lula e Chávez – que promoveram o retorno clandestino de Manuel Zelaya a Tegucigalpa.

Zelaya dentro de embaixada do Brasil

Buenos Aires, 21 de setembro – Delegações da União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, provenientes da Bolívia, Colômbia, Honduras, Peru, Uruguai, Venezuela e a própria Argentina, reunidas hoje nesta cidade, criticaram duramente os setores internacionais – entre eles Lula e Chávez – que promoveram o retorno clandestino de Manuel Zelaya a Tegucigalpa.

O único objetivo desta manobra é provocar a violência e incendiar o país, posto que a crise está a ponto de se resolver, com a realização das próximas eleições. Não tem nenhum sentido que Zelaya volte quando seu período presidencial está finalizando, e quando é evidente que sua presença não pode gerar nenhuma outra coisa que enfrentamentos.

UnoAmérica opina que Lula tirou a máscara, abandonou seu disfarce de moderado e agora está imitando o mesmo método usado por Chávez para intervir nos assuntos internos de outros países, para colocar seus aliados no poder. Lula teve que aprovar pessoalmente a entrada de Zelaya na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, e teve que medir as conseqüências desestabilizadoras desta absurda decisão.

UnoAmérica está realizando em Buenos Aires um congresso internacional, onde se analisam as ameaças que existem contra a segurança e defesa da região.

www.unoamerica.org

Tradução: Graça Salgueiro

Zelaya volta a Honduras e se refugia em embaixada brasileira

Fonte: ESTADÃO
segunda-feira, 21 de setembro de 2009


Segundo ministro Celso Amorim, presidente deposto chegou a representação diplomática por meios próprios

Efe, AP e Agência Estado


Esteban Felix/AP

Zelaya se reúne com assessores na embaixada

TEGUCIGALPA - O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, retornou nesta segunda-feira, 21 ao país. Ele está refugiado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, confirmaram fontes da missão brasileira à Agência Estado. Em Nova York, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, confirmou que ele chegou ao local por meios próprios.

Veja também:

lista Ficha técnica: Honduras, um país pobre e dependente dos EUA

lista Eleito pela direita, Zelaya fez governo à esquerda em Honduras

especialEntenda a origem da crise política em Honduras

mais imagens Veja galeria de imagens do retorno do presidente deposto

som Eldorado: Ouça entrevista de Zelaya à TV Telesur


A mulher de Zelaya disse que o marido está bem e pronto para iniciar o diálogo para resolver a crise. "Agradeço ao presidente Lula por permitir a entrada dele na embaixada", afirmou Xiomara Castro.

Da embaixada brasileira, Zelaya pediu que seus seguidores se acerquem da representação diplomática.

Na sede da representação brasileira, Zelaya disse a jornalistas que retornou a Honduras para dialogare desenhar um caminho de retorno à paz e à tranquilidade.

Mais cedo, o líder deposto havia afirmado em entrevista por telefone que voltou ao país e pediu por um "diálogo nacional e internacional". "Não posso dar mais detalhes, mas já estou aqui", disse Zelaya ao canal 36 da televisão local. Anteriormente, a chanceler do governo de Zelaya, Patricia Rodas, havia dito que ele estava na sede das Nações Unidas (ONU) na capital, embora o escritório da ONU na cidade houvesse negado a informação.

OEA convoca reunião

A Organização dos Estados Americanos (OEA) convocou uma reunião de emergência para o final da tarde de hoje. O secretário-geral do órgão, José Miguel Inzulza, disse que o encontro visa debater a volta de Zelaya ao país. O diplomata disse ainda que o governo de facto deve garantir a integridade física do governo deposto.

"Queremos pedir calma aos envolvidos neste processo, e assinalar às autoridades do governo de facto que devem se fazer responsáveis pela segurança do presidente Zelaya e da embaixada do Brasil", afirmou Insulza em comunicado. Inzulza disse ainda que está a caminho de Honduras.

EUA pedem calma

O porta-voz do departamento de Estado dos EUA, Ian Kelly, garantiu que Zelaya está em Honduras e pediu calma a ambos os lados da disputa política. "Creio que no momento tudo que se pode dizer é reiterar nosso pedido diário para que ambas as partes desistam de ações que tenham um desenlace violento", disse. A embaixada americana no país centro-americano está buscando mais detalhes sobre o caso.

