Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

As eleições nos EUA

GAZETA DO POVO
Publicado em 02/11/2008 | JULIANO DA SILVA CORTINHAS

Na próxima terça-feira, a potência dominante do sistema internacional escolherá seu presidente, cargo político mais importante do planeta. A decisão será cercada por diversas peculiaridades, que podem ser consideradas demasiadamente complexas pelo eleitor brasileiro, habituado ao sistema de voto direto, mais simples que o norte-americano.

As eleições estadunidenses são regulamentadas pela Constituição do país, de 1787. Têm, portanto, características que encontram fundamento naquele período histórico. A própria data do pleito, realizado na primeira terça-feira seguinte à primeira segunda-feira do mês de novembro, deve-se ao fato de que o norte-americano do século XVIII teria tempo de ir à igreja no domingo e de se deslocar até o local de votação. Os constituintes consideraram que, no mês de novembro, com a colheita já encerrada, dois dias de deslocamento seriam suficientes para que os eleitores chegassem aos locais de votação. Assim, a realização da eleição no próximo dia 4, uma terça-feira, não tem nenhuma relação com os tempos atuais, em que em poucos minutos é possível dirigir-se a uma urna.

Outra questão que deve ser contextualizada é o sistema do Colégio Eleitoral. Nos Estados Unidos, o presidente não é escolhido de forma direta: os eleitores decidem que candidato será selecionado pelos representantes de seu estado no Colégio Eleitoral, que conta, no total, com 538 votantes, divididos proporcionalmente entre os estados de acordo com o tamanho da população. O estado mais populoso, a Califórnia, tem 55 votos no Colégio Eleitoral, sendo responsável por mais de 10% do total. Tal instituição foi concebida pelos constituintes do país para que nenhum candidato com forte apelo em somente uma região tivesse a possibilidade de ser eleito, obrigando os candidatos a obterem votos em diversas regiões.

A adoção desse sistema traz dois efeitos principais. Há pouca possibilidade de existência de diversos partidos, pois o sistema favorece a existência de partidos com ampla base de apoio em diversas localidades, com grande capacidade de organização e obtenção de recursos financeiros. Os partidos Republicano e Democrata, que, desde 1852, vêm elegendo todos os presidentes norte-americanos, dominam as eleições.

Outra importante conseqüência é a possível eleição de um candidato que não obteve a maioria dos votos populares, pois há a hipótese de vencer por pequena margem em muitos estados e perder por grande margem em estados menos populosos, com muitos votos no Colégio Eleitoral. Tal fato já ocorreu 17 vezes na história do país, sendo a última na primeira eleição de George W. Bush, em 2000. Isso é possível porque a ampla maioria dos estados dirige todos os seus votos no Colégio Eleitoral para o candidato vencedor, independentemente da margem que obteve.

A partir desse cenário, pode-se avaliar a eleição polarizada pelos candidatos Barack Obama, do Partido Democrata, e John McCain, do Partido Republicano.

Muitos analistas têm se baseado nas pesquisas de opinião pública para ressaltar a pequena margem de liderança do democrata. Essas pesquisas, porém, não são tão importantes para apontar um favorito quanto as que avaliam o desempenho dos concorrentes por estado, que têm dado ampla margem de vantagem ao candidato democrata, que teria cerca de 350 votos no Colégio Eleitoral contra 170, aproximadamente, de McCain (são necessários 270 para a vitória e ainda há estados indefinidos). A tendência de vitória de Obama, portanto, é grande, mas a vitória não é dada como certa porque o quadro pode ser invertido por duas razões.

Como o voto é opcional, há a possibilidade de baixo comparecimento dos eleitores democratas, devido ao bom desempenho do partido nas pesquisas, o que pode levá-los a considerar a vitória como certa. A chance disso ocorrer, todavia, é baixa, pois o grande descontentamento dos norte-americanos com a gestão de Bush provavelmente fará com que os eleitores compareçam às urnas para mostrar seu descontentamento (o comparecimento nas últimas eleições foi de apenas 60% dos eleitores registrados, mas tende a ser maior neste pleito).

A segunda hipótese é a de que os eleitores estejam declarando seu voto para Obama, pois não querem ser considerados racistas, votem, efetivamente, para McCain. Essa possibilidade é chamada, nos EUA, de efeito “Bradley”, denominação que se refere ao candidato negro Tom Bradley, do Partido Democrata, que concorreu ao governo da Califórnia, em 1982, e liderava amplamente as pesquisas (por 22 pontos porcentuais) até uma semana antes da eleição. O resultado final, porém, foi favorável aos republicanos, o que foi atribuído a um racismo velado dos eleitores. Essa possibilidade também é improvável, pois a ocorrência desse fenômeno em diversos estados, concomitantemente, parece-nos difícil.

Percebe-se, portanto, que a tendência natural do pleito norte-americano é a eleição de Obama, mas a resposta definitiva só será dada pelo povo norte-americano no dia 4 de novembro, a primeira terça-feira seguinte à primeira segunda-feira do mês.

Juliano da Silva Cortinhas é professor licenciado do Unicuritiba, professor dos cursos de Relações Internacionais da Universidade Católica de Brasília, do Centro Universitário do Distrito Federal e da Faculdade Michelangelo.

O Pouco Trabalho (verdadeiro significado da sigla PT) contra o TCU

ISTOÉ - INDEPENDENTE

Petistas acusam o tribunal de ser aparelhado pela oposição e querem extingui-lo


Hugo Marques

Substituição A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) quer "órgãos técnicos" no lugar do TCU

Desde o início do primeiro mandato do presidente Lula, em 2003, o PT não consegue emplacar um ministro no Tribunal de Contas da União (TCU) - 2/3 deles são escolhidos pelo Congresso e 1/3 é indicado pelo presidente e referendado pelo Senado. Um dos embates entre governo e oposição foi na eleição do ministro Aroldo Cedraz, do DEM baiano, em 2006, que derrotou na Câmara o ex-deputado petista Paulo Delgado (MG). O PT vê o tribunal como um encrave da oposição, que atrapalha a ação do governo.

