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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Chávez e Kadafi propõem nova definição de terrorismo

Fonte: TERRA
29 de setembro de 2009
Foto: AFP

"Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia."
Bruno Pontes em "Cabeça erguida, Honduras"


O líder líbio, Muammar Kadafi (dir.), e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, acenam para o público durante cerimônia na Venezuela Foto: AFP

O líder líbio, Muammar Kadafi (dir.), e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, acenam para o público durante cerimônia na Venezuela


Os líderes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Líbia, Muammar Kadafi, propuseram uma nova definição global para o conceito de terrorismo.

Reunidos no dia seguinte ao final da cúpula de líderes da África e da América Latina, na Venezuela, os dois políticos assinaram na segunda-feira uma declaração sugerindo a realização de uma conferência global para redefinir terrorismo.

Eles não se manifestaram publicamente sobre o documento, que rejeita "tentativas de vincular a luta legítima do povo pela liberdade e autodeterminação" ao terrorismo, segundo um site do governo local (Cavaleiro do Templo: uai sô, mas já é assim hoje!!! Apenas depois de declarações de guerra que se pode matar o inimigo. Chávez, Kadafi e seus amigos sociopatas querem é, todos sabem, ter a autorização para matar quem quiserem, quando quiserem, do jeito que quiserem. Apenas isto).

Chávez é acusado por EUA e Colômbia de apoiar rebeldes marxistas da guerrilha Farc, que é considerada uma organização terrorista por Washington e Bogotá. Ele nega a acusação.

Kadafi, que governa a Líbia há 40 anos professando um "socialismo islâmico", também já foi acusado de abrigar terroristas. Mas desde 2003 ele abandonou seus programas de armas de destruição em massa e busca melhorar suas relações com os EUA.

Chávez tem repetidamente homenageado Kadafi durante a primeira visita do líder líbio à América Latina. Na segunda-feira, os dois reuniram centenas de admiradores na ilha Margarita, onde Chávez deu a Kadafi uma réplica da espada do libertador Simón Bolívar.

"Estamos escrevendo novas páginas da história. Estamos aqui para mudar a história e criar um novo socialismo, um novo mundo", disse Chávez.

Cavaleiro do Templo: o delírio revolucionário e, portanto, sociopático não poderia estar tão bem declarado de outra maneira.

Na segunda-feira, Kadafi foi visto fazendo compras na ilha Margarita, usando uma camisa com motivos africanos e ocasionalmente parando para conversar com populares.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A NORIEGUIZAÇÃO DE HUGO CHÁVEZ

Por e-mail

Por Carlos Alberto Montaner
Tradução: A. Montenegro


“Mas o psicopata não é um doente mental da forma como nós o entendemos. O doente mental é o psicótico, que sofre com delírios, alucinações e não tem ciência do que faz. Vive uma realidade paralela. Se matar, terá atenuantes. O psicopata sabe exatamente o que está fazendo. Ele tem um transtorno de personalidade. É um estado de ser no qual existe um excesso de razão e ausência de emoção. Ele sabe o que faz, com quem e por quê. Mas não tem empatia, a capacidade de se pôr no lugar do outro.”

Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva

Psiquiatra e escritora, diretora das clínicas Medicina do Comportamento, no Rio e em São Paulo, onde atende pacientes e supervisiona tratamentos.


Começou a reação do “establishment” norteamericano contra Hugo Chávez. Já era a hora. Há quase 11 anos este senhor anda fazendo estripolias na metade do planeta. O tiro de partida foi dado no dia 8 de Setembro por Robert Mortgenthau, Juiz geral de Manhattan, o mais poderoso do país. Na casa dos 90 anos, às vésperas de aposentar-se mas com a cabeça perfeitamente alerta, Mortgenthau escolheu o Brookings Institution de Washington, um influente think-tank ligado ao Partido Democrata, para fazer sua denúncia. Assim as revelações não puderam ser ignoradas pela Casa Branca, nem pelo Congresso, poderes responsáveis pela segurança nacional.

O que disse?

Falou das relações da Venezuela com o Irã e do desenvolvimento de armas nucleares entre os dois países, com o objetivo de ameaçar os EUA, como aconteceu com Cuba em 1962 durante a Crise dos Mísseis (soviéticos). Denunciou o sistema bancário venezuelano, convertido em lavanderia de narcodólares e porta de escape para as transações financeiras do Irã que pode assim burlar as restrições impostas por Washington. Destacou a estreita ligação de Hugo Chávez com o Hezbolá e o Hamás, as mais temíveis organizações terroristas islâmicas e com as FARC colombianas. Em fim disse muitas coisas terríveis.

As conseqüências da manifestação de Mortgenthau foram imediatas. Os três grandes jornais diários dos EUA – New York Times, The Washington Post e o Wall Street Journal – publicaram artigos e editoriais em total sintonia com as palavras do Juiz. A televisão, os comentários dos habituais intelectuais e os blogs mais influentes fizeram eco.

Nenhum dos intelectuais em seu perfeito juízo dentro da estrutura de poder dos Estados Unidos, pode ignorar que a Venezuela associada ao Irã e aos terroristas islâmicos, com auxílio da Líbia, Síria, Sudão, as FARC colombianas, constituem um perigo muito sério para a segurança e a tranqüilidade norte americana. Chávez é um tenaz inimigo, simplesmente dedicado a prejudicar os norte americanos em todos os cenários possíveis, o que não deixa de ser irônico porque os EUA compram 80% do petróleo que a Venezuela exporta.

Como agravantes às denúncias de Mortgenthau, acrescentam-se outras três infâmias maiores contra Chavez, que montou uma intriga com o governo francês, associada a interesses econômicos, para que Sarkozy extradite para a Venezuela o terrorista Carlos, o Chacal, preso na França por inúmeros assassinatos.

Simultâneamente, tenta liberar o terrorista Ahmad Vahidi, Ministro da Defesa do Irã de uma ordem de captura que existe por suposta participação no atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), uma carnificina que em Julho de 1994 resultou em 85 mortos e 300 feridos em Buenos Aires. Por último, a oposição venezuelana denunciou que a fábrica de bicicletas do Irã, no estado de Cojedes é, na realidade, um centro de formação de terroristas que acolhe membros das FARC colombianas para familiarizar-se com explosivos, semelhantes aos que são utilizados no Iraque e no Afeganistão.

Chávez, esta se tornando um Noriega do século XXI.

Manoel Antonio Noriega foi um narcotraficante ditador do Panamá, ex colaborador da CIA, que estabeleceu fortes laços com Cuba e com os cartéis colombianos, alugando o território do pais como pista intermediária para o tráfico de cocaína para os Estados Unidos e abrindo o sistema bancário para lavar os dólares, enquanto acossava os militares norte americanos que ocupavam bases militares situadas na zona do Canal do Panamá.

