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segunda-feira, 2 de março de 2009

Ingrid Betancourt era "pior que os guardas", dizem seus companheiros de cativeiro

TRADUÇÕES ESSENCIAIS
por Andrew Pierce | 26 de Fevereiro de 2009, http://www.telegraph.co.uk

Traduzido por LEANDRO DINIZ

Artigo original AQUI

O status de heroína de Ingrid Betancourt, que foi resgatada após seis anos nas mãos dos guerrilheiros marxistas nas florestas da Colômbia, tem sido desconstruído pelas declarações de seus companheiros de cativeiro.

A Sra. Betancourt, 47 anos, tem sido procurada por produtores de Hollywood após a notícia de que ela passou boa parte do tempo acorrentada pelo pescoço em uma árvore, e era alvo de torturas, pela organização terrorista das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARCs).

Mas a declaração mais provocativa do primeiro livro sobre a experiência, Out of Captivity (Fora do Cativeiro), por três americanos companheiros de cativeiro, não foi sobre as marchas forçadas acorrentadas e as escapadas por um triz de tiroteios.

Foram as extraordinárias alegações sobre o comportamento da Sra. Betancourt, uma política colombiana, com dupla cidadania francesa.

Um dos prisioneiros americanos disse que ela era arrogante, retraída, roubada sua comida, coletava livros, e arriscava as vidas dos americanos ao informar os guardas que eles eram da CIA.

Keith Stansell, 44 anos, um ex-Marine, contou a Associated Press: "Eu assisti a ela tentando tomar conta do acampamento com uma arrogância que era fora de controle. Alguns dos guardas nos tratavam melhor do que ela."

Sr. Stansell foi libertado junto com a Sra. Betancourt, os colegas empreiteiros Thomas Howess e Marc Gonsalves, e 11 colombianos, quando agentes do exército pousaram disfarçados como ajudantes humanitários em helicópteros os retirando de uma clareira na floresta em Julho.

Os três americanos revezam a narração das suas experiências na crônica de 457 páginas. Os outros dois concordam com o Sr. Stansell em muitos assuntos, mas não em todos, mas não concordam totalmente com ele sobre a Sra. Betancourt que se tornou um símbolo mundial do sofrimento de reféns. Punida por seus esforços em escapar, ela passou longos períodos acorrentada pelo pescoço em árvores, sofreu com infecções não tratadas, problemas intestinais e suportou longas marchas sobre terreno punitivo.

No livro e em entrevistas por telefone eles disseram que eles não guardam rancores, mesmo que os conflitos fossem freqüentes entre os reféns durante seu cativeiro. "Aqueles eram literalmente campos de concentração," Sr. Gonsalves diz. "Mal existia espaço para respirar."

Dr. Keron Fletcher, um psiquiatra britânico que entrevistou reféns mantidos por extremistas no Líbano há duas décadas, disse que é incomum para um ex-refém criticar publicamente alguém com quem dividiram uma experiência traumática.

"Para esse homem ir direto na jugular é pouco comum," ele disse sobre Stansell. Pessoas que vivem sobre tal trauma "tendem a se manterem calados sobre os problemas que tinham com os outros e fazem o máximo para ajudar cada um."

Os reféns competiam por espaço para dormir, as escassas rações de comida e o único dicionário Espanhol-Inglês. E quando o Sr. Gonsales desenvolveu uma íntima e carinhosa relação com Betancourt, isso disparou uma intensa inveja sobre os outros prisioneiros masculinos, de acordo com o livro.

"Ela é uma mulher forte," diz Sr. Gonsales, 36 anos, que se mantém em contato por telefone e e-mail. "Ela costumava dar muito trabalho para aqueles guerrilheiros."

Sra. Betancourt se recusou a comentar as alegações de Stansell. Uma porta voz, Catarinja Laranjeira, disse por e-mail de Paris que ela está "dedicada a escrever seu (próprio) livro e não fará declarações até que esteja terminado."

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

FARC: humilharam os amigos do PT

BRASIL WIKI
Publicado em 29/10/2008 pelo(a) wiki repórter Cesar, São Paulo-SP

Ingrid Betancourt com o uniforme do Exército Brasileiro. Um reconhecimento público e internacional do apoio. - Foto: web

O mundo todo já sabe e reconhece oficialmente que as FARC são um grupo terrorista armado de bandidos que usa desculpa ideológica para viver do narcotráfico e do seqüestro de pessoas. As quais são maltratadas como animais ou mercadorias em seu cativeiro. Todos reconhecem esse fato, menos o Brasil de Lula e seus vizinhos vermelhos.

Um grupo terrorista que defende uma "causa" que só gerou ditaduras totalitárias e escravizantes ao longo da História. Vide URSS, Alemanha Oriental, Cuba, China, e os pequenos países-satélites da Cortina de Ferro e da África.

Porém, mídia brasileira de rabo preso, deu poucos detalhes sobre a magnífica Operação Jaque, apoiada pelo Exército brasileiro, que enganou as FARC e resgatou 15 de seus principais reféns seqüestrados (dos 2.800 ainda presos), entre eles a candidata Ingrid Betancourt e sua vice. Sem dispararem um só tiro, uma equipe de agentes colombianos se passou por simpatizantes em ação humanitária, encheram um helicóptero com os reféns e dois chefes das FARC e deram tchauzinho aos bandidos na selva. Humilhação total.

importante papel do Exército brasileiro nessa operação, dando informações e apoio logístico na fronteira, foi reconhecido publicamente por Ingrid Betancourt, que fez questão de posar com o uniforme de nosso exército sobre o uniforme colombiano para a mídia internacional, no encontro com o presidente colombiano Uribe (foto). Fato que sequer a Rede Globo comentou, e que gerou críticas de nossos partidos de esquerda quanto a esse apoio humanitário por parte de nosso Exército.

Cavaleiro do Templo: o GLORIOSO E INVICTO EXÉRCITO BRASILEIRO nunca é lembrado, a menos que para "levar porrada", no mínimo. Quantas provas mais precisamos para classificar a esquerda como DEMENTE, DELINQUENTE, SALAFRÁRIA, BANDIDA E REDUTO DO LIXO NACIONAL?  O EXÉRCITO BRASILEIRO é a entidade em que o povo mais confia mas para a MÍ"R"DIA ESQUERDOPATA é o nosso EXÉRCITO O VILÃO. Mïdia nacional é PUBLICIDADE APENAS e nada mais. Publicidade esquerdopata da pior qualidade que só nos mostra o LIXO DA HUMANIDADE: MORTES, CRIMES, SEXO, DROGAS, tudo que a esquerdopatia apóia para desestabilizar o país cada vez mais.


Todo mundo já sabia, e os e-mails do computador apreendido de Raul Reyes confirmaram, da íntima amizade e colaboração existente entre esse grupo terrorista e a cúpula petista de Lula. Figuras como Lula (Foro de São Paulo), Zé Dirceu (sempre ele!), o ministro Amorim, o secretário Marco Aurélio Garcia (o MAG top-top), o secretário particular e churrasqueiro pessoal de Lula, Gilberto de Carvalho, e deputados petistas constam nesses e-mails como amigos e colaboradores dessa guerrilha criminosa.

Uma coisa até natural num governo de baixíssimo nível de pessoal, em que ocorrem quadrilhas mensaleiras, contrabando de nióbio, assassinatos de policiais em SP, ministérios-cabide, entrega da Amazônia e outros descalabros ainda a serem descobertos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Bate papo do conde com José Sepúlveda da Fonseca. Assunto: INGRID e seus amigos, as FARC

Do blog do CAVALEIRO CONDE
Terça-feira, Julho 22, 2008

CLIQUE AQUI E VOTE CONTRA A LEI QUE VAI ACABAR COM A LIBERDADE NA INTERNET BRASILEIRA





Neste vídeo interessantíssimo, eu converso com meu amigo José Sepúlveda da Fonseca, assessor do Príncipe Dom Bertrand de Orleáns e Bragança, membro da Associação dos fundadores da TFP e blogueiro do site Radar da Mídia, onde escreve e comenta fatos da política brasileira. O tema é a libertação da senadora colombiana Ingrid Betancour e as consequências da derrota da narco-guerrilha na Colômbia. Um vídeo bem humorado e imperdível! José Sepúlveda escreve no blog www.radardamidia.blogspot.com.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Meias-verdades, mentiras e dezinformatsya: a quem interessa?