O porta-voz não falou sobre a situação legal de Zelaya em Honduras e, segundo disse, isso depende do "regime de fato em Tegucigalpa". "Certamente nós achamos que Zelaya é o líder constitucional e
democrático de Honduras", reiterou Ian Kelly.

Chávez exalta Zelaya

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, também confirmou o retorno de Zelaya. "Informo que o presidente Zelaya, viajando durante dois dias por terra, cruzando montanhas, rios, arriscando sua vida, com apenas quatro companheiros, conseguiu chegar à capital de Honduras e está em Tegucigalpa", afirmou.

"Exigimos aos golpistas que respeitam a vida do presidente, que entreguem o poder pacificamente", acrescentou o líder venezuelano, que vai entrar imediatamente em contato com outros governos da América Latina e de outras partes do mundo para ativar as iniciativas previstas para o retorno de Honduras à ordem constitucional e democrática.

Governo de facto nega

Antes da confirmação de que Zelaya estava na embaixada brasileira, o presidente de facto de Honduras, Roberto Micheletti, afirmou em entrevista coletiva que sua administração dispunha de "provas de que Zelaya não está em Honduras" e que o líder "está tranquilo em uma suíte de um hotel da Nicarágua". Segundo Micheletti, um jornalista local estaria fazendo "terrorismo midiático para provocar a população". Desde então, ele não voltou a público.

Zelaya foi deposto em um golpe militar em 28 de junho. Ele tentava aprovar um referendo para alterar a Constituição do país. Os oposicionistas afirmam que Zelaya buscava na verdade realizar alterações inconstitucionais para permanecer no poder. O presidente de facto do país, Roberto Micheletti, havia dito anteriormente que Zelaya não poderia voltar ao país, ou seria processado. O governo interino não obteve reconhecimento internacional.

Atualizada às 17h23 para acréscimo de informações.

Do Coronel CÍCERO NOVO FORNARI

Por e-mail


GUERREIROS DAS SELVAS

- De todas as excursões que já fiz (turísticas, pastorais ou de estudos), a que fiz para a região amazônica, ocupa a posição primordial. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, convidou um grupo de Bispos da CNBB, a visitar cidades e regiões, das quais mal eu ouvira falar. Trata-se dos Estados da Amazônia, Roraima e Rondônia. O Ministério da Defesa colocou à disposição um avião, uma pequena equipe de especialistas, e as bases militares das forças armadas nos postos avançados de fronteira. É claro que as intenções do Ministro foram de divulgação dos trabalhos realizados, com muita eficiência, pelos poderes públicos, nesta região realmente imensa, de florestas e de rios a perder de vista.

Reconheço, antes de tudo, que mudei para melhor, minhas avaliações sobre o exército, a marinha e a aeronáutica. Nunca fui detrator das forças armadas. Mas tinha minha restrições severas contra seus métodos, sobretudo a partir do segundo momento da nossa Revolução Militar.

Sempre estive convicto - e continuo nessa posição - que o começo da Revolução foi certo. Depois, a permanência militar no poder foi um erro, sobretudo o apelo não muito raro, a sevícias e perseguições. Essas atitudes equivocadas nasceram de outras escolas militares, que não a do Duque de Caxias, um pacificador por excelência. O que vi na Amazônia, confirma que o Exército Brasileiro é das instituições mais sérias, autênticas e beneméritas do país. Reina nas suas fileiras uma disciplina, que nos revela sua seriedade, seu patriotismo e sua eficiência em garantir a nossa soberania nas fronteiras. As lições do Patrono do Exército foram retomadas com vigor. Acompanharam-nos oficias do primeiro escalão, mostrando-nos os postos militares das fronteiras mais avançadas (são várias dezenas).

Admirei as esposas corajosas desses militares que, por amor à pátria, acompanharam seus maridos, para defender a nossa soberania nacional. A grande maioria desses soldados, porém, são indígenas dos próprios locais, muito bem treinados. Nesta situação eles não se consideram yanomamis, tucanos, ou de outras etnias. Eles se consideram simplesmente brasileiros. Saí daquelas selvas convencido de que não aparecerá nenhum aventureiro, e mesmo nenhum país, que queira mexer naquilo que já tem dono. Os guerreiros das selvas, pela sua capacidade e determinação são a garantia.

Dom Aloísio Roque Oppermann é arcebispo metropolitano de Uberaba

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AOS AMIGOS DO EXÉRCITO BRASILEIRO.


