Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ética sociopática - já em 2000 Olavo mostrava o que é o esquerdismo nacional: SOCIOPATIA INDUZIDA E COLETIVA

Fonte: ÉPOCA
Edição 131 20/11/2000

OPINIÃO

Por Olavo de Carvalho


Maquiavelismo revolucionário camuflado em luta pela ética faz mal à saúde moral do país


Mas o psicopata (ou sociopata) não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.




Outro dia escrevi que Fidel Castro começara sua carreira assassinando um político qualquer só para cavar favores de um inimigo da vítima. Alguém replicou, indignado, que não era justo polemizar contra o regime cubano mediante “ataques à vida pessoal” de seu representante.

Estão vendo por que digo que o atual esquerdismo brasileiro não é um fanatismo simples, mas um fanatismo de sociopatas?

O simples fanático não chega ao desvario de proclamar que um homicídio político é puro assunto de foro íntimo do homicida, sem peso no julgamento de seu desempenho de homem público. Para tanto é preciso que ele tenha sacrificado no altar de sua fé o último vestígio de discernimento ético.

Fanatismo, por si, não implica dessensibilização moral. Essa é, em contrapartida, a definição mesma da sociopatia.

Não se trata, evidentemente, de sociopatia individual e espontânea, mas coletiva e induzida. Milhões de brasileiros estão se deixando reduzir à completa obtusidade pela prostituição de seu senso ético a uma formidável mentira eleitoral. Um partido que, em seus planos estratégicos, se propõe implantar no país um regime comunista de tipo cubano, mas em sua propaganda escamoteia esse dado essencial e vende uma imagem ideologicamente inócua de probidade administrativa, está, com toda a evidência, introduzindo um grave desvio de foco nas discussões públicas. O PT, de fato, parece ter menos corruptos que os outros partidos. Ao sugerir, porém, que essa diferença o torna especialmente apto a governar com lisura num regime democrático, ele omite que ela é apenas um subproduto da disciplina revolucionária voltada à destruição desse regime. Todo partido revolucionário é, nesse sentido aparente, “honesto”: não porque respeite as leis e a ordem, mas porque os rigores da guerra contra a lei e a ordem não lhe permitem o luxo de sacrificar a estratégia geral a ambições individuais. Ele não pode dizer isso em público, mas pode se aproveitar dessa mesma circunstância para fazer da luta em favor da moral a mais perfeita camuflagem de uma radical insinceridade. Não foi à toa que Antonio Gramsci fez do partido revolucionário a nova encarnação do Príncipe de Maquiavel.

Falando em nome dos mais altos anseios éticos, usando de sua falsa identidade até mesmo como instrumento de chantagem psicológica para instilar sentimentos de culpa nos eleitores que votassem contra ele, o bem-sucedido discurso petista ficou muito abaixo, não digo das injunções superiores de uma ética de virtudes, mas das exigências mais comezinhas do Código de Defesa do Consumidor.

Nunca, na história psicológica deste país, uma estratégia tão visceralmente fraudulenta logrou colocar a seu serviço, mediante propaganda enganosa, os sentimentos mais nobres e elevados de tantos eleitores. Nunca aquilo que há de melhor na alma dos cidadãos foi tão maquiavelicamente usado, desvirtuado, prostituído.

Corruptio optimi pessima: não há improbidade administrativa que possa se comparar, na malignidade de seus efeitos profundos, a essa propositada deformação da inteligência moral de um povo. Não espanta, pois, que pessoas submetidas a tamanha deseducação acabem se estupidificando a ponto de julgar que homicídios políticos sejam detalhes da vida pessoal, inaptos a manchar no mais mínimo que seja uma bela carreira de homem público.

Olavo de Carvalho é filósofo

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cabeça erguida, Honduras

Fonte: O ESTADO
quinta, 24 de setembro de 2009
Bruno Pontes - Jornalista - www.brunopontes.blogspot.com


Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia.

“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.



O que está acontecendo é simples: subjugar Honduras é questão de honra para o Foro de São Paulo. Os bolivarianos não vão sossegar enquanto não conquistarem aquele território. Já tentaram diversas manobras. Cortaram programas de cooperação, enviaram agitadores profissionais, montaram circos diplomáticos para constranger as lideranças do país - apoiados por ninguém menos que o socialista chique Barack Hussein, é sempre bom ressaltar. Mas o tempo passa e Honduras resiste ao cerco. De pé, cabeça erguida. E essa marra os bolivarianos (nos governos e nos jornais) não toleram. A prioridade na agenda é destruir a fortaleza.

