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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Organização dos Estrumes Americanos a serviço do totalitarismo do Socialismo do Século XXI, a sociedade sociopata do Foro de São Paulo

Fonte: FUERZA SOLIDARIA
28 Sep 2009

EDITORIAL com Alejandro Peña Esclusa da Fuerza Solidaria e da UnoAmérica.



Algo muy grave está pasando con los organismos multilaterales latinoamericanos. En lugar de defender la democracia y las libertades, como les corresponde hacer, están favoreciendo los intereses del totalitarismo chavista. En el editorial de esta semana, Peña Esclusa explica el por qué de este extraño comportamiento y hace un llamado a los venezolanos para que no hagan caso a la OEA y busquen caminos pacíficos, democráticos y constitucionales -más no electorales- para lograr un cambio de gobierno.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

MAG tenta responder sobre o Foro de São Paulo e outros - BAND FM

Marco Aurélio Garcia tenta mas como sempre não consegue disfarçar que o Brasil está firmemente engajado ideologicamente com o que existe de pior enquanto visão de mundo, a sociedade desgraçada pela ação de psicopatas/sociopatas. Mas isto não é novidade para ninguém.

Tenta justificar nesta entrevista feita pela BAND FM que o Brasil teria direito de criticar as bases colombianas que receberão soldados americanos mas Hugo Chávez pode sim, sem nenhum problema, fazer exercícios com Rússia recebendo navios atômicos russos na Venezuela.

Notem também o que ele diz que seria inconstituicional na deposição do Zé-laya lá de Honduras: é porque Zé-laya foi despachado de manhãzinha de pijamas. Que Constituicão esta de Honduras, hein?!?!? Não se pode mandar ninguém embora de pijama pela manhã!!! Tem mais: MAG diz que Zé-laya é conservador!!! Putz!!! O cara tem milhares de fotos pela internet afora ao lado do bando do Foro de São Paulo, anda de avião com Hugo, como poderia ser conservador?

Tem também as armas que Hugo "perdeu" para as FARC, caso que MAG diz não ter muita informação mas logo em seguida dá um monte de "respostas" sobre o assunto...

Por fim ele diz que não gosta de comentar sobre a "realidade de países outros". A entrevista são quase 30 minutos de MAG falando sobre estes tais "países outros"...

É ou não uma gracinha? Ou um MAGracinha?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Que é o Foro de São Paulo?

Que é o Foro de São Paulo?
por Alejandro Peña Esclusa em 16 de outubro de 2002


Alejandro Peña Esclusa, presidente da Força Solidária - que organizou as passeatas-monstro contra Hugo Chávez - denuncia: o Foro de São Paulo vive de narcotráfico, seqüestro, assalto a banco e roubo de gado.


© 2002 MidiaSemMascara.org

Interrogado pelos jornalistas, Raúl Reyes, líder guerrilheiro colombiano, admitiu em sua recente visita à Venezuela que as FARC formam parte do chamado Foro de São Paulo. Vejamos a que se referia.

Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional latino-americana.

Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro convocou em 1990, junto com Luis Inácio “Lula” da Silva, todos os grupos guerrilheiros da América Latina a uma reunião na cidade de São Paulo. Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México. Alí decidiram formar uma organização que se auto-denominou Foro de São Paulo.


Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo. Gorriarán Merlo foi fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que há três anos e meio tomou a residência do embaixador japonês em Lima.


O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação permanente, e até produz uma revista trimestral própria, denominada América Libre (Cavaleiro do Templo: com Chico Buarque, Stédile e outros lixos brasileiros metidos no meio, clique aqui). Estabeleceu uma forma sólida e permanente de financiamento, baseada em sequestro, roubo de gado, cobrança de impostos, assaltos a bancos, pirataria, narcotráfico e demais atividades ilegais que rotineiramente praticam os grupos guerrilheiros na América Latina.


Tendo em vista que o marxismo dos anos sessenta já estava caduco e desprestigiado, os diretores do Foro de São Paulo decidiram adotar formalmente diversos disfarces: um foi o do indigenismo, ou a suposta luta pelos direitos dos indígenas, para encobrir a formação de grupos guerrilheiros (Exército Zapatista de Libertação Nacional), e também a promoção do separatismo, argumentando que os territórios ocupados pelas tribos indígenas são próprios e não do Estado nacional. Outro foi o do ecologismo radical que, alegando a proteção do meio ambiente, justificou a ação de terroristas que obstaculizaram o avanço do Estado em obras públicas de infraestrutura como rodovias e tensão elétrica. E finalmente, o de uma versão extremista da chamada Teologia da Libertação (Frei Betto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns), com o objetivo de dividir a Igreja Católica e justificar a violência com argumentos supostamente cristãos.


Segundo um informe da AP, datado em Montevidéo, Hugo Chávez se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995. Isto foi confirmado por Pablo Beltrán, líder do ELN, em uma entrevista realizada pela Globovisión em 17 de novembro de 1999.


Financiamento do narcotráfico


Há quatro anos o investigador colombiano Jesús E. La Rotta publicou um livro intitulado As Finanças da Subversão Colombiana, no qual revela os resultados de suas investigações sobre as fontes de financiamento das FARC, do ELN e do EPL.


Fazendo uso de numerosos gráficos e tabelas, La Rotta identifica seis formas ou modos gerais por meio dos quais os guerrilheiros colombianos obtêm entrada de dinheiro, a saber: a extorsão em menor escala, como os impostos, o bilhete e a cobrança de pedágios, de onde obtêm um total de 1.030 milhões de dólares ao ano; a extorsão em grande escala a empresas nacionais e multinacionais nos diversos setores como o petroleiro, agrícola, pecuário, industrial, comercial e financeiro, de onde arrecadam 5.270 milhões de dólares anuais; o abigeato ou roubo de gado, de onde recolhem 270 milhões de dólares anualmente; os assaltos, por meio dos quais conseguem 400 milhões de dólares ao ano; a pirataria, seja terrestre, fluvial, marítima ou aérea, que lhes rende 150 milhões de dólares em depósitos anuais e, finalmente, o narcotráfico, de onde obtêm 1.130 milhões de dólares ao ano. Tudo isso soma oito mil duzentos e cinquenta (8.250) milhões de dólares ao ano, cifra muito superior aos orçamentos de todas as Forças Armadas Nacionais de todos os países andinos.


Todavia, La Rotta admite que se tratam de cifras de 1994, e explica que “os grupos subversivos, em particular as FARC e o ELN, entraram em franco processo de substituição dos cartéis da droga desmantelados e que, cumprido tal processo, se fechará o círculo do enriquecimento quando incorporarem em plenitude o produto global do narcotráfico, que pode representar-lhes depósitos de dinheiro superiores”.


Poucos meses depois de haver-se publicado o livro de La Rotta, saiu o livro O Cartel das FARC, elaborado por major colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido, o qual alega que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia constituem o terceiro e mais poderoso cartel das drogas.