O que acirrou os ânimos no partido foram relatórios recentes do TCU apontando irregularidades nos gastos com cartões corporativos da Presidência da República e superfaturamento nas obras dos aeroportos.

Também irritou os petistas a divulgação, no meio das eleições municipais, de irregularidades nas obras do PAC e superfaturamento nas contas dos Jogos Pan-Americanos. Alguns setores do PT mobilizam-se para aprovar uma proposta de emenda constitucional (PEC) extinguindo o tribunal. "Defendo a extinção do TCU", diz a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), autora da emenda.

"O principal problema do TCU é o risco de ser aparelhado politicamente", argumenta.

A emenda substitui o TCU e todos os Tribunais de Contas dos Estados por "Auditorias de Contas", órgãos técnicos que enviam relatórios aos parlamentares. O que leva os governistas a se agregar em torno da idéia de extinguir o TCU é a filiação política dos nove ministros do tribunal. Três deles vieram do DEM, um do PSDB e dois são íntimos de parlamentares da cúpula do PMDB. Um dos ministros foi indicação do PP. Outros dois são da carreira do MP e do próprio tribunal.

Para o PT, é mais fácil extinguir o TCU, pois não há mais prazo para tentar impor novos ministros.Até o final do mandato de Lula, o TCU só vai substituir dois de seus ministros, por eles atingirem a idade-limite de 70 anos. O primeiro deles, Guilherme Palmeira, aposenta-se em dezembro. O outro, ministro Marcos Vilaça, deixa o tribunal em junho de 2009.

Para piorar o cenário de disputa entre PT e oposição, o DEM não abre mão do nome do ex-senador José Jorge (PE) para a vaga que se abre neste ano. A disputa em torno do TCU é escancarada: "Se algum ministro que está saindo pertenceu ao antigo PFL, no caso o ministro Palmeira, a escolha deverá recair em alguém de indicação dos Democratas", avisa o senador Adelmir Santana (DEM-DF).

A senadora Serys afirma que o cargo de ministro do TCU é um "prêmio para parlamentares que não mais possuem força eleitoral para se manter em cargos eletivos". Getúlio Vargas dizia que o TCU é o local "onde se arquivam amigos". É justamente a falta de amigos do presidente Lula no tribunal que leva uma ala do PT a defender a extinção do TCU.

 
ESTADÃO DE HOJE
Domingo, 02 de Novembro de 2008 

O preço do petróleo venezuelano fechou a semana em um patamar que acendeu uma luz vermelha em Caracas e Havana: US$ 54,55. Isso porque o orçamento do governo venezuelano de 2009 foi feito com com base no barril a US$ 60 - estimativa conservadora quando a cotação ultrapassava os US$ 100. Nos últimos anos, o venezuelano Hugo Chávez usou o petróleo de seu país para aumentar sua influência na América Latina, apoiando com recursos financeiros e energéticos seus aliados políticos. A ajuda deu sobrevida ao regime cubano, fazendo a economia da ilha voltar a crescer. Agora, a dúvida é até que ponto - ou que cotação do barril - Chávez pode mantê-la.

César Cielo, Sensacional

USINA DAS LETRAS
Paulo César Bastos

Desta vez não foi pelo fato de ter ganhado alguma prova de natação, mas pela entrevista corajosa que deu ao jornal O ESTADO DE SÃO PAULO

Cesar bastante irritado, falou da falta de apoio da CBDA, (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos). César disse com todas as letras que não teve ajuda da confederação e muito menos do governo. Sua vitória de deve a ajuda de seu pai e de alguns patrocinadores. 

Para tanto estava treinando nos Estados Unidos. E o presidente da Confederação queria que ele voltasse para o Brasil e treinar aqui. Queria também que ele fosse ao Palácio do Planalto para fazer o cartaz do Presidente. Coisas que ele não quis. Daí para frente foi ameaçado de ficar sem a ajuda do pouco que a Confederação lhe dava. `Minha vitória tem muito pouco a ver com eles`, disse o nadador quando participou do troféu José Finkel, nas piscinas do Corinthians. 

Querendo eles ou não sou, sou campeão olímpico, e isso eles terão que engolir. Desde que me tornei profissional, em março, paguei tudo: alimentação, hospedagem, e até meu técnico (o australiano Brett Hawke). 

Ele ficou assustado, quando lhe perguntaram se a CBDA havia ajudado em alguma despesa. Sua resposta: `Sério que vocês estão me perguntando isto? Pensei que vocês estivessem brincando`

César Cielo contou que além de não receber auxilio da CBDA, teve problemas com o presidente. Entre outras ameaças, ele ameaçou suspender os pagamentos, que eu vinha recebendo dos Correios, quando disse a ele que não viria para uma cerimônia no Palácio do Planalto. Ele vivia telefonando para meus pais, e não os deixava trabalharem sossegados. Fiquei nervoso e treinei mal por uns dias. 

Esse é o governo que temos. Pelo que se vê tem o dedo do governo em tudo. Atletas tem que ir lá em Brasília para pedir a bênção do `padrinho`. Ainda bem que não vimos medalhistas em Brasilia puxando o saco do governo. Por que será? 

Olavo de Carvalho no programa FRENTE A FRENTE

Uma aula do Olavo de Carvalho para os brasileiros em geral e, talvez, principalmente para a mídia. Socialismo/Comunismo na prática, o BRASIL já é socialista/comunista, LULA, FIDEL e o FORO DE SÃO PAULO e muito mais.

Senhores e senhores, com vocês, palavras de quem conhece o lixo por dentro.







Chávez, onde está o dinheiro do petróleo?

