Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro concede Medalha Tiradentes a Olavo de Carvalho. Aqui.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Brasil: opção preferencial pela ilegalidade – Parte 2



Por Graça Salgueiro


Ontem o governo brasileiro desferiu o golpe mais baixo, desrespeitoso e ilegal contra o governo de fato de Honduras, quando participou da conspiração para abrigar clandestinamente em sua embaixada o presidente deposto constitucionalmente Manuel Zelaya.

Para que se possa compreender este fato, é necessário recuar um pouco no tempo e ler o que diz na Resolução Final do XV Encontro do Foro de São Paulo, ocorrido no México entre 22 e 23 de agosto, em seu parágrafo décimo quinto, item 2, onde os principais temas debatidos foram o acordo militar Colômbia-Estados Unidos e o “golpe” em Honduras:

“Décimo quinto (...)

2. Apoiar decididamente a esquerda hondurenha nos termos da resolução particular por este XV Encontro”

Ora, o que de tão secreto acordou-se nesta “resolução particular” que apenas os eleitos puderam tomar conhecimento? Não se sabe mas é possível presumir, depois do que ocorreu ontem em Honduras. Desde que Zelaya foi deposto a posição do Brasil sempre foi coerente, não com os fatos e a realidade, tampouco com o que diz da boca para fora ao defender a democracia, a soberania nacional e a auto-determinação dos povos, mas ao ideário comunista. Cortou vários acordos bilaterais que mantinha com aquele país, desconheceu o novo governo bem como os funcionários da embaixada, cancelou os vistos dos hondurenhos residentes no Brasil, além de insistentemente exigir do comuno-muçulmano presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que apertasse o cerco contra o novo governo de Roberto Micheletti.

Obama apertou mas não tanto quanto desejavam Lula-Chávez-FARC, que queriam a caveira de Micheletti e seu acólito Zelaya outra vez no poder, para dar prosseguimento aos planos de comunizar Honduras e fazer dela um paraíso do narco-terrorismo como esteve quase a ponto de se tornar.

Agora, depois que atiçaram fogo ao paiol de pólvora, reagem em um coro cínico e hipócrita todos os que contribuíram para este fato. Inzulsa deixa cair a máscara e novamente volta a insistir na aprovação do pacto de São José da Costa Rica, proposto pelo presidente Oscar Arias, que pede a anistia a Zelaya e sua volta ao poder. Ademais, joga o mesmo jogo sujo que as FARC e Chávez fazem com Uribe, quando dizem que “ele” não quer se abrir ao diálogo. Em um comunicado emitido ao governo hondurenho, Inzulsa diz: “Quero fazer um chamado à calma aos atores envolvidos neste processo, e assinalar às autoridades do governo de fato que devem tornar-se responsáveis pela segurança do presidente Zelaya e da embaixada do Brasil”. Ora, se cabe alguma responsabilidade nisso é ao Sr. Luiz Inácio e ao Sr. Hugo Chávez, mentores da patifaria!

O embaixador do Brasil em Honduras, Ruy Casaes, por sua vez, diz que Zelaya chegou “por meios próprios, pacíficos e acompanhado de sua esposa e outras pessoas”. As palavras-chave neste momento são “diálogo”, “calma” “pacificação”, “respeito à democracia”. São repetidas à exaustão para que o povo fixe apenas o que é dito, enquanto as ações não têm NADA de pacífico e muito menos democrático. Os seguidores de Zelaya já começaram seus atos de vandalismo, depredando, saqueando e até um carro da Polícia foi incendiado e, no entanto, todos os favoráveis à desordem e ao desrespeito à Constituição, acusam a oposição daquilo que eles fazem.

Uma das provas mais fidedignas de que este retorno de Zelaya estava planejado desde o Foro de São Paulo e de comum acordo entre Lula e Chávez é que, quem primeiro deu a notícia foi a rede de TV TeleSul, e a primeira pessoa a falar com Zelaya por telefone foi Chávez. Ousado, este delinqüente bolivariano mandou uma clara ameaça a Micheletti: “Esperamos que os golpistas entreguem o poder e não vão massacrar esse povo ou tentar uma loucura. O mundo está na expectativa”. No entanto, logo após se certificar de que a embaixada do Brasil havia recebido clandestinamente Zelaya, o presidente Micheletti fez este comunicado que apenas pede o que é legal: que o Brasil ofereça asilo político a Zelaya ou o entregue às autoridades para ser julgado como qualquer outro cidadão que tem um processo pendente na justiça.



Até agora o Brasil não se pronunciou mas Lula disse desde New York - onde foi para a reunião da comunista e cúmplice ONU -, muito inflamado e com os olhos esbugalhados, que “não se pode mais admitir na América Latina, que militares dêem golpe de Estado e fiquem impunes isto é intolerável!”.

Esta atitude mesquinha, covarde, ilegal e condenável sob todos os aspectos do governo brasileiro, trará, como já está sendo visto, conseqüências muito nefastas, sobretudo aos hondurenhos que serão as vítimas desta rebelião que começa a se formar. Que recaia sobre os ombros e a responsabilidade dos Srs. Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Garcia e Celso Amorim, os danos físicos, morais e materiais que ocorrerem ao povo hondurenho. E se houver um massacre, não culpem o presidente Micheletti ou as Forças de Segurança hondurenhas, mas aos que agiram clandestinamente, de má-fé e calculadamente, tramando desde o Foro de São Paulo, conluiados com a OEA, a ALBA e a ONU.

Se houver um massacre em Honduras, terá sido planejado e executado por estes mesmos que advogam pelo “retorno à democracia”, do mesmo modo que foram planejados os massacres de 11 de abril de 2002 na Venezuela, e em 11 de setembro de 2008 na Bolívia. Seus autores são os mesmos de sempre e nós os conhecemos bem!

