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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

ESTADÃO DE HOJE
Domingo, 02 de Novembro de 2008 

O preço do petróleo venezuelano fechou a semana em um patamar que acendeu uma luz vermelha em Caracas e Havana: US$ 54,55. Isso porque o orçamento do governo venezuelano de 2009 foi feito com com base no barril a US$ 60 - estimativa conservadora quando a cotação ultrapassava os US$ 100. Nos últimos anos, o venezuelano Hugo Chávez usou o petróleo de seu país para aumentar sua influência na América Latina, apoiando com recursos financeiros e energéticos seus aliados políticos. A ajuda deu sobrevida ao regime cubano, fazendo a economia da ilha voltar a crescer. Agora, a dúvida é até que ponto - ou que cotação do barril - Chávez pode mantê-la.

Chávez, onde está o dinheiro do petróleo?

Vejam o que saiu na TV norueguesa sobre a situação na Venezuela, o SOCIALISMO DO SÉCULO XXI, DO AMIGÃO E EXEMPLO VIVO DO LULA!



E como relembrar é viver, aqui vão as 5 coisas que esquerdopatas mais sabem fazer: MENTIR, MENTIR, MENTIR, MENTIR MAIS e FAZER PROPAGANDA DE SI MESMOS MENTINDO.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Vamos ver o amigo venezuelano do LULA agora...

MOVIMENTO ORDEM VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO - MOVCC
Postado por movcc às 10/29/2008

HORA DA VERDADE - Opinião do O Globo

Grandes produtores de petróleo inimigos dos EUA, como a Venezuela de Chávez, chegaram a pensar que, com a crise, "o império" caminhava para o fim. Mas logo descobriram que a conseqüente perda de dinamismo da economia mundial deprime os preços do petróleo, que despencaram de US$147 o barril, em julho, para US$ 63 ontem.

Para um líder que jogou tudo nas cotações ascendentes, chegou a hora da verdade. Não dá mais para manter os programas populistas de assistência social - com os quais mantém seu apoio interno -, e ao mesmo tempo usar petrodólares para financiar o sonho de chefiar um bloco antiamericano na América do Sul. A Venezuela já vinha sofrendo com desabastecimento, inflação de 36% ao ano e fuga de investidores. Recentemente, Chávez declarou que, para manter seus planos, o barril de petróleo deveria se manter em US$80. Ele já está bem abaixo disso.

Segundo a revista inglesa "The Economist", cada queda de US$10 da cotação representa menos US$5 bilhões na receita do governo de Caracas (1,4% do PIB). A situação é cada vez mais desconfortável para quem, como Chávez, vai enfrentar o teste das urnas, em eleições para governadores, prefeitos e vereadores no dia 23 de novembro.

O petróleo responde por cerca de 90% das exportações venezuelanas (em grande parte para os EUA) e por mais da metade da receita do governo. Até recentemente, a trajetória ascendente dos preços permitiu ao déspota financiar seus delírios, o que elevou os gastos do governo de 22% do PIB, em 2001, para 32%. Com a mudança do cenário, a Venezuela se torna uma vítima sui generis da crise internacional. Os parceiros a quem poderia pedir ajuda - Rússia, Irã - estão na mesma situação. Com o isolamento do regime, é difícil que Caracas venha a obter apoio de instituições como o FMI ou o Banco Mundial. A realidade deverá impor uma dieta aos planos de Chávez.

Por exemplo, torna-se definitivamente sem sentido a criação do Banco do Sul, que usaria reservas dos países membros para promover o desenvolvimento da região. Todos os países depositam hoje em suas reservas - maiores ou menores - a esperança de serem poupados do tufão que atinge o sistema financeiro internacional.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Petróleo cai e abala plano dos anti-EUA - e agora, salafrários???

ESTADÃO DE HOJE
Simon Romero, The New York Times, Caracas - Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2008

Com menos petrodólares, Venezuela, Irã e Rússia têm reduzida a capacidade de atrair aliados e refazem cálculos

Com sucessivas altas do preço do petróleo, nos últimos anos, os líderes da Venezuela, Irã e Rússia, fortaleceram suas posições, o que lhes permitiu ingressar no cenário mundial usando a diplomacia do talão de cheques e, dependendo da ocasião, da intimidação.

Agora, a queda violenta das receitas abre uma série de interrogações quanto à capacidade destes países arcarem com seus gastos - e com a pretensão de fazer frente à hegemonia dos EUA. Para as três nações, os petrodólares representaram um meio para alcançar um fim ideológico.

O venezuelano Hugo Chávez usou-os para dar início à revolução inspirada no socialismo, em seu país, e para fornecer apoio a líderes latino-americanos que abraçavam suas mesmas tendências, com o objetivo de minar a influência americana outrora dominante.

O Irã estendeu sua influência em todo o Oriente Médio, promovendo-se a líder do mundo islâmico, e usou seus petrodólares para desafiar os esforços do Ocidente para impedir o avanço de seu programa nuclear.

