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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Rússia e Venezuela, "mui amigos"

Como sabemos, a turma do Foro de São Paulo (FSP) está muito preocupada com a presença militar americana na Colômbia. Sabemos bem o motivo também, mas o assunto agora é outro.

Vejam o armamento russo que, claro, não incomoda nem um pouco a turma do FSP pois um dos países integrantes da entidade criminosa é aliado da Rússia. O discurso contra os americanos é o que a esquerdopatia sempre usou, usa e vai usar. Um mentira berrada a todo momento aos quatros ventos acaba entrando na cabeça dos desavisados como verdade.

No outro vídeo Hugo mais uma vez comprova que está habilitado apenas para bater papo sobre futebol comendo torresmo no boteco de esquina, mostra mais uma vez que quando idiotas chegam ao poder é porque são apenas fantoches de interesses outros.

Vamos ver duas coisas:

1. se algum dia algum particpante do FSP vai combater as FARC e
2. se isto acontecer ele e/ou sua família vão continuar vivos. Uma vez aliado de narcotraficante, sempre aliado de narcotraficante. Ex-aliado é aquele sujeito conhecido como defunto.

As pessoas não se dão conta de que quem do posto da presidência de uma república não combate narcotraficante guerrilheiro assassino e sequestrador é no mínimo conivente. Mas não é o caso do FSP. Eles, FARC e FSP, têm interesses comuns.

Voltando à armas, se a coisa toda toda fosse medo de grandes potências militares este navio russo deveria trazer o mesmo medo pelo menos para Uribe, não? Não vi o presidente colombiano dando espasmos pelo mundo afora por conta disto.

Os americanos já acabaram no passado com antigos cartéis das drogas. Agora é a vez das FARC e por isto berram os presiMentes laTrinos. Fora o Uribe, claro.

A vitória de Uribe frente aos celerados latRinos mostra-nos o seguinte:

Basta ter coragem para enfrentar.
Vamos aprender com Uribe e a Colômbia.



terça-feira, 25 de agosto de 2009

Maria Conchita Alonso denuncia a dura realidade que vivem os filhos de presos políticos venezuelanos

Fonte: BLOG DO ALUIZIO AMORIM
Domingo, Agosto 23, 2009



A atriz cubano-venezuelana, Maria Conchita Alonso, denuncia a dura realidade que vivem os filhos de presos políticos venezuelanos os quais têm sido privados da presença, do carinho e do apoio de seus pais nas etapas mais importantes de suas vidas.

Vejam só. Esta é a democracia de Hugo Chávez que mantém presos políticos como em Cuba, China, Coréia do Norte e nas demais ditaduras de todos os matizes ideológicos.

Fico envergonhado, como brasileiro, pelo fato de Lula e seus sequazes apoiarem esse tirano comuno-fascista abjeto.

domingo, 2 de agosto de 2009

As novidades na Venezuela: só se pode falar bem do gostosão do amigo do Lula

Abaixo uma séria de artigos do BLOG DO ALUIZIO AMORIM deste domingo, dia 2 de agosto de 2009, sobre as macaquices do orangotango venezuelano.

Percebam que nem mesmos os chavistas estão gostando, a desaprovação da "cubanização" é quase total mas, como sempre acontece nas revoluções, depois de tomado o poder a opinião dos IMBECIS que a tornaram possível deixam de ter importância. Na verdade nunca tiveram nem pesaram em nada nas decisões dos que buscam o PODER TOTAL como é o caso dos sociopatas comunistas da Iberoamerica.

Leiam e se surpreendam. Afinal, como o mestre Aluizio fala, nada saiu na mí"R"dia nacional. Eu não me surpreendo com isto, e você? Se se surpreende, comece a repensar pois em breve é o que teremos aqui.

Domingo, Agosto 02, 2009

O ORANGOTANGO DA VENEZUELA BABANDO


Via site UnoAmerica

UPDATE 1: Espertinho, Hugo Chávez cancelou seu programa Alô, Presidente. Alegou luxação depois de um jogo de softball...hehehe...Demagogo, mentiroso, assassino da democracia.

UPDATE 2: Pelo que tenho visto nos sites dos jornalões brasileiros e nas edições deste domingo, simplesmente ignoraram o ataque inaudito de Chávez contra a liberdade de expressão na Venezuela, com o fechamento de 32 emissoras de rádio!

CHÁVEZ MOSTRA TODA A SUA ESTUPIDEZ

Manifestantes estão guardando os prédios das 32 rádios fechadas
O noticiário da agência AFP resume o que está acontecendo na Venezuela em razão da truculência dos bolcheviques botocudos comandados por Hugo Chávez, o amigo de Lula, o companheiro do Foro de São Paulo. Até esta hora não vi em nenhum site noticioso brasileiro qualquer manifestação de Lula e seus petralhas. Nem mesmo a grande imprensa, em seus sites tem noticiado o absurdo que ocorre na Venezuela. Algo inaudito na história da imprensa latino-americana que se iguala a Cuba de Fidel Castro. Como Lula e o PT são amigos de Chávez, compõe com ele o Foro de São Paulo, é de se esperar daqui para frente que a mesma coisa aconteça aqui no Brasil.