Depois de muita vacilação, a administração do presidente George Bush (pai), dividida sobre o tipo de resposta que os EUA deveriam dar, ordenou a invasão que começou no dia 19 de Dezembro de 1989 e foi concluída com êxito um dia depois. Os governos latino-americanos protestaram de modo tímido. Ninguém queria estar ao lado de um ditador narcotraficante desacreditado. A imensa maioria dos panamenhos apoiou o fato. Será que esta velha história vai repetir-se?

É difícil. Invadir a Venezuela não parece uma opção inteligente no momento em que se estuda a retirada das tropas do Iraque e, possivelmente do Afeganistão. Mas é provável que um setor importante do governo norte americano já esteja sugerindo ao presidente Obama, para tomar medidas que desalojem do poder este perigoso inimigo da democracia, antes que o tumor se torne canceroso. Certamente George Bush não gostava da idéia de invadir o Panamá. Foi uma decisão incômoda que se tornou inevitável.

Fonte: “El Diário Exterior”

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Jour de la Dépendance

Jour de la Dépendance

Artigo do Alerta Total - www.alertatotal.net

Leia também o Fique Alerta – www.fiquealerta.net

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 6 de Setembro de 2009

O alerta amarelo foi aceso para os radicalóides do Foro de São Paulo (balaio de gato que reúne os capimunistas na América Latrina e adjacências). O Itamaraty recebeu um recadinho do Departamento de Estado dos EUA. Seria bom que o chefão Stalinácio da Silva desse um pulinho em Washington, de emergência, no mês que vem. Barack Obama quer ter uma conversinha séria com “o cara”. Tema explosivo: Hugo Chávez Frias.

A turma da Hillary anda achando graça nenhuma de uma informação gravíssima. A Venezuela teria recebido da Rússia – fora dos acordos internacionais – um navio cheio de armamentos. O movimento armamentista do Chávez chamou a atenção dos EUA. O temor inicial – e previsível – é de um confronto, a qualquer momento, com a Colômbia – onde os norte-americanos têm efetivos e seriam obrigados a entrar, indiretamente, na confusão nada oportuna.

Em visita oficial ao Irã ontem, Hugo Chávez reforçou seu apoio ao programa nuclear iraniano e afirmou que não há provas de que Teerã esteja atrás de armas atômicas. Ao lado do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, Chávez ressaltou que a busca por novas formas de energia é um direito do povo do Irã. Chávez chamou o Irã de aliado estratégico e elogiou a posição firme de Ahmadinejad contra as "forças ocidentais" que teriam tentado desestabilizar seu governo após sua reeleição em junho. Os norte-americanos detestaram mais esta marketagem do eixo do mal.

Pressionado por seu núcleo monolítico de poder, Barack Obama espera que Stalinácio tenha uma conversa séria com o Chapolim Colorado. Pois vai ficar esperando. Marco Aurélio Garcia – que é o elemento de ligação do Foro de São Paulo - não tem a menor ascendência sobre Chavez. Muito pelo contrário, MAG apóia o radicalismo bolivariano. Os norte-americanos avaliam que Hugo Chavez saiu do controle em sua sede de poder. Em inglês bem claro, a turma da Águia comenta que “Chavez is crazy”. Em bom português, o chapolim vermelho aloprou!

Vida que segue, já que o assunto é “corrida armamentista”, cabe destacar o que vai acontecer, em Brasília, neste feriado de 7 de setembro. Sem Carla Bruni – um belo desfalque de marketing -, o presidente francês Nicolas Sarkozy participará da parada militar, na Ilha da Fantasia. No nosso “Jour de la dépendance”, o francês vem com 400 empresários franceses, a tiracolo, para assinar grandes contratos com os brasileiros. Na terça-feira, todos participam do Fórum Sustentabilidade.

O primeiro grande negócio será a construção de nosso projeto de submarino nuclear. O Senado aprovou semana passada, na correria, a autorização para o Brasil se endividar e investir R$ 20 bilhões na compra de cinco submarinos franceses Scorpène. O Brasil vai pegar emprestado, e pagar ao longo de 20 anos, um financiamento de 5 bilhões de Euros. A grana será liberada por um consórcio liderado pelo BNP Paribas.

O pacotinho bélico dos submarinos interessa diretamente ao consórcio formado pela empresa francesa DCNS e pela baiana Odebrecht – hoje o grupo mais influente e poderoso do Brasil. O pacotão é de 6,8 bilhões de Euros. Pelo menos 1,9 milhões de Euros serão aplicados na construção do estaleiro e da base naval em Itaguaí, no Rio de Janeiro. Outros 4,9 bilhões de Euros serão investidos em quatro submarinos convencionais, e no sofisticado casco duplo do nosso futuro submarino nuclear. No pacote, inclui-se a prometida transferência de tecnologia.

Mas a investida francesa é mais ambiciosa. A turma do Sarkozy quer fechar logo um outro contratinho de R$ 5 bilhões para que o Brasil compre de 50 helocópteros EC-725 Super Cougar (na parceria entre a Eurocopter e a Helibras). A Dassault Aviation também espera vencer a concorrência para vender 32 jatos Rafale pra a nossa FAB pela bagatela de R$ 2,1 bilhões – incluindo a prometida transferência de tecnologia. Os franceses também têm olho gordo no prometido trem-bala Rio-São Paulo-Campinas, obrinha no valor inicial de R$ 34 bilhões – que tem tudo para ficar mais cara, se realmente sair do papel.

Enquanto alguns segmentos das Forças Armadas brasileiras comemoram tantos investimentos, outros sobrevivem na pinimba, passando a pirão de areia. Conforme o Alerta Total lamentavelmente revelou sexta-feira passada, o Exército foi obrigado a paralisar as atividades, por um dia, por falta de dinheiro para o rancho. Releia: Tropa de Fome: Exército paralisa unidades uma vez por semana, até o fim do ano, por falta de verbas para comida.

Segunda-feira os famélicos verde-oliva (porque as tropas ainda têm orgulho do Brasil e alimentam o compromisso simbólico de defender a Pátria) estarão desfilando diante do chefão-em-comando Stalinácio e do negociante francês especialmente convidado para a parada do “Jour de la dépendance”. Tudo ajeitadinho pelo Ministério da Defesa – que resolveu defender, via marketagem, seu genérico comandante Nelson Jobim – que tira o time assim que fechar os contratos para a “modernização” das nossas Forças Armadas – mal amadas pela turma do Foro de São Paulo, que prefere “exércitos de libertação nacional”.