A Rússia, que sofreu um humilhante colapso econômico na década de 90, depois da queda do comunismo, reconquistou parte da posição que ocupava no mundo. Começou a reconstituir suas forças militares, recuperou o controle de oleodutos e gasodutos e repeliu as tentativas de penetração do Ocidente no antigo império soviético.

Financiar essas ambições custa muito mais quando o petróleo está cotado a US$ 74,25 o barril, seu preço de fechamento na segunda-feira em Nova York, do que quando era cotado a US$ 147, três meses atrás.

Isso não significa que esses países estejam na iminência de um desastre econômico ou abandonarão seus objetivos políticos.

E o preço do petróleo, cuja cotação ainda é o dobro do que, há alguns anos, já era elevado, sempre pode voltar a subir.

RECESSÃO NO HORIZONTE

No entanto, Rússia, Irã e Venezuela basearam seus gastos em um patamar de cotação que consideraram conservador, mas agora está próximo do nível do mercado. Novas quedas significativas poderão levar os gastos desses países a um nível deficitário ou pelo menos a obrigá-los a escolher entre suas prioridades. Uma recessão mundial agravaria a situação, reduzindo a demanda de energia e pressionando o preço para baixo.

Não está claro se as novas pressões criarão oportunidades para que os EUA abrandem as tensões, ou se os líderes dos três países se limitarão a usar declarações raivosas, se não puderem apelar para ações provocadoras.

Chávez prossegue com suas aberturas para a Rússia. Talvez agora, ele, o primeiro-ministro Vladimir V. Putin da Rússia, e o presidente Mahmud Ahmadinejad do Irã, vejam os EUA, sacudidos pela crise financeira, como uma nação ainda mais vulnerável.

Daniel Yergin, presidente da Cambridge Energy Research Associates, uma consultoria de Massachusetts, disse que os países petrolíferos se deparam com a necessidade de reformular cálculos.

Originalmente, afirmou, eles entendiam a crise econômica como um problema que dizia respeito apenas aos Estados Unidos, até que o preço do petróleo despencou.

"Agora, os países produtores experimentam um choque petrolífero às avessas", comentou Yergin. "Enquanto as receitas cresciam, os gastos dos governos subiam e a expectativa de fortunas inesperadas os levaram a alimentar ambições ainda maiores. Agora, estão descobrindo seu grau de integração num mundo globalizado".

COLABORARAM MICHAEL SLACKMAN E CLIFFORD J. LEVY

SINAL DE ALERTA

Venezuela: Em setembro, Chávez foi enfático ao anunciar exercícios navais com a Rússia no Caribe, despentando rivalidades da Guerra Fria no hemisfério. Usou dinheiro do
petróleo para conquistar amigos na região, incluindo o boliviano
Evo Morales. As despesas também aumentaram com a ampla rede de programas sociais para promover a meta de criar um Estado socialista. O orçamento de 2009, com base no preço do petróleo a US$ 60 o barril, inclui uma elevação de 23% nos gastos do governo, para US$ 78,9 bilhões. Mas os venezuelanos
mostram-se alarmados quanto à capacidade do governo de pagar suas contas.

Irã: Teerã foi capaz de resistir às sanções econômicas impostas pelo Ocidente graças ao preço do petróleo. O país tem a segunda maior reserva conhecida do mundo e fez uso dela nos últimos anos como arma política e econômica para desafiar o Ocidente. Os petrodólares ajudaram o Irã a aumentar a influência sobre Iraque, Líbano - por meio do Hezbollah - e o conflito entre Israel e os palestinos, por intermédio do Hamas. Internamente, o dinheiro permitiu aos ideólogos linha-dura preservar o poder.

Rússia: Em um dia de inverno de 2006, a Rússia cortou subitamente o fornecimento de gás natural para a Ucrânia onde um governo pró-Ocidente chegara ao poder. Há dois meses, a reação branda de algumas nações européias à invasão da Georgia pela Rússia pareceu indicar que a Europa se tornara dependente demais do gás russo e não poderia ousar um questionamento mais firme. Agora, porém, com os preços do gás despencando, essa estratégia foi colocada em questão.

Cavaleiro do Templo: pois é... Estes salafrários declaram que o capitalismo é a pior coisa do Universo inteiro, que os EEUU devem acabar, toda aquela cantilena sociopata comunista/socialista. Mas o que parece que ninguém percebe é que estes salafrários, Lula entre eles, são feitos pelo CAPITALISMO, é o CAPITALISMO e seu maior expoente, os ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, que colocam comida nas suas mesas. Vamos ver agora onde está a "machesa" destes que só querem saber de uma coisa: O PODER TOTAL LIVRE DE RESPONSABILIDADES, que são duas das definições do COMUNISMO/SOCIALISMO

domingo, 15 de junho de 2008

Quem escondeu o óleo?