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Graça Salgueiro em 24 de julho de 2008


Resumo: No Brasil o terrorismo colombiano nunca foi tratado pela mídia com a seriedade devida, e nas pautas dos jornais o tema FARC esgotou-se com a libertação dos 15 reféns, no último 2 de julho. Este tema, entretanto, está longe de acabar e não se resume apenas às FARC.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Escrevo este artigo no dia 20 de julho, data em que a Colômbia comemora sua Independência e que em todo o país ocorreram manifestações pedindo o fim dos seqüestros e dos atos terroristas. A França, que resolveu tomar para si uma vitória que não lhe pertence pois é genuinamente colombiana, também realizou uma manifestação tendo à frente a recém-libertada Ingrid Betancourt, acompanhada de sua intrigante e odiosa mãe Yolanda Pulecio, seus filhos e cantores populares.

Aqui no Brasil o terrorismo colombiano nunca foi tratado pela mídia com a seriedade devida, e nas pautas dos jornais o tema FARC esgotou-se com a libertação dos 15 reféns, no último 2 de julho, como se isto encerrasse o assunto de uma guerra que já ultrapassa quatro décadas. Este tema, entretanto, está longe de acabar e não se resume apenas às FARC. Diariamente encontro informes nos sites do Ministério da Defesa e do Comando das Forças Militares colombianas sobre baixas, capturas, deserções e desmobilizações voluntárias de guerrilheiros das FARC, ELN e bandos menores, além da desarticulação de bombas, minas anti-pessoa, apreensão de armamentos, material bélico e de comunicação, laboratórios de processamento de pasta base de coca e toneladas desta droga destruídos ou confiscados pelas Forças Militares, mais de 2.400 crianças libertadas das fileiras guerrilheiras. É um trabalho incessante, abnegado, silencioso.

Entre 2000 e 2007 o ELN seqüestrou 3.293 pessoas e mantém ainda em cativeiro 240. A maioria de suas vítimas são pequenos produtores cujo fim é essencialmente a extorsão pela cobrança de resgate. O presidente Uribe tem sido duro com relação a este bando e as Forças Militares têm agido com rigor em sua perseguição. No dia 15 pp., foi abatido em combate o segundo cabeça e chefe de finanças da frente “Heróis e Mártires de Anori”, condinome “Samir”, que era responsável pela cobrança do imposto” aos produtores e pela comercialização da pasta base de coca. Essas notícias, entretanto, não saem nos nossos jornais. E ainda há quem alardeie que a nossa imprensa é vigilante e presta relevantes informações com o jornalismo investigativo...

Durante o período em que Ingrid Betancourt esteve refém das FARC iniciou-se uma campanha mundial pela sua libertação como se ela fosse um “ícone do martírio”, mas muito dessa história foi fabricada para pressionar Uribe e para desmerecer o Governo e a excelência do trabalho da Inteligência e Forças Armadas colombianas. Quando ocorreu o seqüestro, em fevereiro de 2002, esta senhora, então candidata à presidência da Colômbia por um partido “ecologista”, tinha míseros 2% de intenção de votos e seria apenas mais um número nas estatísticas macabras do narco-terrorismo não fossem os bons ofícios de Dominique de Villepin, então chanceler da França. Em julho de 2003 Villepin, que fora amante das irmãs Ingrid e Astrid na época em que estudaram na França, armou uma desastrosa operação de resgate que foi abortada quando o avião teve que aterrisar em Manaus e descobriu-se que não carregava remédios e médicos mas militares. Posteriormente, em 2005, um emissário francês reuniu-se cinco vezes com as FARC nas selvas da Colômbia sem informar ao governo colombiano, causando muito desconforto na diplomacia dos dois países.

Com todo este interesse da França pela libertação de Ingrid, as FARC perceberam que ela tornara-se “a jóia da coroa” e que daí poderiam extrair grandes lucros. Ao mesmo tempo, discretamente foi-se construindo o “mito Ingrid” e colaboradores dos terroristas, como Chávez e Piedad Córdoba – e posteriormente os outros membros do Foro de São Paulo do qual as FARC são membros -, uniram-se às pressões, não para que as FARC a libertassem sem condições, mas para que Uribe cedesse às chantagens de desmilitarizar os estados de Pradera e Florida.

Inteligentemente Uribe não cedeu nem deu trégua aos combates, até que em meados do ano passado o presidente Sarkozy, a pedido de Villepin, resolveu também participar da farsa. Pediu ao presidente Uribe que libertasse unilateralmente Rodrigo Granda (membro do Secretariado das FARC) como prova de boa-vontade no processo de paz da Colômbia. Em troca as FARC não libertaram nenhum refém, tampouco pararam com o terror. O policial John Frank Pinchao, que conseguiu fugir do cativeiro, informou as condições sub-humanas em que vivem os seqüestrados fazendo um relato comovente, inclusive citando o uso de correntes nos presos para que não fugissem, apresentando a sua própria.

Em dezembro as FARC liberaram imagens e fotos de uma Ingrid debilitada e a partir desta foto “construiu-se” a história de que ela padecia de Hepatite B, Leishmaniosis e que “poderia morrer” caso não fosse libertada com urgência. A segunda parte do plano elaborado pelas FARC, Chávez e apoiado pelos filhos de Ingrid e dona Pulecio, era destruir a imagem de Uribe rotulando-o de “desumano” por não ceder aos apelos “humanitários” das FARC. Entretanto, a foto que a tornou famosa por sua “resistência ao martírio” fora tirada em outubro de 2007; seu marido declarou estranhar as doenças que diziam padecer sua mulher uma vez que ela havia se vacinado em 2001 contra malária e outras enfermidades; as correntes eram postas apenas à noite e só passaram a ser usadas depois da tentativa de fuga de Ingrid, ou seja: não foram 6 anos ininterruptos acorrentada pelo pescoço como se dizia.

Com relação às “doenças”, segundo o cabo William Pérez que foi seu enfermeiro no cativeiro, Ingrid padecia de depressão. Diz ele: “Ela estava muito fraca e tive que lhe dar muito soro, alimentá-la com cuidado porque não podia comer nada; tudo que comia vomitava”. E acrescenta: “Nas provas de sobrevivência que vocês viram e que escandalizaram o mundo, ela já demonstrava sinais de melhora; imaginem como ela chegou a ficar!”. Quer dizer, quando se falava na iminência de morte ela já estava praticamente recuperada e 9 meses depois, quando foi libertada, é natural que tivesse recobrado a aparência que todos viram no dia do resgate! Quanto à Hepatite B, o hospital francês que fez o checkup negou a existência ou resquício de tal enfermidade, acrescentando que seu estado de saúde era bom.

Esta senhora, que sempre foi de esquerda, agora cospe no prato que comeu e dá as costas ao povo que de fato lutou por sua libertação, pois menos de 24 horas depois da “Operação Xeque” embarcava no avião presidencial de Sarkozy rumo à França, onde se encontra até hoje. Lá, não tem poupado agradecimentos ao governo e povo francês por sua libertação, o que tem causado imensa decepção nos colombianos e nos militares que se arriscaram para salvá-la. Se havia alguma pretensão de nova candidatura presidencial, Ingrid acaba de dar um tiro no próprio pé com suas críticas a Uribe, com sua condescendência para com seus verdugos e com esta traição a quem realmente fez tudo por sua libertação.

O ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, disse em entrevista no início do mês que a idéia do terceiro mandato não é do presidente Uribe mas que ele não a refuta. O medo que paira entre seus colaboradores é que Uribe não concorrendo, seja eleito alguém que não continue este combate tão exitoso contra os bandos terroristas e se instale, como no resto do continente, um governo comunista. Nas pesquisas de opinião Uribe subiu de 87% para 92%, e 74% apóia o terceiro mandato porque o povo colombiano não quer FARC, não quer terrorismos e rechaça a idéia de apoiá-los “com palavras amorosas”. Segundo o ministro Santos, se as FARC não se renderem por bem, vão receber todo o peso da pressão militar. Se até 2010 Uribe conseguir destruir as FARC e o ELN, ótimo; mas se não, quem conseguirá?