Felizmente, nossos bravos militares já sabem que ainda temos muito de lutar pela nossa verdadeira independência – cada dia mais inviabilizada pelos entreguistas e traidores da Pátria que trabalham a favor da Nova Ordem Mundial – globalitária e capimunista. Temos o dever moral de projetar e trabalhar por um Brasil soberano – que seja uma grande potência mundial capaz de promover o equilíbrio das relações mundiais. Quem ama o Brasil de verdade já reage como pode!

sábado, 15 de agosto de 2009

GRAVÍSSIMO!!! - Hugo Chávez y Nueva Demanda ante Corte Penal Internacional

GRAVÍSSIMO!!!


Revelaciones inéditas realizadas por el Dr. Akram El Nimer Abou Assi, la noche del jueves 14 de mayo de 2009, en entrevista exclusiva realizada por Elio Aponte, presidente de ORVEX y editor de RUEDALO.ORG, durante su programa ALO RESISTENTE.

El Dr. Akram El Nimer Abou Assi ha colocado varias denuncias contra Chávez, dos ex-presidentes del Tribunal Supremo de Justicia, y la actual presidente de ese poder nacional.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Lula precisa defender democracia em nível internacional, diz ‘Economist’

Fonte: BBC Brasil
13 de agosto, 2009

Cavaleiro do Templo: em algumas poucas palavras? O mundo parece que quer começar a acordar do delírio coletivo que faz crer que meninos e meninas de origem pobre e/ou de cor de pele outra que não a branca são santos, beatos, que são tudo o que a humanidade precisa para "sair do buraco" existencial em que nos encontramos. A crise é espiritual como diz um amigo meu (dá-lhe mano velho, nunca me esqueci disto que disseste como conclusão de um de nossos papos) e acreditar que cor de pele e/ou origem social determinam o que quer que seja é prova disto.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o venezuelano Hugo Chávez (AP, arquivo)

Para ''Economist'', Chávez pode criar nova 'Guerra Fria' na região

Um editorial na edição desta semana da revista britânicaThe Economist afirma que chegou o momento de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazer uma opção clara pela defesa da democracia em nível internacional e “decidir quais são seus verdadeiros amigos” entre os líderes mundiais.

Segundo a publicação, a estabilização econômica, aliada à “cordialidade” e ao “instinto de conciliação” de Lula - “que faz com ele tenha amigos em todo lugar” -, fizeram do Brasil um país influente em nível internacional.

No entanto, esta influência, na opinião da publicação, não veio com o “peso da responsabilidade” que deveria acompanhá-la, o que faz com que Lula corra o risco de deixar um legado “decepcionante” e “ambíguo”.

"O Brasil precisa decidir o que realmente defende e quais são seus verdadeiros amigos, ou corre o risco de que outros façam esta escolha em seu lugar.”

Segundo a revista, o governo Lula tem mostrado uma “embaraçosa negligência com a democracia fora de suas fronteiras”.

Entre os exemplos desta postura, a publicação cita o “alinhamento do Brasil na ONU com países como China e Cuba para proteger regimes abusivos” e o fato de Lula ter comparado a crise que se seguiu às eleições presidenciais iranianas às reclamações da torcida de um time que perde uma partida de futebol.

Chávez

O editorial teve chamada de capa (no alto à dir.)

A revista também critica a postura adotada por Brasil em relação ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que classifica como “um homem que ameaça começar uma nova Guerra Fria na região”, referindo-se às desavenças em relação ao possível acordo sobre o uso de bases militares colombianas pelos Estados Unidos.

“Só um paranoico pode conceber (o acordo) como uma ameaça à Venezuela e à Amazônia. Mesmo assim, o Brasil decidiu expressar preocupação com as bases, permanecendo em silêncio em relação às evidências de que membros do governo Chávez venderam armas às Farc”, diz a revista.

A Economist finaliza dizendo que o modo de Lula evitar uma “nova guerra fria” na região é “não confundindo democratas e autocratas”.

“(Lula) deve envergonhar Chávez fazendo uma defesa pública da democracia, o sistema que permitiu que um pobre torneiro mecânico subisse ao poder e mudasse o Brasil. Por que os outros países merecem menos?”, diz a publicação.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Chávez perdeu o pleito das bases

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
EDUARDO MACKENZIE | 13 AGOSTO 2009
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO


A abertura de sete bases militares colombianas às tropas norte-americanas, o que não é o mesmo que a criação de sete bases norte-americanas na Colômbia, como a propaganda "bolivariana" trata de fazer crer, é algo que nem Caracas nem seus aliados do Foro de São Paulo haviam previsto.



Os aparatos políticos da desestabilização na Colômbia foram chamados pelo regime de Caracas à mobilização geral.

Sua tarefa prioritária: impedir a assinatura dos acordos entre Bogotá e Washington sobre a presença de tropas norte-americanas em bases militares da Colômbia. Ante a dificuldade de impedir tal assinatura, Caracas trata por todos os meios de negociar, ao menos através de terceiros, uma redução do alcance desses acordos. Para isso o regime venezuelano utiliza o partido esquerdista colombiano Polo Democrático e os amigos que ainda lhe restam, como o ex-presidente Ernesto Samper (1994-1998) nas altas esferas da classe política colombiana.

As manobras do palácio de Miraflores contra esses acordos têm um certo fedor de desespero. O presidente Hugo Chávez se sente realmente desestabilizado pelo reforço da presença de militares norte-americanos na Colômbia. O chefe de Estado venezuelano não poupa esforço algum nestes dias para tratar de frear ou de desviar essa dinâmica. Chávez se mobiliza, ameaça, gesticula, intriga e exige e, além disso, que seus seguidores na Colômbia e em outros países façam outro tanto. Desde seu bunker, medicado em Havana, Fidel Castro respondeu a seu chamado e estimou que o pacto colombo-americano é "uma ameaça para a Venezuela e para toda a região".

A abertura de sete bases militares colombianas às tropas norte-americanas, o que não é o mesmo que a criação de sete bases norte-americanas na Colômbia, como a propaganda "bolivariana" trata de fazer crer, é algo que nem Caracas nem seus aliados do Foro de São Paulo haviam previsto. Caracas se dá conta hoje, um pouco tardiamente, de que ordenar ao presidente equatoriano Rafael Correa o fechamento da base de Manta e ao cessar, Venezuela e Equador, toda a colaboração com os Estados Unidos na luta contra o tráfico de drogas, o chavismo cometeu um erro maiúsculo, pois aumentou as possibilidades de os Estados Unidos e a Colômbia encontrarem uma solução de recambiar esses dois importantes tropeços.