Honduras: la orden fue de Lula

Fonte: CODIGO VENEZUELA
Publicado: 11:43 AM, 22 de Septiembre 2009


Operación retorno


Las versiones más confiables que circulan en Brasilia respecto del accidentado “operativo retorno” de Manuel Zelaya a Honduras, tienen a dos presidentes como protagonistas, Lula da Silva y Hugo Chávez. Según la versión que manejan confidentes del poder, fue el propio Lula quien -enterado el domingo, en viaje hacia Nueva York, de las intenciones de Zelaya de entrar clandestinamente a su país-, autorizó a que lo dejaran entrar a la embajada de su país. Según los mismo voceros, el Ejecutivo brasileño se consideró halagado por la decisión de Zelaya, la cual pondría de manifiesto el liderazgo y el rol de moderador que le confieren a Brasil los actores regionales en conflicto. Nadie duda, sin embargo, de que toda la jugada fue articulada por el que califican “mentor” de Zelaya, su amigo Chávez. En Brasilia se cree, por otra parte, que la presencia de Zelaya en Honduras es una buena arma para presionar al gobierno interino para que lo restituya en el poder; un cálculo que, vista la reacción de las fuerzas vivas hondureñas ante el regreso del sombrerudo, parece más bien una expresión de deseo.

A Queda da República - trailer com legendas em português


Trailer do novo filme de Alex Jones, "Fall of the Republic: The Presidency of Barack Obama". Assista o que vem por aí...

MAG tenta responder sobre o Foro de São Paulo e outros - BAND FM

Marco Aurélio Garcia tenta mas como sempre não consegue disfarçar que o Brasil está firmemente engajado ideologicamente com o que existe de pior enquanto visão de mundo, a sociedade desgraçada pela ação de psicopatas/sociopatas. Mas isto não é novidade para ninguém.

Tenta justificar nesta entrevista feita pela BAND FM que o Brasil teria direito de criticar as bases colombianas que receberão soldados americanos mas Hugo Chávez pode sim, sem nenhum problema, fazer exercícios com Rússia recebendo navios atômicos russos na Venezuela.

Notem também o que ele diz que seria inconstituicional na deposição do Zé-laya lá de Honduras: é porque Zé-laya foi despachado de manhãzinha de pijamas. Que Constituicão esta de Honduras, hein?!?!? Não se pode mandar ninguém embora de pijama pela manhã!!! Tem mais: MAG diz que Zé-laya é conservador!!! Putz!!! O cara tem milhares de fotos pela internet afora ao lado do bando do Foro de São Paulo, anda de avião com Hugo, como poderia ser conservador?

Tem também as armas que Hugo "perdeu" para as FARC, caso que MAG diz não ter muita informação mas logo em seguida dá um monte de "respostas" sobre o assunto...

Por fim ele diz que não gosta de comentar sobre a "realidade de países outros". A entrevista são quase 30 minutos de MAG falando sobre estes tais "países outros"...

É ou não uma gracinha? Ou um MAGracinha?

Manifesto da Maçonaria Unida de São Paulo, GOP, GLESP e GOSP, através dos três Grão Mestres

Por e-mail, link para o original aqui.


MANIFESTO

Escrito por Manifesto Seg, 07 de Setembro de 2009 00:00

Os Grão-Mestres do GOSP – Grande Oriente de São Paulo, Eminente Benedito Marques Ballouk Filho, da GLESP – Grande Loja do Estado de São Paulo, Sereníssimo Francisco Gomes da Silva e do GOP – Grande Oriente Paulista, Sereníssimo José Maria Dias Neto, por ocasião da data comemorativa da Independência do Brasil, expressam o que segue:

A Maçonaria paulista é solidária à veemente demanda cívica por dignidade na política, manifestada pela sociedade nas pesquisas e por crescentes setores da imprensa. A crise da falta de compostura, de ética e de patriotismo no exercício do Poder eclode dia-a-dia a cada novo escândalo que a classe política produz com surpreendente desfaçatez e prodigalidade.

Estudos Maçônicos, baseados em pesquisas de opinião, revelam que a sociedade paulista apenas aguarda que a oportunidade de mudança se apresente para depor e condenar ao exílio cívico os falsos “líderes políticos”, que há tempos contaminaram nossas Instituições e subjugaram à Pátria e à família brasileira a uma espiral sem fim de cinismo, corrupção e despudor. Hoje, as Obediências Maçônicas signatárias deste Manifesto sabem seguramente que a sociedade:

1. Tem plena consciência e convicção de que a corrupção é o mal que mais prejudica o País;

2. Tem uma percepção de impunidade que levou descrédito à Justiça: para cada paulista que confia nela há outro que não confia;

3. Desconfia da classe política: para cada cidadão que confia sempre, há outros 7 que não confiam nunca;

4. A onda de denúncias e escândalos sucessivos geraram percepção de vácuo moral e de justiça, que ampliam o desânimo e as sensações de inevitabilidade, desamparo, impotência e de irrelevância cívica. Resultado: A maior consciência social, ao invés de fortalecer o senso de cidadania, gera alienação e repulsa;

5. Apesar de não crer em alguns políticos, mantém a fé na existência de homens honestos e esperança num futuro mais digno.

Causa perplexidade e indignação, o cinismo e despudorada falta de transparência e senso crítico da classe política, das legendas partidárias e de autoridades na violação da lei e do devido respeito aos seus representados.

Ao ouvir o clamor das suas Lojas e da sociedade diante da infindável sucessão de escândalos que insultam a consciência civil, drenam o erário público e o orçamento das famílias, a Maçonaria paulista reitera o seu compromisso, expresso em 2007 e em 2008, em prol do resgate da Dignidade no exercício do Poder.

Em respeito à tradição secular e histórica da Instituição desde 1717 e ao seu protagonismo em prol de movimentos e das mais legítimas demandas cívicas da sociedade, como a Independência, Abolição da Escravatura e Proclamação da República, a Maçonaria declara que a causa do Combate à Corrupção e Resgate da Dignidade no exercício do Poder, tem a mesma relevância e urgência social que todas as lutas cívicas pela Liberdade, Justiça e Direitos Civis.

Em nome dos Maçons e da sociedade paulista, as Obediências Maçônicas que assinam este Manifesto declaram guerra à corrupção, à cumplicidade, à conivência, à impunidade, à complacência e à ignorância, que acoberta os canalhas e corruptos que manifestam seu escárnio ao estado de direito e à sociedade brasileira, na sucessão de escândalos prodigalizados pelos parlamentos e governos por todo o Brasil, de pleno e triste conhecimento da nação Brasileira.

O DIAGNÓSTICO E A ESTRATÉGIA:

Dados os alienantes e pífios resultados práticos da estratégia social da simples exposição dos corruptos à mídia (de fora para dentro), defendemos que só há um único meio de descontaminar o sistema adoecido, expurgando os parasitas que se incrustaram no organismo político e administrativo do País: seguir o exemplo que a Natureza nos ensinou para curar um organismo humano doente: Sem pajelanças, berros, nem esperneio, o remédio tem que ser injetado no corpo contagiado para fazer pleno efeito e debelar a doença, de dentro para fora.

