Não demonstre medo diante de seus inimigos. Seja bravo e justo e Deus o amará. Diga sempre a verdade, mesmo que isso o leve à morte. Proteja os mais fracos e seja correto. Assim, você estará em paz com Deus e contigo.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Chávez, onde está o dinheiro do petróleo?
E como relembrar é viver, aqui vão as 5 coisas que esquerdopatas mais sabem fazer: MENTIR, MENTIR, MENTIR, MENTIR MAIS e FAZER PROPAGANDA DE SI MESMOS MENTINDO.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Vamos ver o amigo venezuelano do LULA agora...
Postado por movcc às 10/29/2008
Grandes produtores de petróleo inimigos dos EUA, como a Venezuela de Chávez, chegaram a pensar que, com a crise, "o império" caminhava para o fim. Mas logo descobriram que a conseqüente perda de dinamismo da economia mundial deprime os preços do petróleo, que despencaram de US$147 o barril, em julho, para US$ 63 ontem.
Para um líder que jogou tudo nas cotações ascendentes, chegou a hora da verdade. Não dá mais para manter os programas populistas de assistência social - com os quais mantém seu apoio interno -, e ao mesmo tempo usar petrodólares para financiar o sonho de chefiar um bloco antiamericano na América do Sul. A Venezuela já vinha sofrendo com desabastecimento, inflação de 36% ao ano e fuga de investidores. Recentemente, Chávez declarou que, para manter seus planos, o barril de petróleo deveria se manter em US$80. Ele já está bem abaixo disso.
Segundo a revista inglesa "The Economist", cada queda de US$10 da cotação representa menos US$5 bilhões na receita do governo de Caracas (1,4% do PIB). A situação é cada vez mais desconfortável para quem, como Chávez, vai enfrentar o teste das urnas, em eleições para governadores, prefeitos e vereadores no dia 23 de novembro.
O petróleo responde por cerca de 90% das exportações venezuelanas (em grande parte para os EUA) e por mais da metade da receita do governo. Até recentemente, a trajetória ascendente dos preços permitiu ao déspota financiar seus delírios, o que elevou os gastos do governo de 22% do PIB, em 2001, para 32%. Com a mudança do cenário, a Venezuela se torna uma vítima sui generis da crise internacional. Os parceiros a quem poderia pedir ajuda - Rússia, Irã - estão na mesma situação. Com o isolamento do regime, é difícil que Caracas venha a obter apoio de instituições como o FMI ou o Banco Mundial. A realidade deverá impor uma dieta aos planos de Chávez.
Por exemplo, torna-se definitivamente sem sentido a criação do Banco do Sul, que usaria reservas dos países membros para promover o desenvolvimento da região. Todos os países depositam hoje em suas reservas - maiores ou menores - a esperança de serem poupados do tufão que atinge o sistema financeiro internacional.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Petróleo cai e abala plano dos anti-EUA - e agora, salafrários???
Com menos petrodólares, Venezuela, Irã e Rússia têm reduzida a capacidade de atrair aliados e refazem cálculos
Com sucessivas altas do preço do petróleo, nos últimos anos, os líderes da Venezuela, Irã e Rússia, fortaleceram suas posições, o que lhes permitiu ingressar no cenário mundial usando a diplomacia do talão de cheques e, dependendo da ocasião, da intimidação.
Agora, a queda violenta das receitas abre uma série de interrogações quanto à capacidade destes países arcarem com seus gastos - e com a pretensão de fazer frente à hegemonia dos EUA. Para as três nações, os petrodólares representaram um meio para alcançar um fim ideológico.
O venezuelano Hugo Chávez usou-os para dar início à revolução inspirada no socialismo, em seu país, e para fornecer apoio a líderes latino-americanos que abraçavam suas mesmas tendências, com o objetivo de minar a influência americana outrora dominante.
O Irã estendeu sua influência em todo o Oriente Médio, promovendo-se a líder do mundo islâmico, e usou seus petrodólares para desafiar os esforços do Ocidente para impedir o avanço de seu programa nuclear.
A Rússia, que sofreu um humilhante colapso econômico na década de 90, depois da queda do comunismo, reconquistou parte da posição que ocupava no mundo. Começou a reconstituir suas forças militares, recuperou o controle de oleodutos e gasodutos e repeliu as tentativas de penetração do Ocidente no antigo império soviético.