Embora já existissem provas da vinculação do ELN e das FARC com o narcotráfico, os documentos retidos em 31 de janeiro de 1996 das quadrilhas 14 e 15 das FARC, por tropas da Brigada 12 em Paujil (Caquetá), comprometem ainda mais os guerrilheiros com o tráfico de drogas: aparecem as frequências de VHF e inúmeros telefonemas dos capos do Cartel de Cali, assim como atas de reuniões entre as FARC e os narco-traficantes.


O livro está cheio de afirmações impressionantes, como esta: “A infraestrutura do cartel das FARC tem todos os elementos de organização e controle próprios dos bandos de mafiosos que inundam o mundo civilizado com o tráfico ilícito de cocaína, com o agravante de que ameaçam camponeses, envolvendo-os com as milícias bolivarianas e o partido comunista clandestino. A ação dos delinquentes do cartel das FARC ultrapassa as fronteiras nacionais”.


Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a ONG que organiza os protestos populares contra o governo Hugo Chávez na Velezuela.


Tradução: Graça Salgueiro


http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=145 (obs.: este link está, agora, fora do ar)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Do site do PT: Declaração Final do Foro de SP defende luta pelo socialismo

Fonte: SITE DO PT

Vejam duas coisas:

A luta pelo SOCIALISMO, ou COMUNISMO NENÉM ("Após o socialismo uma fase superior se desenvolveria: o comunismo" - KARL MARX em http://cavaleirodotemplo.blogspot.com/2008/10/o-ltimo-estgio.html) e as homengens às FARC feitas em encontro do Foro de São Paulo. Mais provas? Veja o vídeo do encontro também:



O que precisa mais aparecer para que o mundo entenda que estamos no meio de uma guerra contra sociopatas e criminosos dos mais perigosos que já existiram?

Vamos ao artigo que está no site do próprio PT:

Com uma longa intervenção do presidente nicaragüense Daniel Ortega e outra do senador frenteamplista uruguaio José Mujica, foi encerrada no domingo (25) a 14ª edição do Foro de São Paulo. As atividades ocorreram no belo palácio que abriga a sede do Mercosul, às margens do Rio da Prata, numa avenida beira-rio da capital uruguaia.


Em três dias de reunião, com a participação de 844 delegados de 35 países da América Latina e Caribe — ademais de convidados de outras partes do mundo —, o Foro foi concluído com a aprovação de uma firme e contundente Declaração Final. O texto aponta para o chamado de que “seguiremos reafirmando nossa inquebrantável vontade de luta para conquistar a definitiva libertação de nossos povos e pelo socialismo”.


Nestes dias na capital uruguaia, o PCdoB esteve representado por José Reinaldo Carvalho, secretário de Relações Internacionais, e por Ronaldo Carmona, da Comissão de Relações Internacionais do partido. Também a UJS esteve presente na reunião de juventude do Foro, através de Ticiana Álvares, responsável por solidariedade internacional da organização juvenil.

A deputada federal Manuela D’Ávila — após reunião com o prefeito de Montevidéu, Ricardo Erlich, na qual foi acompanhada por Carmona — participou na sexta-feira de uma reunião dos parlamentares dos Partidos membros do Foro. Já José Reinaldo participou no sábado, em nome do partido, da mesa de abertura do Encontro, que debateu a situação política internacional.

Em sua fala, o dirigente do PCdoB destacou três tendências que marcam o quadro internacional. Em primeiro lugar, está a crescente e permanente ameaça dos Estados Unidos contra os povos do mundo, a partir de conceitos como o das guerras preventivas — materializados em feitos como o conflito guerra contra o Iraque e o Afeganistão e a recriação da IV Frota Naval estadunidense na América Latina

Também é possível classificar como “tendência” a intensa reação de povos e nações soberanas contra essas ameaças, destacadamente na América Latina e no Oriente Médio; e o surgimento de novos atores no cenário internacional que apontam para uma gradual mudança no quadro de forças no mundo, destacadamente China e Rússia.

O secretário do PCdoB também analisou a atual crise econômica internacional sob a ótica dos desequilíbrios estruturais do imperialismo norte-americano. Por fim, valorizou a nova realidade política da América Latina. Após viver dois ciclos reacionários — o das ditaduras militares e o do neoliberalismo —, a região vive um ciclo democrático e de acumulação de forças contra a hegemonia neoliberal.

José Reinaldo chamou a solidariedade com os povos ameaçados pelo imperialismo estadunidense — destacadamente com a Venezuela e com a Bolívia — e defendeu a ampla unidade antiimperialista dos povos do mundo.

O Plenário do encontro também retificou a decisão de incorporação do PCdoB como membro efetivo do Grupo de Trabalho (GT) do Foro de São Paulo. Trata-se da instância de coordenação do Foro entre um encontro e outro, que busca coordenar ações e iniciativas comuns a forças de esquerda da América Latina e Caribe.

Entre outras responsabilidade, caberá ao Grupo de Trabalho organizar as principais campanhas e iniciativas decididas na reunião de Montevidéu. Destaca-se a necessidade de apoiar ao presidente boliviano Evo Morales no referendo de seu mandato em agosto próximo.

Declaração Final
A Declaração Final do encontro, proposta a cargo de uma comissão de partidos que incluiu o PCdoB, retrata os principais debates ocorridos nestes dias em Montevidéu. O documento começa denunciando as grandes ameaças que pairam sobre os povos do mundo, como as políticas de guerra e de agressões por parte do imperialismo norte-americano, cujo objetivo é “frear o desenvolvimento autônomo de nossos países e os processos de unidade e integração”.

O texto denuncia as ameaças ambientais que estão gerando as mudanças climáticas no planeta, as ameaças de recessão mundial provocadas pela crise norte-americana e a crise mundial de alimentos, ameaçando com a fome muitos povos do mundo.

Em seguida, a declaração valoriza o novo momento político da América Latina, registrando que 13 paises da região participam dos governos nacionais partidos e membros do Foro de São Paulo. A lista dos treze países — nas quais partidos membros do Foro participam em distintos níveis — contém Uruguai, Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Cuba, Equador, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Republica Dominicana e Venezuela.

A declaração registra que “as forças progressistas do continente que se encontram no governo buscam por distintas vias implementar projetos que, de acordo com as características próprias de cada país, lhes permitam encarar os principais problemas que o neoliberalismo gerou”, para em seguida apresentar um conjunto de convergências destes novos governos progressistas da região.

O documento denuncia um conjunto de ações do “bloco conservador” contra as mudanças, que possui diversas características. Em seguida o texto se solidariza com a Colômbia – chamando a uma saída negociada do conflito armado – e homenageia Cuba, às vésperas dos 50 anos de sua revolução.

A declaração chama a convergência dos diversos processos de integração (Mercosul, Comunidade Andina, Caricom, Alba-TCP) e saúda a assinatura do Tratado Constitutivo da União Sul-americana de Nações (Unasul) na ultima sexta-feira, em Brasília. Também se lê o apoio ao Banco do Sul e a proposta de criação do Conselho Sul-americano de Defesa.