A cura para o mal da corrupção está em usar as regras do sistema democrático para, dentro da legalidade e pacificamente, injetar cidadãos de bem no sistema contaminado, desalojando e tomando espaços hoje ocupados por corruptos. Sob o ponto de vista Maçônico, o problema da corrupção não está nas instituições nem no sistema democrático e sim na falta de caráter dos homens, hoje, que os dominam.

TENDO EM VISTA OS FATOS RELACIONADOS, AS OBEDIÊNCIAS MAÇÔNICAS SIGNATÁRIAS DESTE MANIFESTO INFORMAM À SOCIEDADE PAULISTA QUE:

Já tomou providências e que vários programas e iniciativas já estão em curso, para honrar o compromisso assumido com o povo paulista em 2007 e 2008. E decidiu colocar à disposição da sociedade paulista e da causa nobre do combate à corrupção suas 1760 Lojas e a colaboração dos seus 54.000 obreiros e líderes espalhados por todo o estado.

Constitui uma Frente Cívica, batizada – Movimento de Dignidade e Inserção Social e convida os setores organizados da sociedade, cidadãos conscientes e líderes que ainda não perderam a capacidade da indignação, para compor, sob a égide das Obediências Maçônicas Signatárias deste Manifesto, um MOVIMENTO suprapartidário de combate à corrupção. O MOVIMENTO buscará promover a revolução de costumes, a renovação dos quadros políticos e a reforma política aspirada pela sociedade, pela via pacífica e sob o manto da legalidade.

Os objetivos permanentes das Obediências Maçônicas signatárias deste Manifesto são os de promover a inserção social, semear e propagar consciência cívica e organizar o potencial físico, logístico e intelectual dos quadros das instituições e dos cidadãos de bem dispostos a firmar compromisso com a ética e com as entidades representativas da sociedade agrupadas neste Movimento Cívico, integrando sua rede de informações, inaugurando sua ouvidoria social e apoiando estes cidadãos na sua disputa pelo poder contra os corruptos.

Como os Partidos Políticos perderam a credibilidade e, com ela, o poder de conferir aval moral a seus candidatos, o MOVIMENTO preencherá esta lacuna vital, sinalizando, independente da legenda onde estejam, quais são os patriotas com fichas limpas, passado digno e o merecido respaldo social e moral do Movimento.

As Obediências Maçônicas signatárias deste Manifesto entendem pela convergência em torno dos seguintes pontos cardeais:

Por si só, a publicidade conferida a escândalos leva desesperança e alienação à sociedade e não contribui, em curto prazo, para o fim da impunidade;

Os atuais partidos impedem as mudanças e renovação que a Nação aspira. É preciso mudar leis que regulam responsabilidades e o regimento interno dos partidos. A indignidade deriva de vícios no sistema, mau caráter de candidatos, cumplicidade, irresponsabilidade e impunidade dos partidos pelos atos da canalha que eles têm a coragem e desfaçatez de infiltrar e manter na vida pública, mesmo a contragosto da sociedade.

Corrupção e impunidade permeiam o sistema e estrutura partidária. O foco do MOVIMENTO deve ser suprapartidário.

Se a sociedade não intervier, os “reformadores” serão os corruptos que aí estão e a reforma política ampliará facilidades, privilégios espúrios, impunidade e o avanço deles sobre novos espaços no Poder.

Não existe cidadania sem Justiça e justiça demorada é ausência de justiça. É preciso reformar o Código Penal e Civil, eliminando a ausência de justiça (impunidade). Justiça que tarda mas não falha, só a Divina.

As Obediências Maçônicas signatárias deste Manifesto reafirmam, assim, sua tradição, universal e histórica, de emprestar apoio aos direitos, aspirações e movimentos legítimos da sociedade.

Reafirma também o compromisso público assumido em 2007 e 2008, de oferecer combate à corrupção e a sua fidelidade aos princípios cívicos, como a ética, lealdade à sociedade e franca disposição de seguir na luta pelo resgate da dignidade no exercício do Poder.

Sob a égide do nosso lema Universal “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, pedem aos Maçons e brasileiros em acordo com nossa postura que venham a acessar nosso manifesto, que o divulguem por todos os meios ao seu alcance e expressem, com toda a veemência, o clamor que é comum dos Obreiros Maçons e de todos os cidadãos paulistas de bem: fora corruptos! Dignidade Já!

São Paulo, 07 de Setembro de 2009

Benedito Marques Ballouk Filho
Grão-Mestre Estadual do GOSP – Grande Oriente de São Paulo
Francisco Gomes da Silva
Grão-Mestre da GLESP – Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo
José Maria Dias Neto
Grão-Mestre do GOP – Grande Oriente Paulista

Brasil: opção preferencial pela ilegalidade – Parte 1

Fonte: HEITOR DE PAOLA


Por Graça Salgueiro


As pessoas de bem e que prezam o Estado de Direito e o império das leis estão estarrecidas diante de dois fatos ocorridos nos últimos dias, não necessariamente conexos mas ambos pautados pelas deliberações do Foro de São Paulo e à implantação de um governo comunista em nosso país.

O primeiro caso tem como objetivo desmoralizar e destruir o último bastião que ainda tínhamos de moralidade no país, que é o Supremo Tribunal Federal (STF), a nossa Corte Suprema de Justiça, um dos mais importantes pilares de uma sociedade democrática. O segundo caso, ocorrido ontem (21.09), refere-se ao abusivo, ilegal e imoral asilo que a Embaixada do Brasil em Honduras ofereceu ao deposto presidente Manuel Zelaya, mas disso eu trato noutro artigo.

Em 1983, o ex-agente do antigo KGB (hoje FSB), Yuri Bezmenov, ofereceu uma palestra nos Estados Unidos onde relatou que, dentre outras atividades da agência estava o de desmoralizar e destruir todos os poderes constituídos, não com bombas ou ataques terroristas mas desde dentro, por meio da infiltração. Os agentes infiltrados tinham como função perverter conceitos como moral, ética, senso de justiça e todos os valores universais inerentes a tais instituições. E assim se fez com a Igreja, com as Forças Armadas, com as Polícias, escolas e universidades, além de, naturalmente, os três poderes da República.

