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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Paranóia esquerdista: Governo de Obama classifica de “potenciais terroristas” pessoas que são contra o aborto

JULIO SEVERO
22 de Abril de 2009

Mal entrou no poder, com suas idéias de aborto e jorrando dinheiro de impostos americanos para financiar a promoção mundial do aborto, Obama já mostra que não está disposto a tolerar opiniões diferentes.

Qual o governante que não sonha em amedrontar e silenciar a oposição? Obama achou a solução ideal para esse incômodo: Classificar de “terrorista” quem se opõe ao aborto.

Bush nunca teve tal inspiração. Durante seu governo, os defensores do aborto, que eram seus inimigos atrozes, o criticavam por todo e nenhum motivo. Mesmo assim, ele nunca pensou em usar medidas anti-terrorismo para perseguir seus inimigos amantes do aborto.

Para Bush, governar com tal oposição era a essência da democracia. Ele, que era contra o aborto, sabia conviver com quem era a favor.

Mas Obama não teve aulas para esse tipo de convivência. Para ele, governar com uma oposição que não aceita o aborto é… intolerável.

Sob o governo de Obama, oposição ao aborto é problema de segurança nacional

Para resolver esse problema, o Ministério de Segurança Nacional (Department of Homeland Security) elaborou um relatório que está sendo distribuído para agentes de polícia em todo o território americano. Esse relatório tem como alvo a oposição ao aborto, entre outros pontos de vista conservadores, como sintomas de “extremismo direitista potencialmente violento”.

O documento de nove páginas, intitutado “Extremismo de Direita: Presente Clima Econômico e Político Incentivando o Ressurgimento em Radicalização e Recutamento”, coloca como ameaça terrorista os “grupos e indivíduos que são dedicados a uma única questão, tal com a oposição ao aborto”.

O documento afirma que tais grupos têm “explorado uma variedade de questões sociais e temas políticos para aumentar a visibilidade do grupo e recrutar novos membros”, inclusive a “exploração de questões sociais como o aborto e o casamento homossexual”.

A ministra Janet Napolitano, do Ministério de Segurança Nacional, já era conhecida como extrema defensora do aborto muito antes de participar do governo de Obama. Quando era governadora do Arizona, Napolitano vetou vários projetos de lei contrários ao aborto, inclusive uma proibição ao aborto feito na época do nascimento e um projeto de lei que protege os direitos de consciência de farmacêuticos que não querem distribuir ou vender produtos abortivos.

“É preocupante que aqueles que elaboraram o relatório consideram como potenciais terroristas as pessoas que querem proteger a vida inocente de mortes violentas”, disse Wendy Wright, presidente de Concerned Women of America (CWA), grupo evangélico americano de 400.000 membros que luta contra o aborto, o casamento gay, etc. “Se as pessoas pró-vida são cegamente rotuladas de ‘grupo suspeito’, então o Ministério de Segurança Nacional pode estar preparando o terreno para ações mais sérias contra nós”, completou Wright.

A diferença entre o “anticristo” e o “messias”

Os tiranos e os ditadores detestam críticas e não medem esforços para suprimi-las. Bush demonstrou, durante vários anos, paciência extraordinária, enquanto seus opositores nos EUA e ao redor do mundo não lhe poupavam um minuto de ataques. Até mesmo a revista evangélica Ultimato, que nunca publicou uma única matéria de capa sobre Lula e sua corrupção, já teve um longo artigo de capa contra Bush, inclusive vários outros textos repetindo as rotineiras acusações dos papagaios esquerdistas: Bush é mentiroso.

O longo artigo anti-Bush da Ultimato foi escrito pelo fanático esquerdista Paul Freston, que por muitos anos admirou e lutou pelo PT. Há esperança deUltimato, ou outra revista brasileira, publicar agora um longo artigo de capa criticando Obama por seu apoio alucinado ao aborto? Dificilmente. Sua objetividade e imparcialidade jornalística são só da boca para fora. Sua configuração ideológica de fábrica os manda cegamente apoiar a esquerda e atacar tudo o que é contrário à agenda esquedista.

Ao contrário de Bush, que só recebeu críticas, sendo considerado o “anticristo” por cristãos liberais, Obama é o “messias” dos esquerdistas ateus e cristãos, só recebendo elogios desde o começo de sua campanha presidencial. E no que depender dele e de sua grande amiga imprensa, quem não se prostrar diante da onda de louvores obâmicos terá de enfrentar a acusação de terrorista.

Se Bush tivesse tentado igualmente rotular os defensores do aborto de “potenciais terroristas” — e é difícil imaginar que aqueles que são capazes de destruir crianças inocentes sejam melhores do que terroristas —, a mídia esquerdista internacional nunca o perdoaria, chamando-o de “ditador” e exigindo imediatamente seu impeachment. Mas o “messias” Obama pode fazer tudo isso e muito mais sem nunca precisar se preocupar com a oposição da sua amiga imprensa, sem que os “defensores” da livre expressão dêem um pio sequer.

Aliás, são exatamente os esquerdistas que se julgam os maiores defensores da liberdade de expressão — de si mesmos, é claro. Mas, com sua vida e governo, foi Bush quem demonstrou verdadeiro e incrível respeito ao direito de livre expressão.

Os terroristas são bons e os bons são terroristas

Com sua nova medida anti-terrorismo que visa os opositores do aborto, Obama, como esquerdista convicto, está demonstrando o que o direito de livre expressão significa para os próprios esquerdistas e para o restante dos cidadãos que ousa pensar e se expressar de maneira livre e democrática.

Essa medida de Obama é digna de Hugo Chavez e Evo Morales. Por falar neles, Obama os cumprimentou na semana passada.

Quando os maus são cumprimentados como se fossem bons, os verdadeiramente bons é que acabam sendo tratados como maus.

É de estranhar então que cristãos pacíficos que defendem o direito à vida de inocentes bebês em gestação estejam sendo rotulados como potenciais terroristas? É a paranóia esquerdista, com sua habitual desonestidade e intolerância, impondo a inversão da realidade.

Com contribuição de LifeSiteNews.

Fonte: www.juliosevero.com

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

Obama e o aborto

O primeiro ato de Obama como presidente

O que esperar de Barack Obama?