O discurso de encerramento coube ao presidente nicaragüense Daniel Ortega, que pronunciou um vigoroso e contundente discurso antiimperialista. Nele, o presidente nicaragüense prestou suas condolências às Farc pela morte de seu líder Manuel Marulanda, o Tirofijo, recordando de suas reuniões com o líder insurgente na zona de San Vicente de Caguan, no governo de Pastrana.

Ortega denunciou as falsas qualificações de “terrorismo” por parte dos Estados Unidos e da União Européia e lembrou que os povos da América Latina bem sabem o que é terrorismo, tendo em vista a política de agressões pelo imperialismo norte-americano.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A palhaçada da Unasul contra o futuro da Colômbia

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
CEL. LUIS ALBERTO VILLAMARÍN PULIDO | 13 AGOSTO 2009
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO


Assim como Chávez deixou conhecer suas verdadeiras intenções e auto-deletou sua afinidade política e ideológica com as FARC quando Uribe o retirou da mediação para libertar os seqüestrados, agora Lula deixou reluzir sua verdadeira pele de lobo, quando seu chanceler Amorim disse, em outras palavras, que combater as FARC e o terrorismo com o apoio dos Estados Unidos punha em risco a segurança brasileira.


Os peões de Fidel Castro na América Latina estão empenhados em legitimar as FARC, apoiar a ofensiva final do grupo terrorista contra a institucionalidade colombiana e integrar o país à empulhação comunistóide de Chávez, Correa, Evo Morales e demais governantes marxistas-leninistas do hemisfério.

Na busca do sinistro objetivo, os terroristas das FARC e os delinqüentes de colarinho branco que os acolitam, recorrem às trapaças que forem necessárias.
Por exemplo, com o mesmo cinismo que negou ser o cérebro da trama que permitia Raúl Reyes ter um acampamento no Equador, e que é de conhecimento geral que agora Joaquín Gómez vive na mesma zona, Rafael Correa ordenou a seus assessores que fizessem uma montagem grosseira com um suposto diário pessoal de Reyes.

Porém, a farsa foi tão vulgar e rasteira que os falsificadores não intuíram que dentre os documentos autênticos encontrados na guarida de Reyes, havia vários textos escritos de próprio punho e letra do terrorista abatido, cuja caligrafia não coincide com a que o diário equatoriano apresenta. E o que é pior, que a linguagem utilizada com termos cotidianos usados pelos equatorianos não corresponde ao jargão das FARC, nem ao modo particular de Raúl Reyes falar.

Por sua parte, o boquirroto mandatário venezuelano, que amiúde desconecta o cérebro da língua para falar, saiu ante os meios de comunicação com uma sandice mais incoerente que a de Correa. Para tratar de justificar porquê as FARC tinham em uma cova alguns lança-foguetes de fabricação sueca comprados pelo governo venezuelano para dotar a Força Armada do país vizinho, teve o cinismo similar ao de Correa de dizer que essas armas foram roubadas em 1995 pelas FARC, da Guarda Nacional venezuelana.

Porém, os fatos o desvirtuam por completo e apresentam Chávez uma vez mais perante a opinião pública como o que ele é: um bufão mentiroso. Uma patrulha de contra-guerrilhas não utiliza esse tipo de foguetes, que por suas características táticas e técnicas estão desenhados para combates de guerra regular em operações em campo aberto contra tanques, elementos blindados ou infantaria mecanizada. E em poder de grupos terroristas como a OLP ou Al-Qaeda, são utilizados para disparar contra helicópteros que voam a baixa altura ou desembarcam tropas, em terrenos desérticos ou áreas urbanizadas.

Isto infere que é improvável e inexplicável que uma unidade da Guarda Nacional venezuelana, em cumprimento de missões de vigilância rural, pudesse ter em sua dotação este tipo de arma, cuja munição é pesada, incômoda de carregar e que, evidentemente, afeta a mobilidade por entre a selva.

Assim como Chávez deixou conhecer suas verdadeiras intenções e auto-deletou sua afinidade política e ideológica com as FARC quando Uribe o retirou da mediação para libertar os seqüestrados, agora Lula deixou reluzir sua verdadeira pele de lobo, quando seu chanceler Amorim disse, em outras palavras, que combater as FARC e o terrorismo com o apoio dos Estados Unidos punha em risco a segurança brasileira.

Finalmente, com uma linguagem de criador de caso, o indígena cocalero que governa a Bolívia desqualificou a decisão autônoma e autárquica do governo colombiano ao permitir a presença de membros das Forças Militares dos Estados Unidos em algumas unidades militares colombianas, com o fim de combater o terrorismo comunista e o narcotráfico que é sua principal fonte de financiamento.

É sintomático. Chávez, Correa, Lula e Evo Morales não estão preocupados de que supostamente se viole a soberania de um país ao permitir a presença de "tropas estrangeiras", pois na prática estes conspiradores contra a Colômbia são peões de Fidel Castro, que os manipula a seu arbítrio.

Cegos, surdos e mudos frente à realidade. Não vêem nem querem ver que o experimento totalitário do ditador cubano resume 50 anos de terrorismo comunista e sintetiza a infertilidade da estupidez comunista, enceguecida em oprimir e torturar seus próprios povos.

Além disso, produz comichões em todos os governantes comunistas filiados ao Foro de São Paulo, saber que com a tecnologia de ponta fornecida pelo governo norte-americano as comunicações dos terroristas serão interceptadas com facilidade, os acampamentos localizados para depois ser bombardeados, e os carregamentos de coca que saem pelo Equador, Venezuela, Brasil e Bolívia para o primeiro mundo poderão ser interceptados.

Neste sentido, Correa, filho de um delinqüente que foi encarcerado por narcotráfico nos Estados Unidos, e que naturalmente é beneficiário do dinheiro sujo das drogas ilícitas, cada dia resulta mais untado de coca, terrorismo e farsas comunistas.

Desde antes de tomar posse como des-governante do Equador, desatou uma intensa campanha de propaganda leninista contra a Colômbia, porque as Forças Militares estavam destruindo as finanças das FARC na fronteira binacional e assim não poderiam continuar sustentando-o no poder, ou ajudando com dinheiro para criar os comitês binacionais de vigilância revolucionária organizados pelas FARC e os cappos do narcotráfico de ambos os países.

A presença militar norte-americana nas bases colombianas põe totalmente um cala-boca em Chávez, pois neutraliza as intenções bélicas do boquirroto mandatário que já não poderá executar o "Plano Guaicapuro" [1] contra a Colômbia, devido a que os membros das Forças Militares dos Estados Unidos estão meio a meio.

A inteligente, oportuna e transcendental decisão do governo Uribe, de fortalecer com tecnologia de última geração as tropas encarregadas de combater e destruir as estruturas terroristas, tem incomodado muito os cúmplices das FARC.

Porém, enquanto toda esta trama se tece desde fora da Colômbia, dentro os politiqueiros de sempre andam imersos em um novo capítulo da pátria boba.

Vivo reflexo de seu mentor Alfonso López, o desavergonhado ex-presidente Cesar Gaviria lança toda uma série de gracejos indecentes contra Uribe, obstaculiza com fraudes politiqueiras as decisões do atual presidente, tece todo tipo de conchavos com aqueles que têm sangrado o erário público e faz campanha aberta, primeiro para tratar de repetir seu desprestigiado governo e segundo, para abrir o caminho a seu delfim Simon.