Do portal do DIÁRIO DO COMÉRCIO

Por Alvaro Vargas Llosa

Behrouz Mehri/AFP

Quem é responsável pelo astronômico preço do petróleo? A maior parte da culpa - como foi mostrado nas recentes farsas no Congresso dos EUA, com executivos das petroleiras defendendo seus salários sob questionamentos de congressistas beatos e preocupados - estão sendo posta nas empresas de petróleo.

Nos países europeus, manifestantes estão denunciando o governo por não ter tomado ações imediatas para proteger os consumidores. Nos jornais, de Hong Kong à Austrália e a Buenos Aires, traders responsáveis por US$ 260 bilhões atualmente investidos em fundos de commodities estão sendo condenados como especuladores.

Na verdade, esses não são os culpados. Durante anos, países com petróleo como Rússia, Venezuela e México têm desarrumado sua própria capacidade de produção para usá-la como arma política. Isso não significa que eles não estão produzindo milhões de barris por dia, mas significa que estão incapacitados de aumentar a produção para aumentar a demanda -- e o mercado não conta com eles para aumentar o fornecimento de petróleo no futuro.

Para piorar a situação, a política monetária nos Estados Unidos, a maior economia dos Estados Unidos, tem sido muito frouxa nos últimos anos, ajudando a alimentar o que alguns observadores estão chamando de bolha do petróleo .

Se também considerarmos que nas últimas três décadas os EUA, representando um quarto da demanda mundial por petróleo, tem visto sua capacidade de refino se limitar por causa das restrições ambientais, o que temos é, bem, o preço da gasolina chegando às alturas.

Todas essas causas levam a um pecado original: políticos interferindo no processo de demanda e fornecimento. Adicionando um insulto à injúria, agora temos políticos lançando a esmo propostas que, no máximo, não vão fazer nada para solucionar o problema (imposto de feriados) e, no pior cenário (como aumentar impostos das cinco empresas da Big Oil , usando leis antitrustes para frear a "concentração de mercado", aumentar os subsídios a combustíveis alternativos, controle de preços), vão manter o petróleo no subsolo.

Durante boa parte de sua presidência, a idéia de Vladimir Putin de diversão era jogar os proprietários das grandes empresas na cadeia e assumir o negócio deles. Como resultado, Rosneft e Gazprom, os gigantes de energia controlados pelo governo, têm mais de metade das reservas de petróleo e gás da Rússia. Putin também aumentou os impostos sobre o petróleo para 90%.

Tudo isso deu ao potentado russo força política e econômica para chantagear os importadores europeus dos hidrocarbonetos russos e pressionar países vizinhos, como a Ucrânia.

Quando a produção russa de petróleo aumentou para 9 milhões de barris por dia, parecia que Putin era Midas . Mas, ao mesmo tempo, a tecnologia russa estava ficando defasada e os investimentos de capital necessários para garantir um aumento saudável na produção não estavam sendo realizados.

O resultado: a produção caiu neste ano pela primeira vez. Nenhum trader está especulando que a Rússia não vai ajudar a baixar o preço do petróleo no futuro.

Uma história parecida pode ser contada na Venezuela, onde nos últimos anos, o presidente Hugo Chávez conseguiu reduzir a produção em um milhão de barris, segundo dados da Opep. A petroleira estatal, PDVSA, é um instrumento-chave da ridícula Revolução Bolivariana de Hugo Chávez, com bilhões de dólares sendo transferidos para outros países em vez de investidos no aumento da capacidade de produção. No México, o Projeto Cantarell , o segundo maior campo de petróleo do mundo, tem visto sua produção despencar nos últimos anos porque a legislação não permite que o capital privado manche a honra nacional com sua sede por lucro. Mas o fornecimento insuficiente não é o único fator agindo.

Um grupo de economistas, entre eles Paul van Eeden e Frank Shostak, argumentam de forma convincente que a política monetária frouxa do Federal Reserve , entre janeiro de 2001 e junho de 2004, e novamente desde setembro de 2007, alimentou a inflação. Ao fazer isso, a política monetária induziu investimentos ruins na economia -empreendimentos empresariais que não se realizariam de outra forma e que agora aumentam a demanda por petróleo. É claro, em outros países - na China em particular - a inflação causada pela política monetária também engrossou a demanda por energia.

As pessoas estão certas em estarem irritadas. Não há nenhuma razão para que um barril de petróleo possa custar tanto e para que numa economia tão produtiva quanto a dos EUA as pessoas paguem US$ 4 a mais por um galão de gasolina.

Desfazer os erros que nos levaram aonde estamos custará caro e será extremamente impopular. Para começar, é bom colocar a culpa em quem a tem.