Os novos acordos militares entre Bogotá e Washington têm por marco a luta contra o narcotráfico e as organizações terroristas. São também o resultado necessário do rearmamento desproporcionado da Venezuela e das reiteradas ameaças bélicas e políticas que o mandatário venezuelano lança com muita freqüência contra a Colômbia, sem falar do apoio, cada vez mais evidente, que Caracas presta aos movimentos terroristas colombianos FARC e ELN. Em outras palavras, Hugo Chávez está colhendo os frutos amargos de sua política exterior briguenta e provocadora.

Nunca a Colômbia tinha se visto em uma situação geopolítica como a atual. Uma potência petroleira mundial vizinha, apesar dos laços históricos que unem as duas nações, utiliza todo seu potencial econômico, financeiro e militar para tratar de derrubar o governo colombiano, democraticamente eleito, e alterar a continuidade de sua tradição liberal e civilista. Tudo isso mediante o fomento visível de uma guerrilha comunista degenerada e o auspício de oposições pseudo legais e extremistas dentro do país. Essa potencia petroleira tenta, por outra parte, cercar a Colômbia pelo sul, pelo oriente ou pelo norte, com regimes agressivos e liberticidas, dirigidos com grande desfaçatez pelos regimes "revolucionários" de Cuba e Venezuela.

A resposta do Estado e da nação colombiana a esses graves desafios é conhecido de todos: a eleição e a reeleição de um presidente de mão firme contra a subversão armada, e um respaldo popular quase unânime e durável a uma política de defesa e segurança nacional que inclui agora a renovação dos acordos militares tradicionais entre a Colômbia e os Estados Unidos.

Hugo Chávez devia ter pensado nisso antes de empreender sua longa campanha que leva mais de uma década de humilhações e ameaças militares, comerciais e diplomáticas contra a Colômbia, sobretudo desde que dispôs de aviões russos de combate. Ele está colhendo o que plantou.

A aprovação de Bogotá de um reforço da presença militar norte-americana na Colômbia, ocorre precisamente em uma conjuntura dramática para o regime "bolivariano". O fracasso da aventura golpista em Honduras e a queda de Zelaya não só deixou Caracas sem um peão essencial que ia reforçar seus planos na América Central, senão que serviu para abrir os olhos aos demais povos do continente sobre os métodos sinistros que a dupla Castro-Chávez é capaz de utilizar contra as sociedades democráticas.

Durante duas semanas o presidente da Venezuela apelou aos mais histéricos anúncios para tratar de parar ou travar as negociações Bogotá-Washington. Ordenou "congelar", de novo, as relações diplomáticas com a Colômbia e retirou seu embaixador em Bogotá. A TeleSur fez com que a imprensa européia acreditasse que as negociações de Bogotá e Washington haviam criado uma "crise regional".

A Colômbia, entretanto, conservou o sangue frio. O presidente Uribe em vez de dar marcha-ré, propôs, ao contrario, explicar pessoalmente a cada presidente latino-americano (salvo aqueles que haviam rompido relações diplomáticas com a Colômbia), em um rápido giro, os alcances do acordo com os Estados Unidos.

Nesse momento, o chefe de Estado venezuelano já havia mostrado o garrote econômico com o qual esperava dobrar, por fim, a resistência dos colombianos: decidiu pelo cancelamento da importação de 10.000 veículos colombianos e advertiu que isso obedecia aos "atritos diplomáticos entre ambos os países", gerados pelo acordo militar entre os Estados Unidos e a Colômbia.

Porém, nem os industriais colombianos, nem o país em geral entraram em colapso nervoso, apesar de que semelhante mostra de barbárie econômica, digna dos piores regimes totalitários do mundo, causará, certamente, enormes dificuldades ao setor automotriz colombiano e venezuelano.

Finalmente, o giro de Álvaro Uribe foi exitoso. Ele demonstrou que a tal "crise regional" era um balão murcho. Nenhum dos presidentes latino-americanos que Uribe entrevistou, nem sequer o exaltado Evo Morales, nem a irascível senhora Kirchner, repetiram as promessas incendiárias e guerreiristas do ogro de Caracas contra o ato de soberania da Colômbia. Luis Inácio Lula da Silva, em quem Chávez depositava suas maiores esperanças, tampouco se atreveu a tocar o disco arranhado da "ameaça imperialista que quer devorar a América do Sul". Ao contrário, o presidente colombiano conseguiu de seu êmulo brasileiro uma atitude de respeito para com o acordo sobre as bases militares colombianas.

Após o encontro de Uribe e Lula, Celso Amorim, o chanceler brasileiro, assinalou que qualquer que seja o acordo do governo de Uribe com a administração de Barack Obama, "é uma matéria naturalmente de soberania da Colômbia". Embora Brasília tenha pedido a Uribe "transparência", o governo do Brasil acudiu à doutrina da "soberania nacional" para rechaçar imiscuir-se na decisão de Bogotá.

Antes desse desenlace favorável à Colômbia, Hugo Chávez tratou de incluir Barack Obama em seus planos. Acreditou que poderia fazer o novo presidente dos Estados Unidos sofrer com a conhecida farsa da reverência-intimidação. Em 5 de agosto, com efeito, Chávez suplicou ao chefe da civilização que ele mais aborrece, que não amplie a presença norte-americana na Colômbia. Ameaçador, sublinhou que essas bases "poderiam ser o começo de uma guerra na América do Sul". E ante os repórteres deixou escapar, como para que em Washington não restassem dúvidas: "Estamos falando dos Yanquis, a nação mais agressiva da história da humanidade".

Barack Obama lhe respondeu friamente em 7 de agosto. Disse que seu Governo não tem intenção de estabelecer bases militares na Colômbia, e que o acordo que negocia com Bogotá é para "melhorar os laços da cooperação". Obama explicou que se trata de uma atualização do acordo de cooperação militar que ambos os países têm, e reiterou que nos Estados Unidos "não temos nenhuma intenção de estabelecer uma base militar norte-americana na Colômbia". "Não autorizei uma base militar americana na Colômbia, nem me pediram". "Não temos intenção de enviar um grande número de tropas adicionais à Colômbia", concluiu.

Ao ver que não havia sido secundado por Obama nem pelos outros presidentes latino-americanos, Hugo Chávez deu marcha-ré e despachou de novo seu embaixador a Bogotá. Seria um erro tomar esse gesto como um sinal de apaziguamento. A ofensiva chavista para desacreditar e malograr o pacto e o governo de Álvaro Uribe já começou e continuará.

O aparato de propaganda do Foro de São Paulo apelou ao velho truque da arqueologia comunista de transmutar o bem no mal e o mal no bem. Exemplo: dizer que o pacto Bogotá-Washington equivale a uma "entrega da soberania" e a um gesto de "dependência ante os Estados Unidos". Em seguida, os grupelhos chavistas em Bogotá e outras capitais latino-americanas armaram operações de "agitação e propaganda". E começou assim a nova mobilização "anti-imperialista" a qual será, como sempre, de caráter combinado.