Por seu lado, a leviana e oportunista Noemí regressou do exílio dourado da diplomacia, custeada com os impostos que os colombianos pagamos, com o egoísta desejo de manter-se no meio, quer dizer, para buscar uma abundância de votos que no final da próxima campanha presidencial lhe permita continuar na sua eterna figuração pessoal, como embaixadora ou ministra. Além disso, é desleal até a morte.

Em vez de agradecer a Uribe que a manteve sete anos vivendo como uma rainha na Europa, Noemí o traiu e se lançou à politicagem, porque como todos os dirigentes políticos que nos mal governaram durante quase dois séculos, só pensa nela e não na Colômbia.

Com sobeja razão López Michelsen dizia que Noemí Sanín é o mesmo que ver Andrés Pastrana de saia. E Samper dizia que é uma mulher tão firme em suas paixões quanto débil em suas convicções. Nem mais nem menos. O grave é que há quem acredite em suas etéreas ofertas.

Por outro lado, Pardo Rueda se esqueceu de que, produto de sua inaptidão como primeiro ministro da Defesa civil, começou a se desenvolver a etapa mais crítica e sinistra do Plano Estratégico das FARC. Também se esqueceu de que, como qualquer camaleão tornou-se uribista por conveniência, com a finalidade de obter um assento no senado, escudado no nome de Uribe. E agora também lhe pegou a estocada pelas costas. É um dos críticos de tudo o que o governo faz e quem nele acredita, em particular nos assuntos sensíveis nos quais Pardo brilhou por sua incompetência.

Entretanto, Ernesto Samper, talvez o mais inepto e o mais cínico dos ex-presidentes colombianos de toda a história, ansioso por ser reeleito para continuar a sistemática sangria da Colômbia, deixou conhecer suas verdadeiras intenções. Devido a que sua campanha presidencial fora financiada pelo cartel de Cali e por esta razão perdeu até o visto para entrar nos Estados Unidos, encontrou em Hugo Chávez um sócio de trapaças, tentam tirar Uribe do caminho e se mostrar como uma vítima dos gringos.

Desavergonhado, e seguramente que é o que realmente buscam as FARC e Chávez, Samper é tão descarado que pensa que os vai manipular como costuma fazer. E o senador Galán, que parece viver em Marte, porém busca prebendas politiqueiras pessoais na Colômbia, tem o descaramento de sugerir que o governo nacional creia que os mandatários pró-terroristas do Equador, Venezuela e Brasil, obram de boa-fé. Bem-aventurados os mansos porque lhes farão a cirurgia de pé.

Em boa hora o presidente Uribe evitou a emboscada comunista que a cúpula da Unasul lhe havia preparado.

Já é hora de que Noemí, Galán, Samper e os demais desinformados saibam que as FARC têm um plano estratégico para tomar o poder e impor uma ditadura similar à cubana. Que para as FARC e seus cúmplices, os dirigentes políticos tradicionais colombianos são os inimigos que devem desaparecer do mapa, porém que no momento devem aliar-se ou destruí-los.

E que, desde a ótica fariana, não haverá paz na Colômbia enquanto as forças marxistas-leinistas não estejam no poder porque, segundo sua cenozóica visão da política, o mundo está em permanente guerra de classes e essa guerra só termina no dia em que o comunismo governe, desapareça a propriedade privada e se imponha uma ditadura do proletariado.

Assim pensam as FARC, Lula, Correa, Evo, Ortega, a Kirchner e os demais comunistas chiques que desgovernam alguns países do hemisfério.



[1] Esse foi um plano elaborado por Chávez como estudo para prova nas escolas de Inteligência da Força Armada Nacional, no qual se simula um ataque a um país fictício hostil, que recebe ajuda de um outro com temeroso poderio bélico. Naturalmente esses países hostis são a Colômbia e os Estados Unidos, embora eles apareçam com nomes de cores em vez dos seus originais. E, naturalmente também, o fictício país que representa a Venezuela os derrota.

Tradução: Graça Salgueiro

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Chávez perdeu o pleito das bases

Fonte: MÍDIA SEM MÁSCARA
EDUARDO MACKENZIE | 13 AGOSTO 2009
NOTÍCIAS FALTANTES - FORO DE SÃO PAULO


A abertura de sete bases militares colombianas às tropas norte-americanas, o que não é o mesmo que a criação de sete bases norte-americanas na Colômbia, como a propaganda "bolivariana" trata de fazer crer, é algo que nem Caracas nem seus aliados do Foro de São Paulo haviam previsto.



Os aparatos políticos da desestabilização na Colômbia foram chamados pelo regime de Caracas à mobilização geral.

Sua tarefa prioritária: impedir a assinatura dos acordos entre Bogotá e Washington sobre a presença de tropas norte-americanas em bases militares da Colômbia. Ante a dificuldade de impedir tal assinatura, Caracas trata por todos os meios de negociar, ao menos através de terceiros, uma redução do alcance desses acordos. Para isso o regime venezuelano utiliza o partido esquerdista colombiano Polo Democrático e os amigos que ainda lhe restam, como o ex-presidente Ernesto Samper (1994-1998) nas altas esferas da classe política colombiana.

As manobras do palácio de Miraflores contra esses acordos têm um certo fedor de desespero. O presidente Hugo Chávez se sente realmente desestabilizado pelo reforço da presença de militares norte-americanos na Colômbia. O chefe de Estado venezuelano não poupa esforço algum nestes dias para tratar de frear ou de desviar essa dinâmica. Chávez se mobiliza, ameaça, gesticula, intriga e exige e, além disso, que seus seguidores na Colômbia e em outros países façam outro tanto. Desde seu bunker, medicado em Havana, Fidel Castro respondeu a seu chamado e estimou que o pacto colombo-americano é "uma ameaça para a Venezuela e para toda a região".

A abertura de sete bases militares colombianas às tropas norte-americanas, o que não é o mesmo que a criação de sete bases norte-americanas na Colômbia, como a propaganda "bolivariana" trata de fazer crer, é algo que nem Caracas nem seus aliados do Foro de São Paulo haviam previsto. Caracas se dá conta hoje, um pouco tardiamente, de que ordenar ao presidente equatoriano Rafael Correa o fechamento da base de Manta e ao cessar, Venezuela e Equador, toda a colaboração com os Estados Unidos na luta contra o tráfico de drogas, o chavismo cometeu um erro maiúsculo, pois aumentou as possibilidades de os Estados Unidos e a Colômbia encontrarem uma solução de recambiar esses dois importantes tropeços.

Os novos acordos militares entre Bogotá e Washington têm por marco a luta contra o narcotráfico e as organizações terroristas. São também o resultado necessário do rearmamento desproporcionado da Venezuela e das reiteradas ameaças bélicas e políticas que o mandatário venezuelano lança com muita freqüência contra a Colômbia, sem falar do apoio, cada vez mais evidente, que Caracas presta aos movimentos terroristas colombianos FARC e ELN. Em outras palavras, Hugo Chávez está colhendo os frutos amargos de sua política exterior briguenta e provocadora.