Tem-se a impressão que a decisão de Chávez é uma espécie de vingança contra as denúncias de que o seu governo está associado aos narco-terroristas, aos quais teria cedido armamento pesado (lança-foguetes) e também em função do caso Honduras em que a sua marionete Zelaya foi afastado do poder. Chávez está completamente fora da casinha. Transcrevo parte da matéria da AFP em espanhol:

Miles de venezolanos manifestaron su respaldo y se concentraron este sábado alrededor de las sedes de emisoras de radio que fueron sacadas del aire por el gobierno del presidente Hugo Chávez, mientras denunciaban esas medidas como actos de censura.

Treinta y dos radios y dos televisoras regionales cesaron este sábado sus transmisiones, luego de que la Comisión Nacional de Telecomunicaciones (Conatel) anulara sus licencias alegando motivos administrativos.

De este primer grupo, al que podrían seguir otras 200 emisoras, la más importante es el circuito CNB, con cinco radios en Caracas y las ciudades de Valencia, Maracaibo, San Cristóbal y Coro.

CNB, una radio con programación informativa y de opinión crítica al gobierno de Chávez, comenzó a emitir vía internet, mientras periodistas, dirigentes políticos de oposición y ciudadanos independientes se reunían a las puertas de la estación en Caracas.

"Pueblo, madura, esto es dictadura", gritaban los manifestantes, al tiempo que rechazaban que "Venezuela sea la segunda Cuba". En la puerta de la estación de radio había una pancarta que decía: "No a la censura".

En una comunicación telefónica con militates de su Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), transmitida por la televisora estatal VTV, Chávez negó que lo ocurrido sea un cierre de medios de comunicación.

"No es que hemos cerrado unas emisoras de radio, (sino que) se cumple la ley. Las hemos recuperado. (Se trata de) emisoras de radio que ahora son del pueblo y no de la burguesía, porque la patria es del pueblo y no de la burguesía, entonces todo eso hay que apoyarlo", dijo Chávez. Leia MAIS en español In spanish

Sábado, Agosto 01, 2009

IMPRENSA BRASILEIRA ESPERA ORDEM DE LULA

Manifestação deste sábado na Venezuela pela liberdade de imprensa
Dei uma zapeada pelos sites do Estadão, UOL, Folha Online e G1, e não encontrei nada a respeito da crise que fustiga o governo de Chávez na Venezuela, depois que o bufão bolivariano decidiu fechar mais de 3o emissoras de rádio.

Há manifestações e o Twitter está coalhado de twittadas contra a truculência chavista desferida sobre os veículos de comunicação.

Há pouco, no site do G, o vídeo de chamada das principais matérias do Jornal Nacional sequer fazem menção ao fato de que Chávez está transformando a Venezuela numa nova Cuba.

Os sites dos jornais de outros países latino-americanos e no resto do mundo estão cobrindo. Mas os jornais brasileiros e televisões parecem estar esperando uma ordem do Imperador Lula, que é amiguinho de Chávez. Esperam que o Apedeuta libere se podem ou não divulgar, comentar e, o que é mais importante, cair de pau nesse tiranete vagabundo, rato de esgoto Hugo Chávez.

FALEM AÍ JORNALÕES E TV GLOBO!

Foto by #vamp no Twitpic - agora é assim...hehehe...uma venezuelana fotografou e postou no Twitpic e lançou pelo Twitter.

UPDATE: Há pouco vi uma matéria no site da revista Veja. A Veja acaba se transformando na versão brasileira da Globovisión, até que receba o golpe de misericórdia de Lula e do PT e se entregue para as hordas botocudas. É única publicação brasileira que ainda faz jornalista sem concessões ao poder dos comunistas do PT.

90% DOS VENEZUELANOS RECHAÇAM TIRANIA

Segundo revelou pesquisa noticiada pelo site Infobae.com, 67% dos seguidores chavistas rechaçaram a ofensiva do regime contra os meios de comunicação. Para 83% dos entrevistados lhes desagrada o modelo cubano.

A sondagem da empresa Marcanálisis consultou a população sobre se está de acordo ou em desacordo com o fechamento das emissoras de rádio. 84% da população pesquisada estáem desacordo. Os que se identificam como partidários do chavismo rechaçam na média de 67%. A pesquisa foi divulgada pela Cadeia de TV Globovisión.

A pesquisa investigou sobre a separação dos venezuelanos entre chavistas e oposição. 89% estão em desacordo com a separação dos venezuelanos por tendências políticas; curiosamente 82% do chavismo rechaça a separação, assim mesmo 93% da oposição assegura estar em desacordo com que se divida a população venezuelana.

O modelo cubano é rechaçado pela população: 83% estão em desacordo e 13% de acordo. A população chavista, em 72%, desaprova seguir o padrão da ditadura cubana. Do site Infobae.com en español - In spanish

NO BLOG TV ONLINE SOBRE CRISE NA VENEZUELA

Assistam aqui no blog a transmissão de TV online com flashes ao vivo sobre as manifestações que estão ocorrendo na Venezuela, depois que Hugo Chávez mandou fechasr dezenas de emissoras de rádio e prepara uma Lei da Mordaça para calar totalmente a imprensa.

