Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Rússia e Venezuela, "mui amigos"
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Maria Conchita Alonso denuncia a dura realidade que vivem os filhos de presos políticos venezuelanos
Domingo, Agosto 23, 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
As novidades na Venezuela: só se pode falar bem do gostosão do amigo do Lula
Domingo, Agosto 02, 2009
O ORANGOTANGO DA VENEZUELA BABANDO

CHÁVEZ MOSTRA TODA A SUA ESTUPIDEZ
Treinta y dos radios y dos televisoras regionales cesaron este sábado sus transmisiones, luego de que la Comisión Nacional de Telecomunicaciones (Conatel) anulara sus licencias alegando motivos administrativos.
De este primer grupo, al que podrían seguir otras 200 emisoras, la más importante es el circuito CNB, con cinco radios en Caracas y las ciudades de Valencia, Maracaibo, San Cristóbal y Coro.
CNB, una radio con programación informativa y de opinión crítica al gobierno de Chávez, comenzó a emitir vía internet, mientras periodistas, dirigentes políticos de oposición y ciudadanos independientes se reunían a las puertas de la estación en Caracas.
"Pueblo, madura, esto es dictadura", gritaban los manifestantes, al tiempo que rechazaban que "Venezuela sea la segunda Cuba". En la puerta de la estación de radio había una pancarta que decía: "No a la censura".
En una comunicación telefónica con militates de su Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), transmitida por la televisora estatal VTV, Chávez negó que lo ocurrido sea un cierre de medios de comunicación.
"No es que hemos cerrado unas emisoras de radio, (sino que) se cumple la ley. Las hemos recuperado. (Se trata de) emisoras de radio que ahora son del pueblo y no de la burguesía, porque la patria es del pueblo y no de la burguesía, entonces todo eso hay que apoyarlo", dijo Chávez. Leia MAIS en español In spanish
Sábado, Agosto 01, 2009
IMPRENSA BRASILEIRA ESPERA ORDEM DE LULA
90% DOS VENEZUELANOS RECHAÇAM TIRANIA
Segundo revelou pesquisa noticiada pelo site Infobae.com, 67% dos seguidores chavistas rechaçaram a ofensiva do regime contra os meios de comunicação. Para 83% dos entrevistados lhes desagrada o modelo cubano.
A sondagem da empresa Marcanálisis consultou a população sobre se está de acordo ou em desacordo com o fechamento das emissoras de rádio. 84% da população pesquisada está
A pesquisa investigou sobre a separação dos venezuelanos entre chavistas e oposição. 89% estão em desacordo com a separação dos venezuelanos por tendências políticas; curiosamente 82% do chavismo rechaça a separação, assim mesmo 93% da oposição assegura estar em desacordo com que se divida a população venezuelana.
NO BLOG TV ONLINE SOBRE CRISE NA VENEZUELA
OBAMA, LULA, CLINTON NÃO FALAM NADA?
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Chávez desató la fuga de cerebros
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Desinformação: a gente ve isto lá!
QUARTA-FEIRA, JULHO 29, 2009
Na noite do dia 28 de julho flagrei mais um destes momentos em que o pacato cidadão, desavisado sobre o modus operandi com o qual atua a mídia engajada brasileira, teria passado por despercebida uma notícia da maior importância. Refiro-me ao Jornal Nacional, da Rede Globo, a divulgar o que segue extraído logo depois de seu site[i]:Venezuela suspende relações com Colômbia
O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, anunciou que suspendeu as relações diplomáticas com a Colômbia. E que vai retirar o embaixador venezuelano do país. Foi uma resposta às declarações do governo colombiano de que a Venezuela teria fornecido armas às Farc, forças armadas revolucionárias da Colômbia. Ontem, o governo da Suécia confirmou que vendeu essas armas à Venezuela, no fim da década de 80.
Como que o que deveria ser a notícia mais importante do dia vem a aparecer como um bocejante pronunciamento protocolar, sem nem sequer ter havido nenhuma exibição de imagens ou algum aprofundamento sobre o histórico de ligações de Hugo Chavez com as Farc, já denuncia o quanto da manipulação que se encontra mais calcada na omissão do que na divulgação do fato. Aqui, claro, refiro-me não ao fato de a Venezuela suspender as relações com a Colômbia, o que se traduz pela subliminar inversão mesma dos papéis do bandido e do mocinho, mas pelo gravíssimo fato de que armas de grande poder destrutivo foram repassadas pela Venezuela às Farc – forças armadas revolucionárias da Colômbia.