Sou Católico praticante e Guerreiro de Selva aposentado. Fiquei entusiasmado com as palavras elogiosas e estimulantes do Reverendíssimo Senhor Arcebispo Metropolitano de Uberaba, Dom ALOÍSIO ROQUE OPPERMANN.

Entretanto , não posso me calar diante do que foi escrito, sem dar a minha opinião pessoal. Analisemos as palavras do Senhor Arcebispo.

"...sobretudo o apelo não muito raro, a sevícias e perseguições. Essas atitudes equivocadas nasceram de outras escolas militares, que não a do DUQUE DE CAXIAS..."

1."o apelo não muito raro, a sevícias e perseguições..."

Se não foi muito raro, quer dizer que foi frequente. Quem foi seviciado? Quem foi perseguido? Quando? Onde? É muito fácil lançar aos ventos palavras soltas e de efeitos maléficos, sem ter que empenhar o nome e a função em explicações desgastantes e difíceis de se provar.

É a famosa DENÚNCIA VAZIA.

Sevícias, perseguições e mortes ocorreram e muito nas famosas INQUISIÇÕES, antigos tribunais eclesiásticos instituídos para investigar e punir "crimes" contra a fé católica, mas isso já faz parte do passado...

2."nasceram de outras escolas militares, que não a do Duque de Caxias...'

Pelo que nós sabemos e conhecemos não existiram e não existem outras escolas militares, que não sejam aquelas que refletem o espírito imortal do DUQUE DE CAXIAS. Maus brasileiros já cursaram outras escolas militares em CUBA, na CHINA, na CORÉIA DO NORTE e na CORTINA DE FERRO, com o objetivo de aprender as técnicas do TERRORISMO, para tentar implantar no BRASIL a DITADURA DO PROLETARIADO e o COMUNISMO ATEU.

Ainda bem que o EXÉRCITO BRASILEIRO estava bem atento para evitar tamanha tragédia.

É de se lamentar que instituições religiosas como a dos DOMINICANOS, tenham apoiado efetivamente com pessoal, material, e instalações, grupos armados de terroristas, tanto na cidade como na selva, como ocorreu em São Paulo e em Conceição do Araguaia.

Esperamos que esses membros desgarrados e equivocados da Igreja Católica tenham nascido de outras escolas religiosas , que não as de JESUS CRISTO.

Para finalizar e para as crianças que estão começando a estudar a Geografia do Brasil, alertamos que aquele enorme Estado que fica ao Norte, chama-se AMAZONAS e não AMAZÔNIA.

A PAZ DE CRISTO para todos.

Brasília, 19/09/2009.

CÍCERO NOVO FORNARI
Coronel do Exército Brasileiro.
Com muita Honra.

Convite

Recebi este convite muito gentil que, depois de autorizado, envio a todos vocês.


Prezadíssimo Sr. Cavaleiro do Templo,

gostaria de que se dignasse a participar do Fórum no Tribunal Federal Regional dia 22/09 as 09hs para expor seus pareceres sobre o assunto. Sou apenas um participante e incentivador desses Fóruns.

Horas de Estágio pela OAB/RJ
Local: Auditório do TRF
Rua Acre, 80 - 3º andar - Centro - Rio de Janeiro
Público-alvo: Magistrados Federais, Operadores do Direito, Servidores do Poder Judiciário, Advogados, Estudantes de Direito e Demais Interessados

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Programa:

DIA 22 A CONSTITUIÇÃO MILITAR
Os Princípios Constitucionais da Hierarquia e da Disciplina – General-de-Exército Rui Alves Catão

Situações Constitucionais de exceção controlada:
Intervenção, Estado de Defesa e Estado de Sítio – Juiz Federal Marcelo Leonardo Tavares
As Funções Constitucionais Militares – Major-Brigadeiro-do-Ar Elcio Picchi

DIA 23 A CONSTITUIÇÃO MILITAR II
Ex-Combatentes: FEB e outras intervenções – Advogado da União Cláudio Geoffroy Granzotto
Questões relevantes sobre os Militares dos Estados e do Distrito Federal – Procurador do Estado do Rio de Janeiro Fernando Barbalho

Responsabilidade civil do Estado por atos praticados por militares – Advogado da União Nelson Duccini

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Inscrições Gratuitas na EMARF:

• PARA MAGISTRADOS FEDERAIS
Pela internet no módulo do CAE:
www.trf2.gov.br/emarf