OBAMA, LULA, CLINTON NÃO FALAM NADA?

E daí? Cadê os protestos irados de Lula, Obama, Hillary Clinton, Insulza, OEA, Itamaraty, ONU? contra o fechamento de emissoras de rádio na Venezuela pelo tirano botocudo Hugo Chávez?

Acusam tanto o novo governo de Honduras de golpista, mas lá a liberdade de imprensa continua em vigência plena. Lá o governo de Micheletti não fechou nenhuma emissora de rádio.

P.S.: E OS SINDICATOS DE JORNALISTAS DO BRASIL NÃO IRÃO DIZER NADA?

HIPÓCRITAS, MENTIROSOS, PICARETAS!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Chávez desató la fuga de cerebros

Fonte: EL PAIS
Domingo 26.07.2009


Emigración de Venezuela. Escapan de las estatizaciones y la persecución a opositores | Los ricos se van a Miami y Panamá | 9.000 científicos residen en Estados Unidos, tras cortarles financiamiento

NUEVA YORK | NEWSWEEK

Por un momento, en los días iniciales de su presidencia, el venezolano Hugo Chávez parecía un sanador. "Pidamos la ayuda de Dios para aceptar nuestras diferencias y unirnos en diálogo", imploró a sus compatriotas enfrentados en 2002.

En cambio, los venezolanos tuvieron a un vengador. El gobierno toma empresas y establecimientos agropecuarios privados. Los sindicatos fueron aplastados. Los opositores políticos son asediados o procesados por Juzgados controlados por el chavismo. Ahora, después de una década de la llamada Revolución Bolivariana, decenas de miles de profesionales desilusionados están hartos. Artistas, abogados, médicos, gerentes e ingenieros abandonan el país en masa, mientras quienes ya se encuentran en el exterior descartan sus planes de retorno.

Los más ricos compran inmuebles en Miami y Ciudad de Panamá. Ingenieros especializados en petróleo trabajan en los pozos del Mar del Norte y cerniendo los esquistos bituminosos del oeste de Canadá. Los descendientes de europeos solicitan pasaportes a las tierras de sus antepasados. Las becas académicas se convirtieron en botes salvavidas. Se estima que un millón de venezolanos se mudaron al exterior en la última década, que coincide con la presidencia de Chávez.

El éxodo separa a las familias e interrumpe carreras profesionales, pero también sabotea el futuro del país. Mientras muchos países en vías de desarrollo logran atraer de vuelta a sus ciudadanos diseminados por el mundo, con la finalidad de incentivar a sus economías en recuperación e incorporarse a democracias vibrantes, la estampida del poder cerebral venezolano afecta a universidades y centros dedicados al estudio y análisis económico, político y social, deja tullidas a las industrias y acelera el desorden económico que amenaza destruir a uno de los países más ricos del hemisferio. Hay que olvidarse de los minerales, el petróleo y el gas natural porque la principal exportación de la Revolución Bolivariana es el talento.

La diáspora bolivariana revierte la tendencia histórica. A lo largo de la mayor parte del último siglo, Venezuela fue un santuario para inmigrantes que huían de la represión del Viejo Mundo. Refugiados del totalitarismo y la intolerancia religiosa de España, Italia, Alemania y Europa Oriental se encaminaron de manera masiva al país que está cobijado entre el Caribe y la cordillera de los Andes, y ayudaron a forjar una de las sociedades más vibrantes del Nuevo Mundo.

Al igual que la mayoría de las naciones en vías de desarrollo, Venezuela estaba dividida entre la masiva pobreza y una elite en un castillo. Pero, en las décadas de los `70 y `80, los venezolanos fueron la envidia de Latinoamérica. Ricos en petróleo, educados, con una tradición democrática sólida, vivían un nivel por encima de las sociedades crónicamente inestables de la región. "Teníamos un país bastante rico que ofrecía oportunidades y no había inseguridad. Nadie pensaba en irse", indicó Diego Arria, un ex embajador de Venezuela ante Naciones Unidas, que vive en Nueva York. "Ahora tenemos delincuencia incontenible, un sistema político represivo que linda con el apartheid y migración al revés. Venezuela pasó a ser un país de emigrantes".

Algo similar ocurre a lo largo del "Eje de Hugo", la constelación de nueve países en los Andes, Centroamérica y el Caribe que sigue a Chávez en la marcha hacia lo que él llama socialismo del siglo XXI.

En nombre del poder, la justicia y la abundancia para los desheredados, los líderes de la Alternativa Bolivariana en Bolivia, Ecuador y Nicaragua están reescribiendo sus Constituciones, intimidando a los medios de comunicación y encendiendo conflictos de clase y étnicos que ocasionalmente tienen explosiones de odio. El derrocamiento del presidente de Honduras, Manuel Zelaya, el 28 de junio, que es un aliado clave de Chávez, es el último ejemplo del efecto bumerán de la Revolución Bolivariana.