Carlos Gaviria, o grande manitú [1] do Polo Democrático (PD), foi o primeiro a tomar o microfone para repetir os insultos de Caracas. Disse que "a Colômbia é um país súdito dos Estados Unidos", e que o governo de Uribe "está entregando a soberania".

O senador Jaime Dussán, outro cacique do PD, partiu tão rapidamente em cruzada que se equivocou. Em 4 de agosto disse à imprensa que pedirá ao presidente Uribe que "descarte definitivamente a possibilidade da presença de bases militares na Colômbia" (sic). Jaime Dussán se referia, talvez, à presença militar norte-americana em bases colombianas. O lapso cometido ante os jornalistas (ver El Espectador, "Polo busca mediação com Chávez e Correa", 4 de agosto de 2009) revela o desejo profundo de Dussán: que na Colômbia não existam bases militares de nenhum gênero, nem norte-americanas nem colombianas, pois para sua seita marxista o melhor é uma Colômbia desnuda ante os modernos tanques, mísseis e aviões russos adquiridos pela fracassada porém bem armada revolução "bolivariana". Dussán anunciou viagens de chefes do Polo a Caracas e a Quito para preparar ações internacionais contra seu próprio país. Outra eminência do PD, o ex-guerrilheiro e senador Gustavo Petro, reiterou que esses acordos, em sua opinião, "isolarão a Colômbia da América Latina".

Quem estão se isolando do mundo são os senhores do Polo, pois as maiorias colombianas, segundo inúmeras sondagens de opinião, dizem estar de acordo com o governo de Álvaro Uribe, com o acordo sobre as bases e com o giro empreendido pelo chefe de Estado colombiano pela América Latina.

Ante cada conjuntura delicada que a Colômbia vive no espaço internacional, o Polo Democrático se alinha servilmente com as posições dos ditadores.

A nova mobilização da esquerda caviar não inclui só discursos. Em sincronia perfeita com a agitação política, sobreveio o ataque armado contra uma propriedade da multinacional Cartón da Colômbia. Homens armados chegaram a uma localidade perto de Popayán, no estado do Cauca, e destruíram bosques e maquinário que dava trabalho a 200 pessoas. Esse ato terrorista mostrou que a campanha contra o tratado com os Estados Unidos tem e terá artistas nos quais as FARC farão das suas diretamente.

Depois, entrou em cena o espetáculo arqui-conhecido das "mediações" espontâneas e das viagens "salvadoras".

O ex-presidente Ernesto Samper acreditou ser indispensável ir em peregrinação a Caracas. De seu encontro com Chávez se sabe pouco. Horas depois, Chávez recebeu Piedad Córdoba e mudou de tática. Ordenou o retorno a Bogotá de seu embaixador e começou a falar de "desuribizar o diálogo com a Colômbia". Pediu que a ex-chanceler colombiana, María Emma Mejía, fosse a Caracas para servir de "mediadora", e convidou prefeitos e governadores colombianos da região fronteiriça a iniciar conversações com ele acerca das tensões entre os dois países.

Essa insidiosa tática é conhecida. Em 2003, Chávez quis tirar do presidente Uribe o tema da libertação de Ingrid Betancourt e para isso realizou contatos diretos com o governo francês. Em agosto de 2009, Chávez reforçou sua tentativa de apoderar-se do assunto dos reféns com o pretexto de adiantar uma gestão "mediadora". Seu fracasso foi espetacular. Agora retoma o mesmo método, com a ajuda de Córdoba e Samper. Porém, Mejía rechaçou fazer esse papel e lembrou a Chávez que quem dirige as relações exteriores da Colômbia é o presidente Uribe e seu chanceler. O presidente Uribe saiu na frente da tentativa chavista e desautorizou em um comunicado todo gesto nesse sentido. "A Constituição Nacional é expressa: as relações exteriores são de exclusiva competência do Presidente da República e do chanceler e, portanto, nenhum funcionário de nível nacional, estadual, municipal ou local poderá adiantar gestão que viole este preceito constitucional".

Desgastada até o osso por seu discurso pró FARC e seu servilismo ante o regime chavista, a senadora Córdoba faz chamados alarmistas. Pretende que o "conflito" colombiano (um conceito das FARC) "inundará toda a América do Sul" e que por isso a casca vazia da Unasul deve discutir os novos acordos Bogotá-Washington. Sua idéia é infiltrar essas discussões e transformar as bases militares colombianas com presença norte-americana em "bases de paz". É necessário impedir essa ingerência. Já se sabe o que faz a esquerda caviar quando fala de "paz".



[1] Manitú foi um líder dos Dakota e Sioux da América do Norte. Para eles, manitú é alguém que tem poderes sobrenaturais podendo se transformar em águia, cacto, o que quiser. A língua francesa adotou essa expressão há tempo, para designar um "personagem poderoso". Na França costuma-se falar "o grande manitú da imprensa", "o manitú do partido", etc., e agora a língua espanhola está começando a adotá-la com o mesmo sentido de "poderoso", ou "todo-poderoso". (N.T.)

Tradução: Graça Salgueiro

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Contactos de Chávez y Correa con las Farc no se limitan a los que figuran en computador de 'Reyes'

Fonte: CAMBIO
Miércoles 12 de agosto de 2009


Cavaleiro do Templo: está em espanhol mas quem não consegue entender tudo (como eu) terá pelo menos uma boa idéia do que este artigo fala. Depois, vejam o artigo anterior que postei com material sobre as atas de reunião do FORO DE SÃO PAULO e entenderão que estamos sendo governados por sociopatas na Iberoamérica quase toda (exceto com certeza na Colômbia do Alvaro Uribe).


El general venezolano Hugo Armando Carvajal es el único jefe de servicios de Inteligencia Militar de América Latina a quien Estados Unidos decidió aplicarle la Ley de Designación de Cabecillas Extranjeros de la Droga (1999), conocida como Ley Kingpin. Además, figura desde hace 11 meses en la famosa "lista Clinton" y como consecuencia de esto tiene congeladas sus propiedades y cuenta en Estados Unidos y no puede celebrar negocios comerciales ni transacción financiera alguna con entidades de ese país en ninguna parte del mundo.