• PARA OS DEMAIS INTERESSADOS DO
RIO DE JANEIRO
www.trf2.gov.br/emarf

VAGAS LIMITADAS

DIA 28 REGIME JURÍDICO DO MILITAR: GRAUS, EQUILÍBRIO E RENOVAÇÃO
Postos e graduações: condições de permanência no serviço ativo da Aeronáutica – Major-Brigadeiro-do-Ar Raul José Ferreira Dias Postos e graduações: condições de permanência no
serviço ativo da Marinha – Comandante Ricardo Amaral

Postos e graduações: condições de permanência no serviço ativo do Exército – Major Julio Marcelo Fernandes D´Ávila Costa

DIA 29 REGIME JURÍDICO DO MILITAR II
Polícia Judiciária Militar – Vice-Almirante Gilberto Max Roffé Hirschfeld
Remuneração dos Militares – Advogada da União
Rosilene Moreira Cárdias Santaguida
Aspectos da exclusão do serviço ativo: reserva,
reforma e licenciamento – Advogado da União
Roberto Carlos Rocha Kayat

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DIA 30 SANÇÕES E ESTRATÉGIAS
Crimes militares e transgressões disciplinares – Ministro Carlos Alberto Marques Soares
O Regime Jurídico da Lei de Anistia – Desembargador Federal Guilherme Couto de Castro
O papel estratégico das Forças Armadas na construção das políticas brasileiras – Professor Doutor Francisco Carlos Teixeira

FHC, vendido à CIA?

FHC, vendido à CIA?
http://www.olavodecarvalho.org/semana/090916dc.html

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 16 de setembro de 2009


O livro da Sra. Frances Stonor Saunders, Quem Pagou a Conta? A CIA na Guerra Fria da Cultura (Record, 2008), que já mencionei, meses atrás (aqui), é um estudo com ares de seriedade acadêmica, onde os fatos vêm tão bem documentados quanto meticulosamente isolados dos dados comparativos necessários à sua avaliação racional. Deveria ser auto-evidente que o relato de um conflito bélico ou político, como de uma partida de futebol, só faz sentido se as ações de um dos contendores aparecerem articuladas às do seu adversário. Suprimida metade do enredo, a outra metade pode adquirir as proporções e o significado que a imaginação de cada um bem entenda. A imaginação da Sra. Saunders empenha-se em deformar a história da Guerra Fria com uma constância obstinada e uma coerência metódica que excluem, desde logo, a hipótese da mera incompetência. Por isso mesmo ela se tornou uma autora tão querida da mídia brasileira, que na obra da pesquisadora inglesa se compraz voluptuosamente em enxergar, refletida e adorável, a imagem da sua própria mendacidade.

Se o livro todo já é uma tentativa de dar ares de escândalo a presumidas revelações históricas que antes dele qualquer leitor poderia ler tranqüilamente no próprio site oficial da CIA e nas memórias de inúmeros personagens envolvidos nos acontecimentos, não é de espantar que os jornalistas brasileiros encontrem nele um de seus alimentos espirituais prediletos: a denúncia de uma conspiração direitista milionária destinada a colocar o Brasil sob o domínio do imperialismo ianque, com a ajuda de políticos locais bem subsidiados pelo dinheiro daquela agência americana, entre os quais o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


A prova da trama, que vem circulando com grande frisson entre os círculos "nacionalistas" da internet desde que alardeada pela inteligência glútea do jornalista Sebastião Nery, é a verba de 800 mil dólares, ou talvez um milhão, concedida em 1969 pela Fundação Ford para que Fernando Henrique e outros professores demitidos da USP criassem o Cebrap, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento. A Fundação, afirma a dupla Saunders-Nery, era um braço da CIA, e a operação toda era um lance da guerra cultural anticomunista. FHC teria sido comprado pela direita, traindo seus ideais esquerdistas de juventude.


O que a Sra. Saunders não conta - e Sebastião Nery ignora ou finge ignorar por completo - é que a Fundação Ford, se alguma posição tomou na guerra cultural, foi contra os EUA. Na década de 50 ela já foi denunciada por uma comissão parlamentar de inquérito por sua persistente colaboração com a propaganda soviética (v. René Wormser, Foundations, Their Power and Influence, New York, Devin-Adair, 1958, e Phil Kent, Foundations of Betrayal. How the Super-Rich Undermine America, Johnson City, TN, Zoe Publications, 2007); e hoje em dia os programas que ela continua subsidiando - cotas raciais, feminismo, gayzismo, abortismo - constituem o ideário cultural inteiro da esquerda no mundo. Se isso é "imperialismo ianque", eu sou o Sebastião Nery em pessoa.