La clase media y los jóvenes sobrellevan al peso. Un estudio difundido por el Sistema Económico Latinoamericano indica que el flujo hacia el exterior de trabajadores altamente especializados, con edades de 25 y más años, de Venezuela a los países de la Organización de Cooperación Económica y Desarrollo (OCDE) creció 216% entre 1990 y 2007. Un estudio reciente realizado por la Universidad Vanderbilt, de Nashville, Estados Unidos, mostró que más de uno de cada tres bolivianos de menos de 30 años tiene planes de emigrar -hace una década era el 12%- mientras el 47% de los que tienen 18 indicaron que tienen intención de irse del país. Muchos profesionales ya tomaron la decisión. "Me pregunto si no soy suficientemente patriota", dijo Giovanna Rivero, una elogiada novelista boliviana, que emigra para asumir funciones docentes en la Universidad de Florida y no tiene intención de retornar. "Bolivia se está despedazando", agregó.

Las cifras
70% Son los venezolanos que según encuestas recientes defienden la propiedad privada, en medio de la ola de estatizaciones chavista.

33% Son los ciudadanos que tienen menos de 30 años que desean abandonar Bolivia. Casi la mitad de los que tienen 18 planean irse.

Profesionales rehacen sus vidas en el exterior
Emigración en Venezuela. Destacado productor de TV remató sus bienes y se fue a EE.UU. | Medios de comunicación acechados por el chavismo | Oposición denuncia amiguismo, corrupción y censura

AGOTADO. En Venezuela, Chávez embistió contra todos los que se niegan a aceptar la línea de su partido. Daniel Benaim era uno de los principales productores independientes de la televisión venezolana, quien realizaba programas de juegos y para horarios centrales en canales nacionales con Canal Uno, una productora líder. "Teníamos 160 empleados y trabajábamos las 24 horas del día y los siete días de la semana", señaló. Pero, después del frustrado golpe contra Chávez, en 2002, el gobierno comenzó a perseguir a los medios independientes y los presupuestos de programación se secaron.

En un mes, Canal Uno tenía apenas cuatro empleados y se encaminaba a la quiebra. Benaim reorientó su negocio para atender el mercado publicitario internacional, logrando prestigiosos premios mundiales, incluyendo varios Emmys. Pero, las oportunidades para los no chavistas en Venezuela habían desaparecido. Una tras otra, vio cómo abandonaban el país las personas que él había entrenado. "Hacía discursos furiosos sobre la fuga de cerebros. Ahora, tengo que morderme la lengua", admitió Benaim, quien también se va a vivir a Estados Unidos. "Tuvimos las mejores mentes de este negocio y ahora aquí no hay nada para ellos".

Gonzalo Bernal Ibarra era uno de los asociados de Benaim. Él también ascendió rápidamente en su carrera profesional en la televisión y hasta hace poco dirigía una red televisiva universitaria que llegaba a 100.000 jóvenes. Todo cambió a fines de 2007, cuando Chávez perdió el referéndum para modificar la Constitución y comenzó a perseguir a quienes lo criticaban desde los medios de comunicación, incluyendo a Bernal. Extraños en chaquetas y con bolsillos pesados -el código de vestimenta de la policía militar de inteligencia de Chávez- comenzaron a seguirlo día y noche. El Parlamento se aprestaba a aprobar una ley que establecía la obligatoriedad de enseñar el socialismo del siglo XXI en los colegios. "No quería que mi hija aprendiera ese disparate", dijo Bernal.

Hasta hacer las compras se convirtió en un desafío, debido a que la alta inflación y los controles de precios del gobierno vaciaron los supermercados de artículos esenciales como leche, huevos y carne.

Un día, a fines de 2008, Bernal abrió una botella de whisky e hizo un remate de sus bienes en el jardín de su casa. "Me emborraché y vi cómo se llevaban mi vida". Ahora, vive en Washington DC, con su señora y su hija de 6 años e intenta adaptarse. "Vivía en el país más hermoso, magnífico y divertido del mundo. Ahora, la tercera parte de mis amigos se fue. Dentro de diez años, Venezuela va a ser un país paralizado".

RETROCESO. Ningún sector industrial fue golpeado con tanta dureza por la fuga de talentos como el petrolero. Hace una década, Petróleos de Venezuela (Pdvsa) estaba en la nómina de las cinco principales empresas de energía del mundo. Todo cambió bajo Chávez, quien designó a un profesor universitario marxista y sin experiencia en el sector, para dirigir la empresa. Los empleados de Pdvsa se declararon de inmediato en huelga. Y paralizaron el país. Chávez respondió con 22.000 despidos casi de la noche a la mañana, incluyendo a los principales expertos petroleros.

Unos 4.000 funcionarios de elite de Pdvsa ahora trabajan en el exterior. "La empresa es un desastre", dijo Gustavo Coronel, ex miembro del Directorio de Pdvsa, quien en la actualidad trabaja en Washington DC como consultor petrolero. Hasta 2003, quienes se desempeñaban en el Centro de Investigación y Desarrollo Tecnológico de la empresa generaban entre 20 y 30 patentes por año. En 2008, no produjeron ninguna, pese a que el elenco se duplicó. Pdvsa producía 3,2 millones de barriles de petróleo por día cuando asumió Chávez. Ahora, bombea 2,4 millones, según estimaciones independientes.