Nunca a Colômbia tinha se visto em uma situação geopolítica como a atual. Uma potência petroleira mundial vizinha, apesar dos laços históricos que unem as duas nações, utiliza todo seu potencial econômico, financeiro e militar para tratar de derrubar o governo colombiano, democraticamente eleito, e alterar a continuidade de sua tradição liberal e civilista. Tudo isso mediante o fomento visível de uma guerrilha comunista degenerada e o auspício de oposições pseudo legais e extremistas dentro do país. Essa potencia petroleira tenta, por outra parte, cercar a Colômbia pelo sul, pelo oriente ou pelo norte, com regimes agressivos e liberticidas, dirigidos com grande desfaçatez pelos regimes "revolucionários" de Cuba e Venezuela.

A resposta do Estado e da nação colombiana a esses graves desafios é conhecido de todos: a eleição e a reeleição de um presidente de mão firme contra a subversão armada, e um respaldo popular quase unânime e durável a uma política de defesa e segurança nacional que inclui agora a renovação dos acordos militares tradicionais entre a Colômbia e os Estados Unidos.

Hugo Chávez devia ter pensado nisso antes de empreender sua longa campanha que leva mais de uma década de humilhações e ameaças militares, comerciais e diplomáticas contra a Colômbia, sobretudo desde que dispôs de aviões russos de combate. Ele está colhendo o que plantou.

A aprovação de Bogotá de um reforço da presença militar norte-americana na Colômbia, ocorre precisamente em uma conjuntura dramática para o regime "bolivariano". O fracasso da aventura golpista em Honduras e a queda de Zelaya não só deixou Caracas sem um peão essencial que ia reforçar seus planos na América Central, senão que serviu para abrir os olhos aos demais povos do continente sobre os métodos sinistros que a dupla Castro-Chávez é capaz de utilizar contra as sociedades democráticas.

Durante duas semanas o presidente da Venezuela apelou aos mais histéricos anúncios para tratar de parar ou travar as negociações Bogotá-Washington. Ordenou "congelar", de novo, as relações diplomáticas com a Colômbia e retirou seu embaixador em Bogotá. A TeleSur fez com que a imprensa européia acreditasse que as negociações de Bogotá e Washington haviam criado uma "crise regional".

A Colômbia, entretanto, conservou o sangue frio. O presidente Uribe em vez de dar marcha-ré, propôs, ao contrario, explicar pessoalmente a cada presidente latino-americano (salvo aqueles que haviam rompido relações diplomáticas com a Colômbia), em um rápido giro, os alcances do acordo com os Estados Unidos.

Nesse momento, o chefe de Estado venezuelano já havia mostrado o garrote econômico com o qual esperava dobrar, por fim, a resistência dos colombianos: decidiu pelo cancelamento da importação de 10.000 veículos colombianos e advertiu que isso obedecia aos "atritos diplomáticos entre ambos os países", gerados pelo acordo militar entre os Estados Unidos e a Colômbia.

Porém, nem os industriais colombianos, nem o país em geral entraram em colapso nervoso, apesar de que semelhante mostra de barbárie econômica, digna dos piores regimes totalitários do mundo, causará, certamente, enormes dificuldades ao setor automotriz colombiano e venezuelano.

Finalmente, o giro de Álvaro Uribe foi exitoso. Ele demonstrou que a tal "crise regional" era um balão murcho. Nenhum dos presidentes latino-americanos que Uribe entrevistou, nem sequer o exaltado Evo Morales, nem a irascível senhora Kirchner, repetiram as promessas incendiárias e guerreiristas do ogro de Caracas contra o ato de soberania da Colômbia. Luis Inácio Lula da Silva, em quem Chávez depositava suas maiores esperanças, tampouco se atreveu a tocar o disco arranhado da "ameaça imperialista que quer devorar a América do Sul". Ao contrário, o presidente colombiano conseguiu de seu êmulo brasileiro uma atitude de respeito para com o acordo sobre as bases militares colombianas.

Após o encontro de Uribe e Lula, Celso Amorim, o chanceler brasileiro, assinalou que qualquer que seja o acordo do governo de Uribe com a administração de Barack Obama, "é uma matéria naturalmente de soberania da Colômbia". Embora Brasília tenha pedido a Uribe "transparência", o governo do Brasil acudiu à doutrina da "soberania nacional" para rechaçar imiscuir-se na decisão de Bogotá.

Antes desse desenlace favorável à Colômbia, Hugo Chávez tratou de incluir Barack Obama em seus planos. Acreditou que poderia fazer o novo presidente dos Estados Unidos sofrer com a conhecida farsa da reverência-intimidação. Em 5 de agosto, com efeito, Chávez suplicou ao chefe da civilização que ele mais aborrece, que não amplie a presença norte-americana na Colômbia. Ameaçador, sublinhou que essas bases "poderiam ser o começo de uma guerra na América do Sul". E ante os repórteres deixou escapar, como para que em Washington não restassem dúvidas: "Estamos falando dos Yanquis, a nação mais agressiva da história da humanidade".

Barack Obama lhe respondeu friamente em 7 de agosto. Disse que seu Governo não tem intenção de estabelecer bases militares na Colômbia, e que o acordo que negocia com Bogotá é para "melhorar os laços da cooperação". Obama explicou que se trata de uma atualização do acordo de cooperação militar que ambos os países têm, e reiterou que nos Estados Unidos "não temos nenhuma intenção de estabelecer uma base militar norte-americana na Colômbia". "Não autorizei uma base militar americana na Colômbia, nem me pediram". "Não temos intenção de enviar um grande número de tropas adicionais à Colômbia", concluiu.

Ao ver que não havia sido secundado por Obama nem pelos outros presidentes latino-americanos, Hugo Chávez deu marcha-ré e despachou de novo seu embaixador a Bogotá. Seria um erro tomar esse gesto como um sinal de apaziguamento. A ofensiva chavista para desacreditar e malograr o pacto e o governo de Álvaro Uribe já começou e continuará.

O aparato de propaganda do Foro de São Paulo apelou ao velho truque da arqueologia comunista de transmutar o bem no mal e o mal no bem. Exemplo: dizer que o pacto Bogotá-Washington equivale a uma "entrega da soberania" e a um gesto de "dependência ante os Estados Unidos". Em seguida, os grupelhos chavistas em Bogotá e outras capitais latino-americanas armaram operações de "agitação e propaganda". E começou assim a nova mobilização "anti-imperialista" a qual será, como sempre, de caráter combinado.

Carlos Gaviria, o grande manitú [1] do Polo Democrático (PD), foi o primeiro a tomar o microfone para repetir os insultos de Caracas. Disse que "a Colômbia é um país súdito dos Estados Unidos", e que o governo de Uribe "está entregando a soberania".