A comoção da quadrilha é compreensível: imagine ter seus planos frustrados pelas instituições representativas de um povo teimoso e alienado que não compreende os benefícios do socialismo do século XXI, tais como a submissão do indivíduo ao Estado e a estagnação econômica. Lula e Celso Amorim não cansam de reclamar, com ares de humanistas, que a reação hondurenha é inaceitável. O mundo não pode ficar calado! Nada de estranho no teor do protesto. Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia.

A batalha de valores travada em Honduras envolve dois lados: a democracia liberal e a tirania socialista. Escolha o seu, porque a diplomacia petista já escolheu o dela. Quando Lula presta assessoria a Manuel Zelaya nas altas rodas da ONU, você deve lembrar que é o mesmo Lula que baba aos pés de Fidel Castro. É o mesmo Lula que vê na Venezuela “democracia até demais”. É o mesmo Lula que quer meter garganta abaixo dos hondurenhos um regime opressor.

A eleição presidencial em Honduras deve acontecer no fim de novembro. Você percebe a corrida contra o tempo? Os bolivarianos têm dois meses para dar o golpe final. Do contrário, os hondurenhos irão às urnas e Zelaya estará liquidado, será mais uma página tragicômica no manual do perfeito idiota latino-americano. Não é possível entender a atual operação do Foro de São Paulo sem ter este cronograma em mente.

A jogada desde o início foi apostar na guerra civil, tentar encurralar o governo Micheletti no caos. Mas os hondurenhos seguem firmes, e o tempo está correndo. Abrigar Zelaya em nossa embaixada é a prova inequívoca: se for preciso incendiar Honduras para entronizar o novo ditador do pedaço, Lula atira o primeiro coquetel molotov.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

PERIGO REAL IMEDIATO

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“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra pós-graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos e escritora. Site: http://www.medicinadocomportamento.com.br/



Por Arlindo Alexandre

A historiadora norte americana Bárbara Tutchman, falecida na década de 80, foi a autora de uma obra exemplar, pesquisando e documentando as tragédias humanas. Num livro intitulado “A Marcha da Insensatez”, demonstra como, desde Tróia até o Vietnam, passando pelo Vaticano, as decisões que resultaram em mortandade, carnificina, mudando a face do planeta, partiram de mentes individuais, de mentes psicopatas, desmioladas.

O poder na mão de insensatos! Este é um perigo real que se configura entre nós viventes nas Américas. E a ilustre mente que aciona a chave do perigo, obediente às diretrizes do Foro de São Paulo e do governo americano é o presidente que dizem ter 80% de aprovação. Os ventiladores dos palácios de Brasília – Planalto e Itamaratí já estão espalhando o fedor.

O poder nas mãos de psicopatas! Chávez está radiante! Aprovado fraternalmente pelo companheiro Luís Inácio, interferiu na Bolívia e no Equador, é copiado pela Argentina e abençoado pelo Paraguai. Nas relações com Equador, Bolívia e Venezuela já amargamos alguns prejuízos, sem falar dos irremediáveis malefícios do tráfico de drogas e armas com ajuda de Chávez, de Evo e das FARC colombianas.

Pois não é que o doidão tentou interferir em Honduras? Tudo para aumentar a área de influencia do socialismo bolivariano. Mas a Suprema Corte e o Congresso daquele pequeno país, obedientes à letra da Lei Maior, a Constituição, afastaram o Presidente ligado ao narcotráfico que tentava perpetuar-se no poder com ajuda do venezuelano.

As cortes americanas, a Onu e o Departamento de Estado, interpretaram o cumprimento da Lei em Honduras, como “golpe de estado”. E há três meses pressionam Honduras. O chileno presidente da OEA é comunista e amigo de Chavez. O padreco que preside a Assembléia das Nações Unidas é amigo de Fidel Castro. Chavez troca petróleo por tanques, fuzis AK, helicópteros e aviões, inda dispõe de créditos milionários e convida os russos para operações navais em águas do Atlântico.

Evo por sua vez compra da Rússia seu avião particular e abre o território para as operações militares russas com a construção de uma base aérea. E todos mimam Chávez que se relaciona com o fundamentalista presidente do Irã, com os terroristas mais doidos do mundo – Hezbolá e Hamas, que protege as FARC, que desenvolve armas nucleares com o Irã, que abre a rede bancária para atuar na lavagem de narcodólares e “porta de escape para as transações financeiras do Irã que pode assim burlar as restrições impostas por Washington”.

Chegou a ameaçar a Colômbia e quer livrar da cadeia na França o terrorista mais assassino de quem se tem notícia. Consente que terroristas islâmicos utilizem uma fabrica iraniana de bicicletas no estado de Cojedes, como fachada para habilitar terroristas no uso de explosivos. O extremista Chávez e seus associados enfrenta a cambaleante democracia norte americana, que costumava ser ponto de referência, exemplo para o planeta.

