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quarta-feira, 21 de março de 2012

RAPHAEL BARROSO ALENCAR – O MÁRTIR DO TABAGISMO

 

O COYOTE

Esta entrada foi publicada em 15/03/2012, in COLUNISTAS. Crie um bookmark para o link permanente.

POR EDUARDO VINÍCIUS

Alcançando mais uma vitória fácil sobre o indivíduo e a liberdade de escolha, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de cigarros mentolados, de cravo, chocolate e frutas. Fumo para narguilés e cigarrilhas também entraram no rol das políticas públicas que, antes de seguir os conselhos da geração saúde 80’s, dão continuidade ao movimento antitabagista da Alemanha Nazista (informações).

Com o argumento de que os aditivos funcionam como isca para os jovens, o próximo passo já foi dado para mais uma restrição: palavras “baixo teor” e “light” serão também retiradas das embalagens de charutos e cachimbos. Além disso, agentes de saúde em São Paulo têm a permissão de chegar a bares e boates e interromper shows para “educar” o público com curtas palestras antitabagistas com duração de quinze minutos. A intenção é que essa iniciativa chegue às capitais do país até 2013.

A Anvisa, junto ao Ministério da Saúde, avisou que, caso a série de resoluções tomadas não façam com que o cigarro seja banido do Brasil em dois anos, o jeito será tomar uma atitude drástica: colocar desenhos antiestimulantes no filtro do cigarro (observe a foto).

Para completar o regime de perseguição aos fumantes, o Ministério Público classificou a petição online “Anvisa: vá tomar no c.” como imoral. Os assinantes tiveram os seus computadores rastreados e o criador da petição – Raphael Barroso Alencar – está, injustamente, respondendo ao processo em regime fechado. O pior de tudo é que a família do criador da petição não pode levar cigarros para ele  fumar. Em compensação e por reconhecimento, os advogados da Souza Cruz entraram em defesa de Raphael. A equipe da revista O Coyote parabeniza os esforços do ativista pró-tabagismo e desejamos que o sucesso da petição, mesmo sendo proibida, ao menos ganhe o coração de cada fumante brasileiro e de cada defensor da liberdade.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
"Para conseguir sua maturidade o homem necessita de um certo equilíbrio entre estas três coisas: talento, educação e experiência." (De civ Dei 11,25)
Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras. Cuidado com suas palavras: elas se transformam em ação. Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. Cuidado com seus atos: eles moldam seu caráter.
Cuidado com seu caráter: ele controla seu destino.
A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".