Vejam o que saiu na TV norueguesa sobre a situação na Venezuela, o SOCIALISMO DO SÉCULO XXI, DO AMIGÃO E EXEMPLO VIVO DO LULA!



E como relembrar é viver, aqui vão as 5 coisas que esquerdopatas mais sabem fazer: MENTIR, MENTIR, MENTIR, MENTIR MAIS e FAZER PROPAGANDA DE SI MESMOS MENTINDO.

domingo, 2 de novembro de 2008

Obama Says He Didn’t Know Aunt’s Illegal Status - WTF!?

LAN LANPHERE

If Barack Obama’s Auntie is illegal, what are the chances that Barack Obama wasn’t born inside the United States?  According the the State of Hawaii not very good.  So what does all this say about the man who wants to be the leader of the United States?  Not a whole hell of a lot.  At least not a lot to be proud of.  How do you arrive at the position of a being a Presidential Candidate and not know your own family is inside the United States as a illegal alien?  Answer- YOU DON’T!

So let me get this straight…  Obama didn’t know his aunt was living here illegally?  He didn’t know Wright engaged in Black Theology?  He didn’t know Bill Ayers had been, or is,  a terrorist?   He didn’t know Rezko was a shady, crooked con man?  He didn’t know Khalidi was a PLO spokesman and he was totally clueless that ACORN has engaged in any voter fraud?  And the American people put this guy up as a Presidential Candidate why?  It’s blatantly obvious that Barack Obama is barely conscious to anything going on around him.

Tune In

Phillip J. Berg is on to something with the lawsuits that the mainstream media has ignored over the past weeks calling him a nut-job and a fruit cake.  The fact is that Phillip is a martyr to his country.  He has become the sacred cow that the powers that be want to slaughter to hide and conceal the facts about Obama.  Little did the mainstream media know that they had stumbled upon the very evidence that would prove that Obama is not the man that the Patriot Brigade Talk Radio Network has been screaming about for months now.   And now we see that Barack H. Obama is declining in the polls and is on the defensive about his own family who he claims he didn’t know was a illegal alien.  I CALL BULLS***!

  1. We were the first to scream that he was a Socialist / Marxist.  We got beat up for that.
  2. We were the first to scream to the public that Obama wasn’t a citizen of this country. - We got beat up for that.
  3. We were the ones who stood our ground while people complained that we were extremist because we opposed the points of view of others more conservative that ourselves.  Bring it on!

From Fox News - CHICAGO — Barack Obama says he did not know that one of his relatives from Kenya was living in the United States illegally and believes the appropriate laws should be followed.

The Associated Press found that Obama’s aunt had been instructed to leave the country four years ago by an immigration judge who rejected her request for asylum from her native Kenya.

The woman, Zeituni Onyango is living in public housing in Boston and is the half-sister of Obama’s late father .A statement given to the AP by Obama’s campaign Saturday says, “Senator Obama has no knowledge of her status but obviously believes that any and all appropriate laws be followed.”

Onyango, 56, referred to as “Aunti Zeituni” in Obama’s memoir, was instructed to leave the United States by a U.S. immigration judge who denied her asylum request, a person familiar with the matter told the AP late Friday. This person spoke on condition of anonymity because no one was authorized to discuss Onyango’s case.

De mãos dadas com a subserviência

A CASA DA MÃE JOANA
QUINTA-FEIRA, 30 DE OUTUBRO DE 2008
***
Logo após ser eleito, Eduardo Paes já mostrou para o que veio. Algumas de suas quase cem promessas de campanha não serão cumpridas. Dentre elas, o atendimento à saúde na Zona Oeste, que - jurou - seria sua prioridade. Não será, não, a prioridade foi transferida para o Méier e adjacências. Mais um exemplo : afirmava, nos debates, que o bilhete único para o transporte urbano não teria subsídio. Mentiu de novo: vai haver subsídio, sim. E continua mentindo de forma escrachada, ao dizer que isso era apenas seu desejo, não uma promessa. Fora isso, já fala em aumento no valor das pasasagens . ***
Tento compreender o que leva as pessoas a acreditarem naquele discurso visivelmente treinado, característico dos políticos que lhes fazem carinho, vomitam milagres e depois lhes viam as costas. Eduardo Paes não é apenas um enganador do povo, é muito pior. Quem conhece seu passado, aliás bem recente, jamais daria a ele o seu voto. Cuspiu em seu criador Cesar Maia, em cima de quem cresceu politicamente e o usou para desmerecer Fernando Gabeira fazendo a ele críticas insistentes, repetitivas, como se jamais tivessem sido grandes parceiros.
***
Quanto ao presiMente Luís Inácio, bem... eles se merecem. Após agressões feitas ao grande pai da nação, Eduardo-subserviente-Paes precisou de seu apoio, lhe enviou uma carta de amor e hoje são "mui amigos".
***
Muitas vezes, as imagens falam mais que palavras. Dêem uma olhada nas fotos abaixo em que o futuro prefeito do Rio trocou sua dignidade por apoio político generalizado. Vejam o excesso de abraços e afagos e, principalmente, reparem bem na sua forma de olhar em cada situação. Como diria Machado de Assis: Eduardo Paes é um homem "amantíssimo".
***
Agora temos um astro-pop na presidência da República e um grande ator na prefeitura do Rio. Ah! Esqueci! E ainda temos um bobo alegre no governo do Estado.
***
Pois essa figura deprimente é nosso próximo prefeito .
***
Por falar no bobo alegre Sérgio Cabral, a foto abaixo me fez imaginar o que estaria pensando o indigno filhote de Cesar Maia. Talvez esteja enganada, mas nosso governador deveria tomar cuidado com seu pimpolho.
***
"Obedeças e serás atendido", insinuam Luís Inácio e Sérgio Cabral.
"Eu finjo que obedeço e serão traídos", certamente deve pensar Eduardo Paes.
***
Meus pêsames a quem votou numa criatura que não merece confiança.