Alvaro Vargas Llosa é diretor do Center on Global Prosperity no Independent Institute

(C) The Washington Post Writers Group

Tradução: Rodrigo Garcia

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Lula corre risco de ser desestabilizado pelas forças ocultas globais, por causa da defesa dos biocombustíveis

Do blog ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão em sexta-feira, 23 de maio de 2008

No curtíssimo prazo, o chefão Lula da Silva tem tudo para cair em desgraça com os banqueiros internacionais que hoje lhe dão sustentação. Talvez Lula nem perceba, em sua ignorância do processo de globalitarismo, mas já deve se preparar para enfrentar “forças ocultas” por causa da sua insistente defesa internacional dos biocombustíveis. Se não mudar o discurso messiânico, Lula pode se transformar, rapidamente, em um político “descartável” para o Poder Real Mundial. Outros presidentes no Brasil já caíram por muito menos, de forma misteriosa.

A Oligarquia Financeira Transnacional, que tem no setor de petróleo e energia sua principal fonte de ganhos reais e especulativos, empreende uma campanha global para atrasar, ao máximo, a implantação de fontes de energia e combustíveis alternativos. A estratégia do Poder Real Mundial ficou cristalina a partir de ontem no discurso do novo relator das Nações Unidas para o Direito à Alimentação. Olivier De Schutter apelou para que norte-americanos e europeus abandonem suas metas de expansão do etanol como forma de ajudar a lidar com a crise na alta dos preços de alimentos.

A ONU, que é instrumento de poder da Oligarquia Financeira Transnacional, condena a produção de biocombustíveis na Europa e nos Estados Unidos. O representante das Nações Unidas no interesse do setor financeiro transnacional pede o fim da expansão, dos investimentos e dos subsídios nos programas de biocombustível nos países do Primeiro Mundo. O argumento cara de pau de Schutter é que, ao abandonar as metas, o mundo estará mandando uma "mensagem forte" contra a especulação no setor de commodities.

Na verdade, tal especulação (sobretudo com o petróleo, mas também com os alimentos) é promovida pelos banqueiros que controlam e manipulam as principais Bolsas de Mercadorias & Futuros do mundo. Ontem, o secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), o líbio Abdallah Salem el-Badri, advertiu que a cotação do barril de petróleo (que bate recordes diários) não tem qualquer relação com a demanda ou a oferta. Segundo a Opep, a especulação financeira pela escalada dos preços da commodity no mercado internacional.

No caso do etanol brasileiro, cujo processo de produção e comercialização a Oligarquia Financeira Transnacional já escalou “laranjas” para controlar, via compra de terras e usinas, o relator da ONU preferiu não condenar “ainda”. Olivier De Schutter quer informações da parte de especialistas para declará-lo como "inocente" ou não na atual crise de aumento do preço das commodities – sobretudo os alimentos. O chefão Lula que se cuide, pois vem chumbo grosso contra si, de onde menos ele espera, porque não sabe como toca a banda da economia globalitária.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

A quem interessa o roubo (???) da Petrobrás?

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Gaúcho/Gabriela em sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Procure pela internet. O material contra a Halliburton é farto nos sites de esquerda do mundo inteiro, inclusive no Portal Vermelho do PC do B. O discurso é repetido ad nauseum:

“O coração de Bush pulsa dentro do gabinete da Halliburton (a empresa que mata criancinhas do Iraque). Essa imagem está colocada pelos esquerdopatas do mundo inteiro que afirmam, ainda, que o coração de Bush também pulsa dentro Exxon – aquela empresa que está fazendo ajoelhar a estatal PVDSA da Venezuela. A Halliburton (envolvida do roubo da Petrobrás), também presta serviços à estatal petrolífera da Venezuela.

Tanto a Halliburton quanto a Exxon, segundo os “perseguidos vermelhos”, fazem parte do cartel de Bush - a corriola da Casa Branca – que vive conspirando contra o Chávez e toda América Latina. Aliás, a doença paranóica desses esquerdopatas que se sentem os eternos alvos da perseguição imperialista. Ora, "teje" dó!

Mas, vamos ao que interessa: O ROUBO (???) DA PETROBRÁS. Eis, alguns fatos interessantes:

GRAVE CRISE FINANCEIRA DA PVDSA DA VENEZUELA
Revista THE ECONOMIST

Segundo uma publicação da conceituada revista The Economist, a PDVSA atravessa uma complicadíssima situação financeira, agravada pela disputa com a americana Exxon. A situação da estatal venezuelana piorou MUITO nas últimas semanas, em razão do conflito com a norte-mericana, que sofreu duas demandas pela nacionalização de hidrocarbonetos impostas pelo caudilho caribenho. A Justiça ordenou o congelamento dos ativos de PDVSA por U$ 12 milhões a pedido da Exxon Mobil. Um ex-diretor da OPEP, Elie Habalian, afirmou que PDVSA "se desmanchará em pedaços no momento em que o preço do petróleo baixar ao nível real; e, a menos que o curso desta situação se altere, o mesmo deverá ocorrer com o governo de Chávez". Leia o material completo aqui, no INFOBAE.COM

PETRÓLEO DA PDVSA ESTÁ SEM COMPRADOR
Da Redação do Estado de São Paulo

A estatal venezuelana PDVSA está com dificuldades de encontrar compradores para o petróleo que deixou de fornecer à ExxonMobil, segundo participantes do mercado. A estatal venezuelana PDVSA está com dificuldades de encontrar compradores para o petróleo que deixou de fornecer à ExxonMobil, segundo participantes do mercado. Após suspender o fornecimento para a Exxon, em meio a uma disputa judicial, a PDVSA reteve quatro carregamentos de petróleo destinados à companhia na Costa do Golfo, nos EUA, segundo um operador que pediu anonimato. A estatal também está tentando conseguir um navio-tanque para armazenar o petróleo excedente. "Esse não é um petróleo desejável", disse o corretor. "Não há um grande mercado para esse produto (pesado e ácido)."