A Fundação Ford trabalha, sim, para um projeto imperialista, mas não americano. Trabalha para o internacionalismo socialista, de inspiração fabiana, empenhado em demolir a soberania dos EUA para substitui-la progressivamente por uma Nova Ordem Mundial altamente centralizada, estatista e controladora, da qual o governo Barack Obama é um dos instrumentos mais ativos hoje em dia.


Tanto a Fundação quanto FHC podem ser acusados de tudo, menos de terem feito algum mal à esquerda. E não deixa de ser uma prova da debilidade da direita - americana, brasileira ou mundial - o fato de que ela raramente ofereça uma reação à altura quando acusada dos pecados de seus próprios inimigos. Ao contrário: quantos, entre os direitistas brasileiros, especialmente militares, ansiosos por mostrar que são mais anti-americanos do que direitistas, não são os primeiros a fazer coro a mentirosos compulsivos como Saunders e Nery?

SOMOS TODOS LIBERTINOS - SOCIEDADE PSICOPATOPLÁSTICA

Fonte: MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA

DOMINGO, 20 DE SETEMBRO DE 2009

 
Cavaleiro do Templo: veja o vídeo e o artigo e entenda a nossa SOCIEDADE PSICOPATOPLÁSTICA (palavra usada no vídeo pela Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva) e o porque de "nóçus líderez" serem quem e o que são.
 
Dizer que somos todos libertinos, isso é, livres de qualquer peia moral, devassos, dissolutos, depravados, licenciosos, pode parecer ofensivo. Digamos, então, que existem graus de libertinagem conforme a época e a sociedade. Por exemplo, o Império Romano em sua decadência foi extremamente devasso.

Quanto ao Brasil, se comparado a outros países, já nasceu dissoluto. Que se rememore a exploração e a colonização do gigantesco território feito de modo ganancioso e desleixado. Daquela “embriogenia defeituosa” moldou-se nossa maneira de ser, nossa visão de mundo, nossa mentalidade do “rouba, mas faz”, do “levar vantagem em tudo”, do “se eu estivesse lá faria o mesmo”. Desde o início a plasticidade de costumes, o oceano imenso entre os colonizadores e a matriz de costumes mais rígidos. Nas imensidões a serem desbravadas logo se aprendeu que não “existe pecado do lado debaixo do Equador”. E na simulação de uma moral inexistente nos movemos desde os primórdios na mentira que trespassou nossas instituições políticas, econômicas e se entranhou profundamente no tecido social.

Cavaleiro do Templo: eu já não posso aceitar que uma colonização feita deste ou daquele jeito possa produzir sem outros componentes externos e/ou internos este ou aquele tipo de povo, por assim dizer. Países foram colonizados com população carcerária e estão infinitamente melhores que nós, do ponto de vista da qualidade de povo. Acho que devemos aceitar que somos antes de tudo um bando de depravados (a maioria), sem jogarmos integralmente a culpa nos portugueses ou outros colonizadores. A coisa boa é que não precisa-se que 90% do povo preste, basta que aos DEZ POR CENTO que valem muito tenham espaço, sejam tornados líderes e inspiração para os demais. O difícil está e sempre foi levar estes 10% a todas as casas brasileiras, mesmo com TV e internet por aí a já algumas décadas...



É certo que todos os povos mentem. Que em todas as nações a mentira é uma das técnicas mais apuradas de conquista de poder e que a humanidade como um todo se compraz na mentira porque precisa de ilusão, de guias mentirosos, de falsas metas utópicas. Mas, também é certo que em certos países os poderes constituídos são mais respeitados, que suas atividades econômicas costumam se processar em níveis mais leais que nossas costumeiras práticas corruptas, que a confiança mútua é mais generalizada.

Isso, é claro, não produz santos, apenas indivíduos menos libertinos, porque em tais contextos sociais existe o funcionamento mais adequado da lei. Justamente a expectativa de que leis vão ser cumpridas constitui a melhor advertência para que libertinos pensem duas vezes antes de infringi-las.

Nós somos sabidamente o país da impunidade. Nossa Justiça é morosa. Exemplos dados pelo Judiciário nem sempre são dignificantes. Estamos longe da isonomia capaz de fazer justiça. Nossa Constituição pode entrar para o livro dos recordes tal a profusão de leis que contém em contraste com seu pífio cumprimento.