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde

Para ler mais sobre a revista Ultimato e sua obsessão com Bush:

Cindy Sheehan e a revista Ultimato

Pregando muito mais do que o Evangelho: a teimosia esquerdista da Ultimato

O veredicto da Ultimato: “Bush mentiu”

Na Mira do Preconceito: revista Ultimato critica evangélicos conservadores dos EUA

terça-feira, 21 de abril de 2009

A verdade sobre Obama

Vejam em alguns episódios a "bela" história do atual presidente americano...

Tradução: observatoriodamidia

I invented the Internet (A verdade sobre Obama)

Episódio 1 - October surprise (A surpresa de outubro)

Neste episódio, vemos a entrevista com Philip Berg, advogado democrata que entrou com uma ação exigindo que Obama apresentasse seu certificado de nascimento. Motivos não faltam: declarações da avó queniana, infância na Indonésia, documentos falsos colocados em sites. Por que Obama se recusa a acabar com todas as suspeitas, se uma segunda via desse documento custa pouco mais de 10 dólares?



Episódio 2 - Kill and destroy (Mate e destrua)

Neste episódio, vemos que Obama se opôs ao Born-Alive Infants Protection Act, uma lei que protegia os recém-nascidos que sobreviveram a tentativas de aborto. A oposição de Obama à lei permitiria o infanticídio, o que até grupos pró-aborto rejeitavam.



Episódio 3 - Obama for Odinga (Obama por Odinga)

Aqui, fica claro o apoio de Barack Hussein Obama a Raila Odinga, no Quênia. O queniano, que diz ser primo de Obama, incentivou uma escalada de violência sem precedentes na história de um dos países mais estáveis da África, após perder as eleições.



Episódio 4 - Code red (Código vermelho)

Neste episódio, vemos algumas das "qualificações" de Obama. A pergunta que fica é: como ele pôde ser aceito como candidato legítimo nas eleições americanas de 2008?



Episódio 5 - Mark my words (Ouça ou que digo)

Joe Biden, vice-presidente da candidatura de Obama, diz, pouco antes da eleição, que haverá uma "crise internacional para testar a capacidade dele". Aqui, vemos que o programa vacilante de Obama pode levar a um enfraquecimento geopolítico dos EUA.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Obama's Fraudulent Filings

 

Human Events
 
Below please find a special message from one of our advertisers, United States Justice Foundation. From time to time, we receive opportunities we believe you as a valued customer may want to know about. Please note that the following message does not necessarily reflect the editorial positions of Human Events.

URGENT CONFIDENTIAL LEGAL UPDATE

Obama's Fraudulent Filings

Tell All 50 State Attorneys General To Investigate NOW The Compelling Evidence That Barack Obama Was Born In Africa!


Dear Concerned Friend,

I dared bring Barack Obama into court to force him to produce his birth certificate and put an end to the controversy over his status as a "natural born" citizenship once and for all. And now he's coming after me and the United States Justice Foundation (USJF) -- the public-interest legal group that I founded over 30 years ago -- with a vengeance! Merely because we dare to seek the truth!

And they must have something to hide, because Mr. Obama's attorneys have threatened to spend, and then sanction, USJF out of existence.

USJF has started efforts to convince State Attorneys General, all across the country, to investigate whether Barack Obama has committed perjury by knowingly filing false nomination papers ... claiming to be constitutionally eligible to run for, and serve as, President of the United States. As you know, the available evidence shows that he was born in Africa. A FAX to all 50 State Attorneys General is available for you to send right now.

You see, even though it's past January 20, 2009 -- inauguration day -- Barack Obama can still be stopped from becoming an illegal "squatter" in the White House.

FAX All 50 State Attorneys General To Investigate Obama's Fraud


Frankly, the evidence that Barack Hussein Obama was born in Africa -- not Hawaii as he claims - and, therefore, cannot serve as the President of the United States, is compelling.
  • First, Mr. Obama's refusal to release his birth certificate. If he has nothing to hide, what does he gain by refusing to allow the press to see the birth certificate?
  • Second, the contention by Barack Obama's half-sister, Maya Soetoro-Ng, that Mr. Obama was born in a particular Hawaiian hospital, only to claim that it was in a different hospital several years later.
  • Third, the erecting of a wall around Barack Obama's grandmother, the late Madelyn Dunham, by Mr. Obama, thus cutting off access to the one person then alive who would have been present if he was actually born in Hawaii.
  • Fourth, the posting of law enforcement personnel at the two hospitals in Honolulu mentioned by Ms. Soetoro-Ng in an effort to block the press from discovering the truth about the birth certificate.
  • Fifth, a taped phone conversation with Mr. Obama's step-grandmother in Kenya, who claims that she was present at his birth ... in what is now called Kenya!
  • Sixth, the "birth certificate" posted on the Obama campaign website and other liberal websites. Since Barack Obama was born in 1961, long before laser printers and office computers, his original birth certificate would be typewritten ... unlike the laser printed "copy" purported to be genuine.
The evidence demands that Barack Obama answer why he has been hiding the truth from the American people about his eligibility to run for, and serve as, President!

That's right. Not only does Mr. Obama continue to categorically refuse to produce the decisive evidence proving whether he is a "natural born" citizen, his high-priced LA-based "dream team" of attorneys has USJF squarely in its crosshairs! And they're loading both barrels!

So, unless you help me and my team here at USJF to stand our ground in court, Mr. Obama's hired guns could blow a financial hole in USJF's ability to be the proverbial thorn in Mr. Obama's side!

Barack Obama continues to battle any attempt to see his real birth certificate - producing only a phony one posted on his website -- as well as fighting us tooth and nail as we seek access to his college records... records which we believe may prove that he was foreign born!

USJF served a subpoena upon Occidental College to gain access to Mr. Obama's college records and we are fighting to get at the truth on many other fronts, as well, including:
  1. Appealing a case filed by USJF in California, all the way up to the United States Supreme Court, if necessary, on behalf of 2008 Presidential candidate Alan Keyes, calling into question Mr. Obama's status as a "natural born" citizen;
  2. Funding, and assisting local attorneys and Plaintiffs, in similar lawsuits, in Ohio, Hawaii, and Mississippi, AND we're considering filing more lawsuits in other states; and
  3. We have initiated a campaign demanding that your State Attorney General take action now, which I'll tell you about momentarily...
Click Here Donate & Demand Mr. Obama Show Us the Truth!

You see, when Barack Obama officially entered the office of President, he became, in essence, a "pretender to the throne." According to the Constitution, only a "natural born citizen" can occupy the presidency.