***

Nota: Quanto ao já anunciado aumento das passagens, já avisei à Luzia: não vou lhe dar nem mais um centavo para vir trabalhar. Caso queira reclamar, vá à porta da Prefeitura. Ou então arranje emprego na casa de idiotas que aceitem políticos fazendo favor com o dinheiro alheio.

sábado, 1 de novembro de 2008

Lula para crianças...

Crise econômica 'expulsa' a religião do debate eleitoral norte-americano

O GLOBO

Religiosos aliam-se a republicanos, e não-religiosos preferem democratas.
Em 2004, ao contrário de agora, questões moral pesaram na campanha.


Daniel Buarque, do  G1, no Kentucky


Quando entrar na cabine de votação na próxima terça-feira (4), a maioria dos norte-americanos vai votar no próximo presidente do país pensando nele, o todo-poderoso dólar. Não é que Ele tenha sido esquecido, mas a preocupação com a crise econômica diminuiu a importância de Deus e da religião como um todo nas eleições. "Quando a economia está indo bem, as pessoas conseguem pensar em outras coisas. Mas, neste ano, a ansiedade econômica é o que a maioria dos eleitores está levando em consideração na hora de escolher o candidato em quem vai votar nas eleições" explicou Mark Rozell, professor de políticas públicas da Universidade George Mason, na Virgínia, em entrevista ao G1. 

De fato, uma pesquisa da rede de TV CNN aponta que a economia é o tema mais importante das eleições para 58% dos eleitores. O percentual é mais de 4 vezes as segundas maiores preocupações, saúde pública e terrorismo, empatados como mais importante para 13% do público, cada. Religião não é citada na lista que ainda inclui a guerra no Iraque e imigração ilegal. Como a maior parte dos eleitores diz achar que Barack Obama é um candidato melhor para lidar com a crise, o democrata lidera as pesquisas de intenção de voto nacionalmente e na prévia do Colégio Eleitoral. 

Obama abandonou tios imigrantes na periferia de Boston, diz Fox

FOLHA ONLINE

30/10/2008 - 21h54

colaboração para a Folha Online

O candidato à Presidência dos Estados Unidos pelos democratas, Barack Obama, abandonou os tios quenianos no subúrbio de Boston, informou hoje reportagem da TV americana Fox.

De acordo com o artigo, Zeituni Onyango -- citada "carinhosamente" no livro-autobiográfico "'Dreams From My Father" -- vive em condições "degradantes", sendo um paradoxo ao discurso proferido por Obama.

Jason Reed/Reuters
Rede americana de televisão acusa democrata de abandonar os tios em subúrbio
Rede americana de televisão acusa democrata de abandonar os tios em subúrbio

"Do outro lado da cidade onde Obama conta a história de ser o primeiro presidente negro de (uma instituição da universidade) Harvard, alguns dos seus parentes de sangue vivem a triste realidade de serem imigrantes na América", informa a reportagem.

No livro, Obama descreve que o "tio Omar" foi dado como desaparecido após a mudança da família da década de 60. A tia, Zeituni, que agora vive em Boston, recentemente participou de uma campanha para reunir contribuições para a campanha do sobrinho.

Procurada pela reportagem da Fox, Onyango confirmou ser a "tia" citada no livro autobiográfico. No entanto, a queniana afirmou que reza bastante por Obama e que só comentará a relação com o candidato após as eleições de 4 de novembro.

Filho de Barack Hussein Obama, um homem negro do Quênia educado em Harvard e de Ann Dunham, uma mulher branca de Wichita, no Estado do Kansas, Obama fala de suas origens como as de um candidato "não convencional".

Ele nasceu em Honolulu, no Havaí, em 4 de agosto de 1961, e seus pais se separaram quando ele tinha dois anos. O democrata morou na Indonésia enquanto criança, após sua mãe se casar com um indonésio, e depois viveu no Havaí, com seus avôs brancos.

Lt. Col. Christopher Simmons denounces Cuban Espionage in the U.S.

LATIN AMERICAN STUDIES

On October 8-9, 2008, U.S. Army counterintelligence officer Lt. Chris Simmons appeared on various Miami Spanish-language television and radio stations to further denounce Cuban spies in the United States. His presentations are posted on the Internet on YouTube. Interview on Babalublog radio, August 6, 2008.





Lt. Col. Christopher Simmons denounces Marifeli Perez-Stable, Alberto Coll as a Castro agents (July 31, 2008)











Lt. Col. Christopher Simmons denounces Lisandro Perez, Julia Swieg, Silvia Wilhelm, as a Castro agents (October 8, 2008)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O maior assassino em massa da América Latina vem aí

REINALDO AZEVEDO
31/10/2008

Reinaldo fala de seu blog: 
BEM PERTO DE UMA SOLUÇÃO
Não havendo imprevistos, estamos bem perto de uma solução para o blog, sem os problemas que hoje nos atormentam. Por enquanto:
- Ainda no Plano B;
- Sistema RSS não está funcionando;
- Os posts escritos de sábado, dia 11, a esta data não constam do arquivo, organizado por datas (à esq.);
- O número que indica quantidade de comentários postados não tem atualização automática; - Os posts têm sempre o mesmo endereço


Os filocubanos Tarso Genro e Paulo Vannuchi querem revogar a Lei da Anistia no Brasil — mas apenas para aqueles que consideram seus inimigos, como está demonstrado. Pois bem. A manifestação mais virulenta da dupla se tornou pública ontem, num confronto com a Advocacia Geral da União. E ontem foi um dia especial porque Lulovsky Apedeutakoba esteve com o facínora Raúl Castro, o braço operativo e homicida do irmão, Fidel Castro.

Lula quer que o Brasil e os brasileiros invistam maciçamente na ilha. Ou aquilo ainda acaba virando uma democracia...