O senador Jaime Dussán, outro cacique do PD, partiu tão rapidamente em cruzada que se equivocou. Em 4 de agosto disse à imprensa que pedirá ao presidente Uribe que "descarte definitivamente a possibilidade da presença de bases militares na Colômbia" (sic). Jaime Dussán se referia, talvez, à presença militar norte-americana em bases colombianas. O lapso cometido ante os jornalistas (ver El Espectador, "Polo busca mediação com Chávez e Correa", 4 de agosto de 2009) revela o desejo profundo de Dussán: que na Colômbia não existam bases militares de nenhum gênero, nem norte-americanas nem colombianas, pois para sua seita marxista o melhor é uma Colômbia desnuda ante os modernos tanques, mísseis e aviões russos adquiridos pela fracassada porém bem armada revolução "bolivariana". Dussán anunciou viagens de chefes do Polo a Caracas e a Quito para preparar ações internacionais contra seu próprio país. Outra eminência do PD, o ex-guerrilheiro e senador Gustavo Petro, reiterou que esses acordos, em sua opinião, "isolarão a Colômbia da América Latina".

Quem estão se isolando do mundo são os senhores do Polo, pois as maiorias colombianas, segundo inúmeras sondagens de opinião, dizem estar de acordo com o governo de Álvaro Uribe, com o acordo sobre as bases e com o giro empreendido pelo chefe de Estado colombiano pela América Latina.

Ante cada conjuntura delicada que a Colômbia vive no espaço internacional, o Polo Democrático se alinha servilmente com as posições dos ditadores.

A nova mobilização da esquerda caviar não inclui só discursos. Em sincronia perfeita com a agitação política, sobreveio o ataque armado contra uma propriedade da multinacional Cartón da Colômbia. Homens armados chegaram a uma localidade perto de Popayán, no estado do Cauca, e destruíram bosques e maquinário que dava trabalho a 200 pessoas. Esse ato terrorista mostrou que a campanha contra o tratado com os Estados Unidos tem e terá artistas nos quais as FARC farão das suas diretamente.

Depois, entrou em cena o espetáculo arqui-conhecido das "mediações" espontâneas e das viagens "salvadoras".

O ex-presidente Ernesto Samper acreditou ser indispensável ir em peregrinação a Caracas. De seu encontro com Chávez se sabe pouco. Horas depois, Chávez recebeu Piedad Córdoba e mudou de tática. Ordenou o retorno a Bogotá de seu embaixador e começou a falar de "desuribizar o diálogo com a Colômbia". Pediu que a ex-chanceler colombiana, María Emma Mejía, fosse a Caracas para servir de "mediadora", e convidou prefeitos e governadores colombianos da região fronteiriça a iniciar conversações com ele acerca das tensões entre os dois países.

Essa insidiosa tática é conhecida. Em 2003, Chávez quis tirar do presidente Uribe o tema da libertação de Ingrid Betancourt e para isso realizou contatos diretos com o governo francês. Em agosto de 2009, Chávez reforçou sua tentativa de apoderar-se do assunto dos reféns com o pretexto de adiantar uma gestão "mediadora". Seu fracasso foi espetacular. Agora retoma o mesmo método, com a ajuda de Córdoba e Samper. Porém, Mejía rechaçou fazer esse papel e lembrou a Chávez que quem dirige as relações exteriores da Colômbia é o presidente Uribe e seu chanceler. O presidente Uribe saiu na frente da tentativa chavista e desautorizou em um comunicado todo gesto nesse sentido. "A Constituição Nacional é expressa: as relações exteriores são de exclusiva competência do Presidente da República e do chanceler e, portanto, nenhum funcionário de nível nacional, estadual, municipal ou local poderá adiantar gestão que viole este preceito constitucional".

Desgastada até o osso por seu discurso pró FARC e seu servilismo ante o regime chavista, a senadora Córdoba faz chamados alarmistas. Pretende que o "conflito" colombiano (um conceito das FARC) "inundará toda a América do Sul" e que por isso a casca vazia da Unasul deve discutir os novos acordos Bogotá-Washington. Sua idéia é infiltrar essas discussões e transformar as bases militares colombianas com presença norte-americana em "bases de paz". É necessário impedir essa ingerência. Já se sabe o que faz a esquerda caviar quando fala de "paz".



[1] Manitú foi um líder dos Dakota e Sioux da América do Norte. Para eles, manitú é alguém que tem poderes sobrenaturais podendo se transformar em águia, cacto, o que quiser. A língua francesa adotou essa expressão há tempo, para designar um "personagem poderoso". Na França costuma-se falar "o grande manitú da imprensa", "o manitú do partido", etc., e agora a língua espanhola está começando a adotá-la com o mesmo sentido de "poderoso", ou "todo-poderoso". (N.T.)

Tradução: Graça Salgueiro

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Contactos de Chávez y Correa con las Farc no se limitan a los que figuran en computador de 'Reyes'

Fonte: CAMBIO
Miércoles 12 de agosto de 2009


Cavaleiro do Templo: está em espanhol mas quem não consegue entender tudo (como eu) terá pelo menos uma boa idéia do que este artigo fala. Depois, vejam o artigo anterior que postei com material sobre as atas de reunião do FORO DE SÃO PAULO e entenderão que estamos sendo governados por sociopatas na Iberoamérica quase toda (exceto com certeza na Colômbia do Alvaro Uribe).


El general venezolano Hugo Armando Carvajal es el único jefe de servicios de Inteligencia Militar de América Latina a quien Estados Unidos decidió aplicarle la Ley de Designación de Cabecillas Extranjeros de la Droga (1999), conocida como Ley Kingpin. Además, figura desde hace 11 meses en la famosa "lista Clinton" y como consecuencia de esto tiene congeladas sus propiedades y cuenta en Estados Unidos y no puede celebrar negocios comerciales ni transacción financiera alguna con entidades de ese país en ninguna parte del mundo.

Funcionarios de los departamentos del Tesoro y de Justicia de Estados Unidos no solo confirmaron la existencia de un expediente en su contra, sino que la semana pasada decidieron ampliar su contenido con nueva evidencia, a raíz de un editorial del diario The Washington Post en el que le pide al gobierno de Obama no asumir una actitud pasiva frente al gobierno del presidente Hugo Chávez por el riesgo que representa para la seguridad regional su supuesto apoyo a las Farc. "El Departamento de Estado (...) debería poner su atención en los que en este hemisferio han tratado de derrocar a un gobierno democrático mediante el suministro de armas a terroristas", dice el editorial publicado después de que fuera confirmada la noticia de que lanzacohetes que Suecia había vendido al Ejército de Venezuela en 1998, terminaron en poder de las Farc.

Oficiales de los servicios de seguridad colombianos que vienen indagando sobre el presunto apoyo de Venezuela a las Farc y que tuvieron acceso a la información que tienen las autoridades estadounidenses, le dijeron a CAMBIO que no solo es cierto que el general Carvajal, director de Inteligencia Militar de Venezuela, ha tenido que ver con la entrega de armas y pertrechos a las Farc, sino que ha estado involucrado en operaciones hechas desde suelo venezolano por narcotraficantes asociados a la guerrilla.