Com o falecimento do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, o presidente Luiz Inácio indicou o advogado José Antônio Dias Toffoli para ocupar a vaga. Ocorre que este senhor não tem a mais mínima condição de ocupar o cargo, uma vez que dentre as três únicas exigências ele só satisfaz uma, a idade. A mais alta corte do país exige que o ocupante do cargo possua “notório saber jurídico” e “ilibada reputação”. Toffoli respondia a dois processos no estado do Amapá, por “afronta à Lei de Licitações” e ao “princípio da moralidade administrativa”. Além disso, durante toda sua vida profissional – apenas como advogado, pois foi reprovado por duas vezes em concurso para juiz -, Toffoli só trabalhou para o PT e para o Sr. da Silva. O cargo ocupado na Procuradoria Geral da União não foi por mérito, mas por indicação do “padrinho Lula”.

Quando o STF julgou o processo de extradição de Cesare Battisti, no dia 10 pp., a votação estava em 4 x 3 para a extradição faltavam votar os ministros Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, que daria o voto de Minerva. Quem assistiu à sessão pôde perceber que Gilmar Mendes votaria a favor da extradição, então, numa manobra claríssima para ganhar tempo para o Governo, Marco Aurélio pede “vistas ao processo” e a sessão foi adiada. Já naquela altura se sabia da indicação de Toffoli para o STF mas, como ele ainda não havia assumido, se Marco Aurélio desse seu voto – nitidamente contrário à extradição, pela maneira como argüia – a questão seria resolvida ali, o fato estaria consumado e a derrota do Governo estaria sacramentada.

Ontem o juiz Mário Mazuk, titular da 2ª Vara Cível de Fazenda Pública de Macapá (AP), muito providencialmente suspendeu (ou recebeu ordens “superiores”?) a decisão dada por seu substituto Mário Cesar Kaskelis de condenar Toffoli e seu escritório a uma multa de R$ 700.000,00. No dia 30 deste mês Toffoli será sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado mas, como a maioria dos senadores desta comissão é do PT ou da base aliada do Governo (o que dá na mesma coisa), nada daquilo que o povo brasileiro vê como uma afronta e um desrespeito às Leis será motivo bastante para impedir que o protegido do presidente ocupe a cadeira vitalícia do STF.

Rumora-se que, com a suspensão do processo que atestava claramente ser duvidosa a tal “reputação ilibada” do candidato lulista, a pseudo oposição perdeu o argumento mais forte que possuía para acabar com as pretensões deste senhor de se tornar, da noite para o dia e em troca de seus bons ofícios ao Partido-Estado, num dos homens mais poderosos do Brasil. Com sua nomeação para o STF, que já dou como favas contadas, seu voto contrário à extradição do criminoso Battisti é apenas o tempo que leva para a sua posse. O Governo mata, desta forma, dois coelhos com uma só cajadada e deixa clara sua opção pela ilegalidade, ao mesmo tempo em que o trabalho meticuloso e paciente da implantação do comunismo no nosso país lança sua última pá de cal no que resta de democracia, justiça, prevalência das Leis.

LULA E AMORIM JOGAM CARTA DA OEA NA LATA DO LIXO

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 17:31


A ação do Brasil em Honduras, conte lá com a concordância de quem for, agride de maneira frontal, clara, inequívoca e inquestionável a Carta da Organização dos Estados Americanos (OEA). A íntegra está aqui. Leiam, por exemplo, o que segue:


A Organização dos Estados Americanos não tem mais faculdades que aquelas expressamente conferidas por esta Carta, nenhuma de cujas disposições a autoriza a intervir em assuntos da jurisdição interna dos Estados membros.


Um cínico poderia dizer que o que vai acima não se aplica mais a Honduras porque ela foi suspensa da OEA. Pois é… Cuba também não pertence à organização. Algum país se atreveria a fazer o mesmo com a ilha, a saber: abrigar de maneira clandestina uma liderança de oposição ao governo de Raúl Castro?


Sigamos com a Carta da OEA:
Todo Estado tem o direito de escolher, sem ingerências externas, seu sistema político, econômico e social, bem como de organizar-se da maneira que mais lhe convenha, e tem o dever de não intervir nos assuntos de outro Estado. Sujeitos ao acima disposto, os Estados americanos cooperarão amplamente entre si, independentemente da natureza de seus sistemas políticos, econômicos e sociais.


O artigo 9 da Carta prevê a ração caso um governo democrático seja deposto. Vocês sabem que não considero que tenha sido o caso do bandido Manuel Zelaya. Mas digamos que fosse. Que papel está reservado aos membros da OEA? Leiam a íntegra do artigo:


Artigo 9
Um membro da Organização, cujo governo democraticamente constituído seja deposto pela força, poderá ser suspenso do exercício do direito de participação nas sessões da Assembléia Geral, da Reunião de Consulta, dos Conselhos da Organização e das Conferências Especializadas, bem como das comissões, grupos de trabalho e demais órgãos que tenham sido criados.

a) A faculdade de suspensão somente será exercida quando tenham sido infrutíferas as gestões diplomáticas que a Organização houver empreendido a fim de propiciar o restabelecimento da democracia representativa no Estado membro afetado;
b) A decisão sobre a suspensão deverá ser adotada em um período extraordinário de sessões da Assembléia Geral, pelo voto afirmativo de dois terços dos Estados membros;
c) A suspensão entrará em vigor imediatamente após sua aprovação pela Assembléia Geral;
d) Não obstante a medida de suspensão, a Organização procurará empreender novas gestões diplomáticas destinadas a coadjuvar o restabelecimento da democracia representativa no Estado membro afetado;
e) O membro que tiver sido objeto de suspensão deverá continuar observando o cumprimento de suas obrigações com a Organização;
f) A Assembléia Geral poderá levantar a suspensão mediante decisão adotada com a aprovação de dois terços dos Estados membros; e
g) As atribuições a que se refere este artigo se exercerão de conformidade com a presente Carta.


Atenção! O artigo veta explicitamente a ação brasileira no item mais aparentemente anódino: o “g”. A pressão dos demais membros tem de ser feita “em conformidade com a carta”. E isso implica que um país não interfira na realidade interna do outro - e o Brasil está interferindo de maneira óbvia.