Cuba, vocês sabem, é uma ilha dividida em duas prisões: uma com comida — em Guantánamo — e outra sem comida: a de Fidel e Raúl Castro. Há certamente menos anêmicos entre os terroristas detidos na base militar americana do que nas ruas de Havana.

Mas e a foto? Aquele valente que vocês vêem vendando o prisioneiro antes da execução é Raúl Castro, que Lula convidou para vir ao Brasil, o que o assassino deverá fazer. Será recebido com todas as honras devidas a um chefe de estado — e as adicionais, que o petismo oferece aos porcos fedorentos do continente. Recendem a cadaverina. É uma colaboração de querido Álvaro Junqueira, leitor deste blog.

Para vocês verem mais sobre a prisão cubana — refiro-me à parte da ilha que não é Guantánamo, clique aqui. Vou mandar a foto para Chico Buarque. Quem sabe ele tenha alguma metáfora nova para cena tão tocante.

Panfleto para Parada Gay orienta como cheirar cocaína - artigo de 2007

A IGNORÂNCIA É UMA ESCOLHA
Domingo, 10 de Junho de 2007

Cavaleiro do Templo: é mais uma notícia sobre GOVERNOS IDEOLOGICAMENTE LIGADOS (IRMÃOS SIAMESES) AO CRIME (como "nóssu peçual de Brazília"). Olavo de Carvalho fala melhor que eu (evidentemente): "Em uma passeata evangélica é preciso distribuir este material? Resposta: NÃO. No Maracnã é preciso distribuir este panfleto? Resposta: NÃO. Portanto, a distribuição deste panfleto é uma declaração dos responsáveis por ele que que nesta passeata sabe-se que o consumo destas substâncias é fato corriqueiro, acontece "com força" com o pessoal daqui fala... Se o GOVERNO não é ligado ao crime tomaria providências muito mais enérgicas do  que as tomadas.

Impresso em 40 mil exemplares, um panfleto produzido para ser distribuído na Parada do Orgulho GLBT de São Paulo orienta os participantes sobre o uso de cocaína.

"Para cheirar, prefira um canudo individual a notas de dinheiro", diz o material, que também traz dicas sobre outras drogas: "Faça uma piteira de papel se for rolar um baseado"; "Compartilhe a droga, nunca o material a ser usado".

A cartilha estampa o selo colorido do governo federal, aquele do slogan "Brasil - Um País de Todos". O Ministério da Saúde confirma que os dados utilizados no texto são coerentes com a sua política de redução de danos.

Também estão impressos na cartilha logotipos dos programas contra DST/Aids do governo estadual e da Prefeitura de São Paulo, do Ministério do Turismo e da Embratur. Entretanto, segundo as respectivas assessorias de imprensa, os órgãos não tiveram participação na elaboração do material.

O panfleto --que, dobrado em quatro partes, forma uma cartilha de oito páginas-- começou a ser distribuído ontem, durante a Feira Cultural GLBT (sigla para Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros), no vale do Anhangabaú (região central), principal evento paralelo à parada. A distribuição continuará no domingo, quando a parada deverá reunir 3 milhões de pessoas, segundo estimativa dos organizadores.

Regina Fachini, vice-presidente da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, diz que o objetivo do texto é "alertar para o risco de contaminação durante o uso de drogas, de acordo com dicas do Ministério da Saúde". "É a idéia de redução de danos para afastar riscos de doenças transmissíveis, como a Aids", diz Fachini.

Investigação

O material elaborado pela organização da Parada Gay é criticado pelo delegado Wuppslander Ferreira Neto, do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos), que diz que investigará o evento para checar se existe facilitação ou omissão ao tráfico de drogas.

"O lançamento de um panfleto assim mostra que a parada reconhece que lá vai se usar cocaína e maconha", diz o delegado. "Esse panfleto é uma aberração. É um incentivo ao uso de drogas e ao tráfico, que são crimes. A preocupação em alertar para cuidados de higiene não pode ser maior que a preocupação sobre o uso de drogas."

Médicos infectologistas ouvidos pela Folha divergem sobre a política de "redução de danos". "Particularmente, sou radicalmente contra o uso de droga em si. Não trabalho com hipóteses de redução de danos", diz David Uip.

"O ideal é não usar droga nenhuma, mas a divulgação dos cuidados é positiva para minimizar problemas", diz Hélio Vasconcelos Lopes.

A cartilha, que defende o uso de preservativos e fala sobre anabolizantes, tem outra dica polêmica, que diz: "Quanto mais cedo você souber se tem o HIV, mais tarde começará a tomar a sua medicação".

"Quisemos dizer que, quando a pessoa descobre que tem o vírus cedo, pode começar a levar uma vida mais saudável e retardar o início do uso de remédios", diz Fachini.

"Isso não tem nada a ver", discorda o médico Vasconcelos Lopes. "É claro que é melhor descobrir o quanto antes, mas o início do uso de medicamentos varia conforme cada caso."

O horário de início da Parada Gay é às 13h30. Está prevista a passagem de 23 trios pela avenida Paulista, que se dispersam em frente à praça Roosevelt.

Fonte:

Escrito por Filipe Liepkan Maranhão

A natureza humana e os movimentos revolucionários

Eleições municipais: ruiu o "castelo de cartas"

RADAR DA MÍDIA
QUARTA-FEIRA, 29 DE OUTUBRO DE 2008

O segundo turno das eleições municipais foi a pá de cal no projeto lulo-petista de hegemonia política, com contornos "democráticos".

Não faltarão outras tentativas, mas esta ruiu como um verdadeiro "castelo de cartas", mostrando o quanto as máquinas de propaganda estão desgastadas e a sociedade é avessa às aventuras autoritárias da esquerda.

A meta era transformar as recentes eleições municipais em um plebiscito, que consagrasse a tão proclamada popularidade do Presidente Lula e de seu governo e assegurasse, desde já, a transição de 2010.