Entretanto, conforme o pensamento de Thomas Hobbes, em O Leviatã, poucas e boas leis são necessárias para o bem do povo. Esse filósofo político, diferente de Aristóteles para o qual o homem era naturalmente sociável, naturalmente cidadão (zoon politikon, animal político) pensava que a natureza não colocou no homem o instinto de sociabilidade, pois “o homem só procura companheiros por interesse ou necessidade”. Deriva daí a importância de um poder comum, ou seja, do Estado como gerador das leis e, portanto, capaz de assegurar a segurança e a paz.

Entende-se a partir daí a importância dos Poderes Legislativo e Judiciário, que compõem com o Executivo o tripé do Estado Democrático de Direito. O problema em nosso país é o funcionamento desses Poderes, na medida em que o Legislativo e o Judiciário sempre foram a reboque de um Executivo excessivamente centralizador.

No momento a centralização se acentua. O Congresso Nacional, sobretudo, a Câmara, se submete aos desejos presidenciais. E o Judiciário está passando por mais um teste crucial de credibilidade em sua instância mais alta, o Supremo Tribunal Federal.

Para pertencer ao STF é necessário ser brasileiro nato, ter mais de 35 anos, exibir notável saber jurídico e apresentar reputação ilibada. O candidato a ministro é indicado pelo presidente da República e o Senado pode aceitá-lo ou não.

Pois bem, com a vaga deixada pelo ministro Carlos Alberto Direito, que faleceu recentemente, o presidente Lula da Silva indicou para preenchê-la o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli. Reprovado duas vezes em concurso para juiz estadual, o notório saber do companheiro se resume a ter sido advogado do PT e amigo de poderosos petistas tais como José Dirceu, algo capaz de abrir portas que costumam estar fechadas para “pessoas comuns”. Contudo, coisa mais grave, Toffoli foi condenado em dois processos que correm em primeira instância no Estado do Amapá. Se o Senado aceitar a indicação presidencial como sempre ocorre e os processos de Toffoli chegarem ao STF com ele lá, como é que fica?

Note-se que para o Executivo e o Legislativo não existe o critério de reputação ilibada, o que é pena. Mas se há para o Judiciário, como pode o presidente da República indicar para tão elevado cargo alguém sobre cuja reputação paira dúvidas relativas à prática de atos imorais e ilícitos?

Isso não tem problema. Afinal, se a maioria pudesse faria o mesmo que o companheiro Toffoli fez no Amapá. E se a entrada do jovem advogado-geral da União acabar de vez com o que resta de credibilidade no STF, aqueles poucos que disso tomarem conhecimento darão de ombros. No Brasil o direito de ser libertino é assegurado. Os companheiros do PT que o digam.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga

Extra, extra!!! Blog do Clausewitz teve acesso em primeira mão às perguntas da sabatina de Toffoli pelo senado...

Fonte: BLOG DO CLAUSEWITZ
21 de Setembro de 2009

Com enormes chances de ser reprovado e não ter sua indicação aceita à toga do STF, Dias Toffoli terá que responder a estas perguntas... as mais difíceis, as de baixo, foram formuladas pelo DEM e pelo PSDB, que estão trabalhando em uma plataforma eleitoral para 2010 com o mote "chapa tucana pura" e que com isso garantem não estar se inspirando no PT...

Sociopatas e a política brasileira: o paraíso dos monstros

Trouxe para cá uma reflexão aumentada por assim dizer que fiz em cima de um comentário público no Cavaleiro. O artigo fala de SOCIOPATAS/PSICOPATAS. O artigo:

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Cavaleiro do Templo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Livro "Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado"...":

Olá XXXX, acho que depois que sabemos da existência de pessoas más por natureza, digo, desde o nascimento até a morte, pessoas que jamais se importam com os outros, que mentem deslavadamente para atingir seus únicos objetivos que são poder, status e "diversão", então devemos nos perguntar:

QUAIS OS CANDIDATOS QUE VÃO SE APRESENTAR E QUE NÃO SÃO SOCIOPATAS?

Revolucionários são psicopatas/sociopatas, dois nomes diferentes para o mesmo monstro sem cura. Não possuem sentimentos para com o outro, o não-revolucionário e depois de implantadas as revoluções o que parecia ser sentimento para com os próprios revolucionários ou "ajudantes da causa", os idiotas úteis, também desaparece. Ou melhor, nunca existiu, era só o psicopata fazendo de conta que possuía sentimentos. Como diz a doutora Ana Beatriz do artigo citado, não gostam de ninguém a não ser de si mesmos.