La declinación se extendió a lo largo de la sociedad, afianzada por el amiguísimo, la corrupción y la censura. En mayo, con el pretexto de que científicos buscaban "oscuros" proyectos de investigación como "si hay vida en Venus", Chávez recortó los presupuestos en los centros científicos universitarios, donde se llevaba a cabo la investigación de vanguardia en materia de salud. Volcó los petrodólares a las misiones científicas oficiales, en las que los hilos son manejados por los aliados del gobierno. Ahora, los institutos de investigación más respetados del país se están rezagando.

Hace unos meses, Jaime Requena, un biólogo formado en la Universidad de Cambridge y en el Instituto de Estudios Avanzados, fue obligado a pasar a retiro y despojado de su jubilación, después que publicó un documento en el que denunció que la investigación científica en Venezuela está "en el punto más bajo en 30 años". El número de trabajos publicados por venezolanos en revistas científicas internacionales cayó casi un 15%, de 958 a 831, en los últimos tres años. A los 62 años, y con su madre de edad avanzada, Requena tiene pocas opciones: "A mi edad, no es fácil conseguir otro empleo. Si pudiera, me iría de Venezuela. Todos mis amigos y colegas lo han hecho".

Se estima que unos 9.000 científicos venezolanos viven en Estados Unidos, en comparación con 6.000 que trabajan en Venezuela. Una de las víctimas es un reconocido experto en ciencias vitales, quien renunció a su labor de jefe de un gran laboratorio de Caracas, para intentar suerte en Estados Unidos, en 2002, aunque siempre abrigó la esperanza de volver. "Presenté una serie de propuestas al gobierno, pero nunca me respondieron", reveló y pidió que su nombre se mantuviera en reserva por temor a represalias contra sus familiares que residen en Venezuela. "Ahora, todo está politizado. Si uno no está con Chávez, nunca recibe el financiamiento. Será objeto de persecución. Es una guerra contra los méritos". Sostuvo que las ciencias médicas en Venezuela están en la oscuridad. "El último informe epidemiológico en Venezuela se publicó en 2005", indicó. "Ni siquiera sabemos las enfermedades que tenemos y si están creciendo o disminuyendo. Este es el modelo cubano de mantener a la gente en la ignorancia".

La cifra
15.000 Son los emigrante venezolanos que partieron a Panamá. Su presencia se hace notar por los nuevo edificios construidos por ellos.

Escapan del nuevo socialismo
En los casos de las naciones que se enmarcan en la Revolución Bolivariana (Venezuela, Bolivia, Ecuador y Nicaragua), cuyos presidentes son los abanderados del llamado socialismo del siglo XXI, la fuga de cerebros de los que se oponen a las políticas que se implementan allí traerá, según los expertos, graves consecuencias en un futuro cercano. Ni siquiera las naciones del primer mundo pueden darse el lujo de perder a sus mejores y más brillantes mentes. Venezuela, Bolivia, Ecuador y Nicaragua cayeron en el Índice de Competitividad del Foro Económico Mundial. El Banco Mundial situó a los tres últimos en el cuarto más bajo de su relevamiento sobre facilidades para hacer negocios, junto con la mayor parte del continente africano. Pese a que se le dio gran importancia a la manera cómo los emigrantes del mundo en vías de desarrollo pueden mitigar el subdesarrollo mediante el envío a sus países de sus preciosos ahorros, las remesas no podrán cerrar la creciente brecha de talentos que está privando a estas sociedades de su gente más capaz y joven. "¿A quién le importa si un ingeniero veinteañero o especialista en computación se va del país? A nadie. Pero, en diez años, sentiremos la pérdida", dijo Raúl Maestres, un experto en recursos humanos que reside en la capital de Venezuela. Su hijo abandonó el país hace ya varios años para trabajar en un estudio arquitectónico situado en Estados Unidos. En tanto, su hija decidió emigrar de Caracas para estudiar publicidad en Buenos Aires. "Cuando uno piensa en las oportunidades que hemos perdido, dan ganas de sentarse a llorar", manifestó Maestres.

Estados Unidos, España, Colombia y América Central acogieron a miles de venezolanos que decidieron irse
Caracas | La diáspora bolivariana pa- rece empeorar poco a poco. Si bien los datos del Censo son dudosos, los analistas latinoamericanos dicen que la emigración de Venezuela, Bolivia y Ecuador generó enclaves de considerable tamaño en Estados Unidos, España, Colombia y América Central. Ciudad de Panamá brilla con nuevos edificios construido por emigrantes venezolanos adinerados, que ya suman 15.000, en tanto fueron pocos miles a comienzos de esta década.

Tantos venezolanos emigraron a Weston, un suburbio de Ft. Lauderdale, Florida (Estados Unidos), que los locales le llaman Westonzuela.