Lula se consolidaria como o único político na cena nacional com peso suficiente para indicar um nome viável à sucessão presidencial. Partidos e figuras da oposição sairiam enfraquecidos e minguados da disputa, com dificuldade de ser alternativa ao governismo lulo-petista.

Convido-os a fazer comigo um breve retrospecto.

Popularidade alimentada por pesquisas

Há meses Lula "surfava" numa onda de popularidade, alimentada por pesquisas de opinião cada vez mais desconcertantes.

Os índices de aprovação não paravam de subir e se tornaram acachapantes: Lula beirava os 80% e seu governo 70%. Ao mesmo tempo as pesquisas proclamavam que até os antigos redutos de resistência e oposição a Lula tinham cedido. A própria classe média agora se mostrava favorável ao Presidente e por toda a parte o êxito era incontestável.

Sem qualquer pudor, falou-se até de Lula como o líder político de maior prestígio no mundo.

8 Leia Eleições municipais: dogma virtual

Tais dados de pesquisas, profusamente comentados e repetidos na mídia, além de aceitos como incontestes por muita gente, criavam um efeito psicológico e transmitiam a idéia de que qualquer oposição ao Presidente era inútil e sem futuro. Era necessário conformar-se.

A oposição não encontrava (ou simulava não encontrar) um discurso, mostrando-se e confessando-se desorientada.

Máquina de propaganda regada a petróleo
Simultaneamente, o País era bombardeado regularmente com notícias alvissareiras de achados fabulosos de petróleo.

Planos de exploração do chamado pré-sal, com promessas de aplicação de fundos em educação e saúde, tornaram-se verdadeiras obras-primas de ficção e propaganda política. Com as mãos sujas de óleo, ao estilo de Getúlio, Lula parecia tocar e oferecer uma prosperidade sem limites aos brasileiros.

O Presidente chegou a ser saudado, pelo "companheiro" Chávez, como magnata do petróleo e se aventou a hipótese de o Brasil entrar na OPEP.

Lula aparecia e se proclamava como um predestinado!

A economia ia (ou parecia ir) bem e todos falavam do "momento mágico" que o país atravessava.

Hegemonia endossada pela mídia
Lula reinava isolado na cena política, governando pouco, viajando muito e discursando sem parar. E já tinha carimbado, com sua mão negra de petróleo, a companheira Dilma como sua provável sucessora.

A mídia, quase como um todo, endossava este ambiente psico-político. O clima já era de hegemonia, a ser consagrado nas urnas, de modo devastador e "democrático". Falava-se na "onda vermelha".

A partir de uma vitória eleitoral inequívoca, com um Congresso subserviente e uma oposição desconjuntada, estariam abertas as portas para o aventureirismo político: uma mini Constituinte? Um terceiro mandato? Cada um é livre de fazer suas conjecturas.

O "dogma" da transferência de popularidade
Em face desse quadro de fundo, era necessário jogar todas as fichas - e a máquina do Governo Federal - na presente eleição municipal, para a conquista do maior número de prefeituras, com preferência para os grandes centros urbanos.

Muitos asseveravam que, devido à fraqueza dos partidos e ao carácter personalista da política no Brasil, Lula facilmente transmitiria sua popularidade crescente aos apadrinhados (seus e do governo), antecipando o que aconteceria em 2010.

O Presidente traçou um plano e destacou forças-tarefa de ministros para ativarem a máquina eleitoral, o que foi anunciado até em importantes órgãos de imprensa estrangeiros.

Marta Suplicy, a candidata símbolo
Não é difícil compreender que S. Paulo era, evidentemente, peça-chave nesse jogo. Por isso Lula decidiu envolver-se pessoalmente na disputa.

Tudo indica que a promessa do Presidente a Marta Suplicy foi, no caso de uma vitória assinalada, designá-la como candidata do PT à eleição presidencial em substituição a Dilma Roussef.

A promessa procedia, segundo a lógica simplista do lulo-petismo. O Presidente, com seu prestígio, elegeria Marta prefeita. Depois a designaria candidata à Presidência, transferindo seu imenso potencial de votos e fazendo sua sucessora vitoriosa em 2010.

Pela importância de S. Paulo, pela visibilidade da disputa, pela relevância da candidata petista, pelo empenho pessoal do Presidente, a cidade tornou-se o palco e uma espécie de parábola para o País.

Permitam-me, pois, que analise com um cuidado particular o que se passou na disputa eleitoral pela Prefeitura.

Desconcerto ante o governismo triunfante

Ao ter início a corrida eleitoral já as pesquisas apresentavam Marta Suplicy liderando com uma vantagem folgada.

No campo da oposição instalava-se uma briga intestina, com duas candidaturas que se digladiavam, parecendo perder o rumo e desacreditando essa mesma oposição. Essa discórdia só gerava desconcerto e desânimo na faixa de público que não aderia ao lulo-petismo.

Enquanto só o PT (com o apoio de Lula) parecia prosperar sem problemas, as intenções de voto de Marta cresciam e falava-se até em vitória no primeiro turno. O Presidente dizia acreditar nisso e convocava a militância para "liquidar a fatura" logo.

Lula veio fazer carreatas com a candidata e no ar ficava a sensação da inoperância de todas as forças políticas perante o governismo triunfante.

Como disse, tudo (do governo à oposição) era uma parábola para o País.

Urnas desmentem pesquisas
Chegaram as eleições. Marta mantivera a liderança nas pesquisas do primeiro ao último dia... e na boca de urna. Surpresa! Kassab venceu o primeiro turno.

O desmentido fragoroso das pesquisas tinha igualmente um lado de parábola em relação a Lula. Não seriam também inconsistentes as pesquisas da popularidade de Lula? O que é fato é que as urnas desmentiram essa popularidade. E não só em S. Paulo!