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Encruzilhada colombiana: revés guerrilheiro, “reconciliação” e desmobilização

D portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por CubDest em 18 de julho de 2008


Resumo: O tema da “reconciliação” na Colômbia vai-se transferindo de uma forma mais ou menos explícita ao centro dos debates e acontecimentos dentro desse país e em torno dele.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Com a libertação inesperada e espetacular de 15 reféns das FARC, o povo colombiano e suas atuais autoridades ganharam o que até o momento constitui uma das mais importantes batalhas psicológicas, políticas e militares contra as narco-guerrilhas que assolam a Colômbia desde há quatro décadas. Não obstante, segundo destacam diversos observadores, a justificada alegria ante a possibilidade de aproximação da paz não deveria deixar perder de vista que ainda podem faltar outras etapas para que a Colômbia chegue a uma paz estável e duradoura, vencendo completamente a guerra.

A rápida mudança de opinião na linguagem da ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, pouco depois de ser resgatada e posta em liberdade, serve de exemplo que ilustra a complexidade da psicologia humana e, ao mesmo tempo, serve de reflexão sobre eventuais mudanças análogas que possam se produzir não somente em nível individual como coletivo.

Deixando rapidamente para trás um primeiro momento de elogio às autoridades colombianas, e de justificação da arriscada ação de resgate, a Srª Betancourt passou a afirmar com ênfase que seu pensamento “sempre” será “de esquerda”, que é “necessária” uma negociação com as FARC e que as autoridades colombianas devem “abandonar a linguagem do ódio”; fez elogios a Chávez e chegou a justificar a existência das FARC com a velha tese de esquerda de que a causa da “violência” guerrilheira se encontraria na “injustiça social” e não nas próprias metas e métodos revolucionários, próprios de um sistema intrinsecamente perverso.

A ex-refém, que já é qualificada como “a Mandela colombiana”, como uma referência ao líder esquerdista sul-africano que, depois de sair da prisão chegou à presidência de seu país, foi mais longe ainda quando afirmou à BBC que “Uribe e não só Uribe, mas toda a Colômbia, devem corrigir algumas coisas”, no sentido do diálogo, da negociação e da reconciliação.

No contexto do pensamento da Srª Betancourt, essa “correção” que “toda a Colômbia” deveria realizar, nas atuais circunstâncias poderia redundar em uma perigosa desmobilização psicológica e ideológica de um país inteiro.

Neste momento, com relação à Colômbia, a palavra “reconciliação” está sendo pronunciada genericamente por diversas personalidades, desde setores diferentes, em nível nacional e internacional, embora sem que se especifique até o momento em que consistiria concretamente essa “reconciliação”. A ineludível interrogação que se coloca é: qual seria o significado que cada ator ou protagonista concede a essa palavra? Em seu sentido mais simples, “reconciliar-se” significa voltar a ser amigos aqueles que em algum momento, por alguma razão, deixaram de sê-lo.

Em que consistiria, concretamente, essa “reconciliação” em relação às FARC e a seus membros, conhecidos por sua crueldade e radicalização, os quais até o momento não deram nenhum sinal de arrependimento por seus crimes?

No plano religioso, Bento XVI, em suas primeiras palavras depois de ser informado da libertação dos 15 reféns, incluiu a meta da “reconciliação” na Colômbia, segundo transmitiu imediatamente à imprensa o Padre Lombardi, porta-voz da Santa Sé. O tema da “reconciliação” na Colômbia já havia sido abordado pelo Pontífice em diversas oportunidades, como por exemplo no Angelus de 3 de fevereiro pp., e também em mensagem aos bispos colombianos por ocasião do centenário da Conferência Episcopal desse país.

Por outro lado, em um plano que vai mais além do religioso e incursiona no sócio-político, os referidos bispos colombianos também têm insistido na reconciliação, e também no diálogo e na negociação. Pouco depois da libertação dos reféns, o até há pouco presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, monsenhor Luis Augusto Castro Quiroga, dirigiu-se às FARC manifestando-lhes que estudassem “com muita seriedade” a possibilidade de “dialogar” com o governo e acrescentou que no momento atual “a saída negociada é o melhor” para os guerrilheiros.

Também no plano político internacional a primeira atitude do presidente Lula, do Brasil, quando se produziu a libertação de Betancourt, foi a de emitir uma nota na qual chama à “reconciliação entre todos os colombianos”.

O tema da “reconciliação” na Colômbia vai-se transferindo dessa maneira, de uma forma mais ou menos explícita, ao centro dos debates e acontecimentos dentro desse país e em torno dele. É um tema sumamente delicado porque, como já se disse, se precisaria saber o quê é que cada um dos promotores da “reconciliação”, e os eventuais atores em jogo, entendem por “reconciliação”.

A preocupação provém do fato de que esta palavra, em si mesma tão notável, pode adquirir significados ambivalentes “talismânicos”, que contribuam para desmobilizar os colombianos no momento em que a guerrilha atravessa uma situação especialmente difícil, e a abertura de processos de reconciliação, negociações e diálogo poderia dar-lhe tempo para cicatrizar suas feridas psicológicas, políticas e militares.

Tradução: Graça Salgueiro

domingo, 13 de julho de 2008

A soltura de Ingrid foi algo maravilhoso: PERMITE AO MUNDO REFLETIR SOBRE A MENTE ESQUERDOPATA, DA QUAL A DELA FAZ PARTE...

Série com três posts de blogs brasileiros, todos com material excelente para quem ainda não entendeu como a mente deturpada e estúpida de um esquerdopata "funciona". Estou falando, agora, da Sra. Ingrid Betancourt. Bravo Uribe, aprendemos mais sobre a arte de "ser estadista" contigo a cada dia, mais do que talvez tenhamos aprendido na última década, visto que os estadistas haviam desaparecido do continente. Soltar esta sociopata e deixá-la falar foi PERFEITO de novo. Tacada de mestre!!! Mestre URIBE, claro!!!


. Do blog do CONDE LOPPEUX DE LA VILLANEUVA

Ingrid Betancour, volte pra selva!

A senadora Ingrid Betancour, libertada pelo exército colombiano, depois de uma ação espetacular de resgate, não sabe compensar o esforço da opinião pública internacional, e mesmo do governo da Colômbia. Salvo pelo fato de que Álvaro Uribe conseguiu uma vitória militar e moral esmagadora contra as Farc e o presidente Hugo Chavez da Venezuela, do resto, dona Ingrid Betancour não faz jus ao preço pago para salvar sua vida. A senadora franco-colombiana fez declarações dignas de uma pessoa esquizofrênica. Ao invés de aprovar os esforços do Presidente colombiano Álvaro Uribe, para soltá-la das garras das Farc, ela faz justamente o contrário: elogia os esforços dos seus algozes. Ela não somente declarou querer “intermediar” a presença de Hugo Chavez, notório financiador da guerrilha, para negociar a “paz” na Colombia, como ainda elogiou os “esforços” do Presidente Lula, que não moveu um palha para sua salvação. Antes, o governo brasileiro promoveu a pantomima de Hugo Chavez para boicotar as ações de Uribe e salvar as Farc. Isso porque, lembremos, a diplomacia brasileira não reconhece as Farc como “terroristas”.

As asneiras da ex-refém não pararam por aí. Eis as suas palavras: "Há vezes em que a Colômbia vai na contramão em relação aos demais países da América Latina porque a situação da Colômbia é diferente da de todos os demais. É o único país que tem guerrilha e por isso estamos na extrema direita."


Ou seja, o problema da Colômbia não é o terrorismo de esquerda associado ao narcotráfico, e sim da direita malvada que o combate, porque estimula a reação violenta dos criminosos. De fato, este é o argumento maluco usado por alguns esquerdistas brasileiros defensores das Farc: a de que seqüestros são justificáveis, porque são uma forma de “resistência”. Porém, Ingrid tem outras pérolas:

"Quem elegeu Uribe foram as Farc. Se não existissem as Farc, não existiria Uribe. Os colombianos votaram em Uribe porque estão até o pescoço com as Farc."

Ingrid emite duas frases que se contradizem. Primeiro, porque Uribe foi eleito pelo povo colombiano, não pelas Farc. E se os colombianos estão até o pescoço com as Farc, elegeram Uribe, precisamente porque foi um dos poucos presidentes da república daquele país que tomaram medidas eficientes contra o narco-terrorismo. Não foram os Farc que elegeram Uribe. Foi o próprio Uribe que conseguiu se eleger pelos seus méritos, mostrando a competência e a ação dura que muitos presidentes não fizeram.