Even though he was sworn in on January 20, 2009, Barack Obama is not legally the President of the United States, unless he can prove that he is a "natural born citizen."

What's more, every action taken by him while he occupies the White House may be invalid. If he cannot legally be President, every law passed by Congress will be null and void because the Constitution clearly requires that all laws be signed by the President ... and, without a legally elected and sworn in President in office, that becomes an impossibility.

Quite frankly, this crisis must be ended! And it must be ended now!

And that's just what we're fighting to do. The United States Justice Foundation is spearheading a campaign to protect the United States Constitution ... and your liberty.

Click Here Donate & Demand Mr. Obama Show Us the Truth!


We have to press our case to stop Barack Obama from, apparently, illegally holding the Presidency, despite the ongoing threats against us. We are speaking of filing additional lawsuits and administrative actions, over and above the dozens already filed, if you will help us today.

I need your help right now in order to win this battle. We must raise the needed funds to continue our legal research, pay court costs and lawyer fees, and to contact all 50 State Attorneys General. Helping USJF with this campaign is your best shot, and, possibly your only chance, at finding out whether Barack Obama is legally holding the Presidency of our great nation, or whether he is a fraud, a usurper!

My friend, please take action immediately. Please FAX all 50 State Attorneys General and please send to me your best possible gift to help USJF stop Barack Obama from continuing his apparent theft of the Presidency!

FAX All 50 State Attorneys General To Investigate Obama's Fraud


Are you willing to see the Constitution shredded by the Left? Will you sit back and do nothing while a foreign-born person may be illegally occupying the White House as President of the United States?

We will not be intimidated. But we MUST have your help immediately if USJF is to survive this fight to the finish -- and if the U.S. Constitution is to weather this crisis intact!

Our country is on the fast track to disaster ... but you can help us keep the situation from getting worse. I pray that I'll hear from you today.


In His Name,

Gary Kreep, Executive Director
United States Justice Foundation


P.S. America has never before faced such a threat. Everything we hold dear is at risk with Barack Obama sitting as President without him releasing his actual birth certificate. Please, send in your best possible gift today!

P.P.S. And don't forget to check out our website for more information about this case and other critical issues affecting our nation.

Click Here Donate & Demand Mr. Obama Show Us the Truth!


Or Send Checks to:
United States Justice Foundation
Dept Code 2276
P.O. Box 131637
Houston, TX 77219-1637 

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Obama está fadado a desapontar

UOL NOTÍCIAS
02/04/2009

Cavaleiro do Templo: eu postei este artigo extremamente bondoso com o OBAMA para que vocês notem que mesmo quando um esquerdopata faz imensas c*g*d*s (*=a) a mírdia (com "r" mesmo) jamais os acusam do que eles realmente são e do que vieram fazer: DESTRUIR A NOSSA FORMA DE VIVER, A NOSSA CIVILIZAÇÃO. Parece exagero mas o tempo dirá. Tomará que eu e todos que comungam desta opinião estejamos errados, tomara mesmo.

Prospect

Bartle Bull*

Barack Obama sempre esteve fadado a desapontar. Quando um indivíduo promete quase tudo a quase todos, ele inevitavelmente decepcionará muita gente. Mas poucos esperavam que o novo governo saísse de ritmo assim tão rapidamente (Cavaleiro do Templo: poucos sim pois estes poucos são aqueles que buscam os fatos e nãose rendem às crendices, aos discursos e a macaqueação como faz a maioria. Estes poucos esperavam sim que Obama mostrasse desde cedo a sua verdadeira cara. O mais "curioso" disto é que ninguém na grande mídia esperava... Que coisa, não? Os caras que ganham dinheiro para MOSTRAR OS FATOS são hoje os que ganham dinheiro FAZENDO PROPAGANDA DOS PIORES SERES HUMANOS (VIVOS E MORTOS) e nada mais. Quem lê os blogs destes poucos sabem do que estou falando). Transcorridas apenas algumas semanas após a posse, a Casa Branca de Obama está em apuros. O mercado de ações dos Estados Unidos perdeu um quarto do seu valor desde a eleição de Obama. O governo está em meio a uma crise total de quadros para a sua equipe: tendo perdido uma quantidade recorde de dez nomes escolhidos para cargos graduados, ele está com vários cargos importantes no Poder Executivo ainda desocupados - incluindo todos os postos do Departamento do Tesouro que estão abaixo do cargo principal. E o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, parece estar apavorado tanto em frente às câmeras de televisão quanto perante os executivos.

Até mesmo a imprensa que tem simpatia pelo governo está começando a falar de uma "crise de incompetência" (Cavaleiro do Templo: incompetência não, altíssima competência. Obama está lá para AJUDAR A ACABAR com os Estados Unidos. Esta é a função deleQuem lê os blogs daqueles poucos sabem do que estou falando). No exterior, Coreia do Norte, Rússia, China e Irã adotaram um tom mais agressivo. Em casa, a agenda "cavalo de Troia" de Obama - usar a crise econômica como desculpa para promover mudanças sociais radicais em áreas que não têm relação com o retorno do crescimento econômico - ameaça arrastar o seu governo para areias movediças ideológicas quanto tudo o que a população realmente deseja são empregos. 

Um presidente que tem ambições históricas jamais se contentaria com a resolução de uma simples recessão. Assim, no seu discurso na televisão perante ambas as casas parlamentares em fevereiro ele deu uma lição especial de história: "A nossa economia não entrou em declínio da noite para o dia. E os nossos problemas também não começaram quando o mercado imobiliário entrou em colapso ou o mercado de ações afundou". Ele disse que a atual recessão e os problemas imobiliários e financeiros têm causas mais profundas. E quais são esses males subjacentes que necessitam tanto do toque do xamã? O presidente citou quatro: energia, sistema de saúde, educação e dívida.

Os norte-americanos que se concentraram nas palavras do presidente e não no seu discurso caracteristicamente bem declamado acharam o diagnóstico desconcertante. De fato, a educação, o setor de energia e a política de saúde nos Estados Unidos, como quase em todos os países, precisam de ajuda. Mas será que as falhas dos Estados Unidos nessas áreas são de fato as causas do colapso do setor imobiliário e da paralisação do sistema bancário?