Veja a Dilma e os diversos casos até agora: mentira atrás de mentira, falsidade ideológica, guerrilha, a lista é enorme, não acaba nunca. Basta deixá-la falar. Se é psicopata ou não, não sei, mas poderíamos exigir dos candidatos exames clínicos/médicos. Se não temos o diagnóstico, que valha então nossa percepção, baseada nas ações destes "nóçus políticus" e seus amigos. Vejam os vídeos abaixo:



O que diz nosso Código Penal e que deveria ser no mínimo emplacado nas suas testas:



Devemos expor ao povo brasileiro os motivos que levam estas pessoas, os sociopatas/psicopatas, a buscar o poder: não são seres humanos "normais", são criaturas nefastas em busca de seus objetivos e só, nada mais. Não estão nem aí para o povo.

Cavaleiro do Templo.

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Ética e Aborto no Partido dos Trabalhadores

Fonte: ENDIREITAR

Escrito por Reinaldo Azevedo
Sex, 18 de Setembro de 2009 00:00


Publicado originalmente com o título: PT USA O CÓDIGO DE ÉTICA E PUNE DOIS PARLAMENTARES SEUS COM RARO RIGOR. O QUE FOI QUE ELES FIZERAM?

"Acho absolutamente notável que os petistas tenham recorrido ao Código de Ética para punir os dois deputados que participaram de manifestações contra o aborto. Então ficamos assim: quando o PT usa o Código de Ética, a vida de inocentes corre perigo." (Reinaldo Azevedo)


Na noite de ontem [17 de setembro de 2009], o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.

— Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.

— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?

— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.

— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?

— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.

— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.

— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.

— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!

— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?



Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.

Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?

É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli SaLvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.

Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!


Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pt-usa-o-codigo-de-etica-e-pune-dois-parlamentares-seus-com-raro-rigor-o-que-foi-que-eles-fizeram/

Cavaleiro do Templo: estão achando difícil entender a cabeça de petista? Talvez o material abaixo ajude:



GRAMSCI E A COMUNIZAÇÃO DO BRASIL

Fonte: ANATOLLI OLIYNIK
13 de Março de 2009


Por Anatoli Oliynik

Em lugar algum no mundo o pensamento de Gramsci foi tão disciplinadamente aplicado como está sendo no Brasil. Inicialmente, pelo governo FHC, e agora pelo PT, cuja nomenklatura governamental segue com rigor as orientações emanadas dos intelectualóides uspianos que dirigem o Foro de São Paulo e que têm como cartilha os Cadernos do Cárcere, de Gramsci.

Quem não está familiarizado com as ideologias políticas, por certo estará perguntando: Quem foi Gramsci e qual sua relação com o comunismo brasileiro?

Antonio Gramsci (1891-1937), pensador e político foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano em 1921, e o primeiro teórico marxista a defender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos, capitaneados por Vladimir Illitch Ulianov Lênin (1870-1924) e seguido por Iossif Vissirianovitch Djugatchvili Stalin (1879-1953).

Durante sua prisão na Itália em 1926, que se prolongou até 1935, escreveu inúmeros textos sobre o comunismo os quais começaram a ser publicados por partes na década de 30, e integralmente em 1975, sob o título Cadernos do Cárcere. Esta publicação, difundida em vários continentes, passou a ser o catecismo das esquerdas, que viram nela uma forma muito mais potente de realizar o velho sonho de implantar o totalitarismo, sem que fosse necessário o derramamento de sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coréia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte, países que se tornaram vítimas da loucura coletiva detonada por ideólogos mentecaptos.

Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu na Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a idéia revolucionária.

A estratégia é utilizar-se de diplomas legais e de ações políticas que sejam docilmente aceitas pelo povo, entorpecendo consciências e massificando a sociedade com uma propaganda subliminar, imperceptível aos mais incautos que, a priori, representam a grande maioria da população, de modo que, entorpecidos pelo melífluo discurso gramsciano, as consciências já não possam mais perceber o engodo em que estão sendo envolvidas.

A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de “ditadura do proletariado” por “hegemonia do proletariado” e “ocupação de espaços”, cuja classe, por sua vez, deveria ser, ao mesmo tempo, dirigente e dominante. Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser primeiramente, político e intelectual.