Agora leiam o artigo 19:
Nenhum Estado ou grupo de Estados tem o direito de intervir, direta ou indiretamente, seja qual for o motivo, nos assuntos internos ou externos de qualquer outro. Este princípio exclui não somente a força armada, mas também qualquer outra forma de interferência ou de tendência atentatória à personalidade do Estado e dos elementos políticos, econômicos e culturais que o constituem.


A intervenção do Brasil, como notam, nada tem de “indireta”. É direta mesmo. A expressão “seja qual for o motivo” exclui qualquer desculpa que o governo brasileiro possa dar. Amorim e Lula jogam no lixo a carta da OEA.

Mário Couto denuncia uso de carro oficial para roubo no Pará

Fonte: AGÊNCIA SENADO
21/09/2009

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

[Foto: senador Mário Couto (PSDB-PA)]












A notícia principal da edição de hoje do Diário do Pará, "Carro oficial usado em ataque à polícia", motivou o senador Mário Couto (PSDB-PA) a ocupar a tribuna do Plenário para denunciar a violência que se instalou no Pará. Ele informou que o motorista do chefe da Casa Civil, usando o carro oficial, assaltou uma delegacia da polícia acompanhado por outras quatro pessoas.

- Olhe como está o Pará: inacreditável. O carro é o que serve ao chefe do gabinete civil da governadora. Acredita? Será que em outra cidade do Brasil já aconteceu fato semelhante? É o governo roubando o governo. Olha onde nós chegamos. Pará, eu tenho que ficar calado? Quando falo causo uma revolta na governadora (Cavaleiro do Templo: ANA JULIA CAREPA do PT, o que você acha disto? Bonito, né?), que fica injuriada comigo - afirmou Mário Couto.


O senador pelo Pará disse que permaneceu em Belém a semana passada e que, no período, recebeu centenas de denúncias. Uma delas foi a contratação de uma empresa para reformar a estrutura física e as instalações elétricas, hidráulicas e hidrossanitárias de uma escola. Segundo Mário Couto, além de não ter havido licitação, a consultoria jurídica da Secretaria de Educação ainda forneceu parecer autorizando o pagamento da obra.


Mário Couto leu trechos do parecer que teria sido assinado pela consultora jurídica Amália Xavier dos Santos. O documento conclui que apesar de não ter sido formalizado processo licitatório para a contratação dos serviços, teria ficado comprovada a relação jurídica, "ainda que verbal", estabelecida entre a Secretaria de Educação e a empresa.


Outro assunto abordado por Mário Couto foi a qualidade das estradas federais. Ele disse que foi de ônibus de Brasília para Belém e teve o percurso ampliado em seis horas em virtude das péssimas condições das rodovias. O senador criticou o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, que teria se queixado à Justiça por acusações que Mário Couto teria feito.


- Pagot entra com processo contra mim porque eu instalei aqui a CPI para apurar irregularidade na sua gestão. Por que este senhor quer calar a minha voz no Senado? Por que não teve a coragem de vir ser senador, para me ouvir? Por que ele preferiu ficar lá? A mamadeira é muito gostosa. Ele está mamando na teta do governo. Entre com um processo contra mim. Estou dizendo aqui que vossa excelência está mamando na teta do governo. E que o leite é bom. Muito gostoso - declarou Mário Couto.

Brasil investe na guerra civil em Honduras

Fonte: BLOG REINALDO AZEVEDO
segunda-feira, 21 de setembro de 2009 | 17:11

Lula está em Nova York e vai falar na Assembléia Geral da ONU. Em seu discurso, vai cobrar o fim do embargo americano a Cuba, uma ditadura odienta, sem pedir qualquer contrapartida aos irmãos Castro. O princípio geral em que se sustenta a tese brasileira é o da autodeterminação dos povos. Pois bem: o país acaba de dar um passo que Celso Amorim certamente classificará de “corajoso”, “ousado” e adjetivos afins: Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras, está abrigado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa.


Isso quer dizer que Brasília decidiu entrar para valer na história. O Brasil mergulha de cabeça na política interna de outro país sem ouvir nem mesmo seus parceiros em entidades multilaterais - ONU, OEA ou aquela patética Unasul. Chávez e Daniel Ortega certamente sabiam de tudo e deram o suporte material para o bandoleiro golpista cruzar a fronteira da Nicarágua com Honduras. O Brasil se torna protagonista do conflito. Desta vez, Lula e Amorim foram longe demais.


Uma embaixada receber um político refugiado em decorrência de disputas políticas é coisa bem diferente de patrocinar o seu retorno ao país, quando a conseqüência dessa volta pode ser a guerra civil. Ao chamado “governo de fato” de Honduras, Amorim e Lula querem impor a “volta de fato” de Zelaya. Só que há aí uma pequena diferença: o ex-presidente foi deposto por hondurenhos, mas quem quer reinstalá-lo à força no poder é o governo do Brasil - em consonância com os bolivarianos, é claro.


Notem que o fato coincide com a presença de Lula e Amorim em Nova York. É um momento de “protagonismo” do Brasil. O nosso protagonismo consiste em insuflar a guerra civil num país, tomando uma decisão de notável irresponsabilidade. Tanto pior se descobrirmos que se tratou de uma ação concertada seja lá com quem for, incluindo-se aí o governo americano. Nesse caso, o Brasil teria se oferecido para fazer o serviço sujo. Pesem bem: qual seria o passo seguinte? Uma intervenção armada?


Trata-se de mais um passo da asquerosa política externa brasileira, levada a efeito por Celso Amorim. Não é por acaso que seus subordinados, no Itamaaty, só se referem a ele, reservadamente, como “Megalonanico”.

DOIS ADVOGADOS GAÚCHOS CONTRA DOIS SENADORES E 3.883 SERVIDORES DO SENADO FEDERAL

Fonte: ESTANDARTE 64
TERÇA-FEIRA, 8 DE SETEMBRO DE 2009

Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram, na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa.

A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e "todos os 3.883 funcionários do Senado Federal, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney".

O ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano, em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado, sem exceção, receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras não trabalhadas - segundo a petição inicial. Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, o ex-presidente e o ex-secretário da Mesa do Senado.

Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados. A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$ 15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos; mais R$ 500,00 para telefonia fixa residencial, mais onze assessores parlamentares (ASPONES) com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros/DIA de combustível, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas, ida e volta, para visitar a 'base eleitoral'; mais restituição integral de despesas médicas para si e todos os seus dependentes, sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para tratamentos odontológicos e psicológicos" .

Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e Giordani - "impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de:

- R$ 406.400.000, 00; ou - R$ 5.017.280,00 para cada senador. Tais abusos acarretam uma despesa paga pelo suado dinheiro do contribuinte em média de: - R$ 418.000,00 por mês, como custo de cada senador da República". Mariani disse ao 'Espaço Vital' que, "como a ação popular também tem motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios legais para se combater a corrupção". Cópia da peça está sendo disponibilizada por este site. A causa será conduzida pela juíza Vânia Hack de Almeida. (Proc. nº 2009.71.00.009197- 9)

AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197- 9 (RS)
Data de autuação: 31/03/2009
Juiz: Vania Hack de Almeida
Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE
Órgão Atual: 05a VF DE PORTO ALEGRE
Localizador: GAB03B
Situação: MOVIMENTO-AGUARDA DESPACHO
Valor da causa: R$6.200.000, 00

What Obama Doesn't Want Americans To See



Town Hall discussions have been on the news lately about Obama's Health Care Reform.

Obama's ACORN Thugs have teamed up with Local Police outside of Town Hall meetings to silence discussions among the people about the proposed Socialized Health Care plan that The Obama Administration is hell bent in passing into law.

Your very freedom is at stake here!

IT STARTS WITH HEALTH CARE... BUT WHERE DOES IT STOP?

Jovem conservador desmascara ONGs esquerdistas nos Estados Unidos

Fonte: JULIO SEVERO
22 de Setembro de 2009

Comentário de Julio Severo: O texto abaixo, publicado originalmente no jornal esquerdista The New York Times, foi reproduzido em português pelo portal Terra. Infelizmente, a ênfase e preocupação principal do The New York Times não são a corrupção e a malandragem dos grupos esquerdistas, mas o conservador que os está incomodando. Por pura coincidência, as ONGs desmascaradas receberam milhões de dólares de Obama.

A seguir, matéria do The New York Times com todo o seu peso esquerdista em cima do jovem que está irritando os esquerdistas americanos:






Provocador político irrita esquerda nos EUA pelo YouTube


James E. O'Keefe é um ativista norte-americano de 25 anos cuja câmera escondida eletrizou o Congresso dos Estados Unidos na semana passada ao apresentar vídeos polêmicos mostrando comportamentos impróprios de funcionários de uma associação nacional, a Acorn, que reúne organizações comunitárias e recebe verbas do governo federal. Até mesmo o presidente Barack Obama comentou o fato neste final de semana.


É a pegadinha na era da internet, um instrumento político fatalmente efetivo que O'Keefe ajudou a iniciar entre seus colegas universitários.
Ele irritou liberais ao convidá-los a serem amigos de correspondência de terroristas detidos e, mais morbidamente, gravou a equipe da organização de planejamento familiar Planned Parenthood concordando com a condição de que sua doação serviria apenas para o aborto de bebês negros.


Mas nunca seu trabalho teve tanto impacto quanto desta vez em que expôs funcionários da Acorn. Disfarçados de cafetão e prostituta, O’Keefe e uma amiga que conheceu pelo Facebook, Hanna Giles, de 20 anos, realizaram visitas a vários escritórios da organização Acorn e mostraram seus funcionários de baixo-escalão em cinco diferentes cidades ávidos por ajudar em
evasão fiscal, tráfico humano e prostituição infantil.


Os vídeos começaram incendiando programas de entrevista conservadores e se disseminaram pela imprensa dos Estados Unidos e pelo Congresso, enquanto O’Keefe e Giles revelavam outros vídeos de mais cidades onde funcionários da Acorn haviam se portado mal. O apresentador Jon Stewart, do célebre programa de TV "Daily Show", do canal Comedy Central, deu destaque para os vídeos e, na quinta-feira, uma proposta na Câmara de Deputados de cortar todo o dinheiro federal para a ACORN foi aprovada por 345 a 75 votos.


Em entrevista telefônica na noite de quinta-feira, enquanto ele editava ainda mais gravações sobre a Acorn, O’Keefe disse que quando aceitou a ideia de Giles para visitarem a associação, "pensei que conseguiríamos alguns trechos" que valeriam a pena postar na web. "Sou um nerd magrelo, o cafetão menos convincente do mundo", disse.


Apesar disso, uma sucessão de funcionários da Acorn aconselhou o casal sobre
como traficar garotas salvadorenhas para os Estados Unidos, falsificar um pedido de empréstimo para comprar uma casa que seria usada como bordel e até declarar as prostitutas menores de idade como dependentes, para retornos fiscais.


"Foi uma surpresa absoluta", disse O'Keefe. Mas isso é um padrão frequente em suas excêntricas operações, disse ele: "As pessoas me falam, 'Eles nunca vão dizer sim', mas sempre dizem". Repetidas vezes, seus pedidos encontraram respostas crédulas, ignorantes ou incriminadoras, criando minutos instigantes na internet.


Quando ligou para um escritório da Planned Parenthood em Columbus, Ohio, para dizer que queria financiar abortos de minorias, afirmando que "havia negros demais em Ohio", o assistente administrativo riu ao telefone e concordou com seus termos.


Quando ligou para a filial de Idaho, um prestativo oficial de desenvolvimento lhe disse que "com certeza" poderia direcionar sua doação somente a abortos de bebês afro-americanos, não levantando qualquer objeção mesmo após a explicação de que seu objetivo era proteger seu filho de competição futura no vestibular devido a ações afirmativas.


Em nota na sexta-feira, a Planned Parenthood afirmou que "gravações fortemente editadas e sem consistência foram parte de uma campanha para macular a imagem da Planned Partenhood através de alegações falsas".


A Acorn respondeu inicialmente de maneira semelhante, mas mudou de tom esta semana, dizendo que havia afastado funcionários e melhoraria o treinamento e a supervisão.


O'Keefe já está sendo comparado até mesmo ao célebre documentarista americano Michael Moore. Mas nem todos os conhecidos de O'Keefe concordam. "Michael Moore vai atrás dos ricos e poderosos. James não está fazendo isso. Ele vai atrás de burocratas de baixo escalão e
pessoas que estão tentando ajudar pessoas de baixa renda", afirmou um ex-colega da universidade de O'Keefe, Liz Farkas.