Dois dias após o seu discurso no Congresso, o presidente apresentou um esboço de 150 páginas do seu orçamento, que, no valor de US$ 3,6 trilhões, já representa a maior e a mais ambiciosa expansão do Estado norte-americano desde a Great Society (Grande Sociedade) de Lyndon Johnson (Cavaleiro do Templo: viram? isto se chama SOCIALISMO/COMUNISMO disfarçado). Apesar das promessas em contrário, o orçamento defende um déficit que - correspondendo a 12,7% do produto interno bruto - é quatro vezes maior do que quaisquer dos grandes déficits registrados durante o governo de George W. Bush

Dirigido pelos compromissos colossais com as três áreas sociais prioritárias de Obama, o orçamento dele propõe ampliar os gastos federais, que em 2008 corresponderam a 21% da economia, para 28% em 2009. Acrescentem-se a isso os gastos nos níveis estadual e municipal, e a parcela governamental da economia dos Estados Unidos chegará a cerca de 45%, o que é mais ou menos o patamar do Reino Unido. O esboço do orçamento de Obama apresenta os adicionais US$ 634 bilhões para o sistema de saúde como um adiantamento do custo integral do serviço de saúde universal, que ele calcula que será o dobro da quantia que está fornecendo. Segundo Obama, o Congresso terá que encontrar o resto do dinheiro.

A educação nos Estados Unidos é uma questão pertinente aos Estados individuais, e não ao governo federal. A constituição é clara quanto a isso, mas Washington, especialmente durante o regime Bush, avançou inexoravelmente sobre esta área. E agora Obama apodera-se de forma sem precedentes dela em nome do governo central, ao pedir a aplicação de padrões universais nas escolas. As cifras referentes a essa iniciativa ainda não foram publicamente divulgadas, mas serão enormes (Cavaleiro do Templo: Obama quer escolas iguais (em incompetência) para, no final, impedir que CONHECIMENTO DE FATO chegue aos jovens transformando-os em imbecis úteis à revolução e inúteis para todo o resto, como no Brasil).

Quanto ao setor de energia, acredita-se que Obama obtenha US$ 600 bilhões com a venda de direitos negociáveis de emissão de carbono. Isto representa fundamentalmente um grande imposto adicional sobre todas as atividades do setor privado - US$ 800 por ano em novos impostos para cada norte-americano. O novo imposto de emissão de carbono é formulado de forma a tornar a tradicional economia do setor de energia tão cara que as outras alternativas tornem-se viáveis(Cavaleiro do Templo: que bela forma de tornar viável o que é inviável, não? Entendam vocês como a coisa funciona: tudo é desculpa para o GOVERNO assumir o CONTROLE TOTAL do país. Assim é aqui, lá também está indo por aí. Se uma forma de energia é inviável, para que torná-la viável AUMENTANDO O CUSTO DA VIÁVEL? Lógico que é para roubar dinheiro do contribuinte, mas não pára por aí apenas. Se isto não é IDEOLOGIA, é o que? Se isto não é enfiar goela abaixo de todos o que um grupelho de gente ACHA O CERTO, é o que então?)

Ainda que você aprecie o rumo liberal seguido por Obama, este é exatamente o oposto de uma política formulada para lidar com a atual crise, política esta que se fundamentaria simplesmente no fato de que os norte-americanos precisam de empregos. 

A apressada e não debatida legislação de estímulo do presidente, no valor de US$ 800 bilhões, foi a maior medida individual de gastos na história do governo dos Estados Unidos. Ela pouco tem a ver com consertar a economia atual e tudo a ver com uma agenda social do tipo "grande Estado": 80% dos gastos previstos no projeto ocorrerão após o final deste ano, quando até mesmo a equipe de Obama prevê um saudável crescimento de 3% do produto interno bruto. Não é de se admirar que, apesar de ter passado duas semanas cortejando os parlamentares republicanos, Obama não tenha sido capaz de atrair nem um só deles, o que acabou com as suas promessas de campanha no sentido de adotar ações bipartidárias. 

Assim, o plano do presidente Obama representa um realinhamento radical da economia política dos Estados Unidos. Para tornar este programa aceitável, Obama faz um uso agressivo de comparações com a Grande Depressão. Mas essa comparação é falsa. 

A recessão atual consiste em uma contração econômica normal, em termos de gravidade e duração, segundo os padrões históricos. Considerando-se que todos os setores preveem que o crescimento econômico retornará na segunda metade deste ano, a economia dos Estados Unidos está se saindo substancialmente melhor do que durante a recessão de 1981-1982, quando o desemprego, que atualmente é de 8,1%, chegou a 10,8%. 

Assim, apesar dos constantes paralelos traçados pelo presidente, a situação atual não é nem remotamente comparável à Grande Depressão. A produção automotiva caiu 90% em 1932, contra 25% em 2008. Em 1931 e 1932 mais de 10 mil bancos faliram, enquanto que em 2008-2009 houve apenas um punhado de falências similares. E em 1932 o índice de desemprego ultrapassou os 25%.

A economia dos Estados Unidos pode não estar tão ruim quanto Obama diz, mas ela encontra-se de fato em dificuldades. E ele sem dúvida deveria estar fazendo algo a respeito disso. No entanto, em vez disso, Obama está usando isso como uma oportunidade para promover aquilo que, para os padrões dos Estados Unidos, é uma agenda ideológica tremendamente ambiciosa. Do "New York Times", à esquerda, ao "Wall Street Journal", à direita, o orçamento de Obama tem sido classificado como a maior mudança nas políticas dos Estados Unidos desde a revolução Reagan na década de 1980.

Obama de fato prometeu algumas dessas enormes iniciativas políticas durante a campanha de 2008. Mas o maior momento de franqueza que emergiu deste governo até o momento deu-se quando o chefe de gabinete, Rahm Emanuel, afirmou: "Ninguém deseja jamais que uma crise séria seja desperdiçada. Esta crise proporciona a oportunidade para que façamos coisas que não teríamos sido capazes de fazer antes". Hillary Clinton, a outra grande força no governo, fez a mesma observação recentemente, em Bruxelas: "Jamais desperdice uma boa crise... Não a desperdice quando ela pode ter um impacto bastante positivo sobre a mudança climática e a segurança energética".

Isso é de tirar o fôlego. Os membros mais graduados do governo Obama estão confessando publicamente (e talvez involuntariamente) a existência de precisamente aquele tipo agenda cabalística secreta que era o fator mais odiado quanto ao governo Bush. Imaginem a apoplexia da base política de Obama se Dick Cheney tivesse chamado o 11 de setembro de uma "boa crise" porque ela proporcionou uma boa desculpa para uma invasão do Iraque que há muito o governo pretendia fazer. 