"Uribe concebe o problema colombiano como uma crise de violência, de segurança, e esta crise de segurança, esta violência, é o que cria um mal-estar social. Eu penso o contrário. Eu penso que é porque há um mal-estar social que há violência. Estas interpretações diferentes fazem com que as políticas para atacar o problema sejam diferentes."

Se dependesse de Ingrid Betancour, ela estaria sob o jugo das Farc ad infinito, até o dia em que os guerrilheiros resolvessem matá-la. Só faltou dizer que a culpa da guerrilha seqüestrar pessoas é de Álvaro Uribe. Patética definição da “extrema direita”, já que os governos da Colômbia e mesmo da França, (que não mediram esforços pela sua libertação e a salvaram), são de direita. Inclusive, Ingrid falsifica a perspectiva política: ela nega relação do esquerdismo e do terrorismo das Farc. Eis suas palavras:

"as Farc não são de esquerda. A mim, me parece que são da extrema direita de alguma esquerda de um tempo pré-histórico. Mas de esquerda não são".

Ingrid Betancour demonstra um esquerdismo tão paranóico quanto qualquer dos seus próprios pares. Em outras palavras, para ela, as Farc estão no mesmo nível de Álvaro Uribe, já que ambos são de “extrema-direita”. Esquerdismo, para ela, deve ser Lula e Hugo Chavez, os defensores morais e logísticos das Farc!

Todavia, essa esquizofrenia da senadora foi compartilhada por uma boa parte da esquerda intelectual, atordoada com a derrota humilhante das Farc. Um comentarista universitário afirmou na TV que o resgate de Ingrid Betancour foi uma “derrota” para Uribe. Mesmo sabendo-se, claro, que o presidente da Colômbia goza de quase unanimidade popular, com 91% de aprovação! Outros espalharam a mentira de que o governo colombiano pagou 20 milhões de dólares pela libertação da senadora, afirmando que o resgate foi uma “farsa”. Se houve ou não uma farsa, as últimas instituições que merecem ser condenadas são o exército colombiano e o governo Uribe. É o criminoso que cobra a extorsão que merece ser condenado, não quem paga. Só numa cabeça moralmente doente é que alguém pode ser condenado por salvar vidas.

A esquerda que chora de raiva pela libertação da senadora foi a mesmíssima que inventou a história da “negociação” de Hugo Chavez e Lula com as Farc. No intento de dar legitimidade ao grupo terrorista e impedir os esforços de Uribe de derrotar o narcotráfico, os governos do Brasil e da Venezuela intervieram nos interesses da Colômbia, para boicotar a ação repressiva do governo colombiano. Ingrid Betancour seria usada como mera moeda de troca para facilitar a interferência da Chavez e Lula nos interesses do país, usando o caso da senadora para desmoralizar um governo democrático. Muitos esquerdistas, de tão mentirosos, ainda espalharam boatos afirmando que Uribe tinha intenções de matar a senadora em uma ação de resgate. A família de Betancour colaborou nessa mentira, criticando duramente Uribe e dando total apoio ao governo venezuelano. E na campanha de desinformação, Chavez e Lula, como “mediadores”, seriam uma espécie de salvadores da pátria (ainda que alheia), quando na verdade usariam esse pretexto para abortar as operações militares do governo colombiano. A inversão era óbvia: o governo colombiano, pressionado pelos dois vizinhos, seria obrigado a negociar com a guerrilha como um grupo político respeitável, permitindo as chances de se fortalecer novamente. Entendamos a proposta esquerdista: a opinião pública elevaria os próprios aliados dos terroristas como negociadores idôneos e fora de qualquer suspeita! Tudo uma farsa! Meses depois, o exército colombiano mata o segundo chefão das Farc, Raul Reyes, no Equador e captura documentos comprovando as ligações do governo de Caracas com a narco-guerrilha. Com o apoio descarado do governo de Quito, que dava guarida aos guerrilheiros em suas fronteiras, para ataques terroristas ao país vizinho. Em um desses arquivos, apreendidos no laptop de Raul Reyes, foram encontrados registros de 300 milhões de dólares em doações da Venezuela à narco-guerrilha, além de armas e logística, contrabandeadas da Venezuela pela fronteira com a Colômbia.

Uribe, que até em dezembro de 2007, foi cercado e chantageado pelos governos do Brasil e Venezuela, com a ajuda do Equador e mesmo com o beneplácito da França, conseguiu uma reviravolta espantosa. Manteve a política dura de combate ao terror e humilhou seus adversários externos e internos. Está, virtualmente, aniquilando as Farc. Na verdade, o governo colombiano conseguiu aquilo que muita gente não queria ver: revelar o conluio internacional de partidos de esquerda na América Latina, unidos para destruir as democracias, com a existência do Foro de São Paulo.

Quanto a Ingrid Betancour, não se sabe por que abriu a boca para falar tolices. Por mais que tenha agradecido Álvaro Uribe pelo resgate, na prática, porém, suas declarações foram infames, estúpidas, demagógicas, ingratas, e direcionadas ao presidente que a salvou. Ela resolveu simplesmente elogiar seus carrascos. Estará com síndrome de Estocolmo? Provavelmente não. Será que ainda sonha com a presidência da Colômbia? Espera-se que não, porque demonstrou uma incompetência e uma irresponsabilidade assombrosa como senadora. Suspeita-se que a própria seja atraída pelo sensacionalismo. Antes de ser seqüestrada, em 2002, as autoridades colombianas diziam que ela poderia correr riscos se entrasse na zona de influência das Farc. Ela não deu ouvidos e isso custou seis anos de sua vida num cativeiro, enjaulada na selva amazônica. O esquerdismo de Ingrid Betancour não somente é confuso, delirante, destrutivo, como um mal de família. E agora, a senadora se oferece para agradar aos algozes de seu sofrido país, ainda que ela tenha caído fora para a França, cheia de publicidade. Será que ela valeu pelas 700 pessoas anônimas ainda seqüestradas na Colômbia? Pelo jeito, era melhor que voltasse para a selva!

. Do BLOG DA SUZY

Ingrid Betancourt, a "santa do pau oco"

Ingrid Betancourt deu uma entrevista ao Terra , onde, dentre outras "pérolas" próprias da esquerdalha, quando perguntada sobre o que se pode fazer sobre os demais reféns que permanecem cativos dos terroristas das FARC, disse que “coisas práticas” como “(...) No próximo dia 20, haverá uma caminhada simultânea em Paris e em Bogotá para implorar às Farc para parar. (...)”.

Bom, ela deve saber (mas se faz de desentendida) que passeatas não mudam nada, muito menos em se tratando de grupos a serviço do terror.
Mas o que mais me incomoda é a Sra. Ingrid IMPLORAR qualquer coisa a terroristas.

Ela demonstra que não aprendeu a lição mais básica no que diz respeito a qualquer seqüestro e que inclusive foi demonstrada na prática por Uribe quando da ocasião de seu resgate com mais 14 reféns: NÃO há negociação possível com terroristas.

A não ser que se queira ser sempre perdedor.

E quem assim procede, terrorista também é já que proporciona à corja uma “moral” que não têm e os incita a continuar com o comportamento próprio da escória do mundo.

Mas Ingrid parece que está tomada por algum "alucinógeno" e pensa estar imbuída de um "espírito de santidade". Tanto é assim, que já perdoou os narco terroristas que lhe roubaram seis anos, quatro meses e nove dias de vida, que matam e seviciam inclusive crianças, que promovem o assassinato para além de suas "fronteiras" por meio da tráfico de drogas, que não respeitam nada enfim.

E não satisfeita, a “santa” Ingrid ainda afirmou a importância do ditador Chàvez o qual teria convencido os venezuelanos por meio de "suas idéias e pelo seu carisma”....hahaha, surge na cena um "Gorilla Carismático" que na verdade não tem o menor pudor e pratica qualquer barbaridade contra a liberdade não só do povo venezuelano, mas também de todos os povos latino-americanos.

E na mente doente dessa fraude esquerdopata de nome Ingrid Betancourt tal ‘gorilla’ é o “messias das FARC” e o “herói da América Latina”.

Engraçado, Chàvez não é nenhum messias, mas o chefe verdadeiro do bando narco terrorista e a franco-colombiana só finge não saber. Finge e mente, como todo comuna, já que permaneceu tempo suficiente cativa e não é despreparada intelectualmente.

Bem sei que a comunalha (seja Ingrid, as FARC, Lula e todo o lixo que nos rodeia) não têm palavra e seu método de sobrevivência é a mentira deslavada.