A QUEM INTERESSA O ROUBO?
Revista ISTOÉ – Por Francisco Alves Filho

A especulação é do geólogo Giuseppe Bacoccoli, professor da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE), da UFRJ. Muitas empresas internacionais, segundo ele, vendem relatórios feitos a partir de informações “obtidas de formas não usuais, lícitas ou não”. O material furtado poderia render uns R$ 20 milhões se transformado em relatórios a serem vendidos a empresas do setor concorrentes da Petrobras. A especulação é do geólogo Giuseppe Bacoccoli, professor da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (COPPE), da UFRJ. Muitas empresas internacionais, segundo ele, vendem relatórios feitos a partir de informações “obtidas de formas não usuais, lícitas ou não”. A própria Petrobras, diz o especialista, compra relatórios semelhantes para alimentar seu banco de dados nas unidades internacionais.

QUAL É O TRABALHO DA HALLBURTON NO BRASIL?

A Halliburton faz para a Petrobras um trabalho de perfilagem dos poços, ou seja, à medida que os poços vão sendo perfurados, a empresa pega amostras de rochas e traça um perfil do poço, "como se fosse um corte que vai mostrando o tipo de rocha que existe em cada camada". O trabalho leva cerca de dois meses. Depois de pronto, é entregue para os técnicos da Petrobras, que analisam e especificam a melhor estratégia para a produção.

OS ROUBOS SÃO FREQUENTES. GENERAL JORGE FELIX, EM ENTREVISTA AO GLOBO, NO FIM DE 2007

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Félix, revelou que Embraer e Petrobras, entre outras, têm sido alvo freqüente de espionagem não só por parte de outras empresas, mas até de governos estrangeiros. Segundo o general, este é um dos motivos que o levaram a propor a ampliação dos poderes de investigação da Abin. Obs:. Atente para a data da declaração do general.

POR QUE SÓ AGORA, O ROUBO VIROU UMA QUESTÃO DE ESTADO?

O Planalto encara como questão de Estado o caso do furto de computadores da Petrobras com informações sigilosas e estratégicas da companhia. Por isso, transferiu a investigação para a cúpula da Polícia Federal. Uma das hipóteses é que não se trate só de espionagem industrial, mas de obra de quadrilha internacional especializada em vender dados sigilosos especializada em obter informações sigilosas para vendê-las a governos ou empresas.

PAREM AS LICITAÇÕES!

O governo federal manterá suspensas as licitações para a exploração das reservas dos campos de Tupi e Júpiter até que o furto seja esclarecido. As concorrências para a exploração das duas regiões foram canceladas quando a Petrobras divulgou que havia um megacampo de petróleo na camada pré-sal na Bacia de Santos. O Luiz Inácio que já sabia do furto, não comentou o episódio.

PARA PENSAR:

Vocês viram. Segundo as reportagens da revista The Economist e do Estadão: 1) “Hugo Chávez quebrou a PVDSA e vai se arrebentar também”, e 2) “PVDSA não tem compradores para o petróleo da estatal”.

ELOCUBRAÇÕES:

Pela lógica, os dados terão sido levados por quem se interessa em perfurar a Bacia de Santos. Alguém, portanto, que, nos próximos leilões, terá grande vantagem em relação aos concorrentes, certo?

Ou terá sido apenas uma forçada de barra em cima de Washington. Uma ameaça velada de rompimento contratual com a Hallburton, para tentar que a Exxon amenize seus termos com o companheiro quebrado da Venezuela?

Ou, talvez, criar um fato grave que justifique o rompimento com a norte-americana e, quem sabe, contratar alguma concorrente que ofereça “melhores condições” per tutti mondi? (Venezuela e Brasil)

Vai saber! O fato é que a PVDSA está de bico aberto, necessitando urgentemente de um “chapolim colorado”. O Chávez já ameaçou o quanto pode a Exxon e nada conseguiu. Continua indo a pique com uma dívida impagável à norte-americana.

Quem sabe, com este roubo, não surja o tal “fato novo” (o qual mencionou o ex-diretor da OPEP) que possa livrar o escalpo do Chávez? Afinal, por trás dele existe uma revoluçãozinha para toda América Latina. A companheirada serve pra que?