A doutora Marli Nogueira, juíza do trabalho em Brasília, e estudiosa do assunto, nos dá a seguinte explicação sobre a “hegemonia”:

“A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela ´análise da situação´, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isto deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo ´intelectual coletivo´ (o partido), que as dissemina pelos ´intelectuais orgânicos´ (ou formadores de opinião), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores – principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população”.

Quanto à “ocupação de espaços”, pode ser claramente vislumbrada pela nomeação de mais de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território brasileiro, cujos detentores desses cargos, militantes congênitos, têm a missão de fazer a acontecer a “hegemonia”.

Retornando a Gramsci e segundo ele, os principais objetivos de luta pela mudança são conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social, artistas, sindicatos etc.), uma vez que, os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis. O proletariado precisa transformar-se em força cultural e política, dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário. Isso o povo brasileiro não está percebendo, pois suas mentes já foram entorpecidas pelo governo revolucionário que está no poder.

Desta forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica. É exatamente isto que está acontecendo no presente momento aqui no Brasil: A preparação ideológica. E está em fase muito adiantada, diga-se de passagem.

Segundo a doutora Marli Nogueira:

“Uma vez superada a opinião que essa mesma sociedade tinha a respeito de várias questões, atinge-se o que Gramsci denominava ´superação do senso-comum´, que outra coisa não é senão a hegemonia de pensamento. Cada um de nós passa, assim, a ser um ventríloquo a repetir, impensadamente, as opiniões que já vêm prontas do forno ideológico comunista. E quando chegar a hora de dizer ´agora estamos prontos para ter realmente uma ´democracia´ (que, na verdade, nada mais é do que a ditadura do partido), aceitaremos também qualquer medida que nos leve a esse rumo, seja ela a demolição de instituições, seja ela a abolição da propriedade privada, seja ela o fim mesmo da democracia como sempre a entendemos até então, acreditando que será muito normal que essa ´volta à democracia´ se faça por decretos, leis ou reformas constitucionais”.

Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “sociedade civil” e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.

Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletariados de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mão Tse Tung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, por meio de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores da ideologia comunista.

Fidel Castro, com certeza, foi o último dinossauro a adotar os métodos de Lênin. Poder-se-á dizer que Fidel é o último dos moicanos às avessas considerando que seus discípulos Lula, Morales, Kirchner, Vasquez e Zapatero, estão aplicando, com sucesso, as teses do Caderno do Cárcere, de Antônio Gramsci. Chávez, o troglodita venezuelano, optou pelo poder força bruta e fraudes eleitorais. No Brasil, por via das dúvidas, mantêm-se ativo e de prontidão o MST e a Via Campesina, como salvaguarda, caso tenham que optar pela revolução cruenta que é a estratégia leninista.

Todos os valores que a civilização ocidental construiu ao longo de milênios vêm sendo sistematicamente derrubados, sob o olhar complacente de todos os brasileiros, os quais, por uma inocência pueril, seja pelo resultado de uma proposital fraqueza do ensino, seja por uma ignorância dos reais intentos das esquerdas, nem mesmo se dão conta de que é a sobrevivência da própria sociedade que está sendo destruída.

Perdidos esses valores, não sobra sequer espaço para a indignação que, em outros tempos, brotaria instantaneamente do simples fato de se tomar conhecimento dos últimos acontecimentos envolvendo escancaradas corrupções em todos os níveis do Estado.

O entorpecimento da razão humana, com o conseqüente distanciamento entre governantes e governados, já atingiu um ponto tal que, se não impossibilitou, pelo menos tornou extremamente difícil qualquer tipo de reação por parte do povo. Estando os órgãos responsáveis pela sua defesa – imprensa, associações civis, empresariado, clero, entre outros – totalmente dominados pelo sistema de governo gramsciano que há anos comanda o País, o resultado não poderia ser outro: a absoluta indefensabilidade do povo brasileiro. A este, alternativa não resta senão a de assistir, inerme e inerte, aos abusos e desmandos daqueles que, por dever de ofício, deveriam protegê-lo em todos os sentidos.

A verdade é que os velhos métodos para implantação do socialismo-comunismo foram definitivamente sepultados. Um novo paradigma está sendo adotado, cuja força avassaladora está sendo menosprezada, e o que é pior, nem percebido pelo povo brasileiro.

O Brasil está sendo transformado, pelas esquerdas, num laboratório político do pensamento de Gramsci sob a batuta do aluno aplicado e tutela do Foro de São Paulo.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".