Funcionarios de los departamentos del Tesoro y de Justicia de Estados Unidos no solo confirmaron la existencia de un expediente en su contra, sino que la semana pasada decidieron ampliar su contenido con nueva evidencia, a raíz de un editorial del diario The Washington Post en el que le pide al gobierno de Obama no asumir una actitud pasiva frente al gobierno del presidente Hugo Chávez por el riesgo que representa para la seguridad regional su supuesto apoyo a las Farc. "El Departamento de Estado (...) debería poner su atención en los que en este hemisferio han tratado de derrocar a un gobierno democrático mediante el suministro de armas a terroristas", dice el editorial publicado después de que fuera confirmada la noticia de que lanzacohetes que Suecia había vendido al Ejército de Venezuela en 1998, terminaron en poder de las Farc.

Oficiales de los servicios de seguridad colombianos que vienen indagando sobre el presunto apoyo de Venezuela a las Farc y que tuvieron acceso a la información que tienen las autoridades estadounidenses, le dijeron a CAMBIO que no solo es cierto que el general Carvajal, director de Inteligencia Militar de Venezuela, ha tenido que ver con la entrega de armas y pertrechos a las Farc, sino que ha estado involucrado en operaciones hechas desde suelo venezolano por narcotraficantes asociados a la guerrilla.

Por la misma razón figuran en la lista de la Oficina de Control de Activos Extranjeros (OFAC) del Departamento del Tesoro, otros dos ex funcionarios del gobierno de Chávez: Henry de Jesús Rangel, ex director de la Policía Política, Disip, y el capitán de navío (r) Ramón Emilio Rodríguez Chacín, ex ministro de Justicia y del Interior.

Fuentes estadounidenses y colombianas coinciden en que tanto Carvajal como Rangel y Rodríguez, favorecieron el tráfico de armas y drogas mediante un contacto con un cartel de narcotraficantes en Arauca, conocido como el "clan de los hermanos Ríos". Se trata de una organización que, desde la segunda mitad de la década del noventa, hizo parte del flanco financiero del frente décimo de la guerrilla, entonces al mando de Tomás Medida Caracas, 'el negro Acacio'.

Una de las fuentes que ha ayudado a documentar las denuncias, es Germán Arturo Rodríguez Ataya, un piloto que fue capturado a finales de 2005 cuando trabajaba con los Ríos y con las Farc en el transporte de droga y de guerrilleros heridos en operaciones militares. Rodríguez Ataya dio las coordenadas de las bases de la guerrilla en territorio venezolano y entregó fotografías de los contactos hechos con oficiales de la Guardia Venezolana que, por orden de Carvajal, habrían entregado el armamento.

Según uno de los oficiales que trabaja en la validación y organización del material, "esa información hace parte de una especie de dossier preparado por organismos colombianos para cuando se presente la ocasión de demostrar ante la comunidad internacional, que las únicas pruebas sobre la relación de miembros del Gobierno con Venezuela no están en la memoria del computador de 'Raúl Reyes' ".

Pero los episodios relacionados con la entrega de armas y el tráfico de drogas no son los únicos que figuran en ese dossier. También aparece documentada la forma en que, cuando el Gobierno adelantaba conversaciones con las Farc en el Caguán, Rodríguez Chacín, enviado por Chávez, estableció contactos con la guerilla y visitó clandestinamente a 'Tirofijo'. Videos y fotografías de seguimiento hechos por el DAS así lo demuestran.

Desde entonces y en por lo menos ocho ocasiones, Rodríguez Chacín no solo habría llevado a jefes de las Farc a reuniones en el Palacio de Miraflores, sino que habría gestionado a finales de 2007 un préstamo por 250 millones de dólares del Gobierno venezolano a las Farc, según uno de los documentos que sirvió de soporte para su inclusión en la lista de la OFAC.

De vieja data

La información que analizan las autoridades colombianas también compromete a funcionarios y ex asesores de confianza del presidente ecuatoriano Rafael Correa, que habrían tenido nexos con las Farc. Parte importante del material probatorio fue entregado por oficiales de las Fuerzas Armadas de Ecuador, que rechazan las presiones y los intentos de algunos altos mandos de ocultar y borrar evidencias.

Uno de ellos es el mayor Manuel Silva, ex jefe de la Unidad de Investigaciones Especiales de la Policía, quien confirmó la existencia de encuentros del ex ministro del Interior Gustavo Larrea con las Farc, cuyos pormenores quedaron registrados en las agendas y relatorías de las reuniones que hizo Ignacio Chauvín, mano derecha de Larrea. Estos documentos podrían servir para enjuiciar a Larrea, si el presidente Correa cumple con lo que dijo en la entrevista con María Cristina Uribe de Noticias Uno el sábado pasado: "Si me prueban que Larrea se reunió con las Farc, yo mismo le promoveré un juicio por traición a la patria".

La información aportada por Silva coincide con la que entregaron miembros del alto mando militar quiteño el 2 de marzo de 2008, un día después del bombardeo al campamento de 'Raúl Reyes'. En una reunión con corresponsales extranjeros, miembros de la cúpula que poco días después fue objeto de una purga por su presunta relación con la CIA, dijeron: "Chauvín le agenda varias reuniones a Larrea con las Farc".

El resentimiento no ha sido la única causa por la cual militares y policías retirados decidieron entregar información reservada. También ha sido determinante el desencanto de algunos por la decisión del magistrado de la Sala Penal de la Corte de Ecuador, Julio Logroño, de archivar un auto para seguirle un juicio político a Larrea.

Colombia tendría cómo demostrar también que, aparte del contenido del computador de 'Reyes', existe copiosa evidencia de que las "acciones sistemáticas" de Correa y su círculo cercano contra Colombia, empezaron antes de llegar al poder y en varias ocasiones a instancias de las Farc.

Entre los ejemplos a mano está el papel que jugaron Larrea y Chauvín - también comprometido con un cartel de narcotraficantes que trabajaban con las Farc - cuando en 1998 la Aldhu, una organización ecuatoriana de derechos humanos, presentó denuncias contra Colombia en tribunales internacionales por el uso del glifosato y por supuestas desapariciones y maltratos a campesinos de frontera atribuidos a miembros de las Fuerzas Militares colombianas. Unidades de contraguerrilla del Ejército colombiano encontraron varios documentos preparados durante operaciones realizadas en la frontera con Ecuador.

Por lo pronto, hay 17 casos probados de milicianos de las Farc con antecedentes en Colombia, que participaron en los llamados "Comités de la Revolución Ciudadana" que fueron unas de las bases de la campaña de Correa. Quizá por mucho más que una simple coincidencia, un asesor colombiano de esos comités aportó a la Justicia ecuatoriana información significativa que llevó a que Larrea fuera vinculado a un proceso penal por narcotráfico en enero de 2009.

Las pruebas dieron lugar a la captura de Ignacio Chauvín durante la operación 'Huracán de la Frontera', que lo conectó con la organización de narcotraficantes de los Astaiza que, al igual que el "clan de los Ríos", alimentaban las finanzas de las Farc.