Mas depois dessa demonstração da “santa” Ingrid, proponho que ela, tão politicamente correta e piedosa, retorne aos acampamentos das FARC e seja trocada pelos outros reféns que lá permanecem. Tenho certeza que dentre eles existirá ao menos um pelo qual valha a pena arriscar a vida numa operação de resgate.


. Do blog MOVCC

Betancourt virou Santa do Pau Oco

Betancourt pede à virgem de Lourdes pela liberdade dos reféns das FARC

La ex política acude al santuario donde reza y da gracias por su rescate. Ingrid Betancourt ha acudido al santuario de Lourdes, en el suroeste de Francia, donde se ha dirigido a la Virgen María para darle las gracias por su liberación y pedirle la libertad para los rehenes que siguen en manos de las FARC, una petición que ha sido calificada por la propia ex política como "milagro".

POLÊMICA: Clara Rojas não votaria em Betancourt 'Há coisas em Ingrid que me assustam', diz ex-seqüestrada.

Os guerrilheiros disseram a Clara que poderia ir embora, mas ela decidiu acompanhar Betancourt, em uma atitude que sua mãe, Clara González, avaliou como coerente com seu jeito de ser.

Apesar de ter um sentimento de "admiração e carinho", confessou que "há coisas em Ingrid que me assustam". "Tenho um sentimento de admiração e carinho por Ingrid, é claro, porque compartilhei tantas coisas com ela, mas já conhecendo uma parte de seu temperamento, há coisas que me assustam", frisou. "Me assusta essa incapacidade de Ingrid de fixar certos limites, essa sensibilidade com certas coisas, porque ela é uma coisa perante a mídia e outra em sua vida pessoal", alegou.

A respeito de uma eventual candidatura presidencial de Betancourt nas próximas eleições, sua ex-companheira de chapa e cativeiro disse que os colombianos também devem levar em conta e suspeitar de certas coisas.

"Acho que há uma experiência na forma de lidar com as relações humanas que deve melhorar, e como formar equipes", acrescentou, referindo-se a Betancourt, que no dia 2 de junho foi libertada após seis anos de cativeiro junto com outros 14 reféns em poder das Farc. Rojas também acusou o ex-refém e ex-congressista Luis Eladio Pérez, - confidente em cativeiro de Betancourt - de ter tecido uma "inimizade" entre ela e a mãe de Ingrid, Yolanda Pulecio.

Considero "incrível que isso aconteça", afirmou à RCN, pedindo "respeito por sua vida" (pessoal) e a dos antigos companheiros de seqüestro.
aqui

COMENTÁRIO - A falta de sensatez e de conexão com a realidade é de assustar. Betancourt tem decepcionado a muitos que acompanham suas entrevistas. Acho intolerável misturar "milagre" com ação de fato, que só a inteligência é capaz de produzir através da mente humana quando esta se torna divina. O fato é que Betancourt e os demais reféns foram libertados por homens do Exército oficial de Uribe, com a ajuda do serviço de inteligência americana e israelense, o resto é conversa mole de gente incapaz de absorver o que é real e imaginário.

O milagre de Nossa Senhora de Lourdes não iria conceder privilégios a alguns, entre tantos seqüestrados. Chega de loucuras que essa "religião" das pastorais da terra, aliados das FARC/MST trazem à
população de ingênuos. Na minha opinião essa Betancourt é louca de carteirinha, com profundas tendências à esquerda. Todos os seqüestrados devem ser libertados. Betancourt é comum demais nas suas idéias e ideais, e não merece estar no topo da mídia. É ingrata com os homens que a salvaram e complacente com os criminosos das FARC. Melhor ela continuar rezando e fechar a boca de vez.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Salvando as Farc

Do portal do OLAVO DE CARVALHO
Por Olavo de Carvalho em 10 de julho de 2008

Estranguladas pelo Exército, odiadas pelo povo colombiano, reduzidas a um décimo de seu contingente e, por fim, desmoralizadas pelo resgate espetacular de quinze reféns, as Farc estão seguindo o manual de instruções e fazendo exatamente o que a guerrilha brasileira fez em circunstâncias idênticas: partiram para o gerenciamento de danos e tentam desesperadamente transformar a derrota militar em vitória política.

Se bem sucedida, essa operação terá sido, no fim das contas, o triunfo mais espetacular que a gangue poderia ter desejado. Todos os clássicos da guerra revolucionária explicam que guerrilhas não têm por alvo derrotar o adversário no campo de batalha, mas forçá-lo a aceitar exigências políticas. Esse é o único objetivo a que podem aspirar e a única razão de ser da sua existência – e, para isso, a derrota militar pode ser ainda melhor do que a vitória. O exemplo do Vietnã ainda está na memória de todos, mas não precisamos ir buscar tão longe: nosso governo atual não é outra coisa senão as guerrilhas dos anos 60-70 transfiguradas em poder político pelas boas graças da anistia.

Não é, pois, de estranhar que, sob pretextos humanitários de uma hipocrisia abjeta, os apelos à desmobilização das Farc em nome da "luta pacífica" se espalhem por toda parte com a simultaneidade exemplar de uma orquestra bem afinada.

Quem soa a nota dominante é, como não poderia deixar de ser, o sr. presidente da República. Fingindo pena dos reféns mantidos em cativeiro e um ardente desejo de "paz", ele sugere que as Farc abandonem a luta armada e sigam o exemplo do seu partido.

Para uma organização que matou trinta mil pessoas e manteve três mil seqüestrados presos em condições sub-humanas durante quase uma década, ser de repente admitida como partido político e automaticamente anistiada de todos os seus crimes é mais do que um presente generoso: é a vitória perfeita, a realização integral dos seus sonhos mais lindos.

Que o sr. Presidente da República venha a colaborar tão solicitamente para a realização desses sonhos é nada mais do que natural: durante dezesseis anos, como fundador e chefe do Foro de São Paulo, ele sentou-se à mesa com os líderes da narcoguerrilha e de outras organizações criminosas, traçando com elas a estratégia unificada da esquerda latino-americana para a conquista do poder total no continente. O princípio mais elementar e óbvio dessa estratégia não poderia deixar de ser a articulação dialética da violência armada com o esforço de organização política, ora convergindo, ora fingindo opor-se -- e ludibriando a todos, enfim, pela alternância feliz da intimidação e da sedução.

A gratidão que as Farc têm por Lula e por seu partido expressou-se da maneira mais eloqüente na mensagem que enviaram a eles na última assembléia do Foro, em 2007, onde se derramavam em louvores a ambos por terem resgatado do perigo de extinção o movimento comunista na América Latina. Com seu pronunciamento recente, o sr. Presidente da República não faz senão dar continuidade à sua obra salvadora, que chegará ao seu ponto culminante no momento em que uma infinidade de crimes hediondos for premiada com a anistia geral e a elevação dos delinqüentes à posição de governantes legais. Governantes que, decorrido algum tempo, poderão então, com toda a calma, serenamente, metodicamente, ir destruindo um por um aqueles que os anistiaram, exatamente como faz hoje a guerrilha brasileira.

Ao sr. presidente pouco interessa que, entre as vítimas das Farc, estejam os funcionários da nossa Embaixada feitos em pedaços pelo atentado à bomba ali praticado em 1993, os milhões de crianças brasileiras levadas à autodestruição pelas drogas que as Farc distribuem no país, ou os nossos concidadãos mortos a tiros, nas ruas, por quadrilheiros locais que as Farc armaram e treinaram. Tudo o que lhe interessa é assegurar um futuro brilhante para aqueles seus companheiros de militância -- assassinos, seqüestradores e narcotraficantes.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Cavalheiros do outro mundo

Do portal MÍDIA SEM MÁSCARA
por Percival Puggina em 07 de julho de 2008


Resumo: O apoio da esquerda, em especial do PT, aos narcoterroristas das FARC é ocasional e isolado? Não, é uma atitude permanente.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Lendo sobre a operação de resgate de Ingrid Bettancourt lembrei-me de algo com que me havia deparado na internet, há poucas semanas. Fui atrás da matéria e lá estava ela, ainda disponível, publicada em bem conhecido site de esquerda, no dia seguinte à morte do narco-guerrilheiro Raúl Reyes, na famosa operação do exército colombiano. O referido texto sustentava, pura e simplesmente, que aquela ação militar não se destinara a matar Reyes, mas fora concebida para eliminar Ingrid Bettancourt e evitar sua iminente libertação. Por quê? Porque a ex-senadora, em liberdade, poderia atrapalhar os projetos de Álvaro Uribe para se manter no poder, ora. A gente precisa ser muito idiota para não perceber uma coisa tão evidente assim, não é mesmo?