"Casi no hay una familia de clase media en Venezuela que no tenga a un hijo a una hija en el exterior", dijo Fernando Rodríguez, columnista del diario antichavista Tal Cual. En efecto, la emigración desde los países bolivarianos sería mayor si no fuera por la recesión global y la hostilidad a los extranjeros.

Los emigrantes venezolanos no califican como refugiados políticos y no gozan de ninguna ventaja en la fiera competencia por las 400.000 visas de trabajo H1B que emite Estados Unidos, cada año, destinadas a personas de alta especialización. Las tres cuartas partes van para ciudadanos de India, quienes tienen ventaja porque hablan en inglés. "Un motivo por el que no vemos más separación en estos países es porque muchas personas no tienen adónde ir", sostuvo Alejandro Portes, un sociólogo de la Universidad de Princeton, que estudia la migración global.

Latinoamérica vio este fenómeno antes. Casi toda la clase media cubana huyó a Estados Unidos después de la revolución de Fidel Castro, convirtiendo a Miami en un centro de negocios para Latinoamérica, mientras La Habana se estancó. La Guerra Fría, la estanflación, las sucesivas crisis de la deuda externa y el desempleo masivo, impulsaron la fuga de cerebros a lo largo de la década de los `80 -la década perdida de América Latina- especialmente desde Chile, Colombia, Argentina y Perú, así como a lo largo de América Central. A comienzos de este siglo, algunos de los países que estuvieron convulsionados por la dictadura y la insurgencia guerrillera, como son los casos de Chile y Perú, ya habían cambiado de rumbo, convirtiendo a sus sociedades en prósperas y seguras.

Pero, otros países lucharon para hacer retornar a sus emigrantes. En las décadas de los `80 y `90, Colombia se convirtió en sinónimo de cocaína, violencia criminal y guerra de guerrillas, todo lo cual expulsó de sus hogares a unas cuatro millones de personas. Al ser blanco de los secuestradores y los matones políticos, decenas de miles de profesionales de clase media abandonaron el país. En 2002, el presidente Álvaro Uribe declaró la guerra a las drogas y la delincuencia y ahora, ciudades que estuvieron dominadas por el delito como Cali, Medellín y Bogotá son más seguras que nunca y hasta se convirtieron en modelo para el resto de América Latina que está azotada por la delincuencia. Sin embargo, no se revirtió la fuga de cerebros. "O los emigrantes descubrieron el sueño americano o no se convencieron que hay seguridad para retornar", manifestó Jorge Rojas, de Codhes, un centro de estudios colombiano que sigue la evolución de los emigrantes. "Esto muestra lo difícil que es recuperar el talento perdido".

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Desinformação: a gente ve isto lá!

Fonte: LIBERTATUM

QUARTA-FEIRA, JULHO 29, 2009

Por Klauber Cristofen Pires


Na noite do dia 28 de julho flagrei mais um destes momentos em que o pacato cidadão, desavisado sobre o modus operandi com o qual atua a mídia engajada brasileira, teria passado por despercebida uma notícia da maior importância. Refiro-me ao Jornal Nacional, da Rede Globo, a divulgar o que segue extraído logo depois de seu site[i]:

Venezuela suspende relações com Colômbia

O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, anunciou que suspendeu as relações diplomáticas com a Colômbia. E que vai retirar o embaixador venezuelano do país. Foi uma resposta às declarações do governo colombiano de que a Venezuela teria fornecido armas às Farc, forças armadas revolucionárias da Colômbia. Ontem, o governo da Suécia confirmou que vendeu essas armas à Venezuela, no fim da década de 80.

Como que o que deveria ser a notícia mais importante do dia vem a aparecer como um bocejante pronunciamento protocolar, sem nem sequer ter havido nenhuma exibição de imagens ou algum aprofundamento sobre o histórico de ligações de Hugo Chavez com as Farc, já denuncia o quanto da manipulação que se encontra mais calcada na omissão do que na divulgação do fato. Aqui, claro, refiro-me não ao fato de a Venezuela suspender as relações com a Colômbia, o que se traduz pela subliminar inversão mesma dos papéis do bandido e do mocinho, mas pelo gravíssimo fato de que armas de grande poder destrutivo foram repassadas pela Venezuela às Farc – forças armadas revolucionárias da Colômbia.

Agora peço ao leitor para prestar atenção: a nota afirma que o governo colombiano declara que a Venezuela “teria” fornecido armas às Farc. O verbo “ter” aqui, colocado assim, no futuro do pretérito, pretende conceder à pessoa de quem se fala o benefício da dúvida. Esta técnica é muito salutar quando tratamos de pessoas ou instituições que são acusadas de algo sobre o que ainda não foram julgadas. Todavia, o governo da Colômbia não fez declarações no sentido de uma suposta remessa de armas, que aliás, não são simples fuzis, mas modernos e poderosos lança-foguetes: ele acusou formal e diretamente a Venezuela de assim ter procedido, e o fez amparado com provas evidentes.