Información hay de sobra para demostrar las relaciones de funcionarios y ex funcionarios de los gobiernos vecinos con las Farc. Y todo indica que no precisamente se trata de contactos por razones humanitarias.

El 'lapsus' de Chávez

"Amo a Colombia", dijo Hugo Chávez en la rueda de prensa con corresponsales extranjeros que acudieron el martes al Palacio de Miraflores. Sin embargo, soltó una diatriba en la que llamó 'irresponsable' a Álvaro Uribe, aseguró que la presencia de militares estadounidenses en bases colombianas marcaría el comienzo de una guerra en Suramérica y buscó minimizar el hallazgo de lanzacohetes comprados por Venezuela a Suecia que terminaron en poder de las Farc.

En un escenario 'decorado' con lanzacohetes de última generación, Chávez mostró un documento que el canciller colombiano, Jaime Bermúdez, le entregó al venezolano, Nicolás Maduro, el 2 de junio en Honduras, durante la cumbre de la OEA. La intención de Bermúdez era pedirle en privado a Venezuela explicación sobre lo que habría podido ocurrir para que el material de guerra comprado en 1998 hubiera ido a parar a manos de la guerrilla. Chávez aseguró que detrás de la historia de los lanzacohetes no hay nada oscuro y dijo que el material fue robado durante un ataque de las Farc a la base naval venezolana de Cararabo, región fronteriza de Apure, el 26 de febrero de 1995.

Lo que el mandatario olvidó es que ese ataque, en el que murieron ocho infantes de Marina, no fue obra de las Farc sino del Eln, como lo admitieron en escenarios judiciales sus protagonistas. Mentira o error, el dato de Chávez no sería válido como explicación. Chávez calificó como una nimiedad el reclamo de Colombia, que contrastó con la actitud de su Gobierno de no haber hecho escándalo al hallar armamento con marquillas colombianas en poder de un paramilitar capturado en Venezuela.


Cavaleiro do Templo: no vídeo abaixo você vai ver Chávez muito triste e indignado com a morte de Raúl Reyes, número 2 das FARC citado no texto acima. Chávez, um presidente de país "democrático" faz 1 MINUTO DE SILÊNCIO pela morte do terrorista-sequestrador-narcotraficante. Este vídeo "continua" no artigo aí abaixo e na sequência Chávez diz que conheceu Raúl Reyes e Lula em um dos encontros do FORO DE SÃO PAULO.

Mentiras chavistas. Ou melhor mentiras foro--saopaulinas (do Foro de São Paulo)

É assim que se expõe um monstro que busca o poder a qualquer custo, com as provas saindo de sua própria boca.

Acreditar na ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA é acreditar que existem duendes verdes com 4 braços, 5 bocas, e 8 dedos em cada mão vivendo em baixo da cama.

Veja os dois vídeos da sequência abaixo (não se preocupe, é só começar a ver o primeiro que o segundo vem depois sem que precise fazer nada).

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Transcrição da carta de Fidel para Chávez - a receita de como fazer a revolução para perpetuar-se no poder indefinidamente

Fonte: NOTALATINA

Terça-feira, 4 de Agosto de 2009


Artigo devastador. Vejam trechos, íntegra AQUI:

"Nesta primeira edição especial, o Notalatina transcreve a publicação do dia 8 de julho de 2005, considerando dois motivos: primeiro, é que acabo de receber um áudio do programa “El Plomo Parejo” conduzido por Iván Ballesteros da RCTV realizado em 10 de maio de 2007, em que ele lê a carta que Fidel Castro enviou a Chávez dando-lhe a receita de como fazer a revolução para perpetuar-se no poder indefinidamente, como ele mesmo fez com êxito. A carta lida por Ballesteros parece mais completa do que a que recebi na ocasião, pois menciona Lula várias vezes mas, ouvindo o áudio e acompanhando a leitura do Notalatina simultaneamente, pode-se comprovar que se trata do mesmo documento."

"...desperta o ódio, divide os venezuelanos. Esta etapa te dará bons dividendos... Se eliminarão uns aos outros, a violência te ajudará também a instalar-te mais tarde à força. Entretanto, fale-lhes de Democracia. Tens dinheiro, compra a fidelidade enquanto cumpres os teus objetivos. Quando consegues o que queres se se opõem ou te aconselham, despreza-os. Envia-os a embaixadas, dá-lhes dinheiro para que se calem ou tira-os do país para que a imprensa não os utilize. Os que se oponham “planta-lhes” delitos; isso desqualifica para sempre..."

"...No Conselho Assessor do Governo estarei eu (Fidel). Há que fuzilar os opositores que não aprendem. Isso é a única coisa que os silencia e é mais econômico.
Nunca deixes que se organizem, nem deixes que conheçam tuas intenções. Seremos respeitados novamente com o Marxismo-Leninismo. Brasil, Equador, Venezuela e Cuba a passos indestrutíveis. Se vejo que não tens colhões, recolho todo o meu pessoal; podem me matar os militares, quando se te ergam, se não me fazes caso. Que estás esperando, Hugo?”"

domingo, 2 de agosto de 2009

As novidades na Venezuela: só se pode falar bem do gostosão do amigo do Lula

Abaixo uma séria de artigos do BLOG DO ALUIZIO AMORIM deste domingo, dia 2 de agosto de 2009, sobre as macaquices do orangotango venezuelano.

Percebam que nem mesmos os chavistas estão gostando, a desaprovação da "cubanização" é quase total mas, como sempre acontece nas revoluções, depois de tomado o poder a opinião dos IMBECIS que a tornaram possível deixam de ter importância. Na verdade nunca tiveram nem pesaram em nada nas decisões dos que buscam o PODER TOTAL como é o caso dos sociopatas comunistas da Iberoamerica.

Leiam e se surpreendam. Afinal, como o mestre Aluizio fala, nada saiu na mí"R"dia nacional. Eu não me surpreendo com isto, e você? Se se surpreende, comece a repensar pois em breve é o que teremos aqui.

Domingo, Agosto 02, 2009

O ORANGOTANGO DA VENEZUELA BABANDO


Via site UnoAmerica

UPDATE 1: Espertinho, Hugo Chávez cancelou seu programa Alô, Presidente. Alegou luxação depois de um jogo de softball...hehehe...Demagogo, mentiroso, assassino da democracia.

UPDATE 2: Pelo que tenho visto nos sites dos jornalões brasileiros e nas edições deste domingo, simplesmente ignoraram o ataque inaudito de Chávez contra a liberdade de expressão na Venezuela, com o fechamento de 32 emissoras de rádio!