O negócio é ficar de olho em quem vai se beneficiar com este inusitado roubo da Petrobras. O governo afirma que isto não pode ser tratado como mero “roubo de carga”, muito embora a estatal tenha dado tratamento de “mera carga” para os seus dados sigilosos.

O Lula devia tratar dessas questões de SEGURANÇA NACIONAL, com o mesmo afinco com que defende o “sigilo” de seus cartões corporativos, sob alegação de “segurança nacional”.

Roubo na Petrobrás é muito Estranho

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO
Por Gaúcho/Gabriela em sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

A Polícia Federal está investigando suposto furto de informações sigilosas da Petrobras. Um disco rígido e dois computadores portáteis que supostamente continham dados sobre as novas descobertas de petróleo da Petrobras teriam sido furtados no início deste mês no percurso entre uma plataforma da Petrobras, em Campos, e uma sede da empresa, em Macaé, ambos no Rio de Janeiro. Comentário do blog Democratas: "Estranho, muito estranho"...

PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR:

A PRIMEIRA é de Carla de Melo Dolinski, Diretora interina da Delegacia de Macaé, que está investigando o tal furto da Petrobrás:

"A Petrobras não esclareceu por que botou informação estratégica dentro de um contêiner. Eu gostaria de saber. Não acho que seja estranho, não quero especular. É comum? Eu quero saber qual é o procedimento da Petrobras."

Disse ainda a delegada: “uma das coisas que intrigam é que a única ligação oficial da Petrobras com o caso é o registro na PF. Tudo o mais (dependências, contêiner e material furtado) pertence à Halliburton. Se um funcionário seu não tivesse dado queixa à polícia, o envolvimento da estatal seguiria em segredo. A única coisa que vincula a Petrobras são as informações, porque o HD e os notebooks são de propriedade da Halliburton. A Petrobras só alega que havia informações relevantes ali dentro, mas ainda não disse por que colocou lá." – Fola de São Paulo

MAIS PERGUNTAS:

ESTA é de um delegado da Polícia Federal ontem a noite em restaurante no Leblon: "- Gente. O que é isso. “Estão brincando. Informações sigilosas estarem disponíveis na memória imediata de um notebook??? Ou não eram informações sigilosas, ou foram colocadas ali para serem roubadas. Quem da Petrobrás colocou ali ? Informações sigilosas ficam arquivadas em memória eletrônica remota, com acesso exclusivamente por senhas muito reservadas e muito seletivas. Como um sistema desses deve ser aprovado centralmente, que Diretor vai cair ? Ou... tudo bem." (publicado com autorização dele) - Do Blog do César Maia.

COMENTÁRIO:

Para variar esta é mais dessas notícias, sem nexo, jogadas na imprensa para fazer barulho. Este suposto roubo foi registrado há 14 dias e, só hoje, estourou nas páginas dos jornais. Como se trata de uma estatal apetralhada até o osso, obviamente que não devemos perder tempo elocubrando sobre a “morte da bezerra”. A única coisa que podemos ter certeza, é que não dá para levá-los a sério. Aí, tem!

Factóide, sabotagem, pirataria ou especulação?

Do portal ALERTA TOTAL
Por Jorge Serrão em domingo 17 de fevereiro de 2008

Especuladores internacionais das principais bolsas de valores querem realmente ter certeza de que são verdadeiras as informações sobre as recentes descobertas dos mega-campos petrolíferos Tupi e Júpiter – anunciadas, com todo alarde, por um desgoverno sem a menor credibilidade. Os mesmos “investidores” querem saber se existe ou não tecnologia disponível para explorar tais campos em altas profundidades e sob gigantesca camada de sal. Eis as únicas certezas de espertos lobistas do setor empresarial e político brasileiro. A veracidade sobre tais informações vai ditar o ritmo de valorização das ações da Petrobrás. Este é o único fato que realmente interessa aos mega-especuladores.

Os blocos BM-S-11 (Tupi), com reservas gigantes de petróleo, e BM-S-24 (Júpiter), com gás natural, descobertos pela Petrobras em águas ultraprofundas na Bacia de Santos, ficam no território do Rio de Janeiro, segundo estudos preliminares da Agência Nacional de Petróleo. O campo de Tupi, nova fronteira exploratória do País, tem reservas estimadas entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo. A Petrobrás tem duas sondas capazes de realizar perfurações no pré-sal, uma camada de sal com até dois quilômetros de espessura e situada entre o leito do oceano e reservas de petróleo leve. A Petrobras só deve começar os testes de longa duração no campo de Tupi no final de 2009. O projeto piloto no campo de Tupi deve começar apenas em 2010, com uma produção diária de 100 mil barris de petróleo e de 3 milhões de metros cúbicos de gás. Até esta fase, tudo é especulação.