Mas com dona Clinton no Departamento de Estado, a coisa mudou de figura. Os democratas no poder prestigiam as contra-democracias bolivarianas paridas pelo Foro de São Paulo e comandadas por Chávez. Exemplo disso é a pressão sobre Honduras, as críticas ao sistema jurídico hondurenho em franca oposição ao princípio de respeito à lei, não intervenção e defesa do estado democrático de direito, que fundamentam as mesmas leis herdadas dos fundadores dos EUA.

Como Obama não tem a mesma popularidade, clarividência, sutileza e jogo de cintura do presidente do Brasil, durante a visita de Lula para um regabofe nos EUA, escalaram-no para botar pressão sobre Honduras. Num passe de magia, o deposto Zé-laia, com seu chapéu de Odorico Paraguassú, apareceu na Embaixada Brasileira, fazendo discurso na sacada, dando entrevista e agitando seus seguidores.

Criou-se uma situação limite. A ameaça para o legítimo e constitucional governo hondurenho é flagrante. Zé-laia já soltou a palavra de ordem: “Vão invadir a Embaixada Brasileira”. E seus seguidores, ajudados pelas tropas terroristas de Hugo Chávez, podem bem fazê-lo, botando a culpa nos hondurenhos. Aí está declarada a guerra. Abre-se o espaço para uma ocupação com tropas da ONU.

Esta cambada de insensatos ameaça mesmo as Américas. O terrorismo apadrinhado por Chávez ameaça mesmo os Estados Unidos da América. Com a ajuda da Rússia e do Irã. Com a ajuda do governo brasileiro e seus dirigentes que querem ver o circo pegar fogo e perpetuar-se no poder. O Ministro da (in)Justiça já foi a Cuba, receber ordens diretas de um animado Fidel Castro.

Nossos profissionais de mídia precisam informar os brasileiros sobre o perigo real imediato a que todos estamos expostos e indefesos. Afinal o Poder Judiciário e o Poder Legislativo Brasileiro, instituições pacíficas, acomodadas, obedientes ao Poder Executivo, parecem aqueles aparelhos de som “Três em Um”. O “um”, dizem tem aprovação de 80%. É a “Marcha da Insensatez”, como diria Bárbara Tutchman.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

CERTEZAS INCERTAS

Por e-mail


CERTEZAS INCERTAS

Por Arlindo Montenegro


A consciência da gente tende a ser presunçosa. Vamos fixando certezas pela vida afora. As certezas impedem a visão e atuam como bengalas para firmar a postura nos surpreendentes caminhos da vida. Certezas geram a intolerância e o vício de pensar e fazer do mesmo jeito restrito, para os mesmos resultados. Certeza é que nem cachimbo, deixa a boca torta. É cabresto para conduzir teimosos que prezam a liberdade.

As certezas prejudicam o questionamento científico, as dúvidas, as buscas inovadoras, e tendem a protelar as decisões significativas, carregando uma espécie de conformismo
: “deixa como está...” – um afago na estrutura de inércia mental que empobrece e limita o espírito e paralisa a ação.

Os brasileiros, diferentes
dos brasilianos, estão intoxicados de certezas postas pelos governantes que não param de buzinar maravilhas, utilizando as mais avançadas técnicas da propaganda, para emprenhar pelos ouvidos e pelos olhos gerações inteiras de conformistas.

São as certezas sobre promessas que parecem novas, mas estão na pauta dos governantes desde o tempo em que a galinha tinha dentes. Atualmente nos deparamos com a certeza de que “o petróleo é nosso!” Duvi dê o dó! Tanto quanto a GM, a Monsanto ou a Coca Cola, a Petro é uma empresa transnacional, que garimpa lucros e resultados em qualquer parte, empregando mão de obra e fornecedores globais economicamente competitivos.

Com certeza tem uma caixa preta de poder econômico disponível para desvios no interesse dos governantes. Mas a tal CPI que muitos tinham certeza, revelaria muitas falcatruas foi devidamente engavetada por “nossos” representantes. No mesmo caminho de outras CPIs que muitos tinham certeza iriam revelar como é gasto o dinheiro dos impostos: aquela das ONGs que não prestam contas, a dos Medicamentos e outras tantas.

As certezas de que “somos os melhores e maiores” só parecem resistir diante do samba rebolado e do futebol. Mas uma certeza se agiganta cada vez que os pesquisadores competentes e livres enriquecem o estudo sobre os sociopatas ou psicopatas. A Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva nos adverte sobre esta condição humana de parasitas que parecem, carismáticos, ativos, simpáticos, bem falantes, convincentes, camelôs da chantagem emocional, perfeccionistas da mentira...