A retórica alarmista de Obama é muito diferente do tom do seu herói econômico, Franklin Roosevelt. Os desafios atuais de Washington são pequenos se comparados àqueles enfrentados por Roosevelt. A natureza do Estado norte-americano mudou. Em 2008, após uma enorme expansão fiscal sob Bush, o governo federal respondia por 20% da economia. Em 1930 essa parcela governamental era de 3%. E, ao contrário de Roosevelt, Obama contou com o benefício de 80 anos de história. 

Obama prometeu tentar usar impostos para procurar sair do buraco de gastos que está criando, com cada vez mais taxações sobre aqueles que ganham mais de US$ 250 mil por ano. Isso não tem como funcionar. Independentemente dos danos que tais desincentivos causarão aos investimentos e aos pequenos negócios, os impostos de estilo Obama, concentrados nos ricos, simplesmente não são capazes de arrecadar dinheiro suficiente para cobrir os gastos de estilo Obama. Incapaz de tapar o buraco com impostos, o Tio Sam será obrigado e imprimir papel moeda em uma escala jamais vista desde o governo Jimmy Carter. 

Obama cita Ronald Reagan quase com a mesma frequência com que cita Roosevelt, mas caso ele deseje uma comparação apropriada para a situação atualmente enfrentada pelos Estados Unidos, o exemplo não seria nem a Grande Depressão nem a revolução Reagan, e sim os problemas da era Carter: debilidade e pessimismo impressionantes tanto no país quanto no exterior

Ao retornar ao estado de espírito da breve (1931-1939) experiência do New Deal, que foi por si só uma anomalia nos 240 anos do país, Obama está revertendo o rumo filosófico do Estado norte-americano. Isso é o oposto daquilo que os norte-americanos moderados acreditavam que receberiam ao votarem nele

Um centrista pós-partidário: essa foi a mentira do século. Agora o Obama real emergiu. A versão moderada e sustentável do Partido Democrata, personificada pelos presidentes Kennedy e Clinton, baseada na responsabilidade fiscal e em uma economia de baixos impostos e elevado crescimento, foi arquivada. A ideologia retornou. Para os democratas pragmáticos em um país politicamente moderado que ainda se baseia em uma filosofia de forte liberdade individual, essa expansão revolucionária do governo federal é muito preocupante. Não é essa a mudança que buscávamos. 

Assim, a grande pergunta atual nos círculos democratas é: "O que Hillary Clinton fará a respeito disso?" Aqueles que a apoiaram ainda sentem que roubaram a eleição da sua candidata. Com o capital em greve, os Estados rebelando-se contra a agenda de dependência traçada pelo presidente, o secretário do Tesouro provavelmente prestes a ser substituído, vários cargos ainda não preenchidos, a imprensa liberal ansiosa e os índices de popularidade despencando, a saída de Hillary Clinton poderia afundar um governo que já dá a impressão de ser uma canoa furada, colocando à frente dela um caminho desimpedido para a candidatura democrata em 2012. 

Pessoas sérias não gostam de estar associadas a uma Casa Branca que, oito semanas após a posse e quatro meses após a eleição, em um momento de conturbação econômica concreta, não conta com um único indicado para os vários cargos do Departamento do Tesouro, e muito menos com um indicado concreto sentado atrás de uma mesa de trabalho. Esse fiasco quanto ao preenchimento dos cargos repete-se nos departamentos de Defesa, de Estado e muitos outros. Nunca se viu nada semelhante a isso em Washington.

O Partido Republicano encontra-se tão confuso que está deixando a crise de Obama ser desperdiçada. O governador da Louisiana, Bobby Jindal, de 37 anos, um astro republicano em ascensão, fez um discurso sem brilho em resposta ao discurso do presidente no parlamento. O novo presidente do comitê nacional republicano, Michael Steele, teve recentemente um desentendimento público com o titã dos programas de rádio conservadores dos Estados Unidos, Rush Limbaugh. Sarah Palin e Mike Huckabee estão dividindo entre si a classe trabalhadora e a direita religiosa, e Mitt Romney está silencioso por ora. No longo prazo, um governo Obama poderia ser resgatado por uma figura do tipo Newt Gingrich que trouxesse de volta a Washington, a partir da direita, políticas econômicas voltadas para o crescimento. Em tal caso, muitos senadores e deputados democratas não seriam reeleitos. Por ora, porém, a verdadeira ameaça ao presidente está dentro do seu próprio partido cada vez mais inquieto. 

Para os democratas moderados que veem na tendência nacional predominante a melhor esperança do partido para a obtenção de uma maioria de longo prazo, é extremamente perigoso associar-se a uma presidência tão ideologizada. E a situação é ainda pior quando a ideologia em questão é aquela que tem a menor probabilidade de funcionar. Mais guerra e menos crescimento significa liderança e política ruins. 

* Bartle Bull é editor de notícias internacionais da "Prospect"

Tradução: UOL

terça-feira, 17 de março de 2009

As mentiras de Obama

Muito bom ver o Lula (de) lá, digo, Obama, sendo exposto. Só uma correção na tradução do primeiro vídeo. O irmão do Ron Paul fala em 700 BILHÕES DE DÓLARES mas na tradução aparece 700 MILHÕES.

Lembremos sempre: esquerda é mentira, destruição e desgraça. Esta ideologia não produziu nada que se possa contabilizar como importante para a humanidade. E muitos na direita, ano após ano, parecem-se mais com a (para mim) maldita esquerda. 

Deus nos proteja!

Por isto acredito firmemente que existe uma única forma de ver o mundo que pode colocar o rio do leito de novo: o CONSERVADORISMO. Deus é conservador, Deus não é revolucionário, Deus não mente e Deus não "faz" as coisas pensando apenas no amanhã como faz a canalhada que é ou se diz ser da direita.



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ééééé... Já vai sair filme expondo o LULA americano


Super Obama

THE OBAMA DECEPTION: ABOUT THE FILM

Now that the establishment has anointed and installed Barack Obama as president and the corporate media has heaped effusive praise upon this banker vetted front man, it is time for a documentary to reveal the real agenda behind the man billed as our savior and messiah. Alex Jones' The Obama Deception is just such a documentary. It reveals in the concise and hard-hitting fashion Jones is now legendary for the real agenda behind the Barack Obama administration.