Financiar essas ambições custa muito mais quando o petróleo está cotado a US$ 74,25 o barril, seu preço de fechamento na segunda-feira em Nova York, do que quando era cotado a US$ 147, três meses atrás.
Isso não significa que esses países estejam na iminência de um desastre econômico ou abandonarão seus objetivos políticos.
E o preço do petróleo, cuja cotação ainda é o dobro do que, há alguns anos, já era elevado, sempre pode voltar a subir.
RECESSÃO NO HORIZONTE
No entanto, Rússia, Irã e Venezuela basearam seus gastos em um patamar de cotação que consideraram conservador, mas agora está próximo do nível do mercado. Novas quedas significativas poderão levar os gastos desses países a um nível deficitário ou pelo menos a obrigá-los a escolher entre suas prioridades. Uma recessão mundial agravaria a situação, reduzindo a demanda de energia e pressionando o preço para baixo.
Não está claro se as novas pressões criarão oportunidades para que os EUA abrandem as tensões, ou se os líderes dos três países se limitarão a usar declarações raivosas, se não puderem apelar para ações provocadoras.
Chávez prossegue com suas aberturas para a Rússia. Talvez agora, ele, o primeiro-ministro Vladimir V. Putin da Rússia, e o presidente Mahmud Ahmadinejad do Irã, vejam os EUA, sacudidos pela crise financeira, como uma nação ainda mais vulnerável.
Daniel Yergin, presidente da Cambridge Energy Research Associates, uma consultoria de Massachusetts, disse que os países petrolíferos se deparam com a necessidade de reformular cálculos.
Originalmente, afirmou, eles entendiam a crise econômica como um problema que dizia respeito apenas aos Estados Unidos, até que o preço do petróleo despencou.
"Agora, os países produtores experimentam um choque petrolífero às avessas", comentou Yergin. "Enquanto as receitas cresciam, os gastos dos governos subiam e a expectativa de fortunas inesperadas os levaram a alimentar ambições ainda maiores. Agora, estão descobrindo seu grau de integração num mundo globalizado".
COLABORARAM MICHAEL SLACKMAN E CLIFFORD J. LEVY
SINAL DE ALERTA
Venezuela: Em setembro, Chávez foi enfático ao anunciar exercícios navais com a Rússia no Caribe, despentando rivalidades da Guerra Fria no hemisfério. Usou dinheiro do
petróleo para conquistar amigos na região, incluindo o boliviano
Evo Morales. As despesas também aumentaram com a ampla rede de programas sociais para promover a meta de criar um Estado socialista. O orçamento de 2009, com base no preço do petróleo a US$ 60 o barril, inclui uma elevação de 23% nos gastos do governo, para US$ 78,9 bilhões. Mas os venezuelanos
mostram-se alarmados quanto à capacidade do governo de pagar suas contas.
Irã: Teerã foi capaz de resistir às sanções econômicas impostas pelo Ocidente graças ao preço do petróleo. O país tem a segunda maior reserva conhecida do mundo e fez uso dela nos últimos anos como arma política e econômica para desafiar o Ocidente. Os petrodólares ajudaram o Irã a aumentar a influência sobre Iraque, Líbano - por meio do Hezbollah - e o conflito entre Israel e os palestinos, por intermédio do Hamas. Internamente, o dinheiro permitiu aos ideólogos linha-dura preservar o poder.
Rússia: Em um dia de inverno de 2006, a Rússia cortou subitamente o fornecimento de gás natural para a Ucrânia onde um governo pró-Ocidente chegara ao poder. Há dois meses, a reação branda de algumas nações européias à invasão da Georgia pela Rússia pareceu indicar que a Europa se tornara dependente demais do gás russo e não poderia ousar um questionamento mais firme. Agora, porém, com os preços do gás despencando, essa estratégia foi colocada em questão.