Como se vê, a criatividade da esquerda não-democrática é inesgotável. A matéria, aliás, ainda acrescenta este vaticínio: “Nas próximas semanas, assim que as comunicações do lado popular tornarem a se ajustar, é quase certo que a notícia seja divulgada, no que Uribe tentará acusar as FARC de a terem matado como represália, o que seria ridículo, bem se sabe”.

Bem se sabe. Bem se sabe que não há limite para a insensatez dessa gente. Assim como não tem uma palavra de verdade, o longo arrazoado não tem uma palavra sobre narcotráfico nem sobre o delírio totalitário representado pela luta de guerrilha num país sob normalidade constitucional e bem definida periodicidade eleitoral. Nenhuma palavra sobre a violência representada pela prática do terrorismo e do seqüestro. Silêncio absoluto sobre a insanidade de uma guerrilha mantida que já dura quatro décadas. Nada. Toda a criatividade concentrada em conceber uma hipótese e a partir dela extrair conclusões venenosas que justifiquem a conduta delinqüente dos companheiros. E sempre atribuindo aos adversários a própria malícia.

Caso isolado? Não, atitude permanente. Em janeiro de 2001, aqui em Porto Alegre, foi realizada a primeira edição do Fórum Social Mundial. Dezenas de milhares de companheiros do mundo inteiro se concentraram na capital gaúcha para conviver e aplaudir as grandes figuras da esquerda mundial. Todos defensores de “um outro mundo possível”, amantes da paz, do amor e da democracia. Quais foram os principais ícones do beatífico evento? Quais as personalidades mais reverenciadas e aplaudidas por aquelas figuras turbinadas por tão elevados valores humanos? Ninguém mais nem menos do que os democráticos, fraternos e solidários Ricardo Alarcón (presidente da Assembléia Nacional de Cuba) e Javier Cifuentes, que dirigia a representação das FARC. Lugares para estar próximos a esses cavalheiros eram disputados a cotovelaços.

Lula candidato fez das FARC parceiras importantes do seu Foro de São Paulo. Lula presidente se recusou a declarar que elas são uma organização terrorista. Até hoje não ouvi qualquer voz petista reconhecer e condenar o narcotráfico controlado pela guerrilha. Há bem poucos dias, a morte de Manuel Marulanda, o maior líder dessa organização criminosa suscitou homenagem póstuma na reunião do Foro de São Paulo, em Montevidéu, e a memória do bandido foi saudada com vibrantes aplausos por uma platéia que se pôs em pé para não deixar dúvidas quanto à sua reverência. Em outras palavras: como são incorrigivelmente elevados os ideais desses cavalheiros do outro mundo!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Emissário confirma reunião com Farc antes da libertação de Betancourt

Do portal G1
Da France Presse, 06/07/2008
Contato foi feito no sábado (28), na "zona das Farc". Autoridades colombianas esperaram o retorno dos emissários para ativar a operação.
Noel Sáez, um dos emissários encarregados por França, Suíça e Espanha (C.T. - ou seja, nada a ver com COLÔMBIA e o plano de libertação bem-sucedido dos sequestrados) para estabelecer contatos com as Farc para a libertação de reféns na Colômbia, confirmou neste domingo (6) à AFP que manteve contato com a guerrilha antes do resgate de Ingrid Betancourt.

O ex-consul francês em Bogotá evitou comentar as suspeitas que pesam sobre outro emissário, o suíço Jean-Pierre Gontard, que segundo Bogotá teria entregue cerca de 500 mil dólares à guerrilha em março passado.

Sáez e Gontard chegaram no sábado, dia 28 de junho, a uma "zona das Farc" próxima à fronteira com o Equador e situada a cerca de 400 km do local onde Ingrid Betancourt foi resgatada, em uma operação do Exército colombiano, na quarta-feira passada (2).

Nesta "zona das Farc" os emissários se reuniram com um "homem de confiança de Alfonso Cano (o líder da guerrilha), a seu pedido", explicou Sáez.

Este homem pediu que "esperassem alguns dias" para obter a resposta de Alfonso Cano sobre as propostas para um possível acordo sobre os reféns, mas por razões de segurança, os emissários partiram sem a resposta e regressaram a Bogotá em 30 de junho, dois dias antes da operação que resgatou Ingrid e outros 14 reféns, segundo Sáez.

Fontes ligadas ao caso informaram que as autoridades colombianas "esperaram o retorno dos emissários para ativar a operação e evitar represálias contra o grupo".

O ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, admitiu na sexta-feira passada que vazou informações para a imprensa sobre a missão dos emissários europeus, a fim de aumentar a credibilidade da falsa transferência dos reféns para outro acampamento das Farc, simulada pelos militares durante o resgate.

Santos também acusou Gontard de ser o "portador" de 500 mil dólares para as Farc em março passado, como aparece em arquivos encontrados no computador do número dois da guerrilha, Raúl Reyes, morto pelo Exército colombiano.

ESTOU FARTA! CHEGA DESTE SURTO BURRO E IDEOLÓGICO

Ana Prudente por e-mail

Diante da libertação dos 15 reféns das FARC, dentre eles os importantes Ingrid Betancourt e 3 militares norte-americanos, declaro que acredito que tenhamos assistido a uma extraordinária operação militar, nunca vista pelos latino-americanos. E talvez por esta razão e pela conduta politica interna do nosso país, estejamos tão receosos em acreditar no que aconteceu.

A tal da Ingrid sempre defendeu as esquerdas a até as FARC nos anos idos. Ela, em campanha, desobedeceu todas as advertências e foi até lá, exatamente no local onde as FARC haviam tomado o domínio. Até poderíamos dizer que ela queria ser sequestrada, sem saber porém, que seria tratada por eles como uma inimiga. Talvez ela só estivesse tentando uma aventura inconsequente mas que lhe daria notoriedade quando devolvida à sociedade e consequentemente, a presidência. É certo que durou bem mais do que o previsto, conforme a própria Ingrid declarou com a frase: "talvez eu precisasse passar por tudo isso para aprender sobre muitas coisas...". Esperamos que ela tenha aprendido sim, ahhhh, esperamos!

As versões são muitas, inclusive a de que Uribe teria pago 20 milhões pela libertação dos reféns, Traduzindo, ele teria "negociado" com o líder das FARC para esta libertação. Oras, pensem, não seria então menos arriscado, caso fosse esta a intenção, deixar que a França mediasse este pagamento, linha altamente defendida por Sarkozy? Ou por acaso alguém acredita que Uribe colocaria seu curriculun vitae à disposição para ser denegrido pelos vizinhos esquerdistas e louquinhos para pegar um furo dele?

Comentário do Cavaleiro do Templo: pensemos ainda um pouco mais: se Uribe tivesse pago pela libertação, o FORO DE SÃO PAULO estaria bradando vitória, visto que é nesta entidade se congregam e trocam beijos toda a esquerdopatia latina e as FARC, que fazem parte desde o início. O que estamos vendo são presidentes mal falando no nome do URIBE e com aquelas caras de quem perderam o melhor da festa. Quem defende a tese do pagamento de resgate ou negociação financeira com os meliantes precisa explicar este pequeno detalhe, qual seja porque o pessoal do FORO DE SÃO PAULO não está dando pulos de alegria com a libertação dos reféns. Se URIBE tivesse dado em sigilo 2 dólares que seja pras FARC esta mesma entidade teria escondido isto do resto da gangue do FORO DE SÃO PAULO e isto seria maravilhoso do mesmo jeito que um resgate sem pagamento algum pois seria uma prova do desmantelamento das duas entidades criminosas, tanto das FARC quanto do FORO DE SÃO PAULO, não acham?

Ademais, mais um pequeno detalhe: as FARC teriam entregue de presente e de bom grado os três meliantes que foram capturados na operação também?

A mídia nunca faz conjecturas a favor do URIBE e todos os leitores de blogs denuncistas como este sabem porque. Pelo mesmo motivo, nunca faz conjecturas que desfavoreçam a esquerdopatia, como por exemplo mostrar as relações entre as FARC e 12 presidentes latino-americanos no FORO DE SÃO PAULO.