In a non-partisan, no punches pulled way Alex reveals how Obama is a bought and paid for creature of the bankers and the New World Order, a puppet for the controllers on Wall Street, inside the secretive Bilderberg Group, and the Federal Reserve. He exposes how Obama represents a continuation of the same globalist policies carried out under the George Bush, Clinton, and Bush senior administrations.

On The Obama Deception website you will find a high quality trailer of the documentary and numerous links to articles exposing the real agenda behind Obama at the behest of the New World Order. Please help spread the word about this powerful new film. Make sure everyone you know whether they claim to be a Democrat, Republican, independent or none of the above sees this film before it is too late.

The Obama Deception hits DVD on March 15.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

THE OBAMA FILE


Obama's greatest and most enduring attribute is arrogance.

The Obama File


Barack Hussein Obama


Who is this guy?


I've read everything I could get my hands on about this guy in the last two years and I know less about him now than I did at the beginning.

Is he a Muslim?  -- I don't think so.

But, I don't think he's a Christian, either.

He's a Socialist, at best -- and worse he's an Alinsky socialist, and Alinsky described himself as a communist.  Just check out his friends and associates.

Yet, there is a part of Obama that is Muslim.  There's the prepubescent youngster who lived in a Muslim household, in a Muslim country, attended a Muslim school, undoubtedly eager to please his peers and teachers, and doing his best to be a good little Muslim boy to please his new step-father.

The Jesuits would say, "Give me the child, and I will mould the man."

And, suddenly, young Obama is in Hawaii -- abandoned by his father, and now, his mother and stepfather.

During the day, he's going to school with the children of the Islands' elites, telling his classmates that his father was an African prince, the leader of a proud and successful people.

During the evening, he's tutored by Frank Marshall Davis -- grampa Stanley's drinkin' buddy -- who assumes the role of father-figure.  Under Frank's tutelage, Marx replaced Muhammad.

There's still some Muslim in there somewhere -- some influence -- some sensitivity -- some empathy -- but, he's not a Muslim.  

Davis, a radical black communist, fed the impressionable Obama a constant diet of "pissed off" and "blackness" all through his high school years.  Davis's parting words to Obama on his leaving for Occidental College were, "college is an advanced degree in compromise" and he warned Obama not to forget his "people" and not to "start believing what they tell you about equal opportunity and the American way and all that shit."

Obama, who grew up in a comfortable white household, has struggled to find an identity as a righteous black men ever since.  Obama accepted "the pure and heady breeze of privilege" to which he was exposed as a teenager, but rejected his "white skin privilege" -- or at least tried to.  

At Occidental, Obama sought out the more politically active black students.  The foreign students.  The Chicanos.  The Marxist professors and structural feminists.  However, Occidental wasn't black enough for him and after two years he headed east to Columbia University -- on the edge of Harlem.

Obama's Columbia experience is a complete mystery.  No one, absolutely no one, remembers Obama from Columbia -- Fox News asked 400 ex-students and all Fox got was shrugs.  There is no picture of him in the yearbook.  The only thing we really know about this period is that Obama spent a lot of time at the Marxist-Socialist conferences at Cooper Union and African cultural fairs in Brooklyn.  

Obama stopped drugging sometime during the Columbia period.  He started abusing marijuana and cocaine at Punahou.  "Pot had helped, and booze; maybe a little blow when you could afford it.  Not smack, though," he wrote.

Obama briefly flirted with New York, doing his first community organizing in Harlem for the New York Public Interest Research Group (NYPIRG). created by Ralph Nader in the 1970s.  It's New York State's largest student-directed consumer, environmental and government reform organization.

After Columbia, Obama spent a year in New York and was then hired by a community organizer for the Developing Communities Project (DCP) of the Calumet Community Religious Conference (CCRC) in Chicago.  The "Project" was funded by Bill Ayers' Woods Fund, which raises the question, "did Obama meet Ayers" while both were students in New York?  They lived and attended school in the same neighborhood. 

Obama was 24 years old, unmarried, and according to his memoir, searching for a genuine African-American community.

Both the CCRC and the DCP were built on the Alinsky model of community agitation, wherein paid organizers learned how to, in Alinsky's words, "rub raw the sores of discontent."

Alinsky viewed as supremely important the role of the organizer, or master manipulator, whose guidance was responsible for setting the agendas of the People’s Organization.  "The organizer," Alinsky wrote, "is in a true sense reaching for the highest level for which man can reach -- to create, to be a 'great creator,' to play God."

Alinsky wrote, "Rules for Radicals," a book he dedicated to Lucifer, whom he called the "first radical'"  For Alinsky, "Change" was his mantra.  By "Change," Alinsky meant a quiet, Marxist revolution achieved by slow, incremental, Machiavellian means that turned society inside out.  This had to be done through systematic deception, winning the trust of the naively idealistic middle class, and by using the language of morality to conceal an agenda designed to destroy it.  And the way to do this, he said, was through "people’s organizations'"

One of Obama's early mentors in the Alinsky method was Mike Kruglik, who had this to say to an interviewer of The New Republic, about Obama:

"He was a natural, the undisputed master of agitation, who could engage a room full of recruiting targets in a rapid-fire Socratic dialogue, nudging them to admit that they were not living up to their own standards.  As with the panhandler, he could be aggressive and confrontational.  With probing, sometimes personal questions, he would pinpoint the source of pain in their lives, tearing down their egos just enough before dangling a carrot of hope that they could make things better."

Watch Obama work a crowd at a town hall meeting.  He comes out, says a few words in greeting and then begins his laundry list of all the stuff that's wrong with America, getting the audience all revved up.  When the crowd is engaged and sufficiently "pissed off," Obama presents a solution to the all the things that are "pissing them off" -- the chosen one, the anointed one, the Obama -- as president.

Alinsky's goal was to slowly turn the United States into a Communist dictatorship; to this end he tried to convince various groups of poor people and labor unions to push for legislation in that direction; he did this by appealing to their self-interest -- whether valid or not -- instead of using charismatic leadership -- but now we have Obama, who is skilled in the Alinsky method and charismatic. 

The unrepentant terrorist, Bill Ayers, was a constant during Obama's "Alinsky" period. Alinsky supplied the method but Bill Ayers supplied the money and the connections to the Chicago Left that allowed Obama to grow his activism into political office.  When Obama wasn't agitating, he was elbow to elbow with Bill Ayers on one project or another.