Por la misma razón figuran en la lista de la Oficina de Control de Activos Extranjeros (OFAC) del Departamento del Tesoro, otros dos ex funcionarios del gobierno de Chávez: Henry de Jesús Rangel, ex director de la Policía Política, Disip, y el capitán de navío (r) Ramón Emilio Rodríguez Chacín, ex ministro de Justicia y del Interior.

Fuentes estadounidenses y colombianas coinciden en que tanto Carvajal como Rangel y Rodríguez, favorecieron el tráfico de armas y drogas mediante un contacto con un cartel de narcotraficantes en Arauca, conocido como el "clan de los hermanos Ríos". Se trata de una organización que, desde la segunda mitad de la década del noventa, hizo parte del flanco financiero del frente décimo de la guerrilla, entonces al mando de Tomás Medida Caracas, 'el negro Acacio'.

Una de las fuentes que ha ayudado a documentar las denuncias, es Germán Arturo Rodríguez Ataya, un piloto que fue capturado a finales de 2005 cuando trabajaba con los Ríos y con las Farc en el transporte de droga y de guerrilleros heridos en operaciones militares. Rodríguez Ataya dio las coordenadas de las bases de la guerrilla en territorio venezolano y entregó fotografías de los contactos hechos con oficiales de la Guardia Venezolana que, por orden de Carvajal, habrían entregado el armamento.

Según uno de los oficiales que trabaja en la validación y organización del material, "esa información hace parte de una especie de dossier preparado por organismos colombianos para cuando se presente la ocasión de demostrar ante la comunidad internacional, que las únicas pruebas sobre la relación de miembros del Gobierno con Venezuela no están en la memoria del computador de 'Raúl Reyes' ".

Pero los episodios relacionados con la entrega de armas y el tráfico de drogas no son los únicos que figuran en ese dossier. También aparece documentada la forma en que, cuando el Gobierno adelantaba conversaciones con las Farc en el Caguán, Rodríguez Chacín, enviado por Chávez, estableció contactos con la guerilla y visitó clandestinamente a 'Tirofijo'. Videos y fotografías de seguimiento hechos por el DAS así lo demuestran.

Desde entonces y en por lo menos ocho ocasiones, Rodríguez Chacín no solo habría llevado a jefes de las Farc a reuniones en el Palacio de Miraflores, sino que habría gestionado a finales de 2007 un préstamo por 250 millones de dólares del Gobierno venezolano a las Farc, según uno de los documentos que sirvió de soporte para su inclusión en la lista de la OFAC.

De vieja data

La información que analizan las autoridades colombianas también compromete a funcionarios y ex asesores de confianza del presidente ecuatoriano Rafael Correa, que habrían tenido nexos con las Farc. Parte importante del material probatorio fue entregado por oficiales de las Fuerzas Armadas de Ecuador, que rechazan las presiones y los intentos de algunos altos mandos de ocultar y borrar evidencias.

Uno de ellos es el mayor Manuel Silva, ex jefe de la Unidad de Investigaciones Especiales de la Policía, quien confirmó la existencia de encuentros del ex ministro del Interior Gustavo Larrea con las Farc, cuyos pormenores quedaron registrados en las agendas y relatorías de las reuniones que hizo Ignacio Chauvín, mano derecha de Larrea. Estos documentos podrían servir para enjuiciar a Larrea, si el presidente Correa cumple con lo que dijo en la entrevista con María Cristina Uribe de Noticias Uno el sábado pasado: "Si me prueban que Larrea se reunió con las Farc, yo mismo le promoveré un juicio por traición a la patria".

La información aportada por Silva coincide con la que entregaron miembros del alto mando militar quiteño el 2 de marzo de 2008, un día después del bombardeo al campamento de 'Raúl Reyes'. En una reunión con corresponsales extranjeros, miembros de la cúpula que poco días después fue objeto de una purga por su presunta relación con la CIA, dijeron: "Chauvín le agenda varias reuniones a Larrea con las Farc".

El resentimiento no ha sido la única causa por la cual militares y policías retirados decidieron entregar información reservada. También ha sido determinante el desencanto de algunos por la decisión del magistrado de la Sala Penal de la Corte de Ecuador, Julio Logroño, de archivar un auto para seguirle un juicio político a Larrea.

Colombia tendría cómo demostrar también que, aparte del contenido del computador de 'Reyes', existe copiosa evidencia de que las "acciones sistemáticas" de Correa y su círculo cercano contra Colombia, empezaron antes de llegar al poder y en varias ocasiones a instancias de las Farc.

Entre los ejemplos a mano está el papel que jugaron Larrea y Chauvín - también comprometido con un cartel de narcotraficantes que trabajaban con las Farc - cuando en 1998 la Aldhu, una organización ecuatoriana de derechos humanos, presentó denuncias contra Colombia en tribunales internacionales por el uso del glifosato y por supuestas desapariciones y maltratos a campesinos de frontera atribuidos a miembros de las Fuerzas Militares colombianas. Unidades de contraguerrilla del Ejército colombiano encontraron varios documentos preparados durante operaciones realizadas en la frontera con Ecuador.

Por lo pronto, hay 17 casos probados de milicianos de las Farc con antecedentes en Colombia, que participaron en los llamados "Comités de la Revolución Ciudadana" que fueron unas de las bases de la campaña de Correa. Quizá por mucho más que una simple coincidencia, un asesor colombiano de esos comités aportó a la Justicia ecuatoriana información significativa que llevó a que Larrea fuera vinculado a un proceso penal por narcotráfico en enero de 2009.

Las pruebas dieron lugar a la captura de Ignacio Chauvín durante la operación 'Huracán de la Frontera', que lo conectó con la organización de narcotraficantes de los Astaiza que, al igual que el "clan de los Ríos", alimentaban las finanzas de las Farc.

Información hay de sobra para demostrar las relaciones de funcionarios y ex funcionarios de los gobiernos vecinos con las Farc. Y todo indica que no precisamente se trata de contactos por razones humanitarias.

El 'lapsus' de Chávez

"Amo a Colombia", dijo Hugo Chávez en la rueda de prensa con corresponsales extranjeros que acudieron el martes al Palacio de Miraflores. Sin embargo, soltó una diatriba en la que llamó 'irresponsable' a Álvaro Uribe, aseguró que la presencia de militares estadounidenses en bases colombianas marcaría el comienzo de una guerra en Suramérica y buscó minimizar el hallazgo de lanzacohetes comprados por Venezuela a Suecia que terminaron en poder de las Farc.

En un escenario 'decorado' con lanzacohetes de última generación, Chávez mostró un documento que el canciller colombiano, Jaime Bermúdez, le entregó al venezolano, Nicolás Maduro, el 2 de junio en Honduras, durante la cumbre de la OEA. La intención de Bermúdez era pedirle en privado a Venezuela explicación sobre lo que habría podido ocurrir para que el material de guerra comprado en 1998 hubiera ido a parar a manos de la guerrilla. Chávez aseguró que detrás de la historia de los lanzacohetes no hay nada oscuro y dijo que el material fue robado durante un ataque de las Farc a la base naval venezolana de Cararabo, región fronteriza de Apure, el 26 de febrero de 1995.