E então uma rádio, lá dos cafundós, declara que foi assim que aconteceu e o mundo que "quer acreditar em tramóias" leva a sério. Porque alguém pode achar que a informação de uma radiozinha qualquer, só porque é de um país de primeiro mundo, terá mais valor do que a declaração oficial de um país que já foi do terceiro mundo, agora passando a segundo e brevemente ao primeiro, não tem credibilidade?

Oras, todo o país que investe em suas Forças Armadas com quem sabe como fazer e que está seriamente comprometido com seu povo, passa a
um elevado nível de conhecimento, principalmente quando aprende a utilizar as ferramentas da inteligência. Sim, o resgate foi um sucesso e o presidente brasileiro está mordido de raiva. É claro que ele jamais irá declarar isso e nem precisa, já que todos sabemos que ele e sua prole está do lado é das FARC e não de Uribe.

E a Colômbia não se furtou de informar que teve treinamento com israelenses e norte-americanos. Muito bem fez Uribe, meus parabéns Presidente. Os colombianos têm razões de sobra para festejar um Presidente que está cumprindo o que prometeu. E se ele tivesse pago qualquer quantia,
a ninguém interessa e sim, o desfecho da operação. Isto está absolutamente fora do debate, o fim é outro!

Uribe teve seu pai assassinado pelas FARC e sabemos que ele irá aniquilar com eles, até o último guerrilheiro, seja homem ou mulher
. E Lula e seu Foro de São Paulo terão de engulir com farofa seca a popularidade de Álvaro Uribe na América do Sul. Que chorem muitas lágrimas este comunas-travestidos-de-socialistas-reunidos e pensem que suas propostas estão fora de cogitação por aqui. Nós não queremos e não aceitaremos que um presidente nos coloque em situação de "silêncio" ante a vitória estratégica e irrevogável de Álvaro Uribe.

VIVAS URIBE, VOCÊ É O ÍDOLO DE UM CONTINENTE.

CONTINUE, POR FAVOR!

sábado, 5 de julho de 2008

O ressentimento da corja, diante do golpe mortal na revolução bolivariana de Chávez

Do blog MOVCC

EDITORIAL DO BLOG MOVCC

Uma das coisas mais irritantes da esquerda é a inveja deles e o despreparo latente. São criaturas daninhas, incapazes de disfarçar seu ressentimento odioso quando alguém se sobrepõe pelo talento e pela sagacidade de conquistar e de fazer acontecer. Coisas de gente grande!

Não se trata obviamente, de querer impor uma visão unânime sobre o trabalho do presidente Álvaro Uribe, mas, é incontestável a vitória de seus esforços pela liberdade humana.

A imprensa hoje, se deu ao trabalho de publicar algumas análises fervorosas de vozes ranzinzas tentando desqualificar a operação do governo colombiano. A nossa imprensa não devia se prestar a esse papel ridículo. Sinceramente, não me dei ao trabalho de ler além das duas primeiras linhas, o bastante para tirar de mim uma sonora gargalhada e o desprezo pela falta de argumentos. Ao negarem o óbvio, os esquerdopatas se tornam ainda mais patéticos do que já são normalmente. Ficam do tamanho de um rodapé.

A postura encabruada de alguns vizinhos com relação aos feitos do presidente da Colômbia (e, nela se inclui a do Lula da Silva), só serve para expor a dubiedade desse bando de picaretas com relação aterroristas da FARC — serve para evidenciar o descompromisso deles para com a democracia e o bem estar de seus povos.

A libertação de Ingrid e dos demais reféns representa, em primeiro lugar, forte revés contra a política bolivariana encampada por Chávez. Em segundo lugar, a aprovação do presidente Uribe está nas alturas e atinge 92% de aceitação. É aí que mora o ressentimento dos ineptos presidentes da esquerda latina, cuja meta de minar com o governo colombiano ficou mais distante ainda. Que ótimo! Por Gaúcho/Gabriela

URIBE ESBOFETEA CHÁVEZ – O CAUDILHO BUFÃO
Análise de Luis Maria Anson (El Mundo Espana)

Os serviços de inteligência cubana que dominam a Venezuela arquitetaram meticulosamente o plano para converter Chávez no líder dos povos latino-americanos. O castrismo se alimenta hoje, a grandes soldos, do petróleo venezuelano. Dinheiro extra que substituiu a voracidade soviética: dinheiro do açúcar em troca do sangue cubano derramado nas aventuras comunistas na África.

A projetada liberação de Ingrid, graças à mediação e Chávez, deixaria suculentos créditos: Uribe desprestigiado; a guerrilha comunista e terrorista, convertida em interlocutor político; Chávez, o caudilho indiscutível da Venezuela, além de grande mediador, o líder dos povos da Libero-América, capaz de resolver os problemas mais perigosos. Enfim, tudo estava estudado, calculado e medido. Leia mais aqui, Via Notícia 24 – Tradução de Arthur (MOVCC)


EXÉRCITO COLOMBIANO APRESENTA TERRORISTAS DAS FARC

O guerrilheiro da imagem é o “César”, um dos dois guerrilheiros que foram capturados na operação de resgate dos seqüestrados.

O Exército colombiano apresentou à imprensa nesta quinta-feira, 3, os dois rebeldes das FARC: "César", O Gerardo Aguilar Ramírez e Alexander Farfán, cujo apelido é "Gafas". Eles permaneceram em silêncio durante a apresentação, ao longo da qual ficaram lado e lado, entre agentes da Polícia Militar do Exército. Nenhum dos dois integrantes das Farc aceitou responder às perguntas dos jornalistas. "César", considerado o líder carcereiro da guerrilha, apresentava hematomas pelo corpo e algumas escoriações em seu rosto.

O general Mario Montoya, que apresentou os detidos, também mostrou aos jornalistas algumas das correntes e cadeados usados para prender os reféns no cativeiro. O Estado de São Paulo e foto do Noticia24

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Brasil ''não fez uma clara defesa da democracia''

Do portal do ESTADÃO
Por Gabriel Manzano Filho, sexta-Feira, 04 de Julho de 2008

Faltou definição, faltou coragem e, principalmente, faltou uma clara defesa da democracia contra o terrorismo no comportamento da diplomacia brasileira ao longo de todo o "caso Ingrid Betancourt". A cobrança partiu ontem de especialistas em política externa, para os quais, durante os últimos cinco ou seis anos - ela foi seqüestrada em fevereiro de 2002 -, a marca da diplomacia brasileira nesse conflito foi no mínimo a ambigüidade, que não se apaga com as novas declarações, mais incisivas, do presidente Lula.

(Comentário do Cavaleiro do Templo: mas claro que o LULA não poderia ficar feliz com a ação do governo colombiano e o resgate dos reféns, Ingrid Betancourt entre eles. LULA é o criador do FORO DE SÃO PAULO que tem as FARC como membro ATIVO, associado mesmo. Ora, como ele poderia parabenizar URIBE se as felicitações seriam um "tiro" na amizade do grupo narcotraficante e querido associado, as FARC? Além do mais, LULA sabe que as FARC matam e, como ser que vive de mentiras, cuja VIDA TODA É UMA MENTIRA melhor dizendo, ele MORRE DE MEDO, DE TUDO. Viver na mentira é medo da verdade percebida, mesmo que não diretamente, conscientemente. ESTE MEDO CHAMA-SE COVARDIA. Sempre foi assim com todo covarde, com o LULA não seria diferente.)

"Compreendo e apóio a posição do ministro Celso Amorim de só rotular como forças terroristas aquelas assim classificadas pelas Nações Unidas. Isso é melhor do que o que fazem hoje os Estados Unidos. Mas não faz sentido a nota da quarta-feira em que o Itamaraty fala em negociação e reconciliação", diz o ex-embaixador do Brasil nos EUA Roberto Abdenur. "Reconciliação de quem com quem?", pergunta ele. "De um País de 47 milhões de pessoas com um pequeno grupo que age pela força? É tratar as Farc como se fossem representantes legítimas de uma parte expressiva do país". Abdenur considera importante lembrar que o governo nunca fez a defesa explícita das Farc, "o que é bom". Mas lamenta a ambigüidade que havia no trato da questão. "Minha crítica é que não nos posicionamos na questão central que é a democracia. Faltou uma clara defesa da democracia por parte da diplomacia brasileira. O que aconteceu foi uma vitória democrática contra uma contestação golpista".