One of Ayers' and Obama's schemes, the Chicago Annenberg Challenge, spent $150 million to radicalize Chicago schoolchildren.

When Obama undertook his agitating work in Chicago's South Side poor neighborhoods, he was un-churched.  Yet his office was in a Church and most of the folks he needed to agitate and organize were Church people -- pastors and congregants, who took their churches and their church-going very seriously.  Again and again, he was asked by pastors and church ladies, "Where do you go to Church, young man?"

In the paperback version of "The Audacity of Hope," in the chapter entitled "Faith," beginning on page 195, and ending on page 208, Obama is telling us that he doesn’t really have any profound religious belief, but that in his early Chicago days he felt he needed to acquire some spiritual "street cred."

So, at 28, Obama finally joined a church, in part to deepen what one friend called "a whole web of relationships" in the community.  It also gave him a strong political base and a well-connected mentor.

Obama didn't join just any church, but a huge black nationalist church, the Trinity United Church of Christ (UCC).  Its pastor, Rev. Jeremiah A. Wright, a former Muslim and racist black nationalist, unabashedly preached a "black" gospel" and the Marxist "Black Liberation Theology."

Membership in this congregation gives Obama the political cover he needed.  He now introduces himself as a Christian, although he has never been baptized.

Swearing allegiance to the "Black Value System" of a church whose foundation is "Black Liberation Theology" does not a Christian make.  But it is good politics on the South Side.

Harvard Law School changed everything.  Being the first affirmative-action president of the Harvard Law Review netted Obama a book deal -- which he booted -- he spent the money but didn't produce a book -- but he got a second advance and headed off to Bali, Indonesia, to finish his fable, "Dreams From My Father," the source of almost everything we know about Obama.

In the early 90's, Obama married and practiced civil rights law for a couple of years and then, with the publication of "the book," Obama started blossoming out.  He cut back on his law practice.  He began teaching at the University of Chicago.  He chaired the Chicago Annenberg Challenge.

And, finally, Obama saw the chance to run for the state senate in a district that included Hyde Park, the home of the University of Chicago and some of the poorest ghettos on the South Side.

Obama challenged hundreds of signatures on his rivals' nominating petitions and kept challenging petitions until every one of Obama's four Democratic primary rivals was forced off the ballot and won unopposed.

The man now running for president on a message of giving a voice to the voiceless first entered public office not by leveling the playing field, but by clearing it.

During his run for the Illinois state senate seat, Obama received the endorsement of the Democratic Socialists of America (DSA).  Obama was/is an associate of the Chicago branch of the DSA, and a member of the "New Party," and signed documents seeking their support.

Obama has spent his entire political career trying to win the next step up.  Every three years, he has aspired to a more powerful political position.

When Obama was considering a run for the US Senate in 2003, he paid an intriguing visit to Emil Jones, Jr., the Illinois Senate Majority Leader.

"You have the power to elect a U. S. senator," Obama told Jones, a former Chicago sewers inspector, who had risen to become one of the most influential African-American politicians in Illinois.

Jones looked at the ambitious young man smiling before him and asked, teasingly: "Do you know anybody I could make a U. S. senator?"

According to Jones, Obama replied: "Me."  It was an audacious step in his spectacular rise from the murky political backwaters of Springfield, the Illinois capital.

Jones had served in the Illinois Legislature for three decades.  He represented a district on the Chicago South Side not far from Obama's.  He became Obama's kingmaker. 

Several months before Obama announced his U.S. Senate bid, Jones called his old friend Cliff Kelley, a former Chicago alderman who now hosts the city's most popular black call-in radio program. 

I called Kelley last week and he recollected the private conversation as follows: 

"He said, 'Cliff, I'm gonna make me a U.S. senator.'" 

"Oh, you are?  Who might that be?" 

"Barack Obama."

Jones appointed Obama sponsor of virtually every high-profile piece of legislation in the senate, angering many rank-and-file state legislators who had more seniority than Obama and had spent years championing the bills. 

"I took all the beatings and insults and endured all the racist comments over the years from nasty Republican committee chairmen," state senator Rickey Hendon, the original sponsor of landmark racial profiling and videotaped confession legislation, yanked away by Jones and given to Obama, complained to me at the time.  "Barack didn't have to endure any of it, yet, in the end, he got all the credit." 

"I don't consider it bill jacking," Hendon told me.  "But no one wants to carry the ball 99 yards all the way to the one-yard line, and then give it to the halfback who gets all the credit and the stats in the record book." 

Every bill Obama passed as a state senator was passed his last year.  During his seventh and final year in the state senate, Obama's stats soared.  He sponsored a whopping 26 bills passed into law -- including many he now cites in his presidential campaign when attacked as inexperienced.

It was a stunning achievement that started him on the path of national politics -- and he couldn't have done it without Jones.  

When Obama decided to run for the U. S. Senate he was virtually unknown in his own state.  Polls showed fewer than 20 percent of Illinois voters had ever heard of Barack Obama.

But he got a boost, when, on June 2004, the billionaire, George Soros threw a big fund-raiser at his New York home for Obama’s Illinois Senate campaign.  Soros and family personally chipped in $60,000.  No telling what Soros' buddies chipped in.

Then the Democratic Party introduced Barack Obama to the nation on July 27th, 2004, when Obama delivered his now-famous speech before the Democratic National Convention.
  
During the 2004 senate campaign, Obama ridiculed as "a silly question" whether he would run for president or vice president before his term ends in 2011.  "I’ve never worked in Washington," he said. "I can unequivocally say I will not be running for national office in four years, and my entire focus is making sure that I’m the best possible senator on behalf of the people of Illinois."

In November, 2004, Obama was elected to the United States Senate, mostly through the self-destruction of his top opponents in both the primary and general elections.

Almost immediately after his swearing-in Obama's beatification began when Time magazine named Obama one of "The World's Most Influential People."  He was listed among other leaders and revolutionaries.  The British journal, New Statesman, named Obama one of "10 People Who Could Change the World."

In the first 18 months of his first Senate term Obama was also writing his second book, "The Audacity of Hope."  Immediately after finishing it, he built up support for his forthcoming Presidential campaign by campaigning for other Democrats in 2006, took part in a book tour, made a few appearances on entertainment shows, and began his campaign for the presidency.  Not much time for doing what he was elected to do -- represent the people of Illinois.