Agora peço ao leitor para prestar atenção: a nota afirma que o governo colombiano declara que a Venezuela “teria” fornecido armas às Farc. O verbo “ter” aqui, colocado assim, no futuro do pretérito, pretende conceder à pessoa de quem se fala o benefício da dúvida. Esta técnica é muito salutar quando tratamos de pessoas ou instituições que são acusadas de algo sobre o que ainda não foram julgadas. Todavia, o governo da Colômbia não fez declarações no sentido de uma suposta remessa de armas, que aliás, não são simples fuzis, mas modernos e poderosos lança-foguetes: ele acusou formal e diretamente a Venezuela de assim ter procedido, e o fez amparado com provas evidentes.
No parágrafo seguinte, vem o Jornal Nacional a transmitir que a Suécia confirmou que “essas” armas foram vendidas à Venezuela. Aqui, mas uma manobra diversionista, pois não se trata de “essas” armas, mas “estas” armas. Explico: com o uso do termo “essas”, fica a impressão de que armas tais quais a Venezuela possui foram parar nas mãos dos guerrilheiros colombianos. Em síntese, fica algo abstrato, impessoal. Porém, o fato é que a Suécia confirmou terem sido “aquelas” armas sobre as quais o governo colombiano fez consulta formal, apontando o número de série das mesmas! Portanto, são “estas” ou até “aquelas” armas, mas não “essas” armas.
Ademais, arrojados lança-foguetes não são como o meu celular, que costumo esquecer por onde ando. São armas guardadas sempre com grandes cautelas de segurança, jamais em um mero posto de fronteira, por exemplo. Como que não um, mas vários destes lançadores, e ainda mais com munição, poderiam ter se esvaído de uma unidade militar sem que se houvesse um escândalo e um sério inquérito por parte daquele país? Ora, quando meros fuzis foram roubados do Exército Brasileiro, ele protagonizou um cerco às favelas cariocas até recuperar um por um, e um procedimento investigativo foi aberto para apurar as responsabilidades!
A matéria veiculada por O Globo evidencia uma clara manobra de amortecimento de impacto, de gerenciamento de danos. Divulgou o fato com aparência de fidelidade, mas o escondendo dentro da falta de destaque entre notícias menos importantes que ganharam mais luzes e com os malabarismos verbais possíveis para amenizar o tom da acusação e inverter o sujeito e o objeto da notícia. E o fez isto tão somente porque a verdade, já tendo sido denunciada por jornalistas mais honestos, profissionais ou voluntários, como o Reinaldo Azevedo ou respectivamente, Heitor de Paola e Graça Salgueiro, já não podia ser simplesmente tampada.
[i] http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1246632-10406,00-VENEZUELA+SUSPENDE+RELACOES+COM+COLOMBIA.html
terça-feira, 28 de julho de 2009
Suecia pidió explicaciones a Venezuela sobre armas incautadas a las FARC
Globovisión/AFP
terça-feira, 21 de julho de 2009
Qual a sua opinião sobre a entrada da Venezuela no Mercosul?
segunda-feira, 23 de março de 2009
Venezuela no Mercosul, não!
O poder real é o Executivo, que subjuga o Judiciário e o Legislativo, e o ilusório é o povo, sempre consultado por plebiscitos ou referendos genéricos. Por outro lado, como não há imprensa livre – no máximo , toleram-se certas manifestações da oposição, logo cerceadas – o ilusório poder do povo é nenhum, pois fantasticamente manipulável e manipulado pelo Executivo.
Essa é a razão pela qual o fanfarrão ditador do país irmão, com seu rosto de orangotango imberbe – a natureza não lhe foi generosa –, em histriônicas manifestações, ataca seus opositores e vizinhos com virulência verbal, quase sempre seguida de efetiva violência, como impedir comícios da oposição nas últimas eleições, retirar poder das regiões onde foi derrotado, invadir portos que se encontram em áreas governadas pela oposição – autorizado por seu "acapachado" Legislativo, o qual se curva, servilmente, a tudo o que pedir, tornando a antiga democracia venezuelana em ditadura típica de uma republiqueta sem perfil.
