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quinta-feira, 22 de março de 2012

Evangélicos e ruralistas podem selar casamento

 

CARTA CAPITAL

21.03.2012 16:59

Um antigo flerte entre as duas bancadas mais representativas do Congresso está prestes a virar casamento. Evangélicos e ruralistas estão perto, muito perto de lançar uma frente conjunta para votar dois dos projetos mais sensíveis aos interesse do governo – e também dos setores que representam: a Lei Geral da Copa e o novo Código Florestal.

Deputado federal João Campos, da Frente Parlamentar Evangélica, se reunirá ainda hoje com Moreira Mendes da bancada ruralista. Foto: Luiz Alves/Agência Câmara

Juntas, as duas bancadas podem reunir 170 votos, o que representa 33% do parlamento. É quase o dobro da bancada do PT (85 deputados), a maior da Casa. A fidelidade à bancada, quando o assunto é pauta, é maior até mesmo do que ao partido. O que pode significar um esfacelamento ainda maior da base do governo.

“O governo terá de se preocupar”, afirma o e João Campos (PSDB-GO), expoente do grupo evangélico que costura com o colega Moreira Mendes (PSD-RO), representante do agronegócio.

Em entrevista a CartaCapital, Campos explica que uma conversa preliminar foi firmada na sexta-feira 16 e que Moreira Mendes foi receptivo. Um novo encontro estava marcado para  quarta-feira 21. A votação dos projetos que podem mudar as regras da Copa e do plantio no Brasil tem provocado um levante de congressistas contra as propostas apoiadas pelo governo. A bancada evangélica abomina a ideia de se liberar a venda de bebida alcoólica nos estádios durante os jogos. Um acordo firmado com a Fifa, em que se compromete a permitir a venda de álcool,  deixa  o governo de mãos atadas nessa votação – já que um dos patrocinadores do Mundial é justamente uma marca de cerveja. Mesmo assim, no último texto aprovado, a decisão sobre a liberação passava para a mão dos estados.

Já os ruralistas se opõem a itens do novo Código Florestal aprovado no Senado e ambicionam retornar para a primeira versão aprovada na Câmara na primeira derrota da presidenta Dilma Rousseff na Casa, em 2011. Para o governo, no entanto, o projeto sancionado pelos senadores é o texto mais próximo de um consenso entre ruralistas e ambientalistas.

A Conferência sobre o meio ambiente Rio+20, que será sediada pelo país neste ano, aumenta a pressão para aprovar um código que agrade os defensores da natureza.  Dilma ameaça, inclusive, vetar a versão final.

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A teoria marxista da “ideologia de classe” não tem pé nem cabeça. Ou a ideologia do sujeito traduz necessariamente os interesses da classe a que ele pertence, ou ele está livre para tornar-se advogado de alguma outra classe. Na primeira hipótese, jamais surgiria um comunista entre os burgueses e Karl Marx jamais teria sido Karl Marx. Na segunda, não há vínculo entre a ideologia e a condição social do indivíduo e não há portanto ideologia de classe: há apenas a ideologia pessoal que cada um atribui à classe com que simpatiza, construindo depois, por mera inversão dessa fantasia, a suposta ideologia da classe adversária. Uma teoria que pode ser demolida em sete linhas não vale cinco, mas com base nela já se matou tanta gente, já se destruiu tanto patrimônio da humanidade e sobretudo já se gastou tanto dinheiro em subsídios universitários, que é preciso continuar a fingir que se acredita nela, para não admitir o vexame. Olavo de Carvalho, íntegra aqui.
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A perversão da retórica, que falseia a lógica e os fatos para vencer o adversário em luta desleal, denomina-se erística. Se a retórica apenas simplifica e embeleza os argumentos para torná-los atraentes, a erística vai além: embeleza com falsos atrativos a falta de argumentos.
‎"O que me leva ao conservadorismo é a pesquisa e a investigação da realidade. Como eu não gosto de futebol, não gosto de pagode, não gosto de axé music, não gosto de carnaval, não fumo maconha e considero o PT ilegal, posso dizer que não me considero brasileiro - ao contrário da maioria desses estúpidos que conheço, que afirma ter orgulho disso". (José Octavio Dettmann)
" Platão já observava que a degradação moral da sociedade não chega ao seu ponto mais abjeto quando as virtudes desapareceram do cenário público, mas quando a própria capacidade de concebê-las se extinguiu nas almas da geração mais nova. " Citação de Olavo de Carvalho em "Virtudes nacionais".