Por isso, o tal roubo dos notebooks com informações sigilosas da empresa, têm baixa relevância. A notícia do tal furto pode ter vários objetivos. Uns suspeitam que seria um “factóide” do desgoverno Lula, para tirar os holofotes da mídia e da opinião pública sobre o escândalo dos gastos com os cartões corporativos da turma de Lula da Silva. Outros avaliam que o ataque ao container seja uma armação para prejudicar a empresa texana Halliburton – responsável pelo transporte do container enviado a Cabo Frio, dentro do qual os computadores portáteis foram afanados. Uma terceira versão admite que dados importantes da Petrobrás foram realmente pirateados.

Essa última é a que mais agrada ao discurso oficial. Para o ministro da Justiça, Tarso Genro, existem indicações, embora ainda não definitivas, de que governos estrangeiros estariam interessados nos segredos da Petrobras. Se as expectativas sobre o campo de Tupi se confirmarem, o Brasil entrará no seleto grupo dos oito maiores produtores de petróleo do mundo. Tarso comentou com assessores na sexta-feira: "Não é um caso som de espionagem de empresas que querem entrar em licitação. São interesses geopolíticos". O caso é investigado pela Polícia Federal, subordinada a Tarso.

A versão sobre o roubo de informações estratégicas da Petrobrás é notícia muito velha, porém não divulgada abertamente aos brasileiros. No começo da década de 80, alguns geólogos comentavam, em círculos fechados de palestras, que dados geológicos da empresa eram surrupiados durante o transporte em helicópteros entre as plataformas marítimas até terra firme. Há mais de 30 anos, com base em dados seguros pirateados, grandes investidores internacionais e as empresas petrolíferas sabem do potencial petrolífero brasileiro, embora o nosso óleo seja muito pesado e de má qualidade para o refino.

O diretor de Comunicações da Associação dos Engenheiros da Petrobrás, Fernando Siqueira, advertiu ontem que a confirmação pela Petrobrás do roubo de informações sigilosas da companhia é mais um motivo para se cancelar os leilões das bacias sedimentares brasileiras: “Com os dados sigilosos nas mãos, os interessados terão informação privilegiada para disputar os leilões promovidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e arrematar os melhores campos”.

Fernando Siqueira denunciou que a Lei 9478/97, aprovada durante o governo Fernando Henrique Cardoso, já era absurda em obrigar a Petrobrás a entregar à agência reguladora suas pesquisas (banco de dados), sob pena de perder a concessão de determinado bloco. O mais gritante foi que a ANP entregou informações resultantes das áreas de pré-sal antes do prazo de cinco anos, estabelecido em lei. “A ANP divulgou tais dados para as empresas concorrentes. Tal atitude revela a falta de decência, falta de zelo e falta de patriotismo”.

Fernando Siqueira pegou ainda mais pesado e a grande imprensa amestrada lhe deu quase nenhum espaço. O diretor da Aepet denunciou que o então superintendente de Gestão de Informações da ANP, Sérgio Possato, saiu da agência reguladora com os dados da Petrobrás debaixo do braço e os utilizou como mercadoria a ser negociada por sua empresa. Siqueira sustenta que Possato passou a vender o resultado das pesquisas da Petrobrás para empresas, na sua maioria multinacionais, no 6º e 7º leilões da ANP. O diretor da Aepet lamenta que nada tenha acontecido com ele, apesar do tráfico gritante de informações sigilosas da Petrobrás.

Outra excelente analise do caso do roubo de um notebook no container da Petrobrás foi enviada ao Alerta Total pelo leitor Rafael: “A PETROBRÁS é uma empresa que implementa todas as práticas de administração segura e transparente (como SOX, ITIL, COBIT) e faz rígido controle disso, aplicando punições administrativas nos funcionários que não seguem as normas de segurança estabelecidas. A PETROBRÁS possui um contrato GUARDA-CHUVA com a Checkpoint, uma das maiores empresas em segurança de dados do mundo. A Checkpoint, por sua vez, possui uma solução dedicada a CRIPTOGRAFIA DE DADOS EM DISPOSITIVOS MÓVEIS chamada POINT SEC”.

Confira em: http://www.checkpoint.com/products/datasecurity/mobile/index.html

Rafael prossegue: “Ainda que não tenham o produto da empresa acima, as especificações técnicas da PETROBRÁS de aquisição de notebooks pedem que o produto a ser fornecido contenha obrigatoriamente o chip do tipo TPM (Trusted Platform Module) e DRIVE LOCK que, para simplificar, é uma solução interna do notebook que DESABILITA o disco rígido se o portador não souber a senha. Neste caso, não se trata nem de embaralhar dados. O disco fica INUTILIZADO MESMO, tanto para leitura quanto para reaproveitamento (não tem nem como formatar). E a senha é gravada na BIOS, não tem acordo”. Por fim, o atento observador Rafael apela ao princípio de Ockham. "Quando há muitas explicações para um mesmo fato, a mais simples é a correta":

“Então vamos lá: Explicação 1: uma mudança de escritório fez com que todos o mobiliário, papelada e equipamentos, inclusive um portátil com informações sensíveis que afetam diretamente o negócio da empresa, fossem parar num container de uma empresa norte-americana, possível aliada do atual presidente, e nenhum funcionário da Petrobrás quis levar o notebook na mão, ou sabia do conteúdo deste equipamento, preferindo deixá-lo junto com a mudança e sem nenhuma proteção de dados, mesmo sabendo das rígidas regras do depto. de CSO da Petrobrás. Entre centenas de containers, os ladrões escolheram JUSTAMENTE o que tinha o notebook, que por sua vez era o notebook com as info. sigilosas sem proteção nem por software nem por chip, e só roubaram isso. Explicação 2: alguém queria vender a informação e simulou um furto. Qual é a verdadeira?”.