Com resultados bem desfavoráveis por todo o País, era necessário tentar virar o jogo em S. Paulo. Uma vitória de Marta ainda podia dar certo fôlego ao lulo-petismo.

Sai de cena o "paz e amor"
Com o segundo turno, a máquina comandada por Lula, tirou a máscara, e mostrou do que é capaz na briga política. Ou seja, deixou evidente que o lulo-petismo apenas usa o sistema democrático para atentar contra ele e, se possível, eliminá-lo.

O Presidente designou seu secretário-particular, Gilberto Carvalho, para coordenar a campanha de Marta Suplicy. Tinha início a fase dois.

Logo em seguida, dez ministros desembarcaram em S. Paulo para subir no palanque com a candidata. Nos discursos transpareceu todo o rancor autoritário do lulo-petismo.

Para Dilma Roussef, crer na vitória contra o PT, era "prova de soberba, de elitismo e descompromisso com a democracia".

Tarso Genro atacou os tabus conservadores da elite e disse que a candidata era alvo de preconceito.

Luiz Dulci afirmou não ser possível ter uma das maiores metrópoles do mundo na mão de um síndico conservador.

Para Aldo Rebelo, vice de Marta, "São Paulo se transformou no último barco à deriva para os náufragos das forças conservadoras do Brasil".

Carlos Lupi mostrou inconformidade "em ver São Paulo na mão de uma direita disfarçada".

Não sei se percebem que no léxico político do lulo-petismo ser da elite ou ser conservador e de direita é, de si, quase um crime. As forças conservadoras não têm vez na "democracia" do PT.

Veio depois a baixaria da propaganda do horário político. A campanha da petista investiu com insinuações a respeito da vida particular de Kassab. E Marta, em entrevista televisionada, encenou a farsa do "eu não sabia".

O lulo-petismo e seu braço sindical infiltraram e tentaram manipular uma manifestação de policiais civis em greve, instigando um confronto armado com a Polícia Militar, nas proximidades do Palácio do Governador, que esteve a ponto de causar uma tragédia de gravidade incalculável.

Num último extertor de desespero, o lulo-petismo clamou pelo socorro de sua verdadeira força inspiradora: a "esquerda católica". Mais de 100 padres assinaram um documento que deveria ser lido nas paróquias para dar apoio explícito a Marta Suplicy. A manobra foi arquitetada por Gilberto Carvalho (ex-seminarista e elo de ligação do governo com a CNBB) e D. Pedro Luiz Stringhini.

A indignação nos meios católicos foi de tal monta que o bispo auxiliar de S. Paulo teve que recuar e pedir desculpas públicas.

Lula, terminou a campanha ao lado de Marta, com discurso agressivo e populista e envergando uma camisa vermelha ao estilo "chavista".

"O jogo virou de ponta-cabeça"
Os resultados do segundo turno são conhecidos de todos. O desvelar do lado agressivo e esquerdista da candidata de Lula fizeram aumentar o repúdio do eleitorado. A derrota foi massacrante. Ruiu o "castelo de cartas". A parábola, era também a imagem do lulo-petismo em boa parte do País.

Dias antes do segundo turno, na previsão do que aconteceria nas urnas, Raymundo Costa, escreveu no jornal Valor(21.0ut.2008): "Enfim, o jogo que era armado antes da eleição virou de ponta-cabeça e recomeça em outras bases".

E a jornalista Dora Kramer, no jornal O Estado de S. Paulo(24.out.2008), dois dias antes do segundo turno afirmava, em artigo intitulado Quadrilátero da saia-justa:

  • "De cada ângulo que se olhe, essa eleição municipal revela fatos e consolida evidências que derrubam teorias eleitorais recentemente elaboradas a partir de um único dado: a popularidade do presidente Luiz Inácio da Silva.

    A campanha do segundo turno revogou a crença inabalável de políticos e marqueteiros na doutrina "paz e amor" ....

    No primeiro turno as urnas já haviam derrubado o mito do "poste", desmentido assertivas sobre a transferência automática de votos e arquivado a idéia do Palácio do Planalto de transformar o resultado da eleição de prefeitos numa interpretação plebiscitária sobre o governo Lula, com o objetivo de estabelecer desde já as balizas para a armação do jogo da sucessão presidencial em 2010."

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

FARC: humilharam os amigos do PT

BRASIL WIKI
Publicado em 29/10/2008 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paulo-SP

Ingrid Betancourt com o uniforme do Exército Brasileiro. Um reconhecimento público e internacional do apoio. - Foto: web

O mundo todo já sabe e reconhece oficialmente que as FARC são um grupo terrorista armado de bandidos que usa desculpa ideológica para viver do narcotráfico e do seqüestro de pessoas. As quais são maltratadas como animais ou mercadorias em seu cativeiro. Todos reconhecem esse fato, menos o Brasil de Lula e seus vizinhos vermelhos.

Um grupo terrorista que defende uma "causa" que só gerou ditaduras totalitárias e escravizantes ao longo da História. Vide URSS, Alemanha Oriental, Cuba, China, e os pequenos países-satélites da Cortina de Ferro e da África.

Porém, mídia brasileira de rabo preso, deu poucos detalhes sobre a magnífica Operação Jaque, apoiada pelo Exército brasileiro, que enganou as FARC e resgatou 15 de seus principais reféns seqüestrados (dos 2.800 ainda presos), entre eles a candidata Ingrid Betancourt e sua vice. Sem dispararem um só tiro, uma equipe de agentes colombianos se passou por simpatizantes em ação humanitária, encheram um helicóptero com os reféns e dois chefes das FARC e deram tchauzinho aos bandidos na selva. Humilhação total.

importante papel do Exército brasileiro nessa operação, dando informações e apoio logístico na fronteira, foi reconhecido publicamente por Ingrid Betancourt, que fez questão de posar com o uniforme de nosso exército sobre o uniforme colombiano para a mídia internacional, no encontro com o presidente colombiano Uribe (foto). Fato que sequer a Rede Globo comentou, e que gerou críticas de nossos partidos de esquerda quanto a esse apoio humanitário por parte de nosso Exército.

