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sexta-feira, 23 de março de 2012

Novidade? Mídia acoberta muçulmanos e culpa imaginários extremistas de direita!

 

LIBERTATUM

sexta-feira, 23 de março de 2012

O Terrorista Mohamed Merah, rindo dos franceses...

Mídia Engajada: proteção incondicional ao terrorismo islâmico e caça aos fantasmas da extrema-direita.

Por Klauber Cristofen Pires

Logo quando surgiram as primeira notícias sobre os atentados terroristas, a mídia engajada saiu logo disparando que se trataria de um “terrorista de extrema-direita”. Assim saiu no Jornal Nacional e em diversos outros jornais televisivos ou impressos.

O jornalista Mauro Santayana chegou a escrever um longo artigo no Jornal do Brasil, intitulado A extrema direita e os atentados na França, no qual desagrava eloquentemente os muçulmanos e inculpa ao matador a filiação a movimentos de extrema-direita. Olhem só:

Houve, tanto na França como em Israel, preocupação em culpar os demônios do momento, ou seja, os terroristas muçulmanos. Antes de qualquer manifestação das testemunhas, os meios de comunicação e os porta-vozes oficiais quiseram culpar os islamitas.

Tudo é possível, em atos semelhantes, mas os primeiros indícios relacionam a brutalidade do matador de crianças judaicas à rearticulação da extrema direita racista na Europa de hoje. O atentado de Toulouse lembra — ainda que o número de vítimas tenha sido menor — a chacina da Noruega, plenamente assumida por um neonazista.


O jornalista Andrei Netto, do Jornal da Tarde, com sua reportagem “Após mortes em escola, França caça seriall killer” assim se expôs:“As evidências levaram a Direção Central de Informação Interna (DCRI), o serviço secreto que atua em território francês, a investigar como prioritária a hipótese de um ataque terrorista de caráter xenofóbico cometido por um militante de extrema direita”.

Trata-se de um método de doutrinação em massa. Ainda não vi no Jornal Nacional, apesar dos seus alardeados “princípios editoriais”, tanto quanto em outras empresas de comunicação, qualquer nota de correção, muito menos de mea-culpa. De fato, primeiro porque a acusação é jogada ao vento como um “ouvi falar, mas não sei de onde”, de modo que a sua imprecisão torna-se um passaporte para a empulhação impune. Se depois os fatos vierem a contradizer o dito, o vento que o leve. Segundo, porque não há ninguém que reclame em nome da tal extrema-direita, justamente porque ela praticamente não existe, e onde há, é controlada passo-a-passo pelas autoridades dos diferentes países.

Os mesmos disparos levianos foram deflagrados por conta do assassino norueguêsAnders Behring Breivik, às fartas acusado em primeira mão de ser um conservador cristão, que a mídia tradicional “inocentemente” se esqueceu depois de informar que teve aulas de terrorismo na Bielo-Rússia e que era adepto de um grupo darwinista que tinha por modelo o imperialismo de Alexandre Duguin e por ídolo o protoditador Vladimir Putin.

Vale também recordar do caso Honduras, em que o Jornal Nacional e vários outros veículos informativos anunciaram com veemência ter havido um golpe militar, quando na verdade o que se tratava era da deposição perfeitamente legal do larápio Manuel Zelaya, que já tinha centenas de urnas prontas com votos a seu favor impressos na Venezuela, patrocinado que era pelo Foro de São Paulo, tendo como padrinhos ninguém menos do que Lula e Hugo Chaves. O chapeludo tinha tanta certeza de sua inconstitucional reeleição que já havia mandado construir uma estátua de sua pessoa no pátio do palácio do governo daquele país.

Para supremo ridículo, depois de o Jornal Nacional ter metido a mão na cumbuca para agradar o governo Lula, desesperadamente publicou uma matéria na qual um obscuro cientista político argentino explicava que a deposição de Zelaya “parecia” com um golpe de estado e, pasmem(!), como tal deveria ser interpretado!

Agora todos já sabem que o terrorista era Mohamed Merah, de 23 anos, muçulmano de origem argelina, que teve treinamento no Paquistão e no Afeganistão pela Al Qaeda.

Claro, o colossal sistema de controle de danos já está em ação! Conforme bem publicado no site português Sol (não vi nada parecido na mídia nacional), sob o título “Muçulmanos em França temem reacções do país ao caso Toulouse” :

Dalil Boubakeur, reitor da mesquita de Paris, começou por falar na «amálgama» quehoje Nicolas Sarkozy também frisou, ao explicar que «não se deve misturar a religião muçulmana, 99% pacífica, com estas mini-franjas de pessoas decididas a fazer atrocidades».

Comum a todas as declarações foi o esforço por se distanciarem dos actos alegadamente cometidos pelo suspeito de Toulouse.

Mohammed Moussaoui, presidente do Conselho Francês do Culto Muçulmano (CFCM), realçou que «este indivíduo [Mohamed Merah] não pode em caso nenhum justificar os seus actos com a religião muçulmana».

...

Os receios estenderam-se a Driss El-Kherchi, presidente da Associação do Trabalhadores Migrantes em França (ATMF), ao alertar para o clima de «culpabilização», lembrando que existe «a preocupação de que esta é uma oportunidade para alguns partidos» de «atacarem» os muçulmanos presentes no país.


Entretanto, o problema de distanciarmos o ato do que alegam ser de um indivíduo isolado perde força ao ter sido anunciado que os atos tiveram a autoria reivindicada pelo grupo extremista islâmico Jund al-Khalifah (Soldados de Califa) que aproveitou para fazer novas ameaças. Em suma. Não foi a primeira vez. Não será a última.

Ao atribuir em primeira mão a imaginados terroristas de extrema-direita a autoria de cada novo atentado enquanto simultaneamente protege e acoberta os verdadeiros autores, isto é, os genocidas membros de grupos muçulmanos, a mídia engajada presta um duplo serviço à causa globalista-socialista e ao Islam. Só não vê quem não quer...

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".