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segunda-feira, 19 de março de 2012

Ford Foundation: de gravidezes a crucifixos indesejados

 

VIDA SIM, ABORTO NÃO

março 19, 2012 por Wagner Moura

Brasil Sem Aborto divulga vídeo pró-vida sobre gravidez indesejada

 

Não há mais crucifixos nas paredes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul desde que o Conselho da Magistratura decidiu, no dia 06 de março de 2012, a pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas, que a presença de símbolos religiosos em espaços do Poder Judiciário “não se coaduna com o princípio constitucional da impessoalidade na Administração Pública e com a laicidade do Estado brasileiro”.

Os crucifixos retirados estão guardados em setor administrativo do Tribunal de Justiça e, o mais expressivo deles, que estava afixado no Plenário do TJ-RS, foi encaminhado ao Memorial do Judiciário, como informou a assessoria de imprensa do Tribunal ao blogueiro Everton Siqueira, no blog Dominus Iesus.

É curioso que após 122 anos de laicidade, somente agora se descobriu que o crucifixo – um símbolo religioso, sim, mas também cultural – é contrário ao Estado laico. O que está acontecendo no Brasil? A resposta, por incrível que possa parecer, tem a ver com um nome bem conhecido do movimento pró-vida: Ford Foundation.

A mesma fundação que financia e forma ONGs “feministas” para promoção de leis pró-aborto, no país, também financia iniciativas que enfraqueçam a presença da Igreja Católica na sociedade – a Igreja ainda é a principal instituição capaz de frustrar a agenda pró-aborto da Ford Foundation. É o caso da ONG Themis Assessoria Jurídica e Estudo de Gêneros, uma das organizações interessadas no pedido feito ao Conselho de Magistratura:

ÓRGÃO: Conselho da Magistratura

PROCESSO: 0139-11/000348-0

COMARCA: Porto Alegre.

RELATOR: CLÁUDIO BALDINO MACIEL

ASSUNTO: Retirada de crucifixos e símbolos das dependências do TJRS.

INTERESSADOS: Rede Feminista de Saúde, SOMOS – Comunicação, saúde e Sexualidade, NUANCES – GRUPO PELA LIVRE ORIENTAÇÃO SEXUAL, LIGA BRASILEIRA DE LÉSBICAS, MARCHA MUNDIAL DE MULHERES, THEMIS – ASSESSORIA JURÍDICA E ESTUDOS DE GÊNERO

É a própria coordenadora executiva da Themis – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero, Virgínia Feix, quem explica qual a importância da Ford para as ações da ONG:

“Reconhecido e festejado, o programa realizado pela Themis e exportado para outras localidades do Brasil teve financiamento de agências internacionais como a Fundação Ford, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e manteve-se como uma política pública não estatal. Este fato, contudo, é determinante em relação a sua sustentabilidade, que encontra-se sistematicamente ameaçada.

A coordenadora da ONG também indica parcerias dentre as quais, pelo menos uma, tem apoio da Ford Foundation:

“A proposta de desenho institucional da referida política pública ainda é insipiente e está sendo formulada por uma comissão nacional formada por entidades das cinco regiões do país (Themis/Rio Grande do Sul; União de Mulheres de São Paulo/São Paulo; Coletivo de Mulheres Negras/Mato Grosso do Sul, Coletivo de Mulheres 8 de Março/Pernambuco e Rede Acreana de Mulheres e Homens/Acre)…”

Como se pode inferir não há preocupação alguma com “estado laico”. Há sim a pressa a uma agenda internacional que vai contra os valores da cultura brasileira. Por que razão a Ford Foundation financia ONG interessada em retirada de crucifixos do TJ-RS? Que interesse é esse que também a faz financiar ONGs pró-aborto e GLBTTs?

Não são ONGs com interesses muito diversos para contar com um mesmo finaciador? E que interesse é esse de uma fundação americana sempre tão presente na capacitação e sustento de ONGs “brasileiras” tão ávidas por mudar legislações em nosso país sobre pretexto de “direitos da mulher” e “respeito ao estado laico”?

Tem algo de muito suspeito em tanto amor da Ford Foundation pelo Brasil. De gravidezes indesejadas a crucifixos indesejados, como pode essa fundação estar envolvida em nosso país?

Antes de pensarmos sobre lésbicas, feministas, estado laico, aborto… Antes de tudo isso pensemos Ford Foundation. Quando será a hora do Brasil saber o que é essa fundação, quais os interesses dela em nosso país e como se dá o financiamento a tantas ONGs e iniciativas que fazem tudo para destruir a cultura brasileira?

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".