Cavaleiro do Templo: o GLORIOSO E INVICTO EXÉRCITO BRASILEIRO nunca é lembrado, a menos que para "levar porrada", no mínimo. Quantas provas mais precisamos para classificar a esquerda como DEMENTE, DELINQUENTE, SALAFRÁRIA, BANDIDA E REDUTO DO LIXO NACIONAL?  O EXÉRCITO BRASILEIRO é a entidade em que o povo mais confia mas para a MÍ"R"DIA ESQUERDOPATA é o nosso EXÉRCITO O VILÃO. Mïdia nacional é PUBLICIDADE APENAS e nada mais. Publicidade esquerdopata da pior qualidade que só nos mostra o LIXO DA HUMANIDADE: MORTES, CRIMES, SEXO, DROGAS, tudo que a esquerdopatia apóia para desestabilizar o país cada vez mais.


Todo mundo já sabia, e os e-mails do computador apreendido de Raul Reyes confirmaram, da íntima amizade e colaboração existente entre esse grupo terrorista e a cúpula petista de Lula. Figuras como Lula (Foro de São Paulo), Zé Dirceu (sempre ele!), o ministro Amorim, o secretário Marco Aurélio Garcia (o MAG top-top), o secretário particular e churrasqueiro pessoal de Lula, Gilberto de Carvalho, e deputados petistas constam nesses e-mails como amigos e colaboradores dessa guerrilha criminosa.

Uma coisa até natural num governo de baixíssimo nível de pessoal, em que ocorrem quadrilhas mensaleiras, contrabando de nióbio, assassinatos de policiais em SP, ministérios-cabide, entrega da Amazônia e outros descalabros ainda a serem descobertos.

CRIANDO UM MONSTRO - publico este artigo outra vez pois me foi enviado o nome da autora e o seu site

MAFALDA CRESCIDA

Karina Cabral
October 18th, 2008

O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada?

Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?

O rapaz deu a resposta: “ela não quis falar comigo”. A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.

Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados. Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ). Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.

Os pais dizem, “não posso traumatizar meu filho”. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.

Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.

Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara.

Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

PT só elege 34% de seus candidatos a prefeito

Autor(es): Leila Suwwan
O Globo - 29/10/2008

PMDB, PSDB e PP tiveram sucesso com quase a metade de seus representantes; desempenho do PPS foi de 25%

Apesar de aumentar o número de prefeituras sob seu comando, o PT registrou nestas eleições o pior índice de sucesso entre os principais partidos do país. Dos 1.632 candidatos a prefeito lançados, pouco mais de um terço foi eleito - 34%. Entre esses 559 vitoriosos, 232 são prefeitos que foram reeleitos. E o número de votos nominais recebidos pela sigla foi praticamente o mesmo de 2004: 16,5 milhões. Os dados reforçam a tese de que o PT não conseguiu traduzir nas urnas o bom desempenho do segundo mandato do presidente Lula. PMDB, PP e PSDB registraram a mais alta taxa de sucesso eleitoral - o número de eleitos em relação ao total de candidatos lançados.

Esses três partidos elegeram quase a metade dos candidatos a prefeito que lançaram. Porém, apenas o PMDB teve um aumento expressivo, de 29%, no número de votos, chegando a 18,4 milhões. O PP se manteve estacionado em 6,1 milhões de votos, e os tucanos perderam 8% dos votos totais.

Os petistas, que comemoram o resultado eleitoral, consideram o índice de sucesso irrelevante, alegando que a legenda tem tradição histórica em lançar muitos candidatos. Segundo Gleber Naime, secretário de Comunicação do PT e integrante do Grupo de Trabalho das Eleições (GTE), essa tradição não é um "princípio" partidário e a conjuntura favorece o aumento de alianças no futuro, para o partido não ser tachado de "hegemonista".

Perguntado sobre a expectativa de melhor desempenho, devido à popularidade do governo federal, Naime disse que ao partido não interessa o "falso inchaço do poder":

- O crescimento do PT é sustentado. Não queremos um crescimento igual ao do PSDB quando estava no governo, com inchaço da filiação e da base parlamentar, sem critério, apenas pelo atrativo do poder. O crescimento do PT é real, não está ligado ao oportunismo.

Em 2004, desempenho do PT foi ainda pior

Em 2004, o índice de sucesso das candidaturas petistas às prefeituras foi ainda mais baixo, de 21,1%. E o do PSDB, que lançou quase o mesmo número de candidatos, foi notadamente maior: 45%. Naquele ano, o PT sofria desgaste pela política de contenção econômica do primeiro mandato de Lula.

Neste ano, o índice de sucesso do PSDB foi de 46% das candidaturas, comparado com 45,1% de 2004, sendo que agora foram lançados 208 candidatos a menos. O recuo tucano este ano foi de 10% no número de prefeituras e de 8% no total de votos, mas os dirigentes do partido rejeitam a avaliação de que perderam nessa eleição. Argumentam que a manutenção da estatura do partido nas eleições, em confronto direto com a máquina federal, é, na realidade, uma vitória.

O PMDB, que agora pressionará por mais espaço no governo, melhorou seu índice de sucesso de 42,6% para 47% entre 2004 e 2008, e elegeu 1.201 prefeitos - isso se deve, entre outros fatores, ao fato de o partido ser o mais bem-estruturado, e presente, em todas as regiões.

Nestas eleições, apenas o PPS, entre as dez legendas mais importantes, teve um índice pior que o do PT, com 25%. A rejeição, neste caso, teve efeito direto no partido, que perdeu metade de sua base de votos de 2004 e encolheu em 58% seu número de prefeituras.

wibiya widget

A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".