Lo que el mandatario olvidó es que ese ataque, en el que murieron ocho infantes de Marina, no fue obra de las Farc sino del Eln, como lo admitieron en escenarios judiciales sus protagonistas. Mentira o error, el dato de Chávez no sería válido como explicación. Chávez calificó como una nimiedad el reclamo de Colombia, que contrastó con la actitud de su Gobierno de no haber hecho escándalo al hallar armamento con marquillas colombianas en poder de un paramilitar capturado en Venezuela.


Cavaleiro do Templo: no vídeo abaixo você vai ver Chávez muito triste e indignado com a morte de Raúl Reyes, número 2 das FARC citado no texto acima. Chávez, um presidente de país "democrático" faz 1 MINUTO DE SILÊNCIO pela morte do terrorista-sequestrador-narcotraficante. Este vídeo "continua" no artigo aí abaixo e na sequência Chávez diz que conheceu Raúl Reyes e Lula em um dos encontros do FORO DE SÃO PAULO.

Algumas informações contidas nas atas do FORO DE SÃO PAULO e vídeos mais do que importantes

Para mostrarmos que o FORO DE SÃO PAULO (FSP) é uma entidade que jamais poderia ter vindo a existir, eis algumas informações sobre os participantes da mesma. Este material faz parte das ATAS DAS REUNIÕES do FSP, material que encontra-se na íntegra aqui:

Nos vídeos você percebe a adoração pelas FARC, participante ativo do FSP. Se você baixar as ATAS use o Adobe para buscar pelo nome deles (FARC). Veja quantas vezes aparece e caia para trás. Os outros lixos ELN e MIR são "irmãozinhos", se não forem piores. A coisa começa assim (página 104):

BREVE HISTÓRICO DO FORO DE SÃO PAULO

O Foro de São Paulo se constituiu em 1990 quando o Partido dos Trabalhadores (PT Brasil) convocou outros partidos da América Latina e Caribe...


***

PARTICIPANTES DEL IX ENCUENTRO - 2000 (página 102)

Brasil - Partido dos Trabalhadores (PT)
Brasil - Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Brasil - Partido Comunista do Brasil (PC do B)
Brasil - Partido Popular Socialista (PPS)
Brasil - Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8) - O MR8 continua atuando até os dias de hoje, junto a diversas organizações políticas, como corrente no PMDB.

Chile - MIR - http://pt.wikipedia.org/wiki/Mir_chileno (DETALHE: No Brasil, o grupo participou do sequestro do empresário Abílio Diniz, em 1989)


***

Eis abaixo parte das resoluções do DÉCIMO ENCONTRO DO FSP.

Notem (em azul) que o FSP considera TERRORISTA O ESTADO COLOMBIANO ao mesmo tempo em que LEGITIMA (em laranja) as FARC e o ELN, também colombianos, porém grupos de sociopatas assassinos, claro.

RESOLUÇÃO DE CONDENAÇÃO PLANO COLÔMBIA E APOIO AO POVO COLOMBIANO (página 504)

X ENCONTRO DO FORO DE SÃO PAULO

RESOLUÇÃO DE CONDENAÇÃO AO PLANO COLÔMBIA E DE SOLIDARIEDADE COM A LUTA DO POVO COLOMBIANO

O X Encontro do Foro de São Paulo reunido de 4 a 7 de dezembro de 2001, em Havana, Cuba.

CONSIDERANDO:

1. A grave crise econômica, política e social que sofre o povo colombiano, produto das políticas desenvolvidas pelo Estado e seus diferentes governos, aplicando as imposições do Império (Cavaleiro do Templo: são doentes mentais vivendo em um mundo imaginário onde existe um "Império"...) e as receitas do Fundo Monetário Internacional – FMI.

2. A justa e necessária luta de colombianas e colombianos por construir a sociedade que merecem, em paz, com justiça social, dignidade e soberania.

3. O desenvolvimento de medidas imperiais como o Plano Colômbia e seu complemento, a Iniciativa Regional Andina, verdadeiros planos de guerra contra o povo colombiano, latino-americano e caribenho.

4. O terrorismo de Estado que segue assassinando a população civil paralisada pela ação de seus grupos paramilitares.

RESOLVE:

5. Apoiar e encoraja os processos de diálogos desenvolvidos pelas FARC – Exército do Povo e o ELN, em busca de soluções diferentes à guerra para a grave crise colombiana e o conflito social, político e armado, ficando à disposição, na medida de nossas possibilidades e as necessidades dos processos.

6. Manifestar sua solidariedade e reconhecimento com a Frente Social e Política como expressão importante da organização de colombianos e colombianas no desenvolvimento da luta por seus direitos.

7. Repudiar e condenar novamente o Plano Colômbia e seu complemento, a Iniciativa Regional Andina, e organizar a resistência popular como parte da corrente de lutas contra a dominação neocolonial da qual fazem parte megaprojetos como a ALCA.

8. Manifestar publicamente, como forças e movimentos políticos anti-imperialistas, nossa defesa aos direitos de rebelião e autodeterminação dos povos do mundo e rechaçar o qualificativo de terroristas para toda forma de resistência.

9. Ratificar a legitimidade, justeza e necessidade da luta das organizações colombianas e solidarizar-nos com elas.

10. Condenar energicamente o terrorismo de Estado e demandar castigo ao paramilitarismo e seus responsáveis materiais e intelectuais, nacionais e estrangeiros.

11. Reivindicar o reconhecimento dos presos políticos e sindicais na Colômbia e exigir sua liberdade imediata. Pedir o pleno exercício do direito à defesa e a aplicação urgente das recomendações da ONU para modificar as condições carcerárias deploráveis em contradição com as normas elementares da dignidade humana.

Cidade de Havana, 7 de dezembro de 2001.


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Para mais informações sobre o FORO DE SÃO PAULO uma das inúmeras fontes é a Revista MUNDO REAL, que traz enorme quantidade sobre o lixo citado acima e muitas outras informações, confira:
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Chávez criminaliza de vez, como se precisasse, o FORO DE SÃO PAULO, ao dizer que conheceu RAÚL REYES, o número 2 das FARC, que foi devidamente morto pelo exército colombiano, em um das MESAS DE TRABALHO do FSP. NOtem bem isto: não foi na CANTINA do FSP, foi na reunião interna do grupo, onde eles deliberam e de onde ditam a conduta da "turma" pela Iberoamérica afora.



Esta aqui de baixo é especial. Você vai ver palmas para as FARC. Entenderão porque o FORO DE SÃO PAULO quer acabar com o governo ALVARO URIBE (Colômbia) e porque o classificam como GOVERNO TERRORISTA, ao mesmo tempo em que beatificam as FARC. Note bem, o pronunciamento vem do grupo interno que comanda a coisa toda, através do presidente da Nicarágua, senatado na mesa onde estão os "líderes" do evento.

Veja também ele, o MARCO AURÉLIO "TOP-TOP" GARCIA na mesma mesa.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".