Filho de um engenheiro de materiais e uma fisioterapeuta, O'Keefe cresceu em Westwood, Nova Jersey, tornou-se escoteiro e estrelou no musical "Crazy for You" no último ano do colégio. Após se formar em Filosofia da Universidade de Rutgers em 2006, ele trabalhou por um ano no Leadership Institute, grupo sediado nos arredores de Washington que treina jovens conservadores em campi universitários. O'Keefe era "muito eficaz e muito entusiasmado", disse Morton Blackwell, fundador do instituto.


Mas Blackwell conta que O'Keefe foi convidado a se retirar porque havia a preocupação de que seu trabalho em vídeo pudesse violar regras da agência de fiscalização tributária americana que impedem que grupos sem fins lucrativos tentem influenciar a legislação.


O'Keefe disse considerar o escritor britânico G. K. Chesterton sua "referência intelectual" e se chama de "radical progressivo", não um conservador, porque quer mudar as coisas, "não mantê-las". Mas suas opiniões, descritas por ele como pró-mercado e antigoverno, se parecem com o conservadorismo tradicional.


Será que toda cobertura da mídia sobre seu último projeto o tornou célebre demais para se disfarçar novamente? O'Keefe descartou a ideia. "Francamente, estou só começando", disse ele.


Tradução: Amy Traduções


Fonte: The New York Times e
Terra


Divulgação: www.juliosevero.com

Relatório da UNESCO/FNUAP pede educação sexual explícita para todas as crianças do mundo acima de cinco anos

Fonte: NOTÍCIAS PRÓ-FAMÍLIA
QUARTA-FEIRA, 2 DE SETEMBRO DE 2009


“A educação sexual”, diz o relatório, “é parte do dever… das autoridades e instituições de educação e saúde”


Hilary White


NOVA IORQUE, EUA, 26 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma agência da ONU divulgou um relatório para que todas as crianças de todos os países sejam ensinadas acerca de sexo, questões “reprodutivas” e questões de “gênero”. A Organização Econômica, Social e Cultural da ONU (OESCONU) publicou um relatório intitulado “Normas Internacionais sobre Educação Sexual”, que afirma que as leis internacionais exigem que os países “forneçam educação sexual nas escolas do ensino fundamental e secundário”. O relatório diz que as crianças têm de receber informações explícitas sobre sexo desde a idade de cinco como “direito”.


A “educação sexual”, diz o relatório, “é parte do dever… das autoridades e instituições de educação e saúde”.


O relatório se queixa de que o conhecimento que as crianças têm sobre sexo sofre obstrução “por vergonha, silêncio e desaprovação de debate aberto de assuntos sexuais por parte dos adultos”.


No que pode ser um golpe contra o muito bem-sucedido programa de prevenção à AIDS de Uganda que focaliza na abstinência e fidelidade no casamento, o relatório da UNESCO comenta a “experiência de Uganda” que “revela que os jovens que estão vivendo com HIV muitas vezes sofrem discriminação por parte dos serviços de saúde sexual e reprodutiva e são ativamente desencorajados de se tornarem sexualmente ativos”.


Como com as reivindicações mais “progressistas” que pedem informações sexuais explícitas para crianças, a desculpa é impedir doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não intencional. Isso apesar de crescentes evidências reais de que tal “educação” aumenta esses e outros males sociais.


“Poucos jovens recebem preparo adequado para suas vidas sexuais. Isso os deixa potencialmente vulneráveis à coerção, abuso e exploração, gravidez não intencional e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), inclusive o HIV”, diz o relatório.


“Portanto, é essencial reconhecer a necessidade e o direito de todos os jovens à educação sexual”.


O relatório foi divulgado em junho em conjunto com o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), uma organização que trabalha para promover o acesso universal à “assistência de saúde reprodutiva”. A UNESCO tem há muito apoiado os projetos de controle populacional das ONU, inclusive aborto, em suas atividades em outros países. No relatório, também constam consultores que são “especialistas reconhecidos” no UNICEF e na Organização Mundial de Saúde, ambos dos quais investem muito no aborto e contraceptivos como parte do projeto de controle populacional internacional.


Incluídas no que o relatório chama de “abordagem com base em direitos” estão questões como “direitos sexuais e reprodutivos”, o papel das mulheres dentro das famílias, o “direito e acesso ao aborto seguro”.


Apesar de insistir que os pais sejam incluídos na consulta sobre a idade apropriada para as crianças receberem programas de educação sexual, o relatório repetidamente afirma que os professores e os programas aprovados pelo governo são os mais responsáveis pelo bem-estar das crianças.


“Num contexto em que a ignorância e a desinformação podem ser ameaçadoras, a educação sexual é parte do dever das autoridades e instituições de darem educação e saúde.


“Os professores nas salas de aula têm a responsabilidade de agir no lugar dos pais, contribuindo para garantir a proteção e bem-estar de crianças e jovens”.



Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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Caderno de anotações revela estratégias do MST

Fonte: ZERO HORA
21/09/2009


Encontrado no Incra, diário mostra o pensamento dos sem-terra sobre morte de companheiro


Humberto Trezzi e Maicon Bock


No dia em que a morte do sem-terra Elton Brum da Silva completa um mês, Zero Hora revela trechos de mais um caderno com anotações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que mostram as estratégias adotadas pela organização após o episódio.


Um novo caderno com anotações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), encontrado na sede desocupada do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na semana passada, revela o pensamento dos sem-terra sobre a morte de um companheiro. Em um dos trecho das anotações, o movimento pondera a necessidade de afastar o superintendente do Incra no Estado, Mozar Dietrich.


Jogado em uma lata de lixo no estacionamento do Incra, o caderno escolar com 26 páginas escritas à mão também permite que a sociedade conheça o que o movimento pensa sobre assuntos estratégicos. Pelo conteúdo revelado, percebe-se que o MST buscou capitalizar politicamente a morte do seu militante Elton Brum da Silva. O sem-terra foi morto há exatamente um mês com um tiro de espingarda disparado por um PM, na desocupação da Fazenda Southall, em São Gabriel. Embora lamente o episódio, pela dificuldade que o trauma acarretará no recrutamento de militantes, o autor comemora a repercussão.


— Assunto é o morto e ponto. Demos uma boa aquecida agora — escreveu o integrante do MST responsável pelos registros, encontrados por Zero Hora logo após a saída dos mais de 600 sem-terra do prédio invadido no dia 8 de setembro.