ACABOU A FARRA CHAVISTA DO PETRÓLEO?!
| ACABOU A FARRA CHAVISTA DO PETRÓLEO?! Publicado na quinta-feira, 16 de outubro de 2008 - Tradução de Francisco Vianna O colapso financeiro de 2008 não perdoa nenhuma ideologia: pulverizou a escola do capitalismo especulativo e desregulamentado do governo Bush e arruinará também o populismo de esquerda do presidente venezuelano Hugo Chávez, com base nos altos preços do petróleo. Quase todos os economistas coincidem em que a Venezuela será o país latino-americano mais duramente golpeado pela recessão mundial que se avizinha (para desespero da Argentina). Isso se deve ao fato de que a Venezuela obtém 94 % de sua renda em dólares e outras moedas fortes estrangeiras da exportação do petróleo cru, e os preções dessa mercadoria bateram um recorde de queda de US$146 o barril no mês de julho para algo em torno de US$75 o barril na quarta-feira de ontem. Numa recessão global, os países industrializados comprarão menos petróleo. O banco financeiro Goldman Sachs avaliou esta semana que os preços do cru cairão em média a US$70 o barril até o fim desse ano, e que podem baixar até chegar a US$50 o barril caso a recessão mundial se aprofunde. Com tais preços, Chávez terá problemas para manter seus planos ‘sociais’ em seu país, o que poderá agravar as tensões que crescem entre os venezuelanos. E as grandiosas promessas de ajuda econômica que Chávez faz diariamente a outros países serão ainda mais difíceis de serem cumpridas. A ‘PFC Energy’, uma empresa de consultoria com sede em Washington, disse que a Venezuela necessitará que o preço do petróleo se situe a peço menos US$97 o barril para que possa equilibrar a sua balança de pagamentos externos em 2009, uma cifra muito superior aos preços atuais. Rose Anne Franco, uma das autoras do informe da PFC, me disse que essa avaliação não inclui milhares de milhões de dólares prometidos por Chávez a outros países (como à Argentina, por exemplo), e que ainda não foram – e provavelmente não serão - oficializados. Os funcionários do governo venezuelano dizem que o orçamento de 2009 foi todo calculado com o preço mínimo do petróleo a US$60 o barril, mas economistas independentes concordam que isso não quer dizer muita coisa, porque os presidentes venezuelanos sempre orçaram o petróleo a preços baixos para poderem gastar a seu bel prazer os excedentes que porventura consigam quando o produto alcança preços mais elevados, e Chávez tem feito isso mais do que ninguém. ''Na América latina, a Venezuela poderá ser sem sombra de dúvida o principal perdedor caso os preços do petróleo se mantenham baixos, pela imensa importância dessa mercadoria na economia do país'', disse Augusto de La Torre, o principal economista para a América latina do Banco Mundial. “A coisa pode ficar muito difícil, porque há um ritmo de gasto público muito elevado e não vai ser fácil politicamente reduzir esse gasto público para ajustá-lo a um menor nível de renda do estado''. O maior problema da Venezuela é que, embora os preços do petróleo tenham quintuplicado nos últimos seis anos, o gasto público também cresceu proporcionalmente. Para piorar as coisas, o governo de Chávez não incrementou suficientemente as reservas estrangeiras do país para poder enfrentar os anos de vacas magras e não pode aumentar a produção de petróleo para compensar a queda de preços porque muitas das instalações do monopólio estatal PDVSA não foram adequadamente mantidas e aumentadas. ''Acabou a ‘petro-festa’ chavista, e virá um ajuste muito importante'' Um boletim informativo venezuelano, o VENECOMY, disse que o país poderá estar “no limiar de uma das piores crises econômicas de sua história''. Com o preço do petróleo no nivel atual, é provável que o governo desvalorize a moeda antes do fim do ano, ou que aumente o imposto sobre o valor agregado, ou que anuncie um corte drástico do gasto público, ou que faça uma combinação de todas essas coisas, disse a publicação. Também começará ''a procurar bodes expiatórios, e como Bush já não está disponível, talvez escolha o setor privado venezuelano' Minha opinião: a queda do preço do petróleo não impedirá Chávez de continuar gastando muito acima de suas possibilidades durante as próximas semanas, porque a primeira prioridade do ‘presidente narcisista-leninist E tampouco é provável que a recessão global provoque a queda de Chávez do poder. Ele agora controla as reservas do Banco Central, que usa para absorver um pouco o impacto da crise. E sempre pode por a culpa no ''império'' norte-americano pelo inevitável aperto de cinto que os venezuelanos terão que se submeter. Mas, com os atuais preços do petróleo, o ‘petro-populismo’ chavista ficará sem combustível (que me perdoem o trocadilho). A megalomania do presidente venezuelano sempre tem sido proporcional à alta dos preços do petróleo. E com tais preços em queda livre, preparem-se para assistir a um Chávez menos loquaz, ou a um Chávez que continuará falando até pelos cotovelos, porém com cada vez menos gente que lhe preste atenção. Saudações, VIANNA |
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