Ora, o Mercosul exige que seus integrantes sejam verdadeiras democracias, razão pela qual a Venezuela, enquanto governada pelo tiranete introdutor da ditadura bolivariana, de postura circense, não poderá ser admitida na União Aduaneira criada pelo Tratado de Assunção.
A América Latina passa por um período de notória e anacrônica esquerdização, no estilo da fracassada ditadura cubana, com restrições crescentes aos direitos fundamentais. O genocida Fidel – no meu tempo chamado de "Fidel Paredón Castro", pelos milhares de fuzilamentos sem julgamento nos paredões da capital – continua idolatrado pela nova leva de medíocres déspotas que começam a assumir governos latino-americanos. A democracia, pois, adoeceu, no continente, e Chávez é um dos propagadores da praga antidemocrática.
O Senado brasileiro, que mereceu impropérios do verborreico e adiposo governante – ataques deste indivíduo deveriam ser considerados elogios – poderá negar autorização para que aquele país venha a aderir ao Mercosul enquanto não for uma verdadeira democracia, mas sim uma ditadura disfarçada de democracia. Creio que deveria fazê-lo, pois se permitir a entrada desses nossos vizinhos, certamente estará tornando mais instável o Mercosul, que já passa por problemas momentâneos sérios, sobre violentar seu estatuto que, repito, só admite democracias.
Por enquanto, as estrepolias deste ditadoreco, que provocou inflação, desabastecimento e descompassos sociais e econômicos em seu país, são problemas venezuelanos. O que se deve evitar é que se transformem em problemas para o Mercosul e para o Brasil.
Ives Gandra Martins é advogado tributarista, jurista, escritor e Professor Emérito da Universidade Mackenzie
Chavez Usará Dinero de Ahorristas para Financiar Revolución
Especial para RUEDALO.ORG
Miami, Florida.- Dentro de sus medidas económicas anunciadas el sábado 21 de marzo, Chávez planea usar el dinero de los ahorristas para financiar su revolución.
De acuerdo a lo que se puede leer entre lineas, ya que no lo dijo de manera explícita, se puede inferir que Chávez piensa usar el llamado "Encaje Bancario" como fuente de recursos para lo que él ha denominado su "financiemiento interno".
El "Encaje Bancario" es la porción de los ahorros del público que toma el Banco Central de Venezuela como garantía para los depósitos bancarios.
En su anuncio del sábado, Chávez no indicó que porcentaje del encaje bancario usará, o si usará todo el encaje bancario, o incluso, una porción mayor del ahorro del pueblo en manos de los bancos.
"Si el Gobierno toma el encaje legal, estaría usando los fondos del público en el sistema financiero... algo sumamente peligroso, porque entonces el público se queda sin el respaldo suficiente de lo que tiene depositado en el sistema financiero". Se estaría, entonces, utilizando el dinero del público en los bancos "para compensar el déficit fiscal". Esta afirmación la hizo el economista José Guerra, la semana pasada (verhttp://www.guia.com.ve/noticias/?id=3...
Que cada quien en Venezuela vea a ver que va a hacer con sus depósitos bancarios, porque con las medidas económicas de Chávez, éstos están en peligro.
RUEDALO!!!!
http://www.ruedalo.org
http://www.orvex.org
segunda-feira, 9 de março de 2009
La tierra ya no es propiedad privada en Venezuela
RUEDALO!!!!
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
"Habrá fraude el 15 de febrero"
Para Peña Esclusa, uno de los férreos opositores a Chávez, la posibilidad de fraude es muy alta ya que Chávez no está dispuesto a entregar el poder, entre otras cosas, porque de salir, iría directamente a la cárcel por los numerosos delitos que ha cometido.
Por otro lado, advierte que en el futuro próximo, Venezuela puede verse inmersa en una ola de violencia y desobediencia civil ya que el pueblo no estará dispuesto a soportar a un dictador eterno y por lo mismo cree, que para que Venezuela pueda sacar a Chávez del poder, solo será posible con la presión ciudadana en un proceso de rebelión.
"Chávez cometerá fraude" esta es la posición de Alejandro Peña Esclusa, presidente de Fuerza Solidaria Venezuela, quién nos dio sus análisis sobre el referéndum que el pueblo Venezolano enfrentará este domingo, para darle poderes de reelección al gobierno.
La entrevista completa se encuentra en los siguientes link:
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Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.