No parágrafo seguinte, vem o Jornal Nacional a transmitir que a Suécia confirmou que “essas” armas foram vendidas à Venezuela. Aqui, mas uma manobra diversionista, pois não se trata de “essas” armas, mas “estas” armas. Explico: com o uso do termo “essas”, fica a impressão de que armas tais quais a Venezuela possui foram parar nas mãos dos guerrilheiros colombianos. Em síntese, fica algo abstrato, impessoal. Porém, o fato é que a Suécia confirmou terem sido “aquelas” armas sobre as quais o governo colombiano fez consulta formal, apontando o número de série das mesmas! Portanto, são “estas” ou até “aquelas” armas, mas não “essas” armas.

Ademais, arrojados lança-foguetes não são como o meu celular, que costumo esquecer por onde ando. São armas guardadas sempre com grandes cautelas de segurança, jamais em um mero posto de fronteira, por exemplo. Como que não um, mas vários destes lançadores, e ainda mais com munição, poderiam ter se esvaído de uma unidade militar sem que se houvesse um escândalo e um sério inquérito por parte daquele país? Ora, quando meros fuzis foram roubados do Exército Brasileiro, ele protagonizou um cerco às favelas cariocas até recuperar um por um, e um procedimento investigativo foi aberto para apurar as responsabilidades!

A matéria veiculada por O Globo evidencia uma clara manobra de amortecimento de impacto, de gerenciamento de danos. Divulgou o fato com aparência de fidelidade, mas o escondendo dentro da falta de destaque entre notícias menos importantes que ganharam mais luzes e com os malabarismos verbais possíveis para amenizar o tom da acusação e inverter o sujeito e o objeto da notícia. E o fez isto tão somente porque a verdade, já tendo sido denunciada por jornalistas mais honestos, profissionais ou voluntários, como o Reinaldo Azevedo ou respectivamente, Heitor de Paola e Graça Salgueiro, já não podia ser simplesmente tampada.


[i] http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1246632-10406,00-VENEZUELA+SUSPENDE+RELACOES+COM+COLOMBIA.html

terça-feira, 28 de julho de 2009

Suecia pidió explicaciones a Venezuela sobre armas incautadas a las FARC

Fonte: GLOBOVISION
27/07/2009 11:51:00 p.m.

AAS
Globovisión/AFP

Suecia pidió explicaciones a Venezuela sobre la incautación a la guerrilla colombiana de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) de armas suecas vendidas a Caracas, informó este lunes a la AFP un consejero del Gobierno del país escandinavo.

"Está confirmado que una pequeña cantidad de armas producidas en Suecia fue encontrada en un campamento de las FARC. Pedimos explicaciones a responsables del gobierno de Venezuela para que nos diga cómo explica que este equipamiento haya sido econtrado en Colombia", declaró el consejero político del ministerio sueco de Comercio, Jens Eriksson.

Según Eriksson, las armas encontradas habían sido vendidas a Venezuela.

La semana pasada en Londres, la revista especializada en defensa Jane's, reveló que el ejército colombiano se incautó de un número indeterminado de lanzacohetes antitanque en campamentos de las FARC que podrían haber sido vendidos originalmente por un fabricante sueco al ejército de Venezuela.

La publicación inglesa precisó que los lanzacohetes serían del modelo AT4, fabricado por la compañía sueca Saab Bofors Dynamics.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Qual a sua opinião sobre a entrada da Venezuela no Mercosul?

Vamos dar um estrondoso NNNNNÃÃÃÃOOO!!! Vote NÃO no site abaixo e convoque seus amigos para esta campanha.


Qual a sua opinião sobre a entrada da Venezuela no Mercosul?


segunda-feira, 23 de março de 2009

Venezuela no Mercosul, não!

DIÁRIO DO COMÉRCIO
Ives Gandra Martins - 22/3/2009 - 22h17

A Venezuela não é uma democracia. Sua Constituição pressupõe apenas dois poderes, sendo um real e outro ilusório.

Não vejo como possa a Venezuela vir a integrar o Mercosul. A Venezuela não é uma democracia. Sua Constituição, inspirada em professores espanhóis da esquerda radical (CEPS) – não por socialistas moderados –, pressupõe apenas dois poderes, sendo um real e outro ilusório.


O poder real é o Executivo, que subjuga o Judiciário e o Legislativo, e o ilusório é o povo, sempre consultado por plebiscitos ou referendos genéricos. Por outro lado, como não há imprensa livre – no máximo , toleram-se certas manifestações da oposição, logo cerceadas – o ilusório poder do povo é nenhum, pois fantasticamente manipulável e manipulado pelo Executivo.


Essa é a razão pela qual o fanfarrão ditador do país irmão, com seu rosto de orangotango imberbe – a natureza não lhe foi generosa –, em histriônicas manifestações, ataca seus opositores e vizinhos com virulência verbal, quase sempre seguida de efetiva violência, como impedir comícios da oposição nas últimas eleições, retirar poder das regiões onde foi derrotado, invadir portos que se encontram em áreas governadas pela oposição – autorizado por seu "acapachado" Legislativo, o qual se curva, servilmente, a tudo o que pedir, tornando a antiga democracia venezuelana em ditadura típica de uma republiqueta sem perfil.