Eis mais um dos muitos mistérios insondáveis no atual desgoverno do chefão Luiz Inácio Lula Silva que, neste fim de semana, curte o friozinho da Antártida, acompanhado de sua esposa Marisa Letícia e do magnífico gênio empreendedor que é seu filho Fábio Luiz da Silva. A imprensa chama o nosso herói de “Lulinha”. Acontece que ninguém (na família ou no círculo de amigos do dono da empresa Gamecorp) trata o rapaz como um molusco de menor estatura. E a Presidência da República, através de seu nervoso Boncheviquepropagandaminister Franklin Martins, deixou bem claro à grande Nação Corinthiana que o “Fábio” pagava a passagem do bolso dele. Afinal, ele pode. E quem pode pode...

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Desmontando Chávez

Do blog MOVIMENTO ORDEM E VIGÍLIA CONTRA A CORRUPÇÃO

Apesar do discurso antiimperialista do presidente venezuelano, os EEUU são seu principal sócio comercial – e a Espanha é o sexto destino de suas exportações. Os negócios com o “mister-perigo” como chama Chávez a Bush, vão de vento em popa. Já, a redução da pobreza, nem tanto.
“A característica do socialismo do século XXI é o anti-imperialismo, o que implica enfrentar a Bush, como faz o Chávez”. As palavras do ex-presidente venezuelano, José Vicente Rangel, mão direita do caudilho venezuelano, revelam a incongruência de um regime que tem como bandeira a cruzada antiamericana, porém, que enche os bolsos com os dólares americanos.

“A Venezuela é o quinto exportador de óleo cru e cujo pressuposto para 2008, depende uns 50% desta atividade. O país vende 60% de sua produção ao gigante do norte. No entanto, Chávez se diverte com bravatas como aquela que protagonizou em setembro de 2006 na ONU, quando comparou Bush com o demônio, e se dedica a proclamar para todo o continente, “que morra o império”, a economia mais corrupta do mundo.

Ora, petróleo da PDVSA e de sua filial nos EEUU (Citgo), geraram 80% das divisas da Venezuela, e muito provavelmente enche os tanques das limusines em Washington, bem como de carros destacados para combate no Iraque.

Apesar de ter diminuído um pouco o fornecimento de cru para os EEUU, a verdade é o que a Venezuela é o quarto maior fornecedor dos americanos, ficando atrás somente do Canadá, Arábia Saudita e México.

É certo que Chávez está tratando de todas as maneiras de reduzir sua produção para os EEUU, tentando atrair a China com a promessa de destinar-lhes 500.000 milhões de barris diários em 2008, e tem como meta fornecer-lhes 1 milhão de barris diários até 2010. O certo, no entanto, é que à medida que o petróleo venezuelano viaja para mais longe, mais se reduz o benefício, por barril, para Caracas.

A verdade é que o discurso socialista do século XXI se abriga na luta contra a pobreza, justamente o terreno onde se percebe avanços muito abaixo do esperado. 35% dos venezuelanos seguem sobrevivendo com menos de dois dólares por dia, e as previsões de uma inflação de 19% para o ano que vem, não são nada animadoras.

Porém, Chávez segue explorando o incidente com o Rei da Espanha, de forma a tentar tirar as atenções sobre o referendo de 02 de dezembro, que pretende lhe outorgar poderes ilimitados.

Notícias 24 horas – Material do Jornal La Razón.
Vários gráficos ilustram a matéria sobre a venda de petróleo da Venezuela. - Veja aqui.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Lula, o campo de petróleo da Bacia de Campos e a falta de gás

No dia 22 de setembro de 1999, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso, o jornal Estado de São Paulo publicou reportagem de Isabel Braga com o seguinte título:

"Descoberto campo gigante na Bacia de Santos".

No mesmo dia, na Folha de São Paulo, a manchete de economia era:

"FHC anuncia megacampo de petróleo".

As duas notícias, de 1999, davam conta da existência da reserva de petróleo em águas profundas na Bacia de Santos. Na última quinta-feira, oito anos depois de FHC, o presidente Lula e a ministra Dilma anunciaram, como se fosse novidade, a mesma descoberta que já tinha sido anunciada por FHC.

Com isto saiu da mídia as notícias sobre a falta de gás...

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".