As anotações são tão claras que deixam margem para a suspeita de que o MST manda recados via cadernos abandonados. As anotações são metódicas e dogmáticas. O caderno mostra como os líderes planejam as estratégias de enfrentamento com as autoridades, como avaliam os saldos positivo e negativo da morte do acampado de Canguçu.


Ex-ouvidor agrário não acredita que escritos sejam abandonados de propósito


O achado detalha a invasão do Incra, que teria como principal objetivo desgastar e provocar a demissão do superintendente regional, Mozar Dietrich — um antigo aliado do MST — por posição contrária à criação de novos assentamentos no Rio Grande do Sul. Os escritos evidenciam ainda que a organização teme ficar isolada na sociedade. Em 15 páginas, os sem-terra constatam que sofrem “grande isolamento na sociedade e na esquerda”, mas que a morte do companheiro possibilitou a reabertura de diálogo com as autoridades ao dar nova visibilidade ao movimento.


Desde 2002, esta é pela menos a quarta vez que escritos do movimento vêm à tona. Em 8 de maio de 2008, por exemplo, logo após depredar a Southall, militantes deixaram para trás quatro cadernos preenchidos a caneta. Eram atas que revelavam o cotidiano na invasão. Em revistas nas escolas itinerantes do MST, promotores também encontraram manuais nos quais as crianças recebem uma noção positiva das invasões e aprendem que fazendeiros e policiais são inimigos.


Um dos que não se surpreende com o teor do caderno encontrado esta semana é o ex-ouvidor agrário do governo estadual Adão Paiani. Ele testemunhou em 2008 a apreensão de diários semelhantes, logo após o MST deixar a fazenda Southall. O então ouvidor denunciou atrocidades cometidas pelos sem-terra contra animais da fazenda, mas nem por isso caiu em desgraça junto ao MST, já que foi um dos primeiros a protestar contra a morte a tiro do sem-terra Elton Brum, no que qualificou de “ação desastrosa” da BM. Paiani acha pouco provável que tais cadernos sejam abandonados de propósito ou que sejam plantados por inimigos dos sem-terra.


— Cadernos como esses fazem parte do cotidiano do MST. É assim que eles enxergam a sociedade. O uso político da morte do sem-terra é uma barbaridade, mas não me surpreende — pondera.


Investigadores mantêm em sigilo o nome de PM que atirou em sem-terra


Procurador-geral de Justiça na época em que cadernos foram encontrados na fazenda Southall, Mauro Renner se diz espantado com o teor dos manuscritos achados no Incra:


— Por outro lado, não podemos afastar a hipótese da contra-informação, para prejudicar o movimento.


O caderno mostra que o MST programou uma série de protestos pela perda do companheiro. Foram planejadas 11 manifestações em nove municípios, das quais oito teriam sido realizadas.


Após um mês, a morte do sem-terra ainda está sob investigação na BM e na Polícia Civil. A Delegacia de São Gabriel pretende concluir o inquérito esta semana. O autor dos disparos já foi identificado, mas os policiais mantêm o nome em sigilo.


O MST foi procurado por ZH para comentar o achado, mas não respondeu às tentativas.


“O assunto é o morto”


Vítima de um tiro de espingarda calibre 12 desferido por um policial militar em confronto na desocupação da Fazenda Southall, em São Gabriel, o sem-terra Elton Brum da Silva, 44 anos, é o assunto que domina a primeira parte dos registros.


Os sem-terra constatam que sofrem “grande isolamento na sociedade e na esquerda”, mas que a morte do companheiro possibilitou a reabertura de diálogo com as autoridades ao dar nova visibilidade ao movimento.


Eles ponderam que o saldo da morte é positivo para o movimento político, mas ruim para atrair novos militantes. Simpatizantes poderiam deixar de ingressar no MST por receio do risco envolvido nos confrontos.


A tática de invasão


Em pleno feriado da Independência, nova reunião do MST, preparativa para a invasão do Incra, que ocorreria no dia seguinte, e das fazendas Santa Marta e Santa Helena, um dia depois. As propriedades formam um grupo de propriedades da família Antoniazzi, em São Gabriel, que seriam desapropriadas, mas que o Incra voltou atrás.


No caso do prédio do Incra, os invasores dividiram a ação em três momentos. Primeiro ficar no pátio, depois invadir o edifício e, por fim, trancar a entrada dos funcionários.


“Demissão de Mozar”


No caderno, o MST enumera os pontos a serem reivindicados com as ações: a retomada das negociações para a desapropriação de 7 mil hectares das fazendas da família Antoniazzi, onde, segundo eles, podem ser assentadas cerca de 400 famílias. Outro ponto crucial citado nas anotações é cobrar do governo federal nova portaria para alterar os índices de produtividade para avaliação de propriedades para reforma agrária. No caso específico do Incra, o principal objetivo é desgastar e provocar a demissão do seu superintendente regional, Mozar Dietrich, contrário à criação de novos assentamentos no Rio Grande do Sul.


“Despejo: é melhor cenário”


Em um trecho, os sem-terra avaliam que “despejo: é melhor cenário” para a sair do prédio, indicando que o confronto ajudaria a dar mais visibilidade. Entretanto, outra possibilidade cogitada era se “acorrentar nas grades”, em caso de ação de execução de reintegração de posse. No caderno, a segunda alternativa está riscada à caneta, o que pode indicar que a proposta não teria sido acatada pela maioria dos líderes presentes à reunião.


Os protagonistas


Na reunião preparatória de 7 de setembro foram definidos, ainda, o número de integrantes que participariam da invasão e os responsáveis por atividades como falar com a imprensa, formação dos militantes, aulas para crianças, infraestrutura e alimentação. A relação, em que consta pelo menos 17 nomes de integrantes do MST, pode ajudar a Polícia Federal a identificar os responsáveis pela invasão, uma vez que não houve identificação durante a desocupação, ocorrida na terça-feira passada.


“Linha de imprensa


Além de designar Sílvio dos Santos, da coordenação estadual do MST, como porta-voz da invasão ao Incra, os sem-terra enumeram os temas que não devem ser esquecidos nos contatos com jornalistas. Os temas são a necessidade de assentar 2 mil famílias acampadas pelo Estado, a retomada do processo de desapropriação das terras dos Antoniazzi e a discussão dos índices de produtividade.



ZERO HORA




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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".