Ora, o Mercosul exige que seus integrantes sejam verdadeiras democracias, razão pela qual a Venezuela, enquanto governada pelo tiranete introdutor da ditadura bolivariana, de postura circense, não poderá ser admitida na União Aduaneira criada pelo Tratado de Assunção.


A América Latina passa por um período de notória e anacrônica esquerdização, no estilo da fracassada ditadura cubana, com restrições crescentes aos direitos fundamentais. O genocida Fidel – no meu tempo chamado de "Fidel Paredón Castro", pelos milhares de fuzilamentos sem julgamento nos paredões da capital – continua idolatrado pela nova leva de medíocres déspotas que começam a assumir governos latino-americanos. A democracia, pois, adoeceu, no continente, e Chávez é um dos propagadores da praga antidemocrática.


O Senado brasileiro, que mereceu impropérios do verborreico e adiposo governante – ataques deste indivíduo deveriam ser considerados elogios – poderá negar autorização para que aquele país venha a aderir ao Mercosul enquanto não for uma verdadeira democracia, mas sim uma ditadura disfarçada de democracia. Creio que deveria fazê-lo, pois se permitir a entrada desses nossos vizinhos, certamente estará tornando mais instável o Mercosul, que já passa por problemas momentâneos sérios, sobre violentar seu estatuto que, repito, só admite democracias.


Por enquanto, as estrepolias deste ditadoreco, que provocou inflação, desabastecimento e descompassos sociais e econômicos em seu país, são problemas venezuelanos. O que se deve evitar é que se transformem em problemas para o Mercosul e para o Brasil.


Ives Gandra Martins é advogado tributarista, jurista, escritor e Professor Emérito da Universidade Mackenzie

Chavez Usará Dinero de Ahorristas para Financiar Revolución

Domingo, 22 de marzo de 2009 
Especial para RUEDALO.ORG 

Miami, Florida.- Dentro de sus medidas económicas anunciadas el sábado 21 de marzo, Chávez planea usar el dinero de los ahorristas para financiar su revolución. 

De acuerdo a lo que se puede leer entre lineas, ya que no lo dijo de manera explícita, se puede inferir que Chávez piensa usar el llamado "Encaje Bancario" como fuente de recursos para lo que él ha denominado su "financiemiento interno". 

El "Encaje Bancario" es la porción de los ahorros del público que toma el Banco Central de Venezuela como garantía para los depósitos bancarios. 

En su anuncio del sábado, Chávez no indicó que porcentaje del encaje bancario usará, o si usará todo el encaje bancario, o incluso, una porción mayor del ahorro del pueblo en manos de los bancos. 

"Si el Gobierno toma el encaje legal, estaría usando los fondos del público en el sistema financiero... algo sumamente peligroso, porque entonces el público se queda sin el respaldo suficiente de lo que tiene depositado en el sistema financiero". Se estaría, entonces, utilizando el dinero del público en los bancos "para compensar el déficit fiscal". Esta afirmación la hizo el economista José Guerra, la semana pasada (verhttp://www.guia.com.ve/noticias/?id=3... 

Que cada quien en Venezuela vea a ver que va a hacer con sus depósitos bancarios, porque con las medidas económicas de Chávez, éstos están en peligro. 

RUEDALO!!!! 

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segunda-feira, 9 de março de 2009

La tierra ya no es propiedad privada en Venezuela

Domingo, Marzo 1, 2009

"Não se conhece nação que tenha prosperado na ausência de regras claras de garantias ao direito de propriedade, do estado de direito e da economia de mercado." (Prof. Ubiratan Iorio de Souza - http://www.ubirataniorio.org/index.htm)

Hugo Chávez ha declarado hoy que la tierra ya no es propiedad privada en Venezuela.

RUEDALO!!!!

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

"Habrá fraude el 15 de febrero"

SOY LATINOAMERICANA
Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009


Caracas, 12 de febrero (Tips Revolucionarios).- Alejandro Peña Esclusa, Presidente de Fuerza Solidaria Venezuela, dio sus opiniones sobre el proceso del referéndum que el pueblo venezolano enfrentará el domingo 15 de febrero, con el cual, el gobierno de Hugo Chávez podría reelegirse indefinidamente. 

Para Peña Esclusa, uno de los férreos opositores a Chávez, la posibilidad de fraude es muy alta ya que Chávez no está dispuesto a entregar el poder, entre otras cosas, porque de salir, iría directamente a la cárcel por los numerosos delitos que ha cometido. 

Por otro lado, advierte que en el futuro próximo, Venezuela puede verse inmersa en una ola de violencia y desobediencia civil ya que el pueblo no estará dispuesto a soportar a un dictador eterno y por lo mismo cree, que para que Venezuela pueda sacar a Chávez del poder, solo será posible con la presión ciudadana en un proceso de rebelión.

"Chávez cometerá fraude" esta es la posición de Alejandro Peña Esclusa, presidente de Fuerza Solidaria Venezuela, quién nos dio sus análisis sobre el referéndum que el pueblo Venezolano enfrentará este domingo, para darle poderes de reelección al gobierno.


La entrevista completa se encuentra en los siguientes link:






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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".