Também o professor Carlos Pio, que ensina Relações Internacionais na UnB, entende que a nota da quarta-feira "apenas reforça a impressão de que o Brasil não demonstrou clareza em todos esses anos de luta do governo colombiano contra uma guerrilha violenta". O País "teve uma posição covarde, fugindo ao reconhecimento das Farc como grupo terrorista. E covarde também ao não reconhecer a eficácia da estratégia corajosa do presidente Álvaro Uribe". O desfecho do caso deixa evidente, segundo Pio, "que se enfraqueceram as soluções negociadoras de França e Venezuela". Como resultado, o Brasil "não tem hoje qualquer ascendência" para mediar futuros conflitos.

Veterano estudioso de questões militares e diplomáticas do continente, o professor Clóvis Brigagão, do Centro de Estudos Estratégicos da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, também vê fraqueza nas atitudes brasileiras, mas admite algumas atenuantes. Primeira: que o Brasil, por seu tamanho e sua economia forte, "deve mesmo adotar alguma cautela" nas relações com vizinhos, para não ser logo tachado de prepotente e imperialista. Segunda: a presença forte dos EUA no conflito, patrocinando o combate ao narcotráfico, "recomenda cuidados nas iniciativas".

(Comentário do Cavaleiro do Templo: que opinião mais cretina! Para mim, pessoalmente, esta é a opinião de alguém que não entende que por causa dos motivos que ele mesmo (Brigagão aí de cima) citou é que deveríamos ter uma opinião forte e oposta a qualquer atitude CONTRA A DEMOCRACIA. Medo de ser taxado de imperialista quando a defesa é a da DEMOCRACIA e adotar a MESMA posição que qualquer outro país, EEUU ou Namíbia, CONTRA O NARCOTRÁFICO seria ruim em que UNIVERSO??? Resposta: de novo, no UNIVERSO DOS COVARDES QUE NÃO ENCARAM A REALIDADE E QUE MORREM DE MEDO DE TUDO.)

Mas não é novidade, ressalta, que nas relações com a Colômbia a diplomacia brasileira "sempre foi de baixa intensidade". Por exemplo, o Itamaraty "nunca fez barulho com as incursões de tropas das Farc pelo território brasileiro". Da mesma forma, ele "não reagiu firme às provocações recentes da Bolívia e do Paraguai".

(Comentário do Cavaleiro do Templo: a resposta é: FORO DE SÃO PAULO.)

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Ingrid: “Gracias Colômbia”!

Do blog MOVCC
"Quero, em primeiro lugar, dar graças a Deus e aos soldados da Colômbia", disse Ingrid Betancourt, há pouco, à rádio do Exército colombiano, após ser resgatada.

Em novas declarações no aeroporto, Ingrid Betancourt foi contundente: "Gracias Presidente Uribe que lutou por nós".

"A operação foi absolutamente impecável", declarou Betancourt. "Agradeço ao Exercito da Colômbia, e ao Presidente Uribe. E digo que o povo Colombiano pode confiar no exercito Colombiano. A missão foi absolutamente perfeita" "Acho que isso é um sinal de paz para a Colômbia", acrescentou.

"O chefe da operação gritou: 'Somos o Exército Nacional. Vocês estão livres", disse Betancourt com a voz quebrada de emoção em suas primeiras declarações em liberdade.

O Presidente Álvaro Uribe felicita o Comandante das Forças Militares, General Freddy Padilla de León, e ao Ministro de Defesa, Juan Manuel Santos, pelo êxito do operativo. Foto: Juan Felipe Barriga – Material do Noticiero Digital



INGRID MANIFESTA SEU APOIO A URIBE, E AO CHÁVEZ E CORREA PEDE RESPEITO À DEMOCRACIA




Ingrid Betancourt manifestou seu apoio a Uribe Vélez, qualificando-o como um presidente que tem sido bom para a Colômbia e que está levando a cabo as coisas que eram necessárias. Disse que a reeleição do Presidente foi boa para o país e que foi a chave para reduzir as FARC ao seu estado atual. Disse também que está e acordo com todas as medidas que tem tomado o mandatário.

“Um dos golpes mais duros dado nas FARC, fora esta extraordinária operação, foi a reeleição presidencial”, disse a política colombiana.“Pelo efeito do pêndulo, depois de um governo de mão dura viria um governo de mão estendida, e isso lhes permitia manter-se vigentes”. Disse que “a partir da reeleição do presidente Uribe as FARC não tiveram mais respiro”.

“A Deus agradeço que não fui presidente, e sim o Uribe”, disse. Ingrid “Quero servir a Colômbia como “um soldado que serve a Colômbia a serviço da Pátria”, e somente Deus sabe se o farei algum dia na Presidência do país”

Disse também que os presidentes da Venezuela e do Equador tinham um papel muito importante como aliados da Colômbia na luta contra as FARC, porém, lhes pediu respeito para com a democracia colombiana. “Os colombianos elegeram a Álvaro Uribe e não as FARC. Por isso, peço aos irmãos do nosso continente que nos ajudem para que as transformações da Colômbia se dêem por via democrática”, e que se recordem que o povo da Colômbia deu seu voto a Uribe e não as FARC. Noticia 24 – Tradução de Arthur (MOVCC)

COLOMBIANOS COMEMORAM NAS RUAS A LIBERTAÇÃO DE REFÉNS


Edifícios da capital Bogotá foram enfeitados com bandeiras tricolores. Centenas de colombianos saíram nesta quarta-feira (2) às ruas com bandeiras, enquanto os motoristas promoviam um buzinaço após o anúncio do resgate por parte de militares de 15 reféns da guerrilha das Farc, entre eles Ingrid Betancourt e três norte-americanos.


COMENTÁRIO

Álvaro Uribe é um presidente que enche de orgulho toda América Latina. Hoje, não só o povo Colombiano está no auge da emoção, da alegria e da satisfação por ter um presidente e um Exército desse porte, mas o MUNDO também está em festa, agradecendo aos bravos pela libertação de Ingrid Betancourt e a dos outros reféns, porque aqui nessa terra de humanos, estão em confronto os deuses e os demônios.

Que maravilha! Hoje, estamos nos sentindo presididos por esse governo de Uribe, e unidos nessa corrente de emoção. A alegria é tão grande que nem consigo citar os demônios que governam a AL. A ralezada deve estar tremendo de ódio porque no cérebro deles só se desenha o roubo, a corrupção e toda ordem de crimes. Imaginem aquela cadela de rua - que late de vez enquando - apoiando as FARC no massacre de mulheres e de crianças? Aquela tal da Piedad Córdoba que usa um lenço de doméstica e que protagonizou o circo, a falácia junto com Chávez.

Mas vamos voltar ao tema luz, inteligência e poder. O presidente Colombiano é um dos pilares da democracia nesses tempos de caos. Nosso blog cumprimenta o Comandante do Exército Colombiano. Por Gabriela/Gaúcho


NOTA DO LULA À IMPRENSA

Leia abaixo a íntegra de nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República:

"O Presidente da República tomou conhecimento da libertação da Senadora Ingrid Betancourt e de outros 14 reféns que se encontravam seqüestrados pelas FARC.

Ao enviar seu abraço fraternal aos reféns hoje libertados e a seus familiares, o Presidente Lula manifestou satisfação com essa notícia tão aguardada pela comunidade internacional. Expressou a esperança de que tenha sido dado um passo importante para a libertação de todos os demais seqüestrados, a reconciliação de todos os colombianos e a paz na Colômbia (C.T. - notaram? Nem uma palavrinha que seja de agradecimento ou reconhecimento a Uribe, nem sequer mencionou o nome do único PRESIDENTE latino que ama seu país e seu povo, ÁLVARO URIBE).

Brasília - DF, 02 de julho de 2008

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República


COMENTÁRIO:
O povo latino só terá a PAZ que o presidente Lula deseja, cinicamente, no dia em que nenhum deles, inclusive V.Excia, estiver presidindo governos. Todos sabem que Lula é o criador do Foro de São Paulo, uma organização da qual faz parte as FARC, e que a missão dessa máfia é acabar com o Presidente Uribe. Lula deve estar com urticária de tanto ódio, ao ver que o Presidente Uribe está sendo ovacionado pelo mundo inteiro. Essa corja de cínicos podia morrer de coceira. Por Gabriela/Gaúcho

Fontes e fotos utilizadas na pauta: Do Noticias 24, Noticiero Digital, El País, El Mundo

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".