Vivem entre nós e os mais espertos tornaram-se profissionais da política, campo aberto para o “poder, status e diversão”. Como sociopatas podem ser definidos todos os revolucionários que subtraem a liberdade das pessoas para escolher suas crenças e decidir sobre suas vidas. Os sociopatas agem como se fossem deuses e senhores das vontades dos homens, prometendo mudar o mundo. Basta que paguemos os impostos... impostos por eles!

Uma certeza fica: “nossos” representantes não representam a nossa vontade e não nos dão escolha: apresentam sempre os mesmos candidatos carimbados, muitos denunciados, nunca condenados por desvios, roubos, falcatruas e até homicídio e tráfico de drogas. As maquininhas de votar garantem a eleição dos pré eleitos por decisões secretas dos profissionais políticos no poder.

Um dos muitos quixotes blogueiros, www.cavaleirodotemplo.blogspot.com que atua com responsabilidade na busca da compreensão dos homens e da vida nacional postou matéria divulgando o trabalho diferenciado da Dra. Ana Beatriz Barbosa da Silva, com links para entrevistas e recomendação de um livro: “Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado”, cuja temática nos leva a perceber melhor como os psicopatas usurparam os postos de poder político nesta nação.

Em síntese, a cientista nos mostra como os “psicopatas são frios, calculistas, insensíveis, inescrupulosos, transgressores de regras sociais e absolutamente livres de constrangimentos ou julgamentos morais internos. Eles são capazes de passar por cima de qualquer pessoa apenas para satisfazer seus próprios interesses.

“Mas ao contrário do que pensamos, não são loucos, nem mesmo apresentam qualquer tipo de desorientação. Eles sabem exatamente o que estão fazendo. Mentes Perigosas nos mostra em linguagem fluida e acessível quem são estas pessoas que vivem entre nós, se parecem fisicamente conosco, mas definitivamente não são como nós.”

Pior, todas as instituições e principalmente as escolas foram tomadas por professores que seguem a orientação de sociopatas fanáticos do petismo marxista que, deliberadamente, seguindo a bíblia revolucionária, formam gerações de desmiolados, os futuros militantes da causa ateísta que despreza todos os valores espirituais.

Fanáticos são sociopatas, planejadores sociais seguidores de Russeau, Marx, Lênin, Stalin, Castro são sociopatas. Políticos brasileiros, salvo raras exceções, são sociopatas.
E como não existe um atestado médico para os candidatos, vamos “eleger” como representantes, velhos e novos macunaímas sociopatas, escolhidos e vendidos como bons moços pela máquina de propaganda dos governantes. Legitimá-los fica por conta das maquininhas viciadas.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sociopatas e a política brasileira: o paraíso dos monstros

Trouxe para cá uma reflexão aumentada por assim dizer que fiz em cima de um comentário público no Cavaleiro. O artigo fala de SOCIOPATAS/PSICOPATAS. O artigo:

***

Cavaleiro do Templo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Livro "Mentes Perigosas: o Psicopata Mora ao Lado"...":

Olá XXXX, acho que depois que sabemos da existência de pessoas más por natureza, digo, desde o nascimento até a morte, pessoas que jamais se importam com os outros, que mentem deslavadamente para atingir seus únicos objetivos que são poder, status e "diversão", então devemos nos perguntar:

QUAIS OS CANDIDATOS QUE VÃO SE APRESENTAR E QUE NÃO SÃO SOCIOPATAS?

Revolucionários são psicopatas/sociopatas, dois nomes diferentes para o mesmo monstro sem cura. Não possuem sentimentos para com o outro, o não-revolucionário e depois de implantadas as revoluções o que parecia ser sentimento para com os próprios revolucionários ou "ajudantes da causa", os idiotas úteis, também desaparece. Ou melhor, nunca existiu, era só o psicopata fazendo de conta que possuía sentimentos. Como diz a doutora Ana Beatriz do artigo citado, não gostam de ninguém a não ser de si mesmos.

Veja a Dilma e os diversos casos até agora: mentira atrás de mentira, falsidade ideológica, guerrilha, a lista é enorme, não acaba nunca. Basta deixá-la falar. Se é psicopata ou não, não sei, mas poderíamos exigir dos candidatos exames clínicos/médicos. Se não temos o diagnóstico, que valha então nossa percepção, baseada nas ações destes "nóçus políticus" e seus amigos. Vejam os vídeos abaixo:



O que diz nosso Código Penal e que deveria ser no mínimo emplacado nas suas testas:



Devemos expor ao povo brasileiro os motivos que levam estas pessoas, os sociopatas/psicopatas, a buscar o poder: não são seres humanos "normais", são criaturas nefastas em busca de seus objetivos e só, nada mais. Não estão nem aí para o povo.

Cavaleiro do Templo.

***

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".