CHÁVEZ MOSTRA TODA A SUA ESTUPIDEZ

Manifestantes estão guardando os prédios das 32 rádios fechadas
O noticiário da agência AFP resume o que está acontecendo na Venezuela em razão da truculência dos bolcheviques botocudos comandados por Hugo Chávez, o amigo de Lula, o companheiro do Foro de São Paulo. Até esta hora não vi em nenhum site noticioso brasileiro qualquer manifestação de Lula e seus petralhas. Nem mesmo a grande imprensa, em seus sites tem noticiado o absurdo que ocorre na Venezuela. Algo inaudito na história da imprensa latino-americana que se iguala a Cuba de Fidel Castro. Como Lula e o PT são amigos de Chávez, compõe com ele o Foro de São Paulo, é de se esperar daqui para frente que a mesma coisa aconteça aqui no Brasil.

Tem-se a impressão que a decisão de Chávez é uma espécie de vingança contra as denúncias de que o seu governo está associado aos narco-terroristas, aos quais teria cedido armamento pesado (lança-foguetes) e também em função do caso Honduras em que a sua marionete Zelaya foi afastado do poder. Chávez está completamente fora da casinha. Transcrevo parte da matéria da AFP em espanhol:

Miles de venezolanos manifestaron su respaldo y se concentraron este sábado alrededor de las sedes de emisoras de radio que fueron sacadas del aire por el gobierno del presidente Hugo Chávez, mientras denunciaban esas medidas como actos de censura.

Treinta y dos radios y dos televisoras regionales cesaron este sábado sus transmisiones, luego de que la Comisión Nacional de Telecomunicaciones (Conatel) anulara sus licencias alegando motivos administrativos.

De este primer grupo, al que podrían seguir otras 200 emisoras, la más importante es el circuito CNB, con cinco radios en Caracas y las ciudades de Valencia, Maracaibo, San Cristóbal y Coro.

CNB, una radio con programación informativa y de opinión crítica al gobierno de Chávez, comenzó a emitir vía internet, mientras periodistas, dirigentes políticos de oposición y ciudadanos independientes se reunían a las puertas de la estación en Caracas.

"Pueblo, madura, esto es dictadura", gritaban los manifestantes, al tiempo que rechazaban que "Venezuela sea la segunda Cuba". En la puerta de la estación de radio había una pancarta que decía: "No a la censura".

En una comunicación telefónica con militates de su Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), transmitida por la televisora estatal VTV, Chávez negó que lo ocurrido sea un cierre de medios de comunicación.

"No es que hemos cerrado unas emisoras de radio, (sino que) se cumple la ley. Las hemos recuperado. (Se trata de) emisoras de radio que ahora son del pueblo y no de la burguesía, porque la patria es del pueblo y no de la burguesía, entonces todo eso hay que apoyarlo", dijo Chávez. Leia MAIS en español In spanish

Sábado, Agosto 01, 2009

IMPRENSA BRASILEIRA ESPERA ORDEM DE LULA

Manifestação deste sábado na Venezuela pela liberdade de imprensa
Dei uma zapeada pelos sites do Estadão, UOL, Folha Online e G1, e não encontrei nada a respeito da crise que fustiga o governo de Chávez na Venezuela, depois que o bufão bolivariano decidiu fechar mais de 3o emissoras de rádio.

Há manifestações e o Twitter está coalhado de twittadas contra a truculência chavista desferida sobre os veículos de comunicação.

Há pouco, no site do G, o vídeo de chamada das principais matérias do Jornal Nacional sequer fazem menção ao fato de que Chávez está transformando a Venezuela numa nova Cuba.

Os sites dos jornais de outros países latino-americanos e no resto do mundo estão cobrindo. Mas os jornais brasileiros e televisões parecem estar esperando uma ordem do Imperador Lula, que é amiguinho de Chávez. Esperam que o Apedeuta libere se podem ou não divulgar, comentar e, o que é mais importante, cair de pau nesse tiranete vagabundo, rato de esgoto Hugo Chávez.

FALEM AÍ JORNALÕES E TV GLOBO!

Foto by #vamp no Twitpic - agora é assim...hehehe...uma venezuelana fotografou e postou no Twitpic e lançou pelo Twitter.

UPDATE: Há pouco vi uma matéria no site da revista Veja. A Veja acaba se transformando na versão brasileira da Globovisión, até que receba o golpe de misericórdia de Lula e do PT e se entregue para as hordas botocudas. É única publicação brasileira que ainda faz jornalista sem concessões ao poder dos comunistas do PT.

90% DOS VENEZUELANOS RECHAÇAM TIRANIA

Segundo revelou pesquisa noticiada pelo site Infobae.com, 67% dos seguidores chavistas rechaçaram a ofensiva do regime contra os meios de comunicação. Para 83% dos entrevistados lhes desagrada o modelo cubano.

A sondagem da empresa Marcanálisis consultou a população sobre se está de acordo ou em desacordo com o fechamento das emissoras de rádio. 84% da população pesquisada estáem desacordo. Os que se identificam como partidários do chavismo rechaçam na média de 67%. A pesquisa foi divulgada pela Cadeia de TV Globovisión.

A pesquisa investigou sobre a separação dos venezuelanos entre chavistas e oposição. 89% estão em desacordo com a separação dos venezuelanos por tendências políticas; curiosamente 82% do chavismo rechaça a separação, assim mesmo 93% da oposição assegura estar em desacordo com que se divida a população venezuelana.

O modelo cubano é rechaçado pela população: 83% estão em desacordo e 13% de acordo. A população chavista, em 72%, desaprova seguir o padrão da ditadura cubana. Do site Infobae.com en español - In spanish

NO BLOG TV ONLINE SOBRE CRISE NA VENEZUELA

Assistam aqui no blog a transmissão de TV online com flashes ao vivo sobre as manifestações que estão ocorrendo na Venezuela, depois que Hugo Chávez mandou fechasr dezenas de emissoras de rádio e prepara uma Lei da Mordaça para calar totalmente a imprensa.

OBAMA, LULA, CLINTON NÃO FALAM NADA?

E daí? Cadê os protestos irados de Lula, Obama, Hillary Clinton, Insulza, OEA, Itamaraty, ONU? contra o fechamento de emissoras de rádio na Venezuela pelo tirano botocudo Hugo Chávez?

Acusam tanto o novo governo de Honduras de golpista, mas lá a liberdade de imprensa continua em vigência plena. Lá o governo de Micheletti não fechou nenhuma emissora de rádio.

P.S.: E OS SINDICATOS DE JORNALISTAS DO BRASIL NÃO IRÃO DIZER NADA?

HIPÓCRITAS, MENTIROSOS, PICARETAS!

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".