On Tuesday, January 16th, 2007, less than two years after his swearing-in, Obama, who has been repeatedly identified as the most liberal member of the U. S. Senate, took the first step toward running for president by filing papers to create a presidential exploratory committee.

Pretty much, everybody that cares, has watched what has gone on since.  The elevation of Obama to cult status as the Obamamessiah.  The "we can change the world" slogans and mass crowds.  The Alinsky-inspired challenges about "the world as it is, and the world as it should be."

But, there was a downside to the campaign.  The Rev. Wright's hateful, racist and anti-American sermons become public and, after 20 years, Obama swore he didn't know anything about it, saying, "I wasn't in church that day."

The names Bill Ayers and Bernadine Dohrn bubbled up and Obama went, "Who?"

His pal and money-man Rezko was found guilty and Obama said, "What?"

The Annenberg Challenge?  The only executive experience Obama has, is missing from his resume.

ACORN?  Nuts!

Obama doesn't know anybody or anything.

Have you noticed?  Obama doesn't have any close friends.  Obama doesn't have a "best friend," a pal or a buddy, who goes back to Punahou, or Occidental, or Columbia, or Harvard, or the projects -- not one.

But, the people that are around Obama all have one thing in common -- they all hate America -- and there's a bunch of them that are hard-core communists.

His wife (Michelle), his mentor (Davis), his druggy buddy (Rafik), his pastor (Wright), his other pastors (Pfleger, Meeks, Watts), his associates (Ayers, Dohrn, Klonsky) or his supporters at the Daily Kos and Code Pink all have one thing in common -- they all hate America -- and they all say so, all the time -- and Obama feigns surprised that anyone would question his patriotism, even as he disrespects his country's symbols.

Obama and all his friends have clearly stated their goals.  America, as it is and has been, needs to change and the change they have in mind is socialism -- at best.

I know this is true, because these people have repeatedly and clearly said so.  They're all up to their ears in the "quiet revolution," first described by the Italian Marxist, Antonio Gramsci, and they feel it is at hand.  They can taste victory and it all hinges on Barack Hussein Obama.

The mainstream media provides cover for Obama.  It has completely abrogated its role and responsibility to vet him.

On the Internet, there is an organized, systematic cleansing of Obama-related content.

Every couple of days I get an email telling me this link, or that link, connects to a "Page not found -- 404 error."  The extensive body of Obama web-knowledge, that has evolved over the last 20 years, is shrinking.  Stuff that's considered an Obama smear or unflattering is sent to the Obama '08 cyber shredding machine.  And the campaign is getting help from some really big web service providers.

A good example is Kristof's famous New York Times article, in which Kristof quotes Obama saying that the Muslim call to prayer is "one of the prettiest sounds on Earth" and in which Obama recited the Muslim call to prayer, the Adhan, "with a first-class [Arabic] accent" -- that's gone -- from The New York Times (It's here though).

And, the Trinity UCC website has completely changed.  Now, it's all sweetness and light.  Gone are all those great Rev. Wright "God damn America" videos and anti-Israeli Trumpet magazine excerpts.

Obama has lived for 48 years without leaving any footprints -- none!  There is no Obama documentation -- no bona fides -- no paper trail -- nothing.

Original, vault copy birth certificate -- Not released
Certificate of Live Birth -- Released -- Counterfeit
Obama/Dunham marriage license -- Not released
Obama/Dunham divorce -- Released (by independent investigators)
Soetoro/Dunham marriage license -- Not released
Soetoro adoption records -- Not released
Soetoro/Dunham divorce -- Released (by independent investigators)
Fransiskus Assisi School  School application -- Released
Punahou School records -- Not released
Selective Service Registration -- Released -- Counterfeit
Occidental College records -- Not released
Passport (Pakistan) -- Not released
Columbia College records -- Not released
Columbia thesis -- Not released
Harvard College records -- Not released
Harvard Law Review articles -- None (maybe 1, unsigned?)
Baptism certificate -- None
Medical records -- Not released
Illinois State Senate records -- None
Illinois State Senate schedule -- Lost
Law practice client list -- Not released
University of Chicago scholarly articles -- None

The Illinois State Archives told Judicial Watch that they never received any request from Senator Obama to archive any records in his possession.  In 2007, Obama told Tim Russert that his records were "not kept."

And there's less on the web every day.  In time, the entire Obama body of knowledge will consist of 3 documents -- "Dreams From My Father" -- "The Audacity of Hope" -- and the latest -- "Change We Can Believe In" -- all written by Barack Hussein Obama or his "ghost-writers." 

Obama is an immensely talented man whose talents have been largely devoted to crafting, and chronicling, his own life.  Not things.  Not ideas.  Not institutions.  Just himself.

So, you can understand why I say, I know less about Obama now than I did at the beginning.  The critical stuff is disappearing and all we have left is Obama's idealized version of events.  Now, this undocumented stranger, who has repeatedly been rewarded for the work of others, is sitting in the Oval Office.

All evidence points to the fact that Obama, who finds it hard to praise the United States for any achievement without mentioning some sin or grave shortcoming for balance, is, by law, not even eligible for POTUS because he is not a "natural born citizen" of the United States.

And, Obama is already building a cadre to lead his own "private army" -- his own "Movement."

His "Movement" is structure around Alinsky's "people's organization" and training programs designed to build a core group of "community organizers" dedicated to "social change" in their communities. 

Their charter will be to bring about "Change."  They'll do this through threats, pressure, tension and confrontation -- getting people "pissed off" -- the tactics of Alinsky.

Obama is cloning thousands of baby Obamas -- a "people’s organization" -- and on our dime.  He's got an Internet database of 3 million names that can be pointed at -- or away from --  an issue at the drop of a database-generated  email.

A "movement" -- dedicated to social change by getting people "pissed off" -- and there will be thousands of them in the neighborhoods and hundreds of thousands more on the Internet.

Just what do you think he has planned for these guys?

Remember this?  

On July 2nd, 2008, Obama spoke in Colorado Springs and hit themes of national service, foreign policy, and national security.  In that vein, Obama proposed a rather extraordinary idea -- that the US should spend as much money on a civilian national security force as it does on the military. (video)

"We cannot continue to rely on our military in order to achieve the national security objectives we’ve set. We’ve got to have a civilian national security force that’s just as powerful, just as strong, just as well-funded."

And what color shirts will they wear?

Lenin said this about socialism, "The goal of socialism is communism."

 

None of this is good.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".